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Neste espaço são publicadas as manifestações dos nossos leitores.

O RAIA LEVE acolhe opiniões sobre todos os temas ligados ao turfe.
Reserva-se, no entanto, o direito de rejeitar ofensas, acusações insultuosas e/ou desacompanhadas de documentação. Eventualmente, os e-mails poderão ser checados. O site não tem o compromisso de publicar todas as mensagens recebidas. A publicação, quando ocorrer, se dará na íntegra ou parcialmente, privilegiando-se os trechos mais relevantes.





Agosto | 2014

Gilberto Werner (30/08/2014) - Porto Alegre/RS

AOS SRS. HELIO BALSA E MARIO VELOSO

O ¨Espaço do Leitor¨ - no site do Raia Leve - foi colocado à disposição do público turfista justamente para publicar as manifestações deste seleto grupo que dedica ou dedicaram as suas vidas no ¨gosto¨ pelas corridas dos cavalos no Brasil. 

Raia Leve é um site reconhecidamente ¨democrático¨- recebe e publica ¨desejos¨ deste publico turfista desde que não ¨ofendam¨ ninguém.

Pois então hoje venho aqui para criticar ou colaborar de forma elucidativa às manifestações dos senhores declinados acima.

Desejo lhes informar que assisti à inauguração do Hipódromo do Cristal no dia 21 de novembro de 1959 desde o primeiro páreo alí corrido quando venceu o animal ¨Duelo¨sob a condução do meu amigo Mario Rossano, recentemente falecido. Então possuo ¨história¨ no turfe gaúcho e participante fui da sua história. Então de lá para cá - e são 55 anos de existência - e até o ano passado 2013 - foram 54 anos de convívio diário e semanal com o hipódromo, haja vista a atuação deste presidente Vecchio para que NÃO frequentasse - como sempre fiz - o hipódromo por motivo das minhas críticas à sua administração. Não vou comentar esse ¨direito¨ que ele julga possuir. Já o fiz e não sinto a menor vontade de adentrar o Cristal enquanto houver a sua administração.

Dito isto desejo contestar aqui as observações ditas por estes turfistas cariocas que NÃO frequentam o hipódromo.

O Hipódromo do Cristal teve a sua pista de grama, muito esperada, inaugurada em 1984 ou 1985 - não lembro bem - porque não existem registros quanto à data da sua inauguração. Pois bem esta importante pista - que existe nos maiores e melhores hipódromos do país - NÃO existe mais no Cristal. Foi destruída para que fosse construída ¨uma nova pista de areia¨ em preterimento da antiga que, ao meu ver, poderia ter sido REFORMADA dando menor custo para a Entidade e mantendo até hoje a pista de grama.

A Vila Hípica do hipódromo foi VENDIDA à Multiplan quando não poderia ter sido haja vista na realidade - como todo o terreno do hipódromo - ter sido DOADO ao JCRGS pela Brigada Militar do estado. Então para que isto fosse realizado - usaram o termo ¨PERMUTA¨- para a efetiva alienação. E não poderia, de forma nenhuma nessa ¨permuta¨, entrar VALORES como entrou e entra até hoje auxiliando esta administração.

O MGA do Hipódromo do Cristal quase TODO ele provém do jogo em hipódromos de fora do Rio Grande do Sul - como Tarumã, Gávea e Cidade Jardim. É falso o movimento do Cristal - é ¨mínima¨ a participação do público gaúcho haja vista o seu desinteresse atual ao TURFE pela FALTA de ¨marketing¨ dos que o administram já há mais de quinze anos. Me refiro à esse ¨grupo político¨do Vecchio.

Bem vou parar por aqui as minhas críticas - que são muitas e justas ao meu ver. Cuidem bem os senhores: quando uma administração VENDE patrimônio - conquistado à muito custo por outras administrações passadas, ao meu ver, não merece elogios de ninguém.

Esta é a opinião de um velho turfista - que conheceu e conhece a verdadeira história do Jockey Club do Rio Grande do Sul.

João Fernandes (30/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Boa tarde a todos

Gostaria de manifestar minha opinião em relação aos marcadores da gávea.

O Sr. André Cunha e o Sr. Fernando são os piores que eu vi até hoje, só isso.

Desculpe, para quem gosta, infelizmente para quem jgm suas indicações vão ficar duro, não sabem nada.

Boa tarde.

Luiz Antonio da Silva (30/08/2014) - Nova Iguaçu/RJ

O sobrinho do Juvenal tem talento e conhece bem o percurso de uma carreira(tal qual o tio no início). Talvez sua humildade de nordestino o ajude pouco nas relações humanas. Somente uma montaria na reunião deste sábado. Não acompanho os trabalhos diários no Hipódromo, todavia, acompanho as corridas e percebo que jóqueis sem o mesmo talento que o J.T.Silva, recebem mais oportunidades. Não conheço o profissional e tampouco sou seu Advogado, é apenas uma questão de Justiça!

Francisco Rodrigues da Silva (30/08/2014) - Petrópolis/RJ

Sr.Paulo marcio.

O 4° pareo que o sr se refere, o favorito vem perdendo peso, e a distância de 1600 na minha visão favoreceria muito o ganhador Umaximo.

Nao desanime, como o sr bem sabe corridas sao detalhes. 

Boa sorte.

Jose Roberto Giancristoforo (30/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Arthur Stern A verdade nua e crua colocada pelo doutor Léo [28/08/2014],

Muito feliz a sua comparação da formula 1 ( pit stop) nos anos 50 para anos 13 . 

Muito muito feliz sua posição : Enquanto os proprietários não forem tratados como clientes pelos Jockeys Clubes, enquanto os profissionais e apostadores não forem tratados como “Stakeholders” pelos Jockeys Clubes, enquanto não houver punição para funcionário que destrata profissional, proprietário e até mesmo o clube e seu cofre, e principalmente enquanto não tivermos a união de todos os interessados no futuro do turfe, certamente a atividade continuará em declínio. Eu mesmo fui destratado por um vigilante.

Muito oportuno sua posição : O turfe não estava preparado e não se prepara para o “gambling”? O turfe não estava preparado para os outros tipos de lazer existentes, por isso a situação hoje.

União : é isso que o turfe precisa de união aos outros entretenimento, para que possa tirar proveito para si e se desenvolver conforme o mundo avança.

Bem tudo muito colocado e o seu aproveitamento é zero, pois de bons turfista ninguém quer saber , só querem colocar funcionários que nada sabem e não amolam, vide GERENCIA DE TURFE e outros das épocas anteriores

Paulo Marcio Saudino (30/08/2014) - Cachoeiro de Itapemirim/ES

Depois do quarto páreo 29/08 parei com as corridas do JCB. Esse lugar se transformou em uma quadrilha! Deviam ser todos presos.

Pasqual Evangelista (29/08/2014) - Valinhos/SP

PRECISAMOS COMBATER A DIFERENÇA DE PERFORMANCE.

Não me refiro a diferença de performance de animais e sim a de jóquei. É vergonhoso o que tem ocorrido e sem nenhuma providência. Dá nojo. Isso sim afasta os poucos turfistas apostadores que existem ainda.

José Augusto Seabra Sales (29/08/2014) - Brasília/DF

As últimas postagens refletem claramente como andam as "cabeças do turfistas".

Ainda aguardo ações via ABCPCC, como prometeu o Presidente, que possa criar um canal aberto as demandas da comunidade turfística. Querendo ou não, somente pela Associação que nossos pleitos chegarão ao MAPA.

Nunca estivemos tão perto de profissionalizar o Turfe. Todos opinam sobre soluções mirabolantes, pena que não são factíveis com o atual modelo estatutário dos nossos clubes. 

Perdemos um ano de novos rumos esperando a criação da Liga Brasileira de Turfe, estava muito esperançoso para radicalizar tudo que está aí como modelo de gestão. Sinto que "cozinharam o nosso galo" e o pior, acho que tudo que estava preparado para ser a bandeira da LBT vai ser utilizado pelos mesmos usurpadores conhecidos, afinal é para isso que eles estão aqui.

Waldir Alves de Souza (29/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

"DA SÉRIE DO GRANDE NELSON RODRIGUES: A VIDA COMO ELA É..."

Tem gente que se gaba aos quatro cantos sem o menor mérito.

Existem os incautos e, sobretudo os crédulos, que, pasmem os senhores, ainda acreditam no canto da sereia.

Porém, quando a mesada (fruto da alienação de patrimônio) terminar, os velhos problemas retornarão como de hábito. Os que hoje adulam sem qualquer conhecimento de causa, certamente sairão "a francesa", de fininho, no sapatinho, sem nada de bom para falar.

É só questão de tempo. Quem viver verá.

Daniel Rosario (29/08/2014) - Fortaleza/CE

Saudações.

Valorizo muito a vistosa recuperação do Cristal, bem como a participação de seu excelentíssimo presidente aqui neste espaço, sempre dispondo de boa vontade para esclarecer fatos quando questionado.

Porém confesso não conseguir entender que tipo de alinhamento possa existir com um jockey club, dentre aqueles que foram citados, que nem corridas está sendo permitido fazer...

Abraços a todos e boa sorte nas corridas !!!

José Vecchio Filho (29/08/2014) - Porto Alegre/RS

Obrigado Mário Veloso !

Sei que tuas críticas e ponderações são sempre no sentido de auxiliar.

Forte abraço e continue torcendo pelo Cristal !

Luiz Fernando Dannemann (29/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Arthur,

Tal como havia distinguido o texto do Leo como sendo da maior importância, o seu de hoje, publicado na capa do site, em decorrência do dele, é, por demais, surpreendente.

Vou reforçar um parágrafo como sendo fundamental para começar a entender o motivo do declínio da atividade:

“Enquanto os proprietários não forem tratados como clientes pelos Jockeys Clubes, enquanto os profissionais e apostadores não forem tratados como “Stakeholders” pelos Jockeys Clubes, enquanto não houver punição para funcionário que destrata profissional, proprietário e até mesmo o clube e seu cofre, e principalmente enquanto não tivermos a união de todos os interessados no futuro do turfe, certamente a atividade continuará em declínio”.

Apenas para situar este momento especial que você nos brinda, lembro aqui que no primeiro final de semana após as eleições de 2012, eu disse ao Afonso Burlamaqui – e aí nasceu uma profunda antagonia (misto de antagônico com agonia) ao Palermo (O Palermo candidato era um e o Palermo eleito passou a ser outro) -, que ficara sabendo da manutenção dos chamados “Pilares do Lecca” incluindo a sua – pra lá de polêmica -, gerente de Turfe que hoje parece também cuidar da Casa de Apostas (!?).

Disse a ele que era INACEITÁVEL a manutenção, sobretudo, da péssima GERENCIA DE TURFE, que desenvolvia o ANTI-TURFE fazendo tudo ao contrário do que deveria ser feito, num JCB cujo “presidente” buscava apenas a ALIENAÇÃO de patrimônio enquanto os seus “pilares” mandavam e desmandavam, alguns com especial arrogância.

Não me parecia razoável investir tanto dinheiro para gerar a MATÉRIA PRIMA essencial para manutenção do JCB, quando na ponta, no final da cadeia, tivéssemos pessoas tão despreparadas e inapropriadas tratando do TURFE. 

Quanto a “UNIÃO” que seguidamente é requerida aqui, destaco, para finalizar, um trecho do seu brilhante texto que é auto-explicativo:

“O foco principal do problema é que alguns encaram união como “venham ver como estou trabalhando, me esforçando e fiquem aí batendo palmas pra mim”.

Mario Veloso (29/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Estimado Presidente José Vecchio Filho

Não se furta a debates !

Não se esconde e não se omite !

Grato por sua manifestação e respostas.

Despeço-me com um grande abraço e desejando sempre; muita sorte, decisões acertadas e sucesso frente à administração do JCRS.

Jose Roberto Giancristoforo (29/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Luis Felipe Brandão dos Santos (28/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Muito interessante sua narração que parece ser de todo turfista sócio ou não do JCB, outro dia ao entrar ao JCB e estava estacionando o moço vestido de guarda ou que outro nome tenha disse que eu não podia estacionar pois deveria ser sócio turfista e eu disse que ele me respeitasse e saísse da frente se não passava por cima e estacionei e fui ao meu jogo já com os nervos a flor da pele pois no passado teria lhe dado umas boas porradas é dessa maneira que chego na mer... do JCB desse mer... que administram . Você tem toda razão em tudo que você mencionou eu já diversas vezes com clientes estrangeiros deixei de frequentar a varanda pois os mesmos estavam de bermuda e difícil explicar que um clube vazio e tribunas vazias e um calor de quase 40º , isso acontecia . Eu quando nos meus 10 anos joguei muita bola na grana da tribuna A. O meu saco cada dia atura menos e vai chegar um dia que vou realmente fazer os que eles querem que é deixar de frequentar de uma vez o JCB.

Mario Veloso (29/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Arthur Stern

Bom Dia

Sua recente publicação é cercada de muito fundamento onde uma questão muito bem abordada é a dos fornecedores que de certa forma estão investindo dinheiro bom em negócio podre. 

Só mesmo por paixão e onde a razão ficou para um segundo ou terceiro plano.

No momento em que a ficha cai e a razão se sobrepõem à paixão o resultado é sempre fatídico ao Turfe.

- é menos um proprietário
- é menos um Stud
- é menos um animal
- É MENOS UMA INSCRIÇÃO NA PROGRAMAÇÃO DAS CORRIDAS

Neste momento pode ser que esta realidade ainda esteja longe de ser uma verdade, mas devemos considerar como uma probabilidade a médio ou longo prazo não havendo reversão do quadro atual.

- Prova disso é o fim das atividades de bons haras e centros criatórios sendo minguados.

Vislumbro (pelo menos público) que poucos são os dispostos a se empenhar para reverter este quadro.

Sempre os mesmos a se manifestar, combatidos, processados e vistos como pessimistas.

O que falta para a ficha cair ? 

Falência múltipla dos órgãos ?

O corpo já esta na U.T.I. !

José Vecchio Filho (29/08/2014) - Porto Alegre/RS

Prezados Turfistas Luis Felipe, Mário Veloso e Hélio Balsa, em réplica vos digo:

Não podemos desanimar, as vezes o Turfe parece "tropeçar em flor de tapete", por outras somos nós mesmos quem hipervaloriza o que de ruim acontece.

Caro Hélio, certo que a saída das rádios nos fez ’abatumar’ com mais velocidade, mas tal saída foi fruto da crise financeira, pois a mídia de rádio, TV e jornal tornou-se proibitiva em termos de custos, o que espero agora venha a sofrer um choque de realidade pelo advento das novas forma de comunicação. Concordo parcialmente com tua análise.

Estimado Mário Veloso, o JCRGS também está onde está pelo auxílio do JCB e do JCSP, foram dezenas as vezes em que os Presidentes do JCB, todos eles mesmo, ajudaram o JCRGS a ’não fechar’, sobrevivemos, muitas vezes, com o ’oxigênio’ que nos forneceu o co-irmão aí da Gávea. Com o JCSP não foi diferente, inúmeras vezes nos socorreram, menos é verdade do que o JCB, mas sempre foram parceiros solidários. Assim, o sucesso de hoje tem razões que vão além de nosso quintal, com certeza.

Ao gentleman Luis Felipe diria apenas que fui ’criado no paddock e na popular’, não podia entrar na tribuna social, meus pais não eram turfistas e nossa família era pobre. Estudei a vida toda num colégio público pertinho do Jockey - aliás num terreno que o Estado ’tomou’ do JCRGS e até hoje não indenizou, estamos na justiça cobrando a desapropiração -, meus colegas eram filhos de treinadores, jóqueis e cavalariços, razão pela qual brincávamos aos finais de semana dentro do Jockey. 

Sei bem o que isto significava à época, mas hoje, vejam como o mundo dá voltas, o ’guri proibido nas sociais’ na década de 70 é Presidente ! Obstáculos foram feitos para serem vencidos.

Pra encerrar, não me vejo como advogado do diabo ou corporativista, apenas defendo a posição de quem vê tudo de dentro, participando. Fico indignado com os ataques permanentes aos Dirigentes, a meu juízo, injustos, pois nunca houve um alinhamento tão grande entre os Presidentes do JCB, JCSP, JCRGS, JCP e uma integração tão firme e propositiva com a ABCPCC; asseguro-lhes, marchamos juntos, com trabalho, seriedade e busca de soluções, nem sempre tarefa fácil como propagam por aí.

Agora, daí querer que reergamos em 05 ou 10 anos uma atividade que foi sendo soterrada durante mais de 03 décadas é exigir demais. Pensem nisto antes de satanizar aqueles que se dispõem a trabalhar pelo Turfe dirigindo um Clube, pois ser dirigente de entidade turfística hoje é, acima de tudo e, no mínimo, disposição para ’jogar-se aos leões’, colocando em risco as próprias reputações profissionais.

Antonio Moura (28/08/2014) - Niteroi/RJ

LIVRAI-ME DO MAL - AMÉM!

Nesta cinzenta e gélida quinta-feira, 16,30 h, como sempre ocorre neste dia da semana, encerro meu trabalho no escritório no centro e rumo, Conceição a dentro, à Codere em busca dos programas da semana.

Como de hábito, casa cheia. Contei quinze mesas de 4 cadeiras e não existia uma só vaga que fosse que me permitisse tomar um café sentado. Recolhi os programas e saí quando já na calçada encontro um velho amigo, oficial reformado do exército, turfista empedernido e frequentador da Codere trinta dias por mês. Conversamos um pouco e me disse que atualmente só se arrisca nas corridas internacionais e nem mais sequer acompanha as corridas da Gávea e de Cidade Jardim.

Estava ali, na calçada, de pé, assistindo da rua as corridas pelas TV"s disponibilizadas pela concessionária aos frequentadores fumantes, uma excelente opção sem dúvida. Além do mais, no salão não havia mais lugar disponível para sentar.

Disse-me então que estava de tal maneira enfronhado nos páreos além fronteiras, que me obrigou a arriscar 100 reais num tal de número 8 em Saratoga. No "show" naturalmente, que depois vim a saber que era premiado até a terceira colocação, nos moldes do terceiro placê do turfe em que me iniciei há quase sessenta anos. Como ele jurou (e eu acreditei) que reporia minha eventual perda, lá foi eu pela vez primeira na Codere arriscar o dinheiro dos outros. E não é que o bicho chegou segundo e mesmo tendo chegado a mais de três corpos do vencedor ainda houve reclamação e o páreo demorou para ser confirmado.

Em suma: meu amigo se livrou de boa e no guichê recebi exatos 198 reais ou seja, um investimento de 100% numa aposta que dá para torcer até a terceira colocação. E aí pude entender em maior profundidade algumas manifestações do eminente Luiz Fernando Dannemann sobre o caminho das pedras que leva ao soerguimento do MGA. E, definitivamente, entender porque as apostas via Codere pegaram pela goela ponderável parte dos apostadores.

A minha relação com a Codere, debalde o fantástico investimento desta tarde, é o mesmo de sempre - manifesta repulsa. Mas não sem agora, em minhas orações, deixar de rogar ao Todo Poderoso que me afaste do mal maior. Amém! Mas, para garantir, a partir da próxima semana vou passar a retirar os programas da semana aqui no Fernando, concessionário da Engenhoca.

Antonio Moura

Luis Felipe Brandão dos Santos (28/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Presidente Vecchio,

Para minha grande tristeza não deixarei herdeiros no turfe. Você não imagina como isso me entristece.

Meu pai foi um pequeno proprietário nos anos 50 e eu, logo que minha situação financeira permitiu, me tornei proprietário.Tive primeiro a sorte de adquirir animais excepcionais a preços dentro de minha realidade e depois poder ter minha própria criação com resultados além da expectativa mais otimista que tivesse.Atualmente mantenho pequeno plantel na criação e em treinamento,mas é o que posso ter.

Tenho um casal de filhos adultos e um de onze anos. Os adultos pegaram o tempo em que era proibido entrar na Tribuna Social ou mesmo ficaram na Tribuna dos Profissionais de bermuda. Isso só foi revertido, após muita insistência minha junto ao presidente Lecca, há cerca de 4 anos. Como você apropriadamente cita, o turfe tem que concorrer com "n" alternativas de lazer e ao invés de se facilitar a presença de público,o que se fazia era obstaculizá-la. Houve um época em que meu filho mais velho e o então namorado da minha filha ficavam no estacionamento ao lado da Tribuna dos Profissionais para verem alguns páreos onde corriam meus melhores animais.

Quantas e quantas vezes vi levas e levas de turistas serem barrados na entrada do hipódromo após almoçarem no Restaurante Photochart. Que turista passeia pelo Rio nos finais de semana, normalmente ensolarados e quentes, de calça comprida? O mesmo ocorria com inúmeros pais que levavam seus filhos ao Teatro do JCB, tido como referência de qualidade em termos de peças infantis no RJ. Antes ou depois dos espetáculos esses pais com seus filhos tentavam acesso ao hipódromo e eram implacavelmente barrados.

Veio a Diretoria dos Turfistas e uma das primeiras medidas que tomou foi a de vedar, novamente, o acesso de homens de bermuda, em um inexplicável retrocesso. Foram necessários vários meses para que o bom senso voltasse a prevalecer:não me refiro a área dos camarotes da Tribuna Social, mas simplesmente `as arquibancadas que ficam abaixo,sempre terrivelmente vazias. 

Quanto ao meu filho mais novo, agora com 11 anos, tento fazer o possível para levá-lo ao hipódromo. Como a presença de crianças inexiste no prado, sugeri a ele, da última vez que fomos ,levar uma bola, pois saindo de não sei de onde garanti que apareceria alguém para jogar com ele . Dito e feito, passados alguns minutos e já tinha três ou quatro crianças correndo atrás da bola. Passados mais alguns minutos ele chegou de volta `a mesa do Capitão, onde costumo me sentar. Perguntei: já cansou? A resposta foi surpreendente: não, o guarda me disse que só vai me devolver a bola quando eu for embora. Você há de convir que assim fica difícil.Durante décadas vi crianças brincando com bola,nos gramados na frente das tribunas.Agora não pode mais...

Quanto a buscar a união dos turfistas para resgatar a atividade concordo plenamente com sua posição. Todavia há que se fazer um esforço recíproco de boa vontade,de entendimento das posições que não são as nossas.Nenhum de nós é perfeito e ,até por isso,temos que ter compreensão para com os demais. O bom argumento é que deve sempre prevalecer.O turfe deveria ser um ima para fazermos novos amigos e consolidarmos amizades anteriores.O que ocorre,contudo,é o inverso.Somos muito críticos um com os outros.

Vocês no JCRGS têm tido a oportunidade de poderem ter continuidade de gestão há 20 anos, o que não ocorre no Rio e em SP.Acontece que aí é um clube exclusivamente de turfe e isso facilita bastante as coisas.As eventuais divergências são sanadas de turfista para turfista,pois todos estão no mesmo barco,todos sabem o custo do trato no final do mês.

Veja também: os sócios daí não impuseram derrotas a turfistas do porte dos Drs. Júlio Bozano e Cláudio Ramos, nunca esquecendo a sofrida pelo saudoso e querido Dr. Paulo Saboya,sem a qual,certamente, o clube estaria sendo presidido hoje por um não turfista. Essas derrotas têm preço.Aqui de diz brincando(ou não) que o turfe carioca merece 100 anos de penitência.

Aqui temos um clube social dentro de um clube hípico, sendo que no colégio eleitoral do JCB, mais de 90% dos votantes não tem qualquer vínculo com o turfe.

Aqui tivemos um presidente, por 8 anos seguidos,que jogou a maioria dos sócios do clube contra a minoria dos sócios turfistas, em cartas periódicas em que proclamava estar apresentando" a mais completa prestação de contas feita em qualquer clube". E tome de indicar o turfe como o vilão das finanças do clube, com apropriações de receitas e despesas propositalmente incorretas,sempre em desfavor do turfe, mas que atingiam ao fim político a que se propunham.Vc a de convir que se unir a quem age assim é difícil para qualquer pessoa,exceto se está em jogo algum benefício por trás dos panos.

Aqui já tivemos um presidente que nunca tivera um cavalo,fizera uma aposta ou sequer frequentasse o clube social.O hipódromo,então,nem pensar: só em dia de GP Brasil,se tanto. 

De minha parte nunca tentei impor vontade própria a ninguém. Procuro, creio que com humildade mas persistência, reunir argumentos sólidos em prol de algumas ações ou procedimentos específicos que possam gerar a retomada do turfe .Sei reconhecer quando estou errado e tenho facilidade de trocar de bandeira,passando a defender os argumentos que me conveceram como se fossem meus.

Não acredito em soluções que possam de uma hora para outra reverter nosso quadro,mas acho que há ações tão óbvias a serem feitas que tento,a meu modo, convencer a quem tem poder para adotá-las a agir rápido. Nunca,quando solicitado a ajudar,me furtei a fazê-lo.Nunca temi fazer críticas,sob meu ângulo sempre construtivas ,como também nunca temi ser criticado.

Houve época em que fui suspenso do clube por um ano.Olho para trás e até rio dos fatos.A suspenção para mim é motivo de orgulho.Não tive ao longo de toda vida medo dos poderosos e,muito menos, de cara feia. Aprendi a ter cuidado com os de alma feia,mas mesmo assim sem temê-los.Todos temos nossa hora,e com eles não há de ser diferente.

Reconheço que meu senso de urgência talvez seja exacerbado, mas veja algo que soube ontem: os estimados Drs. Samir Abujamra e Flávio Obino,ao lado de um grupo de turfistas, lutavam já em 2000 pela implantação da Pedra Única. Lá se vão quase 15 anos e ao que parece somente agora o trabalho iniciado por esse grupo parece estar próximo do êxito. Quanto MGA jogamos fora? Quanta economia os clubes deixaram de fazer?

Atenciosamente

Luis Felipe Brandão dos Santos

Stud Eternamente Rio 

Daniel Rosario (28/08/2014) - Fortaleza/CE

Saudações.

Estou meio afastado do turfe por estar um pouco desiludido em relação a este. A verdade é que turfe e futebol estão intimamente infectados neste país pelas mesmas doenças: "comodismo agudo" e "ambicionismo de terceiro grau".

O ruim é aceitável. A escassez de público é culpa de tudo, menos das péssimas gestões administrativas (seja de passado, presente ou de um futuro não muito otimista que nos espera).

Eu considero um completo absurdo a pasmaceira que acomete a maioria dos hipódromos.

Nada de novo é feito, absolutamente nada. Muda-se cardapio de apostas, mas muda-se para os mesmos que ainda sobrevivem apostando.

Potencialmente, não há limites para a exploração do turfe. Não existe limite de proprietários ou de apostadores. Se hoje temos poucos apostadores, é porque deixaram que estes se dedicassem a outras casas de apostas (em diferentes esportes e no crescente poker). Com relação a proprietários e criadores, bem, fica difícil ser investido em uma atividade que dá pouco retorno e muita dor de cabeça.

Mas falemos de apostadores...

Pouquíssimas pessoas sabem disso, mas é gratuita a entrada nos hipódromos deste país (pelo menos na maioria que eu já frequentei).

Aquela visão deturpada de que a pessoa entra no hipódromo e sai de lá sem as calças já deveria ter sido extinguida de toda a população. Primeiro que aposta quem quer, e aposta o quanto quer. Não estamos falando de empréstimos que nos são oferecidos por bancos, ou de cartões de crédito que nos são intimados em qualquer rua de centro da cidade.

Conhecem aquela máxima (ou apenas expressão coloquial): quem quer rir, tem que fazer rir? Então, turfistas, criadores e proprietários não caem do céu. 

Já escrevi isto aqui algumas vezes: falta propaganda. E além disto, falta uma base sólida de quem aposta e o quanto aposta.

Já que poucas pessoas frequentam os hipódromos atualmente, já que todas as apostas online são através de cadastro, não é muito difícil promoções serem feitas. De que tipo? Vamos lá:

- Para frequentadores físicos dos hipódromos, poderia ser feito um cadastro na entrada do apostador ao hipódromo. Faria este cadastro em um intervalo de 2 meses, por aí. Ao final de 2 meses, teríamos já uma base para começar uma promoção. Que poderia ser: cada novo cadastrado e presente fisicamente no hipódromo, no ato de seu cadastro lhe seria oferecido um vale aposta de 5 ou 10 reais. Para quem aposta comumente e que poderia se aproveitar, é um valor simbólico. Para quem está chegando ao hipódromo pela primeira vez, já é um primeiro agrado. E isto acarretará algum prejuízo?? Será?? Não dá para se controlar as perdas e ganhos pela pedra de apostas???

- Para novos cadastrados pela internet, a mesma bonificação seria oferecida. Ah, mas vai ter gente cadastrando periquito, papagaio, cachorro, pai, mãe, filho, filha, cunhado, amigo, etc... Bem, esse é um risco a ser corrido, levando-se em conta a índole de muitas pessoas deste país. Porém vale o mesmo "controle do prejuízo" citado em relação aos valores de rateios na pedra.

São ações simples, nada arriscadas, que eu me pergunto se ninguém ainda se propôs a fazer. E se já tiveram esta ideia, quem poderia as ter barrado?

Se nada de novo for realmente tentado, aí sim o turfe será enterrado, e os valorizados terrenos ocupados pelos jockeys clubs cairão na graça dos oportunistas.

Abraços a todos e um ótimo final de semana !!!

Mario Veloso (28/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Sr José Vecchio Filho 

Minhas mais honestas e cordiais saudações

Já manifestei elogio à sua administração frente ao JCRS aqui neste espaço a qual RATIFICO !

MAS, PORÉM, CONTUDO e TODAVIA;

Para os demais Hipódromos não tenho como manifestar a mesma opinião.

O Totem de advogado do diabo ou mesmo o corporativismo não lhe cai bem.

Humildemente me permita: julgo-o acima disso.

( O SEU ) momento é bom, ( A SUA ) administração considero muito boa, razão dos resultados, inegável.

NO MAIS: depois da cerca é quintal do vizinho ! e este não anda em nada preocupado com a porteira.

As vistas estão voltadas somente para o paiol !

Helio Balsa (28/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr José Vecchio Filho 

Li sua resposta ao sr Luis Felipe Brandão:e não concordo com "Nenhuma dúvida tenho acerca de sua paixão pelo Turfe, tampouco em relação ao mesmo sentimento e dedicação do Dannemann à causa do cavalo de corrida, embora, não raras vezes, discorde verticalmente das idéias por ele lançadas como verdades absolutas aqui neste espaço. Respeito as posições do Danneman, mas jamais as aceitarei como ’ as verdades do Turfe’, muito menos inarredáveis, pois externam a visão de quem está de fora da gestão, de quem não conhece o dia a dia da administração dos Clubes e, o que é pior, vem sempre carregadas de sentimento pessoal de desrespeito, desprezo e raiva pelos dirigentes de Turfe. " Antes, a título de informação, não conheço o Sr Luiz Fernando Dannemann. Dito isto vejamos " pois externam a visão de quem está de fora da gestão, de quem não conhece o dia a dia da administração dos Clubes" , seria talvez falta de transparência da gestão que não mostra o que faz? O que está fazendo? Como foi feito em diversas situações? O não tornar público leva a várias interpretações. Agora " e, o que é pior, vem sempre carregadas de sentimento pessoal de desrespeito, desprezo e raiva pelos dirigentes de Turfe. ", será verdade esta sua afirmação ou será exatamente o contrário, ou seja, dos dirigentes do Turfe para com os proprietários, treinadores, jóquei, etc.., até o menor, que aliás, ao que me parece o apostador não faz a menor falta na visão deles e sua talvez. Existe uma quantidade enorme de razões possíveis para termos chegado a esta situação, mas o sr não pode negar que a primeira passa por más gestões. A título de ajuda como turfista posso lhe assegurar que a saída do rádio tem muito a ver com a falta de apostadores. Desculpe, mas não podia deixar passar o que acho.

Helio Balsa

José Luís Lobo (28/08/2014) - Curitiba/PR

Caro Junior, parabéns pelo seu trabalho, postado aqui no Raia Leve. Pesquisa muito bem feita e de grande valia àqueles que apreciam estudar pedigrees. Abr. Lobinho.

Antonio Moura (27/08/2014) - Niteroi/RJ

"GAROTOS" DE ALUGUEL

Oportuna a listagem compilada por Fragoso Júnior, coisa de quem tem manifesto gosto pela atividade turfe, muito particularmente pela base da pirâmide - a criação.

Quem, como eu, tem o hábito, antes de tudo, de basculhar a filiação do animais antes de apostar, é de consistente ajuda esta listagem, que vou tratar de salvar e imprimir para futuras consultas. É o que recomendo também a quem gosta de arriscar seu dinheiro com um pouco mais de consciência, se é que isto existe nesto jogo.

E a menos que esteja incorrendo em algum lapso de memória, quer me parecer que o inesgotável Put in Back é o garanhão destas importações que vem apresentando o melhor custo-benefício, eis que padreou o maravilhoso Bal A Bali e tantas outras máquinas com a "grife" Araras.

Falta apenas agradecer e parabenizar pelo notável trabalho, o herdeiro do Dr. José Carlos Fragoso Pires.

Antonio Moura

Carlos Salles (27/08/2014) - Itaboraí/RJ

Srs.Proprietarios. Precisamos dar chance a alguns jóqueis que estão no ostracismo,como por exemplo o C.Henrique e o G.Araujo ,que embora de gabarito quase não montam, pois a maioria dos proprietários procuram os de ponta. Porém é a vida que nos ensina que todos tem lugar ao sol. Vamos refletir um pouco e quem sabe ajudar também a quem cedo madruga.

José Vecchio Filho (27/08/2014) - Porto Alegre/RS

Sr. Luis Felipe Brandão:

Permita-me fazer algumas considerações sobre seu ’hino de louvor’ à postagem realizada pelo também turfista Dannemann, pois, uma vez publicizada aqui neste espaço uma opinião, sinto-me autorizado a contrapor alguns de seus argumentos.

Nenhuma dúvida tenho acerca de sua paixão pelo Turfe, tampouco em relação ao mesmo sentimento e dedicação do Dannemann à causa do cavalo de corrida, embora, não raras vezes, discorde verticalmente das idéias por ele lançadas como verdades absolutas aqui neste espaço. Respeito as posições do Danneman, mas jamais as aceitarei como ’ as verdades do Turfe’, muito menos inarredáveis, pois externam a visão de quem está de fora da gestão, de quem não conhece o dia a dia da administração dos Clubes e, o que é pior, vem sempre carregadas de sentimento pessoal de desrespeito, desprezo e raiva pelos dirigentes de Turfe. 

O diagnóstico da crise vivida pelo Turfe é vasto e todos, indistintamente, são capazes de elencar dezenas de causas para o estágio em que chegamos. A meu sentir, a principal causa de nossa decadência é a concorrência, não estávamos preparados para garantir nosso mercado e hoje - basta olhar ao redor - há opções de lazer e de apostas para todos os gostos, mais ainda pela internet . Na nossa época áurea não haviam tantos shoppings, cinemas, parques e praças etc, enfim, não havia ’tanta coisa’ pra fazer.

Desconhecer isto é pura poesia, para dizer o mínimo. 

Pior ainda é pregar a existência de solução mágica para repopularização do Turfe, como se da noite para o dia um ’vírus do turfe’ acometesse o povo brasileiro para que migrasse todos os finais de semana para os hipódromos como o fazia na década de 70. 

A maioria dos Turfistas tem enormes dificuldades - ou simplesmente não consegue - em fazer de seus filhos e netos novos aficionados pelo esporte, como poderiam os dirigentes realizar o que sequer os chefes de família conseguem? Responda-me L.F Brandão: teus familiares vão todos os finais de semana ao Jockey ? 

Chega de procurar culpados, procuremos todos soluções possíveis, reais e sustentáveis. O comportamento de senhor da verdade ou ’professor de Jesus Cristo’ não serve ao Turfe, ninguém, mas absolutamente ninguém mesmo, é o senhor da razão.

Aqui no sul, há 05(cinco) anos atrás quando assumimos nosso movimento de apostas na Gávea foi de 145 mil, hoje é de 400 mil (mais 200 mil em SP), tínhamos 480 cavalos na VH, hoje temos 760. Acaso ? Não, união de pessoas que desde a gestão do Min. Cirne Lima se uniu em torno da idéia de salvar o Cristal do fechamento e, fruto do trabalho começado há quase 20 anos, agora estamos colhendo os resultados; mérito de todos !

Enquanto no RJ, JCSP e JCP o ambiente político é o mesmo da ’faixa de Gaza’, aqui no sul nos unimos, superamos divergências em nome de um ideal, o do Turfe.

É hora de unir e ajudar sem tentar impor vontades pessoais !

Gilberto Werner (27/08/2014) - Porto Alegre/RS

PARA TODOS AQUELES QUE APRECIAM A HISTÓRIA DO TURFE

Ontem foi fechado com uma grande construtora de Porto Alegre um contrato de produção de um livro de minha autoria ¨Moinhos de Vento Memória e Reconhecimento¨ contando a história do bairro Moinhos de Vento em Porto Alegre.

Serão 150 fotos antigas daquele bairro e outras tantas contemporâneas dos mesmos locais - a fim de mostrar a evolução urbanística do bairro. Irão compor fotos do Jockey Club do Rio Grande do Sul - varias fotos - de várias décadas haja vista ter sido alí o berço histórico do clube que no próximo dia sete (7) de setembro completará 107 anos. 

Este livro- obra histórica de resgate da memória - terá seu lançamento no próximo mês de setembro na Livraria Saraiva do Moinhos Shopping em Porto Alegre.

Para os turfistas de todo o Brasil que quiserem conhecer a história do JCRGS estarei à disposição para envio do livro em questão.

Meu email gdwerner@ig.com.br está à disposição de todos o turfistas.

Luiz Fernando Dannemann (27/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Querido amigo Luiz Felipe,

O “conjunto da sua obra” em benefício do Turfe, mesmo em tempos difíceis, envolto nos problemas que a vida nos reserva, é algo que merece profundo destaque. Dotado de um enorme saber, força de trabalho e igual perseverança, o amigo tem conseguido participar de várias tentativas de conciliação em prol da recuperação do turfe.

Foi assim durante as duas últimas administrações do JCB – o que lhe rendeu sérios dissabores -; foi assim em vários momentos junto a ABCPCC; foi assim, brilhantemente, à frente da ACPCPSI; foi assim na criação e desenvolvimento e manutenção deste Raia Leve; foi assim durante todas as campanhas presidenciais do JCB; foi assim na confecção do Projeto "Turfe Forte"; e tem sido assim durante a administração Palermo tentando conciliar a implantação da Pedra Única (entre outras benfeitorias), que, caso venha a ser implantada, deveria levar o seu nome.

Você foi o primeiro a estender a mão para um Palermo que nunca esteve interessado no seu concurso, uma pessoa que não tem olhos suficientes para entender a magnitude da sua prestação, a importância de ter você como conselheiro, de ter você por perto, já que apenas tem olhos para outros interesses que não os da nossa comunidade.

Ainda com relação a este mandato, a sua “missão” de buscar soluções para o turfe desvinculado de vaidades ou interesses individuais talvez tenha lhe rendido uma das maiores decepções da sua vida que deve ter-lhe tirado o sono, muitas noites, (além de alguns anos de vida), na proporção em que uma pessoa da sua antiga relação, a quem você já demonstrou imensa dedicação, fidalguia e fraternidade – membro da atual diretoria -, virou-lhe a cara quando você protestou contra a incoerência de uma ação, flagrantemente, errada no início da administração, um gesto de incomum vaidade, injustiça e rara INGRATIDÃO da parte dele.

Eu juro ao amigo que as vezes eu penso que quando este seu ex-amigo concordou em ampliar os domínios do arrendatário do Centro Gastronômico dentro do JCB - e bota aumentar os domínios nisso -, o fez justamente para incomodá-lo... Já que sabe do seu antigo sofrimento - como sócio do clube -, em relação as benesses que foram feitas no passado. 

Mas você, mesmo diante disso, não recuou da sua missão. Você continuou e continua concedendo o seu precioso tempo e a sua preciosa inteligência em prol do mandato deles, em prol dos verdadeiros interesses do Turfe mesmo sabendo, volto a dizer, que os seus interlocutores não vêem o Turfe como principal interesse e isso é a razão da sua indignação – e da minha -, diante de coisas tão ÓBVIAS como a adoção da “Pedra Única”, como auditar a CODERE e mesmo aceitar a presença da CODERE.

Estender a mão para um Palermo que sequer sentou – por dois minutos -, no escritório que você montou pra ele – com muito sacrifício -, durante a campanha é a prova maior de que o amigo, quando o assunto é o futuro das corridas de cavalo, não mede esforços, abre mão de qualquer coisa, e assim foi durante toda a sua trajetória dentro dos limites do Turfe. Receba o meu carinho e a minha eterna GRATIDÃO de turfista apaixonado.

Quisera que estas pessoas que aí estão te merecessem um único centímetro que fosse.

Luis Felipe Brandão dos Santos (27/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Dannemann,

Li e reli a representação que vc submetou `a Câmara de Equideocultura do Ministério da Agricultura,com cópia para a Ouvidoria do MAPA: texto forte,duro e verdadeiro.

A sua angústia revelada em cada frase é a mesma da quase totalidade dos turfistas brasileiros,sejam eles criadores,proprietários,apostadores ou profissionais.

Quem aguenta mais esperar pela implantação da Pedra Única,algo em que todos só têm a ganhar,mas que por alguma razão que meu QI não alcança, sempre fica para depois?

Quem aguenta ,no caso da Gávea,ver a CODERE disputando os recursos dos poucos apostadores que ainda nos restam,seja na "agência" localizada dentro do próprio hipódromo ou na agência que lhe foi cedida no Edifício da Sede do Centro,sem que NUNCA o clube,ao longo de quase 10 anos,tenha se dado ao trabalho de auditar o MGA do simulcasting internacional,sobre o qual o JCB tem 3% como sua única remuneração para tamanhas bondades?

Enquanto providências óbvias como essas não ocorrem, vemos sucessivas liquidações ou reduções de plantéis,incluindo de alguns dos mais tradicionais criatórios do país, desanimados por leilões de seus produtos cada vez mais deficitários,pois poucos são os proprietários que se mantém ativos no mercado.Não é exagero dizer que mais da metade dos animais vendidos nos leilões de potros/potrancas não cobre,sequer,os custos diretos na criação.Como resistir a essa situação que se agrava a cada ano?

Para alguns dirigentes de nossas entidades hípicas"com calma" vamos sair do buraco.

Penso como você: temos que ter senso de urgência e fazer tudo aquilo que se nos impõe para reverter a trágica rota em que mergulhamos com rapidez máxima.

Semana a semana vemos descaso com o MGA,quando tudo,literalmente tudo,depende dele.O episódio da segunda medição do penetrômetro ocorrido há 10 dias na Gávea,é tão absurdo quanto a não ter havido punição aos responsáveis. Agora é só ver a lista e o valor das punições impostas aos profissionais pela CC a cada semana…Aí vale ser rigoroso.

Quanto ao estudo que você patrocinou e encaminhou ao MAPA,ao qual tive o privilégio de ter acesso, e que foi entregue em primeira mão ao Presidente Carlos Palermo,quero asseverar que talvez nem mesmo o Projeto Turfe Forte,elaborado há mais de 4 anos,tem a mesma qualidade.Temo,porém, que ambos tenham o mesmo destino : a gaveta de dirigentes pouco ou nada comprometidos com a retomada do nosso turfe.Sublinho,do Projeto Turfe Forte,elogiado unanimemente,por quem o leu e por quem não o leu embora devesse tê-lo feito,até aqui NADA foi aproveitado.

Três alternativas me vêm a mente:ou o trabalho não era tão bom assim,ou o turfe não está tão mal como se diz,ou os dirigentes dos nossos clubes e instituições voltadas ao fomento da atividade não estão cumprindo com o devido denodo a missão que se dispuseram assumir.O fato é que de um trabalho de tanta qualidade NENHUMA medida dele resultou.

Com um abraço,

Luis Felipe Brandão dos Santos

Stud Eternamente Rio

Mirabeau Porto (26/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Dr Dannemann.

Para mim, pessoalmente, o tema "caça-níqueis" não tem muito de polêmico.

Os jogos de azar, como o das maquininhas, é proibido por lei desde o governo Dutra. Ponto!

Sobre porque só a CEF pode explorar "concursos de prognósticos", me permito não "meter o bedelho".

É usar o idioma para embaralhar o jogo (desculpe o trocadilho)!

"Jockeys Clubs", no Brasil, são detentores de cartas-patentes, destinadas a lhes permitir fomentar a equideocultura no País.

Alugá-las (referidas autorizações legais) para terceiros não é correto.

Independentemente se para a empresa "a" ou "b"; se multinacional ou não; se a negociação foi realizada de maneira transparente ou através de "tenebrosas transações".

Tampouco pretendo entrar no mérito se a operação é legal ou ilegal, moral ou imoral. Utilizo-me de sua palavra, perfeitamente colocada. "ABERRAÇÃO"

Sintetizo minha opinião:

Os hipódromos são nossos (dos cavalos, dos turfistas, dos apostadores e de todos que vivem do turfe, para o turfe e com o turfe)! As Vilas Hípicas da mesma forma.

Uma certeza tenho:

da cultura turfística, do amor pelo turfe, da criação de PSI, das disputas nas pistas e canchas, da emoção, do prazer, não há clube social que possa se apoderar ou destruir.

Respeitosas saudações. Mirabeau

Arthur Stern (26/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro amigo Dannemann, parabéns pela correspondência enviada ao MAPA. Cabe agora ao órgão do ministério apurar as informações contidas no texto e tomar as providências cabíveis. O texto reflete de maneira irretocável a realidade especialmente em relação a "pedra única" e à "farsa do simulcasting internacional".

Ficamos na torcida por providências urgentes por parte do MAPA com ajuda do Presidente da Câmara de Equideocultura, Flavio Obino Filho, homem que pelas informações que tenho é extremamente interessado no futuro do turfe e portanto, especialmente atento aos dois itens citados acima.

Grande abraço,

Arthur

Luiz Fernando Dannemann (26/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Mirabeau,

O assunto “caça-níqueis nos hipódromos” é polêmico mesmo... Da minha parte possuo uma opinião muito particular acerca disso e não reivindico qualquer concordância.

Eu penso que as corridas de cavalos precisam ser, fundamentalmente, auto-sustentadas. Em Gulfstream, por exemplo, do outro lado da rua existe um Cassino funcionando, a pleno vapor, tal como ocorre em Palermo e Maronas, exemplos dados pelo Leo. 

Para o proprietário do hipódromo (estes espaços referidos são privados) que se dane o Turfe ou qualquer tipo de futuro eqüestre... Eles querem o dinheiro, visam o dinheiro rápido e assim as corridas passam a ser apenas um emplastre algo que eles precisam sustentar apenas para operar os “cassinos”.

Veja que os atuais operadores do maracanã não pensam em propagar o Futebol oferecendo um evento paralelo de Hóquei sobre o gelo, tal como a Orquestra Sinfônica brasileira ao se apresentar no Teatro Municipal não o faz concomitantemente a um show de Rock no foyer para garantir sua sobrevivência, seria um erro. Nestes casos, tanto o Futebol quanto a música clássica só teriam a perder. 

De qualquer forma uma coisa eu posso te assegurar: Se os caça-níqueis forem “liberados” para o JCB (ou outro hipódromo qualquer) a presença da CODERE operando o jogo seria a maior aberração da história do Brasil já que os benefícios dessa BENESSE teriam que ser 100% destinados ao Turfe e não ao povo catalão. Quem defende o contrário, seguramente, luta por interesses bastante distantes do mundo hípico.

Fernando Bueno Guimarães (26/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Léo Cury

Sua análise da atual situação do turfe é muito precisa e verdadeira. De fato, envelhecemos sem renovação. Há diversas explicações para tanto: umas, digamos, macro, como a questão do preconceito instalado contra o jogo, graças à exploração, por exemplo nas novelas de televisão, de pessoas que se destroem apostando nas patas de cavalos. Afinal, questões de legislação aplicáveis à espécie, tributárias e outras. O que a mim importa é tratar de pequenas mas boas razões que talvez expliquem o momento que vivemos no Hipódromo da Gávea. De fato, estamos assistindo ao início, parece-me, de uma debandada dos frequentadores da Gávea, seja, infelizmente, por causas naturais, o dito envelhecimento, seja pelas circunstâncias desfavoráveis que vivemos aqui. Como não se consegue ter nenhuma ideia, nenhuma iniciativa para estimular o comparecimento e o movimento de apostas em nosso Hipódromo, toda a ação está voltada para o entorno das pistas e das tribunas que ainda restam utilizáveis. Assim , o antigo Bar do Paddock, local que necessitava de reformas urgentes, mas que propiciava o convívio entre turfistas, proprietários e profissionais do turfe, criando um ambiente favorável à troca de informações, conhecimentos importantes etc, foi destruído, trocado por um lugar onde seus frequentadores ignoram inteiramente as corridas, aproveitando-se apenas do ambiente e das facilidades oferecidas. Sei que daí resultou em alguma renda para o Jockey. Porém, não sabemos dizer em que foi aplicada. Sei que não foi para aumentar o valor das premiações. E mais: eventos de grande capacidade de atração de público, como o Torneio de Tênis, o Parque da Bola, o Festival de Gastronomia etc, os quais também desconheço o quanto podem ter rendido ao Jockey, não para aumentar as premiações, sabemos. Para tal fim, que é básico para a manutenção e desenvolvimento das corridas, não há dinheiro. Enfim, os turfistas verdadeiros, os que comparecem às reuniões, estão sendo deixados de lado hoje n a Gávea. Dificuldades cada vez maiores para estacionamento, ! desconfo rto geral, barulhos insuportáveis, em contraponto a poderosos e caros restaurantes sempre repletos de pessoas que, como no caso dos eventos, atravessam pistas, animais, turfistas e os guichês de apostas vazios, sem um centavo a mais, deixados lá por esses passantes. Ou seja, não se percebem as providências para melhorar as condições de permanência dos velhos turfistas, quanto mais para conseguir novos e jovens. Existe um plano de marketing? Existe um plano para reformar o salão de apostas, a Tribuna Social etc? Será que todo dinheiro que se arrecada aqui vai para a pista de skate, parque aquático, para mais melhorias na sede da Lagoa? Enquanto isso, o grande espetáculo que o Hipódromo da Gávea sempre proporcionou ao seu público específico e apaixonado está se deteriorando, não apenas envelhecendo. Será que não há nada a fazer, já?

Fernando Bueno Guimarães

sócio, pequeno (ainda) proprietário

Nilton Flora (26/08/2014) - São Paulo/SP

Estou escrevendo so hoje dia 26/08/2014, estou muito chateado com a comissão de corridas de são Paulo porque no dia 23/08/2014 no terceiro pareo de sábado o animal HERMANO VIEJO que correu este pareo fez o cânter CAINDO e pagava so um 1.0 real DEVOLVIA O DINHEIRO apostado nele os VETERINARIOS DE PLANTÃO viram como normal o cânter do animal ai no Rio de Janeiro quando um animal faz um cânter irregular os Veterinários de plantão fazem alguns teste com o animal RESUMINDO a ESCRITA o ANIMAL ACIMA CITADO APOS O PAREO FOI SACRIFICADO não é um ASSALTO ao APOSTADOR SEM REVOLVER,quando sera que isso vai acabar em SÃO PAULO

Francisco Rodrigues da Silva (26/08/2014) - Petrópolis/RJ

Sr. WELLINGTON. 

No meio do turfe qualquer elogio é visto com lupa.

Ate entendo sua posição. 

Mas o sr.Paulo Gama nao precisa usar deste artificio, para conseguir montarias para o conhecimento do sr Wellington , ele Paulo Gama tem trânsito livre com todos treinadores e proprietários. Alem de grandes amizades dentro do turfe de longa data.

Tem certas coisas que nao podem ficar sem respostas.

Mirabeau Porto (26/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssimo Leo e aos que comentaram o assunto.

Li seu texto com toda a atenção. Depois reli. Só então, achando-o tão pertinente, me permiti escrever.

Óbvio que você se refere ao Turfe nacional, oferecendo ponderações todas elas verdadeiras.

Utilizei-me do oitavo parágrafo de sua mensagem, inclusive reproduzindo-o. Tipo "gancho"!

Apenas para embasar e reforçar sua análise, bastante clara e direta.

Quis deixar bem claro que a afirmação "o turfe é uma atividade completamente em extinçao" pode ser um fato no Brasil.

No resto do mundo ocorre o contrário!!!

Ou seja, mais uma vez alguém está na contramão...

Como bem sublinha o Dr Dannemann em mensagem de hoje, seu texto, claro, preciso e analítico, também traz um quê de "desabafo". Escrito com emoção. Emoção de quem, como eu e a maioria dos participantes deste "forum", verdadeiramente amam e se dedicam ao Turfe.

Me permito não entrar na questão dos "caça-níqueis" em hipódromos americanos. Pessoalmente só conheci o turfe europeu, por dez anos, e isso também já faz tempo.

Forte abraço, saudades também.

Mirabeau

Luiz Fernando Dannemann (26/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssimo Leo Cury, um dos nossos mais importantes quadros.

Deus abençoou o seu texto/desabafo publicado aqui... Fomos presenteados, esta manhã, pela brilhante matéria do dedicado Fábio Teixeira jornalista do jornal O Globo que nos brindou com o importantíssimo artigo: “Lugar Diferente”. 

Esta matéria destaca e apresenta o principal caminho para a RECUPERAÇÃO do turfe. Se o turfe tem solução, a solução passa pelas Vilas Hípicas, só não enxerga isso quem é cego, mal intencionado ou que não possui o menor interesse na nossa atividade.

Elton Pereira de Souza (26/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Substituir F.Queiroz. o aprendiz da moda, por L.S.Machado é um desrespeito ao apostador. Tinha feito meu jogo e ido para casa e já sabia que estava em cana. Não deu outra, rasguei tudo. Na próxima com um jóquei bom o Desejado Point é barbadão.

Wellington Santana Ferreira (26/08/2014) - Porto Alegre/RS

Prezados

O Raia Leve é um site oficial da Associação Carioca dos Proprietários. E nele aparecem alguns textos assinados pelo “jornalista” Paulo Gama. Requisitos fundamentais para o bom jornalismo são neutralidade e isenção. Pois bem. Paulo Gama usa sistematicamente o Raia Leve para seu próprio benefício. Isso é inaceitável, caso o site queira manter credibilidade. Desde o acidente de V. Borges, Paulo já postou duas grandes matérias rasgando elogios ao jóquei que, coincidentemente, tem no jornalista seu agente de montaria. Claro que o texto é nitidamente tendencioso e prejudicado por interesses do autor. Mais recentemente, Paulo Gama fez outro grande texto enaltecendo o trabalho do treinador M. Ferreira, que tem vencido muitos páreos desde que alojou seus animais no CT Júpiter. Sabe-se que V. Gil, um dos grandes rivais de V. Borges, tem preferência de Ferreira nas montarias. A intenção do Paulo Gama foi mais uma vez se beneficiar através do Raia Leve. Ao rasgar elogios a M. Ferreira, G ama aceitaria os “agradecimentos” do treinador recebendo em troca montarias para o seu agenciado V. Borges. A intenção do texto só foi essa. E logo vai pintar matéria jogando a Lu Andrade nas nuvens. Ela agora também é agenciada por Paulo Gama. É só esperar. Paulo Gama achava que tudo podia quando ainda fazia parte da TV Turfe. E acha que também tudo pode no Raia Leve, embora no próprio site ele não apareça entre os colunistas atuais. Abs. Wellington

Oswaldo Antunes Maciel (25/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Visita de surpresa

Sabado estavamos no bate papo habitual na cocheira do Iposeiras quando aparece o Palermo pres do JCB; visita não combinada mas que propiciou-nos tirar algumas duvidas; Somos uma Associação de Prop e Criadores e deveriamos combinar para que esses encontros fossem programados, com agenda que poderiamos sugerir e naturalmente em hora e local acordado. Pudemos ver que há espaço para diálogo o que falta é principalmente comunicação. Fica essa sugestão me proponho a participar embora apenas socio do JCB e do Raia Leve

Leopoldo José Cury (25/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Ao amigo Mirabeau, obrigado pelas suas ponderações, mas se você reler vai observar que no terceiro parágrafo menciono a situação do turfe nacional. É óbvio que falo sobre a nossa situação e até em especial a do Rio de Janeiro que conheço e vivo, acreditando São Paulo não ser diferente.

Quanto aos países que citou, a atividade está fortalecida pelos cassinos. Estive recentemente em Miami e para minha surpresa, o hipódromo de Gulfstream possui dois andares de maquininhas caça-níqueis, como ocorre com a Argentina e o Uruguay.. O dinheiro vem de outro jogo. Parece que nos países asiáticos o jogo de cavalo é forte, mas não conheço para afirmar.

Obrigado pelos comentários. saudades dos nossos tempos de Faculdade.

Obrigado também aos demais amigos (Carlos dos Santos, Carlos Eduardo Ferreira, Marco Menegotto, Léo Friedberg) pelos comentários.

Leo Friedberg (25/08/2014) - São Paulo/SP

Caro Carlinhos, desculpe sou um otimista nato, confesso

Um dia enumero muitos "milagres" que vi. Abr a vc e aos turfistas de todo Brasil

Mirabeau Porto (25/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Sr Carlos Ferreira.

Perfeita sua observação !

Meu único reparo ao amigo Leo foi no sentido de que a mensagem não explicitava que se referia apenas ao Turfe no Brasil.

Quanto às administrações "clubísticas" dos Jockeys Clubs no Brasil, penso que se trate mais de "interesses outros" (p.e. apropriação do patrimônio das entidades, utilizando-o para fins diversos) que simples "incapacidade"... 

Saudações cordiais.

Mirabeau

Carlos Ferreira (25/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Meu prezado amigo Léo Cury,

Concordo plenamente com você quando diz que o turfe caminha para a extinção no Brasil.

Mas concordo também "in totum" com o Sr. Mirabeau Porto quando ele diz que o que está levando o turfe ao fundo do poço são os clubes e suas administrações, totalmente incapazes de gerir o negócio Turfe.

Já disse mais de uma vez e vou repetir, embora ache também a minha afirmação meio utópica (será mesmo?): a melhor solução para a retomada da atividade turfística no Brasil é esta atividade se livrar dos clubes, obrigando-os a cumprir integralmente a Lei do Turfe, principalmente no que se refere à destinação dos recursos arrecadados com as corridas de cavalos.

Com a lei sendo cumprida à risca, talvez esses clubes percam o interesse em administrar o turfe, repassando então os hipódromos e as corridas a empresas que terão interesse no negócio, o qual passará a ser administrado profissionalmente, e não por amadores cujo único interesse é o de alimentar os seus egos e vaidades.

Grande abraço,

Carlos Ferreira

Mirabeau Porto (25/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Meu estimado Leo Cury, a quem conheço há tantos anos e a quem sou tão grato.

Leio sua mensagem de 24/08 e destaco uma passagem, procurando não retirá-la do contexto geral:

"Então, olhando à médio prazo, constatamos que o turfe é uma atividade completamente em extinção. O que fazer?"

Ouso discordar desta afirmação apenas por um pequeno detalhe. O Turfe pode (e está, reconheço) em extinção no Brasil.

Mas e no resto do planeta? Argentina, Chile, Uruguai; Estados Unidos, México, Canadá; França, Reino Unido, Alemanha; Países Nórdicos; Japão, Singapura, Hong Kong, Macau; Austrália, Nova Zelândia???

Por lá o turfe estaria em extinção também?

"O que fazer"?

Fácil: basta acabar com a tradicional administração "clubísticas" e gerir o negócio (ou "indústria") profissionalmente, ora pois!

Pura e simplesmente assim. O que pode estar em extinção são os clubes que sempre "sugaram" do prestígio do turfe. Circunstância que até pode levar de roldão o "Esporte dos Reis" no País. Neste ponto concordo.

Forte abraço.

Mirabeau

Carlos dos Santos (25/08/2014) - São Paulo/SP

Caro Leo Cury.

Você está corretíssimo no seu "diagnóstico". Não poderia ser diferente, pois você é veterinário e dos bons...

Se nada for feito no sentido de renovar o público do Turfe, a atividade certamente morrerá.

Devemos registrar, como você fez e faço agora, nossa indignação com a espoliação dos proprietários de cavalos de corridas praticadas pelos Clubes promotores de corridas.

A cada eleição para Presidente dos Clubes, somos tomados por um sentimento de esperança que logo se dissipam nas primeiras medidas.

É impossível acompanhar a quantidade de débitos que são lançados nos extratos de contas prêmios, como se a solução do Turfe fosse "QUEBRAR" os proprietários.

Aqui em São Paulo a loucura é tamanha que temos que pagar aluguel dos Boxes utilizados pelos animais, que vão possibilitar ao JCSP faturar com as apostas!!!!

É uma pena que ainda existam pessoas, como meu bom amigo Leo Fridberg, que entendem suas colocações como "pessimismo". É uma constatação!!!

Um abraço.

Carlos dos Santos

Leo Friedberg (24/08/2014) - São Paulo/SP

Acho que a aula gratuita apesar de pessimista que o equilibrado Léo Cury deu devia ser estudada pelos dirigentes do Turfe. Ler e reler não custa nada. Parabéns xará

Marco Menegotto (24/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Queridos amigos Léo e Beto,

Obrigado pelo carinho demonstrado nas publicações.

Muito lúcida e realista a análise do Dr. Léo.

Abs.

Christian Antoniazzi (24/08/2014) - São Paulo/SP

Tem gente por aqui, querendo que o responsável pelo girar da roleta, avise quando vai dar o "36" !

Só pode ser brincadeira.

Isso é jogo!!!

Abraço a todos.

Leopoldo José Cury (24/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Marco Antonio Menegotto sempre foi um apaixonado pelo cavalo de corrida. Há muitos anos tivemos cavalos juntos, alguns inclusive em sociedade. Senti muito quando resolveu levar seus cavalos para o Centro de Treinamento (na época Famous Nick, João Ratão e Zapatista) com o intuito de obter o máximo de seus rendimentos, entretanto, permaneceu a amizade e o carinho mútuo.

Sua recente decisão me entristece bastante porque via no Marco um símbolo da geração mais nova, uma luz de esperança para a continuidade do turfe.

A atual situação do turfe nacional de uma maneira geral é muito assustadora. Envelhecemos sem renovação. A idade dos proprietários, em sua grande maioria, é bastante avançada. Na minha cocheira a grande maioria está acima dos 70 anos, exceção para uns muito poucos, dos quais me incluo, com 63 anos. Um único jovem, Filipe Camargo, sócio do Marco no Loucura Total e filho do Pedro Camargo do stud Laudo & Laudo é uma andorinha isolada no verão. Ainda há um agravante: nenhum tem herdeiros que darão continuidade aos studs.

Acredito que essa realidade seja também nas demais cocheiras. Vejo muito poucos jovens no turfe, quer como proprietário/criador, quer como apostador.

Aliás, com relação a apostador é mais assustadora ainda. Se entrarmos no salão da social, iremos praticamente depararmos com senhores bem idosos. Na varanda temos turfistas centenários. Raramente vemos um jovem apostando. O movimento de apostas estagnado talvez principalmente pela falta de novos apostadores. Não há dinheiro novo, apesar das constantes mudanças nas modalidades de apostas.

Alguns criadores após o "fracasso" dos seus leilões resolveram não mais vender seus produtos. Uns reduzirão o número de matrizes e correrão os produtos, enquanto outros simplesmente encerrarão a atividade.. Com isso serão menos potros ofertados à venda, o que vem diminuindo ano a ano.

Na maioria dos segmentos não há renovação. Criadores (cada vez menos), proprietários e treinadores. A única renovação é a de jóqueis por conta da Escola de Aprendizes.

Então, olhando à médio prazo, constatamos que o turfe é uma atividade completamente em extinção. O que fazer?

É hora de todos os segmento se juntarem numa causa única, o turfe. Urgentemente, todos os envolvidos devem se unir e buscar solução, com esforços incomuns. Não podemos esperar nem mais um dia.

A atual situação do Jockey com os proprietários não é motivadora.. Prêmios defasados, cobranças demasiadas (inscrição, exames de AIE e Mormo, GTA, endoscopia, vacinas, atendimentos de raia e pós corrida e até sacrifício), além de outros problemas. Não acho que nem é hora de se pensar em novos proprietários, mas sim, preservar os que ainda existem, para evitar que o efeito Marco se propague.

Leopoldo José Cury

Treinador, veterinário e proprietário

Antonio Moura (24/08/2014) - Niteroi/RJ

Sr. Christian,

Estamos falando de uma favorita de 1,5 e chave de todos os Pick’s iniciais - e que chegou último.

O Serviço de Veterinária tem, evidentemente, sua dose de culpa e responsabilidade, eis que não desconhece o histórico dos animais problemáticos. Mas como não são poucos "os que esquentam em corrida", resta-lhe o benefício da dúvida, algo que não pode ser concedido ao treinador que, em última análise, é o responsável pela apresentação na hora do dinheiro.

Entender de outra maneira é apenas um desnecessário e enfadonho exercício de ilusionismo. Um bom domingo para o senhor também!

Antonio Moura

Christian Antoniazzi (23/08/2014) - São Paulo/SP

Sr.Antônio Moura,

Cabe aos responsáveis pela veterinária de plantão, permitir ou não a dita égua correr.

Eles tem o poder de retirar a égua. 

Sem mais.

Um grande abraço

Antonio Moura (23/08/2014) - Niteroi/RJ

SEJAMOS JUSTOS!

Sr. Christian Antoniazzi,

Sejamos justos, sim! Então lá vai:

- Se a égua, segundo suas próprias palavras, "vinha de claudicação e fez canter de punga", uma inequívoca demonstração de que nem deveria ter sido inscrita (e muito menos na pré-condição de franca favorita), o responsável pelo fracasso foi o seu decantado "grande" treinador, sr. Jairo Borges. Que de uma forma ou de outra, continua aprontando muito além da conta, à inteira revelia da douta Comissão de Corridas.

É assim que pretendem recuperar o combalido MGA?

Sim, sejamos justos e que o Código de Corridas seja respeitado; é o mínimo que se pode e deve fazer. E que se privilegie a atividade turfe! O resto, como os apostadores que minguam dia a dia (e como a ex-ministra diria com relação ao povo) - "é apenas um detalhe"! Sim, Sejamos justos, sr. Christian! Que tal começar provando do seu amargo remédio?

Antonio Moura

Christian Antoniazzi (23/08/2014) - São Paulo/SP

Sr.Marcelo Almeida, 

Leu a revista? 

Vacinada vinha de claudiação! Fez canter de punga!!!

Enfim, sejamos justos....

Um grande abraço

Marcelo Almeida (23/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

O treinador da honestíssima c.c. J. borges continua brincando com os turfistas e limpando a cara com a quadrilha dele.

Primeiro páreo maior favorita do dia entra último, a ganhadora vinha de correr o mesmo páreo chegado a quase 7 corpos pagando 6 vezes mais que ela.

Ainda usa o coitado do aprendiz I.R.Mendes que com certeza não tem nenhuma responsabilidade desse galope.

Até qdo teremos que aturar essa vergonha???

Luiz Antonio da Silva (23/08/2014) - Nova Iguaçu/RJ

J.T. Silva, sobrinho do Juvenal. Só precisa de uma ajudazinha . Corre o fino, na frente ou vindo de trás. Alguns correm seus animais sem o mínimo sentido de distância e sem noção de percurso e são ajudados por Agentes, mesmo assim não conseguem melhorar em nada. O rapaz está pedindo passagem para brilhar na Gávea, antes que se mude para S. Paulo.. Prestem atenção...!

Gilberto Werner (22/08/2014) - Porto Alegre/RS

¨ UM ANJO ¨POUSOU¨ NO CRISTAL

Na história da religião católica o anjo ¨Gabriel¨ anunciou à Maria que estava grávida e que daria a luz a um menino que seria o salvador do mundo. Agora, parece, que ¨um anjo¨ pousou no Cristal e anunciou ¨boas novas¨.

Fazem mais de um ano que postei aqui no Raia Leve um texto falando que A SAÍDA para o JCRGS seria a abertura, em todo o estado do RGS, de agências de vendas de apostas nas cidades interioranas. Seria, inclusive, o substituto das ¨maquininhas¨para aqueles que gostam de jogar ou apostar nessas cidades. Ninguém me deu absolutamente nenhum crédito! NInguém, talvez por orgulho ou vaidade ( coisa que ¨campeia dentro do JCRGS), foi capaz de levar adiante esta proposta. Mesmo porque, como disse aqui o ¨presidente¨, minha palavra e minha experiência não merece nenhum crédito nesta ¨diretoria de grupo político¨ que administra o JCRGS.

Agora parece que essa ideia frutificou. Talvez seja da proximidade da primavera, não sei. Parece que irão abrir, como ¨griffes¨de farmácia, estas agências em todo o estado - o que seria a volta das corridas aos sábados e aos domingos - desvinculando o clube da tutela do JCB. Isto é o que me contaram e o que aprovo.

Enquanto isso o TURFE gaúcho está agonizando - na fila de uma UPA - dependendo, única e exclusivamente, das apostas em outros estados. Porque aqui em Porto Alegre não existe ¨marketing¨, não existe visibilidade paras as corridas do Hipódromo do Cristal e NÃO EXISTE AINDA definição para ONDE vão ser construídas as cocheiras dos cavalinhos da Vila Hípica que foi vendida para a Multiplan...

Aliás, esta Multiplan, me parece com aquele urubu que vimos nos filmes sobre a África, pousado em um galho desnudo, esperando sua vez de ¨roer ou bicar a carniça¨...

Paulo Márcio Saudino de Castro (21/08/2014) - Cachoeiro de Itapemirim/ES

Essas corridas do Hipódromo do Cristal são uma verdadeira " brincadeira" de péssimo gosto com os turfistas.

Mario Veloso (21/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Marco Menegotto

“O Rabo está balançando o cachorro !!!

A grama é de boa qualidade, além de ser a mais indicada e adequada à prática do Turfe, por baixo e por cima da pista é onde moram os problemas !

( POR BAIXO ) quem executou os serviços não foi feliz com o resultado final.

( POR CIMA ) quem maneja ( sob orientação e à mando de sei lá quem ou quens !!!! ) além de estar criando um banhado, permite que a grama fique constantemente em estado de esponja, que ao menor pisoteio dos animais se façam buracos.

- é muita molhação

- é muita cerca móvel

- é muita limitação na utilização da pista

- é muita falta de interesse

- é muita falta de respeito

- É MUITA CARA DE PAU !!!!!

Ao atual Presidente da C.C. meus sinceros votos de sucesso na empreitada, o trabalho é Hercúleo, há chacais à solta e na espreita.

Luis Alberto Rodrigues de Souza (21/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Li com bastante tristeza, não surpresa, o desabafo do meu amigo Marco Menegotto a quem tive como companheiro de cocheira e até mesmo sócio em alguns animais. Marco com certeza é um turfista jovem porém apaixonado e esta sua decisão, com certeza bastante pensada e repensada várias vezes, expõe as dificuldades que nossa atividade enfrenta já há alguns anos, a falta de perspectivas e a cruel conta ao final de cada mês. A equação é complexa, o MGA não reage, as despesas aumentam e o desencanto também. Temos visto ao longo dos últimos anos vários Haras encerrando suas atividades e os que seguem se decepcionam com os resultados de seus leilões, poucos Studs são formados em contrapartida a muitos que desistem, então a concentração em grandes Studs é cada vez maior, desequilibrando a balança natural. Espero e torço sinceramente para que esta saída do Marco seja breve e que logo o tenhamos de volta e acompanhado de seus herdeiros a quem certamente transmitiu o gosto pelo turfe. Abraço amigo e que mesmo se não tiver mais cavalos não deixe de rever os amigos!

Marco Menegotto (21/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

“O Rabo está balançando o cachorro!!!

No último domingo o penetrômetro mais uma vez deu 50 e as carreiras foram transferidas para a areia, gerando uma perda de MGA de aproximadamente R$ 300.000 e prejuízos a proprietários e profissionais.

Até aí, “tudo bem”, considerando que existe uma regra a ser cumprida (não concordo nem de longe com a mesma, o bom senso fica de fora, os cavalos mais velhos que formam programas estão sendo “sacrificados”, etc, mas isto é outro tema...)

Agora vem o absurdo: Nova medição, penetrômetro 47. Os treinadores reclamaram junto a Comissão de Corridas que autorizou uma nova medição, desta vez testemunhado por um treinador, e para espanto geral (inclusive da Comissão, senão não teria autorizado nova medição testemunhada) em menos de 3 horas havia baixado para 47, ou seja, é claro que não estava 50 pela manhã. Neste momento já tinham vários forfaits feitos, as corridas iam começar, nada mais podia ser feito.

Diante disto, parece que quem está dando grama ou não é alguém que teoricamente não tem poder para tal, de acordo com um suposto índice de penetrômetro, de forma a preservar a raia de grama de má qualidade que foi feita e não suporta metade das carreiras suportadas pela grama antiga quando havia manutenção. Lembre-se que a promessa do entendido, sumidade e intocável no assunto era de dar o dobro de páreos na grama. O Rabo está balançando o cachorro ao invés do cachorro balançar o rabo!!! Acho que doravante a associação de profissionais deveria acompanhar as medições... (e ao que parece o problema não é o profissional que faz fisicamente as medições).

É melhor dar grama, arrecadar mais R$ 300.000 dia, melhorar o humor dos proprietários para não fugirem de vez do turfe e fazer uma grama B na raia pequena.

É sim elogiosa a postura do Sr. Pedro Laudo de Camargo, que conheço pessoalmente e tenho a certeza de suas boas intenções, que vem buscando diálogo com profissionais e medidas para tratar as questões, mas no modelo de gestão do clube hoje me parece que a autonomia para implantar soluções eficazes para assuntos complexos é bastante limitada, o que acabou levando o Dr. Alencar a pedir o boné.

Eu, como sócio do Stud loucura Total, pequeno proprietário desde 2002, 36 anos (acho que o turfe não deve precisar de renovação), com 4 cavalos, enchi o saco disto tudo e coloquei todos os cavalos a venda, não aguento mais dar murro em ponta de faca, a brincadeira está muito cara para o retorno que oferece.

Luis Otavio Valente (21/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Adoro o Raia Leve...hiper legal ....Por favor se colocarem os rateios da reunião de 16/08 de Uvaranas aí sim teremos os resultados completos como apregoaram...No mais HIPER OBRIGADO por todas as informações

Marcelo Tomas Ella (20/08/2014) - São Paulo/SP

Caros Turfista,

Venho parabenizar o Presidente da Comissão de Corridas, Dr. Pedro Laudo de Camargo, que a cada dia que passa vem se mostrando junto com seus colegas, uma pessoa séria e dedicada com o turfe carioca.

Apesar de todas as dificuldades que o turfe atravessa, está formando uma excelente comissão de corrida com ex profissionais, e agora com a noticia da medição do penetrometro e das reuniões periodicas com os treinadores. 

Parabéns!

Marcelo.

Jose Roberto Giancristoforo (20/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Mario Veloso (18/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Tudo pelo social mas que seja fora do JCB, esse foi o primeiro erro feito dentro do JCB , deixar montar uma sede social aonde era cocheira e área de treinamento dos animais . social só vive enquanto o turfe estiver bancando, na hora que parar de bancar acaba o social, pois os que ali frequentam só querem mamar na teta do JCB e aproveitar o máximo e se for feito um levantamento sério vamos ver que sócio mesmo o % é muito pequeno do que ali estão frequentando. Então tudo pelo social fora do JCB.

Francisco Rodrigues da Silva (19/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Parabenizo o Sr Pedro Laudo de Camargo, presidente da C C, e os demais comissarios e profissionais do turfe no envolvimento de viabilizar o dialago deste assunto: medicao do penetrometro.

F Rodigues

STUD GATA DA SERRA

Gilberto Werner (19/08/2014) - Porto Alegre/RS

Sergio Lessa

O meu texto foi em memória do Ernani que eu e todos os turfistas que conheci admiravam. Ele era um ¨ícone¨! Quando se falava em turfe nesse Brasil obrigatóriamente tinha que se falar em duas coisas: cavalos PSI e as narrações do Ernani Pires Ferreira.

Então, como disse, o meu texto foi em memória do Ernani - que jamais poderá ser esquecido pelas gerações de turfistas que preservam ou preservarão os clubes. 

Agora - se você notou - deixo aqui um libelo contra a prepotência, contra o orgulho e a vaidade desses que administraram ou administram os clubes de corridas. Aqueles que se transformam do dia para a noite em ¨donos¨ dos clubes. Aqueles que se auto proclamam ¨os salvadores do turfe¨.

E são ¨alguns¨ que logo alí adiante serão ¨mortos e enterrados¨! Então, por enquanto, Carpe Diem!

Sergio Lessa (19/08/2014) - São Gonçalo/RJ

Sr.Gilberto Werner não podemos esquecer do Natan que assim como o Ernani foi cruelmente sacrificado pelo Lecca e cia.

Paulo Cesar P. da Silva (19/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Alguém pode explicar?

Medida do penetrômetro SABADO as 10:00 h.: 5,3

Medida do penetrômetro DOMINGO as 10:00 h.: 5,0

Medida do penetômetro SEGUNDA as 10:00 h.: 4,4 ( recorde, baixou 0,6 no inverno)

Medida do penetrômetro TERÇA as 10:00 h.: 4,3 (baixou só 0,1 como? Ainda Grama Macia?)

Algo muito errado ocorre baixar 0,6 num dia e 0,1 no dia seguinte nas mesmas condições climáticas? Tem caroço neste angu!

Christian Sharp (19/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Sr. Dannemann :

Um amigo holandês me definiu muito bem o nosso ambiente no JCB após a última eleição.

" Antes muita hipocrisia,após tudo hipocrisia ".

Grande abraço

Mario Veloso (19/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

AINDA SOBRE A REUNIÃO MENSAL ENTRE A C.C. E OS TREINADORES

Se possível disponibilizar a publicação de uma ata, seja no site do JCB ou mesmo no Raia Leve, onde os assuntos relacionados ao Turfe foram abordados e tratados seria muito bem vindo.

tá escrito? podemos cobrar!

Mario Veloso (19/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

PRESIDENTE DA C.C. CONVERSA COM TREINADORES

O Presidente da Comissão de Corridas do Jockey Club Brasileiro, Sr. Pedro Laudo de Camargo em uma atitude (principalmente inteligente) abre o diálogo.

Primeiro e grande passo (OUVIR)

Segundo passo: (PROPÓSITO) de uma reunião mensal entre os representantes dos profissionais para que os assuntos relacionados ao turfe carioca sejam devidamente tratados e acompanhados.

(SABER REIVINDICAR) Este; o terceiro e mais significativo passo, de responsabilidade dos profissionais que neste momento ímpar não podem e não devem ser omissos em nenhum aspecto.

( comprometimento e personalidade senhores, por favor ! )

Reivindiquem sempre e reivindiquem bem. 

As responsabilidades tal qual os resultados das decisões passarão a não ser exclusivamente da C.C. 

MEUS APLAUSOS !!!

Gilberto Werner (19/08/2014) - Porto Alegre/RS

EU GOSTARIA DE DEIXAR AQUI UMA OPINIÃO

A gente passa nessa vida muito rápido. Lembro do início da ¨era¨Cristal: tudo muito longe, muito grande a pista. Difícil de encontrar ¨amigos¨ naquele prado. Todos ficavam distantes sem terem ainda um ¨ponto¨ de encontro dentro do novo hipódromo.

Mas isto já faz muito tempo e no entanto parece que foi ¨ontem¨. Lembro das figuras conhecidas, muito conhecidas por todos no hipódromo. Lembro do ¨Fanfa¨, do ¨Mambirão, do ¨Fumaça¨, do ¨Ciloca¨. Todos já morreram.

Lembro de jóqueis antigos e famosos na história do turfe gaúcho. Lembro de treinadores, de proprietários, de studes que marcaram época. Lembro dos cavalos que escreveram a história das corridas. Lembro dos amigos.

Mas gostaria hoje de lembrar ao público carioca do turfe de hoje de uma passagem muito triste na história do Jockey Club Brasileiro. Mesmo porque me encontro distante da ¨Cidade Maravilhosa¨ - mas nem porisso devo me omitir.

Falo de um homem que foi demitido depois de construir a história por um recém eleito ¨presidente¨ deste clube. Falo de Ernani Pires Ferreira - chamado por muitos e durante muito tempo de ¨a voz do turfe brasileiro¨.

Então - já que o tempo passa muito rápido - gostaria que esta geração de agora e que ainda vivenciou as narrações do Ernani não o esquecessem. E não esquecessem também que a pior das coisas que ¨alguém pode fazer para alguém¨ e cortar o ar, o ¨oxigênio¨ que fornece a vida enquanto vivemos.

Esse ¨presidente¨ Lecca já passou. Levou consigo os anos em que foi, ou mal ou bem, o mandatário maior do clube. Mas de uma coisa não podemos esquecer: foi ele o responsável pelo ¨desencanto¨ do Ernani. Foi ele o responsável por não ouvirmos mais a voz do Ernani.

¨Onde anda¨ agora Lecca? Onde andam seus cavalos, sua blusa? Ernani continua vivo na memória daqueles que o admiravam. O TURFE ainda sobrevive construindo o seu caminho. Ernani está para o JCB assim como ¨Gualicho¨ ou ¨Tirolesa¨ está para a história

centenária do JCB. Assim também, como disse aqui certa vez, está Linneo de Paula Machado.

Os ¨Lecca¨ do TURFE morrem enquanto vivos. Desaparecem e são lembrados de quando em vez numa roda de amigos. Já Ernani possui a mesma cor dos anjos - ficam brincando de roda em volta do hipódromo...

Luis Felipe Brandão dos Santos (18/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Correção quanto aos comissários de plantão em 17/8/2014

Ontem ao escrever minha crítica quanto a decisão dos comissários de plantão de manterem as corridas na areia apesar da nova medição anunciada por eles ,repetida algumas vezes ao longo da Mesa do Turfe de CJ e mesmo quando do início das transmissões das carreiras da gávea,após ser corrido o primeiro páreo de CJ,pedi ao meu treinador que fosse ao quadro de avisos em que aparecem os nomes dos comissários que estavam atuando no dia. Meu objetivo era citá-los nominalmente,evitando generalizar a crítica `a toda CC.Isso ocorreu por volta das 16h e ,por incrível que pareça,a relação dos comissários que estava afixada ainda era a do dia anterior,ou seja,do sábado.Um descuido a mais ou a menos nessa altura do campeonato não faz muita diferença.

Todavia,induzido ao erro pela desatualização do quadro de comissários mesmo após corridos 4 páreos,escrevi que um deles seria o Sr. Gustavo de Freitas,que,na verdade,atuara no sábado.Assim cumpre-me apresentar ao Sr. Gustavo de Freitas desculpas por tê-lo citado indevidamente como participante dos episódios de ontem e incluir em seu lugar o nome do Dr. Carlos Frederico,turfista antigo e por quem tenho a maior consideração,mas que ontem,infelizmente,sendo ele o único comissário efetivamente eleito pelos sócios,a meu ver, não poderia ter deixado os fatos transcorrerem da forma verificada.

Tudo que ocorreu poderia ter sido evitado não fosse a CC ter retirado de si a flexibilidade de que estava outorgada para aplicar limites de tolerância nas medições do penetrômetro,fato ocorrido há poucas semanas. Há quem desconheça que ,mesmo no inverno,o sol carioca esquenta de verdade.E há quem não acredite nas previsões do tempo e,por isso,nem as consulte.

No final das contas,prejuízo para os cofres do clube e para o turfe em particular.Apenas a título de informação,o MGA do mesmo domingo de agosto do ano passado ,com corridas na areia pesada,salvo dois páreos,foi de R$ 777.896,enquanto o de ontem,tb com dois páreos corridos na grama,foi R$ 765.267,queda nominal de 2% e real de mais de 8,0%.Ambos os programas tiveram 10 páreos.

É verdade que as apostas esse ano,especialmente nos últimos meses, estão fracas mas não é preciso ajudar esse perigoso declínio,ao contrário,impõe-se que seja revertido celeremente.O apostador precisa do máximo de informações para fazer seus estudos e se decidir por seus jogos.As desinformações de ontem em nada o ajudaram.

Reitero aqui minha sugestão ao Presidente Carlos Palermo para a urgente designação de um Diretor da Casa de Apostas no JCB,alguém comprometido em maximixar o MGA e para isso se poste em defesa dos apostadores em casos como o de ontem.O cargo de Diretor de Proteção da Raia de Grama ,ainda que não conste do Estatuto do clube,por outro lado,ao que parece já tem vários ocupantes .

Com um abraço,

Luis Felipe Brandão dos Santos

Stud Eternamente Rio

Mario Veloso (18/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Francisco Rodrigues da Silva

peço por favor definir BUROCRÁTICO com nome e sobrenome?

TUDO PELO SOCIAL; 

Os cavalinhos, PROPRIOTÁRIOS (me incluo), profissionais e apostadores, que se lasquem !

Francisco Rodrigues da Silva (18/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Pista de grama da gavea.

 

So nao temos corridas na grama por um motivo,se chama BUROCRATICO,isso mesmo,BUROCRATICO,guardou bem BUROCRATICO.

Explico o BUROCRATICO,faz a medicao as 9;20 hs,

Ai as 11;00hs BUROCRATICAMENTE, é colocado no site do jcb, sem antes uma analise de como vai ser o clima do dia.

Ontem domingo 17/08 alguns treinadores resolveram fazer nova medicao,um vexame dava para dar corridas a raia estava 4,7,tinindo,

Ha ainda sites de clima,dando como vai ser o clima do dia,

So para lembrar as corridas tem seu inicio 14;15hs com medicao as 9;20hs da manha

Acho que esta medicao tem que ser entre 11;30hs e 12;00hs,mas como manda o figurino andando pela pista,de trator nao da, andar faz bem a saude,"nao fique chateado comigo",e seu trabalho. Mesmo assim peço desculpas,

Jose Roberto Giancristoforo (18/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Vejamos que é só aparecer um evento que dificulte o acesso ao JCB, com agravante que passam de 15,00 ´para 30,00 reais o estacionamento e ninguém diz nada, q gostaria de saber para quem vai esse lucro e quem é o responsável por esse absurdo e Ministério Publico não vê isso, aqui é a casa da Maria Joana .

15/08/2014 755.941,67 8 94.492,71

16/08/2014 781.114,57 10 78.111,46

17/08/2014 765.266,85 10 76.526,69

Com isso o MGA já voltou a casa de 75 mil por páreo, assim vamos acabar de vez com Turfe , vou repetir, aqui é para Turfe . turfe e só turfe, que se vá as favas os eventos e exploração . eu como sócio não jogarei mais no JCB o dia que tiver algum evento e convoco a todos a fazerem o mesmo.

Mario Veloso (17/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

BRONCA CORRETÍSSIMA SR. LUIS FELIPE !!!

Infelizmente sem efeito !!! nada irá mudar, alguma dúvida ???

Muito embora a pista não tenha sido utilizada a cerca móvel será estendida.

A pista continuará com características de banhado, vão continuar molhando a raia.

Com São Pedro jogando no mesmo time deles, será que poderemos ter outro fim de semana só com pista de areia? seria a glória para muitos !!!

começo a crer que torcem e atuam contra, não tem outra explicação !!!

Luis Felipe Brandão dos Santos (17/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Comissários de Plantão em 17/8/2014,

O Raia Leve costuma mencionar os nomes dos comissários das corridas na Gávea um ou dia após a realização das carreiras.

Hoje,porém,gostaria de dar em primeira mão os seus nomes : Gustavo de Freitas,Fernando Botelho e Marcelo Cardoso.

Cumpre-me saudá-los pelo festival de desinformação com que brindaram os apostadores do programa de hoje na Gávea e pelo indiscutível compromisso em proteger a raia de grama do nosso hipódromo,ainda que a custa de muitos milhares de reais jogados fora em termos de MGA e do completo desrespeito a profissionais e proprietários.

Vamos aos fatos: por volta das 13:20h ,durante a transmissão da Mesa do Turfe de Cidade Jardim,foi anunciado que a Comissão de Corridas do JCB promoveria nova medição da umidade da raia,`as 13:45h,posto que o penetrômetro pela manhã havia marcado 5,0 ,ou seja,para alguns páreos,apenas 0,1 acima do limite que é divulgado.Como fazia sol forte,naturalmente,haveria queda do nível,o que de fato ocorreu: na nova medição o índice apurado foi de 4,7.

Ainda assim,apenas `as 15:35h foi anunciada pela TV que as raias estavam mantidas na areia.Enquanto isso,os turfistas que queriam fazer suas super tri ,acumuladas ou outros concursos ficaram na dúvida se prevaleceria o bom senso,diante da raia estar obiamente mais seca do que pela manhã e com isso ficando dentro dos limites estabelecidos,ou se seria mantida a medição anterior,com o que os páreos seriam corridos na areia.

Se não era para mudar a raia para o quê se fazer o anúncio da nova medição?Por que razão não se divulgar que na medição das 13:45h o penetrômetro marcou 4,7?

Com a palavra os comissários responsáveis por tais fatos.

Em minha opinião,e escrevi isso a um amigo ontem,falta ao JCB a designação de um Diretor da Casa de Apostas,alguém comprometido com a obtenção do maior MGA possível.O pior é que esse fato vem de anos ,desde a gestão anterior do Presidente Luís Eduardo.Na ocasião estava me referindo ao ocorrido no sábado da semana passada,qd o penetrômetro medido de manhã acusou 5,0 e ,igualmente a hoje ,fazia sol.Por óbvio a raia secaria e iria permitir a realizacão de vários páreos na grama.Mas bom senso que nada:areia para todos os páreos exceto um.Ao menos na semana passada os comissários não causaram a confusão que hoje observamos.

Assim nada mais natural alegar que o turfe dá prejuízos ao clube e manter os prêmios nos níveis vis em que se encontram,carregando ,há anos, o peso do seu congelamento por mais de 10 anos ocorrido em mandatos de um presidente que tantos males fez ao turfe,alguns irreversíveis.

Como eu,creio que muitos sócios ,turfistas e profissionais esperavam mais,muito mais,de uma diretoria que se elegeu se anunciando como sendo composta ,majoritariamente,por verdadeiros turfistas e que dariam `a atividade a atenção que ela tanto carece.

Luis Felipe Brandão dos Santos

Stud Eternamente Rio

Luis Felipe Brandão dos Santos (17/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Ao editor do Raia Leve,

Gostaria de parabenizá-lo pela entrevista realizada com o treinador Marquinhos Ferreira,profissional exemplar e pessoa melhor ainda.

Em sua carreira teve que conviver com algumas drásticas reviravoltas ,adversidades que poucos teriam forças para superar,mas ele não só o fez, mas sempre conseguiu manter o mesmo jeito simples,educado,sincero e alegre.Sempre teve humildade para recomeçar bem de baixo e ,com competência,como está acontecendo agora,recompor sua clientela de proprietários estimulada pelos sucessivos êxitos dos animais que apresenta.

Há quase duas décadas mantenho animais com ele, como forma de manifestar meu apreço pela pessoa humana que é e como reconhecimento pela sua qualidade como treinador.

Sugiro que outras entrevistas deste mesmo gênero sejam feitas,de forma a apresentar aos leitores do Raia Leve por todo o Brasil o perfil de profissionais que,tal como o Marquinhos Ferreira, conseguem tirar seu sustento,com dignidade, em um turfe com premiações tão defasadas como o nosso.

Luis Felipe Brandão dos Santos

Stud Eternamente Rio 

Gilberto Werner (17/08/2014) - Porto Alegre/RS

OLHEM O QUE RECEBI

Amigo Giba:

Antes de mais nada, espero que tenhas gostado da matéria do Sol de Maio. Quanto à dúvida em voga, o macaco (seu amigo) está certo. Se não, vejamos: Luccarno procedia da união Fort Napoléon e Bariloche (Blackamoor), egresso pois do complexo São José & Expedictus (família Paula Machado), nascido em 1966 e com campanha entre 1969 e 1972, cavalo ligeiro e resistente, venceu provas clássicas - incluindo recordes dos 1.600m (duas vezes) e dos 2.000m (pista de grama) - na Gávea, entre os 1.600 e os 2.400 metros. Já o citado Lunard (Cigal e Montemê, por Monterreal), cavalo paranaense e também tordilho por herança materna como Luccarno. Era egresso do Haras Palmital (onde nasceu em 1969) e defendeu as cores do Haras Expert; portanto, quando Lunard nasceu Luccarno já estava em campanha. Fundista por excelência, Lunard atropelava por fora em cargas avassaladoras que lhe valeram sucesso clássico e record (2.000m) em Cidade Jardim e colocações nobres também na Gávea e no Pellegrini-1974 (5º lugar), vencido por Gran Secreto e disputado na areia de Palermo, já que San Isidro estivera inclusive fechado.

Sugiro que reconsidere a afirmativa de seu amigo, por enquanto o placar está: Cariocas 1 x 0 Gaúchos.

Marco Oliveira

Christian Antoniazzi (17/08/2014) - São Paulo/SP

Parabéns Sr.Luiz Antônio,

Até que enfim algo sensato por aqui.

Caso de polícia! 

Um grande abraço

Antonio Moura (17/08/2014) - Niteroi/RJ

STUD BOOK X LUCCARNO

Prezado Luiz Alberto,

Ocorre que a intenção foi apenas facilitar o meu caríssimo amigo Gilberto Werner. Quando entrei no Stud Book digitando o nome corretamente, o sistema devolveu com a informação "não localizado". Após entrei apenas grafando com um "c" e logo mostraram as informações aqui reveladas e que as já havia transmitido a Gilberto via Facebook.

Daí minha surpresa dele insistir com a sua estranha certeza de que Luccarno era um filho de Lunard. Mas como eram animais da esfera clássica, é muito possível que tenham se defrontado em alguma ocasião que ficou marcante na memória do bom gaúcho. Daí possivelmente a confusão de Gilberto, pessoa de ferrenhas e honestas convicções.

Um domingo recheado de boa pontaria para o senhor também, Sr. Beto e grato pela sua pertinente intervenção.

Antonio Moura

Gilberto Werner (17/08/2014) - Porto Alegre/RS

LUCCARNO

Marco Oliveira é o sucessor do grande Nestor Cavalcanti de Magalhães - o maior conhecedor de ¨pedigrees¨ que este Brasil já conheceu. Era também o ¨braço direito¨ do maior criador gaúcho de todos os tempos: Breno Caldas - Haras do Arado.

Quando estou ou fico em dúvida ninguém melhor do que Marcos para complementar minhas dúvidas quanto ao mundo dos PSI.

Aliás, em 1997, quando escrevi o livro ¨Os 90 anos de hitória do Jockey Club do Rio Grande do Sul¨ foi dedicado - em página - para estes duas ¨enciclopédias¨ do TURFE.

Hoje amanheci com ¨Luccarno¨ na cabeça e, por ocasião da sua campanha - pelos idos de 1970/72 - não poderia de forma nenhuma acompanhá-la aqui do sul. ¨Lunard¨ errôneamente postei como o pai de ¨Luccarno¨ pois o confundi, quanto ao reprodutor, com um outro tordilho que atuava aqui no Cristal. Coisas da memória com ¨muito turfe¨ armazenado...

Mas a gente possue amigos. No caso aí no Rio o Antônio Moura - conhecedor nato de tudo no que se refere a Turfe - e Marco Oliveira aqui em Porto Alegre. 

Então ¨L U C C A R N O¨ foi um tordilho - filho de ¨Fort Napoleón e Bariloche¨( Blackamoor). Nascido no Haras São José Expedictus em 1966.

Venceu 9 provas de Grupo I -II -III - sendo que a sua vitória no GrupoI foi no G.P.16 de julho em 1972.

Deixo aqui um abraço amigo para o Antônio Moura e outro para Marco Oliveira.

Luis Alberto Rodrigues de Souza (17/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Antônio Moura, perfeitas suas referências ao tordilho, mas estou apenas estranhando o nome grafado com apenas um "c", minhas lembranças e uma rápida consulta ao Google remetem a Luccarno. Vou procurar em meus velhos guardados para tentar desfazer esta dúvida. Bom dia e ótima sorte nas carreiras!

Luiz Antonio da Silva (17/08/2014) - Nova Iguaçu/RJ

Uma observação sobre o desempenho do Sr. A. Mota na reunião de sábado (16/08): no 6º páreo ficou o tempo todo junto à cerca interna. Já no 8º, "tirou" o animal da cer-ca, ganhando o páreo.

A pergunta é: qual A. Mota é o verdadeiro, o do 6º ou o do 8º páreos. A C.C. é composta por profissionais e ninguém viu?

Ivor Lancellotti (17/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Bom Domingo para todos.Até quando vamos ter nos intervalos dos páreos aqueles comentários dos informantes de mais de três minutos tentando tirar os nossos raciocínios.

Não basta deixar marcações escritas?

Um dia desses peguei o mesmo ônibus de um informante que ainda estava com sono e marcando o programa na perna para indicar para quem estuda os páreos logo que sai as inscrições , isso é catedrático. Horário do ônibus 12:40 local Ipanema. 

É muito desanimante ter esses comentaristas de páreo a páreo e sem nenhuma simpatia e informações necessárias .Poque não levar treinadores para falar do estado dos animais. Fala sério? 

Abraços

Antonio Moura (17/08/2014) - Niteroi/RJ

LUCARNO, FILHO DE LUNARD?

Gilberto,

Como já te disse via Facebook e você não levou muito a sério, escudado numa certeza que nem v. sabe de onde vem, Lucarno não pode ser filho de Lunard jamais.

Primeiro que Lunard nunca foi garanhão dos Paula Machado, e segundo seria uma impropriedade genética - Lucarno nasceu em 21/9/66 e Lunard em 26/8/69.

Lucarno é um filho de Fort Napoleon (alazão-1947) na tordilha Bariloche (1958), coisa que v.mesmo pode comprovar acionando o site do Stud Book. Mas tem que grafar o nome correto do animal, Lucarno com um "c" só, pois com dois o sistema anula a consulta.

Mais um detalhe: o jóquei habitual de Lucarno era o extraordinário Paulo Alves, outro gaúcho dos melhores.

Falta apena identificar de onde lhe vem tão estranha convicção.

Bom domingo.

Antonio Moura

Luiz Antonio da Silva (17/08/2014) - Nova Iguaçu/RJ

O A.Mota do 6º páreo,que ficou o tempo todo junto à cerca interna,montando um animal que pagaria 1,2 ,é o mesmo que no 8º páreo , "tirou" o animal da cerca, lançando-o imediatamente por fora de todos, encontrando o caminho livre. A pergunta é: por que não fez o mesmo com o favorito?

Gilberto Werner (17/08/2014) - Porto Alegre/RS

UM LINDO CAVALO TORDILHO

Se houve cavalo que marcou em minha memória - por sua elegância e sua figura de correr sempre na frente - foi o tordilho ¨Luccarno¨, um filho de ¨Lunard¨.

Lembro das suas disputas com ¨Quartier Latin¨ - quando este o venceu - pilotado pelo Luíz Rigoni na ¨Milha Internacional¨de 1970 ou 71.

¨Luccarno¨ era valente possuia um ¨train¨ vistoso e por ser tordilho destacava-se dos demais.

Gostaria de saber mais sobre ¨Luccarno¨ porém, como sou do sul, não havia condições naquela época de acompanhar mais de perto sua campanha.

Mario Veloso (16/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Francisco

Boa Tarde

E a Etíope fez um corridão !!! a dupla nem deu para torcer, vingou fácil!!!

Logo esta inscrição do Winchester justo para cima da sua égua achou de vingar o favoritismo, os dois últimos favoritos um inclusive pule de dez, fritaram, coisas de corrida, faz parte !!!

Valeu a dica !!! 

Grande abraço !!!

Mauro Roger (16/08/2014) - Cachoeiro de Itapemirim/ES

Sr. Luis Carlos Barbosa

Eu nunca disse que narrar corridas de cavalo é fácil.

E pude sentir como é difícil faze-lo quando narrei em rede nacional de TV o GP São Paulo de 2.009 nos estúdios da Globo na capital paulista.Teve gente que deu "chilique" nesse dia!

Quanto ao usar fone nos páreos do fast six, devo lembrá-lo que não havia este instrumento em Campos e lá narrei por quatro anos, até que infelizmente o clube encerrou suas atividades.

Por fim, se o senhor não gosta do meu trabalho ou duvida de minha capacidade, sugiro que indique um nome para fazer companhia ao veterano e solitário narrador paulista na transmissão dos páreos de Cidade Jardim.

Quem sabe o senhor mesmo não poderia tentar?

Luiz Carlos Barbosa (15/08/2014) - São Paulo/SP

Sr. Mauro Roger não foi vc que disse que narrar corridas de cavalos era muito facil ? e seria verdade que usava o fone de ouvido para narrar as carreiras da gávea e quando o narrador carioca errava vc entrava no mesmo barco furado ?

Josue Lacerda (15/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Senhor,

Francisco Rodrigues da Silva.

Fica a dica para minhas eventuais apostas. Agradeço. Porém gostaria de deixar claro que não fico aborrecido nem me sinto lesado. Se jogo é porque conheço as "regras do jogo".

Quanto ao fato do senhor não querer se auto denominar turfista. Me surpreende, enfim...

Obrigado e abraços e boa sorte também.

Francisco Rodrigues da Silva (15/08/2014) - Petrópolis/RJ

Sr.Josué Lacerda. 

Desde ja peço desculpas mas nao sou turfista, para se levar a sério, minha base de estudos em corridas de cavalos, e sempre achar que favoritos nao ganha, na quarta-feira a noite, quando pego a revista turfe Brasil, logo faço forfait de todos possíveis favoritos, foco meus estudos, em 3/4 forças.

Deve ser por isso que eu sempre vejo com bons olhos, os azaroes.

Logo nao fico fico revoltado, nem achando que fui lesado, quando ganha um azarão, e so uma Vitória como outra, qualquer. 

Nao levo as ciências exatas para as corridas.

Meus desejos que o sr seja mais feliz, nas corridas. 

Um grande abraço.

Marcelo Santana (15/08/2014) - Porto Alegre/RS

Outros jóqueis brasileiros que se destacam na América do Norte e montam em centros bem competitivos: 

Montarias Vitórias Aprov. Vits. Posição*

Eurico R. da Silva 414 81 20% 24º 

Leandro R. Gonçalves 435 60 14% 77º

* A posição no ranking é por prêmios ganhos.

Fonte: http://www.equibase.com/stats/View.cfm?tf=year&tb=jockey

Elton Pereira de Souza (15/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

ESTA VENDA É DO TIPO DAS COISAS QUE EU NUNCA IREI ENTENDER!

Se eu fosse um grande proprietário do turfe brasileiro, amante das corridas de cavalo mesmo, sem problemas financeiros, e tivesse tido a sorte de ter comprado um animal como Bal a Bali eu NUNCA o venderia para ninguém pelo valor que oferecessem. Ganharia tudo o que pudesse aqui no Brasil e na América do Sul durante os anos que o cavalo estivesse em campanha e o guardaria na reprodução como uma jóia rara. Essa história de que a venda foi para engrandecer a criação nacional para mim não tem sentido. Eu estaria preocupado mesmo é com meu craque que me deu e ainda daria tantas alegrias. Bal a Bali fez história, mas deixou o Brasil e a América do Sul sem ganhar um Pellegrini e um Latino. E agora parece que está bem claro que o lugar dele seria aqui. O animal está lutando pela vida e com certeza quando voltar as pistas, se é que irá voltar, corre o risco de ter "virado" e manchar sua trajetória maravilhosa com uma campanha pífia e ter um fim bizarro como foi o do nosso Dono da Raia que terminou seus dias castrado. Parece que era um aviso aquela transação fracassada antes do GP Brasil. Mas insistiram em negociar o animal e agora é tarde.

Se fosse um pequeno proprietário não tenha dúvida que apoiaria a decisão da venda.

Só nos resta é torcer para que o Bal a Bali se recupere e volte as pistas para mesmo longe nos dar alegrias.

Josue Lacerda (15/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Concluindo Sr. Antonio, em função do meu texto ter saído cortado. Saiba que lhe desejo muita sorte e saúde e envios profundos agradecimentos. Creio que chegamos a uma idade que o antagonismo nos deva servir de exemplo ou acréscimos.

d) Quanto a ler seu textos antigos, aqui eu não sei como fazê-lo, pois teria imenso prazer, entretanto, não vejo necessidade de tal ato para fazer julgamentos da sua pessoa posto que até agora a "imagem" que tenho da vossa pessoa já basta para admirá-lo.

Foi um prazer e um grande abraço.

Josue Lacerda (15/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Estimado e ilustre Sr.

Antonio José Pais de Moura:

a) Em nenhum momento acreditei que houve postura antagônicas em nosso humilde debate até então. Apenas expus um fato e fui, agradecidamente, respondido e ilustrado pelo Senhor;

b) Da mesma maneira que vi, no seu discurso final, a tentativa de engrandecer o turfe, e isso, evidentemente passa pela lisura das competições e esclarecimentos dignos ao público por parte do JCB;

c) Conforme lhe disse, Senhor. Como sou um "homem de letras" percebi na sua elegância e palavras, certamente, a figura de um homem honesto, simples e amigo;

d) Creio que não tenho muito mais a dizer apenas que mando, com profunda tristeza, saudações alvinegras, posto que tudo só pode acontecer a "nós" e aos botafoguenses

Antonio Moura (14/08/2014) - Niteroi/RJ

Ilustre Jusué Lacerda,

Entro, homeopaticamente, três vezes ao dia aqui no Espaço do Leitor: logo cedo, depois do café da manhã, de tarde logo após a digestão e à noite, como agora, antes de deitar. Uma rotina que já se alonga por seis anos.

Diferem, evidentemente, nossos hábitos, pois se não, você saberia, turfista Jusué, em quem percebo fino trato, entre outas tantas coisas que:

a) Vem de longe, desde Zum Zum Zum (Ivan de Souza/Flora Mattos), o meu primeiro encontro com cavalos de competição. Lá se vão, portanto 56 anos dos meus atuais 72 de vida quase útil e nunca, desde então, deixei de frequentar o Hipódromo, as matinais e as cocheiras, onde fui por alguns anos pequeno mas atuante proprietário;

b) Saberia, ainda, que combato feroz e intransigentemente qualquer tipo de armação contra os apostadores, principalmente as repetitivas pela ação, forma e personagens;

c) A insistência em propugnar pela credibilidade das corridas é do amplo conhecimento de todos que aqui entram e da forma que o sr. coloca suas ideias no papel a impressão que se tem é que está diante de um antagonista, quando na realidade, apenas discordamos sobre as "eventuais vertentes paralelas", nada mais do que isso.

Sugiro ao prezado amigo uma viagem aos meus textos mais antigos, onde poderá se certificar que em mim, por índole e temperamento, terá sempre mais um aliado - jamais um adversário.

Apareça sempre.

Antonio José Pais de Moura

Josue Lacerda (14/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Francisco Rodrigues da Silva,

Permita-me a pergunta: o que causaria mais espanto no senhor?

a) A derrota do atleta Usain Bolt nos 100 metros rasos.

b) A vitória de Severino da Silva no mesmo percurso do infeliz acima.

Amigo, do ponto de vista biológico o explicável pode se tornar inexplicável. Então temos a Matemática para nos ajudar.

Ora, Senhor, foi muito fácil justificar a derrota de Farrier, Boticão de Ouro, Super Power e outros, não foi ?

Agora, Meu amigo, justificar que um cavalo chegue a trezentos metros do segundo colocado numa turma e quinze dias depois chegue a cem metros à frente dessa mesma turma seria tão fácil dizer: azarões aí estão e podem ganhar...

Repare, Amigo. Quando se trata de um grande favorito que perde em 98% dos casos existe uma "causa explicável", desde um percurso infeliz até uma fratura exposta.

Agora, por favor, se o senhor gosta do jogo me ensine de que premissa parte para que eu possa aprender a jogar. 

Desde criancinha, nas aulinhas de matemática, eu aprendia que numa competição entre dez, quem chegou entre os cinco primeiros, será, por lógica e percentagem quem chegará entre os cinco primeiros "numa nova reta".

Agora, Meu amigo, se há uma Nova Ordem" na vida turfística, por favor, explique a esse humilde turfista para que eu possa, no mínimo, empatar nesse jogo...

Josue Lacerda (14/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Ao senhor Eduardo Sanches.

Agradeço muitíssimo a "defesa" interposta pelo senhor em prol da minha argumentação que venho mantendo com o Sr. Antonio Moura, o qual, também tem todo o meio respeito pois creio que as palavras traduzem o caráter e a almas dos seres humanos. (...felizmente sou um homem de letras...).

Senhor Antonio, custa-me dizer-lhe, com todo o respeito possível, que diversidades (observe o plural, por favor), vem ocorrendo há vários meses nas corridas sem que o público não tenha a menor satisfação. Creio que isso é conotação de desrespeito!

Estimado Senhor, Antonio Moura, jogo e acompanho avidamente as corridas de cavalos há, pelo menos 51 anos, pois aos 8 já assistia as carreiras pelo antigo canal 9, tv continental.

Observe, Senhor, não uso esse fato para convencê-lo de nada! Apenas, com imenso saudosismo, quando vi Astro Grande, Walad, El virtuoso, Cadipó, Duraque, Mogambo e outros que não me vem à memória; quando via todos os grandes diários trazerem os programas, trabalhos e aprontos das corridas do dia e, ou vindouras. "jornal dos sports", "O Globo", "A noticia", sendo que esse última trazia, na íntegra, a programação de todos os páreos dos finais de semana; eu via o que era turfe! Com ou sem apostas...Creio, meu amigo que ali o turfe era caraterizado como o "esporte dos reis"! Então, por favor, pense comigo: o que houve com o turfe ? Eu respondo da seguinte maneira, Senhor. Foram muitas as vertentes, porém as maiores foram péssimas administrações e inteira falta de credibilidade. O jogo do bicho está aí firme e forte imbuído na nossa sociedade e "vai muito bem obrigado". Abraços...

Antonio Moura (14/08/2014) - Niteroi/RJ

Sr. Francisco Rodrigues da Silva,

Gratíssimo pela sua recente intervenção, que resume objetivamente tudo o que penso sobre este assunto - azarões no topo do placar.

Por um breve momento cheguei a cogitar de que estava só - no mato e sem cachorro!

Saudações lusitanas (e, por óbvio, vascaínas também).

Antonio Moura

Cyro Queiroz Fiuza (14/08/2014) - São Paulo/SP

Acertou o Sr. João Carlos Almeida, ao diagnosticar que o JCB errou ao acreditar, mais uma vez, no JCSP. Mas isso não chega exatamente a surpreender na estrutura clubistica que comanda o turfe brasileiro. Estrutura de achismos e de amigos... Que dá empregos milionários a superintendentes, que perpetua o emprego de gerentes prestativos. Que vende patrimônio e não investe um só centavo na atividade fim que é a realização de corridas de cavalos, fomento à criação do PSI e manutenção do patrimônio histórico dos Jockeys Clubs.

Os dirigentes dos clubes de corridas têm tanta certeza que estão no caminho certo que ousam comparar-se aos dirigentes dos clubes de futebol, como faz o JCSP. Num rompante que mistura delírio e soberba, acham mesmo que são muito melhores do que aqueles que comandam o futebol, não importando em nada a situação de penúria financeira que atravessam os seus clubes.

Francisco Rodrigues da Silva (14/08/2014) - Petrópolis/RJ

Vitorias de animais azaroes.

Minha visao e preocupacao e sempre, saber o que aconteceu com os favoritos, se foi corrido de forma, contraria as suas caracteristicas, que tipo de ordem foi dado ao jóquei. Se teve problemas veterinários, 

Nunca fico, especulando possíveis tiros, afinal todos estão ali para ganhar. 

Quando meus estudos nao dao certo, nao me chateia.afinal e so um hobby. Um passa tempo, levo sempre na esportiva. 

"Os treinadores dos favoritos na minha opinião e quem deve dar as explicações"

João Carlos Almeida (14/08/2014) - São Paulo

O sr. Mauro Roger sempre foi um ótimo profissional, pelo menos nas narrações dos páreos.

Quanto a ação que moveu contra o JCSP, se ganhou é porque tinha razão. Isso é obvio.

Quanto a negativa do JCB em contratá-lo, baseado no que aqui é relatado, acredito que o JCB deveria primeiro saber exatamente o que ocorreu, e não tomar a decisão baseado em uma informação do JCSP, por mais amiguinhos que estejam o JCB e o JCSP.

Imagina se o JCB fosse acreditar na palavra do presidente do JCSP que quando aplicou a moratória de pagamento dos prêmios aos proprietários, jurou "de pé junto" na véspera da divulgação da moratória, que não haveria moratória.

Em quem devemos acreditar, na decisão do Juiz que julgou a ação do Mauro Roger ou na palavra do presidente do JCSP.

É obvio que no juiz. Errou o JCB em acreditar, mais uma vez, na informação do JCSP.

Por isso que o turfe não vai para frente.

Cyro Queiroz Fiuza (14/08/2014) - São Paulo/SP

Leio hoje o editorial do Jornal do Turfe e agora a carta do narrador Mauro Roger aqui neste espaço do Raia Leve. É impressionante como o Jockey Club de São Paulo se supera dia-a-dia em termos de administração ineficiente, e ainda há quem apareça aqui apregoando aumento de prêmios para breve...

Nesse episódio específico, se o Jockey Club Brasileiro realmente acatou a opinião de alguém do JCSP para não contratar o Mauro, vai acabar exatamente como seu conselheiro, ou seja, sem narrador em curto espaço de tempo. Cidade Jardim tem apenas Roberto Casella, veta Mauro Roger aqui ou lá e não se dá ao trabalho de procurar um estagiário sequer para aprender os segredos da profissão. Quer dizer, como nos episódios do Posto de Fomento de Campinas, da Sede da Boa Vista e da Chácara do Ferreira, vai acabar se dando mal a qualquer momento.

Mauro Roger (14/08/2014) - Cachoeiro de Itapemirim/ES

Amigo Rizzon.

Quero lhe agradecer pela lembrança de meu nome no editorial do Jornal do Turfe desta semana.

Peço licença aos demais leitores deste site para fazer um esclarecimento que talvez não seja do interesse da maioria mas que para mim é de suma importância.

É fato que fui convidado para narrar corridas no Rio de Janeiro.

Posteriormente, fui informado pela mesma funcionária de nome Mayra, que o clube havia desistido de minha contratação por receber informações negativas a meu respeito oriundas de São Paulo.

Creio que deve ter sido pelo fato de ter acionado o JCSP na justiça trabalhista e ter ganho uma causa de relativo valor.

Se algo mais foi dito negativamente a meu respeito, deixo por conta das intrigas e futricas de pessoas pobres de espírito, que infelizmente circulam no turfe.

Para terminar, faço um apelo aos turfistas. Antes de criticarem a narração de qualquer locutor do JCB, verifiquem as condições de trabalho nas cabines de transmissão do clube.

.Eles deveriam receber adicional por insalubridade!

Antonio Moura (14/08/2014) - Niteroi/RJ

Sr.Jusué Lacerda,

A considerar seu eloquente texto de de hoje, de cuja verdade compartilha também o ilustre turfista Eduardo Sanches, - somos obrigados a considerar que há uma ponderável quantidade de animais inscritos que NÃO PODEM VENCER em hipótese nenhuma.

Se inexistem vertentes paralelas (afora a credibilidade do treinador que pelo visto não fede nem cheira), como a chamada do páreo ser "5 anos e mais idade sem vitória), o estilo da conquista, se com tudo ou à vontade, se por cabeça ou por vários corpos, a declarada preferência do animal pela cerca de dentro, o "train" de corrida lento e sem disputa pela vanguarda, os competidores de trás que por lá ficaram, o rateio elevadíssimo mostrando claramente que a expectativa de vitória era zero à décima potência, a pré-disposição do cavalo em superar naquela tarde-noite suas naturais deficiências locomotoras, etc., etc., etc., - então não faz o menor sentido formar páreos que incluam animais que não devem e não podem colocar seus números no topo do placar.

Em última análise, declara-se a toda uma confraria ligada no turfe, que não vale a pena arriscar o dinheiro em corridas de cavalo.

Este seu criado, por entender que entre culpa e responsabilidade existe uma distância imensurável, vai continuar insistindo em suas habituais apostas. Percebe-se, daí, o quão de leve foi atingido em suas convicções sobre a matéria em pauta.

Cordialmente, - Antonio Pais de Moura.

José Augusto Seabra Sales (14/08/2014) - Brasília/DF

Monteiro, 

Foi a melhor condição negociada com o Grupo para que todos pudessem constatar e fiscalizar o trabalho que é levado ao plenário da Câmara, que sempre aprova seus pleitos sem nenhum meio de contradição.

O ajuste de procedimento foi solicitado após a recusa de admissão do JCSV na Câmara, o que concordo pelo fato de que a condição de participação seria de Convidado Ouvinte, o que não acho justo com as demais raças que são somente representadas pela suas Associações de Criadores, somente o Turfe tem tão expressiva quantidade de representantes e um grupo de trabalho específico.

Finalmente não precisaria de tantos representantes na Câmara se tivéssemos nossa Associação coordenando juntamente com as suas filiadas regionais um programa que unissem as diversas demandas em um programa de recuperação não somente do Turfe, mais principalmente da raça PSI, razão de sua verdadeira existência.

Aproveito e reitero meus votos que São Vicente encontre seu ponto de equilíbrio e que possa brevemente normalizar suas atividades hípicas.

Forte abraço.

Eduardo Sanches (14/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Antonio Moura,

Desculpe-me pela intromissão no seu debate sobre diversidade de performances com o Sr Josué Lacerda, mas de antemão lhe asseguro que o CNC não prevê a possibilidade de ser levado em conta os antecedentes e ou a credibilidade do profissional envolvido, até mesmo sendo ele primário.

Ou seja, para ficar caracterizada a diversidade de performances, respeitadas as mesmas condições de chamada do páreo, só a vitória do animal que por ventura venha de um fracasso em sua última atuação é mais do que suficiente para caracterizar o delito, portanto nenhuma outra vertente paralela deverá ser observada.

Josue Lacerda (14/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Senhor Antonio Moura,

Conforme predisposição anunciada em sua resposta à minha dúvida, também serei breve e explícito.

A) Com todo respeito, jamais ousaria expor teorias que o levassem a "provar do seu próprio veneno". 

B) Por favor, leia-se trecho extraído do Código Nacional de Corridas: "...a diversidade de perfomance consiste em um cavalo de corridas produzir flagrante desacordo com outra ou outras corridas anteriores nas mesmas circunstâncias técnicas, independentemente da colocação obtida". (4° parágrafo do citado Código).

c) Respeitado Senhor, o Código é claro e não denuncia "nuances" inerentes ao fato, tais como, histórico ou curriculum de qualquer profissional envolvido com o cavalo que venha transgredir tal código.

C) Estimado Senhor, conforme tentei explicitar, e fui bastante claro, jamais ousaria julgar ao treinador J.S.Guerra e, corroborando ao fato, as informações que possuo quanto ao caráter do treinador, é que se trata de um profissional de imensa retidão, ética e humildade. 

D) Creio que convém adir que seria um absurdo considerar o histórico, qualquer que seja, de um profissional na hora de um juízo. Creio também que se a Justiça partisse dessa premissa, num futuro não muito distante se destroçariam os baluartes do Direito Humano.

E) Senhor, jamais gostaria de provar do preço da culpabilidade de um ex transgressor.

Antonio Cesar Monteiro (13/08/2014) - São Vicente/SP

Com a finalidade de firmar um meio de comunicação com seus associados e toda a comunidade turfística, o Jockey Club São Vicente criou seu site oficial cujo endereço é : 

www.jockeysaovicente.com

Através deste meio, poderemos manter todos os interessados bem informados das ações que estão sendo feitas para a reorganização e reformas das instalações com o objetivo do retorno das corridas vicentinas.

Antonio Cesar Monteiro

Vice Presidente - Turfe

J.C.São Vicente

Antonio Cesar Monteiro (13/08/2014) - São Vicente/SP

Caro José Augusto Seabra Sales (13/08/2014) - Brasília/DF

 

Excelente e animadora a notícia de que o Grupo de Trabalho de Revitalização do Turfe pretende estudar uma maneira de disponibilizar antecipadamente todos os assuntos e procedimentos em pauta. Sem dúvida que as Associações e das entidades turfísticas que não integram a Câmara poderão contribuir com a reestruturação do Turfe tão almejada.

Hoje, com a tecnologia existente, não há fronteiras para a comunicação. Até mesmo um grupo fechado de uma rede social poderá ser criado. 

Vou continuar otimista e aliar-me ao seu querer e sua esperança.

Antonio Cesar Monteiro

Vice Presidente - Turfe

Jockey Clube São Vicente

Antonio Moura (13/08/2014) - Niteroi/RJ

Sr. Josué Lacerda,

Serei breve e explícito:

a) Para ficar caracterizada a diversidade de performance, a vitória por si só não basta; há algumas vertentes paralelas a observar, a principal das quais é o histórico do treinador, ou seja, os incriminatórios antecedentes;

b) A menos que a memória me falhe, nestes muitos anos de turfe jamais observei o nome de Jonas Guerra envolvido em irregularidades de qualquer natureza;

c) Inexistem motivos para lhe querer mal, (muito pelo contrário) - eis que o prezado turfista tem toda a razão em alguns casos que saltam à vista;

d) E, além do mais, ao exigir credibilidade, seu discurso limitou-se a repetir o que eu venho, exaustivamente, publicando por aqui. Meu texto de 05.08.14, sob a epígrafe "O Limite de Cada Um", é conclusivo sobre isto e afirmava que "a credibilidade é a célula mater da atividade";

e) Não acho justo, portanto, que, via sua resposta, seja obrigado a provar do meu próprio e amargo remédio.

Era o se fazia necessário deixar claro - como água da nascente.

Antonio Moura

Mario Veloso (13/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

SÃO PEDRO TEM FÃS!!

Minha mulher já esta querendo me bater por dedurar São Pedro, é; pensando bem se estiver mesmo com ele as chaves do Céu, sei não !!!! posso estar lascado nessa estória !!!!

Não sei se tem fundo de verdade, espero que não !!! que seja só coisa do gaiato, pensam em mudar o significado da sigla JCB para Jockey Club do Banhado. SERÁ ?????

Mario Veloso (13/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Sr. Francisco

Lamento informar, mas quem gosta de cavalos é São Jorge, São Pedro até onde eu saiba foi pescador e gostava muito de água, tem aversão à cavalos e não gosta de corridas.

Ademais; segundo informações de cocheira; joga no mesmo time do pessoal que maneja a pista de grama do JCB, e já prenuncia que no fim de semana, SÓ AREIA !!!!

Sobre a Etíope, mantenha a inscrição mesmo na troca de pista, manda o garoto largar colar na cerca, pegar o trilho e ir pro sino, só pegam na ducha e só depois do banho.

Boas carreiras e abraços !!!

José Augusto Seabra Sales (13/08/2014) - Brasília/DF

Compartilho minha satisfação ao participar ontem da reunião da Câmara Setorial de Equideocultura do MAPA e presenciar todos representantes do Grupo de Trabalho de Revitalização do Turfe. Os relatos ficaram a cargo do Coordenador, que com sua peculiar serenidade explicitou pontualmente as diversas atividades em curso questionadas pelo plenário. 

Sempre discordo da maneira truncada utilizada com freqüência pelo grupo para comunicar suas ações para a comunidade turfística. Quando acontecem já estão sacramentadas bastando somente à aceitação ou criticas. O fato é que o Grupo do Turfe pretende estudar uma maneira de disponibilizar antecipadamente todos os assuntos e procedimentos em pauta. Essa é a maneira correta de um representante lidar com seus representados, por este meio as diversas Associações e os demais Hipódromos não participantes da Câmara poderão efetivamente contribuir com o processo de reestruturação do Turfe.

Querendo acreditar e ainda esperançoso por um Turfe melhor.

Marcos Antonio da Silva (13/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Meu amigo Giba Werner está certo .

Mesmo que tivesse escrito " besteiras " ele não pode ser alvo de achincalhamento pelo modo desrespeitoso como foi tratado pelo Sr Marco Antonio Pereira ,cujo estilo de escrita, cá pra nós , está longe de apresentar brilho especial.

Como admirador da obra turfística do meu amigo Giba , deploro totalmente o tom ríspido com que foi tratado , até porque ele é apenas turfista e nada entende de veterinária .

G.W. , por exêmplo , sabe montar a cavalo muito bem e conhece a fundo as tradições gauchas de valentias e peleas , dentre outras caracteristicas do grande RS que nem vale a pena falar porque o Brasil todo já conhece .

Garanto , por exêmplo , que o Sr Marco Antonio não conhece a Frenadoce de Pelotas , lugar em que o GW deita e rola nos petiscos açucarados .

Também não conhece a Festa Internacional do Churrasco de Bagé , outro local em que meu amigo G.W. manda e desmanda .

Além do mais é companheiro de Antonio Moura , o que já concede ao Giba um selo ISO de qualidade turfística e moral intocaveis , sempre lembrando que nosso Moura trabalhou com o genial empresário Joaquim Rolla ( o homem do Quitandinha )e quem já trabalhou com Rolla pode autenticar a categoria do Giba com conhecimento de causa.

Respeito ao meu amigo Werner que ele merece .

Gilberto Werner (13/08/2014) - Porto Alegre/RS

Marco Antonio Pereira

¨Besteira¨ disse o senhor quando se referiu a laminite de forma técnica - usando para isso o meu desconhecimento quanto aos termos em questão.

Laminite ou aguamento - sempre soube - é uma doença dos cascos do cavalo que provoca a sua necrose. Talvez aí eu tenha, por ser leigo no assunto, me expressado de forma incorreta. Mas não me desculpo por isso nem penso que tenha falado ¨besteira¨. Não sou veterinário e jamais tive um cavalo que sofresse de ¨laminite¨. Talvez porque lhes tenha dado toda a atenção e tenha a sorte em meu caminho.

O respeito entre os homens do TURFE é muito bom e eu gosto.

Francisco Rodrigues da Silva (13/08/2014) - Petrópolis/RJ

Srs.

Sobre a Vitória, do animal, Acalanto , Este pareo e o antigo pareo de porão, acho que nao precisa dizer mais nada.

Sr Josué, 

Agradeço o abraço .e sabado se confirme a grama, jogue umas poules na nossa eguinha, ETíope. 

Grande abraço. 

F Rodrigues

Stud gata da serra

Claudio da Silva (13/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Não querendo defender o Sr. Gilberto, temos um grande exemplo de humildade para com o semelhante, trata-se do Sr. Marco Antonio Pereira, talvez características dos atuais médicos.

Eduardo Sanches (13/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezados: Josué Lacerda.

Francisco Rodrigues e Antonio Moura.

Com Certeza o treinador do cavalo Acanto não agiu com dolo no episódio da recente e surpreendente vitória do animal, mas fica evidente que ele, sem dúvida alguma , é o único culpado pelo fato e portanto passível de punição por diversidade de performances.

Num passado não muito distante os treinadores nem sequer pensavam em inscrever, em menos de 30 dias, um animal que viesse de um fracasso recente.

Havia C.C atuante, fiscalização e respeito ao publico.

Hoje não existe nada mais disto. Pena! 

Por essas e outras é que o turfe já perdeu muitos adeptos e ainda continua com frequência aparecendo na mídia (novelas da Globo) como “cemitério” de apostadores.

Josue Lacerda (13/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezados senhores,

Francisco Rodrigues da Silva e Antonio Moura.

Primeiramente,

agradeço imensamente a participação dos dois no assunto que expus na noite de ontem, relativa à vitória surpreendente do animal Acanto.

Sr. Francisco, gostei muito da sua expressão "...leve na esportiva...",. Ela, com toda certeza, demonstra paciência e ponderação por parte da sua pessoa. Isso é uma virtude. Agradeço profundamente pois suas palavras me acalmaram e me fez perceber que, talvez, tenha sido levado por impulsos. Obrigado e, permita-me, um grande abraço.

Sr. Antonio Moura,

Entendo e aceito com todo respeito, a sua explicação quanto à idoneidade e profissionalismo do treinador J. Guerra, o qual não conheço pessoalmente e, portanto, não me cabe, jamais julgá-lo. Inclusive, nesse exato momento acabo de rever o páreo e concordo com suas palavras. Porém, prezado Senhor. Independente da postura de qualquer profissional que atua hoje no Hipódromo da Gávea, venho chamar a atenção para "fatos" parecidos ao de ontem, que estão ocorrendo comumente nas carreiras do nosso Hipódromo.

Amigo, será que todo e qualquer jogo não deve existir sob o termo da credibilidade ?

Falo, inclusive, de retas conturbadas com reclamações expostas e resultados confirmados ou não. Credibilidade, meu amigo. Dos cavalos de corrida emergem as corridas de cavalo. Um abraço e obrigado e não me queira mal.

Marco Antonio Pereira (13/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

SR. Gilberto Werner

Quanta besteira em tão pouco espaço,ao falar de aguamento ou laminite. As duas palavras são para a mesma patologia, uma no popular, a outra técnica . A causa normalmente é de origem alimentar, causando uma reação alérgica, com dilatação dos vasos e congestão sanguínea nos cascos, e não isquemia, como foi citado p/ Sr , e com certeza não provoca necropsia, que é o ato de examinar os cadáveres, visando determinar o motivo do falecimento. Acho que a palavra correta seria necrose, porém, quando não se entende do assunto, é melhor calar e ouvir. 

Marco Pereira

Pasqual Evangelista (12/08/2014) - Valinhos/SP

Sr.Luiz Carlos Barbosa

Verdade. Quem fechou o L.Salles foi a Joseane Goulart. Fui enganado pois meu controle é feito pela baliza quem montou o animal que saiu da baliza 5 foi o A.Queiroz.

Só não concordo que o caixote foi lícito.

Para mim caixote lícito é aquele que o jóquei mantem a linha e assim fazendo coloca o adversário no caixote. Não foi o que aconteceu, Quando o L.Salles tentou sair do animal que estava a sua frente a J.Goulart jogou seu pilotado para cima do animal do L.Salles pra encaixotá-lo.

Considerar isso lícito significa aceitar desvio de linha.

Minha opinião, mas o vídeo está disponível para quem quiser vê-lo.

Luiz Carlos Barbosa (12/08/2014) - São Paulo/SP

Sr. Pasqual Evangelista, segundo páreo de cidade jardim nessa segunda feira o prejuizo do L.Sales com Troppo Male foi ocasionado pela Joseane Gulart com Lukinha que na minha opinião deu um caixote tecnico e licito, o joquei A.Queiroz nada tem haver com o lance.

Francisco Rodrigues da Silva (12/08/2014) - Petrópolis/RJ

Sr.Josué. 

A algum tempo atrás, ganhou uma égua pagando um rateio, acho quê o maior rateio na gavea, todos, acharam engracado foi ate matéria, na globo,ontem, com o animal, treinado pelo J Guerra, foi a mesma coisa, leve na esportiva.

Nao houve dolo,

Nao fique chateado, o próprio treinador, nao jogou, torceu para uma Boa corrida,e os favoritos, fracassaram.

Boa sorte.

Antonio Moura (12/08/2014) - Niteroi/RJ

Sr. Jusué Lacerda,

Entendo sua incredulidade com a vitória do Acalanto eis que até eu, que tenho em Jonas Guerra um antigo e dileto amigo, estou perplexo até agora.

Mas de nada adianta argumentar com razões do coração para justificar a inesperada vitória; vamos, portanto, argumentar à luz da técnica:

a) O rateio de 900 por 10, provavelmente o mais elevado deste ano hípico, fala por si só -qualquer aposta mais significativa baixaria a pule a níveis inferiores. E apostas em bancas paralelas (se é que ainda existem), o rateio é cotado a 120 x 10 (pelo menos era assim);

b) Como também fiquei sem o dinheiro neste páreo, o que vi foi o animal se aproveitar do fato de largar por dentro, tomar a ponta e colar na cerca, e sempre com um corpo no máximo, não ser incomodado até os 300 finais;

d) Chegou a ser dominado por mais de meio corpo nos 200, mas o adversário não tirou, ou porque não pode ou porque esmoreceu, permitindo a volta do animal do Jonas, ainda a tempo de vencer por uma paleta ou pouco mais do que isso.

e) Se isto lhe serve de consolo, tem minha palavra de que o treinador é pessoa honesta e competente, responsável e muito trabalhador. Tanto assim é que me confidenciou, em nosso último encontro no leilão do The Best, que está apenas com seis animais, todos de modestos recursos e que esperava que a próxima vitória fosse de um animal cego de um olho, cujo nome não recordo agora, que está esperando apenas páreo realizado à luz natural para tirarmos uma foto;

f) O que ele não disse, mas afirmo eu agora com todas as letras, é que Jonas Guerra, no afã de cumprir seus compromissos financeiros, pode ser encontrado diariamente nas matinais servindo cafezinho e pão com manteiga à turma do padock. Tipo do despropósito, eis que se trata de um profissional que porta em seu "curriculum" uma vitória de Grande Prêmio Brasil com o ligeiro e duro Lord Marcos.

Talvez seja o caso do prezado turfista, à luz dos fatos, rever sua opinião.

Saudações do Antonio Moura.

Marcelo Leanza de Almeida (12/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

É Paulo Gama acho que de nada adianta seu texto contra tamanha incapacidade daqueles que se dizem capazes de tomar alguma decisão logica a favor das corridas de cavalos, realmente acho que a pista de grama do jockey club brasileiro definitivamente não é para corridas de cavalos e sim para jogos de futebol ou quem sabe para outras atividades.

Basta ver que temos por diversas vezes pareos de potros que a maioria das vezes nunca correram e que são obrigados a se espremerem numa raia com uma cerca movel de 12 mts

Realmente fica dificil de entender tamanho gasto com a reforma dessa mesma pista que realmente os unicos a terem que usar não fazem uso que são os cavalos.

Mario Veloso (12/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Paulo Gama;

A VOZ EM TEXTOS OBJETIVOS !!!

que a pista de grama não é bem manejada, é fato !!!

ainda creio que o melhor caminho seria pedir orientação à um bom técnico em botânica

vou bater na tecla de que manejo da pista de grama não é assunto para aventureiro.

é agua demais com constante uso de menos.

E essa famigerada cerca móvel além dos 6 metros?

Desconhecimento? (quero acreditar nesta hipótese como a mais provável) 

Desinteresse? 

Preguiça ou Comodismo? 

MAU INTENCIONADO? (não quero acreditar e não devo adotar esta opinião)

Josue Lacerda (12/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Acaba de ganhar o 5° páreo da corrida de segunda feira o animal Acanto de propriedade do stud Farna, treiandor J.S.Guerra, montado pelo ginete A. Correia.

Um pequeno detalhe: a anima vem de último na mesma turma, pagava, então o rateio de R$141,8. Isso no dia 28/07, ou seja, fazem exatamente 14 dias que o animal chego último na mesma turma. Outro detalhe: ganhou hoje com o rateio de R%90.00.

SERÁ QUE O TURFISTA NÃO É MAIS REPEITADO ?

REPUGNANTE!

ONDE ESTÁ A COMISSÃO DE CORRIDAS ?

ONDE ESTÁ A DECÊNCIA?

SERÁ QUE O DINHEIRO QUE O POBRE TURFISTA APOSTA E QUE MANTÉM ESSA INSTITUIÇÃO É FURTADO?

VÁRIOS FATOS DESSA NATUREZA VEM OCORRENDO NO HIPÓDROMO DA GÁVEA.

NA ÚLTIMA SEGUNDA FEIRA, 4/08/2014, O TREINADOR J.BORGES, CONSEGUIU A FAÇANHA DE COLOCAR NO PLACAR OS QUATRO PRIMEIROS COLOCADOS! PARABÉNS TREINADOR! PORÉM DEVERIA NOS AVISAR QUE SEUS CAVALOS CHEGARIAM DO RATEIO MAIOR PARA MENOR, OU SEJA, O SENHOR COLOCOU NA ORDEM INVERSA DE FAVORITISMO SEUS QUATRO CAVALOS!

CREIO QUE A CREDIBILIDADE NESSE JOGO NÃO EXISTE MAIS...

MENOS UM TURFISTA NOS JOGOS DA GÁVEA!

Pasqual Evangelista (12/08/2014) - Valinhos/SP

Srs. Comissários de São Paulo

Qual deverá ser a punição do jóquei A. Queiroz que mudou o resultado do segundo páreo de segunda feira. Incrível o comentarista dizer que foi uma manobra lícita. Isso que é ser amigo do jóquei. Assistam o replay.

Gilberto Werner (11/08/2014) - Porto Alegre/RS

SEMPRE EXISTE TEMPO

Para retificar o que foi dito: me pareço muito ¨radical¨ ao dizer que ¨presidente dos presidentes¨nunca existiu por aqui. Existiu sim mas foi há muito tempo - porque este título é muito nobre.

Aí no Rio de Janeiro - na Gávea - existiu Linneo de Paula Machado. Por aqui existiu um presidente que marcou época Fernando Jorge Schneider. Ambos construiram os Jockey Club que comandaram. Adquiriram. Jamais ¨venderam¨ou ¨permutaram¨patrimônio.

Foram ¨grandes¨para o TURFE. Não permitiriam de forma alguma Codere em seus clubes de corridas dos cavalos PSI.

Gilberto Werner (11/08/2014) - Porto Alegre/RS

EU SEMPRE ACREDITEI

Eu sempre acreditei na ¨compreensão¨ de Marcos Antônio. Sempre mantive a crença de que ¨um dia¨ a luz da compreensão fosse iluminar os seus conhecimentos adquiridos ao longo dos anos e que, de uma maneira ou outra, ela adquirisse importância em seus caminhos.

Resta agora que nos brinde - a mim e ao Antônio - com a devida ¨sabedoria¨ de que ¨presidente dos presidentes¨ jamais existiu aqui no Turfe e quiçá em todo mundo. Então, pois então, somente aquele que não possuir o ¨orgulho¨como base, a ¨vaidade¨ como meta e a ¨prepotência¨ como uso poderá se igualar à qualidade e a elegância no que representa o turfe: a imagem do cavalo PSI no ¨Esporte dos Reis¨ - o valor magnífico da força, da vontade e da resistência num único obejtivo: a vitória.

Então ainda em condição ¨embrionária¨ aguardemos este sábio.

João Antonio Martins (11/08/2014) - Petrópolis/RJ

Como pode "O Favorito" citar confúcio varias vezes por mês, quando ele diz: "Nunca faças aposta. Se sabes que vais ganhar és um patife, e se não sabes, és um tolo." Esse Jornalzinho é quem confecciona os programas oficiais do Jockey Club Brasileiro !!!! Quem duvidar é só pegar o dito jornal de ontem, dia 10/08 e logo após o retrospecto do 10º páreo, tá lá !!!!

Marcos Antonio da Silva (11/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Me associo aos amigos Antonio Moura e Giba Werner na cruzada contra o deboche e o achincalhe.

De fato , sempre deve ser observado o devido respeito no trato com as pessoas , ainda mais neste democrático espaço turfístico em que os mencionados amigos pontificam de maneira especial.

Neste século XXI não há mais lugar para o preconceito contra minorias e etnias e proponho que , doravante , tratemos aqui apenas de turfe e com moderação .

As preferências e gostos de meu amigo Werner são dele e ninguém tem nada com isso conforme acentuado pelo seu companheiro e ilustríssimo lusitano Antonio Pais de Moura .

Estimo que sejam felizes e respeitados para sempre .

Meu abraço solidário .

Gilberto Werner (11/08/2014) - Porto Alegre/RS

Laminite ou ¨aguamento¨.

Certa vêz, há muito tempo, abri a porta de certa cocheira de certo ¨treinador¨ e encontrei um cavalo amarrado pelo ¨buçal¨- com duas cordas. Cada numa parede de forma a não se movimentar o animal. No solo havia água até os seus boletos. Claro que fui parguntar a razão de tudo aquilo . A resposta foi rápida: ¨aguamento¨!

Hoje sabe-se que a ¨laminite¨ é a falta de circulação do sangue nos cascos causando necropsia. Tudo causado por um distúrbio cardio-vascular do animal.

A medicina veterinária teve junto com a medicina humana, no final do século passado, descobertas espetaculares. Por estes dias vi na ¨internet¨ a prótese de uma pata dianteira em certo cavalo impedindo o sacrifício daquele animal. Uma prótese imitanto uma perna dianteira e um casco de modo que o cavalo podia ¨se¨ apoiar como um cavalo comum.

Quando, na história do PSI, poderíamos imaginar isto? Animais considerados como ¨fenômenos¨ teriam sido preservados para a reprodução. Foram alguns dos ídolos que mais admiramos como ¨Grão de Bico¨ por exemplo.

Aqui no sul a fila também foi grande. Cito apenas um, há muito tempo, um certo ¨Astuto¨ - um craque. Um ídolo gaúcho que me levou a conhecer, junto com meu pai, as tardes do turfe.

Quando disparado na frente, faltando apenas trezentos metros para o disco, caiu com a pata dianteira quebrada, balançando no ar. Saí daquele ¨Bento¨ chorando e continuei chorando em casa depois do que vi naquela tarde daquele domingo - perdido na minha cidade e na minha saudade.

Luis Alberto Rodrigues de Souza (11/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Muito triste a noticia de que o craque Bal a Bali esta lutando contra uma laminite apos sua chegada noa EUA. Vamos torcer para que ele consiga vencer mais este desafio.

Thiago Godoy (11/08/2014) - Recife/PE

Essas noticias veiculadas em alguns sites de que BAL a BALI está com LAMINITE são verdadeiras ?????

Paulo Cesar P. da Silva (11/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Como essa Comissãozinha consegue ser tão cara de pau? Semana passada sol todos os dias, temperatura acima de 30º, o penetrômetro baixando 0,1 ou 0,2 por dia! Ontem [sábado] inventaram um 5,0 para não dar Grama para os potros [ 4,9 ] , o dia todo nublado, frio e até garoando no Hipódromo, penetrômetro hoje [domingo] às dez horas 4,6 baixou 0,4 ?? Como ?? 

Bons tempos àqueles que haviam diretores em todos os setores do hipódromo, funcionários de confiança mediam a grama, diretor vinha confirmar a pista, hoje só querem arrumar dinheiro!

Cláudio Pragana (10/08/2014) - Recife/PE

Parabéns a Mancuso pela página " As matinais" muito boa , da revista Turf Brasil.

Cláudio.

Nilton Flora (10/08/2014) - São Paulo/SP

Sr Marcelo Almeida sobre seus comentários sobre N.Cunha , eu acha que o sr esta equivocado este animal (GENEROSO ) esteve entre a VIDA E A MORTE ( COLICA ) veja que correu em 14/12/2013 , e ai correu em 16/02/2014 e correu em 12/07/2014 e agora dia 09/08/2014 são (CINCO MESES ) parado de uma estuda bem melhor no retrospecto e não fique (ESCREVENDO QUE O JOCKEY N.CUNHA E SUSPEITO olha vou te escrever outra coisa sabe porque BELA BISCA não ganhou a corrida de ontem durante a semana ela tomou um grande tombo na vila hípica ficou deitada com as quatro patas para cima sem mais abraços

Luiz Antonio Frank e Silva (10/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Parabéns a TODOS os TURFISTAS .

Pelos dias dos PAIS

STUD ACQUA AZUL

Gilberto Werner (10/08/2014) - Porto Alegre/RS

ASSIM É NO TURFE TAMBÉM

Se um dia te chamarem de ¨NINGUÉM¨ - fique feliz. Ninguém é PERFEITO!

GW

Marcelo Almeida (10/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

SUBSTITUIR D.DUARTE POR m.s.machado e pelo derrotado e parceiro do grande vencedor de bolos da barão de bom retiro só pode ser brincadeira da c.c. Grande favorito consegue o feito de se atrasar na partida com o grande favorito talvez tenhamos mais uma gloriosa vitoria do credenciado.

h.fernandes volte para seu prumo pois dentro de pouco tempo estará pendurando o chicote pois pelo que sabemos o adriano é aprendiz perto de vc.

E a c.c. nem antidoping faz nesses profissionais.

Jose Roberto Giancristoforo (10/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Acabar com eventos e criar todos os tipos de jogos possível , Trifetas, quadrifetas , dupla , exata, em todos os páreos, isso voltar ao passado, criar Pik 3 , Pik4 , Pik5 , Pik6 , Pik7 ( bolos ) , aonde a possibilidade de acumular é grande e assim chamar atenção da mídia e do mundo turfista e não turfista , ter uma gama maior possível de opções para apostador, a média que já retornou acima de 90 mil irá com certeza acima de 100 , 110 , 120 . 

03/08/2014 1.048.369,07 10 104.836,91

04/08/2014 981.626,17 10 98.162,62

08/08/2014 803.051,32 8 100.381,42

09/08/2014 908.194,70 10 90.819,47

O apostador aguarda providencias e que os eventos venham ser proibidos dentro do JCB , a não ser aquele que é ligado ao turfe e tenha o turfe em destaque.

Mauro Guimaraes (09/08/2014) - Niteroi/RJ

Fiquei impressionado com à matéria do Gilberto Gama sobre o Voando Baixo, sensacional.

Seria possível assistir à um video com alguma (s)atuação do cavalo?

Antecipadamente, muito obrigado.

Mauro Guimarães

Marcelo Almeida (09/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Corrido sexto páreo de SP 09/08 o maior favorito da semana e o acabado e "suspeito" n.cunha brincou de índio e a omissa e incompetente ou sabe lá mais o que nada fará com ele que frequentemente manobra suas montadas.

Caso houvesse algum respeito ao dinheiro dos apostadores ele seria suspenso antes de retornar ao padoque pois o percurso que ele fez foi uma das maiores vergonhas para um jóquei da sua idade. O mesmo demonstrou usar sua idade apenas para manipular e fazer o que é do seu interesse.

DAQUI A POUCO O JCSP ESTARÁ ATRÁS DO JCRGS.

QUEM VIVER VERÁ.

Leo Friedberg (09/08/2014) - São Paulo/SP

Sr Cyro Q Fiuza, sei que vc é grande torcedor do JCSP e por isto nem leu direito o que postei, releia, o que já está OK e quais as próximas metas. Passe bem

Ronald de Carvalho (09/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Gol de placa do JCB. Finalmente, o bom senso prevaleceu. A CC ao contar com a colaboração de ex-jóqueis - Marcelo Cardoso, Renan Marques e Jorge Poletti - no julgamento dos páreos, dá um passo gigantesco de qualidade, conhecimento e seriedade num dos mais importantes alicerces das corridas: julgamento dos prejuízos ocorridos. 

Por mais preparado que seja qualquer comissário, a experiência profissional de quem lá esteve jamais poderia ser desprezada. Nota mil pela decisão tomada.

Cyro Queiroz Fiuza (09/08/2014) - São Paulo/SP

Alvissareiras as notícias referentes ao Jockey Club de São Paulo, divulgadas por Léo Friedberg neste espaço do Raia Leve. Investimentos em equipamentos de partidor, anti-dopping, software e, principalmente, aumento de prêmios para Cidade Jardim! Agora é esperar que algum assessor oficial do JCSP também se manifeste, para confirmar esse pacote de medidas que o turfe paulista tanto espera!!!

Gilberto Werner (08/08/2014) - Porto Alegre/RS

UM AGRADECIMENTO

Antônio Moura - nós todos o conhecemos daqui do Raia Leve não somente pelos seus textos fundamentados pelo conhecimento mas também pela fina percepção e respeito para com todos. Dito isto desejo agradecer ao Antônio a sua manisfestação expontânea diante da fina linha que me propuz segmentar aqui no Raia Leve. Antes de tudo o ¨respeito pelo homem¨ é fundamental. Não o havendo perde-se em tudo no que seja ou for proposto.

Jamais ofendi quem quer que seja neste site. Coloquei aqui a minha discordância quanto a administração em meu ex clube. A discordância que mantenho até hoje, seja em qualquer ponto, foi aqui delineada sem ofender pessoalmente a qualquer daqueles que administram o JCRGS.

Não compactuo e jamais andei ao lado de ¨grupos políticos¨. Um clube é um clube. É um grupamento de pessoas que se reunem obetivando um mesmo fim, no caso o TURFE. E vivem em harmonia para com isso. E se encontram para isso. E se felicitam quando isso ocorre incondicionalmente.

Há muito tempo não existe mais no Jockey Club do Rio Grande do Sul essa harmonia que foi esquecida. Não existe mais aquele oásis. Apenas e exclusivamente para um ¨grupo político¨.

Então não me faz bem compartilhar daquilo que meus sentimentos não aceitam. Vim, há muito tempo, da fronteira. Do lugar onde ¨os mais velhos¨ sempre tiveram ¨o seu lugar¨. Aquele exato lugar que foi ¨o do meu avô¨ e depois ¨dos meus pais¨. E acredito que agora tenha chegado neste mesmo lugar.

Achincalamentos e palavras que não se justificam por conterem inverdades não são do meu feitio. Ando e sempre procurei andar no caminho apenas da verdade. E tenho comigo o que minha família me ensinou - que o tempo é e sempre será o ¨senhor da razão¨.

Nesse interim - neste espaço ¨em que é preciso a chuva para florir¨- vou esperar os dias e as manhãs abrindo a minha janela e procurar pelos meus sabiás...

Antônio sabe disso e eu me sinto feliz por te-lo conhecido aqui no Raia Leve.

Antonio Moura (08/08/2014) - Niteroi/RJ

Sr. Marcos Antonio da Silva,

Não tenho boas notícias:

a) A possibilidade do sr. Gilberto Domingues Werner se retratar do que quer que seja junto ao seu "presidente dos presidentes", é zero;

b) Primeiro porque seu único e imperdoável crime foi sair em socorro de um antigo e dedicado jardineiro e segundo porque não pretende, por sua própria decisão, voltar ao Cristal enquanto reduto dos atuais mandatários;

c) E, finalmente, por estar em paz com sua consciência.

Diante de tudo isto, faz-se mister que os editores terminem com os habituais achincalhes dirigidos ao histórico turfista gaúcho; respeito é o mínimo que se espera de quem aqui entra!

Antonio José Pais de Moura

Marcos Antonio da Silva (08/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Giba Werner , meu amigo ,

Com enorme prazer recebi a notícia mais aguardada do ano. 

Finalmente permitida a entrada de Giba Werner no lindo Cristal. 

A resolução liberando a entrada do importantíssimo turfista já foi assinada pelo presidente dos presidentes , bastando o meu amigo Giba redigir e assinar a carta de retratação para que volte a conviver entre seus pares.

Giba , por favor .

Afaste o orgulho de lado e apresente as suas desculpas ao Pres. Vecchio.

Será um enorme prazer conhecer de perto o grande amigo e prestigiar as minorias .

Um abraço forte

Ulisses Carneiro (08/08/2014) - Acegua/RS

A noticia dada pelo Sr.Leo Fridberg a respeito do novo Laboratorio Anti-dopping do JCSP nos enche de alegria, imaginando que o"trem da alegria frances" com os sanguizinhos cariocas pode acabar ...quem sabe revertendo em um aumento de premios..

Att

Ulisses Carneiro

Gilberto Werner (08/08/2014) - Porto Alegre/RS

NO MOMENTO.

¨Descobriu-se¨ uma nova maneira de ¨agradar¨ aos turfistas - enquanto a ¨realidade TURFE¨ corre ao contrário e ao ¨arrepio¨ da raia convencional...

GW

Roberto Vieira da Fonseca (08/08/2014) - Brasília/DF

Gostaria de agradecer ao presidente Vecchio pela atenção dispensada em relação à Revista Cristal. Resposta ágil e eficiente, por sinal. Ontem mesmo, antes do início das carreiras, a publicação estava disponível completa para download.

Leon Friedberg (08/08/2014) - São Paulo/SP

Queria parabenizar o JCSPaulo pela compra do novo partidor e principalmente pelo investimento de R$ 1.200.000,00 em moderníssimo aparelho de anti-dopping que tornará o JCSPaulo entre os 5 melhores Laboratórios de anti-dopagem do Mundo 

Próximas metas investimento no software e aumento de prêmios

José Vecchio Filho (08/08/2014) - Porto Alegre/RS

Prezado Roberto Fonseca e turfistas em geral:

Informo-lhes que, após a justa reclamação feita aqui neste espaço referentemente à disponibilização integral da Revista Cristal no site do JCRGS, averiguei os fatos junto à Comissão de Corridas, Diretoria de Apostas e Departamento de Marketing, concluindo que é indispensável a postagem integral da mesma em nosso site para bem informar os apostadores de todo Brasil.

A idéia de uma ’edição simplificada gratuita’, visando futuras assinaturas digitais para obtenção da integralidade da Revista foi abolida, razão pela qual a partir desta semana retomaremos a publicação integral gratuita.

Peço desculpas aos nossos apostadores pelo transtorno.

Abraço a todos

Vecchio

Sergio Rigo (08/08/2014) - Niteroi/RJ

Prezados,

Segue para apreciação copia do email enviado a diretoria da Codere no qual estou sendo acharcado pelos profissionais que la se encontram.

Conforme relato, estamos a merce de um grupo de total despreparo que visa somente o lucro e pouco caso aos apostadores.

Abaixo copia

sergio rigo 

6 de ago (Há 1 dia)

para jose.vernucci, andre.gelfi 

Prezados,

Diante do exposto ocorrido durante a semana nas lojas Turff Gávea e

Turff Niterói, informo que não retornarei ao credenciado por motivos

no qual tenho a certeza que a relação entre apostadores e responsáveis

pelo credenciado não condiz com uma empresa solida, transparente e que

merece respeito.

Descrevo aqui algo que muitos apostadores gostariam de expressar o que

sentem ao entrar nas lojas do Grupo Codere no Rio de Janeiro.

Conforme relato anterior ao Gerente Carlos o despreparo pela equipe

tem superado os limites de qualquer apostador. A falta de

comprometimento e notório, a qualidade e respeito a apostadores não

existe. Os caixas e supervisores discutem em tom de voz alto com os

apostadores, principalmente esses quando são de idade avançada e não

possuem mais o vigor de rebater critica, ficando assim, tolidos,

criando indignação e antipatia. Uma calamidade.

Outro detalhe, ambiente sujo, com falta de limpeza nos salões, como

prova, o piso da Gávea encontra-se encardido, com muita poeira,

banheiros sujos com bastante odor, portas quebradas entre outros.

Tudo assistido pelo gerente que passeia pelo hipódromo como se tudo

estive em perfeitas condições.

Dentre os diversos acontecimentos de total frustração a mim como

apostador, o ocorrido na semana passada foi o pior.

Relato assim o ocorrido:

Dia 29/07 – Estive na Gávea onde permaneci por algumas horas, devido

falta de produto.

Dia 30/07 – Recebi a ligação do Gerente Renato informando que faltou

R$1500,00 em uma caixa na loja Turff Gávea, sob a alegação que a caixa

me entregou a mais do que eu devia receber.

Dia 01/08 – Estive na loja Turff Niterói onde permaneci ate o ultimo

páreo da Austrália.

Dia 03/08 – Mais uma vez o Gerente Renato informa que faltou dinheiro,

agora na Turff Niterói e que foi dado a mais o valor de R$ 2000,00.

- Pergunto, sob qual alegação, ha comprovação que foi atribuído a

mim, se o valor se em diversas circunstancias, os caixas fazem o

aporte de dinheiro (fill) entram e saem da linha de caixa? Outro

detalhe, somente eu jogo na loja? Detalhe, cobrar aos valores dias

após os fatos?

- A postura do Renato em correr literalmente pelo Jockey atrás de mim

(observem nas câmeras) para informar o valor que faltou em referencia

esta correta?

- Quando realizamos apostas temos de sempre conferir a aposta,

correto? E a recíproca não e a mesma?

- Estou sendo alvo de pessoas má intencionadas na instituição? Estou

sendo “ acharcado” dentro de uma casa de apostas?

Como podemos acreditar no jogo se nem aos Caixas e Supervisores

conhecem os limites para cada hipódromo. Já tive de explicar na

grande maioria dos supervisores como calcular valores. Os caixas não

sabem manusear dinheiro onde em muita das vezes, foi atribuído sim a

mais e devolvido, pois jamais iria abster de valores principalmente

quando esses reclamam que não recebem direito, em contra cheque, o

valor correto que a Codere deveria pagar (caixas Gávea). Clientes não

tem que saber os problemas internos da empresa.

Pergunto e afirmo:

Onde esta a responsabilidade e transparência no setor de jogos? – Se

o cliente estiver feliz o sucesso e consequência. Essa é a melhor

afirmação da instituição, assim como descrito em valores da empresa

(site). Talvez não seria esse um grande ofensor para que não se

alavanquem as vendas?

Conheço algumas OTBs pelo mundo mais nunca vi tanto despreparo e má

qualidade no atendimento.

Não tenho que ensinar a trabalhar, sou cliente. Jamais posso aceitar

reclamações posteriores, ou melhor alguém correndo pelo hipódromo me

induzindo a pagar um valor que a mim não pertence. Total

constrangimento.

O valor de R$2000,00 foi entregue a ele na data pois o mesmo alegou

que iria haver punição da funcionaria, ela teria que pagar parcelado,

ela recebia pouco ... Péssima atitude. Mais uma vez misturou os

problemas da empresa com o do cliente. Como afirmo que não houve valor

a mais pago, preciso de recibo da instituição.

E lamentar que pessoas despreparadas como Renato, alguns supervisores

bem como alguns caixas ainda permaneçam a frente da operação.

Lamentável.

Levarei ao conhecimento dos fatos a diretoria da Codere Espanha, tanto

Mendes quanto Sampedro.

Sem mais

Sergio Araujo Rigo

Jose Antonio Vernucci 6 de ago (Há 1 dia)

Prezado Sergio, Agradeço sua manifestação, apontando as falhas em nossa opera...

sergio rigo 

23:01 (Há 7 minutos)

para jose.sampedro, jose.mendes 

PSC

Alexandre Dornelles (07/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Paulo Gama. 

Como sempre perfeito em suas colocações! A matéria feita sobre D. Guignoni consegue colocar exatamente o perfil deste "gênio" na arte de treinar cavalos. Sua metodologia pode até desagradar alguns, mas com certeza neste negócio o que vale é resultado! E isto ele tem de sobra. Trabalhamos juntos no Haras Nacional, mas durante muito pouco tempo. Tive oportunidade de acompanhá-lo realmente quando fomos para o CT Mondesir com os atletas do Araras e pude constatar tudo que escrevestes na matéria: COMPETENTE, DEDICADO, ÍNTEGRO, ÉTICO, BOM COLEGA !!! Parabéns D. Guignoni!!!!

Alexandre Dornelles

Luiz Fernando Dannemann (07/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Uma inequívoca constatação

A partir do silêncio do Excelentíssimo síndico do JCB, depois de questionado por alguns leitores deste Espaço esquivando-se de respostas simples e de interesse coletivo, fica bastante evidenciado o perfil da sua personalidade, àquele que apresenta a face de uma pessoa interessada apenas em si próprio, em preservar seus próprios interesses e a sua vaidade. 

Administrar os assuntos do Turfe requer humildade, foco no crescimento da atividade, desenvolvimento das coisas comuns ao universo hípico e principalmente respeito com todos os envolvidos neste esporte que requer um grande e continuado investimento. O JCB não é auto-suficiente na sua principal matéria prima: O Cavalo. O JCB precisa caminhar ao lado de quem cria e de quem adquire a fonte da água do seu MGA. 

O JCB se distanciou da sua missão LEGAL: O Fomento ao TURFE e o apoio à EQUIDEOCULTURA. 

O que se vê hoje – infelizmente -, é uma comemoração COLETIVA dos atuais dirigentes quando conseguem desvencilhar-se das obrigações para com a “Comissão Coordenadora do Cavalo Nacional”, quando logram obstruir ou reduzir suas contribuições para com os CAVALOS – de todas as raças -, razão pela qual lhes foi dado o direito de existir e de explorar apostas.

Na ânsia de desempenhar o papel de SÍNDICO (alguns que possuem no currículo uma autêntica formação nesta profissão); no afãm de acumular divisas no caixa do clube para investimentos em outras áreas de interesse paralelo ao turfe, as pessoas acabam se esquecendo das leis, da Lei dos homens de bem, da Lei de Contravenções Penais (vide a banca de apostas), e principalmente da lei do Turfe (vide os Parques da Bola que contribuem apenas para os atravessadores).

No JCB, enquanto o turfe padece da mais rasa infra-estrutura (como um RELES armazém), o clube Social se fortalece e cresce a passos largos com a construção de diversos equipamentos e ativos, fazendo com que a taxa de transferência receba muito mais cuidados do que o MGA. No JCB de hoje, brincar de skate é muito mais importante do que fazer o cânter, banhar-se nas piscinas e saborear as delícias do Centro Gastronômico é muito mais eloquente do que preocupar-se com o pão com manteiga na mesa dos profissionais, muitos dos quais vivem hoje à míngua num clube desvirtuado da sua realidade institucional. 

Voltando ao Síndico, utilizando este exemplo gritante de puro individualismo aqui observado quando o mesmo fugiu dos leitores do site, gostaria de demonstrar a toda comunidade turfística o porquê do meu absoluto rompimento de relações com essa pessoa, que aconteceu justamente no momento em que concluí – ajudado também por outros tradicionais sócios que compõe a diretoria do JCB -, de que se tratava de um enorme BLEFE ao priorizar interesses distantes daquilo que se comprometeu com todos nós. 

Este sentimento não é apenas meu... Ele é o da totalidade dos turfistas que converso.

O mais triste, o mais excepcional na minha visão, o mais incompreensível, é o “aval” que ainda é dado a ele por umas poucas pessoas que compõe a diretoria do clube, algumas delas que possuíam, como bandeira, temas absurdamente contrários aos que são utilizados como norte neste mandato, pessoas que tanto discursaram em direções opostas, que tanto caminharam na contramão das ações que são priorizadas nesta administração.

Não é apenas triste... É duro e cruel para mim (como para diversas outras pessoas) assistir determinados “companheiros” – parceiros de um vasto passado de lutas -, comprometido com ideais tão diversos aos que pregávamos em conjunto; tão distantes das suas pregressas biografias.

José Vecchio Filho (07/08/2014) - Porto Alegre/RS

Prezado Roberto Fonseca:

Vou verificar ainda hoje, tão logo chegue ao Jockey para as corridas, o que está havendo em relação à Revista Cristal disponibilizada no site, agradecendo tua reclamação e prometendo envidar os melhores esforços para contornar o problema.

Todo apostador é importante para o JCRGS e bem informá-lo é nossa obrigação.

Continue nos prestigiando ! 

Forte Abraço

Vecchio

Marcos Antonio da Silva (07/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Pare Giba,

Cada vez a sua situação fica mais preta.

Não abuse dos presidente dos presidentes, por favor.

Vecchio é homem sério e nunca se prestou a fazer os malfeitos que você , meu amigão , insinua.

Desse jeito você nunca irá retornar ao JCRS para comprovar a sua inocência nos episódios da comissão do muro , do monumento não erguido e do uso inadequado da mangueira do Sapiranga.

Na condição de amigo , sugiro um pacto de não agressão com o presidente dos presidentes , já antecipando que ele será magnânimo e deixará o grande turfista retornar ao convívio social do belíssimo Cristal .

Flavinho Obino será também um mestre na conciliação, pois deseja homenagear você quando do Bento 2014.

Homenagem marcante .

A sua importância para o turfe brasileiro supera aquela infeliz fala de antena de lagosta, pois o Sr está mais para um peixe ornamental bem colorido , parecendo uma daquelas clássicas vestes do imortal Evandrom de Castro Lima .

Pelo retorno de meu amigão Werner ao Cristal.

Roberto Fonseca (07/08/2014) - Brasília/DF

Gostaria de aproveitar a presença neste espaço do presidente do Jockey Club do Rio Grande do Sul, José Vecchio Filho, para registrar uma reclamação referente ao site da entidade.

Desde a semana passada, a íntegra da Revista Cristal deixou de ser disponibilizada para download. Os turfistas têm acesso apenas à capa e ao retrospecto dos páreos. Sumiram as outras seções (editorial; fotos da vitória; resumo da reunião; estreias e reaparecimentos; indicações; um giro pelo interior; deliberações da Comissão de Corridas; retrospecto com as fotos de chegada da semana anterior). O que houve? Se antes merecia todos os parabéns por manter os PDFs disponíveis para download, agora merece um puxão de orelhas.

Se for continuar assim, sem a íntegra da revista, a primeira providência é tirar aquele banner do site do JCRGS. Notícias, por exemplo, não estão mais disponíveis. 

Grato desde já pela atenção dispensada.

Gilberto Werner (06/08/2014) - Porto Alegre/RS

COMO ATINGE A VERDADE!

Apenas vou dizer o seguinte: Esta diretoria a quem este ¨presidente¨ se referiu - a de 1996 - Que ¨roubou¨segundo ele - 3 milhões dos cofres do JCRGS, ELE Vecchio fazia parte como comissário de corridas da qual era presidente a CC o ¨coronel¨ Valdo Marques da Silva que cansou de dar ¨guarida¨ a este senhor.

Quando houve nova eleição ele( ¨o presidente¨) passou-se para o outro lado ou seja quem venceu as eleições.

Quanto ao ¨roubo¨ dos 3 milhões ( dizem) foi de comissões do presidente Jair Rodrigues pagos pela Multiplan, quando da venda do terreno ao Barra Shopping. A mesma venda que este ¨presidente¨ de agora, travestida de ¨permuta¨, fêz da Vila Hípica do Cristal para a mesma Multiplan. 

José Vecchio Filho (06/08/2014) - Porto Alegre/RS

Não posso silenciar diante das insinuações - e porque não dizer acusações - feitas pelo Gilberto Werner aqui neste espaço referentemente ao dirigentes de turfe atuais.

Primeiro porque manifestamente infundadas e, segundo, porque partindo de quem partiu não podem passar ’in albis’. 

Ninguém fez mais mal ao turfe gaúcho do que o Presidente cuja diretoria ele integrou como ’Diretor de Marketing’, embora ele saiba tanto de marketing quanto eu sei de energia nuclear ! 

Comprovadamente, com decisão transitada em julgado no Tribunal de Justiça do Estado do RGS, a diretoria dele desviou 3 milhões de reais em 1998, hoje seriam, corrigidos e sem juros, mais 12 milhões de reais. Quebraram o JCRGS !

Como pode um sujeito que participou ativa e diretamente deste lamentável capítulo da história do Turfe Gaúcho vir aqui tentar tisnar a imagem dos dirigentes atuais?

Não nos julgue por ti Gilberto Werner !

Eu e minha Diretoria somos todos profissionais bem sucedidos e reconhecidos, inclusive nacionalmente, temos imposto de renda declarado e origem de nossos recursos. Tu, vives do que mesmo ?

Infelizmente Gilberto Werner, vou ter que desconsiderar teus cabelos brancos, pois como diz minha irmã, sem-vergonha também fica velho !

Gilberto Werner (06/08/2014) - Porto Alegre/RS

Senhor Antônio Santos de Belo Horizonte

Eu possuo sessenta (60) anos de turfe. Ininterruptos. O senhor sabe o que é isto? É uma faculdade, uma vida inteira convivendo diariamente com aquilo que ocupa o nosso tempo mas não possuo diploma. Me formei em duas ( 2) Faculdades no estudo. Mas na do turfe jamais consegui um diploma. ¨Cada um¨ desses que administraram o turfe gaúcho, em todos os tempos, tiveram o ¨seu modo¨ de comandar.Mas quase - eu disse ¨quase¨ todos - seguiram a linha da retidão e do benefício ao turfe de um modo geral.

Então havia aquele que a gente ¨era mais chegado¨ ou aquele que a gente respeitava mas não era incluso nas ¨amizades mais íntimas¨. Porém devo deixar bem claro aqui que anteriormente -TODOS eram turfistas natos e viviam NO turfe. 

Hoje já não é mais assim: aqueles que dirigem vivem DO turfe. E os senhores sabem muito bem do que estou falando...

Antonio Santos (06/08/2014) - Belo Horizonte

O turfe vai mal.

Depois dos esclarecimentos do Sr. Luiz Fernando Danemann acerca da redução da dívida do JCB com a CCCCN, em que dá os detalhes da "caneta amiga", e vendo a situação atual do turfe, chego a seguinte conclusão:

- O Sr. Palermo (presidente do JCB) gosta de pegar uma carona no suor dos outros. (até hoje o contrato do parque da bola não apareceu)

- O Sr. Vecchio (presidente do JCRS) está muito mais interessado no Uruguai do que no Brasil.

- O Sr. Edurdo Rocha Azevedo (presidente do JCSP) está muito mais interessado em vender os imóveis do JCSP, do que aumentar prêmios. Acho que já deve estra acabando os 90 milhões que foi apurado na venda da sede do jockey.

E para fechar a quadrifeta,

- O Sr. Sergio Coutinho Nogueira (presidente da ABCPCC) é que nem o Lula. Não viu nada, não soube de nada, inclusive nem viu quando seus cavalos sairam de madrugada do centro de treinamento que iria ser interditado no dia seguinte, por conta de um resultado de mormo. A única coisa que soube foi em outra época, quando faltou reagente para a contraprova que iria confirmar o dopping em um cavalos seu, conforme ele mesmo relatou aqui no espaço do Leitor.

 

POR ISSO QUE O TURFE VAI MAL.

PARABÉNS AO RAIA LEVE POR MANTER ESTE ESPAÇO DEMOCRATICO.

 

 

Antonio Moura (06/08/2014) - Niteroi/RJ

Sr. Marco Antonio Santos,

Compactuo com o seu ponto de vista e façamos justiça ao grande proprietário de Brasília, Sinval Domingues de Araújo, que compartilha há muito tempo deste democrático planejamento, distribuindo a sua numerosa tropa por uma boa meia dúzia de treinadores, nem todos do primeiro time. Ou seja - dá oportunidade a muita gente boa que ainda não fez história.

Registre-se, ainda, que não privo de relacionamento com o Sr. Sinval, conhecendo-o apenas de vista e das fotos de vitória dos seus pupilos. Estou à vontade, portanto, para formular meu pensamento.

Grato pela oportunidade.

Antonio Moura

Luiz Fernando Dannemann (06/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caneta Amiga

Na minha postagem dirigida ao Palermo eu me esqueci de citar a origem da “Caneta Amiga” no caso da redução da dívida da CCCN que proporcionou uma nova base de calculo no débito do JCB, alterando também o valor das multas, juros de mora e encargos legais num total de quase 80% de perdão (renúncia fiscal).

O “milagre” só foi possível a partir da Lei 12.973/2014 que foi a conversão da Medida Provisória 627/2013 elaborada para salvar os “pobres” clubes de futebol (O JCB foi beneficiado por gravidade) que nos últimos 10 anos perderam muito dinheiro com a venda de cerca de seis mil jogadores (dados da FIFA) para todos os cantos do mundo. Pobres clubes e seus pobres dirigentes.

Seguindo o exemplo dos clubes de futebol que fazem a FESTA de vários elementos externos: agenciadores, intermediários, empresários, agentes oficiais, atravessadores, amigos de dirigentes e demais espertos, o JCB – pobre de “marré deci” -, também proporciona um FESTIVAL para os aproveitadores e demais especuladores imobiliários, nisso podemos incluir, além daqueles que “herdaram” os nossos ativos (Centro Gastronômico, restaurantes, “Parques da Bola”, estacionamentos e etc.), a querida e amada CODERE, a única empresa fora a Caixa Econômica Federal autorizada pelo governo para explorar venda de apostas no Brasil, um dos maiores escândalos da era Republicana.

A parcimônia, o beneplácito, o apadrinhamento, o cerrar dos olhos, a complacência, o “jeitinho brasileiro” e o DESCARAMENTO de vários atores neste pobre TEATRO que serve de palco para o POBRE TURFE BRASILEIRO, conseguiram operar um dos maiores MILAGRES do século, algo ainda maior do que a redução de 80% na dívida do JCB para com a CCCN.

Vejam os leitores do Raia Leve que a Carta Patente do Jockey Club do Paraná foi cassada, mas a CODERE continua com permissão do Ministério da Agricultura (caneta amiga) para explorar as suas apostas impunemente naquele estado, mesmo que isso não traga qualquer benefício para os vários criadores paranaenses... Mesmo que disso não resulte qualquer benefício para a equideocultura. 

Por onde anda a instituição ABCPCC? Alguém sabe informar o seu paradeiro? 

Só no Brasil do Palermo, seus inusitados baluartes e demais milagreiros.

Elton Pereira de Souza (06/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Não ía ao hipódromo da Gávea desde o GP Brasil e resolvi retornar nesse último domingo. E não é que conseguiram piorar o que já estava horrível?

Na semana do GP Brasil os turfistas já eram privados de assistir as carreiras ao vivo, pois a reta oposta estava totalmente encoberta por aquele circo que montaram no peão do prado. E agora além de continuar com essa palhaçada com aquela festa junina ainda armaram um toldo que tapava a visão dos 200m iniciais da reta de chegada. Nós turfistas só tínhamos direito de ver os 400m finais (ou menos). Uma verdadeira palhaçada e um desrespeito ao esporte. Se querem fazer estas festas que exista um planejamento para que nada interfira nas carreiras. Mas pelo que vemos o turfe está em último lugar. 

A única coisa boa do meu domingo foi assistir mais uma vitória deste impressionante Pant Naif. Virou a reta último e ainda conseguiu ganhar bem. Sua aceleração final é impressionante e se os proprietários não se empolgarem e o mantiverem aqui no Brasil dificilmente ele não seguirá os passos do irmão Plenty Of Kicks. Para mim já é craque.

Francisco Rodrigues da Silva (05/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

E bobagem quererem que treinadores, nao tenha mais que uma inscrição no mesmo pareo, varios treinadores tem sobre suas responsabilidades, 70/80/120/cavalos , de proprietarios diferentes.

Agora o que vem acontecendo religiosamente, absurdamente, são eguas, correndo com machos, impossível manter animais assim, animais forçando 3 turmas, absurdos.

Egua em pareos misturados com machos, so na cabeça de quem nao paga o trato e um desrespeito com o proprietario.

Marcos Antonio da Silva (05/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

A demonstração de amizade e respeito entre Danneman e Vechio ( o presidente dos presidentes ) veio para selar a união do turfe do passado com o do presente.

Maravilhoso quando os baluartes E.R.A. e Palermo se alhinharem nesta onda pela grandeza do turfe e isto não pode tardar.

Claro que Sr Dannemann e Sr Vechio dominam a arte do jôgo , podendo deitar cátedra .

No assunto jôgo superam E.R.A. e Palermo com folga , apesar destes dois conhecerem muito sobre a terra de Sean Connery , ator escocêsque viveu nas telas o personagem James Bond , mestre do jôgo e dos dry martinis ( shaken not stirred ) .

Belo este momento em que o t brasileiro começa a ingressar na era da globalização.

Dannemann : Las Vegas - USA

Vechio : Montevideo - Uruguai 

Palermo : Paris/Glagow - França e Escócia

E.R.A.: Queluz - São Paulo

Já enraizada a internacionalização do turfe brasileiro , resta prestigiar também as minorias ( como no caso dos cassinos outorgados aos índios norte-americanos) .

Para isto sugiro as mãos habilidosas de meu amigo Giba Werner , um grande e poderoso

conhecedor de várias características gauchas que o Brasil todo reconhece e celebra

Alexandre Santos (05/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Antônio,

Não vou julgar quem não conheço, estou me referindo ao treinador do último páreo de segunda, mas é um absurdo um treinador ter mais de dois cavalos num mesmo páreo, abre as portas para este tipo de especulação, não consigo entender uma instituição com tantas pessoas renomadas deixarem gerar esta imagem negativa, solução simples um mesmo treinador não pode ter mais de dois animais por páreo assim evitamos estes problemas, por exemplo eu ontem não fiz nenhuma aposta incluindo o último páreo, deixei de fazer a aposta que mais gosto que é o Super Betting, quando vi 5 cavalos inscritos do mesmo treinador preferi não jogar no páreo, se nós fizermos a nossa parte deixando de apostar neste tipo de páreo o movimento vai cair e eles vão ter que tomar providências.

Eduardo Pinto (05/08/2014) - Fortaleza/CE

Parabéns ao grande treinador Roberto Morgado Neto, do Araras. Espetacular profissional, sempre com os cavalos na ponta dos cascos. Fez a limpa no último fim de semana. Estendo os parabéns ao craque Carlos Lavor. Tá voando baixo, dando aula de cálculo de corrida. Vai longe com a máquina Paint Naif.

Gilberto Werner (05/08/2014) - Porto Alegre/RS

NÃO ENTENDI SENHOR GIANCRISTÓFORO

Juro que não entendi o que o senhor afirmou por aqui em relação às maquininhas. Primeiro porque ¨TURFE¨ nada tem a ver com maquininhas. Segundo porque aqueles que se tornam viciados nas maquininhas nada mais tem a ver com ¨TURFE¨. Terceiro porque TURFE É TURFE. Desde quando eu tinha doze anos até agora quando possuo um pouco mais ¨de chão batido¨!

Então, desculpa-me, é que sou de ¨outros tempos¨ como disse anteriormente. Daqueles em que os haras, pequenos e grandes, produziam cavalos PSI para correrem nos prados e não para serem ¨rivalizados¨ com maquininhas....

João Luiz do Monte Paiva (05/08/2014) - Campos dos Goytacazes/RJ

E o surpresinha da Gávea atacou novamente! 

Sejamos justos, só não o vejo sendo protegido da comissão de corridas. Já levou um ou dois ganchos por diversidade de performance. De qualquer maneira, acho que a comissão tem que encontrar uma maneira de fazer isto parar... Como o seu Antonio, vários outros cansam por conta destas figurinhas...

Gilberto Werner (05/08/2014) - Porto Alegre/RS

Senhor Dannemann

Quando se imaginar de ¨dar¨ouvidos a pessoa deste ¨perfil¨? Quem disse que ¨pegamos¨ carona em CONCEITOS? Só mesmo uma ¨cabeça¨ que contenha o veneno do ¨orgulho pessoal¨( de quê?) para afirmar o que foi dito aqui.

Outra coisa ¨doutor¨Vecchio - de uma vez por todas - não possuo amargura por não participar mais do Jockey Club do Rio Grande do Sul. Tudo o que já fiz em minha vida em relação ao turfe é passado.

Sou de ¨outros¨tempos e de outro tipo de turfistas. Está claro?

Marco Antonio Santos (05/08/2014) - Niteroi/RJ

Senhor Antonio Moura, só vejo uma maneira de combater esta situação que o senhor relata com justificada indignação :

Que o conceito de parelha seja atribuído aos animais do treinador, de maneira diferente que é feito hoje, quando a a parelha é dada aos animais de um mesmo proprietário.

No primeiro momento, reduziria o número de concorrentes nos páreos, mas a curto e médio prazo, faria com que os proprietários procurassem novos profissionais,acabando com as oligarquias instaladas no turfe nacional , criando novos postos de trabalho e afastando este tipo de gente do turfe.

Esta é mais uma mazela do turfe nacional !

A t t

Jose Roberto Giancristoforo (05/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Luiz Fernando Dannemann (05/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Imagine um cenário, JCB com muitas salas de maquininha ( 1000 ) e todas elas com acumulados e prontas a dar entender as viciados que vai dar um premio a qualquer horas .

Na hora das corridas as maquininhas seriam desligadas( 30 minutos antes ) ate o final das corridas , e aos viciados o direito de estar na fila para as maquinhas com premio alto.

Imagina esse mundo de gente dentro do JCB sem ter o que fazer a espera de sentar numa maquina para tentar a sorte. Imagina quanto desses viciados iriam ainda tentar uma pule em um cavalo .

Imagina o quanto iriam aparecer de viciados novos ao Turfe uma vez que o turfe é o jogo que mais devolve o que é apostado . Você que sei que é um bom entendedor de maquininhas e de jogos de azar como mencionaste, tudo nesta vida é saber trata cada assunto com interesse e cada um defenda o seu da melhor maneira possível. Se os eventos que aqui acontecesse fosse fora da hora do turfe e que o turfe fosse a principal e bem administrado tudo seria aproveitado e os benefícios viriam. 

Eduardo Capitoni (05/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Bola dentro a contrataçao do Marcelo Cardoso. Um cara nota mil, um profissional vencedor e com uma bagagem grande. Diferente dos que estao por la!! 

Obrigado pela atençao, respeito e educaçao quando conversamos ontem a noite!

Boa sorte!

Abs

Dudu

Stud JIFE

José Vecchio Filho (05/08/2014) - Porto Alegre/RS

Prezado Dannemann:

Li teu texto com atenção e, embora discorde de teu ponto de vista, respeito-o tanto quanto gostaria que respeitasses o meu ponto de vista.

Se vocês aí do RJ acreditam que a PMU é a melhor saída para o Turfe Carioca, quem sou eu para contrariá-los se sequer conheço as bases da negociação em andamento ? 

Agora, não é porque "está chovendo no Rio de Janeiro que tenho que abrir o guarda-chuva em Porto Alegre", daí que, embora parceiro do JCB e do JCSP, as opções negociais de cada Entidade são da conveniência de cada uma.

Nós aqui estamos mirando o Uruguai, várias medidas de integração, inclusive apostas nas corridas do Cristal nas 60(sessenta) agências deles. Pasmem, no Brasil temos 88(oitenta e oito agências) !

Assim, embora não espere que compreendas nossa particularidade, tenho que o que foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do JCRGS, à unanimidade, não pode ser objeto de discussão aqui neste Foro. 

O futuro dirá quem está com a razão em matéria de estratégia negocial.

Por derradeiro e peço-te licença Dannemann, faço apenas uma referência ao eterno amargurado Gilberto Werner: pare de tentar pegar carona no debate alheio, sua opinião para o JCRGS tem a mesma importância da anterna da lagosta na corrente marítima, mesmo em época de migração, aos milhares, em nada influi.

Att

Vecchio 

Luiz Fernando Dannemann (05/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Vecchio,

Ninguém nesta terra entende mais de JOGOS do que eu. Quem entende mais entende tanto quanto eu entendo, que fique bem claro isso. Eu possuo uma casa que fica no Estado de Nevada entre as pistas de corrida de cavalo da Califórnia e os Cassinos de Las Vegas. Sou amigo pessoal dos principais proprietários e executivos dos grupos de cassinos daquela cidade a qual frequento há mais de 30 anos. A simples menção ao meu nome por lá – creia-me -, será motivo de um largo tapete vermelho que será estendido. Você pode testar isso a qualquer hora.

Conheço de jogo o suficiente para afirmar a você que os caça-níqueis administrados pela CODERE – e mesmo sem ela -, vão quebrar a Instituição “TURFE” em poucos anos como está fazendo na Argentina. É o efeito droga: Primeiro robustece a alma, dá alegria a vida e depois mata o cidadão. Os bingos no Brasil só fecharam porque não contribuíam para esporte algum e quebraram todos os “parceiros”, pela ganância dos “maquineiros”. A CODERE também por sua vez, quebrou os poucos players que existiam ao redor do turfe, alguns deles tiveram que liquidar grandes coudelarias!!!

O TURFE não deve e não pode viver de uma “mesada”... Eu entendo que para vocês – dirigentes -, é importante ter dinheiro no final do mês não importa de onde venha e que malefícios cause... A CODERE é o exemplo perfeito.

Não há ninguém no mundo – em sã consciência -, que apoie a presença de uma BANCA DE APOSTAS funcionando dentro de um Hipódromo desviando recursos do MGA. Eu posso te garantir que isso será refutado por 11 em cada 10 pessoas que forem bem esclarecidas da matéria.

Portanto Caça-Níqueis da CODERE é um escárnio! Como escárnio é o Simulcasting Internacional, que só foi aprovado a guisa de um LOBBY muito poderoso, conforme nos foi amplamente explanado pelo LECCA, tempos atrás, na minha presença e de mais sete sócios do JCB, inclusive do Claúdio Ramos, atual vice-presidente, caso contrário ninguém poderia assinar uma “Portaria” concedendo a uma empresa espanhola o direito de bancar apostas dentro dos hipódromos brasileiros provenientes de imagens transmitidas via Tijuana.

O LOBBY foi tão poderoso quanto seria para a aprovação dos Caça-Níqueis. O LECCA também disse - claro, alto e em bom som -, que o JCB teria que PAGAR - via caixa 2 -, uma parte da "DESPESA", que ele apelidou de "Trabalhos em Brasília". Se fossemos fazer uma CPI do Turfe teríamos, necessariamente, que convocá-lo para dizer quem seriam os beneficiários.

Para encerrar este texto gostaria de dizer a você que jamais poderia concorrer a presidência do JCB por várias razões. A primeira delas é que não seria um bom presidente para o clube já que não tenho vocação para tal e assim não preciso dizer os outros tantos motivos. O fato de não concorrer a presidência do JCB, contudo, não me tira o direito de protestar. Não tira o meu direito e nem, tampouco, o direito de qualquer um já que vivemos num país democrático, embora repleto de escândalos políticos advindos da tal “democracia”. 

É como penso.

Gilberto Werner (05/08/2014) - Porto Alegre/RS

TODO AQUELE

Que apoia CODERE; todo aquele que justifica seu trabalho e pról do turfe; todo aquele que vem a este espaço para se autoproclamar ¨defensor do turfe¨ - NÃO FAZ absolutamente nada mais nada menos do que TENTAR ¨se¨ justificar perante o mundo do turfe e, talvez, da sua consciência quanto ao APOIO INCONDICIONAL dado a este ¨cancer¨ dentro das entranhas dos clubes de corridas.

Nada justifica a sua inoperância quanto à isso. Muito mais àquele que busca Maroñas como ¨parceiro¨ objetivando nas entrelinhas C - 0 - D -E - R - E .

Antonio Moura (05/08/2014) - Niteroi/RJ

O LIMITE DE CADA UM

Agora chega! Não apostarei mais uma prata sequer em que estejam envolvidos animais sob a responsabilidade do Sr. Jairo Borges.

Ontem, segunda-feira, o último páreo foi uma vergonha nacional. Corriam oito animais, dos quais 50% eram treinados pelo referido treinador. O resultado todos conhecem - fracassou o franco favorito e deu a trifeta dos três azarões.

Com todas as proteções que possa ter este profissional, que já aprontou muitas e boas aqui na Gávea sem que fossem adotadas as decisões competentes, nesta agora, se fizerem olhos e ouvidos de mercador, por favor fechem as portas de vez! Eu, por mim, dou-me por satisfeito e irei cantar em outra freguesia!

Mas ninguém se esqueça - a credibilidade é a célula "mater" do turfe em qualquer lugar deste vasto mundo. Não há nenhum motivo para que o Rio de Janeiro seja uma vergonhosa exceção.

Antonio Moura

José Vecchio Filho (05/08/2014) - Porto Alegre/RS

Prezados Turfistas:

Me retirei deste espaço por conta da censura imposta a dois textos de minha autoria e, por óbvio, não publicados, que consistiam em respostas, à altura, as publicações feitas pelo Dannemann, como o fiz tantas outras vezes.

Tais respostas foram reputadas pelo ’moderador’ como ofensivas, embora, para mim, tenham sido apenas fortes, tanto quanto são as afirmações constantemente publicadas pelo turfista Dannemann aqui no Raia Leve. 

Tenho por hábito responder na mesma altura, sempre.

Mas meu retorno não é para falar disto, mas para dizer da minha estranheza, não menos indignação, pelo fato de estar sendo aqui criticado o esforço feito pelos Presidentes, pela Câmara de Equideocultura e pela ABCPCC para conseguir extender às dívidas originárias da CCCN os benefícios do ’refis’ a outras empresas e Clubes.

Ora, graças ao Pres. Palermo que articulou com o ilustre Sen. Dorneles uma emenda para incluir os Jockey’s naquele benefício, graças ao Flávio Obino Filho que mobilizou o Min. da Agricultura em favor de nosso pleito e, graças a nossa intervenção e do Pres. Eduardo Rocha Azevedo para evitar o veto, impedimos que os Jockey’s, mais uma vez, se vissem vítimas de um tratamento diferenciado, e o que é pior, contra nós.

Obter para o Turfe benefícios fiscais que são dados a empresas e, principalmente, aos Clubes de Futebol a toda hora, deveria ser motivo de satisfação para nós, nunca de crítica. Se há redução de dívidas fiscais para outros devedores porque não para o Turfe ?

Não vi uma linha sequer até hoje neste espaço dos ’tributaristas de plantão’ criticando o Timemania, loteria deficitária criada unicamente para amortizar as dívidas previdenciárias dos Clubes de Futebol e que, pelo fracasso, deverá levar centenas de anos para fazer o encontro de contas. Só serviu para "afastar" os oficiais de justiça das bilheterias dos estádios nas constantes penhoras de renda. 

Todavia, os mesmos que silenciam no que diz com os jogos alternativos criados em benefício do Futebol, bradam contra quaisquer idéias apostas alternativas para o Turfe, ainda que se autoproclamem os únicos ’defensores’ da atividade.

Parabéns para nós dirigentes sim pelo trabalho na questão da CCCN, reduzimos algo ao redor de 100 milhões em dívidas dos Jockey’s Club’s Brasileiros.

Gilberto Werner (05/08/2014) - Porto Alegre/RS

NO TURFE DE HOJE

¨O que mais me impressiona nos fracos é que eles precisam humilhar os outros para se sentirem fortes¨- Mahatma Gandhi.

Isso, infelizmente, faz parte do turfe atual e dos grupos que se intitulam ¨grupo político¨nos clubes de corridas em certos hipódromos brasileiros. Um clube de corridas é, antes de tudo, ¨um clube social¨.

Vejam da ascensão do Jockey Club do Ceará - um exemplo de sociedade, da harmonia entre pessoas objetivando um mesmo fim.

Luiz Fernando Dannemann (05/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Palermo,

Todos sabem – até uma criança que cursa o primário de uma escola sabe -, que ninguém reduz uma dívida de 55 milhões para 11 milhões com “TRABALHO”, apenas com dinheiro.

Nenhum DEVEDOR consegue diminuir 44 milhões de sua dívida “TRABALHANDO”, e sim contando com a “caneta amiga” do seu CREDOR.

Neste caso nenhum tipo de CREDOR (fora a “viúva”) – nem contando com um arsenal de canetas -, aceitaria tal redução partindo de um devedor líquido como o Jockey Club Brasileiro que conta com um naipe de receitas mensais.

Você sabe, seus diretores sabem e os Conselheiros do JCB sabem (após ampla exposição do assunto feita pelo Cláudio Ramos na reunião de Conselho) que tal evento – de suma importância para o JCB -, só foi possível graças a um pacote de “renúncias fiscais” que veio a reboque da Copa do Mundo, o que não tira absolutamente o mérito de quem operacionalizou a rara oportunidade. A minha postagem não tinha como condão desmerecer o ato, apenas evidenciá-lo.

Eu entendo que você incluiu muitos personagens como fazendo parte da “PATERNIDADE BIOLÓGICA” da façanha, alguns deles, apenas por estarem vivendo os seus piores dias no turfe a partir de muitas postagens neste espaço, pessoas que não demoram terão suas posições junto ao segmento hípico amplamente questionadas pelo Raia Leve.

Não só eu como a ACPCPSI, o site Raia Leve e todos os turfistas que se utilizam deste espaço torcem por um TURFE melhor algo que – flagrantemente -, não ocorreu após dois longos anos do seu mandato a frente do JCB. 

Neste período o TURFE não conseguiu LOGRAR nenhuma melhora; os studs continuam acabando, a criação brasileira acentuou a sua queda numérica; o hipódromo continua pessimamente frequentado (em número, gênero e grau); os profissionais de Turfe estão cada vez mais pobres; a CODERE continua sugando o nosso MGA; o armazém continua destruído; você não foi capaz de conseguir um único patrocinador para os nossos principais páreos; a taxa de manutenção dos sócios cresceu violentamente; a taxa de transferência explodiu e os “especuladores imobiliários” fizeram a festa sem que você conseguisse explicar para o Conselho sequer a participação do JCB no “Parque da Bola”.

Foi muito difícil e oneroso colocar você na presidência do JCB para iniciar o seu mandato de síndico do clube. Foram 12 anos de luta e combatividade sem que você participasse de um único evento da chamada oposição, sem disponibilizar uma só cota de dinheiro ou sacrifício em prol das muitas campanhas que estivemos envolvidos. Neste período eu patrocinei vários encontros em hotéis da zona sul da cidade sem que você estivesse presente em nenhum deles (eu disse em nenhum dos encontros).

Nós dois sabemos (e todo o contingente do turfe sabe) que você – inteligentemente -, se aproveitou de um momento muito especial da nossa decana OPOSIÇÃO para emergir, como o seu velho submarino, nesta nossa poluída Lagoa Rodrigo de Freitas; você se valeu de uma antiga amizade com o Afonso para ser escolhido por ele (nós demos a ele o direito de escolha) como sendo a pessoa que assumiria o JCB, não pelos seus méritos, mas sim pelo nosso trabalho, que não contou – infelizmente -, (neste caso) com nenhum tipo de “CANETA AMIGA”, a tinta utilizada nesta outra bravata, veio – a maioria dela -, do meu próprio tinteiro, e você sabe muito bem disso. 

Você mesmo contraiu uma série de despesas - rigorosamente desnecessárias - no final da sua campanha e depois me chamou na hípica - na presença do Afonso -, suplicando para que eu as pagasse. Você sabe que não foi uma quantia qualquer...

Enquanto nós conquistávamos e consolidávamos a retomada do JCB pelos homens do TURFE, você criticava abertamente a oposição, você criticava as publicações na Revista Veja - abertamente -, no camarote do Afonso nas suas poucas aparições no Hipódromo da Gávea na última década; você criticava as minhas críticas ao seu grande amigo LECCA (companheiro de presidência de clube). 

Você nem imaginava que tudo aquilo que você tanto criticava seria REVERTIDO para você mesmo; você mal sabia, àquela época, que o produto das suas criticas a minha pessoa seria a toalha da sua mesa hoje. 

Porém, penso que a sua IMPORTANTE adesão a este Espaço - pela primeira vez em oito anos de Raia Leve -, possa ser um MARCO importante no seu mandato. Você bem poderia inaugurar uma COLUNA mensal no Raia Leve mostrando para os turfistas (que são a essência desta atividade), os avanços do turfe no JCB.

Eu, da minha parte, estarei pronto para elogiar e defender o clube como fiz aqui – durante o seu mandato -, em várias ocasiões referendando de forma veemente as mudanças no Cardápio de Apostas implantadas e agora revertidas (algumas em flagrante represaria), mesmo que não atendessem 5% daquilo que foi SUGERIDO por um naipe de pessoas interessadas no bem da atividade hípica.

Por fim - e para começar -, você poderia explicar para o público turfista qual teria sido a participação de cada uma das pessoas que você se referiu nesta sua PRIMEIRA postagem no Raia Leve em prol da PEDRA ÚNICA... 

Eu posso garantir que existe - neste pequeno universo -. muita gente interessada nesta importante matéria que não requer nenhuma “caneta amiga”, basta um pequeno, generoso (e desinteressado) pedaço de lápis. 

Que tal?

Jose Roberto Giancristoforo (05/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Luiz Fernando Dannemann (04/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Eu não sou americano, mas sou adepto as coisas que lá são feitas , pois em curto tempo saíram para vir a ser os primeiros do mundo em tudo e olha que lá a bandidagem foi muito maior do que aqui, mas criaram todos os mecanismos para que isso fosse dificultado. Se lá é proibido não levo nem muito tempo para analisar, aqui também deveria ser, o Piks lá são ‘’bolos’’ e se lá são bolos e deram e continuam dando certo , aqui também vai dar. Em se tratando de casa de aposta acho que aqui não existe, pois são todos amadores e pelo que vejo não são jogadores e nem sabem o que é bom ou ruim para aumentar o MGA. Só sei uma coisa se acabar e deram atenção ao turfe e só ao turfe ele vai conseguir crescer , só não sei se o suficiente para salvar o turfe. Para salvar o turfe vamos precisar de um presidente voltado ao turfe e não a promover eventos e arrendar os espaços para explorarem o JCB por troca de miséria. Tem muito a vir a ser feito para colocar aqui dentro os jovens e mulheres.

Marcelo Almeida (05/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Corrido sétimo páreo segunda 04/08 o grande favorito vai montado ou melhor levando um aprendiz de quarta categoria que simplesmente faz tudo errado e consegue perder para uma animal que ele havia ganho por mais de 14 corpos. 

Será que é justo e respeitoso liberar esses meninos para montarem sem levar em consideração o dinheiro do apostador?

Claramente falta preparo e condição técnica para montar com os melhores, deviam fazer páreos específicos para esses aprendizes.

Esse garoto é muito verde, medroso e assustado, deviam rever a matrícula dele urgentemente, afinal de contas devia se ter respeito ao dinheiro dos apostadores.

Marcelo Almeida (05/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Último páreo 04/08 o super honestíssimo conseguiu formar um páreo com 5 inscrições e coincidentemente venceu com o maior azar.

Ele tira onda com essa omissa c.c. pois sabe que nada acontece com ele, costas largas.

Depois não sabem o motivo da queda do MGA.

Sobrenome não deveria ser qualificação da presidência.

 

Antonio Santos (04/08/2014) - Belo Horizonte

Presidente Carlos Palermo

Fiquei muito satisfeito em ver sua postagem corrigindo informações anteriores publicadas aqui no espaço do Leitor deste site democrático.

Mas, seria muito bom de sua parte, se desse continuidade em suas postagens e esclarecesse de vez as contratações realizadas em sua gestão, inclusive divulgando os contratos, como por exemplo:

- Parque da Bola;

- Restaurante Rubayat;

- Restaurante Empório Pax;

- Obras do estacionamento.

Isso seria uma grande demonstração de austeridade, pois segundo soube por um treinador amigo que tem cavalo de um conselheiro do JCB, nem os conselheiros foram consultados.

O sr. não acha que, como fez agora, deveria esclarecer os contratos citados acima ?

 

Mauro Martins Teixeira (04/08/2014) - Brasília/DF

Boa Tarde,

Uma coisa que não consigo entender sobre apostas é porque essa coisa de os apostadores que estão no RIO só podem fazer apostas relativas ao RIO e os que estão em SP idem, explico moro em Brasília e aqui na agência do joquei temos a nossa disposição a maquina de sp e a maquina do rio podemos escolher qual a melhor para a nossa aposta, sem contar que existem modalidades diferentes exemplo sp tem trifeta a dois reais e quadrifeta a 1,5 e no rio tem dupla em todos os pareos e as trifetas e quadrifetas começam com 0,50 e vai até o valor que quiser e mais um monte de coisas diferentes, portanto porque não é permitido ao apostador do RIO e de SP essa escolha no meu entender ganham o apostador e os dois hipodromos será que não permitem isso por rivalidade, se for é de um provincionismo absurdo.

Gilberto Werner (04/08/2014) - Porto Alegre/RS

PRESIDENTES E A IDADE DO HOMEM

Conheci varios presidentes do JCRGS. Prefiro lembrar-me daqueles da ¨era¨Cristal - Pinheiro Borda por exemplo: homem íntegro, português de origem, Daqueles que se podia ouvir um ¨não¨e oncordar. Possuia ¨sempre a razão. Depois de construir o Hipódromo e ser eleito presidente do JCRGS voltou-se ao seu time do coração o Internacional. Então construiu esse ¨monumento¨ que é o Estádio Beira Rio. Ficou velho e jamais aposentou-se porque possuia, além de tudo , ¨cabeça¨.

Depois lembro-me do Indenburgo de Lima e Silva - de Uruguaiana - filho de um dos maiores fazendeiros do RGS da ¨Cabanha Azul ¨ de Flodoardo Silva. ¨Burgos¨ foi um colosso como presidente do Jockey! Trouxe para um ¨Bento¨ o jóquei uruguaio - lenda na Argentina- Irineu Leguizamo. Nunca, jamais na história do TURFE um hipódromo aqui no sul tinha tanta gente para ver ¨Legui¨ vencer aquele Bento montando ¨Viscaíno¨ e para cima de outra lenda ¨gaúcha¨ Estupenda do Haras do Arado. Morreu cedo o ¨Burgos¨não chegou à velhice. 

Então veio Fernando Jorge Schneider - um senhor presidente - comprou o ¨Posto de Fomento¨ e implantou a criação do PSI aos sócios do JCRGS. Foi seguido à Guanabara buscar incentivo ao turfe gaúcho numa época em que existiam apenas Rio e São Paulo como índices de corridas do PSI no Brasil. Igualmente foi embora cedo - não chegou à velhice.

E assim foram vários os presidentes do JCRGS que deixaram a sua marca pessoal como ¨ótimos e beneméritos¨ ao turfe gaúcho.

A maioria deles como Camilo C.Coelho - um homem digno e correto - amigo dos seus amigos e benquisto por todos no clube que presidiu. Como ¨Chico¨Daligna que começou uma nova era no JCRGS - a da eletrônica. Mas também morreu cedo e deixou inúmeras amizades.

O que não posso compreender é um homem ficar velho - fora da realidade do mundo atual- e continuar com seus devaneios para todos aqueles que participam do ¨mundo do turfe¨ na era da eletrônica. 

Ora convenhamos: ¨presidente dos presidentes¨! Deveras ¨não conheceu¨ a história muito menos a do Jockey Club do Rio Grande do Sul...

José Augusto Seabra Sales (04/08/2014) - Brasília/DF

“O SAMBA DO CRIOULO DOIDO”

Essa frase citada em recente postagem nos mostra a cruel realidade que o Turfe passa na atualidade. Imaginem que, se nós que estamos sempre tentando viver e sobreviver nessa atividade ficamos atônitos com tantas “novidades”, o que dizer dessas mesmas informações passadas aqueles que não são tão íntimos com a complexidade das corridas de cavalos. 

Como explicar aos técnicos do MAPA, sempre com boa vontade em entender como funciona todo o mecanismo turfístico, que os mandatários eleitos em nossos clubes hípicos e em nossa associação maior podem estar tomando atitudes que supostamente colocam em risco toda a estrutura do Turfe e conseqüentemente da raça do P.S.I. Como pensar que essa argumentação possa fazer frente á palavra de pessoas que são os representantes desses mesmos turfistas junto ao Ministério. 

Temos que ter fé que vamos conseguir reverter essa situação, mas fé sem ação não vai dar em nada. Se nossa postura for de ficarmos lendo artigos simpáticos à causa postados nesse site sem mobilização nenhuma, estaremos compactuando com aqueles que querem o extermínio do Turfe. 

Ao ”Samba do crioulo doido” eu acrescentaria: ”Estamos numa sinuca de bico” (Dá para sair) ou “ Se correr o bicho pega, mas se ficar o bicho come” (Encara e vai para cima).

Ricardo Ferreira (04/08/2014) - Pelotas/RS

I.R.MENDES

Aprendiz de grande categoria, que levando a sério sua profissão será uma grande revelação no hipodromo da Gávea na supervisão de Leandro Mancuso, Parabens a esta dupla.

Mirabeau Porto (04/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Dirijo-me especialmente ao Sr. Francisco Rodrigues da Silva, referindo-me à sua mensagem de 02/08.

O senhor pergunta, ao final: "O que realmente FALTA ???????"

Resposta fácil: uma mudança radical nos estatutos da sociedade denominada Jockey Club Brasileiro!

O que diga respeito a TURFE (indústria), administração própria, visando ao progresso e desenvolvimento do negócio, incluída criação de PSIs.

O que diga respeito a Clube Social, outra administração visando ao "social".

Receitas e despesas, contabilidades e gestões totalmente separadas.

Se o "clube social" quer se instalar no espaço do hipódromo (turfe), que pague por isto por exemplo.

Caso não me falhe a memória, a administração Paula Machado e herdeiros propunha sim, a criação de uma sede "campestre".

Mas esta estava planejada para ser erigida em um terreno que o clube tinha (tem???) no Itanhangá, jamais dentro do hipódromo da Gávea (peço que me corrijam se estiver equivocado).

Enfim, senhor Francisco, este é o meu entendimento sobre a sua dúvida.

Alterar os Estatutos Sociais do JCB! Deixo então outra pergunta: COMO???

Saudações. Mirabeau

Marcos Antonio da Silva (04/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Claro que Sr Vechio estava ’a frente da redução da dívida contraída junto ’a CCCN .

O presidente dos presidentes desbravando tudo em benefício do turfe . Parabéns .

Meus parabéns igualmete a Sr Obino e Sr E. R.A. , outros dois paladinos do turfe nacional , devidamente escoltados pelo ilustre Sr Palermo que também brilhou no episódio, devidamente assistido por Dr Claudio Ramos e Dra Gisele, grandes causídicos.

Mereciam todos um conjunto de estátuas comemorativas do grande feito , extensivo a Sr Dannemann que é outro grande herói do turfe brasileiro.

Só peço que não atribuam ao meu grande amigo Giba Werner a tarefa de coletar fundos para erguer o monumento aos grandes do turfe . 

Gilberto Werner (04/08/2014) - Porto Alegre/RS

SENHOR CARLOS PALERMO

Me parece que o senhor escalou justo o ¨primeiro time¨ - aquele onde lê-se¨CODERE¨.

Só isso. Agora durma-se com um ¨barulho desses¨.

Gilberto Werner

Carlos Palermo (04/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Em relação a redução da dívida com a CCCN, gostaria de esclarecer que não se tratou de uma caneta amiga, mas sim de um trabalho que envolveu várias pessoas como Claudio Ramos, Dra. Gisele (advogada do JCB), Vecchio, Flavio Obino, Senador Francisco Dornelles, Eduardo Rocha Azevedo e eu.

Luiz Fernando Dannemann (04/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro José Roberto,

Sem querer entrar no mérito da qualidade da Modalidade Pick 3 (comprovadamente nociva ao turfe), o MGA turbinado com ela apresenta um resultado meramente químico, totalmente artificial, vez que o líquido apurado mal paga a rede de agentes credenciados e isso já foi exaustivamente falado aqui.

O JCB não pode assemelhar-se a uma “Banca de Apostas”, não pode torcer para que o apostador erre o seu prognóstico, já que 100% de bonificação é algo que não existe em nenhum turfe ao redor do mundo é algo – inclusive -, proibido nos EUA pelo princípio da Parimutualidade. A modalidade Pick 3 é, portanto, o antiturfe.

Quando o JCB investe neste tipo de modalidade – como foi feito no passado como forma de aplacar um grande desespero pelo declínio do MGA (Política do me engana que eu gosto), está abandonando o princípio do “Dever de Cuidado” tanto enaltecido por Sergio Barcellos; está tratando o Turfe com o máximo abandono possível, pensando apenas no MANDATO e não no FUTURO das corridas de cavalo. 

A mim foi dito que quem cuida agora também da Casa de Apostas (!?), nomeando e demitindo, é uma das pilares da era LECCA, a Sra. Mayra Frederico (!?), que deve ter feito também um curso sobre jogo lá em Dubai onde o MGA é o maior do mundo.

Demetrio Ferreira de Oliveira (04/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Atendendo à solicitação de um amigo, pequeno criador, estamos reeditando a matéria sobre Nicks postada no dia 17/07/2014.

NICK - COMBINAÇÃO DE SUCESSO

Desde os primeiros nascimentos, e já são passados mais de trezentos anos, o criador do cavalo desenvolvido na Inglaterra (thoroughbred) tem como alvo criar seu melhor produto. Garanhões e matrizes testados, tempo e dinheiro correndo, alegrias e decepções se sucedendo.

Algumas metodologias bem trabalhadas tiveram influência no processo. O australiano Bruce Lowe e seus seguidores deixaram notabilizado o uso de linhas maternas à partir de análises estatísticas. O coronel francês J. J. Vuillier foi o primeiro a introduzir as quantificações (dosagens) de um pedigree e chamar os destacados reprodutores como chefes-de-raça. O italiano Fraco Varola, muito respeitado nos círculos de corrida e de criação, não só aperfeiçoou o método de dosagens, como classificou os chefes-de-raça em cinco grupos, de acordo com a aptidão transmitida.

Na primeira parte do século vinte, os turfistas conheceram sua figura mais emblemática, o italiano Federico Tesio. Idealizando combinações de sangue e físico, criou nada mais, nada menos, de que Nearco e Ribot, com modestos gastos, conforme as informações disponíveis. Tesio é considerado o grande gênio da criação dos thoroughbred. 

Hoje, com a genialidade nem sempre disponível, inteligentemente se procura repetir o cruzamento que está dando certo, copia-se, vamos assim dizer. Dentro desse "concêrto" tomamos conhecimento não ser bastante o cruzamento entre os melhores, a "química" pode não funcionar, mas sim e com elevado índice quando fazemos os cruzamentos Sadler’s Wells / Mill Reef, Danehill / Northern Dancer, Buckpasser / Mr. Prospector, Public Purse / Jules, Nedawi / Roi Normand e Redattore / Choctaw Ridge, por exemplo.

Outra metodologia hoje muito trabalhada, é a de se colocar o nome ou nomes de grandes transmissores em um pedigree, sejam de machos, sejam de fêmeas. É fazer o "imbreeding". Esta fascinante técnica por sua dimensão, há de ser tratada em oportunidade específica. Faz-se requerido, todavia, dizer que devem ser repetidos nomes de uma mesma aptidão. Por exemplo, na nossa avaliação um imbreeding em Nijinsky empregando Desejado Thunder (velocista) e Sulamani (fundista) não deve funcionar. Com o "imbreeding almeja-se somar um mesmo predicado.

Nossa proposta é passar combinações bem sucedidas nos últimos anos aqui no Brasil. Tais combinações são conhecidas como "nicks". Do universo por nós detectado, relacionaremos alguns julgados interessantes para o criador menos exercitado com a técnica.

Wild Event X Baynoun

Choctaw Ridge X Benefice

Nedawi X Bright Again

Storm Cat X Burooj

Amigoni X Candy Stripes

Frist American X Candy Stripes

Torrential X Candy Stripes

Vettori X Caro

Redattore X Choctaw Ridge

Dubai Dust x Clackson

Red Runner X Clackson

Red Runner X Emmson

Inexplicable X Ghadeer

Our Emblem X Ghadeer

Radattore X Ghadeer

Signal Tap X Ghadeer

Choctaw Ridge x Giboulee

Mensageiro Alado X Irish Fighter

Redattore X Minstrel Glory

Nedawi X Itajara

Northern Afleet X Music Prospector

Damascus X Punk

Crimson Tide X Roy

Public Purse X Roy

Northern Afleet X Spend A Buck

Suspicous Mind X Stuka

Crimson Tide X Vettori

Northen Afleet X Vettori

DFO

Jose Roberto Giancristoforo (04/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Mesmo na inércia da administração, o turfe se recupera das ultimas perdas como era previsto , só terminarem os eventos que a coisa começa a fluir: 

01/08/2014 871.612,56 8 108.951,57

02/08/2014 846.630,57 10 84.663,06

03/08/2014 1.048.369,07 10 104.836,91

Como vemos a média voltou ao que era anteriormente e caso veja dados uma atenção a coisa pode vir fluir muito mais, infelizmente nada acontece em prol somente do turfe.

Luiz Fernando Dannemann (03/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

No meio das muitas infelicidades trazidas pela Copa do Mundo uma notícia boa ecoa pelas abandonadas cercas do Hipódromo da Gávea quando o governo incluiu no seu extenso pacote de renúncias fiscais uma redução da antiga dívida do JCB para com a CCCN, transformando 55 milhões em apenas 11. Os cavalos que ainda restam nos campos e nas cocheiras agradecem o que o fraterno amigo Edson Alexandre chama de “Caneta Amiga”.

Leo Friedberg (03/08/2014) - São Paulo/SP

Fiquei muito feliz ao ler ontem no jornal O Globo na seção de economia, a crônica do mestre Sergio Barcellos, mostrando um pouco da importância da indústria do Turfe na geração de empregos, além do cartão de visitas que é o Jockey Clube Brasileiro na Cidade Maravilhosa (em TODAS novelas da Globo sempre aparecem a marcante estatua de Cristo ao alto e o lindo contorno do Jockey) 

Espero que as bens traçadas linhas do craque Sergio tenham prosseguimento para que as autoridades dos 3 poderes se apercebam da importância do Turfe Nacional. Parabéns craque Sergio

Jose Roberto Giancristoforo (03/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

temos que dar exemplo e não ficar fazendo eventos e outras mais atividades que nada tem haver com o Turfe., só assim poderemos no futuro exigir dos governos tudo que o turfe precisa. Candidatar-se a presidente do JCB tem que fazer promessa acabar com a Sede Social nas dependências dos cavalos e voltar a transformar os espaços ali em cocheiras como eram no inicio das atividades, quem quiser Social que vá ao centro da Cidade no edifício sede do JCB. A coisa está tão drástica que só uma medida radical poderá vir a obter sucesso. Acabar com tudo que tiver dentro do JCB que não seja ligado 100 % as corridas de cavalos e que volte o JCB a ser o esporte dos reis.

Gilberto Ribeiro Gama (03/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Como comentado pelo Paulo Gama em sua coluna , faltou um minimo de bom senso a CC ao não dar grama nos páreos para os animais mais velhos hoje na Gávea . 

Tinha uma égua de 5 anos ( nascimento europeu ) que mantenho há dois anos e por alguns problemas físicos correu poucas vezes . Quando vi o site do tempo na segunda fiquei tranquilo pois a partir de terça o tempo melhoraria e a partir de quarta foi SOL o tempo todo com vento permanente ( que ajuda a secar a raia ) . 

Hoje quando cheguei nas corridas tomei um susto ao ver o primeiro páreo correr na areia e aí "descobri" que a minha égua também correria na areia ....decepção claro e um sentimento natural de inconformismo .

Acrescentando o que o Paulo Gama disse , lembro que a cerca móvel estava preservando a grama desde GP Brasil !! E o que vimos hoje : vários tempos muito bons tendo inclusive o cavalo do Haras Anderson/Sweet Carol ficado a 0.6 seg do recorde dos 1400 metros do Clássico Eurico Solanes a galope !!! .

Com o devido respeito as pessoas da CC , hoje essa decisão "foi cruel" .

Ana Rita Albuquerque (02/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Excelente o artigo sobre o turfe de Sergio Barcellos hoje no Globo. Acrescentaria que alem de um relacionamento equivocado do turfe com o poder público, internamente, pecamos por falta de consenso. O artigo enfatiza a importancia do turfe e a criação de um ente nacional que o represente, a fim de melhor dialogar com o governo. Como fazer isso sem melhorar nosso proprio diálogo?

Ana Rita

Ivor Lancellotti (02/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Meus amigos jardineiros, vão gostar de grama assim longe! no Rio De Janeiro

É a grama mais querida , intocável e delicada do planeta!

Abraços para todos,mas principalmente para o Raia sempre Leve o único que não muda a pista.

Luiz Fernando Dannemann (02/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

“Turfe não é clube, e sim indústria”

Da maior importância o texto de autoria do Sergio Barcellos (mago das letras e do turfe) publicado hoje na página 23 do jornal O Globo. Faço ideia o quanto o meu amigo deve estar sendo criticado pelo atual síndico do JCB e pelos seus diletos “companheiros”, fiéis seguidores da política “Tô nem aí” a qual tanto combatemos, eu e ele.

O ponta-pé inicial na contramão do “dever de cuidado” foi dado pelos herdeiros políticos da família Paula Machado que construíram o “clubinho” com medo de perder as eleições e com isso as famosas bandejas de prata que adentravam a comissão de corrida nos anos 70 e 80 repletas de filé mignon e do melhor whisky escocês; 

Depois o atual conselheiro Taunay que lançou sobre o JCB o olhar do revanchismo contra àquela “meia dúzia” de turfistas que desistiram de apoiá-lo na virada do milênio resolvendo dedicar-se ao social lançando o programa “Meu clube Minha gente”, voltado aos sócios carentes (nisso incluísse – à época -, um sócio carente de fato e de direito, arrendatário do complexo gastronômico), transformando o clubinho na reluzente e apaixonante: Sede da Lagoa;

Veio então a era LECCA que espalhou pelo turfe um time de neófitos em corrida de cavalo (todos muito bem conservados e premiados no atual mandato) enquanto ele se ocupava de dar um “salto de qualidade” na tal “Sede” tão bem implantada por Taunay. Os planos do Cavaleiro do Apocalipse – além de acabar com as Vilas Hípicas e com o Turfe -, era o de transformar-se numa espécie de Mussolini do JCB, um Getúlio Vargas dos tempos modernos, sua intenção era lotear todos os ativos do Jockey Club Brasileiro até não sobrar sequer a pequena alvenaria que abriga o atual fotochart.

Varrido do clube como se fosse um saco de entulho (perdendo em todas as urnas), LECCA dera lugar a sua réplica, a uma cópia perfeita da sua personalidade ambiciosa e do seu tesão predador: Carlos Palermo, que, movido pelos mesmos ideais dele, desta vez conseguiu aproveitar-se muito bem daquela meia dúzia de persistentes turfistas que apoiaram Julio Bozano e que ainda nutriam o sonho de assistir para sempre o sucesso do Santa Maria de Araras nas pistas do Hipódromo da Gávea. 

Sem querer estender às criticas ao Palermo (o personagem não vale este esforço), ele conseguiu pregar uma peça naqueles “otários” que deram o JCB de mão beijada para ele (os quais me incluo) até ser responsável agora - ainda no segundo ano da sua descarada atuação como Síndico do JCB -, pelo brilhante texto de Sergio Barcellos ao afirmar que a atual administração não passa de uma célula sóciorecreativa, o que imagino deve ter sido escrito para poupar os leitores do jornal de adjetivos da pior qualidade. 

O mais alucinante de tudo isso é saber (pelo IBOPE) que quase 5.000 sócios de um total de 5.700 não querem piscinas e muito menos pistas de skate: eles querem ver o Turfe renascido destas longas cinzas!!! 

Espero que em 2016 eles deem no atual Síndico o mesmo chute que foi dado no traseiro do seu antecessor.

Gilberto Werner (02/08/2014) - Porto Alegre/RS

ONTEM E HOJE

O que mata o turfe não é o desprezo de quem por ele passa. O que mata o turfe é essa indiferença cheia de orgulho de quem o conduz e dirige.

GW

Francisco Rodrigues da Silva (02/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Hoje no jornal o GLOBO,na cronica escrita pelo sr Sergio Barcellos "TURFE NAO E CLUBE,E SIM INDUSTRIA " acho que primeiro os que comandam a industria do turfe ou o clube de corridas,tem que sentar e entender e passar a agir de fato neste sentido, cadeia de empregos e enorme,16 mil um numero bastante expressivo.

Qualquer governo ,nao pode ficar de antolhos,a uma geracao de empregos deste porte,acho o que falta e realmente trabalhar por este objetivo maior que e o turfe.

Vamos torcer que o clube de corridas,se torne sim uma industria de turfe.

Homens capacitados temos ,numeros para cobrar de governos, 

O que realmente FALTA.???????

Jose Roberto Giancristoforo (02/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Bomboniere.

Mais um tradicional ponto com referência as corridas de cavalos e que atende aos turfistas ( poucos ) que ainda frequentam o JCB. Acho que estão chegando ao objetivo que programaram que é acabar com as corridas de cavalo de uma vez. Senhor , presidente do Conselho Deliberativo: assuma seu papel neste momento histórico e convoque, imediatamente, o Conselho para demitir este senhor, responsável por tantos e talvez irreparáveis prejuízos ao JCB e principalmente ao Turfe e que nem mesmo deveria ter o direito de declarar-se turfista, uma vez que priorizou outras atividades em detrimento ao Turfe, do cargo que hora ocupa. Faça isto antes que seja demasiadamente tarde”. Depois vem mais e mais desmandos.

Sergio de Souza Leite (01/08/2014) - Rio de Janeiro/RJ

LU ANDRADE

Competir em um meio historicamente ocupado apenas por homens, é muito mais que apenas um desafio para as mulheres, De alguns anos para cá, passamos a ver e conhecer as joquetas brasileiras, todas elas bonitas e extremamente femininas, contrariando tudo quanto muita gente poderia prever sobre este assunto. È incrível como essas jovens, aparentemente tão frágeis, estão pilotando, cada vez melhor e de forma mais eficiente, os enormes animais que são os cavalos puro sangue de corridas. Aqui, me cabe registrar o que, prazerosamente e juntamente com grande número de amigos, tenho visto a respeito da profissional que é LU ANDRADE. Iniciando sua carreira nas “pencas” do Sul e após breve estágio no Cristal, LU cada vez mais vem se aperfeiçoando na sua profissão, eliminado erros e esquecendo as “pencas” e, daí, vai avançando. Curiosa, observadora, interessadíssima naquilo que faz, esta graciosa moça tem uma invulgar capacidade para trabalhar mais cavalos, aqui no prado e em Centros de Treinamento. Não esquecer que, após um bicampeonato do concurso de joquetas das Américas, este ano não conseguiu o tri mas chegou em segundo, perdendo, por diferença mínima, para uma colega peruana. Podem crer que, burilando a cada dia a qualidade de seu trabalho, além de cada vez mais ser apoiada por treinadores e proprietários, essa garota vai longe. Tomara e não tenho dúvidas que sim.

Marco Antonio Santos (01/08/2014) - Niteroi/RJ

Pelo andar da carruagem o Jorge Ricardo e o Russell Baze ( tendo em vista, è claro a fase de ambos ) serão apenas coadjuvantes no JCRS.

Gilberto Werner (01/08/2014) - Porto Alegre/RS

Para aqueles do ¨TURFE¨

Sem mais comentários. A partir de agora vou pensar no ¨turfe¨ que conheci e aprendi a gostar em minha vida vida. Deixar para trás e tentar ¨esquecer¨ destas pequenas ¨futilidades¨ que aparecem em nosso caminho.

Existem coisas que a nossa inteligência ¨deleta¨ simplesmente por não possuírem o brilho ou o valor das coisas necessárias.

Gilberto Werner
















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  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês