Os leitores do Raia Leve, através de enquete
promovida pelo site, foram
contundentes em relação aos sócios que cederam seus nomes
para compor a Comissão de Corridas da chapa que representa a situação.
Confiram o
resultado, após a manifestação do considerável
número de 1.103
“votantes”:
De forma explícita, a campanha que representa a
situação
no JCB tem promovido, como tática, a desunião entre os sócios,
dividindo–os entre turfistas e não–turfistas e divulgando a inverdade
aos últimos que,
em caso da vitória da oposição,
as atividades sociais e de lazer do clube serão
menosprezadas.
Apresentam o vínculo de membros da oposição com a
atividade principal do clube como uma ameaça, rasgando a própria
História do JCB, cujo
patrimônio deve–se, única e exclusivamente,
ao turfe.
Para o registro da
chapa, compondo a Comissão de Corridas, é
obrigatória a apresentação de
18 sócios, que, necessariamente,
tenham como qualificação saber técnico
condizente com o
cargo – a Comissão atual é considerada folclórica por suas
contumazes trapalhadas e incoerências. Compreende–se, assim, as severas
dificuldades que os anti–turfe
estão sofrendo para encontrar esses 18
sócios, diante do apoio maciço dos turfistas
à chapa liderada
por Claudio Ramos.
Como você definiria os 18 sócios
"turfistas" que
cederão seus nomes para compor a chapa da situação, na
função de comissários:
preocupados com o futuro da atividade – 11% –
116 votos
traidores – 41% – 456 votos
apegados ao poder, contentam–se por menor que o mesmo seja
– 33% – 364
votos
simplesmente, vaidosos – 15% – 167 votos
No dia 6 de
junho de 2005, o sócio Adalberto Ribeiro da Silva Neto
encaminhou correspondência à
“Diretoria do Jockey Club Brasileiro”,
nos seguintes termos (