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Neste espaço são publicadas as manifestações dos nossos leitores.

O RAIA LEVE acolhe opiniões sobre todos os temas ligados ao turfe.
Reserva-se, no entanto, o direito de rejeitar ofensas, acusações insultuosas e/ou desacompanhadas de documentação. Eventualmente, os e-mails poderão ser checados. O site não tem o compromisso de publicar todas as mensagens recebidas. A publicação, quando ocorrer, se dará na íntegra ou parcialmente, privilegiando-se os trechos mais relevantes.





Janeiro | 2015

Luiz Fernando Dannemann (28/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

O Editorial do Raia Leve reveste-se da maior importância ao demonstrar com números o momento dramático que vive o JCB, um clube de corridas de cavalo e de cavalos de corrida, hoje transformado em “condomínio”, loteado por interesses diversos que passam a léguas de distância do seu objetivo principal.

Por falar no “declínio do movimento de apostas”, esta semana eu fui informado que o clube possui um “Gerente Geral de Apostas” cujo nome, salvo engano, seria Paulo Grivet, que por sua vez possui uma característica bastante interessante no desenvolvimento do seu trabalho a frente do MGA do nosso combalido Turfe: 

Ele tira folga nos dias de corrida! Não é interessante? 

Pobre do RAUL que deve ganhar muito menos do que o “marajá dos finais de semana” para segurar a “pemba”... Este é retrato do atual JCB, uma continuidade – ainda piorada vide o gráfico do Editorial -, do mandato anterior.

Já faltou mais para acabar, tá muito perto!

Mariel Mozart Vinicius Muller (28/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Eu acho de uma incoerência as decisões que se tomam no turfe brasileiro, que só tornam o esporte cada vez menos atrativo (principalmente para apostas)

Eu, como turfista, respeitei a decisão da CC na resolução da reclamação imposta por V.Gil e V.Borges no GP Henrique Possolo (G1), mesmo discordando na não desclassificação em relação a potranca do Araras, Caritzia. Já contra a Colorado Girl, achei que o seu piloto "exagerou" na levantada da mesma.

Digo que respeitei por uma questão de critérios, mas não respeito mais, já que a mesma CC suspendeu de 06/02 a 07/02 o jóquei W.Freitas por prejudicar Caritzia nos 350 metros finais.

E não satisfeitos, prorrogaram a suspensão do mesmo jóquei até dia 08/02, em virtude dos prejuízos a Colorado Girl nos 100 metros finais.

Portanto, qual foi o critério??? Nenhum, já que se suspendem o jóquei, admitem o prejuízo, logo...a desclassificação teria que ser realizada, principalmente no caso em relação a potranca do Haras Santa Maria de Araras, já que a diferença foi mínima!!!!

Esse turfe de 5° mundo nas pistas não corresponde ao investimento de alguns criadores e proprietários que são submetidos a um amadorismo sem fim!!! Prova de G1, visto e analisado dessa maneira, é no mínimo, vergonhoso!! Reflexo disso é a matéria estampada na capa do raialeve, apostas despencando...

Rafael de Oliveira Gomes (28/01/2015) - Porto Alegre/RS

Por favor, vocês saberiam me informar a data que ocorrerá o GP Senhoras do Turfe (cancha reta), em Carazinho/RS neste ano, e a distância desta corrida??

Obrigado!

Antonio Moura (27/01/2015) - Niteroi/RJ

Prezado Leandro,

É mais do que sabido que v. acumula as funções de agente de montarias com a de repórter e cronista de turfe, às quais se dedica com o melhor do seu entusiasmo e competência e razão maior do meu respeito pelo seu trabalho.

Com relação à propriedade da égua ela já estava definida no programa oficial; é irrelevante se o Stud Book já atualizou os seus registros. O importante é que para a Secretaria esteja tudo certo e, assim, para efeito de pagamento do prêmio o JCB se limita à sua própria burocracia. Sempre foi assim e sempre assim será!

Continuo acompanhando o seu trabalho e torcendo pelo sucesso que v. bem merece.

Antônio Moura

Leandro Mancuso (27/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssima sra negreiros e outros que comentaram a respeito da égua January Jones, em primeiro lugar gostaria de esclarecer que correu com a farda do stud art &ort do sr levy, com divergência de propriedade, realmente existe uma porcentagem , na égua , porém é necessário que o titular sr Rooney Aguiar forneça nova transferência de propriedade, que até o presente momento no stud book ainda esta stud interbuzios, caso o premio da egua fosse pago hoje iria para a conta premio do titular que esta no stud book, outra coisa ..fui inúmeras vezes no ct vale do marmelo e sempre fui bem tratado , alias tenho maior respeito pelo sr .Levy assim como todos proprietários do brasil. Pois não sou repórter só caríssima, sou agente de montarias , tenho uma pagina na revista turfe brasil, indico tambem nesse site as corridas do cristal , e sou bem vindo em qualquer hipódromo do Brasil. Me desculpem , mas tive que responder !!!

Waldir Alves de Souza (27/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Rafael Lopes,

Com relação a colocação do Veraneio no GP Juliano Martins, G1, em 15/05/2011, cabe-me esclarecer:

1) Consultei o Raia Leve (resultado da Prova), site do Jockey Club de São Paulo (por incrível que pareça, não consta até hoje o resultado das corridas de Cidade Jardim no dia da Prova, apenas o da Gávea) e o Pedigreequery. Todos, sem exceção, não foram atualizados. Pois bem, na qualidade de apostador e turfista minha base de estudo é assistir aos replays e observar os resultados das provas nos sites dos hipódromos e demais sites/blogs de Turfe. Assim sendo, entendo que as atualizações cabem e devem ser feitas pelos órgãos informativos nos resultados das provas, e nunca em notícias isoladas ou resoluções das Comissões de Corridas dos Jockeys Clubs, para que não exista a menor sombra de dúvida, principalmente essa que está prestes a completar 4 anos; 

2) Reafirmo que já observei por diversas vezes erros nas campanhas de vários animais, tais como, pista e/ou distância da prova, no site do Stud Book. Jamais imaginei que fosse precisar comprovar, de certa forma, esse tipo de erro algum dia. De agora em diante passarei a elencá-las; 

3) Com relação a sua citação sobre bobagem e desconhecimento, vale lembrar o provérbio: Com papas e bolos se enganam os tolos.

Feito o registro encerro minha participação sobre o assunto.

Arthur F Fonseca (26/01/2015) - Brasília/DF

Parabéns pelas postagens do Sr. Rafael e Sra ou Srta Carolina.

Breno Cesar Espozel do Amaral (26/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

O cafezinho pago ao Paulo Gama no programa um café por uma barbada devia estar bem amargo...

Luiz Fernando Dannemann (26/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Marcio Oliveira,

A sua sugestão de promover a volta do páreo denominado “Volta ao Passado” é ótima, trata-se de um belo instrumento para motivar o turfista a ir ao hipódromo, sem dúvida é um evento bem mais atraente do que o Páreo de Amadores, além de possibilitar uma congregação turfística da maior relevância.

Carolina Luiza Luz (26/01/2015) - Curitiba/PR

Boa tarde.

Fico indignada com as coisas que leio neste espaço.

Os cavalos não são máquinas,SÃO ANIMAIS DE CARNE E OSSO .O fato de serem favoritos mostra que os mesmos tem bom retrospecto, mas não os obriga a ganhar de fato a corrida. 

Como assim culpar o joquéi e o treinador???

Acho injusto duvidar da credibilidade do Roberto e do Bruno. Tiveram uma semana infeliz e por isso já estão sendo inferiorizados.

É muito fácil vir aqui julgar, quero ver fazer o trabalho deles.

Para os desavisados de plantão: A Letra de Samba SE MACHUCOU , quem assistiu viu ela recebendo o atendimento veterinário após a corrida. Não cabe ao treinador o fracasso.

Rafael Lopes (26/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Quanta bobagem se fala por aqui. Difícil pescar alguma coisa interessante/importante. O Sr. Marcelo Almeida está sempre chorando por alguma coisa. Todos os joqueis roubam, todos os treinadores são incompetentes e dão golpes. Ele é que deve ser muito bom em tudo que faz (menos em apostas). O que acontence é que vida de treinador não é nada fácil. Ás vezes um treinador tem diversos cavalos desenturmados e ganha corridas em série. Logo esse mesmo treinador entra numa maré ruim porque os cavalos subiram de turma e coisa e tal. Imagino não ter nada a ver com o jóquei B. Reis, e também o Solanes não desaprendeu de treinar. Só acho que a fase dele não está tão boa neste mo mento. 

Senhor Waldir Alves, para seu conhecimento segue abaixo a transcrição da matéria publicada neste site em 07/06/2011...

Petrochinski "pega" 180 dias de suspensão e Ianquita leva o "Juliano Martins"

07/06/2011 - 22h36min

Tendo em vista que a contra prova do exame do potro Veraneio confirmou o resultado anterior, a Comissão de Turfe do Jockey Clube de São Paulo, baseada no Código Nacional de Corridas, suspendeu o treinador Estanislau Petrochinski por 180 dias.

Veja o trecho da Resolução da CC do JCSP:

5ª) Considerando que as amostras biológicas dos animais Windsurf, vencedor do 10º páreo da corrida realizada em 14 de maio p.p. e Veraneio vencedor do 5º páreo da corrida realizada em 15 de maio p.p., mostraram nas análises e contraprovas a presença de substâncias proibidas enquadradas no Grupo I, a que se refere o § 4º do artigo 163 do Código Nacional de Corridas, esta Comissão de Corridas resolve: 

a) desclassificar o animal Windsurf para último lugar sem direito a qualquer prêmio, classificando para todos os efeitos o animal Olympic Zone em primeiro lugar e Amore Thunder, Zoé, Padrone e Donatela Bela nas colocações subseqüentes; 

b) desclassificar o animal Veraneio para último lugar sem direito a qualquer prêmio, classificando para todos os efeitos o animal Iaquinta em primeiro lugar e Taleban, Thunderclap, Que Fenomeno e Inca Ruler nas colocações subseqüentes; 

c) suspender por 180 (cento e oitenta) dias, a partir de 14 do corrente o treinador L.Esteves (Windsurf); 

d) suspender por 180 (cento e oitenta) dias, a partir de 14 do corrente o treinador E.Petrochinski (Veraneio); 

e) multar em R$ 627,00(seiscentos e vinte e sete Reais) os treinadores L.Esteves e E.Petrochinski. 

da Redação

Sr. Valdir, o Veraneio foi DESCLASSIFICADO por medicação!! Está correto o site do studbook.

Jairo Miller (26/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Resposta ao Sr Marcelo Almeida.

Sera mesmo que o Sr .acha que o grande culpado pelo fracasso dos animais treinados pelo treinador Roberto Solanes é mesmo culpa do jockey B.Reis? . Realmente acho que o sr esta vendo outro tipo de corrida e não a de cavalos,pois ele conseguiu tirar do place 4 grandes favoritos entre Rio e Sp, fora os que correram na semana passada. A verdade é uma só a corda sempre vai arrebentar do lado mais fraco.Coitado do B. Reis. vai penar.

Fernando Antonio Bueno Lopes (26/01/2015) - Curitiba/PR

Assisto assiduamente as corridas tanto de São Paulo como dos Estados Unidos

Uma pergunta que não quer calar

" Porque que a comissão de corridas no Brasil não age que nem as comissões de corridas dos Estados Unidos ? 

Seria falta de competência ou não enxergam ?

Elton Pereira de Souza (26/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Acho que até a inexperiente Lu Andrade teria feito melhor do que o A.Domingos no dorso do Paint Naif, afinal de contas correr útlimo e tirar para fora na reta não tem segredo nenhum. Fico imaginando o que passou na cabeça do proprietário que trouxe um jóquei da Argentina e ver ele fazer o que fez.

E enquanto isso o C.Lavor vai ganhando os clássicos todos.... E ainda tem quem fale mal....

Francisco Rodrigues da Silva (26/01/2015) - Teresópolis/RJ

Agradeco aos sr. Antonio Moura sr Waldir

Foi uma linda Vitória parabéns aos envolvidos mais uma vez.

E que achei um pouco de grosseria o texto que li que tinha interesses outros.

Como também nao tinha entendido. Fui consultar o stud book se ate la esta errado fazer o quê. 

Mas parabéns ao proprietario e ao treinador v paim e ao jóquei. 

E acredito que o sr Leandro Mancuso diante destas novas informações fara uma nova matéria sobre o assunto. 

Att.

Márcio J.R. Oliveira (26/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Gostaria de dar uma sugestão a titulo de promover as corridas da gávea, o páreo "volta ao passado", por curiosidade fiz uma relação de jóqueis que não montam, mas continuam atuando como treinadores, redeadores e em excelente forma. Abaixo segue uma relação de profissionais que poderiam abrilhantar este espetáculo.

J.Pinto

J.Queiroz

E.Ferreira

J.F.Reis

G.Guimarães

J.B.Fonseca

I.Brasiliense

J.James

e outros que não me vem a memória, garanto a vcs que os familiares que não viram estes profissionais montarem ficariam encantados com esta oportunidade, por exemplo (filhos,netos, esposas) seria uma grande festa em prol do turfe. Vamos amadurecer esta ideia srs. Abraço.

Ana Carollyne Farias (26/01/2015) - Bagé/RS

Tá duro de aguentar o trio ternura da TV turfe do RJ, os 3 senhores, além de profundo desconhecimento de causa, têm a capacidade de parar o trem bala, ontem, encarnaram no pé do R.Solanes e mesmo qse n foi nem no place em nenhum dos páreos, hoje, fazem resenha, puxando o saco do do V.Gil e notem, o mesmo n passa na frente uma única vez, senhores, falem dos cavalos, se aprofundem na matéria, deixem o puxa saquismo de lado, os srs já recebem mto mais do q merecem, então procurem caprichar e parem, por favor, com esse leilão de profissionais e proprietários !!!

Antonio Moura (26/01/2015) - Niteroi/RJ

Sr. Francisco, 

O simples fato do Stud Book ainda não ter atualizado uma alteração recente em seus registros, não altera o fato de que a excelente vencedora da Primeira Prova da Tríplice Coroa de Potrancas, Grupo I, não é mais propriedade do Stud Interbúzios.

Na verdade, existiram entendimentos com o titular do Art & Ort, que resultaram na criação de um novo Stud, o Art & Búzios, sob cujas cores se verificou esta última conquista da pequena (grande) potranca.

Além do mais, fundamentando esta informação, a potranca continuou aos cuidados de Victor Paim

no Centro de treinamento, ao contrário de outros animais do Sr. Rooney, sob cuja responsabilidade já respondem outros profissionais. A atualização no Stud Book, que acontecerá no devido tempo, por conseguinte, é apenas um detalhe que escapou à percepção do Sr.Leandro Mancuso.

Antônio Moura

Waldir Alves de Souza (26/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Sr. Francisco R. da Silva,

A potranca January Jones pertence ao Stud Art & Buzios, sociedade dos Studs Art & Ort e Interbuzios.

Com relação ao site do Stud Book, sugiro-lhe cautela, pois o que tem de erro grosseiro é uma barbaridade. A título de curiosidade cito o caso do excelente corredor em seu tempo, VERANEIO. Consta em seu histórico no site do Stud Book a seguinte colocação no GP Juliano Martins: "15/05/2011, 18º GRANDE PREMIO JULIANO MARTINS, G 1, Cidade Jardim, 1600, GF". Acontece, porém, que o excelente corredor, pilotado por V.Leal e treinado pelo Petrochinski, venceu a Prova em questão derrotando Iaquinta, Taleban, Tunderclap e Que Fenomeno, respectivamente. O site além de não creditar sua vitória, ainda o contemplou com o último lugar. É muito amadorismo.

No mais, parabéns pela ótima fase do seu Stud!

Aproveito o ensejo para sugerir ao Raia Leve que atualize o seu Quadro de Honra.

Francisco Rodrigues da Silva (25/01/2015) - Teresópolis/RJ

Depois dessa polemica de quem e o proprietario.

O Mancuso tem razao acabei de entrar no stud book e esta la january jones- INTERBUZIOS,

att.

André S. dos Reis (25/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

As corridas no Jockey Club Brasileiro viraram um MMA sob cavalos, VALE TUDO para não deixar o cavalo de traz passar, só no dia que um jóquei ou cavalo sofrer uma grave lesão, que vão querer tomar uma atitude, até lá é a lei do mais forte.

Que comissão de corridas HORROROSA!

Maria Elizabeth Negreiros (25/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

O seu Leandro Mancuso que só na Gávea se passa por repórter deveria observar o proprietário da égua JANUARY JONES e não simplesmente através desse espaço que lhe foi dado no Raia Leve que deve estar fazendo jornalistas de verdade como o meu amigo ZIG E O MARCO AURELIO ficarem com muita vergonha. Mais fácil e dizer que a égua e do Romney Aguiar empresário em Búzios pode sair um molengotengo do que apurar os fatos e ver que a égua correu com a farda do Stud Art Buzios dos sócios e proprietários do clube a anos e donos de centro de treinamento onde seu Leandro Mancuso nunca teve um molengotengo os proprietários em questão são a senhora Paula Ort e Antonio Levy de Souza proprietários a mais de 30 anos.

Marcelo Almeida (25/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Ou os proprietários dos animais treinados pelo Solanes contratam um jóquei ou irão a falência com esse péssimo espancador de animais que atende pelo nome de b. reis.

Coisa horrível nenhuma noção de percurso, conseguiu levar uma lisa montando 3 grandes favoritos e uma força.

O pior que ainda é considerado um profissional na arte de montar um cavalo.

PÉSSIMO!!!!!!

Mariel Mozart Vinicius Muller (24/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Acredito que com o número de cavalos que o Hipódromo do Cristal apresenta hoje, uma segunda reunião se faz necessária. Isso seria bom para a continuidade do trabalho e até mesmo do turfe nacional, fomentando mais corridas, já que me futuro breve a terceira reunião de SP estará comprometida.

Como sugestão para ampliar a credibilidade nas corridas, a volta das parelhas em mesmo número seria fundamental. Não vejo mais necessidade da abertura das parelhas, que prejudicam a analise das provas e a lisura nos resultados.

Mudando de Hipódromo, fico muito feliz com a declaração de candidatura do sr. Paulo Pelanda a presidência do JCPR. Nome perfeito para a atual situação do clube. Pessoa de nome muito tradicional dentro do turfe paranaense, de família que sempre se mostrou apaixonada pelo turfe e com disponibilidade para fazer o melhor para o esporte (vide o Jockey club da Fazenda Rio Grande que realiza grandes eventos).

Momento para que se unam as forças e nem aconteça um bate chapa, desnecessário em minha modesta opinião, diante de um nome de imponência como o dele. A luz no fim do túnel voltou a acender.

Marco Antonio Santos (23/01/2015) - Niteroi/RJ

Aguardei para observar as resoluções da CC JCB, referente a reunião do dia 20 de janeiro.

Nenhuma punição ou advertência para o jockey C Lavor, que ao cruzar o disco no GP Rio de Janeiro, fez gestos para seus colegas de profissão. Pessoalmente achei falta de respeito e profissionalismo, mas a CC considera dentro da normalidade.

TURFE PRIMITIVO !

Ulisses Carneiro (23/01/2015) - Bagé/RS

Uma Luz no fim do tunel..

O nome de Paulo Pelanda,proprietario, criador e empresario, e acima de tudo entusiasta do turfe, nos da um alento que esta situaçao caotica onde fomos parar pode começar a reverter.

Com Felizzola assumindo tb o JCRGS ,tb proprietario e empresario de sucesso,quem sabe teremos um Reveillon melhor...

Ficamos na torcida..

Abs aos leitores.

Ulisses Carneiro

Haras Bage do Sul

Cesar Gustavo B. Netto (22/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Fiquei muito triste com a noticia da fatalidade que veio a acontecer com o Dr bogossian ,noveleiro (mesmo que não assumice),pescador a qual tive o privilegio de acompanha -lo varias vezes e acima de tudo turfista, que com certeza vai deixar uma enorme saúdade dentro do joquei.Desejo a familiares e amigos força nesse dificil momento .E fique em paz e com Deus "meu camarada"como você sempre me chamava.

Arthur Stern (22/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Amigo Sergio Barcellos, suas palavras são endossadas por qualquer um que goste de cavalos de corrida! 

Tive o privilégio de ver "nosso" Crimson Tide no último mês de Outubro e parecia um potro! Digo nosso porque qualquer indivíduo quando atinge o status de fora de série, deixa de pertencer a seu proprietário e passa a integrar a Coudelaria dos Craques Celestiais, aquela cocheira que abriga os imortais! Crimson Tide já está lá, ao lado de Itajara, Ghadeer, Clackson, Locris, Quari Bravo, Roi Normand, Bal a Bali, Plenty of Kicks, Siphon, Sandpit e tantos outros. Uma pena sua fertilidade ter ido embora. 

Mas tenha certeza, meu amigo, que o legado que Tony, através do incrível Crimson Tide, está deixando para o turfe brasileiro é muito maior do que podemos mensurar neste momento. Aliás, a tríplice coroa pode não ser de Paint Naif mas em minha visão Oregon Pine a garantiu para o Stud São Francisco da Serra e para Crimson Tide já que acredito que Paint Naif tem tudo para ser imbatível a partir dos 2000 metros.

A derrota de Paint Naif na última terça foi um detalhe, um mau dia (não interessa se do cavalo, do jóquei...) para o campeão! Detalhes semelhantes já acometeram Bal a Bali, Plenty of Kicks e até mesmo a inesquecível Zenyatta em sua vigésima e última apresentação quando uma péssima partida e um pouco inspirado percurso tirou a invencibilidade daquela que parecia imbatível (e que só diante de tantos percalços poderia mesmo perder).

Em relação àquela citada cocheira celestial, já há um box pronto, com cama, ração e água! Nele há uma pintura rupestre na porta!

Josué Lacerda da Silva (22/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Eis o jóquei bizonho!

Rafael Munhoz da Rocha Publicação 31/07/2008 - 00h00 Atualizado 19/01/2013 - 21h26

O jóquei paranaense Altair Domingo brilhou no Hipódromo de Cidade Jardim, conquistando doze vitórias nas três últimas reuniões realizadas, demonstrando estar recuperado do acidente na Argentina.

Na tarde de sábado venceu seis corridas, com Stormbreaker, Dioríssimo di Dior, Quota Famous, Toll Free, Rei da Raia e Bock Tov, sendo com este no Clássico Farwell, prova mais importante da reunião.

Na reunião de domingo conseguiu mais quatro triunfos com Diga Sim, Mr Corredor, Helena de Birigui e Que Storm, e completou a série de doze vitórias, vencendo duas corridas na noite de segunda-feira, com Fast Lover e Tantra.

Isso é uma pequena linha num enorme carretel de um "monstro" que não fica nada a dever a jóquei nenhum do planeta!

Alguém aqui se lembra da vitória de Aerosol no GP BRASIL ?

Alguém aqui tem noção de quantos clássicos esse rapaz ganhou pelos hipódromos que passou ?

Qual a razão de ser convidado duas vezes pelo mesmo "SIR" proprietário do cavalo paint naif ?

Mais respeito e conhecimento de fato ao se comentar sobre as qualidades de qualquer profissional!

Carlos Roberto dos Reis (22/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Ontem dia 20/01 fui assistir as corridas no hipógromo, estava tudo muito bonito, principalmente porque não tinha a maldita da cerca móvel.

A única coisa que eu assisti e não fiquei satisfeito, foi com a falta de respeito que o jockey C. Lavor teve com o colega de profissão A. Domingos. Estava na cerca vendo a pesagem quando um colega do C. Lavor parabenizou pela vitória e o mesmo respondeu, apontando para o A. Domingos ( se ele não fizesse m... ganhava o páreo ) era só ele vir por fora que ele ganhava. Essas foram as palavras do C. Lavor.

Roberto

Luis Felipe Brandão dos Santos (22/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Perda do Dr. Bogossian,

Hoje fui pego de surpresa com a notícia da trágica morte do Dr. Bogossian, turfista querido por todos que o conheceram.

Dr. Bogô,como era carinhosamente tratado,nos deixa de forma inesperada,sendo mais uma lacuna irreparável no cada vez menor grupo de turfistas da Gávea.

A alegria, a simplicidade e a generosidade eram marcas registradas do Dr. Bogossian.É assim que os que tiveram o privilégio do seu convívio o terão na memória.

Desejo que sua família encontre conforto nesse momento de tamanha tristeza. Junto-me a ela e a todos os seus amigos neste profundo pesar.

Daniel Rosario (22/01/2015) - Fortaleza/CE

Prezados,

Boa noite! Fiquei curioso em relação a entrevista que vem sendo comentada aqui nesta página. Como felizmente estava trabalhando na hora dos páreos de ontem (e infelizmente só pude acompanhar por replay estas provas), gostaria que uma nobre alma pudesse reproduzir o desenrolar desta entrevista.

Desde já agradeço por quem se dispor a reproduzi-la com todos os pingos nos i’s.

Abraços a todos !!!

Sergio Barcellos (21/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Pena é que ele está saindo de cena...

Tudo no turfe anda rápido e a glória é quase sempre fugaz. Mas alguns cavalos conseguem se afirmar e entrar para a história das corridas, seja nas pistas, seja na criação. Este parece ser o caso de Crimson Tide. 

Trazido para o Brasil por Luis Antonio Ribeiro Pinto, então ganhador de Grupo na Europa (Inglaterra e Alemanha, principalmente), tendo se medindo contra os melhores de sua geração e feito campanha dos dois aos seis anos, se retirando inteiramente são, as origens de Crimson Tide – Sadler’s Wells, em mãe por Darshaan - estão ancoradas, de saída, em um cruzamento que deu inúmeros ganhadores de Grupo I no velho continente. Uma pá deles!

Criação Aga Khan, sua centenária linha materna remonta a Pale Ale, família 3o do Príncipe, a mesma de Shahrastani (Derby Stakes), Shemaka (Prix de Diane), Opaline (Cheveley Park Stakes), Shakapour (GP de Saint Cloud), e uma longa fieira de indivíduos clássicos defensores da blusa verde, ombreiras encarnado. Em matéria de origens, Crimson Tide é nascido na púrpura.

No Brasil, seus produtos conseguem correr e ganhar aos dois anos de idade em distâncias típicas do sprint e da precocidade, e prosseguem campanha para brilhar nos percursos intermediários. Ele próprio, foi ganhador, aos dois anos, em sua segunda apresentação na Inglaterra (1.400 metros, Newmarket) e venceu prova de Grupo II, em 2.400 metros, na Alemanha, aos três, a terra dos cavalos de endurance.

Portanto, ter um Crimson Tide inteiramente adaptado à milha como esse excelente Oregon Pine (em mãe pelo inesgotável Ghadeer) ganhador do recente GP Estado do Rio de Janeiro (Gr.I), ou saber que ele é também o avô-materno de January Jones (por Shirocco), a brilhante vencedora do Henrique Possolo (Gr.I), no mesmo dia e distância, não causa nenhuma surpresa. Os dois aí em cima têm o que é fundamental nesse ofício: serem animais dotados de um inesgotável coração, desses que lutam para não perder.

Pena é que a fertilidade de Crimson Tide esteja chegando ao fim (ele é nascido em 1994). Mas seus filhos, como o tríplice coroado Plenty of Kicks e tantos outros – e agora suas filhas – já começam a inscrever o nome do ilustre progenitor nos anais da melhor criação brasileira dos últimos anos.

E Tony Ribeiro Pinto, como uma espécie de reverência à sua inspiração de tê-lo trazido para o Brasil, continua comprando machos de Crimson Tide levados a leilão por outros criadores – e ganhando Grupo I com eles... 

Tony é dos poucos criadores, no Brasil e alhures, que, mesmo sendo o maior acionista dessa fábrica de notáveis corredores, não deixa passar um bom Crimson Tide, ainda que construído em outras linhas de montagem...E, nos casos de Oregon Pine e January Jones, que linhas...

Talvez seja simples mania, ou, talvez, seja mesmo a inabalável certeza de estar diante de uma coisa realmente boa.

Marco Antonio Santos (21/01/2015) - Niteroi/RJ

EM TEMPO

Cabe elogio ao jockey A Domingos, que reconhecidamente é uma pessoa de procedimento e ao treinador J C Sampaio , que não quis participar daquela comédia pastelão !

Josué Lacerda da Silva (21/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Marco Antonio Santos, gostaria de agradecer-lhe o apoio às minhas palavras.

Não só o apoio mas a completa compreensão das palavras que postei.

Fiquei feliz com a sua postagem. Infelizmente Sr. Marco Antonio Santos, nosso país está repleto de analfabetos funcionais, ou seja, aqueles que leem mas não sabem ler. Isso é uma tragédia pois são capazes de serem ofendidos durante a leitura e terminarão o texto sorrindo feito crianças com o pirulito, não cheio de anilina, na boca. E são esses que nossos governantes adoram governar...

Gostaria de deixar claro que o deboche e o escárnio não fazem parte da minha vida.

Vim a público defender um profissional que, como todos de qualquer magnitude, deve ser preservado de críticas precipitadas e ofensivas. 

Será que errar não é da natureza humana ?

Obrigado Sr. Marco Antonio Santos.

Gostaria de dizer-lhe que as palavras aqui imbuídas de agradecimento referem-se à sua pessoa.

Quanto ao resto do texto, Sr. Marco, vai para aqueles que gostam de atirar pedras sem medir as dores alheias.

Um abraço, prazer e saudações, Sr. Marco Antonio Santos.

Marco Antonio Santos (21/01/2015) - Niteroi/RJ

Senhor Josué Lacerda da Silva,

Concordo inteiramente com suas postagens, no momento da daquela reportagem infame, pensei em escrever algo protestando, mas decidi que não valia a pena.

O que ocorreu, é a ânsia de bajular aos proprietários e aos profissionais por parte do entrevistador.

Eu não entendo como um profissional se verga tanto. E justiça seja feita não é somente ele, os locutores do JCB e JCSP são pessoas que seguem o mesmo caminho. Quanto aos entrevistados, faltou postura a ambos.

Mauro Roger (21/01/2015) - Cachoeiro de Itapemirim/ES

Vendo tantos comentários sobre direções ruins de grandes de jóqueis, fracasso de favoritos,"puxadas",etc, ocorreu-me uma história onde contarei o milagre mas não o santo.

Um determinado treinador "manobrou" seu cavalo duas, três corridas, até chegar o dia do grande "tiro".

Tudo certo, cavalo inscrito e desta vez, venceria com um poule adoçicada! Era barbada,podia ficar esperando no guichê!

O que o esperto não contava era que o número de inscrições não fosse suficiente para que o páreo saísse.

O que ele fez?Procurado pelos organizadores da programação, inscreveu um manco da cocheira para que o páreo fosse formado.

Bem, vocês devem imaginar o que aconteceu.

Dia do páreo, o "faixa" do treinador "mandou bala" no animal que finalmente disputaria para vencer.

Sabe quem ganhou? O manco que foi inscrito só para formar a carreira!

Depois do páreo, só se ouvia uma melancólica frase do inconsolável treinador: "perdi para mim mesmo"!

Algum desinformado, inocente e sortudo "achou" uma poule de 60 por 1!.

É o turfe!

Carlos Ferreira (21/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Sr. Josué Lacerda da Silva,

Complementando a minha postagem anterior, o Paint Naif ganharia não só com o Lavor, mas com qualquer outro jóquei que não fizesse a pixotada que o A. Domingos (que, aliás, concordo, é um bom jóquei) fez, jogando o páreo fora.

Quanto aos números da mega sena, no dia que souber antecipadamente, jamais lhe direi. Jogo eu.

Sds.

Claudio da Silva (21/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Prezados turfistas, assistindo os dois GP, eu acho que o Paint Naif, não é mais o mesmo,por outro lado, gostei mais do W.Freitas que ganhou em cima do dinheiro, do Lavor que montou uma barbada.


Luiz Fernando Dannemann (21/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Beto irmão,

Parabéns para você e para Elma pela nova neta! 

Não caia do cavalo e muito menos branqueie ainda mais os cabelos... Mas este seu irmão aqui está muito próximo de ser bisavô!!!!!

Beijos em todos!!!

Luiz Fernando Dannemann (21/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Alexandre,

Fico feliz com a sua informação, aproveitando para mandar um pedido de desculpas para o André Cunha, que como disse, é por demais competente, justo por isso fiquei frustrado ao não ouvir a citação... Principalmente ao nosso Crinson Tide que como avô materno está seguindo a mesma campanha meritória de pai.

Muito obrigado.

Josué Lacerda da Silva (21/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Surpreso por ver que ninguém aqui destacou a entrevista do Sr. André Cunha com o proprietário do ganhador da primeira prova da tríplice coroa (machos).

Qual atleta num dia infeliz da sua vida não teve uma performance infeliz na sua atividade ?

Onde estão os valores como Moral, Ética, Justiça, etc...?

Lembro-me do Brasil perdendo de 7 X 1 para a Alemanha! Como não lembrar ?

Lembro-me de Zico perdendo um pênalti numa hora crucial!

Lembro-me de nosso querido Diego Hipólito caindo das barras que tanto faziam parte da sua vida!

Para que seguir ?

Para quem sabe ler ou escrever o que aqui relato já não é mais dúvida.

Ora, amigos. Se os que aqui chamam de "monstro" a esse bom e esperto jóquei chamado C. Lavor, do què chamar J. Ricardo, J.M.Silva, M.Silva, G.Menezes, A. Bolino, A. Barroso, L. Rigoni, G.F. Almeida, J. Marchant, D. Garcia, e outros que o espaço não me permite seguir relembrando...

Bem, o que quero chamar a atenção é a forma com que trataram o dia infeliz de um grande jóquei que é o A. Domingos. Capciosa uma pergunta do entrevistador e, sem a mínima ética, a resposta do entrevistado.

Que os funcionários do JCB tenham cuidado nas horas das entrevistas, principalmente as veiculadas a público em geral porque a integridade de um profissional tem que ser respeitada sob quaisquer circunstâncias, principalmente quando se trata de um profissional de conduta ilibada.

E, para finalizar, sou obrigado a ler que se o "monstro" montasse o outro cavalo teria sido o ganhador.

Por favor, quem assim pensa, que me passe, vias particulares, é claro, os seis números da próxima mega sena.

Obrigado e espero que esse texto, sem caráter vexatório, chegue ao público turfista...

Josué Lacerda da Silva (21/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

A sociedade atual está se desalojando, infelizmente, de diversos valores que soerguem e sustentam essa mesma estrutura social. Justiça, Moral, Ética, Cidadania e outros, são exemplos claros que o nosso destino esteja direcionado para um sistema que os Historiadores, Sociólogos e estudiosos talvez ainda não possam delinear.

Anarquismo ?

Não!

Bem, turfistas amigos, esse prólogo é para apenas mostrar minha completa ojeriza à entrevista feita pelo Senhor André Cunha ao proprietário do cavalo ganhador da nossa Primeira Prova da Tríplice Coroa ( Feito que me leva a afirmar que não haverá um tríplice coroado!). Seguindo, infeliz pergunta foi colocada pelo "repórter", capciosa, talvez, e não menos infeliz resposta foi dada pelo Proprietário do animal vencedor.

Centro da questão: um excelente jóquei chamado A. Domingos que numa tarde infeliz não trouxe o favorito da prova aos louros da primeira colocação. E, na malfadada entrevista, diante da pergunta infantil veio uma resposta completamente grosseira, tosca, bronca; Onde ética e caráter foram deixados de lado.

Deixo uma pergunta no ar aos senhores que gostam de aqui entrelaças as teias do turfe:

Por favor, me apontem um jóquei que nunca tenha dado uma direção bisonha a um animal.

Me apontem um atleta em qualquer atividade esportiva que jamais tenha errado.

Encerro parodiando a frase mais famosa de todos os tempos.

"Quem não tiver pecado que atire a primeira pedra"

Boa noite...

Antonio Moura (21/01/2015) - Niteroi/RJ

MAIS UM NOME NO GIBI

W.Freitas, um jóquei modesto e por isso mesmo de raras oportunidades e de quem sequer consegui guardar o nome de tratamento, venceu neste tórrido feriado de terça feira, em grande estilo, nada menos do que o Grande Prêmio Henrique Possolo, um Grupo 1 em 1.600 m grama, primeira prova da Tríplice Coroa de Potrancas.

A acrescentar que a vencedora, uma ratinha alazã de 397 kg (a menor do campo), de Criação da Coudelaria Jéssica e propriedade do Stud Art & Búzios, treinada por Victor Paim, já mostrara serviço e qualidade em sete saídas com duas vitórias e cinco colocações. Nada, no entanto, que a colocasse entre as principais candidatas à vitória. Na pista, um numeroso e seleto lote de adversárias justifica plenamente o rateio superior a três andares.

O fato, entretanto, para quem assistiu o páreo, é que o bravo W.Freitas emplacou a sua primeira vitória de Grupo 1, com uma direção mais que precisa e que poderia ser assinada por qualquer das grandes estrelas em atividade. Um dia que certamente ficará como marco da sua trajetória pessoal e a certeza de que o futuro lhe reserva outras e melhores oportunidade.

Sobre Victor Paim, não há muito a dizer: todos conhecem o seu excelente nível de conhecimento e eficiência na profissão que domina como poucos. Sem nenhum favor (e literalmente), é um grande treinador. E uma referência indispensável a este garanhão Crimson Tide, cujos produtos femininos são sempre de grande qualidade. O criador Luiz Fernando Dannemann e seus pares, certamente, estarão, olhos baixos, rubros de modéstia! Olho clínico e intuição é o que não lhes falta.

Estive representado nas comemorações de praxe, por meu irmão Fernando Moura.

Antonio Moura

Júlio Ponte (21/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Fui ontem à Gávea ver as provas clássicas e apesar do dia maravilhoso e de páreos bonitos sai frustrado com a corrida do Paint Naif.

O cavalo que para mim continua sendo um craque é um animal de facílima direção: larga, fica último e ao entrar na reta é só colocar por fora que ele "sempre" vem. Mais fácil que isso só o Itajara.

O Lavor sempre fez isso e sempre deu certo, e mesmo o Domingos já tendo montado o craque na última e seguido a receita da vitória com sucesso fez aquela bizarrice ontem. Na entrada da reta já estava quinto por dentro e tentou atropelar por dentro mesmo. Eu e todos ficamos esperando aquela atropelada do craque que não veio e terminou com um apagado terceiro lugar. Enquanto isso o Lavor dava mais uma aula e ganhava o páreo com o faixa que terminou o páreo muito sentido e pelo que escutei lá mancou do tendão. E com isso uma tríplice-coroa que parecia até fácil pelo que o Paint Naif tinha mostrado quando foi aos 2.000m foi por água abaixo por conta de uma direção pífia de um jóquei experiente que já sabia o que tinha que fazer e mesmo assim fez tudo errado. NOTA ZERO PARA VOCÊ, A.DOMINGOS.

Vamos torcer para que na segunda prova o Lavor não tenha nenhuma montaria de contrato e volte a montar o craque para que ele volte a cruzar na frente, o que ontem com certeza teria acontecido se o tivesse montado. 

Abraço a todos

Luis Alberto Rodrigues de Souza (21/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Ontem, apesar de ser um dia de gala para o turfe e para os turfistas (entre os quais me incluo), não me foi possível acompanhar o belíssimo programa realizado no JCB.

Ontem fui presenteado com o nascimento de mais uma netinha, a Clarice, e só pude acompanhar ao vivo o pareo final e os demais pelo replay.

Parabéns a todos os envolvidos, proprietários, criadores, profissionais, JCB e um especial para os amigos Luiz Fernando Dannemann e Sir Toni!

Alexandre Republicano (21/01/2015) - Cabo Frio/RJ

Bom dia Sr Luiz Fernando Dannemann.

Não tenho procuração para defender o André Cunha, mas ouvi claramente ele falar que era criação do Jéssica.

Abs,

Alexandre Republicano

Carlos Ferreira (21/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Mais uma aula do Carlos Lavor. Se ele estivesse no Paint Naif ganharia o páreo também. É um craque.

Sds.

Luiz Fernando Dannemann (20/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro amigo André Cunha,

Você não falou no criador da January Jones... (será que é proibido?) Tão pouco que é neta do Crinson Tide que assim escreve o seu belo nome nas duas principais provas de hoje.

Um dos pontos fracos ficou por conta do replay dos páreos antigos, uma época em que péssimos dirigentes de turfe sujavam os muros do clube com marcas como: VISA e COCA-COLA, pessoas desqualificadas, gestos horríveis recuperados pelo LECCA e seguidos na sua reeleição pelo atual presidente da OSAF, cara bom.

Parabéns ao Haras Bagé do Sul, o verdadeiro criador, parabéns ao TONI – meu eterno sócio -, que merece tudo que colheu e ainda colhe do seu eterno garanhão do qual sempre me orgulhei de ter me associado.

Lembro que o último filho de Crinsom Tide (hoje impossibilitado de procriar) é com ninguém menos do que CELTIC PRINCESS um lindo produto que descansa nos braços do Ulisses que o leva pra casa toda tarde quando o sol se põe.

Peço ao competente André que, doravante, não esqueça mais de falar no nome criador – ou pelo menos não tenha medo -, pois no final das contas, creia -, os nefastos vão embora pelas portas dos fundos, ficando apenas os turfistas que entraram pela porta da frente no Turfe... (Não viu o LECCA?)

Jose Antonio Barros (20/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Sem inspiração o Domingos hoje, fez tudo ao contrário do Lavor, veio por dentro, quando o animal Paint Naif está acostumado a atropelar por fora de todos.

Maria Lucia Brasil Morgado (20/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Parabéns a Comissão de Corridas do JCB, mais uma demonstração de falta de preparo !!!

Em qualquer lugar do mundo haveria desclassificação, mas aqui querem mostrar cada dia mais sua incompetência!!!

John Pires Barreto Alexandrino (20/01/2015) - Belo Horizonte/BH

Rasguem as pules......

Têm que respeitar, têm que aplaudir, têm que pedir desculpas. O cara é o cara, ficam de “brincadeira”, agora sentem no meio fio e chorem, rasguem as pules. VAMOS QUE VAMOS LAVOR EL MONSTRO!

John Pires Barreto Alexandrino

Mariel Mozart Vinicius Muller (20/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Acredito que o turfe paulista MERECE o que está passando, infelizmente. A conivência do "meio" turfístico foi fundamental na eleição e, pasmem a reeleição desse cidadão que hoje reina soberano na presidência do JCSP.

Ninguém, mas ninguém mesmo foi ou é capaz de realizar alguma movimentação para demonstrar a insatisfação da coletividade, ou até mesmo apresentar apresentar uma carta de exigências. 

Um exemplo seria parar as corridas, entrar na raia, fazer ALGUMA COISA, mas até agora nada...absolutamente nada!!!

O caminho do turfe amador sempre será esse, pessoas que tem o poder pelo poder e que acham que podem fazer o que quiserem.

Continuo achando que essa história de pedra única será a ETERNA LENDA do turfe brasileiro.

E o turfe, segue ladeira abaixo...

Antonio Moura (19/01/2015) - Niteroi/RJ

O CAMINHO DAS PEDRAS

Chegam rápido por aqui as boas (e a más também) notícias; Alexandre Republicano recentemente incorporou à sua conta bancária um polpudo Pick 07.

Convém, portanto, levar na devida conta a precisão e método de sua peculiar análise na tentativa nem sempre vã de acertar determinados páreos.

Como entendo que o interesse em chegar ao disco na primeira colocação é de todos, prefiro continuar jogando fora meu dinheiro e botar a boca no trombone se me sentir lesado, mau cabrito que sou. Sou isto sim, um refinado trouxa de galochas!

E a tropa de São Paulo, já está chegando por aqui? Por lá, vão conseguir, quando muito, formar uma reunião de 10 páreos por semana. "Quem semeia ventos, colhe tempestades". Uma violência o que fizeram mais uma vez com os heróicos proprietários de São Paulo!

Antônio Moura

Pasqual Evangelista (18/01/2015) - Valinhos/SP

AOS NARRADORES

Gostaria de sugerir aos narradores que costumam decorar o nome dos animais no ar a pouco instante da partida que deixem de fazê-lo. É irritante, atrapalha a realização do jogo e é algo dispensável. Não agrega nada à transmissão.

Pasqual Evangelista (18/01/2015) - Valinhos/SP

JCSP

Gostaria de saber se persiste um plano de parceira entre o JCSP, o grupo Bandeirantes, a Codere e o Churchill Downs anunciado a tempos atrás com muita expectativa de sucesso.

Anderson Lima (18/01/2015) - Niteroi/RJ

Gosto do cavalo de corrida e de corrida de cavalo... Mas o turfe é, em sua essência, corrida de cavalo. Ele é, antes de qualquer coisa, um jogo, e como jogo ele precisa das apostas para sobreviver... Em se tratando de jogo e apostas, os apostadores têm que ser tratados com atenção especial. Quero citar aqui três coisas que acho um absurdo:

1. Pesos dos cavalos. Antes do primeiro páreo tem que haver a informação do peso de TODOS os cavalos... Não me venha com respostas que há dificuldade, que são poucas balanças e etc... Isso é um jogo, envolve dinheiro e o JCB precisa dos apostadores... Como se pode apostar num cavalo que a princípio será o favorito, que cravaremos num pick 7 e o cavalo aparece com mais 30 kg?

2.Deveria haver um horário limite para informar os cavalos que vão ser desferrados... Talvez até já exista um horário, mas esta hora limite tem que ser mais cedo...Por exemplo, queria eu sair hoje, domingo, ir a praia e etc e tal e quis fazer uns jogos... são 10:50 e toda consulta minha no site do JCB aparece cavalos desferrados, a cada consulta, novos cavalos... Se este horário existe, ele tem que ser mais cedo, muito mais cedo... E não me venha com respostas que o treinador precisa da medição da raia e etc... se ele tem dúvida, não desferra o cavalo! O mais importante é atender o APOSTADOR. Não tem criador, proprietário e ninguém.... o apostador é prioridade para tudo!!!

3. Jóqueis e aprendizes fazendo canter destribados! O que é isso!? Não dá nem para ver, para nós que somos leigos, o desempenho do cavalo... Parece que há algo errado com o cavalo... Isso é JCB ou FUNAI, pois parecem indios... Mesmo que o canter esteja sendo feito com o punga: Não deve ser destribado!!!

Pois é, existem muito mais coisas... mas estas três me incomodam muito... Repito: Gosto de corrida de cavalo e gosto de cavalo de corrida... mas o que gosto mesmo é do jogo!!! O turfe é um jogo! E em qualquer jogo o apostador tem que ser bem tratado, bem informado e etc e tal... Vocês precisam de mim... dos apostadores!!!

José Flavio Garcia (18/01/2015) - Londrina/PR

Sobre a decisão de pela terceira vez reter os prêmios, agora com a promessa de pagá-los em 90 dias, o indefectível presidente do JCSP Eduardo Rocha Azevedo parece não temer qualquer represália ou prejuízo, mesmo com o fim das reuniões de domingo. Isso porque ele conta com a costumeira passividade dos grandes proprietários e criadores que atuam em Cidade Jardim. Só que agora a coisa tende a ser diferente. Os pequenos proprietários ou liquidarão seus plantéis ou irão transferi-los para Gávea e Cristal. E os paranaenses, ainda sem corridas no Tarumã, não vão mais arcar com fretes para São Paulo, como até agora faziam. O quadro que se aproxima no JCSP vai se resumir a pá reos vazios e uma infinidade de claimings na tentativa de se vender algum animal. Tudo o que o apostador mais odeia. Portanto, um quadro melancólico, com requinte de dramaticidade. Le château est à tomber...

Alexandre Republicano (18/01/2015) - Cabo Frio/RJ

Ao Sr Luiz Miranda e demais turfistas.

Sr Luiz Miranda nos convida para assistir o replay da corrida onde Força do Destino com excelente direção do Lavor conseguiu a vitória.

Confesso que não precisar rever. Está na minha cabeça desde o larga.

Mas, aproveito para fazer um outro convite.

Assistam a carreira anterior de Força do Destino quando montado pelo próprio C. Lavor.

Essa carreira é que me fez jogar e com convicção em Força do Destino. Uma pule se não me engano de 8,60 . Na verdade o rateio é irrelevante.

Marcelo Almeida (18/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

A c.c. do jcb com certeza é o que tem de mais vergonhoso no RJ.

Não desclassificaram a égua Sweet Nana na semana passada com um dos queridinhos da comissão, v.gil. Corrido o último páreo desclassificam o animal Venom que não fez absolutamente nada em favor do animal de um proprietário influente.

ELES NÃO TEM A MENOR CERIMONIA EM FAZEREM O QUE BEM ENTENDEM SEM DAR NENHUMA SATISFAÇÃO AOS APOSTADORES QUE SUSTENTAM ESSE CLUBE.

Ainda querem que o mga aumente.

Antonio Moura (17/01/2015) - Niteroi/RJ

O BENEFÍCIO DA DÚVIDA

Sr. Walter Amaral,

A informação, no mundo em que vivemos, é mesmo uma poderosa ferramenta. Quanto à sua pertinente indagação, diria que isoladamente a resposta é: não!

A considerar que contratos são firmados para serem cumpridos, a menos que existam razões de direito por qualquer das partes para que sejam rescindidos em pleno período de vigência. Caso por caso, se não me falha a memória e pelas notícias na ocasião, L.Duarte pelas suas incursões na tentativa de uma carreira internacional que jamais se sedimentou; Alex Motta pelos problemas com o peso; Jorge Leme pelo mesmo motivo e pelo temperamento por natureza arredio e Pereirinha em fim de carreira e com planos de engrenar como treinador. Sobre Lavor, a cereja do bolo, não li uma palavra sobre o "intempestivo rompimento".

Levando em conta que fiquei feliz com suas referências que devo creditar a uma fidalguia e generosidade própria de indivíduos especiais, palavras que compensaram de sobejo alguns tropeços no caminho, terei que conceder ao jóquei de sua estimada preferência o benefício da dúvida (sabendo que como Lecca ele não estará nem aí), na doce expectativa de que não me arrependa jamais por tão insana decisão.

Gostei imenso de dialogar com o ilustre e prezado turfista.

Antônio Moura

Luiz Miranda (17/01/2015) - Niteroi/RJ

Prezados,

Ja que o meu grande amigo de longa data, C. Lavor, esta no olho do furacão, convido a todos a reverem o ultimo páreo da reunião do dia 10.01.2015 - Animal Forca do Destino -numero 9 -1600 grama.

Dada a largada o animal que largou na baliza nove e colocado em ultimo, por dentro e atrás de todos os outros. O animal entra a reta na penúltima colocação. O jóquei mantém o animal por dentro e nos 300 metros finais faz uma diagonal poucas vezes vista em plena reta de chegada do hipódromo da Gávea e termina o páreo em primeiro lugar, por fora de todos os outros animais livrando meia cabeça de vantagem em cima do disco.

Se tivesse perdido o páreo, muitos diriam que ele "botou fora" , deu galope etc....

Portanto senhores, desde que as corridas de cavalo existem , a historia e a mesma! O jóquei vai de genial a bestial em uma fração de segundos.

E de ladrão, TODOS os jóqueis, sem exceção, já foram rotulados. Ate porque, como já foi dito por diversos abaixo , em nossa cultura e comum acusar sem provas, sem conhecimento e embasamento técnico , simplesmente de maneira leviana.

Sou amigo do C. Lavor a mais de 30 anos, sou proprietário de cavalos desde 1993, não sou jogador e enquanto eu continuar com meus cavalinhos, C Lavor vai ser o meu piloto!!!!!!!

Carlos Roberto dos Reis (17/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Em relação ao Sr. Carlos Geovane Lavor, realmente ele é o Rei das rédeas (PARA FRENTE E PARA TRÁS).

Roberto

Francisco Rodrigues da Silva (16/01/2015) - Petrópolis/RJ

Essa polêmica com o C Lavor. Todos sabem da amizade fraternal entre o proprietario e o C Lavor.por isso acho impossivel ter acontecido má fe.

E também temos que reconhece o trabalho do treinador Mauro Andrade. o seu animal ganhou muito fácil. 

E favoritos quando nao corresponde com a vitória sempre ha chiadeira.

Boa sorte a todos. 

F Rodrigues

Stud gata da serra.

Walter Amaral Kerr Pinheiro (16/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Sr. Moura,

Agradeço sua resposta, lavrada em refinado estilo e com o habitual senso de humor.

Sem pretender polemizar, indagaria apenas se, em sua visão, as igualmente "intempestivas interrupções’" dos contratos dos jóqueis L. Duarte, A. Motta, J. Leme e F. Pereira Fº, para citar alguns cujo contrato com o Araras resistiu por menos tempo do que o do Lavor, também dão margem a interpretações.

Cordiais saudações,

Walter.

Carlos Ferreira (16/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Elcion Julio,

Quando digo que para se julgar o desenrolar de um páreo é preciso ter conhecimento técnico sobre corridas de cavalos, não estou dizendo que o Sr. não tem este conhecimento. Não o conheço, e, portanto, não posso emitir esta opinião a seu respeito.

Quanto ao meu conhecimento, tenho 60 anos de turfe, e mais de 40 como proprietário de mais de 30 animais através deste tempo. No momento, por exemplo, tenho 2. Acho que deu para aprender alguma coisa.

Principalmente por este motivo, que ao longo de todos esses anos me fez conhecer um grande número de profissionais (jóqueis, treinadores, etc.), é que não aceito que se assaque contra a honra dos mesmos (como o Lavor, que mal conheço pessoalmente ou qualquer outro) apenas com base em um julgamento subjetivo, decorrente de uma interpretação pessoal. Aliás, para evitar que se cometam injustiças em consequência de interpretações pessoais é que o Código Nacional de Corridas preconiza que o julgamento dos páreos pelas comissões de corridas seja realizado por um mínimo de 3 comissários.

Isto não quer dizer que eu compactue com os desonestos, que, aliás, por incrível que pareça à maioria dos que apostam nas corridas, são muito poucos. Praticamente todos os que eu conheci quebraram e ficaram pelo caminho.

Sds.

Antonio Moura (16/01/2015) - Niteroi/RJ

Sr. Walter Amaral,

Até entendo que o ilustre turfista tenha as suas justas e próprias razões para discordar, mas entendo também que existe, sim, um elo no meu texto justificando a argumentação. Refiro-me. lá atrás, à primeira entrada do Sr. Elcion Júlio.

Quanto à aparentemente intempestiva interrupção do contrato do jóquei com o Araras, a menos que se trate duma improvável (mas até possível) iniciativa do profissional, o fato dá margem a interpretações. A meu ver, faltaram maiores detalhes nas lacônicas notícias veiculadas sobre a matéria. Ou os cronistas de turfe não tiveram acesso às razões de fato ou preferiram omiti-las do público apostador.

Neste sentido, para sermos justos, inexiste qualquer tentativa de falácia; quando muito, capacidade de argumentação do signatário. No turfe, caríssimo senhor, com raras e preciosas exceções, os ídolos são de barro! Nada que ninguém que pucha pelos cordões à bolsa no final do mês para pagar o trato dos seus cavalinhos, possa desconhecer. Prevalece, no final de tudo, o conjunto da obra.

Saudações vascaínas!

Antonio Moura

Mariel Mozart Vinicius Muller (16/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Triste saber que o "ciclo" do turfe está no final.

O pior é constatar que o pior "cego" é aquele que não quer ver.

Os resultados das corridas, quando não são normais, sempre são "justificados" ou tratados pelas pessoas ENVOLVIDAS como NORMAIS.

Por falta de CREDIBILIDADE o turfe está ACABANDO ou se DESTRUÍNDO no Brasil.

E foi, ou é, um caminho sem volta.

Quem puxa, ou quem manobra, infelizmente, não vem ao caso. Mas que é "bonito" ou acham "bonito" dar tacada ou PORRADA, ahhhhhhhh, isso é!

A falta de profissionalismo é comum nesse país...quem paga são os trouxas envolvidos que gastam seu "pobre" dinheiro. O exemplo paralelo é o futebol. Quem tem dinheiro frequenta, ou faz parte. O pobre, ou o frequentador, está sendo excluído.

O prejuízo nos setores é evidente!!! Escandaloso...mas tem uma meia dúzia que ganha dinheiro!!

Aliás, os "metidos a malandro" estão flagrantemente QUEBRADOS!!! Ou QUEBRARÃO!!!

E assim segue esse baile caído, sem figuras de destaque, e com meia dúzia de otários (na qual me incluo), que ainda assistem, ou apenas observam as corridas pela pura paixão...ou lógicamente pelo vício no jogo!!!

Pobre turfe brasileiro...morte anunciada...só falta a data!!!

E pros poucos que acreditam na credibilidade do Carlos Lavor, eu prefiro dizer que sou fã incondicional do talento dele. No resto, prefiro deixar em aberto, porque me faltam adjetivos ruins para expressar o que sinto....

Elcion Julio (16/01/2015) - Curitiba/PR

Em resposta ao Sr,Carlos Ferreira tenho a lhe afirmar, que,diferente do que o mesmo, entendo muito tecnicamente de corrida de cavalos,fato este que me fez escrever em 13/01/15,sendo pessoa muito considerada pelos turistas de Curitiba,diante dos meus conhecimentos em se enxergar o desenrolar de uma carreira,fato este que me levou a comentar a carreira do oitavo páreo de 12/01/15,

Não vou me tecer a comentá-la novamente uma vez que o Sr,Wagner P. da Silva já o fez em 15/01/15.Que ËXCELENTE¨percurso, aonde após recolher para último,se faz todo o trajeto pela baliza de fora incluindo a curva aberta,pode ser considerado um bom percurso.

Por gentileza me poupe deste seu conhecimento que.alega.ter e não se demonstra,estando atuando apenas na defesa do profissional citado,sem nenhum embasamento técnico,por provável bom relacionamento pessoal com o mesmo.

Walter Amaral Kerr Pinheiro (15/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Moura,

Com o devido respeito, apreciaria entender a vinculação, por remota que seja, entre o desfazimento do ajuste do Lavor com a coudelaria que o Sr. menciona e a questão especifica objeto de minha anterior mensagem.

Inexistindo, como me parece, vinculação dos alhos com os bugalhos, diria que sua mensagem planta a semente de uma falácia, e nada mais.

Cordialmente,

Walter A. Kerr Pinheiro.

Carlos Ferreira (15/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Antonio Moura,

A maioria dos contratos do Araras com outros profissionais, aos quais me referi, foram interrompidos em plena vigência, e não ao término dos mesmos.

Quanto às mazelas relatadas pelo Senhor no último parágrafo, a minha solução para elas, já colocada diversas vezes aqui neste espaço, é muito simples: a entidade promotora das corridas de cavalos deve ser uma empresa especializada em apostas, como ocorre na maior parte deste planeta, e não um clube social. Turfe é jogo, e, como tal, é um negócio que deve ser gerido por profissionais competentes, e não por amadores e/ou curiosos.

Carlos Ferreira

Antonio Moura (15/01/2015) - Niteroi/RJ

Sr. Carlos Ferreira,

Concordo em quase tudo, fora o caso do contrato. Veja: não foi apenas um contrato de chegou ao fim - foi interrompido no seu decurso. Há ainda o fato do Lavor já ter sido o jóquei contratado em outros períodos e filho de um antigo e conceituado treinador do mesmo Haras. Também não sei o motivo da interrupção, mas achei estranho não ter lido na mídia uma linha sequer sobre o assunto. 

Também não tenho o hábito de assacar contra a honra de ninguém e utilizar termos que só a turma do Lava-Jato merece. Mas das ilações ditadas pelo silêncio, tenha paciência, sr. Ferreira, ninguém escapa! Costumo chamá-las de décimo-primeiro mandamento: "Não escaparás!

Mas deve estar tudo muito certo: o Clube, a atividade turfe, o MGA, os espaços locados, a Gerência de Turfe, a Comissão de Corridas, Dr.Palermo na OSAF, tudo de vento em popa. O valor do titulo de Sócio Patrimonial estará, a esta altura valendo quase 10% do passivo do glorioso Jóquei Clube Brasileiro. Mesmo com a retenção de prêmios, acho que vou direcionar minhas apostas para São Paulo; lá, ao que parece, as coisas são bem mais transparentes.

Antônio Moura

Carlos Ferreira (15/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Antonio Moura,

Uma pergunta: O jóquei Carlos Lavor foi o único profissional dispensado Pelo Araras nos últimos 20 ou 30 anos? Quantos jóqueis e trinadores foram dispensados por esta coudelaria? Eram todos desonestos? Acho quer a sua pergunta não faz muito sentido à luz destes fatos.

Outra coisa, dizer que um jóquei pilotou mal um cavalo, que um treinador foi afoito em uma inscrição, é direito de qualquer um, porém, chamar um jóquei de ladrão, que puxou acintosamente um cavalo etc, é outra bem diferente. Na minha visão, requer provas, se não, é pura leviandade. O julgamento de um páreo também requer um mínimo de conhecimento técnico. Não é para leigos. As variáveis são muitas.

Não admito desonestidades nas corridas, como o doping, por exemplo, mas estes que ficam atirando a esmo contra a honra dos profissionais, que em geral são pessoas de origem humilde que lutam pela sobrevivência exercendo profissões que são repletas de dificuldades e de sacrifícios pessoais, para mim, só causam prejuízos ao turfe de um modo geral, contribuindo cada vez mais para a desmoralização da atividade.

Sds.

Obertal Paes Filho (15/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Diversidade de Performance:

Esperei saírem as diversas opiniões a respeito da vitória, aparentemente inesperada, do animal Senhor Muquí, na reunião de 12-01-15. Entretanto, como pessoalmente, sou um intransigente defensor da ética e honestidade nas corridas, vou tentar justificar o fato, dentro da ótica de quem conhece as características das corridas, e principalmente, do animal em questão.

Vamos aos fatos:

O animal Senhor Muquí, ao estrear aos 3 anos, ganhou duas corridas seguidas, demonstrando ser um animal de boa qualidade. Entretanto, devido a diversos problemas físicos, inclusive uma pequena fratura no posterior, chegou aos 5 anos com apenas as duas vitórias iniciais, tendo ficado inativo por um bom período. 

Na corrida ante anterior (1200 m), com rateio de apenas 4,6 (o que demonstra que o apostador acreditava nele, apesar de vir de fracasso em 1300 m), teve sérios ferimentos e chegou sangrando muito, fato alertado pelo Serv. Vet. Como o treinador F. A. Soares necessita tentar faturar, inscreveu novamente o animal apenas 19 dias após, tendo o mesmo participado ativamente do páreo (1300 m), esmorecendo apenas nos 100 m finais. O animal Senhor Muquí é ligeiro e corre bem melhor em páreos até 1.200, tendo as suas duas vitórias iniciais em 1.100 m. Novamente inscrito em 1200 m, com a turma já mais fraca, foi para a ponta e conseguiu vencer, mas se o páreo tivesse 50 m a mais teria sido facilmente ultrapassado por animal (em nossa opinião de qualidade inferior) que atropelava.

A análise da qualidade da turma foi inclusive salientada por outro participante do Raia Leve quando lembrou que o favorito do páreo havia chegado 2 corpos atrás do Senhor Muquí anteriormente. 

Corridas são complicadas para análises, mas um observador atento conseguiria identificar a chance do animal Senhor Muquí em 1200 m, em uma turma desfalcada como a daquele páreo. 

O treinador F. A. Soares cuida de poucos animais, e por este fato não possui um grande numero de vitórias, mas sem nenhuma dúvida todas as suas inscrições buscam sempre as melhores colocações possíveis, pois sem faturamento é que fica difícil sobreviver.

Obertal Paes Filho

Luis Alberto Rodrigues de Souza (15/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Na bem vinda resolução que instituiu os bônus de verão e isenção da taxa de inscrição por que motivo os pareos de claiming ficaram de fora?

Afinal de contas eles ajudam (e muito) a formação dos programas semanais.

Antonio Moura (15/01/2015) - Niteroi/RJ

Sr. Cláudio,

O turfe, como esporte de recreação, é uma atividade que carece de, atualmente, de nomes emblemáticos que a promovam através da mídia, junto ao grade público. Falo, obviamente, da captação de aficionados, mais incisivamente de apostadores.

Neste sentido, a Gávea tem um precioso trunfo no treinador Alcides Morales, desperdiçado por uma gerência de Marketing deficiente (pelo menos na minha opinião) e no tão precioso assim jóquei C. Lavor, que mescla demonstrações de genialidade com momento de total inapetência.

Perdemos recentemente uma pérola, Dalton Duarte e há que ir em frente com o que nos resta - bons, regulares ou medíocres.

O apostador que não dispõe da privilegiada assistência de C.Lavor, como é o caso de alguns proprietários de escol, tem o direito sim, de se manifestar em favor dos seus próprios interesses em particular e do turfe de forma generalizada, sua importante cooperação no sentido de que não venhamos, em dias próximos, a sofrer a retenção de prêmios que o fundamental JC de São Paulo acaba de anunciar pela terceira vez num curto espaço de tempo.

Num antigo texto em que manifestei meu desagrado por alguns intervenções do citado jóquei, lancei uma pergunta ainda sem resposta (a qual, sinceramente desconheço) e que talvez agora, tantos defensores ele tem, e talvez possa agora me chegar:

- Por que foi rescindido o contrato com o Haras Santa Maria de Araras, o maior criados e proprietário do Brasil?

Antônio Moura

Wagner P. Silva (15/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Choro de poule rasgada ?? Largou bem pela linha três, recolheu para ultimo por ser característica do animal, e fez TODO o percurso, inclusive a curva, por fora para não ter prejuízos??

Nenhuma duvida, C Lavor é o melhor jóquei da Gávea! Parabéns ao M Andrade e ao Stud Rebeka.

Dr. Elcion Julio, faça que nem eu, mude para o futebol (pena que as segundas tem poucos jogos).

Boa semana a todos.

Daniel Rosario (15/01/2015) - Fortaleza/CE

Senhores,

Por favor. Chega de picuinhas... Desde que o mundo é mundo, existe a famosa puxada nas corridas de cavalos. 

Não vou citar nomes e nem induzí-los, mas é por conta de práticas como esta que o turfe perdeu credibilidade, é considerado oportunismo de malandros e novos apostadores estão passando longe dele.

Durante muitos anos o apostador encheu a boca pra dizer: "Esse tiro eu peguei!"

Então, agora é tarde para se chorar.

Está muito mais fácil jogar um vintém nos sites de apostas esportivos, até porque para certos times sempre tem uma bola que entra e ninguém vê, ou ainda um jogador em impedimento e que ninguém marca, do que tentar acertar em algumas noturnas que presenciamos nos hipódromos.

Portanto, vamos acabar com essa discussão que não leva a nada. Só leva a mais insatisfação. Para tudo sempre vai existir uma desculpa. Até para o político flagrado com dinheiro na cueca.

Felizes jóqueis como A. Domingos e J. Ricardo, que só tem vindo montar neste país em provas importantes ou datas festivas, pois somente estas tem valido a pena.

Um abraço a todos !!!

Claudio da Silva (14/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Leio várias pessoas, defendendo o C.Lavor, entretanto, ninguém se refere a comissão de corridas, onde deve haver a máxima credibilidade, e isso não existe a meu ver.

Elcion Julio (14/01/2015) - Curitiba/PR

Elcion Julio (Curitiba-Pr) em 14/01/15.

Em resposta aos Srs.Walter Amaral Kerr Pinheiro,Carlos Ferreira,Arthur Stern e John Pires Barreto Alexandrino.

Não nos conhecemos pessoalmente,porém me trato de um Médico(portanto conheço as minhas faculdades mentais,tenho facilidade de acesso e não preciso de Psiquiatra) de 54 anos em Curitiba,com paixão pelo turfe desde 1988 e por tal paixão sempre querendo vê-lo melhor,com crescimento de turfistas de MGA e consequente para todos os profissionais que ali atuam,fato que encontra-se dificultado conforme as escritas de 30/12/14 e de 13/01/15 a este site.

Observando as respostas dos leitores apresentadas a ¨minha choradeira de perdedor como citado¨vejo que junto ao site me encontro sozinho rodeados de defensores do Sr,Carlos Lavor,contudo a prática de frequentar o JCPr aonde assisto as corridas regularmente ao lado de pessoas tal dignas como os senhores, a minha opinião ganha força,não estando eu apenas como uma ovelha negra no rebanho.

Como pode se observar na carta ao site em 30/12/14 eu apenas luto por um turfe melhor para o apostador que sustenta o turfe e para o seu crescimento para todos,sendo que naquela carta citei várias diferenças de performance,sendo que as mesmas referiam-se a múltiplos profissionais tentando incitar a Comissão de Turfe a realmente desenvolver a sua função.

Na carta de 13/01/15 quando citei o jóquei.Carlos Giovani Lavor,foi como exemplo de diferença constante de performance,nada pessoal contra o cidadão,uma vez que o mesmo já foi citado em várias situações de diferença de performance.inclusive já tendo sido punido por imperícia e falta de empenho em outros tempos,me vindo a cabeça no momento mais recentemente em 2014 o abandono de carreira com favorito alegando que o animal havia sentido,fato que não encontrou causa no Serviço de Veterinária.

Portanto para um turfe melhor temos de contar com pessoas sérias e capazes em 100 por cento das vezes para tentar melhorá-lo.

Não tenho nada contra a pessoa do cidadão Carlos Giovani Lavor,apenas contra as duvidosas direções do jóquei Carlos Lavor,os quais o meu ¨choro¨está acompanhado de milhares de turfistas que sustentam o turfe e apenas não tem condições econômicas ou estudo para ter um computador e manifestar apenas a sua opinião,visando um TURFE MELHOR.

John Pires Barreto Alexandrino (14/01/2015) - Belo Horizonte/BH

Demorou........

Perfeitas as colocações dos Senhores Arthur Stern, Carlos Ferreira e Walter Amaral Kerr Pinheiro. Não é de hoje que entro em discussões a respeito do Jóquei C. Lavor. Com a entrada do Sr. Elcion Júlio agora se formou um trio que vira e mexe vem neste espaço tão somente para denegrirem e levantarem suspeitas infundadas contra o referido Jóquei e outros Profissionais, isso tem que ter um basta, já que explicações não entram na cabeça destes indivíduos, só resta a JUSTIÇA. Não gostar da pessoa é uma coisa, mas ficarem jogando pedras a todo o momento no Profissional por pura pirraça ou maldade ai tem que virar coisa séria.

John Pires Barreto Alexandrino

Arthur Stern (14/01/2015) - Salvador/BA

Caro Sr. Elcion Julio,

Depois de observar algumas postagens sobre o assunto, fiquei curioso e fui assistir ao replay do páreo em que o senhor registra uma possível falta de empenho do jóquei Carlos Lavor, bem como observar o retrospecto do animal Senhor Muqui que o senhor cita ter tido performance diversa das anteriores. 

Primeiro, em relação ao páreo do cavalo Victorius Champ, não consegui observar NENHUMA ação do jóquei Carlos Lavor que pudesse levar a qualquer pessoa acreditar em má fé por parte do mesmo. O animal larga bem apesar do choque com animal de número 2, é recolhido para a última posição, o que não é de se estranhar diante da característica do animal e da redução de percurso, faz a curva aberto, o que pode ser encarado como perda de terreno mas também como precaução do jóquei contra possíveis prejuízos e ao entrar na reta atropela, sempre com empenho do jóquei Carlos Lavor. Desta forma, fica difícil dar credibilidade às suas palavras e não imaginar tratar-se de choro de pule rasgada.

Em relação ao terceiro páreo, realmente o cavalo Senhor Muqui obteve uma atuação bastante diversa das anteriores. No entanto, é importante observar o registro do serviço de veterinária feito na penúltima atuação de sua linha de retrospecto, além do fato do animal favorito do páreo (Antiveneno) em sua última atuação ter chegado atrás do próprio Senhor Muqui (2 corpos). A única corrida “mal explicada” da recente campanha do cavalo foi a última, apenas 19 dias após o animal ter tido aparentemente um trauma relevante. Acredito que o treinador F.A. Soares deveria ser convocado a prestar esclarecimentos a respeito da última carreira de sua linha de retrospecto e da atuação da última segunda. Após as explicações e dependendo das informações, o treinador deveria sim ser suspenso ou a Comissão de Corridas divulgar ao público turfista as explicações bem como seu entendimento do fato isentando o treinador de culpa.

Por fim, é importante que todos os turfistas tenham a noção de como a lisura é importante para nosso esporte. Se de um lado a Comissão de Corridas precisa atuar mais no sentido de coibir diversidades de performance, direções imperitas e com falta de empenho e principalmente aumentar a transparência das informações relativas às corridas. Por outro lado, nós turfistas precisamos ter responsabilidade nas nossas emissões de opinião não só neste site mas também nas redes sociais e até mesmo em público já que podemos estar denegrindo de maneira irreversível a imagem do nosso esporte. 

Abraço,

Arthur

Carlos Ferreira (14/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Walter Amaral Kerr Pinheiro

Perfeita a sua postagem. Em outra ocasião já dei um conselho semelhante a outro jóquei, que também foi acusado de conduta desonesta de forma leviana.

Para se acusar um jóquei de falta de empenho, é preciso, no mínimo se ter algum conhecimento técnico sobre as corridas e sobre o desenrolar de um páreo, no qual inúmeras peripécias podem ocorrer, sem contar ainda com algum problema físico do animal, não detectado (e são muitos os casos de problemas de ordem veterinária que só são detectados após os páreos, principalmente nesta época de calor).

É preciso considerar-se também, que, na maioria das vezes estas acusações partem de pessoas obcecadas pelo jogo, em tudo vendo manobras e roubos por parte dos profissionais para justificar a própria incapacidade em acertar, justificando, desta forma, para si e para os outros, o fato de serem eternos perdedores. A estas pessoas, em geral viciados que não conseguem largar o vício do jogo, sugiro procurar atendimento psiquiátrico para tal (ou irem jogar em briga de galo), em vez de ficar enxovalhando o turfe e os profissionais que levam uma vida de sacrifícios, hoje em troca de remuneração muito pouco compensadora.

E, além disto, quem acha que as corridas de cavalos constituem-se em um jogo roubado e continua jogando, é, no mínimo, um tolo.

Não sou inocente ao ponto de acreditar que existem freiras circulando em "inferninhos", mas daí a emitir acusações a esmo, lançando sem provas, apenas com base em um critério de julgamento quase sempre desprovido de qualquer embasamento técnico, lama sobre a honra de um profissional, vai uma enorme diferença, na minha opinião, merecedora de uma reparação judicial, conforme sugerido pelo Senhor ao jóquei Carlos Lavor.

Sds.

Walter Amaral Kerr Pinheiro (14/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Elcion Júlio,

Sou um dos titulares do Stud Amálgama, que costumeiramente confia a condução de seus animais aos cuidados profissionais do C. Lavor.

Os comentários desferidos contra o mencionado Piloto em sua mensagem de 13/01/2015 extrapolam a crítica objetiva de uma carreira, impregnados que são de acusações graves contra a honra do homem e do profissional, que exigiriam confirmação concreta perante a autoridade judiciária competente.

Em se tratando de comentários a respeito da condução de um animal que em ocasiões anteriores já frustrou as expectativas de seus proprietários, de seu treinador e do próprio Piloto, diria mesmo que as acusações que o Sr. produz são levianas, pois o mínimo de estudo evitaria que fossem externadas em público e em veículo de enorme repercussão na comunidade turfística.

Sua incontida manifestação acarreta, em minha visão, concretos danos de ordem moral e potenciais danos de ordem patrimonial ao Lavor.

Se meu aconselhamento for acatado, em breve o Sr. será instado a responder em Juízo às diatribes que cometeu.

Sem mais,

Walter A. Kerr Pinheiro

Daniel Rosario (14/01/2015) - Fortaleza/CE

Saudações.

A atividade turfe neste país está falida: financeiramente e moralmente. Não adianta mais tentarmos nos enganar. Quem pode revitalizar o turfe não tem a mínima intenção de fazê-lo.

Salvo um ou outro grande criador e proprietário que nos restaram, não há o mínimo empenho para que se salve o turfe.

Não tem mais como negar que a alienação patrimonial não seja consentida. 

Se pudéssemos virar a chave, e de um dia para o outro a maioria das administrações fosse modificada, quem sabe tivéssemos alguma esperança.

Infelizmente, não há a mínima chance de começarmos do zero. 

Falo por mim, que há mais de 20 anos acompanho o turfe e nos últimos anos já o deixo em quarto, quinto ou último plano.

Às vezes dou uma pausa, fico alguns meses sem acompanhá-lo e quando retomo o convívio, nada mudou. Aliás, só piorou.

Parabéns àqueles que tanto sugaram e esgotaram o turfe ao longo dos anos. Espero que a consciencia de vocês ainda exista algum dia.

Abraços a todos!!!

Jose Roberto Giancristoforo (14/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Cargo de Presidente da OSAF Carlos palermo, agora vão igual ao Brasil , esse é o homem devem ter dito, e agora o turfe acaba na America.

Alvarino Lopes (14/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Antonio Moura

A MÃO QUE AFAGA É A MESMA QUE APEDREJA

No caso do C.Lavor a mão que puxa não é a mesma que bate....Ele é realmente o mestre das rédeas.

Saudações

Elcion Julio (14/01/2015) - Curitiba/PR

Sr.Antonio Moura.

Concordo com suas sábias palavras,porém nos dias de hoje não só no turfe,como em outras várias atividades em que existe relação pública.a ética e o espeito continuam jogadas no lixo, fazendo com que todos os segmentos do país piorem e não o contrário como deles se esperam,incluindo o turfe.

Só conseguiremos o melhor para todos,com respeito ao apostador e ao cidadão globalmente.

Não tenho dúvidas quanto ao potencial do Sr. Carlos Lavor,sendo que este deveria ser usado sempre,como o fazem sempre, Jorge Ricardo,João Moreira,,em benefício de todos, e não apenas nas provas especiais,GPS e quando monta em páreos com maior valor e para proprietários mais fortes economicamente .O que dele se espera é esta regularidade e que não ocorre,sendo passível de punição pela omissa Comissão de Turfe.

Cyro Queiroz Fiuza (13/01/2015) - São Paulo/SP

Em comunicado divulgado hoje em seu site oficial, o Jockey Club de São Paulo anuncia uma retenção de prêmios para as corridas de Cidade Jardim. Em uma das partes desse comunicado, consta que: 

"Ocorre que todas as medidas adotadas para a concretização dessa redução (da dívida dos impostos) provocaram um colapso de curto prazo no fluxo de caixa do Jockey Club de São Paulo, comprometendo os compromissos imediatos da instituição, incluindo o pagamento de funcionários e fornecedores".

Para que eu entenda melhor o que isso quer dizer, trata-se de uma situação pré-falimentar ou o turfe paulista já entrou em falência? Gostaria da ajuda dos advogados tributaristas e demais especialistas que comparecem a este espaço do leitor do Raia Leve.

Antonio Moura (13/01/2015) - Niteroi/RJ

A MÃO QUE AFAGA É A MESMA QUE APEDREJA

Sr. Elcion Júlio,

Entro para dizer-lhe que não se sinta só com relação ao seu texto de agora sobre o jóquei Carlos Giovanni Lavor; também o signatário, em algumas ocasiões, teve oportunidade de manifestar-se com os seus idênticos motivos.

Foram-se os grandes jóqueis, reflexo da própria decadência da atividade. Jorge Ricardo, mesmo envolvido com sua saga pessoal, segue brilhando na Argentina. Por aqui o último remanescente do primeiro time é exatamente o C. Lavor, que tem uma incrível predisposição para exibir sua brilhante técnica apenas em oportunidades especiais quando, aí sim, faz inteiramente jus aos adjetivos do comentarista André Cunha e outros mais. 

Só não entendemos, o senhor e eu (e mais uma meia dúzia de gatos pingados) por que não conseguimos ver uma linha na crônica dita especializada, desancando o mesmo profissional quando se apresenta abaixo das expectativas do público apostador. Isenção do jornalista é o mínimo que se espera

Por via das dúvidas, pulo o páreo quando se apresenta montando favoritos em chamadas de pouca expressão. Meia hora depois tem mais.

Antonio Moura

Elcion Julio (13/01/2015) - Curitiba/PR

Nesta segunda feira 12/01/15 nos denotamos novamente com carreiras esdrúxulas em seus resultados na Gávea como o caso do terceiro páreo aonde o cavalo vencedor(melhor que a turma)após inúmeros fracassos recentes. em curto espaço de tempo obteve melhora não explicada e foi a vitória

.No oitavo páreo o jóquei Carlos Lavor nos brindou com mais uma de suas brilhantes puxadas com pule próxima da devolução,mostrando como não se corre um cavalo, A vitória,se o animal corresse com um ¨saco de batatas nas costas com o peso equivalente ao do¨mestre das rédeas¨ na opinião do seu Andre Cunha e demais participantes da mesa de palpites do JCB..certamente teria vencido por pelo menos cinco corpos na enturmação e sem necessidade do vigor de um jóquei,Saliente-se que o vencedor do páreo foi o mesmo que o Sr,Lavor vinha montando e que por força de contrato de monta não pode o fazê-lo.sendo que o seu Lavor constantemente ganha para o Rebeca com pules astronômicas.com grandes diferença de performance,

E contudo isto o apostador contínua sendo roubado e sem qualquer punição aos jóqueis e treinadores ¨manobristas pela comissão de turfe do JCB,

Por isso que o turfe brasileiro segue em agonia em direção ao seu destino final,constante diminuição do MGA até chegar a sua morte.prognosticada para curto período se não tomada atitudes contrárias as atuais e nós os apostadores que sustentam o turfe e os ¨profissionais que ali militam continuaremos vendo as ¨GRANDES DIREÇÕES DO MESTRE DAS RÉDEAS¨na opinião de poucos e não éticos profissionais que se dizem ligados ao turfe.

Luiz Fernando Dannemann (13/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Ainda sobre a OSAF

Qual organização de fomento ao Turfe - ao redor do Planeta -, prescindiria de ter Sergio Barcellos no seu comando?

Resposta rápida: Apenas a OSAF

Com isso, o “síndico” que já havia evitado que o JCB tivesse um (verdadeiro) turfista no comando conseguiu obstruir também a assunção do Sergio na presidência da Organização Sulamericana de Fomento ao Puro Sangue Inglês. Juntando-se a isso o naufragado projeto de tentar alienar a sede do centro sem concorrência, ficou fácil adivinhar o “Pick 3” que ele apostou em 2012.

Para que as pessoas entendam, o JCB possui o direito de indicar um representante para ocupar um cargo de destaque da OSAF. Nunca na história do JCB o presidente em exercício indicou a si próprio... Nem o vaidoso do LECCA que adorava vestir-se de homem do turfe ousou tal façanha..

Só ele foi capaz disso: O síndico (o cínico), que retirou Sergio Barcellos que ocupava uma das vice-presidências para se autonomear. Um escândalo internacional. 

E assim após o afastamento do antigo presidente e também do primeiro vice-presidente, a roda da infelicidade sulamericana coloca no cargo máximo daquela instituição um “caçador de albergues”; um “articulador de retrofits”; um “incentivador de pedras duplas”, um síndico de quinta categoria que fez questão de postar-se diante da história como o pior mandatário da história do clube mesmo concorrendo contra potenciais candidatos. 

Disse ontem pra mim um importante criador de PSI, em solo brasileiro, que ele gostaria de ser uma mosca para ver a abertura de uma reunião da OSAF sob o comando do síndico... Ele disse que este episódio suplantaria qualquer programa humorístico.

Mauro Roger (13/01/2015) - Cachoeiro de Itapemirim/ES

Retrospecto filhos e filhas de Adriano(primeira geração) no final de semana.

Sábado, Cidade Jardim, quarto páreo, Delta Vip,chegou segundo.

Domingo, Gávea, quarto páreo, De Vereda ganhou,Toulouse fez segundo e Dolemite foi quarto à um corpo da vencedora.

Ou seja, em um páreo de sete potrancas, Adriano emplacou primeiro, segundo e quarto! 

Olho!

Ivor Lancellotti (13/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Boa noite a todos.Esse terceiro páreo de hoje 12/01/2015 é para parar de vez com essa coisa de estudo no papel.Estamos sendo inocentes em querer saber retrospectos e coisas mais.

É uma vergonha o resultado desse páreo.Ninguém quis nada ,seria o calor?

Estava na cara que ia dar o que deu ,um resultado esdrúxulo e irreal. Salgadinho e E.C.Reis.

Vamos brincar de outra coisa , por hoje chega!!!

Abraços

Christian Sharp (12/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

O próximo Presidente do JCB , que não será o atual , deverá ter os seguintes compromissos :

1) Transparência para com sócios.

2 ) União dos sócios.

3) Competência destes sócios.

Num clube de mais de cinco mil sócios estes requisitos serão fundamentais , pois a utilização dos conhecimentos intelectuais e de vidas destes sócios é que ,sem dúvida alguma , reerguerá o JCB .

Nenhuma crise haverá se seguir estes compromissos.

Sorte

Jose Roberto Giancristoforo (12/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Plataforma de campanha. – Turfe ao Turfe 

1. Primeira e única - Recuperação da atividade turfista – caso sucesso tudo mais é consequência.

Francisco Avila (11/01/2015) - Porto Alegre/RS

Ao meu amigo-Fórmula-1

Sou do tempo que um animal de reta para ser chamado de F-1, tinha que ser realmente F-1, e valia como tal. Do tempo em que um potro ganhava uma eliminatória(ternos), e chovia proposta de compra, principalmente dos proprietários do centro do país. Tamanha era a valorização deste animal, que por sua vez, naquela época, vários se tornavam animais clássicos e ganhadores de prova de grupo. Quem acompanha a reta e os hipódromos oficiais como eu a bastante tempo sabe disso.

Depois por conta de alguns vendedores e intermediários, desmoralizaram o F-1, pois para vender, contavam histórias, que eram F-1, que tinham ganho pencas em vários lugares, que na grande maioria, ainda mais a alguns anos atrás, por falta de informação não tinham como ser averiguadas. Qualquer cavalinho, que as vezes não tinha corrido reta, era F-1.

Durante muito tempo um cavalo para ser F-1 tinha que fazer, tomando por base a raia de Carazinho,15s em 300 mts corridos, baixou para 14,90¨, 14,80, e hoje pelo que se vê, tem que fazer 14,50. Muita Carreira!!!! 16s, 300 mts¨de parado que loucura!!!!! Este sim no meu entendimento é um F-1. Discussões a parte, sobre medicação, etc. tem que ser máquina para fazer isto. São poucos, considerando o numero grande de animais, principalmente potros, que estão na reta. A criação também melhorou muito, mérito de alguns criadores.

Quinta feira passada, estreou o cavalo Galo Torto, frequentador das Fórmulas 2 e 3, na cancha reta. Que mesmo prejudicado na largada, foi vencedor.

Ganhador de TRES PENCAS!!!!!! A de potros em Encruzilhada do Sul, adultos em Julio de Castilhos e São Jeronimo. COMO PODE ESTE CAVALO PAGAR 6,00. Eu joguei e ganhei, mas eu tenho informação por morar no sul e saber das retas. Mas e os outros????? Em S. Paulo tem que informar campanha de reta, acho correto, por respeito ao apostador. Gosto de jogar, todos sabem, e sou da opinião de quanto mais informações se tem, mais se joga e acho que mais se perde, estou falando de INFORMAÇÕES, não de palpites.

Ao meu amigo paulista, que perguntou se o Galo Torto era F-1, depois de varias mensagens recebidas,está aqui a resposta. pois ele só me perguntou se era F-1.

Abraço, e quando nos encontrarmos eu pago a louça.

Antonio Moura (09/01/2015) - Niteroi/RJ

OS "LAZARONIS"

Qualquer empresa. multinacional ou familiar, não pode ser administrada ignorando-se determinados parâmetros comuns a todo o tipo de negócio implantado com a intenção precípua de gerar lucros. Clubes de corridas de cavalo, aqui incluídos.

Ouvi trezentas vezes, ao vivo e a côres, da boca de Joaquim Rolla (ele já com mais de 80 primaveras, o signatário um jovem rapaz de 23 anos): Antonio - "administrar é descentralizar centralizando; descentralizar a execução, centralizando os resultados". Rolla era analfabeto a ponto de ter que lhe ler os jornais do dia, mas era um sábio e empreendedor de sucesso; era também um dos homens mais ricos do Brasil e fizera fortuna mesmo tendo começado a vida como tropeiro nas Minas Gerais.

No dia em que o glorioso JCB tiver um presidente que se atenha a esta linha de gerenciamento, nomeando diretores honestos e que dominem a atividade (dos campos criatórios ao guichê de apostas), as coisas fluirão por si só rumo ao sucesso.

Venderei um kitinete se preciso for, para adquirir um título de sócio e votar no titular do Jéssica, se ele se apresentar como candidato maior. Tem que ser já no próximo pleito, eis que o tempo urge - para o turfe e para a minha expectativa de vida.

Antonio Moura

Jose Roberto Giancristoforo (09/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Vou avisando , todo evento que tiver tem minha denuncia sobre as condições que ele estiver sendo feito, tudo de errado vai ser denunciado aos órgãos competente, como tenho feito até hoje e não vou para nunca a não ser que acabe os eventos e só cavalo seja falado e feito dentro do JCB. Essa turma não cansa e não desiste, parece até que e pensam que estão agradando. Para forma uns míseros páreos tem dificuldade, mas para fazer eventos estão a todo velocidade , isso merece uma apuração pois algo muito estranho e os valores recebidos pelo JCB ninguém sabe e pior não são destinados ao Turfe como manda a lei. Um dia tudo vai vir a tona e como os escândalos do Brasil varonil o do JCB não vai ficar escondido.

Sidney Neves (09/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

A gente tenta até dar um crédito as corridas do Cristal, mas quando nota uma direção pra lá de suspeita do jóquei C. Farias no dorso do grande favorito Khalid ontem no 7 páreo é melhor mesmo desistir de vez.

Até o comentarista de São Paulo não aguentou tamanha falta de empenho e reclamou no ar.

Analisem o páreo! Uma vergonha! Deveria uma figura dessa ser banida de qualquer hipódromo por tempo ilimitado!

Luiz Fernando Dannemann (09/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssimo Antonio Moura,

Sebastião Lazaroni que não fique triste... Quem sabe, agora, ele também não possa vir a ser o próximo presidente da OSAF, afinal, porteira que passa um boi...

Para que você saiba se não bastasse o turfe estar a mercê de um enviado do Diabo, nos próximos quatro DOMINGOS, a partir das 17 horas com o patrocínio da cervejaria Itaipava (que não destina ao turfe sequer um copo de chopp), o nosso hipódromo e os nossos cavalos – cristãos por natureza -. Serão obrigados a conviver com a SAPUCAPETA uma festa de arromba com a presença de Marcelo D2 e uma grande galera.

Para que a DIABRURA seja absoluta o JCB vai entrar com o patrocínio distribuindo “JOCKEY MONEY” para a rapaziada, uma festa com o padrão SÍNDICO (também da OSAF) de qualidade.

Pena que o ALBERGUE não emplacou... Caso contrário a rapaziada hospedada nele poderia – sem sair de casa -, cair no samba e ainda ganhar uma grana!!!

Sacanagem da Prefeitura Municipal!!!

Jose Antonio Barros (08/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Afinal de contas, o JCB atual é para que finalidade, pensava que era sómente para corrida de cavalos, mas pensava errado, cavalos e apostadores ali não são bem vindos, como demonstra a propaganda do tal evento que vai se realizar junto com a realização dos páreos, um absurdo, música alta para importunar quem quer assistir os páreos e assustar os animais que com esse barulho elevado podem ser assustar, disparar e derrubar seus joqueis e causar um acidente grave, será que esses genios que infelizmente comandam o Jcb não pensaram nisso, e se acontecer quem paga o prejuizo ao proprietário do animal ou a inatividade que um jockey pode ter ao cair.

Antonio Moura (08/01/2015) - Niteroi/RJ

ADEUS ÀS ILUSÕES

Estimado amigo Sérgio Lessa,

Nem a notícia da contratação de Sebastião Lazzaroni como técnico do glorioso Barcelona, soaria tão estapafúrdia como esta de que teremos Dr. Carlos Palermo à frente da OSAF no próximo mandato.

A ser verdade, recusar-me-ei, doravante, a ouvir certas anedotas e insinuações sobre o QI dos meus patrícios. Sejamos justos: está mais do que na hora de divulgar o pândego humor de certos brasileiros. 

Antônio Moura

Marcio Rosa (08/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Parece ter acabado o esquema de propina na repesagem com a implantação da nova balança a 1 ano mais ou menos foi descoberto um esquema de adulteração do peso dos joqueis e assim o apostador era enganado o funcionario recebia um agrado e adulterava o peso dos joqueis e nos apostadores acreditava no peso do programa que na verdade nao era a realidade.

Luiz Fernando Dannemann (08/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Sergio Lessa,

Veja em que situação ficou metida a OSAF a partir desta manobra realizada pelo síndico que substituiu Sergio Barcellos por si próprio (auto-indicação). Falei hoje com um turfista argentino que está de cabelo em pé ao assistir uma pessoa que se arvorou a “cuidar” do turfe sulamericano sem conseguir, contudo, fomentar sequer o Hipódromo da Gávea. 

Infelizmente escrevemos o nome do Brasil de uma forma muito feia nesta história... Logo-logo isso será reparado para o bem deste continente turfístico.

Antonio Moura (08/01/2015) - Niteroi/RJ

O CONCAVO E O CONVEXO

Meu companheiro de travessia e de tantas matinais no Hipódromo da Gávea, Dr. José Mocarzel é um proprietário cuja paixão pelos cavalinhos, fora o exacerbado amor pelas duas filhas (a junção dos nomes deu origem ao Stud), só se confunde pela desenfreada torcida pelo tricolor das Laranjeiras.

Mocarzesl é daqueles proprietários com os pés no chão, que em busca do melhor custo-benefícios que a atividade pode proporcionar, já peregrinou pelas coheiras dos nossos melhores treinadores, de Victor Paim a Leopoldo Cury, para não citar outros mais. O fato, entretanto, é que já há algum tempo pousou em terra firme nos braços do excelente Álvaro Castilho, que entre outras tantas qualidades é daqueles que tem boca mas não fala; mas presta uma atenção...

As duas vitórias desta última semana (comi mosca face aos atropelos do Natal e Ano Novo), apenas vêm confirmar que teremos um profícuo e longo namoro entre as partes. 

Faltou dizer que foi com a farda do Stud Cajuli, cedida gentilmente por Mocarzel, que obtive a primeira vitória - a do pequeno castanho Lord Baltimore, 1.100 m, areia, noturna, ninguém menos do que Jorge Antonio Ricardo em cima. Inesquecível!

A todos, um 2015 á altura das melhores expectativas.!

Antonio Moura

Sergio Lessa (08/01/2015) - São Gonçalo/RJ

Carlos Palermo é o novo Presidente da Osaf. Pela 1* vez um Brasileiro, torna-se Presidente da Organização Sulamericana de Fomento OSAF, substituindo Marcel Zarour

Anderson Lima (07/01/2015) - Niteroi/RJ

Eu não consigo entender como numa terça-feira, às 21:35 horas, o JCRGS não publicou o programa com retrospecto ou a sua revista... Eles só têm uma corrida por semana, estão há três semanas sem corridas e até agora nada... A tal revista nem impressa é... É muita falta de profissionalismo...

José Augusto Seabra Sales (06/01/2015) - Brasília/DF

E a nova Ministra da Agricultura?????

A Srª Kátia Abreu por vários anos acumulou experiências para o novo cargo em sua passagem pela CNA. Período esse que nem sempre foi ameno para a dirigente, eu mesmo tive vários desacordos ideológicos, mas sei reconhecer que a “mulher” é dura na queda. 

Agora no posto maior no qual pertence a nossa atividade, teremos que ser astutos e realistas. Podemos colocar a criação de cavalos como atividade economicamente representativa para fixação e manutenção de pequenos produtores rurais. A raça PSI “cai como uma luva” nessa “roupagem” disponibilizada, não só na criação, mais nos diversos compartilhamentos de estágios necessários para chegarem até os hipódromos. 

Talvez seja o melhor momento para que a Câmara Setorial de Equideocultura do MAPA postule os diversos projetos já em andamento e que nem sempre tiveram o momento político certo para serem apreciados pelo gestor maior.

Jose Roberto Giancristoforo (06/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Porque o turfe e JCB estão no final com indicação que está tudo errado e a mentalidade é tacanha e retrocada , de quem quer se aproveitar da posição e nada lhe interessa os cavalos.

Para fazer festa fizeram uma reforma na Tribuna ‘B’ na parte de Banheiro e ar condicionado que deveria ter prioridade a utilização por turfista, mas é guardado para festa e outros eventos. A tribuna “ A ‘ e a tribuna social continua na mesma a não ser que o ilustre cidadão venha fazer reforma e proibir o uso por turfistas. Pelo que se vê o turfe é tratado como terceira ou quarta opção por esse diretoria , por esses outras eu digo que os sócios tem que se mobilizar e fazer uma regra rígida que dentro do JCB só se possa falar , fazer pelo turfe. Vou lançar a chapa TURFE para TURFE., espero adeptos . Ontem um calor de matar e se via uns novos turfistas e estrangeiros sem ter acomodação que com certeza nunca mais aqui voltarão.

Luiz Fernando Dannemann (05/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Querido amigo Toninho (Antonio Carlos Coelho)

Gostaria que o amigo pudesse checar a informação que recebi de dentro do clube dando conta de que o síndico na época do malfadado retorno das Trifetas e do segundo Pick 3, teria ordenado o aumento da retirada da modalidade Placé e ainda elevado em 5 pontos a retirada na modalidade vencedor nos páreos do Pick 3 (visando a manipulação da rentabilidade), o que convenhamos, é o mesmo que assaltar o apostador, independente de me parecer ilegal vis-a-vis ao plano de apostas aprovado junto ao MAPA e ainda quanto ao disposto na Lei do Turfe e demais decreto subsequente que estabelece os percentuais máximos de retirada.

Esta denúncia (um novo ato na calada da noite) é seríssima, e, caso verdadeira, deve suscitar a renúncia imediata de todos aqueles - que ainda restam na diretoria - que defendiam o Turfe na sua plenitude como é o seu caso.

Tenho medo que este “barco”, a deriva, velejando sem comando por um mar de atrocidades, venha a molhar a roupa deste meu querido amigo de tantas e tantas décadas.

Luiz Fernando Dannemann (05/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Querido amigo Beto (Luis Alberto Rodrigues de Souza)

Impressionante a constatação da improvisação do Turfe no nosso saudoso JCB, um clube comandado por autênticos neófitos na principal matéria: O Jogo. Nós dois ainda que tentamos Beto... Mas os interesses aqui são outros. Eles insistem em esmagar a rentabilidade do MGA ao não fomentar as acumuladas livres, sendo o segundo Pick 3 um mero instrumento para tentar tapar o sol com a peneira enganando os trouxas e arrasando a instituição. 

Quando releio as “Plataformas de Campanha” que foram lembradas no importante e decisivo Editorial do Raia Leve, muito bem definidas por um grupo de turfistas – claramente colocadas no papel por Sergio Barcellos -, vejo o quanto o síndico nos fez distantes daquilo tudo que sonhávamos, não apenas ele – um autentico atentado ao Turfe -, mas os seus "fiéis" seguidores, alguns de forma inexplicável.

O pior de tudo é antever um “cataclisma” para 2016 quando o clube será – inevitavelmente - presidido por uma pessoa distante das corridas de cavalo, fato que vai fechar a acumulada da atual diretoria, cuja única bandeira que conseguiu desfraldar, em três anos, foi piorar o Retrofit do LECCA, carregando na ponta de contemplados (ponta com P+) os mesmos beneficiários da era Boulevard.

A nossa missão será tentar salvar os cavalos desse naufrágio.

Jorge Luiz Mileno (04/01/2015) - Belem/PA

É impressionante a tranquilidade desse jovem e promissor aprendiz, F. Queiroz. Sua direção no animal Desejado Given, segundo páreo de domingo, foi algo sensacional. Não pela vitória em si, mas pelo conjunto de: largada, percurso e reta final. Dada a partida, ele tentou ir pra frente (aproveitando o seu peso pluma - 51Kg). Corria em segundo, quando vários animais forçaram, fazendo questão da dianteira. Seu animal, pela linha seis, ao levar areia na cara, entortava a cabeça e foi sobrando para penúltimo, ao entrar na grande curva, "colou" na cerca interna e entrou na reta já tentando a terceira colocação sobre o cavalo do M. MAZINE (favorito), apenas "tocando" seu animal e posicionando-o na raia quatro, veio pra cima do ponteiro com boa ação, mas seu cavalo, extremamente cerqueiro, se atirava pra dentro, fazendo com que o aprendiz puxasse a "cana de rédea" pra fora, enquanto já com o chicote na canhota, exigia o seu animal num conjunto harmonioso entre cavalo e cavaleiro. que culminou com linda e merecida vitória. Parabéns ao aprendiz F.QUEIROZ pela tranquilidade transmitida a todos os turfistas que torceram pelo DESEJADO GIVEN e que, em momento algum, acompanhando a "performance" do jovem aprendiz, duvidaram do resultado final...a vitória.

Ivor Lancellotti (04/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Olá Jair Bala a coisa está feia! ainda faltam três páreos e nada deu certo na mesa do turfe novamente! Por favor Jair muda correndo essa exata de apontadores que está nos deixando tontos e nos atrapalhando de estudar as corridas. Tudo bem que basta não assistir,mas tenho certeza que o distinto apresentador não quer isso. Cada vez estou mais impressionado com o desconhecimento desses palpiteiros. Já basta os daqui do Rio. Poderíamos fazer o seguinte ,pra ver se melhora:Os indicadores daqui estudam o programa de São Paulo e os dai estudam o programa daqui.Que tal? Você e o Cazella sobram na turno.

Abraços

Jose Roberto Giancristoforo (04/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Reta final – parece que estamos chegando a reta final do Turfe no Rio de Janeiro, JCB, corrida domingo e segunda para começar 2015 é triste. Apostador sendo roubado para vir a Gávea, estacionamento a 30,00 reais , gostaria de saber quanto desse valor vem para JCB e quanto desse valor o JCB aplica no turfe, como também gostaria de saber as outras receitas eriam ser todas destinadas ao Turfe. Acho que os absurdos no JCB são maiores que os absurdos na Petrobras que é o povo que paga e aqui vem a explodir nas nossas cabeças, mal aplicação dos recursos. Site gastaram uma fortuna e nada diz de melhor uma porcaria se comparados aos existentes no Brasil e no mundo, programa mudaram e continuam teimando e não voltar pelo menos ao original atual uma porcaria que dá até raiva ao apostador. Conforto nenhum ao apostador banheiro uma desgraça e nojeira digno das casa dos mesmo. Ainda produzem evento em que as mulheres tem que se trocar no banheiro dos homens por falta de opção. Coisa porca e que não condiz com JCB.

Jose Roberto Giancristoforo (04/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Codere em fase terminal, para o prazer de muito aviso que a Codere está em fase terminal, ar refrigerador não funciona, a perda de uma pule não pode ser reclamada , pois alteraram o sistema , banheiros uma vergonha total se fechadura nas portas sem proteção aos vasos e limpezas dentro da norma das casas dos administradores. Se já estão para sair que saiam logo , pois do jeito que está não é possível continuar, administração do JCB nada faz nada vê parece até Brasil.

Marco Antonio Santos (03/01/2015) - Niteroi/RJ

Senhor Reynaldo, Bom Dia !

A joqueta esta atuando nos Estados Unidos à alguns anos. Mais precisamente no Hipódromo de Belmont Park , não tenho certeza , mas acho que é em Nova York.

Espero que um dia ela volte para abrilhantar o combalido turfe nacional, com seu talento e beleza.

Ivor Lancellotti (03/01/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Gente! Hoje assisti a mesa do turfe de São Paulo e estou impressionado com a desinformação dos ditos catedráticos.É impressionante como não sabem nada. Apenas indicam,mas nada!

Eles querem acertar um páreo de dois anos estreantes ,isso é uma brincadeira.Você perde assistindo mais de cinquenta minutos e os indicadores não acertam nada vezes nada.Dão cravas absurdas.Quem foi que disse que esses dois de hoje Sábado sabem informar?

A única salvação desse programa é o bom e simpático Jair Bala que sabe conduzir como ninguém qualquer tipo de entrevistas e comandos.O Jair hoje deve estar envergonhado com essa dupla.Logo hoje que o J.C.S.P está sozinho nas pistas.

Feliz ano novo turfistas.

Marco Antonio Santos (02/01/2015) - Niteroi/RJ

Os números não mentem !

Correta a decisão do Jorge Ricardo de continuar atuando no turfe argentino ele continua sendo um jockey extremamente competitivo. Não foi uma das melhores temporada em termos de número de vitórias. Não obstante, ganhou a prova de maior importância do turfe sulamericano , Não tenho dúvida em afirmar, que o turfe argentino é o maiscompetitivo do mundo e onde se encontram, os melhores profissionais em atividade.

Se ele voltasse agora , não iria acrecentar nada a sua gloriosa carreira, tendo em vista a situação terminal do nosso turfe. Além de privar a sua legião de adeptos, de disputas extraordinárias.

Quando ele quiser retornar, terá todas as condições de alcançar o topo , atuando no Hipódromo da Gávea.

Boas Férias, mas que sejam breves !

Reynaldo Boury (02/01/2015) - Barueri/SP

Informação.

A joqueta M. Studart está afastada das corridas, por algum motivo especial.?

Obrigado. Reynaldo Boury

Pasqual Evangelista (02/01/2015) - Valinhos/SP

Feliz 2015 a todos os Turfistas leitores ou participantes desse espaço.

Gostaria de sugerir que o Raia Leve ou os sites do JCB e JCSP nos mantivessem informados sobre quem são os Agentes de cada um dos Jóqueis. Precisam ser atualizadas em tempo real para que sejam úteis.

Estou convicto que um excelente jóquei precisa ter um excelente agente. Creio ser uma informação muito importante para quem estuda um páreo.

Sergio Lessa (02/01/2015) - São Gonçalo/RJ

Eu gostaria de parabenizar o participante do grupo Derby club turf no facebook Javerson Gomes da Rocha que venceu a estatística de 2014 de vencedores em um torneio realizado semanalmente frente a uma média de 25 bons marcadores um total de 340 acertos de vencedor no primeiro semestre e 336 acertos no segundo semestre ,perfazendo um total de 676 acertos em 2014 sagrando-se campeão do troféu Dalto Duarte!
















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  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês