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Selo Achaque - Ronaldo Cramer Moraes Veiga








Neste espaço são publicadas as manifestações dos nossos leitores.

O RAIA LEVE acolhe opiniões sobre todos os temas ligados ao turfe.
Reserva-se, no entanto, o direito de rejeitar ofensas, acusações insultuosas e/ou desacompanhadas de documentação. Eventualmente, os e-mails poderão ser checados. O site não tem o compromisso de publicar todas as mensagens recebidas. A publicação, quando ocorrer, se dará na íntegra ou parcialmente, privilegiando-se os trechos mais relevantes.





Março | 2015

Waldir Alves de Souza (31/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Eduardo Capitoni,

Nada a acrescentar ao seu comentário! Infelizmente, está tudo errado em todas as frentes do JCB! Lamentável!!! A impressão que os executivos passam é que o turfe é um enorme elefante branco, quando todos nós sabemos que não é. A incompetência da atual gestão fala alto, Sabemos perfeitamente que com procedimentos simples, objetivando alavancar o MGA, sem qualquer custo, tais como: ferrageamento completo, peso dos animais, pistas definidas, programas no formato anterior, já seriam um breve alívio..

Tempo dos páreos marcado manualmente, fala sério, em pleno século XXI, só pode ser resquício do tempo das cavernas. É impossível ou improvável que nenhum comissário se toca. Todos os restaurantes, deveriam, sem excessão, funcionarem com máquinas de apostas e televisores a pleno vapor. Infelizmente, nenhum deles funcionam dessa forma. É bestial!!! Onde estão as cabeças pensantes??? Inacreditável!!! 

Atitudes simples, porém sérias, seriam uma injeção de ânimo no movimento de apostas e um estímulo enorme aos novos e habituais apostadores, incrementando sobejamente o MGA. Infelizmente, as pessoas responsáveis não estão nem aí para qualquer melhoria. Todos...eu disse todos, sem excessão, ficam com cara de paisagem!!!

GOD SAVE THE TURF!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! .

Apenas um desbafo!..

Eduardo Capitoni (31/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Programaçao da Gavea!

Essa semana, nao muito diferente das demais, foram formados apenas tres reunioes. Apos entrevista do Presidente, acreditei que realmente um esforço dele e juntamente com as pessoas responsaveis as coisas poderiam mudar.

Resolvi olhar a programaçao da semana e me assustei com o numero de pareos misturados na segunda feira. Dos dez pareos formados, apenas UM nao foi misturado e sendo que esse unico foi um pareo de SEIS ANIMAIS! Sendo que o 2º, 5º e 6º formaram apenas SETE ANIMAIS.

Acredito que o motivo para dificuldade de se formar mais uma noturna, encontra-se no baixo numero de inscriçoes dos animais alojados na Gavea, pois eles representam quase 70% dos numeros de inscriçao. E sabe de quem sao esses animais? Sao de pequenos proprietarios ou oriundos de Hipodromos Satelites. E hoje em dia, ambos estao em exitinçao. Portanto, acredito que mesmo com promessas e ate mesmo com empenho dos funcionarios esse quadro dificilmente devera ser revertido!

Apenas a titulo de curiosidade, me atrevo a dizer que aproximadamente 15 treinadores da Gavea possuem menos de 5 cavalos sob seus cuidados. Isso e ridiculo!

PAREOS DA SEMANA

 

COM 6 ANIMAIS ...... 4 PAREOS ......... NENHUM 

COM 7 ANIMAIS ...... 5 PAREOS ......... 3 JUNTADOS

COM 8 ANIMAIS ...... 5 PAREOS ......... 2 JUNTADOS

COM 9 ANIMAIS ...... 8 PAREOS ......... 3 JUNTADOS

COM 10 ANIMAIS .... 4 PAREOS ......... 1 JUNTADO

COM 11 ANIMAIS .... 2 PAREOS ......... 1 JUNTADO

COM 12 ANIMAIS .... 2 PAREOS ......... 1 JUNTADO

COM 13 ANIMAIS .... 2 PAREOS ........ 1 JUNTADO

 

Percebo que sou teimoso e muitas vezes burro, por insistir com essa ideia de ter cavalos!

A paixao esta diminuindo e dando espaço a razao... Realmente esta dificil, mas sigo apanhando e resistindo junto a cerca.

Boa tarde a todos!

Eduardo Capitoni ( STUD JIFE )

Ricardo Ferreira (31/03/2015) - Pelotas/RS

Gostaria de parabenizar aqui neste espaço o agente de montarias Leandro Mancuso pelas vitórias atingidas no final de semana que propiciaram a seus jóqueis nos presentear com oito vitórias, 5 vitórias com Igor Mendes e 3 vitórias com Altair Domingos dá-lhe Mancuso.

Antonio Moura (31/03/2015) - Niteroi/RJ

SONHO DE UMA LONGA NOITE DE VERÃO

Senhores,

Vamos nos ater aos fatos:

- Se é incontestável que o turfe nacional vai de mal a pior e se temos, nas nossas barbas, uma banca internacional concorrendo com as apostas legais do fundamental Jóquei Clube Brasileiro, um providencial precedente, nada impede, a meu singelo ver, que os nossos principais clubes de corridas - Gávea e Cidade Jardim, entrem em acôrdo e cada um dele BANQUE o jogo do outro. Ou seja, continuariam com as normas atuais nas suas próprias corridas e funcionariam como BANCA nos páreos da co-irmã. Cada um por si.

Como bancar corridas é um indiscutível grande negócio, com ganhos superiores às retiradas permitidas por lei, é um procedimento que, tão logo se possam ver livres da banca internacional, estendam a prática aos hipódromos internaciomais onde a banca espanhola atualmente opera. 

Dinheiro não fala apenas castelhano e esta é a única saída que avisto para, a curto prazo, continuar viabilizando a atividade turfe em território nacional. Está mais do que não hora para que os ilustres e notórios advogados que integram a atual administração do clube, ponham mãos à obra. Antes tarde do que nunca.

Os velhos tempos do Só Vale Quem Tem e do Banco Lotério podem voltar, mas não serão um retrocesso; podem representar, mais do que um avanço, a salvação dos clubes de corridas de cavalo.

E, aviso aos navegantes: continuo gozando de perfeita saúde, física e mental.

Antonio Moura

José Flavio Garcia (31/03/2015) - Londrina/PR

Na última segunda-feira (24) houve ameaça de greve por parte dos funcionários do JCSP por conta dos salários atrasados de fevereiro. A diretoria prometeu quitar mas só depositou 1/3 do total na sexta, não cumprindo o prometido. É o que se comenta por lá. Se a situação persistir, em 5 de abril vence outro mês e a greve será inevitável. Isso sem contar os fornecedores que também não recebem. Se a diretoria não consegue manter em dia os salários dos funcionários para garantir a realização das corridas, como voltar a pagar os prêmios ou organizar a semana do GP São Paulo sem qualquer patrocínio? E os leilões da nova geração que são tradicionais nessa época? Com que ânimo oco rrerão? Se nenhum fato novo acontecer, o JCSP viverá talvez o seu pior momento em sua história, mesmo alienando fatias preciosas de seu patrimônio. A propósito, esta semana a comissão de corridas só conseguiu formar 20 páreos e o movimento de apostas continua despencando – 490 mil no domingo passado.

Jose Roberto Giancristoforo (31/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

1 dia mesmo de corrida. Parece que estamos diante de um desastre, atual administração pensa em economizar um dia de corrida que indica poder dar prejuízo, mas os não muito inteligente, não veem que um dia menos de corrida pode e vai levar a perda de mais um turfista e isso sim é prejuízo irreparável, é preferível um dia a mais mesmo com prejuízo do que perder 1 ou mais turfistas. Essa administração não vê ou não quer ver que o seu pensamento está todo errado e que a sua administração conseguiu ser a pior de todos os tempos , os que militam só fazem besteira e erros grosseiros num simples programa que é a principal apresentaç ão das corridas e deveria ser tratado com prioridade e por quem entende ou melhor que se dedique 24 horas na sua confecção. Realmente não está fácil aturar tanta bobagem e tira e bota sem nenhuma analise ou pesquisa. Por favor não vou cansar de pedir , olhem o turfe e saiam pela porta que entraram , se possível amanha, não deixe para depois o que pode ser feito de imediato, obrigado.

Luiz Fernando Dannemann (31/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Com o padrão JCB de “qualidade”

Mais uma demanda judicial contra a CODERE (agente credenciada do JCB perante o Ministério da Agricultura), por não pagamento de uma poule, estará sendo distribuída esta semana patrocinada por um conhecido turfista ludibriado. 

O assunto que será levado ao conhecimento dos juízes é que a máquina de apostas dos bookmakers, instalada com o aval do JCB (que também será réu na ação) – livre de auditoria durante toda a sua existência -, uma autêntica ARAPUCA internacional, está programada apenas para aceitar apostas provenientes da modalidade Pick 4 em Gulfstream na Flórida. 

Digo “apenas aceitar” justo porque quando o INCAUTO tem o “azar” de acertar os vencedores dos páreos o funcionário do grupo espanhol que BANCA as apostas em pleno Hipódromo da Gávea é treinado para dizer que aquela modalidade não existe naquele hipódromo...

Ou seja: Quem perdeu perdeu, e quem acertou também perdeu...

Informada sobre a qualidade do apostador e preocupada com os desdobramentos perigosos que o CANO poderia causar, um funcionário foi instado a NEGOCIAR a quantia de mil reais em troca da poule original (o rateio ultrapassaria a casa dos vinte mil). Como prova da FRAUDE a ação judicial vai anexar a dita poule “vencedora” e ainda várias outras “perdedoras” com o testemunho daqueles que tiveram a “sorte” de não acertar o Pick 4. Mais uma vez o pobre do TURFE, maldito e mal falado, vai pagar a conta. 

Por falar em CODERE, um dos vice-presidentes do JCB tem afirmado que o ex-presidente Taunay estaria “defendendo” a permanecia daquela “empresa” (renovação do contrato) nas reuniões do Conselho do Jockey Club Brasileiro, o que não bate com as informações que recebi de alguns conselheiros.

Seria importante o pronunciamento oficial do "acusado".

Mariel Mozart Vinicius Muller (31/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Senhores, me permitam não concordar com vocês em relação a corrida do cavalo Paint Naïf.

Acredito que pelo pequeno contratempo físico que ele teve, a broca no casco não o deixou o galopar por alguns dias, atrasando um pouco sua preparação. O que percebi, em minha humilde opinião, e que o cavalo cansou em sua atropelada. Digamos que faltou uma carreira. Acho que o Domingos fez o que tinha que ser feito.

Obviamente, com essa opinião, também acho ele um fortíssimo candidato a vencer o GP Brasil.

Ainda acredito que Paint Naïf seja para os 2400 metros.

Afirmar que Billy Girl ganharia se atropelasse por fora, também acho meio imprudente o comentário. O cavalo Delírio evoluiu horrores e o jóquei Alex Nota foi perfeito promovendo um "train falso" de corrida.

Mais uma volta, por dentro ou por fora, ninguém passaria pelo tordilho.

Daniel Rosario (30/03/2015) - Fortaleza/CE

Saudações.

Perfeitos os comentários do Sr. Elton. Muito bem observadas as falhas e acertos dos jóqueis citados.

Com relação ao Paint Naif, é um cavalo que dá gosto ver correr. Porém não sei se os 2400m são a melhor distância para ele. Apesar de também ter achado a partida dele ontem muito precipitada, penso que o cavalo tem maior potencial para distâncias menores. Atropela com mais ímpeto.

De qualquer maneira, fico feliz por ter acertado o vencedor do Derby, preterido por muitos. Guignoni é um monstro neste tipo de prova, seus animais nunca devem ser descartados.

Abraços a todos e uma ótima Páscoa !!!

Rodolfo Rocha Resende (30/03/2015) - Itabi/SE

Sr. Elton 

Não coloque sua admiração pelo Carlos Lavor acima dos fatos, qual a diferença da direção imposta pelo Altair Domingos e as do Carlos Lavor no Paint Naif?

O que faltou ao Paint Naif foi a semana que ele ficou parado. E o que falar da direção na billy girl, fantástica, sexto na curva e entrada de reta espetacular ja pulando pra segundo, e so não ganhou pelo trem de corrida que foi bem lento, e o cavalo do Alex Mota estava inteiro.

Obs: O Carlos Lavor merece toda sua admiração pois é um excepcional " JÓQUEI ".

Abraços!!!

Cosmo Rozendo dos Santos (30/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Ao Raia Leve - Bom dia!

Conheço a professora Tereza Thomps desde 1963 na qual eu tinha 9 anos quando eu estudava na Escola Jockey Club Brasileiro. A referida professora preparava alunos para o CA. 

Como eu sempre acompanho as notícias do site do Raia Leve, não achei nenhuma noticias referente ao falecimento da referida professora, que ainda trabalhava na Escola Jockey Club Brasileiro como Bibliotecária. Eu soube que a mesma levou um tombo na qual veio ao seu falecimento. Acho que a diretoria do JCB deveria fazer pelo menos uma homenagem sendo uma missa de 7 dia aonde ela trabalhava porque trabalhar até hoje com 93 anos não é 93 dias eu acho até que ela tem uns 60 anos de trabalhou na Escola Jockey Club Brasileiro.

Eu já havia saído da Escola, faleceu uma professora que depois ela foi diretora por capacidade, faleceu no Miguel Couto e foi velada no pátio da escola depois foi rezada uma missa de 7 dia na própria escola para essa diretora, achei isso uma bela homenagem e o que levamos da vida as pessoas lembrar depois da morte.

Agradeço a compreensão de vocês 

Abraço

Cosme

Elton Pereira de Souza (30/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

E ontem o que vimos foi um festival de altos e baixos dos 2 principais jóqueis que montaram no festival do Derby.

No GP das éguas o A.M.Souza fez aquela corrida bizarra com a Caritzia, tirando 300m na frente e na curva deu uma alça que com certeza tirou todas as chances da potranca. Já que estava com vários na frente que tentasse aquela tática suicida. Caritzia ainda chegou quinto, mostrando que se fosse corrida como de hábito para uma atropelada com certeza estaria entre as primeiras. Direção bizarra.

Mas depois o mesmo jóquei que fez essa besteira vai e dá aula no Derby com uma ótima direção no Famous Acteon. Não dá para entender.

E o que falar do Domingos? Aula máxima com Cem por Hora e Cruiseliner e mais uma vez erra no dorso do Paint Naif. Deu a partida na curva, fazendo a mesma aberta e atropelando a mais de meio de raia. O cavalo é craque, mas indo a primeira vez a distância e reaparecendo de contratempo não dá para ganhar com uma direção dessas. Com a Billy Girl a direção foi ruim também. Ela gosta de vir bem por fora e ele fez tudo por dentro, mas não podemos também deixar de levar em consideração a evolução do Delírio. 

E agora vai um apelo: 

POR FAVOR DEIXEM O LAVOR MONTAR O PAINT NAIF NO GP BRASIL! SERÁ UM BARBADÃO!

Sidney Neves (30/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Ricardo mais uma vez vem pro Rio tentar levar uns páreos e mais uma vez passa em branco.

Essa torcida pela estatística mundial é meio patética .

O outro monta em páreos mais confortáveis de se ganhar num prado acanhado, enquanto o brasileiro tenta a sorte em páreos cheios e equilibrados na Argentina.

Eu acho que a torcida é para o canadense parar de montar para o Ricardo superá-lo,pois em condições normais de temperatura e pressão Baze nunca vai ser ultrapassado.

E pelo que vi nas corridas de ontem Ricardo está longe de dar pata em cavalo...

Montou até mal em cavalos que com outros jóqueis se destacariam mais.

Comparar sua performance como as dos brasileiros Lavor, Angelo e Mota é covardia...

A idade pesa, os reflexos e o rigor ficam prejudicados.

E ser vice não é vergonha nenhuma, que digam os vascaínos...

Luiz Antonio da Silva (29/03/2015) - Nova Iguaçu/RJ

Chove chuva, chove sem parar. Corre chuva, corre sem "parar"! E agora José? Retrospecto Vale? Aguardo resposta!

Ivor Lancellotti (28/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

A modalidade mais fácil de se acertar era a Tri Mixe, ponta , placê e duplas que por muitas vezes defendia as apostas em modalidades impossíveis para os menos abonados.Estava na cara que não voltaria mais , pois quem aposta,fechando páreos nos concursos e gastando o premio que eu e muitos gostaríamos de ganhar não se interessaram. Não adianta ficar de bla,bla,bla pois vamos sempre apostar e aceitar o cardápio do dia, feito de Lagostas , camarões com vinhos franceses ficaremos sempre só nas azeitonas e torradas. No J.C.B não tem lugar para pobres ou ajuizados.

Abraços

Orlando Motta Filho (28/03/2015) - São Paulo/SP

Então,que o Sr.Cresus ’use de hombridade’ e não queime as urnas ’surrupiadas’,mas as ’LIMPE’ e as ponha a disposição dos VERDADEIROS sócios para uma eleição sem ’toffolis’ ou ’lewandowskis’ e muito menos "MICOS" ’mandados...

Jockey Club do Paraná (27/03/2015) - Curitiba/PR

Presidente do JCPR declara neutralidade no apoio às chapas

Cresus Aurélio Wagner Camargo, presidente do Jockey Club do Paraná, reafirma sua imparcialidade desde o início do registro das duas chapas de candidatura ao pleito eleitoral da instituição. Em nenhum momento, Camargo declarou apoio a qualquer das chapas concorrentes e rebate o que tem sido divulgado em sentido contrário. “No meu entender, ambas as chapas são de oposição, já que não houve manifesto de minha parte em apoiar uma ou outra”.

Camargo buscou promover uma eleição pacífica no dia 14 de março, o que não ocorreu, em virtude de fatores alheios à sua atuação, que causaram o tumulto instalado no local da votação e que levaram ao cancelamento do processo eleitoral. Agora, seus esforços concentram-se em reorganizar as atividades com vistas à retomada da eleição.

O presidente encerra a sua gestão no dia 30 de março, data que será realizada Assembleia Extraordinária para votação da permanência da atual gestão por mais nove meses, período necessário para reorganizar o processo eleitoral com mais segurança e igualdade para os associados. Quanto a estender seu mandato, Cresus A. W. Camargo afirma estar à disposição do Clube e irá acatar a decisão. “Só devo permanecer, se assim for decidido, para conduzir o processo em respeito aos nossos associados. E quanto aos candidatos ao pleito, espero que vença o melhor para o Jockey”, comenta.

Jockey Club do Paraná (27/03/2015) - Curitiba/PR

JCPR promove assembleia com associados na segunda-feira 

Devido ao cancelamento do processo eleitoral no dia 14 de março, em virtude do tumulto ocorrido no local de votação, a diretoria atual do Jockey Club do Paraná, que encerra o seu mandato na próxima segunda-feira, dia 30 de março, irá promover uma Assembleia Extraordinária com os seus associados para propor a permanência da gestão atual pelo período de nove meses, tempo necessário para reestabelecer as condições necessárias para a condução de novo processo eleitoral. Na oportunidade, a fim de garantir lisura e igualdade de condições à disputa de novo pleito eleitoral para os cargos de diretoria e conselhos da entidade, será debatida a atualização cadastral dos sócios do Clube, diante do extravio de documentos decorrente de arrombamento da sede do clube.

A assembleia extraordinária será realizada no dia 30 de março, às 19h30min, no Jockey Club do Paraná, salão Bento Munhoz.

Informações para a imprensa pelo e-mail: imprensa@jockeypr.com.br

Pasqual Evangelista (27/03/2015) - Valinhos/SP

I.R.Mendes

São 17:52 e se meu sistema de análise está funcionando bem esse rapaz ganha mais de 2. O jóquei mais bem montado hoje,

Espero que esteja numa noite inspirada. Começa no primeiro páreo o 9. Boa poule..

Leo Friedberg (27/03/2015) - São Paulo/SP

Dizem que as pessoas tem que ter filho(s) , plantar uma arvore e escrever um Livro. O meu livro sobre o Turfe está em andamento, vai contar muitas historias interessantes e definir bem quem é quem no Turfe na minha opinião. Muitas surpresas e muitas coisas engraçadas

Carlos Barros (27/03/2015) - Recife/PE

Gostaria de saber por onde anda o reprodutor Quatro Mares ??

Pasqual Evangelista (26/03/2015) - Valinhos/SP

TEMPO DE RESPOSTA

Os senhores também tem tido dificuldade em apostar no site do JCB??? Meu tempo de resposta é um tempão. Se não fizer o jogo tão logo acabe um páreo não consigo jogar no próximo.

Isso sim diminui o MGA.

Cesar Gustavo B. Netto (26/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Acabei de ter a triste noticia do falecimento do titular do Fazenda e haras Harmonia. O turfe não perdeu um proprietário, sócio e criador ,perdeu um grande homem. E eu perdi um grande amigo. Dr Jorge foi quem primeiro me encetivou a treinar e acreditou no meu trabalho me ensinou muito nessa nova jornada, colhemos muitos frutos nessa parceria e ainda colhemos com animais de sua criação. Dr Jorge vá com Deus ,que senhor siga nessa nova jornada em paz. Um grande abraço do seu amigo Gugu

Alexandre Republicano (26/03/2015) - Cabo Frio/RJ

Quadrifetas.

Aqui o cerne se chama retiradas.

Luiz Fernando Dannemann (26/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssimo amigo Miguel,

São duas situações absolutamente distintas.

O treinador que simula uma parelha utilizando animais de diferentes proprietários, neste caso, está FRAUDANDO o apostador devendo sofrer PUNIÇÃO da Comissão de Corridas, ao passo que no caso das parelhas verdadeiras isso não pode ocorrer já que o Código de Corridas permite.

No padrão francês, por exemplo, que aceita a utilização de diferentes números para animais do mesmo proprietário, o treinador é OBRIGADO a informar PREVIAMENTE (consta do programa oficial) qual dos animais fará o papel de faixa, já que lá a figura CENTRAL do turfe é o APOSTADOR.

Apenas corrigindo a sua postagem, o desdobramento das parelhas só não influi nas apostas de vencedor, impactando nas demais, principalmente nas apostas de Duplas que são cravadas.

No caso de animais que pertencem, nitidamente, ao proprietário do Haras Santa Maria de Araras, e que o mesmo a fim de poder inscrever mais de dois competidores (BURLANDO O CÓDIGO DE CORRIDAS) busca registrar em outro nome da sua família (exemplo ao qual você se referiu) a Comissão de Corridas é OMISSA em permitir que um deles faça (erradamente) o papel de faixa. 

Ou seja, no exemplo que você deu, a Comissão de Corridas ERROU ao deixar de PUNIR o Jóquei e o treinador que FRAUDARAM o apostador que fez o papel de INCAUTO. O Haras Santa Maria de Araras, no intuito de priorizar apenas os seus interesses pratica o ANTI-TURFE. 

Se eu estou na comissão de corridas eu anuncio no microfone, imediatamente, que o jóquei da Calêndola estaria SUSPENSO por prazo indeterminado. A seguir quando o jóquei explicar que a ordem partiu do treinador a PUNIÇÃO se estenderia, também, a este profissional. 

O Turfe e o MGA só vão prosperar, no JCB, no dia que a fraude for COMBATIDA; no dia que o apostador perceber que o seu dinheiro está protegido. 

Quanto ao exemplo que você deu dos animais do São Francisco da Serra, isso na França também ocorre... Só que lá o apostador pode “APOSTAR” na hipótese do “faixa” (previamente anunciado) não parar. É uma opção de aposta baseada num estudo feito pelo apostador , que neste caso não seria FRAUDADO caso o cavalo que ele achou que não pararia chegasse fora do placar.

Os administradores do JCB, num passado recente, como tentativa de aumentar o MGA, já que não eram suficientemente capazes de fazê-lo da forma correta, o mesmo grupo que instituiu os jogos exóticos com RETIRADA maior do que a permitida pela LEI DO TURFE (crime previsto na própria Lei), nada mais nada menos, incorreram em FRAUDE ao apostador.

A atual diretoria, movida pelo mesmos erros do passado preocupada, nestes três anos, apenas com a realização de PARQUES AQUÁTICOS, PISTAS DE SKATE, RETROFITS de uma proposta só (como o samba de Jobim) e os PARQUES DA BOLA da vida, mesmo após já ter CORRIGIDO esta anomalia a partir de uma EXIGÊNCIA feita por um turfista tão antigo quanto você (Antonio Carlos Coelho), volta a legalizar a antiga FRAUDE.

Turfe não proporciona REELEIÇÃO. 

Percebeu? 

Amigo Miguel - turfista de mais de 30 anos, companheiro de tribuna do Hipódromo da Gávea -, eu estou te devendo um comentário sobre o seu blog, “Por um Turfe Melhor” que, diga-se de passagem, é excepcional, Vou fazê-lo.

Forte abraço!!!

Miguel Leão (25/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Luiz Fernando Dannemann

Também sou contra este artifício das parelhas, mas sabemos que isso já pode acontecer atualmente de uma forma mais disfarçada em páreos que um treinador inscreve mais de um animal no mesmo páreo, só que com números diferentes e proprietários diferentes ( as vezes são do mesmo proprietário mas inscrito em nome de outro). Isso acontece de forma velada, mas acontece, você deve saber disso. Quanto a questão da pule valer mais, salvo estar enganado, só vale para efeito de Pick 7 e nas apostas para placé, mas para vencedor é a mesma. Agora vejamos dois casos recentes em provas de Grupo I: na segunda prova da Tríplice Coroa, tivemos duas éguas que correram naquele páreo: Calêndula com número 7 ( farda do stud Santa Maria - treinador R.Morgado Neto) e Caritzia com número 10 (farda do haras Santa Maria de Araras - treinador R.Morgado Neto). Sabemos que pertencem ao mesmo proprietário e a primeira serviu de faixa para a segunda, apesar de estarem com números diferentes. Isso não chega a ser novidade nas corridas. Já num segundo exemplo, Oregon Pine (Stud são Francisco da Serra) na teoria era o faixa de Point Naif na primeira prova da Triplice Coroa e venceu de ponta a ponta, enquanto o favorito apenas foi terceiro. Só que ambos corriam com mesmo número, ou seja, o faixa ’salvou" as pules do titular. Se ele corresse sozinho com outro número (mesmo fazendo o papel de faixa), com certeza seu rateio seria bem maior. Já nesta" nova e velha" fórmula com rótulo de parelha, independentemente da numeração seu rateio nas apostas para vencedor será o que estava atribuído ao favorito. Citei dois exemplos em provas clássicas de studs que não precisam de nenhuma "manobra’ para vencer um páreo. Mas de uma maneira geral. concordo com seus argumentos em relação ao MGA, Cheguei a comentar rapidamente isso contigo no hipódromo no dia da estréia do Siphon Dourado. Questões turfísticas como essas são analisadas semanalmente no Blog do Leão: http://miguelleao.wix.com/blog. Por um turfe melhor sempre.

Abraço.

Miguel Leão

Obertal Paes Filho (25/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Em relação à volta das parelhas, lembramos:

Quando do término das parelhas abriu-se discussões no Raia Leve dos Prós e Contras, com diversas posições publicadas. Em minha opinião ficou patente que, para a credibilidade das corridas, o término das parelhas era medida indispensável, e foi totalmente aprovada pelos turfistas, com exceção apenas daqueles que tinham algum interesse na manutenção das mesmas, provavelmente com intenções não confessáveis. 

Agora, talvez com a possível justificativa de aumento do MGA, e talvez também aumento no numero de páreos (com o numero do faixa considerado como inscrição), a CC anuncia a volta dos P1. P2, etc. 

Em primeiro lugar não acredito que, mesmo com estas justificativas, seria correto a volta das parelhas, pois a falta de credibilidade das mesmas nunca iria aumentar o MGA, embora a possibilidade de aumentar o numero de páreos seja um objetivo a ser perseguido.

Considerando que o turfista verdadeiro não vai abandonar o seu hobby, o que se enquadra no meu caso, não vou deixar de participar, mas como tenho que pelo menos justificar não ser chamado de otário, nos páreos de parelha só apostarei em Vencedor, ou seja, na modalidade não afetada pela volta das parelhas. De alguma maneira temos que nos defender das iniciativas com as quais não concordamos, mas somos obrigados a engolir.

Obertal Paes Filho

Luiz Fernando Dannemann (25/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssimos responsáveis pela formulação das enquetes no Raia Leve

RETORNO DAS PARELHAS

Venho aqui solicitar uma enquete visando conhecer a opinião dos turfistas sobre o desdobramento numérico de animais pertencentes ao mesmo proprietário, algo que a meu ver constitui-se em flagrante FRAUDE ao apostador.

Se não vejamos:

O Código de Corridas permite (sem que a Comissão de Corridas possa fazer ABSOLUTAMENTE nada) que um dos cavalos da parelha já saia da cocheira derrotado posto que a estratégia é que o mesmo “puxe” o trem de corrida em favor do outro.

O Código de Corrida permite (sem que a Comissão de Corridas possa fazer ABSOLUTAMENTE nada) que este cavalo, na reta final, seja sofreado em função da fadiga de ter forçado o “trem de corrida” podendo, até mesmo, quase parar na raia.

O Código de Corridas permite (sem que a Comissão de Corridas possa fazer ABSOLUTAMENTE nada) que esta informação PRECIOSA fique restrita apenas ao proprietário do animal que pode, inclusive, dividi-la com o treinador e o jóquei apenas no paddock.

Observações:

Neste caso as apostas feitas no cavalo que vai ao páreo na condição de SUICIDA - refiro-me a Placé, Duplas e Etc. -, já saem da máquina registradora com destino ao LIXO com o beneplácito (conluio) do JCB. 

Como o Hipódromo da Gávea é – antes de tudo e sobretudo -, uma “Casa de Jogo”, a estatística mostra que durante o período NEFASTO em que esta pratica, FRAUDULENTA e ANTI-INSTITUCIONAL, foi permitida, a incidência da poule mais alta da parelha “passar na frente” é avassaladora.

Será que o JCB está mesmo interessado em fazer crescer o MGA?

Pasqual Evangelista (25/03/2015) - Valinhos/SP

QUADRIFETA

Gostaria de sugerir à direção do Raia Leve uma nova enquete para saber se os apostadores aprovam ou não a volta da quadrifeta.

Eu particularmente aprecio muito o jogo de quadrifeta, tanto que aposto mais no JCB quando a corrida é no RGS. Nos outros dias aposto mais em São Paulo para poder jogar a quadrifeta.

Mario Veloso (24/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

ALVARENGA

Notada a falta do Stud Alvarenga nos próximos clássicos, breve retorno, é prazeroso ver esta farda na pista !

Fred D’Antonio (24/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssimo Antonio, Agradeço imensamente pela história com a qual brindou a mim e a outros turfistas. Essa eu vou guardar em minha coleção, meu relicário turfístico.

Creio que o turfe é o maior produtor de histórias no âmbito desportivo, talvez, em uma proporção de dez para um em relação ao futebol, por exemplo. Isso se deve ao número de pessoas envolvidas na atividade, aos vários papéis desempenhados por cada um, a variedade de figuras que estão presentes e, sobrertudo, a paixão muito peculiar que ele carrega. Seria muito bom que essas variadas e vastíssimas histórias fossem coletadas e publicadas para que não se perca o grande repositório das histórias, lembranças e memória de nosso esporte.

O turfe tem a magia de aproximar pessoas, até em casos em que nem se conhecem pessoalmente, gerar simpatias e afinidades, como a que já devoto ao senhor. 

Muito obrigado pela atenção,

Um fraterno abraço, Fred.

Carlos Roberto dos Reis (24/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Estou aqui mais uma vez para dizer o quanto sou admirador do jóquei Marcos Mazini. Mais tenho que alerta-lo que a comissão de corridas anda de olho nele, pois os cavalos que ele vem montando, mesmo sendo conhecido do público turfista como animais muito ligeiros, vem sempre largando mal na mão dele. Aconteceu isso no sábado no último páreo, no domingo e hoje segunda, no sétimo e oitavo páreo. Cuidado mazini, porque você pode pegar um gancho a qualquer momento, os comissários de corridas são ex-jóqueis e sabem muito o que você vem fazendo.

Roberto

Rogério Siqueira Gadelha (24/03/2015) - São Domingos do Prata/MG

Queria que o Raia Leve entrevistasse o Marcelo Cardoso e o proprietario Claudio Mothê

Um abraço do

Rogério

Antonio Moura (23/03/2015) - Niteroi/RJ

Prezadíssimo Fred,

Já lá vão mais de duas décadas, fou proprietário de pequeno e valente castanho (410 Kg), que corria o 4 anos - 3 vitórias, chamado Lord Baltimore e que acabara de vencer um páreo na milha, areia, Marcelo Cardoso em cima, arranhando o record da distância e deixando uma parelha do Santa Ana do Rio Grande, favoritíssima de dez, a vários e diversos corpos.

Era uma tarde plúmbea de sábado, tinha caído bastante água na semana e preferi atribuir mais a uma desconhecida preferência do animal pela raia pesada e pela cerca de fora ,do que propriamente aos seus naturais atributos de atleta. Mas, apesar disso, foi surpreendido, de noite, já em casa, por um telefonema de Paracatú, no outro lado da linha o ilustre proprietário Rodolpho de Oliveira Mello, que tinha animais também com Victor Paim após alguns anos de relacionamento com os irmãos Bezerra da Silva - Becão e Bequinho. Queria porque queria comprar o animal e após concordarmos com as condições, 4 prêmios e ainda mais uma corrida de despedida três semanas depois sob minha tutela (segundo a dois corpos para um animal de handicap montado pelo Ricardo), foi enviado para Brasília, conforme instruções do novo proprietário.

O surpreendente é que, tão logo concordei com a venda, três ou quatro dias depois, o transportador de Brasília entregou na cocheira do Vitor, em dois pacotes de padaria, o valor correspondente aos quatro prêmios - uma demonstração inequívoca do interesse do Sr. Rodolpho pelo animal.

Passou-se mais de um ano e nunca mais tive notícias do animal, quase esquecido pelas muitas alegrias proporcionadas por outro castanho (Beat Time), com o qual vencemos 4 corridas em Campos e outras tantas na Gávea naquele interregno. E eis se não quando me aparece inscrito, na virada de um programa de sábado, o pequeno atrevido Lord, montado pelo saudoso Rodrigo Lepre dos Santos, aos cuidados do mesmo Victor Paim mas com a farda marron do "dandy" brasiliense Amarildo Reino de Lima. Victor me disse que não podia avaliar as reais condições do animal, eis que tinha retornado à Gávea na semana e com instruções de apenas galopar suave na distância da milha.

O páreo estava para lá de bravo e não avaliei com devia as chances do animal. Assisti o páreo ali ao lado da árvore do bar do padock, sempre acompanhado por Victor Paim, que pouca ou nenhuma satisfação teve com a vitória. Foi uma pule um pouco superior a 20 por 1 apostei míseros 20 reais, pena mínima em apostas de risco.

Finalizando, o animal, montado por jóquei mais ligeiro do que ele, pegou a ponta na partida mas logo foi recolhido, aos poucos, para último. Um pouco antes da curva, Rodrigo foi-se aproximando e levando o cavalo mais acelerado para a cerca externa, de onde iniciou uma longa atropelada. Esta, vertiginosa, veio alcançar a parceirada quase no espelho, a tempo ainda de livrar quase um corpo.

Ali ao nosso lado, braços cruzados e estupefacto, o lendário Alcides Morales aproximou-se de Victor e, na minha presença afirmou que em tantos anos de corridas de cavalo jamais vira tal demonstração.

Tudo isto para dizer que naquele dia ninguém arrecadou tantos ganhos como o citado Jorge Delírio e seu grupo: como conseguiram uma informação privilegiada desconhecida por treinador, jóquei e proprietário (nem Rodolpho e muito menos Amarildo apareceram), é coisa que ignoro até hoje e gostaria muitíssimo de saber.

Enfim, d’Antonio - é de histórias como esta que se alimenta o que resta desta romântica e emocionante atividade que é o turfe.

Antonio Moura.

Mario Veloso (23/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

ÊXODO

A diretoria da A.P.T.J.A.R.J. foi recebida na manhã da última quarta-feira pelo Presidente do JCB. Os profissionais estavam muito preocupados com a diminuição de páreos formados por semana e a redução do número de reuniões, o que estaria provocando o êxodo de diversos animais mais velhos (de janeiro até agora perdemos 75 animais de 4 anos e mais idade), pois sem terem páreos para correr, ou correndo páreos muito cheios, seus proprietários estavam descartando-os.

O numero de animais em debandada só não foi maior por falta de transporte quando serão mesmo as próximas eleições ? 1 ano ? ainda dá para fazer bastante estrago !!!

Luiz Fernando Dannemann (23/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Amadorismo e irresponsabilidade

A volta das parelhas, quadrifetas e etc., não passa da prova final do CAOS que reina no JCB a partir do concurso de uma pessoa despreparada, concentradora e absolutamente comprometida com temas e interesses distantes das corridas de cavalo. O mandatário do clube para encarar a falta de cavalos e apostas reedita as lições perversas de antecessores tentando cobrar dos apostadores a conta da sua inabilidade para a função.

“Cobrar a conta dos apostadores” porque disponibiliza uma modalidade de apostas com alto percentual de retirada (quebrando o sistema); “cobrar a conta dos apostadores” porque ordenar a volta das parelhas é o mesmo que praticar o ANTITURFE.

Ao invés de ter implantado políticas de fomento a atividade hípica, ao invés de recuperar o Armazém e a Cooperativa; ao invés de criar incentivos e bonificações especiais para alavancar a ocupação das vilas hípicas (vários exemplos acerca disso contavam de um estudo que lhe foi apresentado); ao invés de melhoras as instalações do hipódromo; ao invés de criar uma ponte entre o hipódromo e o quadro social; ao invés de colocar no valor do prêmio os recursos que foram para pistas de skate e outras alucinações; ao invés de tentar buscar patrocinadores para o turfe e não apenas para os "Parques da Bola", o síndico do clube opta pela via aparentemente mais fácil, aquela que tenta fritar o “ovo” de todo o segmento numa antiga banha podre existente nas entranhas do JCB.

Por fim é bom ressaltar que a matéria de capa do Raia Leve (cuja foto me provoca profundo mal estar), por si só, demonstra o momento dramático que vive o nosso ferido JCB. Eu pergunto aos leitores deste site: Em qual dos países, membros da OSAF, o mandatário recebe a associação de profissionais de Turfe desacompanhado do Vice-Presidente da área?

Por essas e muitas outras, o antigo presidente da comissão de corridas assinou a carta, irrevogável, de renúncia. Se eu sou o Pedro Camargo, faria o mesmo. 

Lamentável...

Fred D’Antonio (23/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Antonio Moura, seu texto deixou-me de alma lavada. Aquela algazarra toda em páreos vencidos por animais "surpreendentes" ecoa até hoje em meus ouvidos. Creio que muitos deixaram de frequentar o prado por essa razão, preferindo as credenciadas ou até mesmo abandonando as apostas. Afinal, perder dinheiro, mesmo que em pequenas quantias é uma coisa, perder e se sentir logrado, até humilhado é outra.

Há poucos dias, por incrível que pareça, pensei EXATAMENTE, sobre isso, me lembro das pules balançadas, quase esfregadas na cara de outros apostadores. Mas todos podem mudar, o tempo é o senhor da sapiência, da moderação e de um caminho de acertos.

Muito obrigado por escrever, devo admitir, o que eu não tive coragem.

Um fraterno abraço, Fred.

Uivio Lima (23/03/2015) - Belo Horizonte/MG

Lamentável a falta de criatividade e sensibilidade dos Administradores do Turf, não e’ atoa que chegaram neste difícil labirinto em que se encontram. Voltar com quadrifetas e parelhas individuais para depredar ainda mais o viciado pq os velhos e poucos Turfistas já pararam ou não aguentam mais, pequenos proprietários não existem mais, inclusive em Minas. O JCRGS conseguiu melhorar os páreos, ter mais credibilidade, honestidade, pontualidade e superaram JCSP e JCB em qualidade. Estes dois últimos, ex grandes, como não tem animais suficientes para formação de páreos deveriam fazer um simulcasting com o Cristal, alternando, numa sexta JCB e na outra o JCSP. Mudar tb o horário dos sábados, domingos e feriados de 14h para 15h pq os velhos e viciados turfitas precisam almoçar com seus Netos. Da tristeza abrir a programação do JCSP parece o Serra Verde quando estava agonizando,antes de fechar. Logo vão ter que colocar corridas de jegues e cachorros. Grande abraco.

Jose Roberto Giancristoforo (23/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Vergonha, vergonha e vergonha, programa todo errado . Não entendo porque querem continua dentro do JCB , se não tem a menor vocação e nenhum interesse em promover e incrementar a corrida de cavalo.

Volto a dizer JCB é para corrida de cavalo e para mais nada, JCB não precisa de sócios e nem precisa alugar seus espaço para sobreviver , tem uma quantidade de sócio e todos muito bem de vida que se necessário podem ser chamados a ajudar com as despesas, mas para isso teria que ver dentro do JCB somente pensamento para corrida de cavalo, sou favorável a que na próxima assembleia Geral se proponha e se vote a proibição de qualquer eventos que não tenha ligação dom TURFE, assim que tiver no comando vai ser obrigado e pensar m e pensar em cavalos e corrida de cavalo.

Marco Antonio Santos (22/03/2015) - Niteroi/RJ

Pablo Gustavo Falero , é sensacional !

Sou apaixonado pelo turfe , e creio que na Argentina estão os melhores jockeys em atividade no mundo.

Na última vez que estive no hipódromo da Gávea, fui muito mal tratado. Mas os provincianos que ocupam a direção no momento, não irão de privar-me de tal oportunidade.

Convoco a todos, vamos lá !

Antonio Moura (22/03/2015) - Niteroi/RJ

Sérgio de Souza Leite,

O seu breve e singelo texto de ainda agora neste Espaço, compensou sobejamente todas as minhas anteriores intervenções. 

Agradeço-lhe por tão generosas palavras e conte com a sincera amizade deste seu criado.

Antonio José Pais de Moura

Sergio de Souza Leite (22/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Antônio Moura:

Português ou lusitano, dentre outras, eram palavras ditas como críticas ou deboche, alguns anos atrás, quando era grande o número de pessoas que, vindas da "terrinha", assumiam posições de destaque como comerciantes ou empresários. Hoje, como o número de portugueses ainda em ação diminuiu bastante, as críticas ou o deboche praticamente deixaram de existir. Por isso é que, pessoas como você, principalmente quando se destacam em locais como o RAIA LEVE, não mais são menosprezados, muito ao contrário. Parabéns pelos seus comentários que, na grande maioria, são plenamente esposados por mim e por quase todos.

Sergio Leite.

Sergio Lessa (22/03/2015) - São Gonçalo/RJ

Parabéns ao JCB por essa fantástica e linda chamada

Turfe é integração,turfe é emoção,turfe é um sport ,turfe é adrenalina,.turfe é união!

https://youtube/yNxcivOONYQ

Wellington Santana Ferreira (22/03/2015) - Belo Horizonte/BH

Aos leitores do Raia Leve uma dica de rateio bom hoje. Sim, com muita chance, pois tem sempre ótimos trabalhos e não confirma. Filho de Shirocco, que já mostra perfeita adaptação na areia, e a mãe Tarimbada (Araras) tem também vitória facílima na mesma pista. Sexto páreo, Cidade Jardim, Doppio. Basta reparar seus rateios no retrospecto.

Paulo Luiz Gama de Oliveira (22/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Gostaria de agradecer as postagens dos turfistas Monte Paiva e Antônio Moura. Foram muito carinhosos e benevolentes comigo. Adoro este espaço e, se não compareço com mais frequência é por que o verdadeiro papel do jornalista deve ser o de informar e não o de aparecer. O cronista ou o repórter merecem ficar conhecidos apenas pela qualidade do seu trabalho. Não me sinto confortável na berlinda. Os protagonistas no turfe devem ser sempre os cavalos e, depois deles, criadores, proprietários, treinadores e jóqueis. Em outros tempos, a cobertura jornalistica do turfe era mais completa e intimista. Os aficionados não tiravam conclusões erradas so bre os fatos e as pessoas. E, se isto acontece hoje em dia, é por que a nossa atuação, minha e dos colegas jornalistas, tem sido deficiente. Os turfistas tem pouca informação dos bastidores e por isso desconhecem o caráter, a postura e a dignidade da classe turfística. Julgam apenas pelas aparências, mas não tem acesso a realidade. Não é culpa deles e sim, da pouca informação que recebem. Nos meus primeiros passos no jornalismo turfístico, os jornais O Globo, Jornal do Brasil e O Dia tinham uma página diária de turfe. Tempos de Gil Moniz Viana, Bolonha, Oscar Griffits, Pascoal Leão Davidovich, Wilson Nascimento, Vespasiano Lírio da Luz(Vespa), Celso Pina, José Carlos Moraes(Soneca) e tantos outros que deixaram saudades. Mas todos nós podemos melhorar se as oportunidades nos forem dadas. Infelizmente, hoje em dia, com exceção do Raia Leve, poucos veículos de comunicação escrevem sobre os fatos do turfe. Eu procuro fazer isso diariamente e por isso, algumas portas se fecharam . Ossos do ofício. paciência. Obrigado a todos. E até qualquer dia...

Antonio Moura (22/03/2015) - Niteroi/RJ

SE NÃO ME FALHA A MEMÓRIA...

Confesso que a minha admiração por Paulo Gama, até este exato momento, estava no limite da sua reconhecida excelência como jornalista especializado e na qualidade do seu trabalho como agente de montarias, quem quer que fosse o jóquei.

Como não consigo alimentar antipatias gratuitas (para as quais, como seria de prever em casos como este, o alvo estará se lixando de verde e amarelo), não tenho porquê não manifestar a origem desta agora:

- Reporto-me a um tempo em que o apostador (como aliás todos nós, turfistas de DNA medular) Paulo Gama fazia parte de um ruidoso grupo do qual o indefectível Sr. Jorge "Delírio" era o líder financeiro que arbitrava o valor das apostas de acordo com o nível das informações privilegiadas recolhidas pelo jornalista.

Não foram raras as vezes em que assisti tão logo o vencedor cruzar o disco, a zoeira que faziam, mormente quando apregoavam o valor da aposta - pena máxima! 

Mesmo quando, eventual ou ocasionalmente, eu também acertava o páreo, ficava incomodado, eis que pairava no ar que a desnecessária demonstração de euforia era um legítimo diploma de idiota aos demais apostadores. Para comemorações de vitórias e lucros é que existem os churrascos de cocheira. No prado lotado (lá se vão mais de vinte anos) é uma imagem que só fala contra a atividade, nada mais do que isto.

Obviamente, com o texto de Paulo Gama hoje aqui no Espaço, sobe substancialmente o meu nível de apreciação por este misto de jornalista, agente de montarias e apostador; agora também como ser humano.

Mudei eu, mudou ele? Provavelmente mudamos ambos - e com toda a certeza para muito melhor. Menos mal!

Antonio Moura

Francisco Rodrigues da Silva (22/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Neste sabado 21/03, 6 pareo da gavea ,destinados a potros de 2 anos,10 numeros mais os faixas 13 animais com cerca movel. KKKKKKKK os ultimos numeros estavam dentro da vala que existe junto a cerca assim fica muito dificil.

Anderson Farias Lima (22/03/2015) - Niteroi/RJ

QUANTA IRRESPONSABILIDADE... o responsavel pelo site do Jcb publicou os programas sem as distancias dos pareos, e sem as pistas, tanto o oficial quanto o com retrospecto... quem sabe dos recordes calcula a pista e a distancia, quem nao tem nocao, fica a ver navios..

Mas nao e so isso, eles devem ter percebido o erro e retiraram todos os programas do site, e hoje, sabado a noite, queria estudar o programa de domingo e nao posso... Uma vergonha!!!

Mauricio Forjaz (21/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Parabéns ao Raia Leve pela reportagem relativa ao centro de cavalos aposentados do sr. Michael Blowen.

Trata-se de uma belíssima e generosa atitude em prol de animais que proporcionaram muitas alegrias, quando estavam em atividade e merecem todo o conforto no fim de suas vidas.

Incontestávelmente, o sr. Blowen merece o respeito e a admiração de todos os amantes do turfe em todo o planeta.

Mario Veloso (20/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Roberto Fonseca

Antes casa da Amélia, hoje quem manda é Ofélia !!!!

Roberto Fonseca (20/03/2015) - Brasília/DF

Que retrocesso. Como sofre o apostador! Confesso que fiquei extremamente decepcionado ao abrir o site do JCB e ver a notícia da volta das famigeradas P1, P2, P3...

Correr animais, de um mesmo proprietário, sob número diferentes é um crime lesa-apostador. Impacta em várias modalidades de apostas (placê, super betting, betting 5, trifeta, quadrifetas, pick 7). São combinações a mais. O jogo fica mais caro.

Sem contar que a parelha correr sob o mesmo número legitima o uso do faixa. Quem não sabe que existem cavalos que correm apenas para ajudar o companheiro? 

Olha, o JCB precisa rever isso. E divulgar quem é o pai dessa idiotice que será feita.

Conclamo os turfistas a enviar mensagens à Ouvidoria do JCB.

O apostador, coitado, não merece.

José Flavio Garcia (20/03/2015) - Londrina/PR

A propósito do momento em que vive o JCSP, diz a APFT: "Atravessando hoje a maior crise da história de seus 140 anos, completados no último dia 14 de março sem ter muito o que comemorar, o Jockey Club afunda em meio à estabanada política de pagamento de sua dívida tributária. Pagar impostos é obrigação de todo cidadão e instituição, disso ninguém duvida. Mas por que o presidente elaborou e implantou essa política de forma açodada, para pagar tudo praticamente de uma só vez, o que está levando a entidade à bancarrota financeira? Além dessa questão, a crise tem outros ingredientes igualmente graves: os prêmios estão retidos pela terceira vez em quatro anos, com uma débil p romessa do seu gestor, feita a interlocutores próximos, de pagar tudo no próximo dia 1º de abril...". Coincidência ou não, o pagamento dos prêmios prometidos por Eduardo Rocha Azevedo para 1º de Abril, cai exatamente no "dia da mentira". Seria o calote em cima do calote? Tomara que não.

Francisco Rodrigues da Silva (20/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Boa parceria essa entre o joquei MS Machado e Paulo Gama. Excelente garoto trabalhador carismatico.

E o nosso queridissimo M Mazini todos os profissionais tem a maior boa vontade com ele, mas ele e inimigo dele mesmo uma pena.

João Luiz do Monte Paiva (20/03/2015) - Campos dos Goytacazes/RJ

Aplausos para o Sr.. Paulo Gama!

Excelente jornalista, o melhor agente de montarias do Brasil e quando instigado pelo senhor Pasqual, não se escondeu. Veio a este espaço e respondeu à altura com justificativas sólidas.

Parabéns pelo seu trabalho e seu caráter!

Um grande abraço de Campos, uma cidade que já teve um Jockey Clube... Infelizmente padecemos nas mãos de salafrários!

Paulo Luiz Gama de Oliveira (20/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Aqui fala Paulo Gama.Só a título de esclarecimento para o senhor Pascoal Evangelista. As montarias assinadas por Marcos Mazini esta semana ainda foram captadas por mim. Portanto, os treinadores citados é que não demonstraram interesse em lhe dar montarias. Foram contactados por telefone, como faço habitualmente, com todos os demais profissionais de treinamento. Mazini ganhou 36 páreos em apenas dois meses, o que demonstra a sua eficiência e também, modéstia a parte, a do meu trabalho. Sua média de aproveitamento só é inferior a dos dois primeiros colocados da estatística, V.Borges e V.Gil. Mas existem outros fatores necessários para se manter uma parceria desta natureza. Apesar do sucesso na raia, Mazini acumulou alguns revezes profissionais fora dela, tais como a perda dos contratos do Stud H&R e do Stud Winchester 45. Não houve nenhum problema de relacionamento entre nós. Apenas temos condutas pessoais e profissionais diferentes. Concordamos que seria melhor interromper o nosso acordo. Desejo toda a sorte do mundo a ele. E concordo com o senhor que uma mudança de ares lhe faria bem. Assino embaixo a sua opinião de que poderia fazer sucesso no turfe paulista. Aliás, com um pouco mais de juízo, Mazini conquistaria espaço em qualquer turfe deste planeta. O seu talento é excepcional. Mas a gente sabe que existem outros quesitos indispensáveis para o sucesso de um esportista.

Pasqual Evangelista (20/03/2015) - Valinhos/SP

CORPORATIVISMO

O ambiente do JCB não é complicado apenas na politica do clube.

Parece que é assim também na parte que se refere aos profissionais.

Foi só anunciarem que o Mazini deixou de ser agenciado pelo Paulo Gama e ele não assinou nenhuma montaria nem com o Guignoni e nem com o Sampaio. O que será que teria aprontado o Mazini dessa vez?? Será que respondeu mal para seu agente???

Me pergunto se para um proprietário ou para um treinador é melhor um agente ou um jóquei??

Srs. proprietários e treinadores de outros estados, principalmente os de São Paulo, aproveitem, existe na Gávea um jóquei excelente um dos melhores. Com todo respeito que tenho pelos jóqueis de São Paulo, não tem nenhum entre eles que deem a seu animais a chance que o Mazini pode dar correndo na Gávea.

Parece que é casca de ferida, mas como não querem um jóquei para casar e sim para ganhar corridas. Contratem-no. O único risco é serem julgados com rigor excessivo pela comissão de corridas.

Percebo que existem castas dentro do corpo de profissionais do JCB e isso conta inclusive no julgamento dos comissários de corridas, Para os amigos tudo para demais a lei(?),

Como fui me apaixonar por esse esporte???? e não tem jeito hem....

Carlos Sessa Rodolfo (19/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Passei pelo clube há poucos minutos e eles estavam irrigando a pista de grama com ímpeto. Uma vergonha! Tempo nublado e com previsão de chuva para o fim de semana. Total falta de respeito com os profissionais e apostadores!!! Se cair um pouco de chuva já era. Infelizmente eles querem um turfe pior caro Haroldo.

Haroldo Costa (19/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Aos responsáveis pela pista de grama venho pedir bom senso e que não seja repetido o mesmo erro de semana passada, quando irrigaram a pista na véspera da reunião de sábado e a grama levantava torrões em alguns trechos.

Não está mais fazendo aquele sol dos meses mais quentes do ano e já teremos uma cerca móvel de 12 metros essa semana, que dificulta bastante o decorrer dos páreos principalmente em grama macia/pesada. Além do mais, temos previsão de chuva para a tarde de sábado e no domingo. 

Por um Turfe melhor.

Abraço

Fred D’Antonio (18/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Hoje acontece o tão aguardado,rápido e triste desfazimento do Estrela Energia, mais um criador/proprietário que sai de nosso turfe, dessa vez em razão da inesperada morte de seu titular. Muitos animais vão ficar dispersos por vários studs, alguns sem a possibilidade de encontrar seus melhores resultados. Filhos de grandes garanhões,como Agnes Gold estão disponíveis.

Muitos dos animais, creio que a maioria, ainda estão em treinamento, o que causa uma interrupção de preparação. Os preços de venda podem servir de termômetro para o nosso mercado.

Quanto ao affair Ricardinho,ou dilema de Jorge Ricardo,vejo duas possibilidades: a primeira seria continuar na Argentina,ganhando mais (mesmo já estando com o boi, ou melhor cavalo na sombra) e obtendo resultados inferiores aos que poderia obter. A segunda, voltar à Gávea, retomar sua posição de ídolo absoluto, ter mais umas quatro temporadas de glória e deixar o Baze, que é mais velho que ele, comendo poeira, com isso estaria definitivamente inscrito em todas os painéis de glória do turfe mundial.

A opção só cabe a ele e,creio,ninguém pode criticar sua escolha. Mas só para apimentar a discussão...será que um grupo de proprietários "com bala na agulha" não poderia fazer uma proposta agradável? Quanto isso não poderia trazer de retorno moral e econômico para nosso combalido turfe? Afinal,um ídolo desse tamanho opera milagres.

Abraços.

Sergio Andre Pessoa (18/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Mais uma vez o Mazini é preterido depois de ter sido confirmado nas montarias do Haras São Francisco da Serra.

Primeiro foi com o Oregon Pine na primeira prova e agora com Paint Naif ( pelo menos havia sido divulgado que a montaria seria dele)

Realmente não sei o que ocorreu mas considero uma tremenda indelicadeza com o profissional.

Por falar em Mazini , ele continua a ser agenciado pelo Paulo Gama?

Perdeu o contrato com o H&R meses após ter assinado.

Será que "aquele" Mazini está de volta???

Se for verdade, é uma pena....

Fred D’Antonio (17/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Omar Vargens,esqueci de fazer a menção. Suas posições são corretíssimas,mas creio que hoje a crise é incontornável e ao contrário de novas medidas temos mais cortes e, claro, mais crise. Uma roda viva, um ciclo que extinguirá o nosso turfe.

Haras e studs estão realizando desfazimentos inteiros de plantel. Acabamos de perder o Estrela Energia, pior, os criatórios vão diminuir sua produção,ou se voltarão ao mercado externo.

Abraço e saudações turfísticas.

Omar Tárik de Medeiros Vargens (17/03/2015) - Brasília/DF

Parece que ficamos sem nossas corridas de sexta....

Acredito que seria muito importante para profissionais, proprietários, apostadores e turfistas em geral, ter uma manifestação oficial do clube a respeito deste assunto, dando assim transparência à questão e informando se é apenas uma decisão "estratégica" da administração.

Essa incerteza seguramente causa danos à imagem do turfe. 

Tenho 35 anos de idade, todos eles acompanhando as corridas da Gávea. Recordo-me de que em feriados, havia reunião complementar, sem nunca suprimir as corridas regulares, já que o público geral se preparava com antecedência para elas. Hoje precisamos estar constantemente verificando as informações sobre quando e a que horas nossos bravos cavalinhos vão nos brindar com seus galopes.

Diante da ausência de manifestação oficial, haja vista que as tabelas do mês de abril continuam a programar quatro encontros semanais, seguem algumas sugestões:

Sempre houve, mesmo nos "melhores momentos", alguns páreos formados com cinco ou seis animais. Assim, deve ser apresentado estudo concreto que demonstre sua inviabilidade;

Tendo em vista a orientação de não formar páreos com poucos concorrentes, percebemos a formação de muitos páreos numerosos em que são misturados animais de enturmação e sexo distintos. Esta medida não parece apenas nociva a treinadores e proprietários, mas também ao público apostador que perde algumas referências para fundamentar seus estudos;

Ao mesmo tempo, verificamos que algumas chamadas são sempre muito prestigiadas, recebendo grande número de inscrições. Como exemplo, elencamos os claimings K1/L1. Neste caso, entretanto, há apenas uma data disponível por mês. Qual seria a motivação? Preservar a pista de grama? Atualmente esta medida não mais parece necessária. 

Como reforço, verificamos que o Claiming M sai cheio toda semana em qualquer distância. Este fato demonstra que se quisermos promover mais páreos, não podemos prescindir de animais de nenhuma idade. Desta forma, indago, a quem puder me responder, por que não há chamada para Claiming K e L na grama, se o K1 e L1 está sempre lotado. 

Atualmente verificamos páreos misturando animais de 4, 5 e 6 anos, tendo os mais velhos uma vitória a mais. Se chegamos a este ponto, que diferença faz incluir os de 07 anos com uma vitória a mais do que os de 06, progressivamente? Esta medida, nesse momento de emergência, evitaria a aposentadoria de muitos números em nossos programas a partir de 01 de julho.

É evidente que todos nós queremos ver correr Itajaras, Much Betters, Virginies, Bal a Balis entre outros craques. Contudo, nem o espaço vive só de estrelas! Suponho que poucos de nós fechem os olhos no momento da largada do 05 anos perdedor claiming! 

Eu quero ver cavalo correndo! Mesmo sobre matungos muita alegrias e histórias foram vividas!

Bem, o que parece claro é que algo deve ser feito além de críticas abstratas... Para alcançarmos um turfe mais forte e competitivo, temos que começar a fazer o melhor que podemos com o que dispomos hoje. Tem cavalo que vai pra urna na segunda e passa o fim de semana caminhando na vila....

Waldir Alves de Souza (17/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado amigo Beto,

Agradeço-lhe pela presteza do esclarecimento. Grande abraço, Waldir Alves.

Fred D’Antonio (17/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Ronaldo, assisti aos dois páreos que você citou.Não creio em má fé, até por uma razão fundamental, há muitas maneiras de um jóquei fazer uma puxada; empinar o cavalo na largada, além de ser perigosíssimo, é algo muito visível.

O animal do primeiro páreo nunca largou bem, um problema crônico que nunca foi corrigido em treinamentos, aliás foi o único páreo da noturna que seguiu a lógica, ou seja, as duas forças destacadas dividiram a raia. No último, o animal 5, Pick of the Year era um típico "cavalo podre" desovado em claimings baratíssimos, no caso o de valor mínimo previsto. Um cavalo de turma que "caiu" para um CK de dez mil e acabou na mais baixa parceria, quando isso acontece eu sempre desconfio.

Quanto ao Lavor, tecnicamente, um bom piloto,considero que peca pela inconsistência, muitas vezes montando de forma displicente e, reitero, não por desonestidade, mas por sua própria natureza: às vezes quer outras não. Caso contrário já teria fácil fácil ultrapassado as 5mil vitórias. Em provas clássicas dá o máximo e consegue vitórias históricas e, em algumas reuniões de CL e turma,principalmente nas pouco valorizadas noturnas, parece-me desmotivado, concede aos animais uma direção burocrática e perde. O Mota é outro que quando está motivado e disposto é gênio, provavelmente o melhor em atuação no país, apesar do paquidérmico peso que o impediria de montar em qualquer outro lugar do planeta, outras vezes, simplesmente sobe no animal e o conduz de um lado ao outro. 

Talvez, o turfe brasileiro,com suas baixíssimas premiações, enturmações de meter susto e tribunas vazias desmotivem os jóqueis, muito embora reafirme que isso não é desculpa em um esporte no qual o dinheiro dos outros está nas patas de cada animal.

Essa é minha modesta opinião. Abraço.

Jose Roberto Giancristoforo (17/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Deve ter um motivo muito forte para que o JCB e atual administração não queira forma páreos na sexta feira , devem estar preocupados com os custos de se montar páreos pequenos com poucos cavalos, ou será que tem algo atrás dessa preocupação, como sócio digo que prefiro pagar uma taxa um pouco maior para cobrir essa preocupação e pagar para que não se faça evento dentro do JCB que não seja ligado ao Turfe . acho que os sócios pagariam uma taxa maior para que essa atual administração tomasse a porta de saída e sumisse do JCB. Ou se faz algo urgente ou vão nos levar a condição de pré-final do turfe, como está São Paulo, como está Paraná. Acho e tenho certeza que não são os custos que estamos ficando sem corrida na sexta feira e sim incompetência e foi essa incompetência administrativa que está levando o Brasil para o caos e é essa incompetência que vai levar o JCB a dias muito tristes. Chega , chega por favor como não conseguem fazer do turfe um turfe forte saiam , mas saiam a o mais rápido possível se é que não querem praga em cima, eu sou sincero rogo praga todo dia e tenho certeza que uma hora vou ver acontecer, como eu outros vão fazer o mesmo e união faz a força.

Ronaldo Cunha Diniz (17/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Alguém precisa alertar o Ricardinho que está na hora dele voltar a montar na Gávea. Só vejo o Baze ganhando mais e mais e ele cada vez menos. Dinheiro acredito que não é mais o problema do nosso campeão, então ele tem que voltar o quanto antes para ir realmente a caça do Baze e retomar o topo do ranking.

E sobre as corridas de ontem o que acharam das corridas da Já Fiz e do Pick of The Year? Ambos favoritos que perderam em cima largarando mal do mesmo jeito, empinando na partida, e montados pelo mesmo jóquei. Muita coincidência.

Paulo Faria Junior (17/03/2015) - Florianopolis/SC

Com muita indignação que tive a infelicidade de verificar a forma que o Jockey Club do Paraná recebeu os seus associados no dia 14 transato, momento em que deveria ser colocada em pratica a eleição da nova diretoria. Após me locomover por trezentos quilômetros, totalizando seiscentos em face do retorno à Florianopolis, onde resido, não pude exercer o direito de voto, por posturas de pessoas vinculadas a atual direção, que inexplicavelmente desmontaram a estrutura eleitoral. Ocorre que, após meu longo período de associação, além de frequentador do turfe desde os meus tempos de infância acompanhado de familiares, não poderia imaginar que a elegante história já escrita poderia ser manchada por irresponsabilidade de alguns, os quais vejo como não aceitantes da real possibilidade de alternância de gestão. Como turfista de coração, já desmotivado com a forma decadente do nosso querido Jockey, que hoje nem corridas tem, não poderia deixar de consignar a falta de respeito imposta aos associados.

Fred D’Antonio (17/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro turfista Antônio Moura, estás coberto de razão quando enuncias "não há pipoca sem milho", creio que historicamente usaram o milho para criar "pamonhas", pessoas que foram incentivadas ao jogo sem responsabilidade e, obviamente,quebraram. As casas lotéricas e suas loterias de números têm uma inesgotável fábrica de pamonhas, e não largam do osso.

Caso tivéssemos mais dez mil turfistas/apostadores com movimento médio de 100 Reais por reunião, uma cifra baixa, o MGA estaria salvo, mas como apostar ou chamar novos turfistas em páreos misturados e malucos, nos quais qualquer estudo de programa é em vão. Cavalos sem retrospecto correm e vencem de uma forma que levaria a sindicâncias em qualquer hipódromo do mundo.

Multiplicam-se os claimings, a maioria de desova de animais inservíveis, as enturmações não seguem critérios e, hoje, isso nem seria possível, pela falta de animais na gávea. O caso de Cidade Jardim é ainda mais grave, pois nem as premiações estão pagando; cavalos de terceira linha estão vindo correr no Rio. As reuniões deste final de semana foram exemplares para demonstrar a quantas anda nosso "turfe". Parece que a cada 15 dias ocorre uma "revolução equina" na qual cavalos que corriam bem passam a ser matungos e matungos dão banho em cavalos que correram até provas de grupo.

Se consultarmos os resultados dos principais hipódromos do mundo não encontraremos nem dez por cento dessa discrepância. E deixo claro, não coloco isso na conta de nenhuma desonestidade, mas na condição do PSI no Brasil: mal alojado, recebendo, muitas vezes, treinamento ultrapassado, repicado e sanfonado, escrito ora na grama ora na areia sem nenhum respeito às características do animal. O resultado é que mais da metade dos páreos transformam-se em roleta, em jogatina de cassino, sem nenhum respeito aos conhecimentos turfísticos. É impossível estudar os atuais programas, e assim o turfe perde uma qualidade essencial que é a de esporte no qual se aposta, em suma, em qualquer esporte "zebras" acontecem, mas o Nova Iguaçu não vai meter 5 no Vasco, é o Vasco que tende a meter 5 no time da Baixada, no máximo um empate, ou uma "zebraça" com uma derrota Cruzmaltina por placar mínimo. No turfe brasileiro Nova Iguaçus estão enfiando 5 nos Vascos. Nessas condições não posso incentivar ninguém a se aproximar das carreiras.

Um grande abraço.

ps. Sou Flamengo, mas dei o exemplo com o Gigante da Colina em sua homenagem rsrs.

Ivor Lancellotti (16/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Boa noite,

Uma ideia boa para acabar de vez com as reclamações sem motivos.

Toda vez que a reclamação de um piloto for julgada improcedente o premio do reclamante deveria passar para o piloto ganhador do páreo, apenas o premio do piloto e do treinador e não do proprietário.

Eles iam pensar muito antes de reclamar. 

Acho bom

Abraços

Luis Alberto Rodrigues de Souza (16/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro amigo Waldir, até onde sei não existe determinação de não haver corridas às sexta- feiras. O problema, já comentado pelo Paulo Gama, é que com as restrições impostas às inscrições e aí sim, a determinação de não se formar pareos com menos de sete animais, com a disponibilidade atual de plantel fica difícil a formação de um quarto programa. Abraço, Beto.

Antonio Moura (16/03/2015) - Niteroi/RJ

AS REUNIÕES DA SEMANA

Sr. Waldyr.

Pois é, prezado turfista - e eu que, na minha santa ingenuidade, sempre agreguei à lista de providências para recuperar o combalido MGA da Gávea, a implantação de mais uma reunião semanal (ou às terças ou às quintas feiras).

A tendência, pelo andar da carruagem, é permanecerem apenas as reuniões do final de semana; a bola da vez é a reunião de segunda, nem que para isso aumentem para doze ou treze páreos as reuniões de sábado e domingo. É uma simples questão de tempo, até que o último PSI seja despejado do Hipódromo, rumo às antigas e românticas disputas fronteiriças. E pensar que o advento Codere foi o pontapé inicial e, sabe-se lá por que estranhas razões, referendado pelas duas últimas administrações do fundamental Joquei Clube Brasileiro. 

Menos mal que hoje, num dos canais da TV a cabo, todos poderemos assistir, em mais uma reprise, ao maravilhososo filme "Adeus às Ilusões". Ora bolas!

Antonio Moura

Waldir Alves de Souza (16/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

É, tudo leva a crer que às sextas-feiras (terceira semana consecutiva) não tem mais corridas na Gávea!!!

Gerson Borges de Macedo (15/03/2015) - Curitiba/PR

O Jockey Club do Paraná não merecia isso!! Não sei qual é o sentimento maior, se a vergonha, a indignação ou a raiva . É muito triste ver esse palco sagrado do turfe brasileiro, dar lugar a tantas demonstrações de descaso com a razão de ser dele existir...ou seja, o turfe! Por aqui não se fala mais em corridas de cavalos e sim só de assuntos que caberiam melhor num noticiário policial.Que tristeza! E pensar que gerações e gerações de turfistas se dedicaram tanto para escrever uma bela história do turfe paranaense, história esta que nesses ultimos tempos vem sendo jogada no lixo!!

Miguel Angelo Paolino (15/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Grande Jóquei.

Mais uma aula de direção desse Angelo MONSTRO Souza. Conduzindo a Égua Dengosa Bianca, brindou a todos turfistas,com uma condução impecável. Não consigo entender, porque monta tão pouco!.

Sidney Morihiro Kanashiro (14/03/2015) - São Paulo/SP

Joao Moreira ganhou neste sábado na australia mais um g1 e amanha montara mais um que deve ganhar em Hong Kong abble friend o excepcional jóquei brasileiro é talvez o melhor jóquei brasileiro no exterior mas pouco se fala dele.

Jose Antonio Barros (14/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Uma vergonha a situação do Tarumã, um lindo hipodromo que conheço desde 1967 na primeira vez que estive em Curitiba, largado as moscas por causa de admnistrações incompetentes, que os sócios daqui que gostam das corridas vendo essa reportagem, se mexam, e não deixem acontecer aqui no Rio a mesma coisa, a Gavea é para cavalos e corridas, e não para aquela porcaria de jogo de tenis, quem gosta desse troço que vá baixar em outro terreiro e deixem o hipodromo para os que gostam de cavalos e de corridas.

Mario Veloso (13/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

FORFAIT

AMANHÃ; será que haverá forfait no páreo extra de São Paulo? só falta esta para completar a dupla-exata !!!

É hilário !!!!

Luiz Fernando Dannemann (13/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Sergio Andre Pessoa,

Há pouco o tempo o Raia Leve publicou um Editorial contendo as cinco principais Plataformas da nossa Oposição (de um total de 12) transformadas em Compromissos de Campanha do então candidato Carlos Palermo que aceitou a missão de liderar a busca pelos ideais do Turfe. 

Como você sabe o texto mostrou que TODOS (literalmente todos, inclusive todos) foram descumpridos vergonhosamente.

Já escrevi aqui diversas vezes - e já estou cansado de fazê-lo -, que, a despeito da nossa boa fé, e nisso se inclui a esperança dos antigos funcionários e de todos os profissionais do turfe, o candidato possuía outros interesses que não os daqueles que proveram meios para elegê-lo e os demais que rezavam pela sua vitória nas urnas o que poderia ser a redenção do turfe. 

Na busca pelos ideais 100% opostos aos nossos, na contramão da necessidade de recuperação do Turfe, após eleito, valendo-se, até, de uma espécie de “capataz” importado da Hípica – a quem deu o título de “superintendente”, com poderes bem maiores do que toda a diretoria junta (algo que contrariava o Estatuto influindo diretamente na renúncia do Vice-Presidente de Turfe), já vestindo a fatiota de “síndico”, o candidato, de posse da HERANÇA que caíra no seu colo, iniciou a sua escalada, tentando seguir à risca os “brilhantes” ensinamentos do seu antecessor (daí a preservação dos “Pilares do LECCA”), chegando ao terceiro ano com a proeza de ter conseguido negativar, ainda mais, todos os indicadores do segmento hípico.

Àqueles que aceitaram a subida da taxa de manutenção sem criar nenhuma formula especial para os proprietários de cavalo; os que ajudaram a apadrinhar a CODERE deixando-a cumprir um contrato unilateral; os que foram coniventes com a não implantação da cooperativa que muito ajudaria a baratear o trato dos cavalos; os que mudaram de idéia com relação a reabertura do Armazém; os que concordaram com a “Pasadena Skate Ramp”; os que aplaudiram a assinatura daquele “vantajoso” contrato para a implantação do “Parque da Bola”; os que concordaram com a massa de investimentos gasta na criação do novo site de apostas; 

Àqueles que disseram “amém” para os contratos de vigilância e limpeza; os que perseguiram um Retrofit para sede do centro em condições ainda mais desvantajosas para os sócios do que estava sendo ventilado no mandato anterior; Os que não exigiram a figura de um Vice-Presidente na Casa de Apostas; os que são coniventes com a remessa dos exames para um laboratório antidoping que não é fidedigno segundo afirmação do antigo Presidente da Comissão de Corridas em juízo; os que se postaram ao lado do síndico rechaçando a doação de um laboratório antidoping, no estado da arte, para o JCB; os que aceitaram a existência do tal “capataz” metido em todas frentes do clube (veja a que ponto chegamos), e tantas outras coisas “surrealistas” que ocorreram neste três anos:

São estes, exatamente, os “vira-casacas” os quais me referi. Nomeie você mesmo os nomes, rendendo conta de que a atual administração se fechou em torno de um diminuto grupo que entendeu de suportar as ações do “síndico” em direções contrárias a tudo que sempre pregaram objeto de vparias ações judiciais que entenderam subscrever.

No Conselho do clube, curiosamente, tem uma pessoa que também “virou a casaca” de forma surpreendente, trata-se do ex-presidente Taunay. 

Porém, neste caso, ele que havia sido o responsável pela colocação da CODERE junto às veias sanguíneas das corridas de cavalo, parece ter-se arrependido já que durante os últimos três anos, nas reuniões mensais, ele vem protestando de forma veemente pela retirada dos espanhóis do nosso clube, o que tem provocado a ira da cúpula, que ficou conhecida também como: “Sociedade protetora dos bookmakers”.

Arthur Stern (13/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caros, apesar de triste, pelo menos a atitude foi justa visto que se trata de uma chamada criada pela CC paulista com o mote de páreo obrigatório.

Não é a primeira vez que isso ocorre visto que pelo Código Nacional de Corridas, as provas clássicas são também obrigatórias e no passado já tivemos alguns casos de "galope solitário para receber prêmio". Aliás, em um passado não muito distante, na era Lecca, houve um Grande Prêmio para éguas que foi absurdamente transferido pois só havia uma inscrição. Erraram, deveria ter sido corrido com a potranca inscrita (Se não me engano uma potranca filha do Impression do Stud Palurape cujo nome me escapa neste momento) apenas completando o percurso para receber o prêmio.

Voltando ao esdrúxulo páreo de São Paulo (que nada tem a ver com a programação clássica, tratando-se de uma chamada para éguas de 4 anos sem vitória) que reflete bem o estado atual do JCSP, aonde a égua Edith Piaf passeará pela pista, o Sr. João Luiz definiu bem, ou seja, a égua não se esforçará mas os pouco mais de R$ 5.000,00 líquidos que faria jus também não será depositado na conta de seu proprietário dado o vergonhoso CALOTE aplicado pelo JCSP. Como diria o amigo Jorge Olympio, chumbo trocado não dói...

João Luiz do Monte Paiva (13/03/2015) - Campos dos Goytacazes/RJ

Sr. Elton, esse é o famoso páreo, você finge que corre que eu fingo que te pago... Vampeta ficaria feliz!

Elton Pereira de Souza (13/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Amanhã em SP teremos o primeiro páreo com um animal só! Que isso!

Luis Honorio (13/03/2015) - Sorocaba/SP

Boa Noite, Internautas do Raia Leve! 

O meu destaque de hoje, vai para o 5° Páreo da Reunião do dia 12/03/2015 no Cristal, em Porto Alegre, pra quem conferiu a transmissão ao vivo, percebeu que a chegada para 3° foi de fato complicada, tiveram que recorrer ao Olho Mecânico por duas vezes. Conforme segue abaixo as respectivas capturas de tela que consegui a partir do Site do Jockey Clube de São Paulo. 

Por tudo isso, quero parabenizar o pessoal do JCRGS pela ideia de ampliar o fotochart para não restarem dúvidas de que o terceiro lugar foi, de fato, o mais disputado. Pra quem quiser rever de novo a prova em questão, o link é este: https://www.youtube.com/watch?v=GYOIjYL-JpY (e os olhos mecânicos estão nos minutos 3:23 e 4:22)

Ronaldo Cunha Diniz (13/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Para muitos a vitória do Bacamarte pareceu estranha, mas para o C.Afonso não deve ter sido pois ele o indicou como terceira força mesmo com aquele retrospecto pífio: http://www.jcb.com.br/noticias/64181/indicacoes-da-gavea-por-andre-cunha-celson-afonso-e-fernando-lopes-229/

E aí?

Sérgio Andre Pessoa (12/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Retificação:

Os membros da diretoria/vice presidentes não recebem salário.

Mas viajam ao exterior com o dinheiro do clube entre outras coisas mais.

Sergio Andre Pessoa (12/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Sr. Dannemann,

Há muito tempo concordo com muitas coisas que o senhor posta neste espaço.

Pela sua coerencia e por ser o unico que tem coragem em escrever coisas que muitos proprietarios gostariam de fazer mas que talvez possuam algum tipo de receio.

Assim como o senhor, me sinto tambem traído por ter votado numa chapa de "turfistas" que de turfistas não tem nada. São pessoas que possuem cavalos de corridas e só.

Se fossem verdadeiros turfistas não deixariam este esporte chegar no fundo do poço como estamos vendo. 

- Não deixariam as tribunas em condições precárias como estão ( não só os banheiros estao imundos como voce mesmo relatou mas tambem já estive algumas vezes na tribuna social onde o alto falante não funcionava. A narração vinha das TVs dos camarotes. Uma aberração!)

- Não deixariam o hipodromo ser loteado por diversas empresas que não estão nem aí para a atividade principal do clube

- Estudariam mudanças para captar novos turfistas, novos proprietarios, etc... Mas , pelo contrario, não temos renovação e os grandes haras estão liquidando plantel.

- Estudariam ações de marketing e atrações a serem implementadas no interior das tribunas ( bons restaurantes, cabelelereiro para as esposas , sala de recreação para crianças) e não ficariam apenas fazendo anuncio na propria Tv Turfe!!??!!

Mas gostaria que o senhor desse nomes aos bois quando se refere aos vira-casacas , aos traíras , que fazem parte da atual diretoria , talvez por algum interesse pessoal , mas que tinham um discurso diferente na epoca da eleição.

Já vi o senhor elogiando algumas pessoas que fazem parte da atual diretoria mas , para mim , nenhum ali se safa pois se tivessem um minimo de hombridade já teriam pulado do barco e fariam oposição como o senhor faz , e não ficariam recebendo salários do clube e compactuando com atitudes totalmente contrárias as que foram prometidas na epoca da eleição e, principalmente, maléficas à este maravilhoso esporte.

Elcion Julio (11/03/2015) - Curitiba/PR

As respostas apresentadas pelos candidatos a Presidência do JCPR em 14/03/15, no dia de hoje, junto a este prestigioso e correto site,apenas demonstram como são levados os interesses dos candidatos e consequentes membros das chapas.Numa delas o compromisso com a seriedade,a ética,a moral e a demonstração de bons serviços prestados ao turfe no passado e no presente,contra o abuso de poder,a mentira, a improbidade,a corrupção e o eterno sentimento de impunidade da outra(JÁ VI ESTE FILME EM OUTRO LUGAR E NO PRESENTE).

Vamos Reconstruir o JCPR nas urnas (pena que não sou sócio e não posso votar,sendo esta a vontade da maioria dos turfistas de Curitiba que frequentam o JCPR),senão possível nas urnas, que o seja através de uma verdadeira JUSTIÇA.

Elton Pereira de Souza (11/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

O jóquei M.Mazini não pode reclamar da sorte. Depois da suspensão por motivo grave teve sua pena reduzida, passou a ser agenciado pelo melhor agente da Gávea e agora vai ter a montaria do Paint Naif no derby "caindo no seu colo". Se não aproveitar a sorte dessa vez e porque não tem jeito mesmo.

Luiz Eduardo de Freitas Mourão (11/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Devemos saudar a C.C do JCB pela punição dada ao treinador do "craque" Bacamarte (pelo menos foi na última corrida...). Certamente, a maioria dos turfistas clamava por medida que punisse a diversidade de performance do citado animal. A expectativa é que o critério utilizado pelos srs. Comissários, nesta oportunidade, seja mantido.

O site do JCB postou matéria do último sábado no RJ Tv, envolvendo as corridas no Jockey, matéria esta que eu havia assistido naquele dia. Meu desejo é que os dirigentes do Clube tenham aproveitado às imagens de páreos clássicos do passado (não tão longínquo assim), onde as tribunas estavam repletas e a multidão torcia por seus escolhidos, para analisarem o que pode ser feito ainda pelo turfe no Rio. 

Da mesma forma, as imagens mostrando páginas inteiras dos jornais sobre o turfe deveriam merecer reflexão destes mesmos dirigentes: comentário sobre "apronto" de um favorito da semana (certamente envolvendo a dedicação de alguém como Oscar Griffiths) e o resultado completo dos páreos do dia anterior (evidenciando o trabalho de alguém como Paschoal Leão Davidovith). Citei estes dois nomes como exemplos: existiram outros grandes nomes iguais.

Sim, sou um saudosista! Mas, será que os antigos como eu (o exemplo do sr. Dagoberto Midosi na citada reportagem é emblemático) só conseguem ver hoje na mídia notícias em que o Turfe é achincalhado ou citado como vício moral? O comentário feito outro dia, na coluna do Ancelmo Gois (O Globo - "parceiro" do JCB), ironizando os titulares do Haras Old Friends e do Stud Estelinha foi um exemplo disso (não estou entrando no mérito das acusações). 

Será que na Confederação Brasileira de Futebol, na Confederação Brasileira de Vôlei ou no atual Comitê Olímpico Brasileiro, por exemplo, só existem Santos? Ou só eu li/vi/escutei o noticiário sobre estas "sagradas" instituições e seus dirigentes? Ah, mas para pessoas como citado jornalista, estes casos são exceção no Esporte. Mas se é alguém ligado ao Turfe é o diagnóstico é certeiro: "Tá vendo, é tudo igual".

Luiz Fernando Dannemann (11/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caros Fred D’Antonio, Antonio Moura e Carlos Alberto de Freitas,

Pode ser que a diminuição de turfistas/apostadores seja algo irreversível;

Pode ser que a queda de proprietários seja uma coisa incontrolável;

Pode ser que o crescimento do MGA seja uma meta inatingível;

Pode ser, por fim, que não haja remédio para o JCB...

O fato – Fred, Antonio, Carlos Alberto e demais amigos do Espaço do Leitor do Raia Leve -, é que a nossa promessa de presidente; aquele para quem entregamos os nossos ativos e depositamos nossas esperanças produto de muitos anos de intensa luta (batalhas Campais, intelectuais e jurídicas); o indivíduo que financiamos para cumprir as Plataformas de recuperação do Turfe que agonizava; o ser, infeliz, que ludibriou a todos nós buscando privilegiar interesses distantes às corridas de cavalo: 

SEQUER tentou alguma coisa...

Aquele que ficou conhecido como “Síndico” (do lado pejorativo da função) não moveu UM PASSO na direção do soerguimento da atividade hípica, não atraiu um único patrocinador, não trouxe uma só família das 5.700 que formam o quadro social do JCB para conhecer o hipódromo, não conseguiu proporcionar um único proprietário novo, não trouxe ao ambiente do turfe absolutamente nada fora a necessidade de fomentar os interesses dos empresários dos “Parques das Bolas”, os seus, vulgares, fetiches e uma conhecida vaidade que chegou ao ápice do absurdo quando se auto-escalou para presidir a OSAF, numa manobra que fez ruir os pilares da ética fazendo inveja aos fãs de Ayrton Senna.

O surpreendente, Fred, Antonio e Carlos Alberto, é constatar que ainda existe alguém que dá suporte a ele, tanto na diretoria quanto no Conselho... Sócios que sempre pregaram exatamente o contrário do que está sendo feito, pessoas que lutaram pela abertura do Armazém; pela expulsão dos bookmakers (no primeiro dia); a favor das Vilas Hípicas e seus habitantes; contra a utilização de intermediários para gerir os ativos do clube; pelo fim da falta de concorrência; por uma competente ocupação da Casa de Apostas e por aí vai...

Acho que estes sócios que viraram a casaca, verdadeiros artistas, que optaram por suportar o insuportável, devem estar se sentindo imensamente “premiados” com o anúncio de uma determinada candidatura lançada neste final de semana na Tribuna Social, algo que tanto buscaram nestes últimos três anos quando deixaram que o sinônimo desse mandato ficasse boiando pelas latrinas do JCB.

Miguel Angelo Paolino (11/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Aula de Treinamento.

Gostaria de parabenizar este "craque" de treinar cavalos, Venâncio Nahid. Pela apresentação do cavalo BAROLO. Sem dúvida foi o melhor cavalo apresentado na semana!

Carlos Alberto de Freitas (10/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Obrigado Sr. Mário Veloso pelo o incentivo anterior. 

Como mero iniciante no turfe e não sócio do JCB, concordo com tudo que o sr. Fred D’Antonio mencionou abaixo. É impossível algum novo apostador, novo proprietário se insira neste meio na atual conjuntura se não hover uma ação sinérgica. 

Pelo que tenho visto a atual diretoria aparenta não querer investir no turfe. O que é mais estranho é saber que os sócios que possuam esta visão para tal, no meu ponto de vista, já encontram uma enorme dificuldade para incentivar este pensamento, imagina quem não é sócio? Só me resta rezar..

Não sei como um novo proprietário invista num potro onde o Quinto lugar receba 400,00 de prêmio (para pagar os custos teria que se colocar pelo ao menos 3 vezes por mês pra correr) e se mantenha por mais de 3 meses... 

Não sei como um novo apostador vai adentrar na tribuna social (ou qualquer outra tribuna), pegar uma folha de papel cheia de números e dados, sentar na arquibancada, apostar e se encantar por mais de 3 horas... 

Não sei? É claro que se, todos nós aqui sabemos. 

Só não tem solução para a morte, e o melhor REMÉDIO para a morte sr. Antonio José da Silva Pais de Moura, é a VIDA. O hipódromo da Gávea precisa de calor humano. 

Não vejo como solução famílias frequentando restaurantes no "entorno" do hipódromo. Essa ação, pra mim, é uma forma de arrecadação alugando ou arrendando o espaço do JCB. Isso é fundamental para a receita do JCB para com os sócios onde aí sim deverão votar ou decidir para saber onde melhor colocar a verba. Inclusive postaram que é necessário ter televisões nestes ambientes. Será que o proprietário do restaurante gostaria? Ou prefere uma música clássica? Nunca fui mas tenho certeza que não deva ater a paisagem da pista. 

Fica aqui minha opinião, posso estar falando até algumas besteiras mas é o meu único meio de ação/comunicação.

E quem vê de fora vê melhor. 

abcs

Claudio da Silva (10/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Lendo a coluna da transparênia nas corridas, eu gostaria de saber se os comissários de corridas são remunerados, no Brasil e nos EUA. obg

Antonio José da Silva Pais de Moura (10/03/2015) - Niteroi/RJ

SEM MILHO - SEM PIPOCA!

Senhor D’Antonio,

Infelizmente, graves doenças requerem não apenas brilhantes diagnósticos; fazem-se necessários eficientes remédios. Paliativos - nem pensar!

Veja: as Lotéricas estão lotadas onde quer que elas se instalem e são dezenas de milhares, com filas de apostadores que ultrapassam, não raro, o espaço físico das lojas. O Estado é hoje, via CEF e seus múltiplos jogos numeréricos, o grande entrave ao turfe nacional, cabeça com cabeça com a "inexplicável" Codere e seus páreos internacionais sete dias por semana, em afrontosa concorrência direta com os Joqueis Clubes brasileiros.

Interrompo por um momento a digitação deste texto, para atender o telefone e receber, segundo meu informante em primeiríssima mão, que a Codere encontra-se em fase terminal e que sua atividade entre nós não ultrapassará o corrente ano. Uma boa notícia, de fonte fidedigna! E sintomática coincidência - "curuzes"!

Continuado - como é possível o turfista, apostador na essência, buscar recursos para alimentar o já combalido MGA? Não esquecendo que existem bingos, maquininhas, jogos carteados e toda a espécie de jogatina. E registre-se, ainda, que as bancas clandestinas de apostas paralelas, em boa hora, ficaram reduzidas praticamente a zero.

Resumindo: fica-nos a lição do definitivo Nelson: "O difícil não é dar a notícia da morte; chato mesmo é explicar o beijo. Chato p’ra burro!"

Antonio Moura

PS: agradeço-lhe muitíssimo pela solidariedade manifestada, em texto anterior, a este seu devoto e dedicado aluno.

Fred D’Antonio (09/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

São muitos os problemas vividos pelo turfe no Brasil, em minha modesta opinião, destaco dois que são fundamentais para a decadência desse fantástico esporte em nosso país: a falta e diminuição cada vez maior de turfistas/apostadores e a diminuição de proprietários, sendo, de certa forma um decorrente do outro, como no famoso "dilema de Tostines".

O número de proprietários diminui a cada dia, hoje vemos uma verdadeira multidão de desfazimentos de studs com a venda completa de plantéis, que a seu turno, têm o preço consideravelmente rebaixado pela falta de demanda, o que também influenciará a qualidade de nossa boa produção.

A falta de apostadores e a diminuição do MGA gera premiações baixas, fazendo com que seja pouco atraente, para dizer o mínimo, manter a propriedade de animais. Por outro lado, o custo de manutenção (trato) de um animal no JC é altíssimo, inviabilizando a possibilidade de muitos pretendentes à aquisição de cavalos PSI. Muito embora seja possível a aquisição de produtos de boa qualidade por preços bem razoáveis, e de produtos medianos ou inferiores por preços até ínfimos, a manutenção inviabiliza o surgimento de novos proprietários.

A meu ver seria necessária uma política de diminuição dos custos de baia e trato, concomitantemente com ações que "criem" novos turfistas. Muitas pessoas que poderiam se tornar grandes entusiastas mal conhecem ou desconhecem os caminhos do turfe. Dada a importância da atividade para a economia, seria fundamental a criação de uma agenda mínima para o esporte, por exemplo, desonerando impostos e aumentando os rateios, paralelamente a isso uma campanha para atrair o interesse do público.

Mais apostadores, com mais proprietários e mais carreiras em quantidade e qualidade seriam promovidas em uma verdadeira sinergia. O preço pago pelo trato seria menor e acessível, no entanto, o hipódromo estaria lotado de animais, o que não acarretaria prejuízos. Questão pura e simples de matemática.

Por fim, vale lembrar que a Argentina vive grave crise turfística, mesmo com toda a cultura desse esporte no país platino e, sendo ele, o terceiro maior criatório do mundo. A razão: a gravíssima crise que corroi as entranhas de nosso vizinho. A pergunta é: e aqui, onde uma crise sem precedentes se anuncia, na verdade, já está instalada e tende a aumentar, o que vai acontecer? Se nos anos recentes de "bonança" a crise no turfe se agravou, o que se esperar diante do caos que se anuncia ante a má administração e corrupção dominantes em nosso país? 

Políticas e atitudes sérias, drásticas e firmes devem ser adotadas, caso contrário, aquilo que há alguns anos dizíamos em tom de "quase brincadeira" de fato ocorrerá. A atividade turfística terá fim no Brasil.

Abraço a todos os turfistas e, que os bem intencionados e capazes se unam para o bem da manutenção de uma de nossas maiores paixões.

Francisco Rodrigues da Silva (09/03/2015) - Crato/CE

Acho importante quando o locutor fala o nome de proprietarios e studs nao vejo como bajulação. 

E sim um encentivo, um reconhecimento.

Att.

F Rodrigues

Stud gata da serra

Jose Antonio Barros (09/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Se para os sócios as condições do banheiro são precárias, nem é bom imaginar a situação dos banheiros que os pobres mortais usam nas demais tribunas.

Waldir Alves de Souza (09/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Do jeito que as coisas andam, eu faria boca-de-urna para Dona Geralda, com o maior prazer. Tenho convicção que sob sua administração, tanto o JCB quanto os ACs, ao abrirem suas portas em dias de corridas, as 09;00 horas, os apostadores teriam a sua disposição informações simples, porém fundamental, tais como: pistas definidas, forfaits, ferrageamento, peso dos animais, enfim, tudo que o apostador, principal cliente do JCB, necessita saber, mas que infelizmente é liberado na forma de conta-gotas por volta do meio-dia. Antes dessas informações ninguém aposta, simples assim. Somente cego não enxerga o óbvio!!!

Marco Antonio Soares (09/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Leonardo Veiga.

Não existe mercado saturado, sempre haverá lugar para a qualidade. Por isso procure se especializar, e tente sempre ser o melhor, mesmo não conseguindo, esta deverá ser a sua meta. Existem vários locais onde é possível fazer cursos de especialização ou pós-graduação, no Brasil, principalmente em S.P. ou no exterior, logicamente dependendo da condição financeira de cada um.

Escolha uma espécie animal que mais lhe agrade, e nesta opte por uma especialidade e vá em frente. Estagiar o quanto antes ajuda na escolha da especialização a ser escolhida. Esta sugestão é para evitar se tornar especialista em generalidades.

Espero ter colaborado para a sua decisão.

Marco Antônio Soares M.V.

Luiz Fernando Dannemann (09/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Meu caro Antonio,

Dona Geralda, além de ótima sindica, seria sem dúvida uma excelente presidente para o JCB, o que, mesmo sem conhecê-la, venho aqui acenar o meu total apoio a sua candidatura. Só te peço - zelando pela saúde dela -, que se o amigo tiver a intenção de apresentá-la ao hipódromo que passe longe do banheiro da tribuna social, caso contrário ela pode desistir achando que somos um bando de malucos que aceitaram, pacientemente, o fato de uma administração formada por turfistas, cuidar de uma forma porca e caótica aquilo que deveria ser o nosso principal "Cartão de Visitas".

Antonio Moura (09/03/2015) - Niteroi/RJ

DONA GERALDA, A SÍNDICA

Sr. Luiz Fernando,

Perdoe, prezado, mas o apelido de síndico não faz jus à eficientíssima, Dona Geralda, pessoa que tenho na mais alta estima. Ela é simplesmente síndica de um prédio de quatro andares, na rua Raul Pompéia, aqui em Niterói, no tradicional Bairro de Fátima, onde mantenho um pequeno apartamento.

Dona Geralda prima pelo zêlo, esmero e eficiência em defesa do patrimônio alheio que lhe foi confiado em Assenbléia Geral pelos condôminos e que já se arrasta , por aclamação, por mais quatro outros mandatos. Nem sei se isto é legal mas não há dúvida que é do interesse de todos os proprietários. 

Pena é que Dona Geralda não aprecie corridas de cavalo, limitando-se a cuidar dos dois netinhos nas horas de ócio.

PS: Dona Geralda não recebe honorários e/ou gratificações de qualquer espécie, exercendo a função por gosto e simples diletantismo.

Quem sabe, uma mulher tipo Dona Geralda não seja uma excelente opção na campanha eleitoral que se avizinha?

Saudações vascaínas!

Antonio Moura

Fernando Iaccarino (09/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Será que alguém do Raia Leve pode me explicar qual o motivo da desclassificação de Dadique que correu o quinto páreo de Domingo 08/03/2015?

Luiz Fernando Dannemann (09/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

A má administração contagia o clube inteiro

Ao passar pelo Hipódromo da Gávea na tarde deste último sábado deparei-me com duas situações de difícil compreensão.

A primeira dá conta da torpe agressão que vitimou e levou ao desmaio – em plena dependência da ex- modelar Escola Pública do JCB -, a jovem Maria Luiza filha da nossa muito querida funcionária Luciana e do jóquei A. Mendes, algo que não pode ficar circunscrito a uma simples suspensão de três dias para a agressora. Este caso requer sério enfrentamento.

A segunda revela – com precisão -, a verdadeira face do atual mandato, algo disponível a qualquer um bastando frequentar o banheiro do primeiro piso da Tribuna Social, que creio refletir a extensão da casa de quem administra o clube, agora transformado em pocilga. Tive a oportunidade de “bater” várias fotos do local aonde a sujeira, a falta de asseio, a ausência de tampas para os vasos sanitários e etc. hão de percorrer (além do gabinete do prefeito e da câmara de vereadores) a casa de todos os associados para que vejam o tratamento que é dado àquele histórico prédio, que deveria ser uma das atrações da cidade.

Diante disso eu torço para que os INVESTIGADORES que caçam, apenas, o culpado pela revelação do negócio que envolveria a alienação, para o município de Manilha, de mais de 100 anos da nossa história, os mesmos que não se preocuparam em saber o paradeiro de muitos objetos históricos que afirmam ter deixado a Sede do Centro em direção a serra fluminense, que, matriculem suas filhas naquele antigo Centro de Ensino (hoje transformado em filial do UFC) e que também sejam acometidos de uma terrível dor de barriga quando adentrarem o interior daquela Tribuna, inaugurada em 1926.

Que esta pessoa, bem apelidada de síndico, a partir de maio de 2016, tome o mesmo rumo que tomou o seu antecessor nos livrando da sua, igualmente, nefasta presença.

Fred D’Antonio (08/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Assino, mais uma vez com prazer, tudo aquilo que foi escrito sobre narração turfística pelo ilustre Antônio Pais de Moura. Mais que um comentarista do Raia Leve, o senhor Antônio é, na essência, um colunista do site.

Um grande abraço, Fred D’Antonio

Christian Antoniazzi (08/03/2015) - São Paulo/SP

Se o problema dos nossos jockeys clubs fossem os locutores de turfe...

Gente dá um tempinho vai.

Um grande abraço

Marco Antonio Santos (08/03/2015) - Niteroi/RJ

O locutor Fernando Cury, deve somente controlar a ânsia de bajular os profissionais e proprietários.

Vicio que corrompe todas as virtudes.

Antonio Moura (07/03/2015) - Niteroi/RJ

SOBRE LOCUTORES

Da. Ana Carolyne,

Sou de um tempo que já se faz longínquo, em que num último páreo de domingo, milha, areia encharcada, o locutor oficial trouxe no bico o cavalo Hurlinghan, refinado gramático, da largada ao disco numa surpreendente vitória de ponta a ponta; ledo engano - confundiu-se com o castanho Abril que defendia-se bem nas duas pistas e vencedor efetivo do referido páreo. Theophilo, com a habitual eloquência, ficou meia hora na linha desculpando-se por tão grosseira falha.

Sou de um tempo, também, em que tive oportunidade de acompanhar os passos iniciais de Oscar Vareda, Ernani Pires Ferreira e do niteroiense Valente Filho, todos locutores de reconhecida excelência. Posso afirmar, com a convicção dos justos, que nenhum deles revelou, de cara, o alto índice de precocidade para o exercício da profissão do que o referido Fernando Cury, objeto do meu texto e também do seu comentário, não muito feliz, por sinal.

É bem possível que, no afã de finalmente ter motivo para um elogio neste combalido quadro do Rio de Janeiro, tenha passado dos limites do razoável no meu comentário, fato que só o tempo, ninguém mais, poderá afirmar de forma absoluta. Neste sentido, até lá, tanto a minha opinião quanto a sua, não passam de diletantes conjecturas e como tal devem ser consideradas.

Sou de um tempo, ainda, em que os indivíduos, mormente os que portam no corpo e na alma o vírus do turfe, mesmo discordando uns dos outros o fazem em moldes de patentear suas origens e sua história pessoal.

E, finalmente, sou de um tempo em que histórias como esta do potro Siphon Dourado, que hoje estreia no quinto páreo da Gávea, justificam até a medula a paixão de todos.

E para quem gosta de ditados eivados de velha sabedoria, aqui fica mais um: "O tempo é o Senhor da razão!"

Antonio José Pais de Moura

Ana Carollyne Farias (07/03/2015) - Bagé/RS

Apenas para fazer com o que a alma de Oscar Vareda, Ernani Pires Ferreira, Fernando Valente Filho e Teophilo de Vasconcellos fiquem calmas e serenas !!!

Podemos dizer q o Sr.Fernando Cury é um narrador muito bom, isso é incontestável, agora compara-lo a excelência dos locutores citados, eh uma mera puxação de saco de um cidadão que vive totalmente fora da casinha como o Sr.Antônio Moura !!

Primeiramente, os locutores citados anteriormente, são cidadãos de bem, pessoas de caráter ilibado, nunca prejudicaram a vida de ninguém, o endeusado locutor, está vivendo numa Saara, num deserto de valores, o próprio Luiz Carlos, que bota ele no bolso, não vive num momento dos melhores em sua vida particular ...

É incontestável, q falamos de um grande profissional, mas como diria o ditado : VAMOS DEVAGAR COM O ANDOR QUE O SANTO É DE BARRO !!!!

Leonardo Veiga (07/03/2015) - Taquarituba/SP

Olá, sou um estudante do 3 colegial, e pretendo me formar em Med Veterinária. Tenho algumas duvidas sobre a área Equina, gostaria, se possível, que minha dúvida fosse tirada. 

Meu sonho é me especializar em Equino e Bovino, mas, tenho questionamentos sobre o mercado no Brasil, se é um mercado amplo, em que se consegue emprego em grandes empresas, ou um mercado ’lotado’. 

E também sobre especializações, se as mesmas disponíveis no Brasil tem um grande nome, se realmente acrescentam algo muito grande ao currículo.

Cavalo é minha paixão desde criança. É o animal que mais me encanta. Ando de cavalo, tenho muito contato com eles, mas, não tenho um, por falta de lugar para colocá-los.

Muito obrigado desde já, mesmo que nao seja respondido, pois a questão não é muito pertinente ao site de vocês. Aliás, um site muito bem organizado e informativo.

Obrigado,

Leonardo.

Luiz Fernando Dannemann (07/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Oswaldo Cochrane Filho, Vice-Presidente do JCB

Sempre tive muita admiração por você, nos conhecemos durante a campanha do Claudio Ramos quando o amigo era uma espécie de Guardião da Sede do Centro o que lhe rendeu uma série de embates com o nefasto LECCA. Ainda tenho em mãos um abaixo assinado que você produziu colhendo assinaturas de sócios que protestavam contra o ESVAZIAMENTO paulatino do prédio, contrários a demissões de médicos e etc. 

Você lembra?

Pois é... Quando o vi subir naquele púlpito durante a última AGE apoiando o retrofit sem que fosse reservado aos sócios nenhum metro quadrado, eu tive a nítida sensação de que o amigo passara de Guardião a Coveiro num passe de mágica. Confesso que o meu desapontamento (como o de muitos dos seus amigos sócios do clube) foi imenso.

Recentemente, aqui no Raia Leve, eu fiz uma postagem sobre uma negociação em curso para venda de 819 itens que pertencem, não aos atuais administradores, mas a cerca de 5.700 famílias, inclusive a minha. Sei que a partir disso os “Pilares do Síndico” (não confunda com os “Pilares do LECCA” que também estão a toda volta) ficaram muito mais interessados em saber quem teria me fornecido a informação do que com o fato (gravíssimo), propriamente dito.

Fui informado por dois sócios que sempre frequentaram a sede – TRADICIONALÍSSIMOS E ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA -, que possuem muita proximidade com funcionários do clube, que após a minha postagem passaram a existir dois fenômenos, um repugnante e outro interessante:

(A) Caça as “bruxas” com demissões recaindo a culpa em dois “pobres” funcionários

(B) Tanto o Síndico quanto você teriam negado a participação no episódio

Diante disso, muito mais em função do item (A) do que do (B), eu entrei em contato com o Sr. Augusto Caldeira, proprietário da KALEBE Móveis e Antiguidades Ltda-ME, de Manilha, através do telefone 99876-8003, que me relatou todo o histórico envolvendo o patrimônio mobiliário do clube, alguns que são oriundos da fusão com o Derby Club.

Augusto me disse que desde a administração LECCA, quando soube que a sede estava sendo desmobilizada, ele tenta adquirir os móveis. No presente mandato ele fez uma visita na administração do clube na Gávea e foi aconselhado a procurá-lo, já que a ele foi dito que você era o Vice-Presidente encarregado da Sede.

E assim começou a negociação cujo histórico contendo a LISTA (não é a do Janot) pode ser verificado por você através do LINK abaixo (é preciso clicar na parte escura se não abrir direto) que é o fac-símile do documento mandado pelo Augusto endereçado a você e que teria a aprovação do síndico como resta escrito.

Ele CONFIRMOU que fechou o negócio por 53 mil reais e depois retirou o lustre que guarnecia o restaurante reduzindo o valor para 23 mil. Ele disse ainda que existe um CHEQUE dele no JCB e que está esperando o telefonema do clube para concluir a operação e retirar os móveis.

Eu aproveito para te dizer, ainda, que o Augusto me disse que soube durante uma visita ao prédio que muitos móveis e objetos já teriam sido levados do clube (!?) doados a terceiros. Isso combina com a informação que chegou aos meus ouvidos de que alguns carregamentos de mobiliário tiveram o destino da serra de Araras. (!?) 

Você sabe me dizer se isso é verdade?

Gostaria muito que o amigo se pronunciasse a respeito disso tanto quanto tentasse recuperar a injustiça que podem estar fazendo com duas pessoas inocentes (um deles que dizem trabalhar no JCB há 23 anos). 

Pra finalizar eu gostaria que o amigo dissesse ao “Sherlock Fleury Holmes” convocado pelo síndico para tentar descobrir a identidade do “Fabrício Melgaço” – uma pessoa que ao invés de ligar para o Augusto optou por “matar o mensageiro como faziam os imperadores de Roma -, que ele está GELADO nas suas investigações. Diga pra ele também que se ele desviar a sua luneta para a direção de um conhecido “Pilar do LECCA” (não confunda agora com “Pilar do Síndico) a mão dele vai ficar quentinha!!!!

Link: ttp://goo.gl/aQ4oH2

Emílio Borba (06/03/2015) - Bagé/RS

Parabéns a Diretoria do Cristal, mais um show ontem !! Da gosto de ver as corridas de Porto Alegre. 

Airton e Hermes são sensacionais nas transmissões, passam notícias das matinais que só quem ta la no dia a dia sabe- Parabéns !!

Waldyr M Ferreira (06/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Boa tarde ! 

Concordo plenamente com o comentário relacionado ao restaurante Rubaiyat.Sou frequentador semanal e o comentário de todos é o mesmo ,não tem uma televisão para ver quem ganhou o pareo e muito menos como apostar.Com uma vista linda daquela com cavalos passando o tempo todo ninguem pode querer conhecer afundo pois se o próprio jockey não incentiva a isso.

RIDICULO essa diretoria.E com isso o jockey cada vez mais longe do publico jovem.

LAMENTAVEL

abs

Antonio Moura (06/03/2015) - Niteroi/RJ

NOTA DEZ

Conferem em grau, gênero e número os elogios dirigidos aqui no Raia Leve (e fora dele, também) ao jovem locutor de turfe do JCB., Fernando Cury. Dá gosto ouvi-lo em ação: o timbre firme e agradável, o detalhe preciso e captado no tempo certo e acima de tudo o retrato fiel do que está acontecendo na raia.

Porta, além do mais, um notável conhecimento da atividade turfe, logo perceptível ao observador mais atento. O que não chega a surpreender diante da régia filiação - o sobrenome é seu melhor cartão de apresentação. Hoje, por si só, já está, na minha opinião e de tantos outros turfistas, na mesma galeria de excelência a que fazem jús nomes como os de Teóphilo de Vasconcelos, Oscar Vareda, Fernando Valente Filho e Ernâni Pires Ferreira.

Faltou dizer que conheci Fernando Cury no Hipódromo, menino ainda, com o programa na mão e marcando barbadas. Hoje, se cruzar com ele, com toda a certeza não poderei identificá-lo. Parabéns, ao rapaz e meus cumprimentos ao Dr. Léo.

Realmente, elogiar é bem mais reconfortante do que emitir as habituais críticas.

Antonio Moura

Mauro Guimarães (06/03/2015) - Niteroi/RJ

Senhores boa noite, 

Muito embora não seja um turfista, ao jantar no Rubayt, notei grande interesse dos presentes nas corridas de cavalos. 

Não seria o caso de se instalar um telão e vários terminais de apostas.

Atenciosamente, 

Mauro Guimarães

Luiz Fernando Dannemann (05/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssimo Oswaldo,

O amigo está dominado por uma cruel implicância que deve estar cegando os seus olhos, impedindo-o de ler, atentamente, aquilo que se escreve por aqui no exercício mais amplo da Democracia. 

Se não vejamos:

1-O Sergio Coutinho Nogueira não foi atacado... O Presidente da ABCPCC que possui responsabilidades perante a criação nacional foi advertido de que deve renunciar. E por quê? Porque a função de Presidente da ABCPCC requer extrema vigilância sobre os clubes hípicos. Sendo o Presidente do JCSP seu primo e o tesoureiro do clube seu filho, não me parece razoável que ele invista contra os dois na defesa dos interesses da criação nacional, como aliás não fez e não fará nunca. Ponto.

2-Pouco me importaria saber se o Palermo teria ou não “capacidade financeira para ser proprietário de potros”. O que narrei aqui – com rara propriedade -, decorre do fato do Palermo ter me pedido uma bolada de dinheiro para pagar as despesas remanescentes da sua campanha sob a alegação que ele não possuía um real para fazê-lo, para que você saiba seu amigo Afonso Burlamaqui testemunhou o pedido. Manifestei-me, pois, – legitimamente -, surpreendido com o fato do Palermo, após eleito, aparecer comprando vários potros ao invés de me devolver o dinheiro que eu dei a ele acreditando no que ele me dissera. Tenho certeza que se tivesse sido com você, o amigo não teria sido tão “cortês” quanto eu fui. 

3-Já me expliquei com você com relação ao Milton Lodi. O Milton cansou de criticar uma determinada administração que não lhe era próxima. Certo dia achou de escrever um artigo criticando a nossa oposição de hoje, alegando que deveríamos concorrer a Presidência do clube ao invés de disparar criticas. Eu disse que qualquer um poderia escrever uma coisa dessas... Menos ele que sabe o quanto lutamos para eleger o Palermo e o quanto o Palermo distanciou-se das plataformas que o fizeram ser eleito. Aliás o Raia Leve, em Editorial, mostrou que ele descumpriu TODAS as promessas (inclusive todas).

Por fim queria dizer a você que não se mede um proprietário ou criador pela sua quantidade de cavalos, se é um dos “maiores” ou um dos menores. Todos eles possuem direitos e deveres iguais, a conta bancária não é carteira de identidade. 

Afinal você não pode “absolver” o Old Friends baseado apenas no número de cabeças de PSI que ele possui, ou será que pode? 

E o pobre do "Estelinha"... O fato dele possuir 70 potros da geração 2012 não poderia servir de balizamento para o MPF deixar de incriminá-lo? Ou será que devia?

Quero terminar copiando o último parágrafo de um Editorial postado hoje assinado pela valente APFT:

“Na defesa dos interesses do turfe, a APFT seguirá afirmando, em seus editorais, que “dois e dois são quatro”, e que a grandeza e a história do clube paulista serão, sempre, as razões principais para continuar escrevendo, para continuar defendendo o Jockey – patrimônio dos turfistas e da cidade de São Paulo”.

Faço minhas estas brilhantes palavras.

Ao despedir-me do amigo desafio-o a encontrar aqui no Raia Leve, em mais de MIL postagens, um único paradoxo, um único contrassenso, uma única crítica que fiz ao LECCA que deixei de fazer com o Palermo.

Josué Lacerda da Silva (05/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Venho aqui parabenizar a atitude do JCB quanto aos animais que vivem dentro desse Clube.

Segundo famosa colunista, após vinte anos o JCB se responsabilizou pela guarda e cuidados dos gatos que ali vivem.

Medidas de prevenção médica, alimentação e adoção agora fazem parte da postura do JCB em relação aos bichanos que ali perambulam, aliás, não perambulam mais.

Meus parabéns aos idealizadores de tais ações.

Novos tempos...novas atitudes.

Boa tarde e um abraço a todos que aqui nesse bom espaço tem o seu "muro das lamentações"!

Emílio Borba (05/03/2015) - Bagé/RS

Siphon Dourado,

Vai ser demais...só em ver "o baixinho" entrando na raia sábado vai ser demais.

As histórias do turfe são de mais, isso que move a gente...e esse tem história- Começou aqui, através do Raia leve em uma postagem do Sr. Sérgio Bondim falando da sua égua de nome DOURADA, a Jéssica Dannemann adorou a história e ofereceu todas as condições para seu Sérgio de ter um produto da Dourada. Trouxe para o Bagé do Sul, cobriu com o SIPHON e criou o Siphon Dourado.

Seu Sérgio poucos meses antes de falecer veio até Bagé, até o Haras com sua esposa, passaram um final de semana na cidade só pra visitarem a Dourada. O potro ainda estava na barriga dela. 

Quero deixar os parabéns pela parceria que formou o STUD AMIGOS DO SERGINHO. Coisa linda!!! Essas histórias que tem que cair em uma Emissora Grande de TV. Este tipo de divulgação ajudam e muito nossa atividade.

Vamos lá...boa sorte ao Siphon Dourado, leva junto toda a torcida do pessoal aqui do Bagé do Sul também.

Abraços!

Mario Veloso (05/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

POSTAGEM MUITO FELIZ E OPORTUNA

Sr Carlos Alberto de Freitas

ratifico sua postagem e parabéns !!

Carlos Alberto de Freitas (05/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Fiquei muito feliz ao ler a publicação do Siphon Dourado, é de grande importância a vinda desse potro às corridas. Percebe-se que houve além de uma grande homenagem ao Serginho (que infelizmente não tive tempo de conhecê-lo) mas também a força de um grupo bom, com pessoas boas que claramente fazem tudo em prol do Turfe Nacional.

Tive o prazer de conhecer alguns dos amigos do Serginho. Na ocasiao fui convidado pelo o meu tio a participar a frequentar o café da manhã (de tanto visitar o potro chamado Carlos Galopito), onde pude conhecer esse grupo extraordinário de pessoas como o Luiz, Diogo, Aldo, Danneman, Jayminho, Sr. Orlando entre outras não menos engajados para a prosperidade do turfe. 

Atualmente faço planos para criação de psi e esse estímulo vem dessa cocheira e da boa energia que provém dela. 

Parabéns mais uma vez a esse espaço que tanto faz pelo o turfe Nacional. Se depender dessa turma, da diretoria do Raia Leve e de todos os seus filiados e admiradores acredito que brevemente veremos mais ações efetivas do JCB para tal. 

Vejo este espaço como um dos melhores meios de desenvolvimento desse esporte, lazer e entretenimento que é o turfe. Muitos cariocas nem imaginam o quanto era bom passar uma tarde no jóquei, almoçar, bater papo, ver pessoas bonitas, levar seu filhos para correrem no pátio da social, jogarem um golsinho com bola de meia e ainda se emocionar vendo os cavalinhos... ah se eles pudessem ter mais contatos com os animais e ainda num momento raro de prazer conhecer e ouvir histórias iguais a essa do Siphon Dourado. 

Força sempre. 

Parabéns a Vila Lagoa 26. 

Abraços 

Carlos

Jéssica Dannemann (05/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Siphon Dourado – o dever cumprido

Siphon Dourado é a prova viva de que o Raia Leve é o único aparelho que o turfe dispõe para manter-se respirando neste longo calvário em prol de acordar sob o horizonte da recuperação, no quilômetro número um de uma longa jornada que parece distante.

Pela “Batalha Naval” todos os “tiros” disparados pelos mandatários que aí estão visando a recuperação do turfe acertaram a água. Todos, sem exceção, vivem desafiando as efemérides das suas respectivas instituições que pararam no tempo e no espaço. A esperança é que “Dourado” reverta esta inércia com a velocidade do seu pai e a valentia da sua mãe.

Dos longos encontros com Carlos Zigmund Kislanov, das curtas conversas com o senhor Sérgio Monteiro Bondim, nasce Siphon Dourado, filho do Siphon na Dourada, um crioulo com a cidade de Bagé e o Bagé do Sul impressos na sua carteira de identidade.

A constatação de que tanto o site quanto o potro sempre viveram um pelo outro, me faz acreditar no sonho destes dois personagens que destaquei, tanto aquele que não pôde assistir a nossa tão sonhada vitória em 2012 (mesmo que tenha sido seguida de uma triste derrota) quanto o outro que não vai assistir a tão esperada estréia do seu “Dourado” em 2015 (independente da posição na linha de chegada).

Neste sábado, na seta dos mil metros da pista de grama do Hipódromo da Gávea, ao invés de estar alinhando um potro estreante, como outro qualquer da nova geração, estará sendo colocado no Box um fenômeno, um cavalo que pode surpreender na missão de tentar interromper esta escalada desastrosa de omissões, ações temerárias, promessas não cumpridas e outras porcarias, próprias dos covardes que se destacam pelas péssimas intenções que insistem em revelar.

Felipe Carvalho (05/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Prezados.

Pelo que apurei do trote dos aprendizes, foi uma brincadeira que deu errada, sem maldade alguma, de um monte de adolescentes que ficam confinados em um ambiente fechado sem ter o que fazer. 

Meus amigos, todos já tivemos 16 anos, todos já fizemos bobagens, não vamos fazer tempestade em um copo de água. Os meninos já pediram desculpas aos outros, que imediatamente aceitaram e não guardaram rancores, pois sabiam que havia sido uma brincadeira. Brincadeira esta que vem sendo feita há anos.

A diretoria do JCB agiu certo punindo imediatamente os meninos, pois de agora em diante, todos os novos que entrarem, saberão que brincadeiras de mal gosto não serão toleradas.

Oswaldo Antunes Maciel (05/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Nao posso concordar com certas posições assumidas pela direçao de nossa Associação como o artigo de hoje atacando o sr Sergio Coutinho Nogueira um dos maiores proprietarios e criadores do nosso turfe, insinuações descabidas e injustas; assim nada construiremos. Materia recem publicada a respeito do presidente Palermo , questionando se teria capacidade financeira para ser proprietario de potros, a maneira descortês como foi tratado em artigo o velho e tradicional turfista Milton Lodi, tudo mostra que minha personalidade não se coaduna com essa orientação e ,com pesar, pois visava um ambiente onde se falasse de cavalos e se defendesse o turfe mas de form a construtiva, vou me afastar de nossas reuniões de sabado permanecendo sócio na esperança de que o bom senso venha a prevalecer e que no futuro pensemos e venhamos a agir de forma diversa.

NR: Caro Consócio Oswaldo Maciel, aliás consócio tanto desta associação na qual ESTOU Presidente, quanto na ABCPCC aonde está Presidente o Sergio Coutinho Nogueira e no Jockey Club Brasileiro, aonde está Presidente o Carlos Palermo.

Apesar do respeito que tenho pela sua história não posso deixar de tomar este espaço raramente utilizado que chamamos de “nota da redação” embaixo de comentários aonde sentimos a necessidade de fazer algum tipo de ressalva. Quando digo que raramente utilizamos este espaço, é porque entendemos ser este um espaço destinado aos leitores, ou seja, um espaço reservado para que os leitores possam debater, devidamente identificados, assuntos relacionados ao turfe como se estivessem todos em uma mesma mesa redonda aonde uns emitem opiniões distintas de outros e até mesmo distintas do que para todos os outros é uma realidade óbvia ululante. Tanto é que quando desejo expressar alguma opinião pessoal, utilizo (e com certa frequência) o próprio Espaço do Leitor, mas a assinatura é sempre identificada com meu nome, deixando clara ser uma opinião pessoal e não da associação que estou representando. A democracia, palavra nova e muito pouco praticada no turfe, contempla este tipo de espaço. Talvez até esta seja a grande dificuldade de muitos dirigentes de turfe com este espaço.

Dito isto e voltando a utilização do raro espaço “NR”, não posso deixar de demonstrar, até por ser consociado e de fácil acesso à minha pessoa, minha total discordância com os pontos mencionados pelo senhor em seu comentário abaixo:

1 – Em nenhum momento até hoje, e posso lhe assegurar que enquanto eu ESTIVER Presidente desta Associação da mesma forma acontecerá, a ACPCPSI através de seu veículo de comunicação Raia Leve, jamais publicará matéria questionando a capacidade de NENHUM proprietário possuir um cavalo de corridas. Não sei aonde o senhor viu uma matéria do Raia Leve que faça tal questionamento. Aliás, tanto penso desta maneira que recentemente recebi uma ligação de um repórter do Jornal O Globo que estava fazendo uma matéria sobre um personagem do turfe envolvido no grande escândalo de corrupção recente brasileiro e diante das minhas respostas que não “auxiliavam” muito o repórter, este me questionou se eu como Presidente da Associação Carioca nunca havia questionado como “alguém poderia aparecer do nada, com tanto dinheiro comprando tantos cavalos? Qual era a origem desse dinheiro?” respondi de maneira que a conversa ficou sem assunto para continuar que isso não era problema da Associação Carioca dos Proprietários de Cavalo Puro Sangue Inglês, da mesma forma que não é problema do vendedor da concessionária da BMW mas sim problema da Receita Federal e dependendo do caso do Ministério Público e da Polícia Federal. Portanto, creio estar bastante claro que a ACPCPSI nunca questionou a capacidade financeira do Presidente Palermo de adquirir cavalos de corrida como também não questionará jamais NENHUM outro proprietário simplesmente pelo fato disto não lhe dizer respeito.  

2 – Em nenhum momento até hoje, e posso lhe assegurar que enquanto eu ESTIVER Presidente desta Associação da mesma forma acontecerá, foi veiculada qualquer matéria com tratativa descortês ao turfista Milton Lodi. Aliás, pelo contrário, Milton Lodi foi colunista do site Raia Leve por alguns anos e continuou com este cargo mesmo depois da saída de genro José Carlos Fragoso Pires Junior (também pessoa que goza do mais profundo respeito da ACPCPSI) da Presidência desta associação e até mesmo de seu desligamento como sócio. Aliás, ainda hoje é possível ter acesso a mais de cem colunas (a maioria das colunas, do período de 2006 a 2010, estão cadastradas como “especiais” ou “notícias” e por isto com uma dificuldade um pouco maior de serem acessadas) escritas pelo Milton Lodi através do Raia Leve, bastando para isso clicar na área “Colunistas” no menu do lado esquerdo e procurar pelo colunista Milton Lodi. Isto já basta para demonstrar que a ACPCPSI não é descortês com o Milton Lodi, muito pelo contrário, até hoje veicula todas as colunas que escreveu (aproximadamente 350), mantendo vivas as palavras do colunista através deste site.

3 – Em relação ao Sergio Coutinho Nogueira, “meu Presidente” na ABCPCC, não houve nenhuma insinuação feita por parte desta associação. O que esta associação publicou foi um editorial aonde cobra que o Presidente da ABCPCC, hoje o Sergio Coutinho Nogueira, defenda os interesses dos criadores e proprietários, sua função original, não exercida nos últimos anos. Além da cobrança, já feita em inúmeros outros editoriais anteriores, o que o editorial cobra é que o Presidente da ABCPCC tem um impedimento pessoal em executar uma das funções desta associação, a de fiscalizar os promotores de corridas de cavalos no Brasil no que tange aos interesses dos proprietários e criadores e que diante disso, opte por não exercer tal função como qualquer Juiz, desembargador ou auditor que tenha qualquer incompatibilidade pessoal no caso a ser analisado. Não houve qualquer insinuação por parte desta Associação, houve um editorial objetivo, claro, acompanhado de comprovações que pedia ao grande homem que é o Sergio Coutinho Nogueira, que reflita sobre a sua condição incompatível com os parentescos que possui na atual diretoria do JCSP que não podem permitir que ele (e muito provavelmente qualquer outro ser humano na mesma situação) possa avaliar com a isenção necessária, as ações necessárias a serem tomadas como Presidente da ABCPCC. O grande proprietário e criador Sergio Coutinho Nogueira, merece sim, a dobradinha obtida na segunda prova da tríplice coroa no último domingo, o que não tem nada a ver com sua Presidência na ABCPCC e seus desdobramentos.  

Grande abraço,

              Arthur Eduardo Stern de Freitas

              Presidente da ACPCPSI

Miguel Leão (05/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Sergio Lessa

Até entendemos o objetivo das punições, mas a pergunta que não quer calar: "se este trote fosse executado entre os principais jóqueis da Gávea, a punição seria a mesma"?. A corda geralmente estoura sempre no lado mais fraco, no caso específico em cima de garotos imaturos. Não defendo o trote, mas penso que 15 dias é um exagero. A comissão de corridas poderia "aliviar" um pouco esta garotada, talvez com uma punição de uma semana para cada um..Escrevemos isso sem conhecer pessoalmente nenhum destes aprendizes, mas penso que todos seremos prejudicados com uma punição tão rigorosa. Teremos que ter ainda mais cuidado ao apostar, nos parece claro isso. E quanto ao BACAMARTE foi tiro ou trote?

Miguel Leão - RJ

Ivon Casado Jr (05/03/2015) - Recife/PE

Bom dia a todos! Venho aqui opinar/comentar sobre o ocorrido na escola de aprendizes do JCB, serei breve. Conheço muito bem o garoto Alan Maciel, desde criança, bem como sua família, todos sabemos de sua índole, sua educação, seu carater e respeito para com todos: fato esse que pegou todos nós aqui de Recife, especificamente , de surpresa. Não vamos passar a mão nas cabeças, mas o fato deve ser apurado com a maior rigidez e clareza. Quanto ao Bernardo, apenas converso nas redes sociais, mas percebe-se também ser um jovem do bem, garoto de familia, educado, respeitador e comedido em suas palavras, que também nos deixou surpreso com tal atitude. Pra encerrar , nos perguntamos o que realmente aconteceu? O que tem atras disso tudo? O que os motivou a cometer esse deslize? Realmente é muito triste e lamentável o que aconteceu: não só para as familias dos aprendizes, como dos novos integrantes da escolinha, professores, mas também toda comunidade turfística, onde posso até exagerar: ENCONTRA-SE DE LUTO.....

Sergio Lessa (04/03/2015) - São Gonçalo/RJ

Presado Wagner P. Silva

Veja o motivo pelas suspensões a que vc se refere.

Trote de aprendizes contra alunos novatos foi motivo das suspensões

04/03/2015 - 16h50min

Um trote de extremo mau gosto, aplicado sobre os novos alunos da escola, que deixou bastante aborrecidos o instrutor da escola de aprendizes, Marcelo Cardoso, e a gerente de turfe, Mayra Frederico, foi o motivo da suspensão, por 15 dias, dos aprendizes Alan Maciel, Bernardo Pinheiro, Igor Ribeiro Mendes, Wellington Silva Cardoso, H.William e F. Dias.

A ação dos aprendizes causou indignação na gerente de turfe que informou a Comissão de Corridas. A suspensão dos aprendizes, por 15 dias, foi imediata. Esta punição foi provisória e pode ser ampliada depois que os fatos forem investigados. Decepcionados com a atitude dos aprendizes, considerada repugnante, a diretoria do Jockey Club Brasileiro prometeu agir com rigor para evitar a repetição deste tipo de trote, comum nas universidades brasileiras. A ação dos aprendizes contra os alunos pode ter sido incentivada por jóqueis veteranos, segundo Mayra Frederico, incomodados com o enorme sucesso dos aprendizes, dois deles, entre os cinco primeiros colocados na estatística de jóqueis. 

“Não tenho a comprovação deste fato. Mas, segundo algumas informações iniciais, alguns jóqueis experientes teriam pilhado os aprendizes dizendo que no tempo deles a escola tinha trotes e coisas assim e que hoje tudo é muito devagar. Seja como for, estou muito triste com eles. A escola fornece tudo que eles precisam. Boas instalações, nutricionista, comida de ótima qualidade e um instrutor de alto nível como Marcello Cardoso, que foi um jóquei consagrado. Não podemos permitir estas coisas dentro do Jockey Club.”.

Ana Carollyne Farias (04/03/2015) - Bagé/RS

Ainda sobre o caso Bacamarte !!!!

2o meu pai, morador do Rio e frequentador assíduo das carreiras, corre o buxixo pelos bastidores do JCB, que o segundo gerente responsável pelo treinamento desses animais q aparecem no programa com o nome de J.Pinto, está de viagem marcada para fora do estado e fora do turfe, o retrospecto desse cidadão, conhecido como Bolonhesa, eh dos piores possíveis !!! 

Da maneira que esses bacamarte venceu:

Presume-se q o treinador Jorge Pinto terá q lutar contra a insônia por longos 15 dias....

Sorte ao treinador e que o mesmo não receba um prêmio por alguns anos de ajuda !!!! 

Obs: esse tipo de exame seria digno de viajar para França !!!

Luis Honorio (04/03/2015) - Sorocaba/SP

http://tribunadoceara.uol.com.br/esportes/esporte-2/turfe-cearense-celebra-ascensao-nacional-apos-mudanca-de-sede-do-jockey-club/

Bom dia a todos do Site RAIA LEVE e amantes do Cavalo de Corrida. Segue acima ao meu comentário, um link para que possam ver que o Ceará também tem hipódromo. Não é só o eixo Rio Grande do Sul - Paraná - São Paulo e Rio de Janeiro, o Nordeste também está em destaque.

Ivor Lancellotti (04/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

BACAMARTE nunca mais ganhará páreo nenhum nem aqui e nem em lugar nenhum.Digo mais, não se colocará mais em páreo nenhum.Essa vai ser a única vitória desse animal. Já vi esse filme!Mas, o que fazer? largou que nem um foguete , aguentou quatrocentas atropeladas.O que podemos tirar disso? Passeou nas outras tantas corridas para esperar o dia certo? Se foi isso quero dar meus parabéns a essa equipe fria e calculista, que festejou ontem como ninguém, pela calma da espera certeira.O piloto A.Mota nunca levou tantos beijos assim ,nem no seu casamento!

Tive que segurar o meu irmão , que é delegado, para não ir ao local do ocorrido.

E vamos que vamos! Estudando as corridas!Mas uma vez , parabéns! BACAMARTE

Abraços

Tomaz Leonardos (04/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

AMIGOS TURFISTAS ,

Gosto muito de navegar pelos links do SITE do STUD BOOK/ABCPCC para relembrar os grandes craques de outrora que vi correr.

Sou o primeiro a reconhecer que o SITE melhorou bastante de uns cinco anos para ca ,mais informativo ,com novo lay-out etc.

Entendo ,todavia ,que como não saem mais os ANUARIOS de PAPEL do STUD BOOK - REG da cavalos e éguas PSI ,que saudade -esse site que virou quase a única memoria do TURFE NACIONAL e precisa ser aprimorado e corrigido , o que alias ,diga-se a bem da verdade, alguns diretores novos vieram a publico dizer que realmente isso teria que ser feito em breve ,que tinha muito furo etc.. Tudo joia ..

Agora algumas coisas simplesmente não da pra entender ;senão vejamos:

1)animal QUIPARDO por PHARAS E LA PARDA consta como sem campanha registrada .. .Como nós todos, turfistas de mais de 50 anos sabemos, QUIPARDO do HARAS SAO LUIZ ganhou entre outras provas a preparatória do G P BRASIL o G P DEZESSEIS DE JULHO na GAVEA para cima do KUBLAI KHAN do HARAS SAO JOSE EXPEDICTUS em bela atropelada. Eu estava la e vi ao vivo...Pelo menos esse credito podiam ter posto na campanha do brioso QUIPARDO lindo tordilho negro que lembrava o SADALIDRO .;

2)animal GUAXUPE por FORT NAPOLEON e NÃO SE SABE QUEM pois não consta a mãe no pedigree mas e´ RECAMIER e também SEM CAMPANHA REGISTRADA .Ora esse animal do HARAS SÕ JOSE e EXPEDICTUS também ganhou entre outras provas o G P DEZESSEIS DE JULHO na GAVEA para cima de ASK FOR IT se não me trai a memoria, pois eu era garoto,em um dia de GRAMA PESADA como o grande azar da carreira.Também acho que não custava nada ao STUD BOOK inserir esse credito ao menos no seu turf record. do SITE.QUALQUER duvida bastaria checar com o staff do HARAS SÃO LUIZ ainda na ativa e com o pessoal do HARAS SÃO JOSE e EXPEDICTUS..

RECORDAR e´ viver .ABRAÇOS a todos. VIDA que segue.

TOMAZ LEONARDOS SOCIO JCB MAT 15339

Wagner P. Silva (03/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Alguém sabe informar o que aconteceu na escola de aprendizes do Rio de Janeiro, os aprendizes tinham assinado as montarias na segunda, e na manha de terça os proprietários e treinadores ficaram sem seus pilotos por algo que aconteceu na noite de segunda? Animais ficaram sem jóqueis que cumprissem os pesos, montarias dadas sem conhecimento dos próprios joqueis, uma bagunça geral! Porque não puderam cumprir as montarias que já tinham assinados ? Porque a punição não começou na próxima semana ? Foi algo tão grave assim?

Miguel Leão (03/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Boa tarde a todos

Respondendo ao turfista Claudio Silva, a comissão de corridas provavelmente irá entender como normal a vitória do animal no segundo páreo de segunda feira chamado BACAMARTE. Afinal de contas ele estava com "páreo na boca", vinha chegando " sempre perto", já que nas 4 últimas apresentações seu retrospecto era excelente com 2 penúltimos, um antepenúltimo e um último em 09.02, quando pagava 24,7 e chegou "próximo" a 17 corpos. Será que tivemos diversidade de performance?. Ironias à parte, como curiosidade nestas quatro últimas exibições ele teve 4 jóqueis diferentes. Talvez o experiente jóquei Alex Mota tenha descoberto a fórmula do sucesso para o referido cavalo. Turfe também é isso, BACAMARTE lembra TIRO, ou não?

Miguel Leão - RJ

Luiz Fernando Dannemann (03/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Editorial do Raia Leve

“A União faz a Força”... Este é um dos ditados mais célebres que foram escritos. No caso do Turfe a inobservância deste conceito é um erro grave com consequências dramáticas, invertendo a frase que se transforma então em: “A desunião Enfraquece e Arruína”. 

É importante que a ABCPCC se pronuncie a respeito desse ofício do MAPA nem que seja através da Revista Turfe-Brasil de propriedade do Presidente daquela associação constituída para ser o “fiel” da balança entre pequenos, médios e grandes proprietários e criadores e os clubes promotores de corrida de cavalo.

Da mesma forma a Câmara Setorial de Equideocultura, pólo catalisador de propostas em prol da criação nacional de cavalos, não deveria dispor de oportunidade tão importante para exigir uma IMEDIATA AUDITORIA nos dois clubes (não apenas o JCSP) para garantir os direitos da combalida e decadente criação de PSI, a única raça que possui instrumento jurídico para FOMENTAR a criação das demais raças, algo que já foi alvo de flagrante desconstituição a partir da desoneração dos recolhimentos à CCCCN pelo Senador Dornelles, que se por um lado aliviaram os clubes, por outro desconstitui a Lei do Turfe.

Ou todos se conscientizam da gravidade do momento em que vivemos – amizades a parte -, ou a “brincadeira” (termo utilizado pelo atual Ministro da Fazenda) de dar calote no Turfe vai acabar com a brincadeira de adentrar o Winner Circle para receber os cavalos...

Se acabar o milho, acaba a pipoca.

Leo Friedberg (03/03/2015) - São Paulo/SP

JOHN PIRES BARRETO ALEXANDRINO, obrigado pelo elogio e para frente Turfe Brasileiro, vamos tentar melhorar se cada um fizer um pouco.

Claudio da Silva (03/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Dia 02/03, segundo páreo, cavalo Bacamarte, sem colocação nas últimas cinco corridas, ultima 09-01, ganhou de ponta a ponta com rateio bem alto. Gostaria de saber o que houve para melhora em tão pouco tempo.

Com a palavra o treinador J. Pinto.

João Tomczak (03/03/2015) - Curitiba/PR

Na noturna de 02.03.15 da gávea, no 8º.páreo, vitória surpreendente de ENJOY. Na última em 30.01.15, tinha chegado a 19 corpos do HOT CHECK e sem nenhuma justificativa. Agora, nesta ocasião, deixou longe o citado corredor, que foi eleito favorito. Estes fatos, estão enojando cada vez mais nós turfistas. A tendência é realmente acabar com os turfistas, que movimentam este "esporte dos reis", pois estamos sendo enganados todos os dias e a comissão de corridas faz vistas grossas a esses fatos. Por muito menos, a comissão de corridas do Cristal, já puniu vários treinadores, inclusive quando o animal ENJOY venceu por lá, foi desclassificado posteriormente, , por "dopping".

Antonio Moura (02/03/2015) - Niteroi/RJ

Sr. Cristhian,

Realmente - coisa de principiante. Em vez de atacarem novos mercados, estão gastando latim com mau defunto; seria cómico, se não fosse trágico.

Saudações Vascaínas.

Antonio Moura

PS: como lhe cai bem, o sobrenome da presidência!

Christian Sharp (02/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Sugestão ao JCB

Em vez de ficar passando o filme promocional do JCB em circuito interno do próprio JCB ,porque não passa-lo em cadeias de cinemas ( sexta , sábado e domingo ) ,sem dúvida alguma o retorno será mais gratificante.

Carlos Alberto F. T. de Freitas (02/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Boa noite senhores do turfe. 

Sou admirador do turfe, faço minhas apostas e curto bastante o hipódromo. Porém atualmente, observo de longe ( tv e internet) as corridas pois entendo do entretenimento além de pertencer a uma família que sempre frequentou do JCB antes mesmo dos meus primeiros passos. 

Venho aqui para tentar entender e se possível encontrar alguma alma caridosa que poderia me surpreender deixando alguma perspectiva de melhoria ou de quando a presidência terá a visão e a missão de levar novos turistas ao hipódromo para as corridas? Digo: para as corridas... 

No momento até vejo um esforço da área de marketing investindo em:

Inserções no O Globo

Divulgaçao e "melhorias" no Site, (não ví nenhuma, a não ser um gráfico péssimo que não interfere em nada. Na minha opinião dinheiro jogado fora, a não ser que tenha algum respaldo técnico)

Divulgações nas Redes Sociais (eu compartilho sempre e consegui que 26 amigos fossem seguidores da página do "Jockey Rio" no Facebook. em excessão de um vídeo que divulgaram onde há um jóquei no dorso de um animal em carreira tomando areia na cara - na minha opinião pode ser um tiro no pé pra quem o assiste numa eventual dúvida de investir seu tempo e dinheiro numa nova forma de lazer e entretenimento) 

Bônus em forma de créditos para apostas em eventos (sapucapeta), etc... 

Parceria com a novela da Record

e por aí vai.. 

Porém não há inteligência nenhuma fazer tal marketing se não há um ambiente favorável para receber tal público. 

É necessário termos um hipódromo moderno com bons restaurantes com boas varandas (onde se possa ver a bela paisagem, o Cristo, a pista, os cavalos, que tenha um espaço infantil onde os pais poderão deixar seis filhos supervisionados e ainda com recreadores podendo ser monitorados na própria mesa enquanto realizam suas apostas e se emocionam de verdade - em churrascaria existe isso há anos)

Se existe este espaço, não vejo nada na mídia... 

Um dia, fui na social afim de passar este momento com a família, resultado:

Fiquei sentado no banco de madeira comendo amendoim, salgado e cervejaalgauma bebida onde tinha que comprar num pequeno espaço que não havia nem mesa disponível. Quando virava pra trás e vi a aquela arquibancada vazia fiquei com vontade de chorar... muito triste. Pior dia da minha vida... 

Jura que o dinheiro que se gasta com o marketing é para isso? 

Ao menos o "slogan" tá correto: "Nós apostamos em emoção" 

Haja Emoção!!!! 

Obrigado pela a oportunidade

Carlos

John Pires Barreto Alexandrino (02/03/2015) - Belo Horizonte/BH

Coerência,

Primeiramente deixar um abraço para o Emílio Borba e o Leo Friedberg pela coerência e a serenidade que ambos postaram anteriormente aqui neste espaço, o caminho é exatamente esse.

Muito bacana ver a dupla Mazini/Guignoni levantarem a poeira neste sábado com duas vitórias altamente expressivas, agora o que o Beto Solanes fez é digno de PLACA, logicamente com a ajuda do B. Reis, A.M. Souza, Jorge Ricardo e de todos que trabalham para que feitos como esses fiquem gravados na história, realmente espetacular!

No mais como não poderia deixar de ser um grande abraço e parabenizar ao Lavor por mais um contrato com um Grande Haras, bacana também vê-lo montando para o Araras no Diana, a festa só não foi completa pela ausência do potro na segunda prova da tríplice coroa, uma pena!

JOHN PIRES BARRETO ALEXANDRINO

Luiz Victor M Rocha (02/03/2015) - Campos dos Goytacazes/RJ

R.SOLANES 

Fazer ponta e dupla em um G 1 é difícil e dois então parabéns que venham mais alegrias pois, quem trabalha merece o sucesso.

Paulo Silveira (01/03/2015) - São Paulo/SP

Ao Paulo Gama

Hoje, domingo, 1º de março, no fuso horário de Hong Kong, João Moreira ganhou 6 páreos, inclusive uma prova de grupo I. Por curiosidade vale conferir as datas de nascimento dele e a do Ricardinho.

Abraço

Paulo Silveira

São Paulo - SP

Mauro Oliveira (01/03/2015) - Porto Alegre/RS

Parei.

Antes do segundo páreo de Cidade Jardim,deste domingo, 1 de Março, os locutores da tv de São Paulo perderam mais de um minuto ofendendo Pedro Bial porque ele disse no sábado que São Paulo é uma capital inóspita.

Nada mais irritante que o tal do bairrismo.

Engraçado, quando o presidente do JCSP, ERA, usou a expressão "passou de Queluz é nordeste", os mesmos profissionais?! nada comentaram.

Por favor, favoreçam-nos com seu silêncio.

Luiz Fernando Dannemann (01/03/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Façam suas apostas

Chama atenção, negativamente, o baixo número de inscrições para os Grandes Prêmios da nova geração (machos e fêmeas) como também para outra prova de grupo 3 destinada a éguas de três anos e mais, na milha, que recebeu apenas 4 inscrições (!?) algo assustador.

No Mario de Azevedo Ribeiro, páreo dos potros de dois anos, entre os cinco inscritos eu vejo a inscrição do animal “Palermo” de propriedade do Haras Corumbá de Goiás que pertence ao atual síndico do JCB, adquirido junto ao Haras Mondesir, O referido proprietário possui, ainda, outros animais registrados em seu nome no Stud Book após longos anos afastado das pistas do Hipódromo da Gávea.

O mais curioso é que após escolhido pelo Afonso para ser o candidato da oposição, logo na primeira reunião realizada na Hípica, vários sócios testemunharam, entre eles – além do padrinho político -, muitos dos atuais Vice-Presidentes do clube, inclusive o Vice-Executivo, o discurso do recém designado afirmando não possuir nenhum real para colocar na sua própria campanha, algo que ele guardou para revelar a posteriori.

O que teria acontecido? 

Ou ele ganhou na Mega Sena e não falou nada pra ninguém ou simplesmente faltou com a verdade.

Isso pode ser tema para uma nova enquete no Raia Leve.

O que acham?
















12.393

12.520

























  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês