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Neste espaço são publicadas as manifestações dos nossos leitores.

O RAIA LEVE acolhe opiniões sobre todos os temas ligados ao turfe.
Reserva-se, no entanto, o direito de rejeitar ofensas, acusações insultuosas e/ou desacompanhadas de documentação. Eventualmente, os e-mails poderão ser checados. O site não tem o compromisso de publicar todas as mensagens recebidas. A publicação, quando ocorrer, se dará na íntegra ou parcialmente, privilegiando-se os trechos mais relevantes.





Novembro | 2014

Luiz Fernando Dannemann (27/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Antonio Moura e Fernando Laccarino,

Não podemos confundir...

O “retofit” do prédio frontal da sede do Centro do JCB, isto é, a locação do mesmo para uma empresa incorporadora que se comprometa em realizar obras de benfeitoria no imóvel e a seguir o subloque sob condições que o faça recuperar o valor investido e realizar lucro, se comprometendo em pagar ao JCB uma parcela desta realização, é imperativa e muito vantajosa para o turfe carioca já que gerará renda, e renda subentende reverter o produto para as corridas de cavalo como manda a Lei do Turfe.

O que estamos discutindo é o “Quantum”...

O que estamos discutindo é o “parte e reparte” tentando proteger o clube para que não fique com a “menor parte”, como estamos vivenciando neste mandato, vide “Parque da Bola”, cujo contrato previa determinado percentual de repasse ao clube (e consequentemente para o Turfe) o que acabou não ocorrendo sob a alegação de que o evento dera prejuízo (!?).

O que queremos saber – por exemplo - é se a RESSALVA feita pelo diretor Luis Oswaldo Leite – consignada em ATA na reunião conjunta do Conselho Consultivo e da Diretoria realizada em 28 de outubro deste ano -, de modificar o valor mínimo mensal de R$ 210.000,00 para R$ 345.000,00 foi levada em consideração já que este sócio – notoriamente - é o que possui maior expertise para avaliar a presente matéria;

O que queremos consultar – por exemplo -, é se procede a tese levantada pelo Conselheiro Luiz Alfredo Taunay – que consignou VOTO CONTRÁRIO à proposta – afirmando que não caberia, no negócio, o “Real Direito de Superfície” e que o mesmo contrariaria os interesses do JCB, além de protestar contra a Alienação Fiduciária do imóvel em favor da empresa contratada já que entendia que a garantia teria que ser dada por ela;

O que queremos conhecer – por exemplo - é se as atuais condições, objeto da negociação com a Vinci Partners, que por sua vez NUNCA realizou este tipo de negócio – diga-se de passagem -, e as eventuais mudanças ocorridas em relação a Carta-Convite inicial, foram, devidamente, repassadas as demais 22 empresas convidadas, dando a elas o direito de “concorrer” em igualdade de condições;

O que queremos esclarecer – por exemplo - é como uma futura parcela de R$ 5.500.000,00 (outorgada para ser gasta especificamente em outras obras e não na imperiosa elevação dos prêmios do Turfe) será utilizada já que estas obras incluem a garagem, garagem essa que também será utilizada pelo locatário, o que implica em concluir que nós estaríamos obrigados a realizar obras suplementares em benefício do dele;

O que urge entender - por exemplo - é porque não está sendo exigido um SINAL no ato da assinatura do Contrato que pudesse ser utilizado – imediatamente - em benefício da Cadeia do Turfe, fato também protestado por um Conselheiro;

O que queremos entender - por exemplo - é porque a figura da Vinci Partner (que não é uma construtora) como intermediária já que o imóvel será locado para a VALIA (um dos maiores fundos de pensão da América Latina, loto de recursos financeiros para fazer qualquer tipo de obra) que posteriormente o cederá para Cia Vale do Rio Doce;

O que queremos descobrir - por exemplo - é se o percentual sobre a locação que o JCB fará jus incidirá sobre o contrato inicial entre a Vinci Partners a a VALIA ou sobre o valor final, entre a VALIA e a VALE. 

Enfim, tudo isso, toda esta negociação que está sendo feita com o patrimônio do JCB é hoje uma CAIXA PRETA para o seus associados que são os verdadeiros donos do imóvel. Na prática, Antonio Moura e Fernando Laccarino, é como se alguém estivesse deliberando sobre um bem de sua propriedade sem dar-lhes satisfação alguma quanto aos detalhes da transação, sobretudo VALOR.

Um negócio desta monta (que será feito – efetivamente - por 25 anos) carecia ser discutido, antecipadamente, em reuniões abertas, para que pudesse ser amplamente esclarecido antes de uma VOTAÇÃO que acabará sendo – desnecessariamente - um evento conturbado já que os sócios terão que ser apresentados a negociação no momento da sua aprovação. 

O que o atual síndico precisa entender é que os sócios ao lhe darem a possibilidade de exercer um mandato (feito num dos momentos mais delicados da história de um clube invadido pela Polícia Federal por má gestão) não incluíram no "pacote" uma procuração em branco para alienar o seu patrimônio.

O que está em jogo, caros turfistas, é um pequeno conceito que atende pelo nome de TRANSPARÊNCIA, algo que as instituições brasileiras estão tentando buscar nestes momentos conturbados em que a história do Brasil está sendo passada a limpo.

Pedro Baluardo (27/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

O que houve com o aprendiz F.Queiroz? Está suspenso, acidentado ou desistiu da profissão?

Antonio Moura (26/11/2014) - Niteroi/RJ

A UM PASSO DA ETERNIDADE

Sr. Fernando A. Laccarino,

Não sou sócio do JCB e, portanto, não me sinto à vontade para opinar sobre este assunto. Como, ao final das contas, quem paga o pato são as corridas de cavalo, não resisto:

- Permita-me a ingerência, mas não se deve esperar duma negociação destas proporções e ainda mais a tão longos prazos (25 anos + 25), qualquer réstia de romantismo e muito menos a preocupação com os efeitos colaterais da outra parte; a empresa contratante, seja ela qual for, zelará precipuamente pelos seus próprios interesses e não lhe caberá, em nenhuma instância, levar em conta a expectativa dos sócios do JCB e muito menos do turfe como atividade de apostas e entretenimento. 

Certamente o quadro jurídico do fundamental Clube de Corridas do Rio de Janeiro, cuja diretoria congrega um sem número de juristas de escol, se encarregará de opinar, através de Relatório ao Conselho Fiscal e com cópia para o Presidente em exercício, sobre a conveniência técnica e financeira de concretizar mais este duro golpe contra o turfe brasileiro.

Antonio Moura

Claudio da Silva (26/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Não estou entendendo a posição da comissão de corridas, era bom que algum deles explicasse, porque um jóquei prejudica o outro na partida e sofre um dia de punição.

Do mesmo modo outro jóquei prejudica o outro, e sofre dois dias de punição, será perseguição?

Fernando A.Iaccarino (26/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Como toda grande empresa hoje em dia, tem que praticar responsabilidade social, entendo que a Vale do Rio Doce possa vir a ser sensibilizada pelos sócios do JCB com argumentos a respeito dos riscos de encerramento da atividade turfística aqui no Rio de Janeiro, que emprega um grande contingente de pessoas, algumas há mais de trinta anos, caso a proposta de locação da sede do JCB seja aprovada.

Não custa tentar, pois tenho a certeza de que a Vale não associará a sua marca a essa situação.

Christian Sharp (26/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Sr. Dannemann

O Presidente do JCB ,irá alugar a sede do centro da cidade , alugará a sede da lagoa , alugará o nosso espaço do turfe e vilas hípicas , e ainda assim , coitadinhos dos sócios pois eles continuarão a pagar as mensalidades .

Ou o senhor ainda tem alguma duvida disto não acontecer .

Abraços

Luiz Fernando Dannemann (26/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

O valor da oposição

Após denúncia aqui no Raia Leve da existência de uma Convocação, digamos, pouco chamativa (para amainar o conceito) o JCB tratou de tomar duas providências:

1-Publicou no site social a, então pobre, “Convocação”;

2-Tratou de trocar a palavra “Resolver” por “Deliberar”

Assim um número maior de sócios vai poder “deliberar” ou “Resolver” pela ida à referida Assembléia. Contudo como se trata da alienação de um imóvel de propriedade dos associados do clube (para mim é venda já que o período é de 50 anos, 25 +25) o JCB – em paralelo a convocação -, deveria disponibilizar no site a Proposta que será objeto de “deliberação” de forma que os sócios pudessem tomar conhecimento da mesma se preparando melhor para o importante e decisivo evento.

A mim foi dito ontem por um Conselheiro muito importante do JCB (que também confirmou ser a Cia VALE DO RIO DOCE a locadora final) que a negociação em andamento corre – tal como o finado BOULEVARD -, sob uma cláusula de CONFIDENCIALIDADE (!?!?!).

Em se tratando de uma diretoria eleita a partir de uma chapa formada por vários e vários consagrados opositores à famigerada cláusula de “confidencialidade” para nortear ações administrativas dentro de um clube, tal como reinava no projeto que poria fim as Vilas Hípicas, eu prefiro acreditar que este Conselheiro tenha se enganado... Que ele tenha ouvido errado, pois, caso contrário, eu posso até morrer de verdade.

Eu fico pensando se não seria o caso de incluir no "pacote" a Sede da Lagoa que bem poderia servir aos contribuintes da VALIA (funcionários da Vale do Rio Doce) como fonte de recreação. Assim os cavalos, a criação brasileira de PSI, os profissionais e a equideocultura de uma forma geral (que nortearam a criação do JCB e a consequente "deliberação" da Carta Patente) ficariam livres das duas cobras que foram criadas com a finalidade de morde-lhes o rabo.

Porque não? 

Luiz Fernando Dannemann (25/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Boulevard II – O retorno

Disseram-me que o síndico do JCB assinou um Edital de Convocação para alienação do Prédio da sede do Centro da cidade. 

Eu acreditei.

Disseram-me que a AGE foi marcada para o próximo dia 09 de dezembro, às 17:30 horas, mesmo que o referido Edital não esteja sendo divulgado pelo site do clube e tampouco tenha sido publicado no informe “JCB Nov/dez 2014”. 

Eu desconfiei

Disseram-me que o local da AGE – diferentemente das AGOs que vem sendo realizadas na Sede da Lagoa com fácil estacionamento -, teria sido marcada para a Tribuna B do hipódromo numa terça feira. 

Eu desconfiei um pouco mais. 

Disseram-me que a alienação por 50 anos (25 + 25) teria ganhado um pomposo apelido de “Constituição de Direito Real em Favor de Terceiro” e seria aprovada com qualquer número de participantes em segunda convocação às 18:00 (!?) 

Eu me estarreci.

Disseram-me que os sócios do clube não terão direito a nenhum dos andares da sede objeto da tal “Constituição de Direito” – diferentemente do projeto da era LECCA aonde o clube ficaria com os dois últimos andares e mais o restaurante.

Eu fiquei perplexo.

Disseram-me que serão cedidas ainda para o pomposo “terceiro” 250 vagas de automóvel o que significa que os sócios ficarão sem quatro andares de garagem.

Eu fiquei sem fala.

Disseram-me que o clube, mesmo ficando sem nenhuma salinha para instalar sequer uma pequena mesa de bilhar para seus associados (além de ficar sem o tradicional restaurante) e ainda perdendo quatro andares de garagem – diferentemente do projeto da era LECCA aonde seriam aportados 17 milhões -, receberia apenas 7 milhões de reais.

Eu perdi o fôlego.

Disseram-me que o cliente final – tomador da área -, seria ninguém menos do que a Vale do Rio Doce que por sua vez locaria o prédio da VALIA (Fundo de pensão dos funcionários), que por sua vez locaria a área da empresa Da Vinci (única proponente) – empresa essa que pertenceria ao titular do Stud Dois Irmãos -, que por sua vez locaria a área do JCB com o pomposo status de proprietário do “Direito Real”.

Eu morri.

No momento do meu velório aproximou-se de mim um sócio do JCB – acima de qualquer suspeita -, amigo pessoal do controller da Vale do Rio Doce -, que confirmou ao pé do meu caixão a informação de que a Vale seria realmente a cliente final e que as “cartas” estavam marcadas. Disse-me ainda mais... Disse que seria muito fácil pra ele saber o valor que sairia do caixa da Vale para este "negócio", o que, indiretamente, determinaria o quanto estaria sendo desperdiçado com a famosa "Constituição"; o quanto estaria saindo da equideocultura e entrando no bolso dos intermediários, aliás uma prática que vem sendo consagrada no atual JCB.

Melhor pra mim que não morri em vão... 

Porém se Deus me facultar o direito da ressurreição, como já fizera no passado com o bom Jesus - diante desta confirmação -, eu gostaria muito de participar desta AGE, não no sentido de dificultar o negócio mas para poder olhar nos olhos daqueles que estão do lado - agora -, deste novo Boulevard... O retorno. 

Francisco Rodrigues da Silva (25/11/2014) - Petrópolis/RJ

Sou totalmente a favor do pick 7.

Ontem aquele bilhete que fechava no último pareo com 2 combinacoes era meu mas cometi o sacrilégio de nao colocar o favorito

Tinha 1/10, e fui ultrapassado mas o concurso era baratinho. Nao ganhei por falta de competencia minha agora vou ser contra quem joga muito. Logico que nao.

Boa sorte a todos.

"Ainda nao tenho condições de atravessar o sinal sozinho"

Carlos Ferreira (25/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sempre gostei de emitir minhas opiniões aqui no RL sobre os cavalos e as corridas (que me fascinam), porém, desta vez vou falar sobre outro assunto (que, ao contrário, não apetece muito). Não é possível que a direção do JCB não esteja vendo a assustadora queda do movimento de apostas e a falência do turfe que se aproxima a passos largos. Não sou sócio do clube, e sim, apenas um turfista há mais de 60 anos, e um pequeno proprietário de cavalos de corridas a cerca de 40 anos. Acho, como já disse aqui anteriormente, que o negócio “corridas de cavalos” não é para clube administrar, e sim para empresas competentes do ramo do jogo, como é feito em praticamente todo o mundo.< br /> 

Agora, se quem tem a carta patente para promover as corridas é o clube, ou este cede esta carta para quem conhece o assunto, repassando também os recursos obrigatórios por lei para as corridas, ou assume isto ele mesmo, privilegiando o turfe e não as atividades sociais que nada têm a ver com a atividade fim do clube que é, somente, este mesmo turfe. O que precisa ficar claro e ser posto em prática é que o JCB não é um clube social e sim um clube promotor de corridas de cavalos, regido por uma Lei que o obriga a repassar praticamente toda a sua arrecadação para fomentar a sua atividade fim, o que obviamente não é feito (vide piscinas, quadras de tênis, pistas de skate, etc).

Não é possível querer que alguém gaste o seu dinheiro comprando um cavalo para correr pelos prêmios ridículos que estão sendo pagos, sobre os quais ainda incidem um sem número de descontos. Para sair “em casa”, fora o preço de aquisição do animal, o proprietário de um cavalinho de 5 anos tem que ganhar pelo menos 3 páreos com o matunguinho em um ano, o que todos sabem, é praticamente impossível. E sem proprietários faltam os cavalos, os programas são ruins e cai o MGA como vem acontecendo.

Achava que, com a minha idade (73 anos), não chegaria a ver o fim do turfe. Agora, conforme o “andar da carruagem” (como dizem os antigos), estou revendo esta opinião, pois os passos para o abismo estão cada vez mais largos. Uma pena.

Sds.

Alexandre Republicano (25/11/2014) - Cabo Frio/RJ

Acumulada especiais da Gavea.

O Filme é o mesmo desde muito.

Quem tem muito $$$$$ leve o dia e leve tudo.

Pra quem pode e tem coragem inversão a R$ 1,00 no Pick é brincadeira.

Quero ver esses mesmo corajosos jogar a uma inversão de R$3,00 por exemplo com o mesmo numero de combinações.

Quem joga pouco continuara jogando seja a inversão que for.

EU NÃO ALIMENTO MAIS ESSE TIPO DE APOSTAS.

Ontem segunda feira o Pick7 vendeu R$ 75mil.

Mesmo sendo final de mês, toda segunda feira quando não passava beirava os R$ 100mil.

Estão assistindo de camarote e não estão fazendo nada.

MUDANÇA JÁ NESSA MODALIDADE.!!!!

Antonio Moura (25/11/2014) - Niteroi/RJ

O MESMO FILME TANTAS VEZES ASSISTIDO

O apostador atento estuda o páreo, observa o movimento do totalizador e mais uma vez ali estão dois animais sob a tutela do excelente treinador (também acho) Jairo Borges, um deles na condição de favorito destacado (2,2) e o outro como extremo azar da prova (20,7). E com os seus botões conjectura: "Está do jeito que "o homem gosta"!

Mas, como tudo tem limite, inclusive a ousadia, a coragem e a falta de respeito com o dinheiro dos outros, o nosso apostador entende que não é possível que tudo hoje aconteça, mais uma vez, mesmo porquê é humanamente impossível que a douta CC continue fazendo vista grossa. E, numa sábia decisão, simplesmente resolve apenas assistir o páreo, testemunha ocular e imparcial da história.

Final do filme: venceu disparado, em arrasadora atropelada, o maior azar do páreo, o bravo Belvoir. E o favorito Quick Mambo chegou lá no fundo do lote, penúltimo se não me engano, tropeçando na própria sombra.

Das duas uma: ou se meche no Código de Corridas proibindo os treinadores de inscrever dois ou mais animais de proprietários diferentes no mesmo páreo ou se entrega ao reincidente Jairo Borges uma passagem de volta e sem retorno para o Paraná, de onde jamais deveria ter saído.

Antonio Moura

Mariane Balbino (25/11/2014) - Varginha/MG

Bom dia! Por favor, eu precisava entrar em contato com Haras Eldorado, ou Karl Heinrich Kraus para falar sobre a transfêrencia de um animal. Poderiam me ajudar? Att, Mariane

Luis Alberto Rodrigues de Souza (25/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Realmente preocupante o momento atual do turfe no Brasil, empurrado para uma crise próxima e diversas são as razões, desde a saída (por este ou aquele motivo) de importantes haras/studs formadores de plantéis e programações semanais até o envelhecimento e não renovação de seus apostadores. 

A crise que se instalou no jogo de corridas de cavalos é mundial mas se agravou ainda mais no Brasil, mais ainda com os problemas recentes na economia do país e pela concorrência de jogos da CEF e pelos sites de apostas via Internet. 

O JCB tentou há mais ou menos um ano atrás modificações no seu cardápio de apostas (da qual fiz parte) e cujo objetivo era, através da idéia de se devolver sempre mais dinheiro ao apostador (seja através de redução de percentuais de retirada em modalidades, de supressão de modalidades de difícil acerto, seja da criação de altas garantias em quadrifetas em pareos específicos) que quem aposta pudesse acertar mais facilmente e mais vezes e, consequentemente, voltassem a apostar e isto refletisse no MGA. Houve alguma rejeição inicial mas com o passar do tempo recordes de apostas foram batidos até que...chegou o verão! As inscrições diminuíram, o número de pareos, o número de reuniões e o JCB voltou atrás, reintroduzindo modalidades e aumentando suas retiradas.

Como era de se prever o MGA recuou, desta vez sem problemas de clima, com a geração 2011 (formadora de programas) a pleno vapor e tentando-se ao máximo o aproveitamento de inscrições. 

Apenas para termos comparativos e deixando de citar o já falado fraco MGA do último domingo, ontem foram apostados em 10 pareos um total de 748 mil reais (média de 74,8 mil) contra um MGA há exato um ano de 829 mil reais em apenas 9 pareos (média de 92,1 mil), redução de 18,8% e isto sem considerar a inflação do período. 

Temos vários leilões de redução/liquidação a partir desta semana escurecendo ainda mais nosso horizonte e minha percepção, já passada ao presidente Palermo (a quem encontrei ontem nas corridas) é a de que se precisa criar alguma modalidade de apostas que atraia o público não turfista já que o apostador existente se encontra em seu limite.

Boa sorte a todos nós!

Jose Antonio Barros (25/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Recebi um e-mail do JCB, enaltecendo o novo site de apostas, que ele é maravilhoso, fácil de jogar, explicativo, só faltando dizer que até uma criança de quatro anos conseguiria mexer e apostar de tão prático que é, e avisando que breve o site antigo será desativado, fica uma pergunta, será que eles alguma vez fizeram uma tentativa de apostar pelo novo site, duvido que tenham, devem achar que quem aposta pela web é idiota, imbecil, pois tudo que apregoaram de bom para o novo site não existe, é complicado, vc precisa clicar mais e quase sempre a aposta não é efetuada, pois acusa erros, então aproveitando o final de ano sugiro aos editores do Raia Leve, que conceda a todos do JCB envolvidos com o site novo, o trofeu CARA DE PAU, saudações botafoguenses.

Pasqual Evangelista (24/11/2014) - Valinhos/SP

MGA

Sou apostador. 

Da mesma forma com que o proprietário briga por melhores prêmios, os apostadores devem procurar os melhores rateios, as modalidades de apostas que mais lhe agradam.

Posso dizer que transferi 80% do que apostava no JCB para o JCSP. Porque? Porque sou um apostador que gosta de jogos que pagam bons prêmios. Gosto de modalidades mais difíceis de acertar mas cujo rateio seja compensador. Gosto de trifeta, de quadrifeta. Gosto da chance de recuperar os prejuízos num único acerto. Nada disso é possível no JCB a não ser nos jogos exóticos que além de difíceis ainda tem resultados anormais na minha visão,

Talvez essa seja a causa da queda do MGA.

Ivor Lancellotti (24/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Existe um indicador viajante no turfe do Brasil que eu não consigo entender do porque ? Ele indica para o Tarumã , Gávea , Cristal , São Paulo e mais não sei dizer onde!

Ele consegue acertar nada em hipódromo nenhum , é uma barbaridade o que ele erra.

Será que ele é pago para errar ?

Vocês já descobriram o nome do comentarista viajante ?

Só uma dica ele era fã do programa do Ratinho e achava fácil vingar uma promoção de se acertar seis cavalos na ordem exata. Então ? 

Boa semana para todos.

Antonio Moura (24/11/2014) - Niteroi/RJ

O ÓBVIO ULULANTE

Aviso aos navegantes,

Se uma série de decisões e providências não forem implementadas urgentemente pelo nosso fundamental Jóquei Clube Brasileiro, o MGA, ora em queda livre, chegará ao fundo do poço.

Particularmente, se é que o meu tino administrativo não se esvaiu com o decorrer dos anos, as duas primeiras providências seriam:

a) Atualizar dotações a níveis compatíveis com o investimento do proprietário, atendendo, com uma só canetada, toda a cadeia profissional envolvida na atividade (treinadores, jóqueis, veterinários, cavalariços. etc.), criadores inclusive;

b) Estimular, através de chamadas específicas e todas as ferramentas à disposição da Gerência de Turfe, o retorno às vilas hípicas do Hipódromo, o máximo de contingente possível de animais residentes nos Centros de Treinamento periféricos. 

PS.: fora daí, não há salvação.

Antonio Moura

Paulo Cesar Gomes (24/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Recordar é viver.

Lembro de junho de 2012 em uma das primeiras premiações entregues pela nova diretoria quando um senhor de cabelos brancos disse a seguinte frase: saíram os turistas e entraram os turfistas.

Seria comico se não fosse trágico.

Ivaldo Santana (24/11/2014) - Singapore/SG

Gostaria de parabenizar a Lu Andrade pela vitoria no ultimo páreo de ontem,mostrou que tem paciência pra correr de traz e sabe usar a canhota muito bem,muito bom...... linda vitoria abraço.

Carlos Ferreira (24/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Bom dia a todos,

Pessoal, está na hora de fazer alguma coisa. 725 mil de movimento de apostas com 11 páreos no domingo, em uma semana de 3 reuniões é de assustar. Assim, embora não queira, sou obrigado a concordar que vai fechar em pouco tempo.

Sds.

Luiz Fernando Dannemann (24/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Orgulho nacional!

O JCB é uma das poucas instituições que pode orgulhar-se do fato de não possuir Vice-Presidente de Marketing e sim “Presidente” de Marketing, ou, se preferirem: Um Síndico de Marketing!

Após dois anos e meio utilizando o seu antigo joguinho de química (ganho na infância) que neste mandato ganhou status de Laboratório (em substituição ao antidoping), fonte de experiências mirabolantes que desaguaram num novo programa semanal e num novo site de apostas, o MGA do Jockey Club Brasileiro – tratado com o fulgor daquela alquimia -, atingiu o seu patamar mais baixo em 15 anos, chegando neste domingo a conseguir a proeza de gerar uma média de 65 mil reais por páreo, num movimento total (incluindo SP) inferior a um milhão de reais, marca histórica negativa.

Agora, além de ter que sustentar a criação nacional; os cavalos que contribuem para os programas; e os profissionais de turfe, o JCB precisa também alimentar uma nova equipe de felizardos funcionários contratados para “administrar” o (NATIMORTO) site de apostas além, é claro, de tirar dinheiro do Turfe para robustecer a conta de empresas de publicidades e de alguns veículos, dentre os quais a prestimosa ELEMIDIA, xodó do atual síndico.

Parabéns a todos os envolvidos nesta imperiosa missão!

Antonio Moura (21/11/2014) - Niteroi/RJ

A COMISSÃO DE CORRIDAS DO JCSP

Embora não esteja livre de algumas e contundentes críticas administrativas, o fundamental clube de corridas de Cidade Jardim, vez por outra, acerta na mosca: irrepreensível uma Comissão de Corridas integrada por nomes consagrados como Gastão Massoli, Albênzio Barroso, Gabriel Menezes e Luiz Duarte. Nota-se, já há algum tempo, que as reclamações contra as decisões da CC diminuiram sensivelmente.

Uma atração a mais a presença física destes "autênticos" pilares da atividade e a certeza para todos, inclusive para os que, como eu, assistem os páreos à distância via TV. de que os julgamentos estarão sempre em sintonia com a verdade na pista. Um exemplo a ser seguido pelos demais hipódromos nacionais! No Rio, uma gerência de turfe muda e surda, acho que não mas tomara que sim!

Antonio Moura

Mario Pereira Silva (21/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

O Ultimo a sair apague a luz!

 

Perguntei a pouco a meu sócio se o premio de nossa égua havia ’entrado’; a resposta e que não apareceu o extrato do dia de hoje, sexta 21/11, no famoso site do JCB, talvez por causa do feriado de ontem. Conversei com o nosso treinador sobre a inscrição da égua que fez um bom floreio ontem (quinta 20/11), ele confirmou a inscrição esta semana e diz que iria fazer a inscrição on-line, mas hoje sexta, o projeto com o número correto do páreo ainda não estava disponível no famoso site, fiquei espantado com a tamanha incompetência, e passei a entender porque nos dias de hoje só conseguimos realizar somente 3 programas, no site do JCB em plena sexta 21/11, não tem o projeto de inscrição da proxima semana, pior, esta la, ate agora (13:00) o projeto da semana passada"! Liguei para secretaria da comissão de corridas, ninguém atendeu, liguei para outro setor e me informaram que ninguém daquele setor estava trabalhando hoje, por causa do feriado de ontem, perguntei então como é possíve l não ter sequer 1 pessoa de plantão no setor mais importante do turfe, até porque hoje é dia de pagamento de ADDED do GP Júlio Cápua, o funcionário do Jockey me perguntou: - Pagamento de que ?? Cheguei a triste conclusão,o Jockey Club esta com seus dias contatos!

Uma bom fim de semana a todos.

Jose H. Fernandes (21/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

"Brincadeira" , Maldade ou falta de Profissionalismo ?

Fiquei impressionado ao ver como os animais são espancados nos treinos matinais do JCB, um redeador deu mais de 50 chicotadas no potro que não queria alinhar no boxe de treinamento, o animal foi espancado na barriga, cabeça, orelhas e etc, e o mais impressionante é que o starter estava presente e nem se deu ao trabalho de olhar o que estava acontecendo, estava de costas conversando com um treinador e assim permaneceu, como se nada estivesse acontecendo ou melhor como se espancar o animal daquela forma fosse a coisa mais normal do mundo, sinceramente o JCB virou terra de ninguém. 

Srs. DIRETORES ou DONOS DO JCB, por favor isso tem que acabar, o que falta é delegar poderes para pessoas competentes e que tenham o compromisso de zelar principalmente pela integridade física dos animais.

Luiz Fernando Dannemann (20/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Márcio Oliveira,

Você tocou num ponto crucial para o JCB: Recuperar a ocupação das suas Vilas Hípicas.

Não haverá turfe FORTE – afianço a você -, enquanto não houver uma vila hípica FORTE.

Neste ponto havíamos projetado para este mandato a implantação de uma dedicada e robusta política voltada a recuperar a capacidade das Vilas e, com isso, o potencial incomensurável na formação de novos studs e turfistas.

Num elenco de SUGESTÕES apresentadas ao clube constavam alguns incentivos imperativos para consecução das premissas:

- Interceder junto aos quatro treinadores mais bem colocados da Estatística no sentido da implantação de uma seção na Gávea;

-Aumento do valor da comissão dos profissionais em caso de premiação dos animais lotados na Gávea;

-Adoção de uma boa programação clássica EXCLUSIVA para cavalos estabulados na Gávea;

-Reabertura do ARMAZÉM destruído pelo LECCA e; 

- Reimplantação da COOPERATIVA visando conseguir custos menores para o0 trato nas Vilas.

Apontei acima apenas os ítens principais já que o documento possuía outras formas de FOMENTO a utilização da capacidade ociosa das Vilas Hípicas, um CRIME sem direito a fiança.

Eu pergunto a você caro Marcio Oliveira:

A atual administração acatou alguma das sugestões listadas acima?

Eu respondo:

Nenhuma.

A atual administração optou por INVESTIR na reformulação dos programas semanais (!?) e na implantação e divulgação de um NATIMORTO site de apostas cujas únicas utilidades – além de irrigar a conta bancária de uma rapaziada amiga do mundo da WEB -, será robustecer, com o dinheiro dos sócios do clube, o patrimônio da ELEMIDIA que recebe uma baba para divulgar aquela “doença terminal”.

Aliás, a ELEMIDIA é o veículo predileto do atual síndico do JCB que durante a campanha – ao seu bel prazer -, resolver investir uma bolada preta em inserções para promover a sua DESCONHECIDA imagem nos monitores daquela empresa que são espalhados em prédios comerciais e demais estabelecimentos.

Da mesma forma que agora, naquela oportunidade também foram utilizados recursos públicos para custear os anúncios do veículo, guardando uma pequena diferença uma vez que neste caso os recursos partiram do meu bolso que sequer fui chamado para opinar sobre a gastança.

Viva o síndico!

P.S.

Eu sugiro a ele que comece agora a juntar dinheiro para gastar com a ELEMIDIA na campanha de 2016. Porém sugiro ao futuro candidato que consiga juntar muito, mas MUITO dinheiro mesmo... (conselho de amigo).

Eloi de Souza Ferreira (20/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Admirável Marco Mazini:

Vai em frente, retira sua ação, declina de seu direito, pois acima de tudo e de todos o Jockey Club Brasileiro já ficou acéfalo durante vários meses de um dos melhores bridões do país.Marco Mazini tenha Juízo, força de vontade e determinação e não se esqueça que sua melhor fase foi quando esteve junto com o Vado, Bruno e Leléu Ulloa. Se estiver ao lado deles, conte sempre comigo.

Cordialmente

Comendador Eloi de Souza Ferreira.’.

Gilberto Werner (20/11/2014) - Porto Alegre/RS

¨CONSTRANGIMENTO ILEGAL¨

Hoje - às 14:30 horas - me dirigi para a agência da Codere - rau 24 de outubro 1241 - bairro Moinhos de Vento em Porto Alegre - para olhar as corridas do JCRGS como faço desde 26 de setembro do ano passado - dia em que também ¨fui proibido¨ por Vechio de adentrar ao JCRGS. Quando cheguei à porta apareceu um ¨segurança¨ dizendo-me apenas que eu - Gilberto Domingues Werner - estava ¨PROIBIDO de adentrar ao local.¨ Quase não acreditei. Então perguntei-lhe - como todo mundo que surpreende-se - ¨qual o motivo?¨Pelo que me respondeu ¨o homem de preto¨: ¨Não sei - apenas ordem ¨da diretoria¨. 

Então é chegada a hora de agir. Estava protelando este momento - sem querer ou desejar extremos. Agora a ¨JUSTIÇA¨ vai decidir. E ¨vai¨ entrar ¨abalos morais¨ e tudo mais que for necessário.

Nada mais me restou do que ligar para meu advogado pedindo-lhe instruções o que de pronto foi feito. Dirigi-me à Terceira Delegacia de Polícia e registrei a ocorrência - não sem antes me resguardar de testemunhas que estavam presentes à ocasião do ocorrido.

Infelizmente - para mim - por enquanto o turfe acabou. Não consigo compactuar com ¨grupos políticos¨ que atuam dentro de um clube centenário como o Jockey Club do Rio Grande do Sul. ¨Grupelhos políticos¨ que possuem ingerência e parceria agora definitiva com ¨Codere da vida¨- ¨agência de jogo de suga do MGA deste mesmo clube. E que ¨baixam a cabeça para este mesmo ¨presidente¨ que determina - ao seu bel prazer - ¨quem pode ou quem não pode¨...

Não consigo compreender também o que ¨se passa na cabeça¨ daquele apostador que - todo o dia - frequenta essa Codere e não ¨se flagra¨que o aluguel mensal onde está estabelecida esta ¨agência de jogo¨ é de mais de trinta mil mensais. Dinheiro este que sai do bolso deste apostador contumaz e muito mais para ¨sustentar Codere e todos os seus funcionários¨. Acredito serem ¨doentes¨todos aqueles que diariamente frequentam a Codere. É pois um ¨caso de saúde pública¨ e não de ¨vício em jogo no caso em turfe¨...

Anderson Farias Lima (20/11/2014) - Niteroi/RJ

É impressionante. A gente vive num país onde a corrupção e a incompetência reinam... Cada dia se descobre um novo rombo nos cofres públicos... Aí a gente tenta se distrair, escolhe um esporte como o turfe e tenta fazer umas apostas no Cristal... O que está acontecendo com o Cristal? Agora virou moda que após correr o primeiro páreo, esse dando sempre um azar, sai tudo do ar... Quanta incompetência!!! Um dia é a chuva forte, outro é um carro que bate no poste, outro é que alguém espirrou forte no hipódromo, outro é um meteoro que passou a um milhão de luz de distância da terra... Qualquer coisa é motivo para sair do ar... Qual é!!! Parece que é administrado pelo PT... Sem falar num cavalo como o enjoy, que corre quatro vezes, não faz nada e, de repente, ganha fácil com rateio enorme... Tem alguma coisa errada!!!

Fred D’antonio (20/11/2014) - Maria da Fé/MG

Li atentamente aos posts dos niteroienses Marco Antonio e Aurélio, concordo com os dois. Francisco Leandro está montando principescamente,como diriam os veteranos turfistas, incrível o desenvolvimento da carreira desse rapaz, mas para mim, no momento e já há algum tempo o melhor jóquei brasileiro é o Domingos, faz jus ao apelido de "Monstro" que ganhou entre os portenhos, mas o futuro de F Leandro é espetacular. (o presente já é)

A punição ao Mazini achei excessiva, se comparada a outras aplicadas a supostos "malfeitos" rsrs. é um rapaz simples, que sem montar pode se perder de vez, no GP Brasil de 2009 eu estava ausente, e minha mulher foi ao prado naquele domingo levando meus filhos, a atenção que o bridão matogrossense deu às crianças foi comovente, sem um pingo de máscara e dividindo o melhor momento de sua vida, isso conta.

Por falar em jóqueis, que coisa têm sido as atuações desastradas do E Costa, e incrível o número de suas montarias, enquanto isso, pouquíssimas chances para jovens promissores. E no Cristal quem vem montando o fino é Lucas Conceição, que passou por um drama há quatro anos, quase morreu, hoje pilota com um cordão cervical e emplaca pules altíssimas, além de ser muito confirmador.

Sempre me animo a falar de jóqueis, sou um grande admirador da arte da pilotagem.

Abraços, Fred.

Pasqual Evangelista (20/11/2014) - Valinhos/SP

Sobre o MAZINI

Eu como turfista torço para que o Mazini volte o mais rápido possível,

Pela ansiedade demostrada por ele acredito que ele aceite a proposta e retire a ação que move contra o JCB.

Mas será isso o justo??? Não estaria admitindo sua culpa ao agir assim? Em toda minha vida de turfista nunca tinha visto tanta perseguição a um jóquei como a que sofreu o Mazini desde que perdeu o seu agente. É facilmente comprovável que deixou de disputar estatísticas muito mais em função de suspensões do que de desempenho.

A suspensão de um ano dada a ele por falta de empenho se levada a sério apenas nos últimos 3 páreos de cada reunião iria nos deixar sem os melhores jóqueis por um bom tempo. É comum encontrar poule abaixo de 2,50 pilotado pelos melhores jóqueis nas últimas posições. É só conferir o retrospecto.

Marco Antonio Santos (20/11/2014) - Niteroi/RJ

Grande vitória do jockey Francisco Leandro, cada dia vai se firmando mais no disputado turfe argentino. Não tenho dúvida em afirmar que a chegada dele para atuar nos hipódromos portenhos foi fator determinante para o declínio do Ricardo. Ele tem características parecidas com o Ricardo, é veloz e se folgar na frente só vão pega-lo na cocheira. A partir de sua chegada, cada vez o Ricardo tem um número menor de montarias.

José Augusto Seabra Sales (19/11/2014) - Brasília/DF

Ontem foi realizada mais uma reunião do plenário da Câmara Setorial de Equideocultura do MAPA. Com a pauta sempre extensa teve destaque para o Turfe: a nova versão da IN sobre o Plano Geral de Apostas em vias de publicação; a revisão do Código Nacional de Corridas com redação finalizando; atualização do Regulamento de Classificação das Entidades Turfísticas. Após 6 anos de participação na Câmara pude presenciar um novo marco para o relacionamento do GT de Revitalização do Turfe com a comunidade turfística, com a interseção direta do Presidente Flávio Obino Filho ficou acertado que o GT Turfe brevemente convidará todas as associações e entidades afins pa ra reunião a ser realizada na sede da ABCPCC, abrindo assim um canal de interlocução para uma participação maior da grande parcela de representatividade do universo do Turfe.

Podemos até discordar, o que temos que fazer é darmos sugestões para novos caminhos.

Marco Aurélio de Souza Lage (19/11/2014) - Niteroi/RJ

Foi com grande satisfação, que li neste site a possibilidade de concederem ao meu xará, Marcos Mazini,

o término de sua punição, podendo o mesmo voltar a montar num futuro bem próximo. 

O Mazini só precisa de responsabilidade e empenho, pois,a arte de montar ele domina como o primeiro ou um dos primeiros, na Gávea/Brasil.

Mazini o restante se concretizado o acima, é contigo.

Márcio J.R. Oliveira (19/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

PROVA ESPECIAL PLENTY OF KICKS,99%,animais treinados na Gávea coisa Rara de se ver.

Att.Márcio Oliveira

Ivor Lancellotti (18/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Gente! Por favor! Vamos falar de cavalos?

Luiz Fernando Dannemann (18/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

A bem da verdade!

Uma alma caridosa com entrada garantida no reino dos transparentes me escreveu dizendo que soube – de fonte limpa -, que a contratação do site, junto a pessoas da relação do atual superintendente – não a exemplo do seu lançamento -, não custara uma “soma milionária” e sim um preço condizente com a sua baixa reputação no mercado. Para cuidar do projeto, na contra mão disso, uma grande equipe teria sido contratada...

Jadir Gardil (17/11/2014) - São Paulo/SP

Não está sendo facil......Quanta choradeira existindo neste site. O que deveria ser gostoso de ler, ser informativo com relação às corridas, informações oportunas etc e tal, virou politicagens, inveja de corridas bem organizadas,só porque não estão lá participando da festa.

Alem de um puxa-saquismo, um maria vai com as outras que dá vontade de chorar.

E antes que me perguntem se sou proprietário, sócio ou outra coisa qualquer, informou que sou simples apostador, mas tenho o direito tambem de emitir minha opinião, pois sou leitor do Raia Leve, como a palavra mesmo diz....Leve.

Luiz Fernando Dannemann (17/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssimos Antonio Moura e Waldir Souza,

Eu seria capaz de jurar a vocês que teria preferido que o “DESCONHECIMENTO”, a “REPRESÁLIA”, e principalmente a “SACANAGEM” fossem destinadas apenas a minha pessoa, deixando o Turfe fora desse imbróglio. Mas infelizmente não é assim que acontece...

Doravante não vou mais me referir a determinada facção perigosa que fez morada no JCB, disparando contra o Turfe uma desvairada ineficiência gerencial como sendo “Pilares do LECCA”, mas sim, “Capachos do Palermo”.

Quando Celtic Princess, “horse of The Year”, acabou de cruzar o disco vencendo uma sensacional prova de grupo na Califórnia – abrilhantando a criação brasileira -, eu recebi, quase na mesma hora, três ligações: Uma do David Polmon, conhecido turfista, outra do Gonçalo Torrealba, e outra do Dalto Duarte que estava ao lado de Dulcidio Guignoni.

Vocês não podem imaginar a reação do Dalto que, simplesmente, chorou de emoção não conseguindo sequer terminar a ligação.

Aquilo que acabara de ocorrer, era TURFE puro! 

O que os capachos fazem é SURFE, eles gostam, apenas, de pegar carona na onda do nosso segmento. Os deuses do mar e demais síndicos, são muito generosos com eles.

Boa semana!

Ciro José Seixa dos Santos (17/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Senhores,

É sabido por todos os turfistas que o "pilar" deixado pelo LECCA e herdado goela abaixo pelo atual Presidente tem pouco conhecimento para fazer parte da gerência de turfe.

Ele prefere se preocupar em puxar o saco dos atuais Vice Presidentes e nomenado seus animais para serem homenageaos do que de fato estudar a fundo os animais e verificar o que sempre o Dalto Duarte disse sobre os craques por ele montado, como a craque Celtic Princess.

É a mistura de ignorância com puxa saquismo.

Vamos seguindo em frente.

Ciro Seixa dos Santos

Gilberto Werner (17/11/2014) - Porto Alegre/RS

TRISTEZA

 

Sempre esperamos com muita ânsia a ¨semana do Bento Gonçalves¨. Sempre esperamos com muita vontade e alegria esse reencontros durante os páreos do ¨Bento¨. Lembro de um ¨Bento¨nos anos da década de oitenta em que ficamos muito tempo conversando eu o Zé Ricardo e o Antônio recém chegado do Rio. Ficamos sentados um banco do Paddock e quando vimos já ia correr o Grande Páreo. Então aí é que falamos sobre as possibilidades daqueles que o correriam. Tal eram a importância de TODOS o assuntos a serem colocados em dia naquele momento.

Esses reencontros tinham a importância das grandes amizades, tinham o calor dos grandes momentos que somente em um ¨Bento¨ eram possíveis.

Hoje - domingo - após o dia do ¨Bento¨o de de número 106 na história dos ¨Bentos¨ me encontro naquele momento de recordação. E espero - os meses de outros ¨Bentos¨ sem contar com a presença amiga do Zé e do Antônio que já não está mais entre nós.

Mas não é isso o que me machuca, não é isso o que me preocupa. O que realmente me preocupa é saber que pouco a pouco vão restringir a importância de cada ¨Bento¨. Da história de cada ¨Bento¨. Do significado de cada ¨Bento¨. Uma ¨Codere da vida¨ vai administrar as apostas das corridas do Jockey Club do Rio Grande do Sul. Vai ¨bancar¨e continuar ¨bancando¨ as apostas de cada ¨Bento¨que acontecerá na história do JCRGS.

É muita TRISTEZA para um antigo turfista - verdadeiro a apaixonado - como eu.

Waldir Alves de Souza (17/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Sr. Moura,

É verdade. A impressão que passa é que trata-se de um misto de desconhecimento com sacanagem. O novo formato do programa não deixa a menor dúvida disso.

Desejo-lhe boa sorte nas carreiras !!!

Antonio Moura (16/11/2014) - Niteroi/RJ

DESCONHECIMENTO OU REPRESÁLIA?

Sr. Waldir Alves de Souza,

A extraordinária Celtic Princess não era criação e propriedade da Coudelaria Jéssica? Ah. então está explicado!

A que ponto chegamos...

Bom final de domingo!

Antonio Moura

Waldir Alves de Souza (16/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

PÁREOS DE DOMINGO SERÃO EM HOMENAGEM A DALTO DUARTE

Esta é a matéria estampada no site do JCB em 13/11/14.

Sete são os páreos que homenageiam animais que foram montados pelo saudoso campeão, senão vejamos: Moryba, Olympic Message, I Say You Stay, Joe Diesel, Conclusivo, Mr.Lam e Dolly Max.

Deixar de elencar a CELTIC PRINCESS (atrevo-me a dizer que foi melhor que todos os PSI supracitados) só pode ser desconhecimento total. Fala sério! 

Bola fora!!!

Luiz Fernando Dannemann (16/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Gilberto Werner,

Em maio do ano 2000 num coquetel na Hípica, no Rio de Janeiro, Julio Bozano, então candidato a presidência do JCB – uma vez que a oposição já ventilava uma espécie de terceirização das apostas -, em um discurso para um publico seleto, respondeu que era contra, pois entendia que qualquer tipo de iniciativa que tendia a afastar o clube das suas obrigações seria uma demonstração inequívoca de INCOMPETÊNCIA. Quem estava presente naquele dia vai se lembrar perfeitamente disso.

Eu não tive o desprazer de ouvir as declarações que você postou aqui, tal como não tive o infortúnio de presenciar a TV TURFE emprestar o seu sinal para um “banqueiro de apostas”, representante da CODERE (e do submundo do jogo), fazer discursos, conforme acabo de ser informado por uma dos grandes turfistas que o Brasil possui.

Parafraseando o Julio Bozano, titular do Haras Santa Maria de Araras, reconhecidamente uma pessoa de muito sucesso em todas as atividades que ousou desenvolver - seguramente o maior turfista brasileiro de todos os tempos -, eu penso que se tais declarações ocorreram, elas não passaram de um ATESTADO DE INCOMPETÊNCIA de quem as proferiu, visto que se alguém em Porto Alegre precisa de uma organização espanhola (e criminosa) para “entrar na casa do apostador” é sinal que esse alguém deveria, em primeiro lugar, fazer um estágio em alguma agência dos Correios.

Por garantia eu sugiro - doravante -, aos habitantes da sua maravilhosa cidade que se previnam escondendo as carteiras e demais objetos de valor.

Quanto a malversação dos nossos equipamentos de transmissão e dos nossos microfones desviados para servir aos interesses de um CANIBALIZADOR DE MOVIMENTO DE APOSTAS, eu penso que o atual mandato do JCB (dono das imagens) atingiu o fundo do poço, sendo uma vergonha para determinadas pessoas que durante a última década se postaram – sempre -, como inimigos do jogo paralelo dentro do JCB subscrevendo ações e proferindo discursos inflamados em AGE.

Será que fingiam Gilberto?

Pois eles que fiquem com a consciência deles na certeza de que serão os únicos responsáveis pela derrocada das corridas de cavalo, algo que se avizinha a passos largos. 

Fred D’antonio (16/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Acabo de assistir ao nono páreo no Cristal. Lamentável a desclassificação do número 2. Situações idênticas não têm gerado desclassificação. Acredito piamente na seriedade da comissão de corridas, mas a impressão que ficará para qualquer um será a de bairrismo. Isso é que dá o JCB abrir mão do feriado 15 de novembro para ceder espaço para uma reunião chata e fraca, com imensa demora entre um páreo e outro.

Não aposto mais um centavo no Cristal! Se pensam que os Uruguaios vão apostar lá pela Codere estão muito enganados. A chance de reabilitação se transforma assim no atestado de óbito definitivo do vetusto hipódromo. Uma pena.

Gilberto Werner (15/11/2014) - Porto Alegre/RS

Ao senhor Dannemann

Ainda há pouco li o seu texto e ainda há pouco vi - estarrecido - um vídeo do Vecchio ( ainda o presidente do JCRGS) falando sobre ¨a reativação do turfe no Rio Grande do Sul¨ (SIC). 

Disse o Vecchio: ¨Precisamos entrar na casa do apostador - para isso contratamos a Codere a qual vai ¨patrocinar¨o G.P. Bento Gonçalves até 2019.¨

Então senhor Dannemann nada mais temos que fazer. Desde há muito esse Vecchio vinha ao arrepio do TURFE. Agora ¨se¨ declarou textualmente mais ¨fortalecido¨ com seus laços com a Codere por esta ¨revitalização¨ do turfe. Por esta ¨parceria¨ que está fazendo com Maroñas - via Codere. Quer dizer ¨o polvo Codere¨ amplia seus tentáculos e os fortalece ainda mais com a ¨parceria¨ ou ¨conivência¨ do Vecchio.

Definitivamente - agora - O Jockey Club do Rio Grande do Sul centenário está ¨frito¨! No entender do seu atual ¨presidente¨ o clube NECESSITA de um agente de ¨mercado¨ e este agente é a Codere.

Precisa - senhores turfistas - dizer mais?

Gilberto Werner (15/11/2014) - Porto Alegre/RS

O G.P. BENTO GONÇALVES DE 2014

Hoje é dia do ¨Bento¨ de cinco (5) cavalos e do ¨concurso de chapéus¨! Não esqueçam senhores turfistas aqui do Raia Leve! 

Uma perguntinha que não ¨quer calar¨: pode existir TURFE nessa futilidade?

Luiz Fernando Dannemann (15/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Utilizo o Espaço do Leitor para dar ciência aos turfistas de correspondência enviada ao Ministério da Agricultura nesta data.

Ilma

Raquel Pereira Caputo

Chefe de Divisão

Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo

Ministério da Agricultura

Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Anexo B, sala 124

Brasília – DF

Prezada Raquel,

Hoje é dia de CODERE; é dia de festa no submundo da contravenção!

O dia amanhece como uma nova esperança para os credores da empresa espanhola CODERE que agoniza na Bolsa de Valores de Madrid: É dia de aproveitar o presente que a atual administração do Jockey Club Brasileiro lhes proporciona deixando-a livre para utilizar a Carta Patente do clube sem qualquer tipo de concorrência.

Hoje, ao invés das centenárias tribunas, a única dependência do Hipódromo da Gávea disponível será uma sala que exibe imagens de hipódromos americanos concomitantemente à exploração de apostas (paralelas às próprias instituições internacionais) sem que o JCB exerça qualquer tipo de gerencia ou auditoria, captação essa que não contribui com nenhum real para a decrescente criação brasileira de cavalos e muito menos para a combalida classe de profissionais do turfe. 

Manter o TURFISTA afastado do TURFE na cidade do Rio de Janeiro, em pleno sábado, fomentando o bolso dos contraventores que bancam apostas em pleno Hipódromo da Gávea não se trata apenas de um flagrante desrespeito a Lei do Turfe, é, sobretudo, uma ação irresponsável e suicida contra a própria atividade hípica que agoniza diante do cometimento de uma das maiores barbaridades na história das corridas de cavalo em todos os tempos.

Interessante ressaltar que um dos maiores prejudicados é o próprio JCRGS na cidade de Porto Alegre (distante 1.600 quilômetros do Rio de Janeiro) que perde visibilidade e principalmente apostas pela dispersão dos turfistas, clube de corridas esse que, por utopia, adotou a CODERE em seu estado franqueando-lhe a Carta Patente, uma ferramenta indivisível.

Com uma das mãos a CODERE acena com um patrocínio, com a outra canibaliza as apostas, concorrendo criminosamente com o MGA nacional na proporção em que desvia recursos para fins jamais previstos na Lei, não fosse uma antiga maracutaia que ousou burlar a legalidade, zombar dos objetivos da Lei do Turfe e ludibriar funcionários do MAPA que por sua vez, agora, finalmente, parece abrir os olhos para o maior GOLPE já aplicado contra a equideocultura brasileira.

Fui informado pela Ouvidoria do MAPA - aos cuidados do Sr. Irineu dos Santos -, em resposta a uma correspondência que enviei recentemente, que a “previsão do tempo” não aponta “dias tranquilos” para os atuais administradores dos clubes hípicos que insistem em manusear as Cartas Patentes como se fossem objetos pessoais.

Estou muito confiante que a “nova República” que será erguida após este festival de escândalos vindos à tona a partir de divulgações que estão sendo autorizadas pelo próprio Ministério Público, possa ser norteada pelos bons ventos da justiça... E que as nossas instituições consigam sair fortalecidas para poder enfrentar os verdadeiros inimigos desta nação.

Luiz Fernando Dannemann

Sócio do JCB, turfista e criador

Em faze final de liquidação de um dos principais planteis de PSI em solo brasileiro 

Luiz Fernando Dannemann (14/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

PROCURA-SE

Alguns sócios do JCB – os mesmos que sempre protestaram contra a injustificável falta de transparência na administração de um clube -, estão a procura de alguém que possa responder três perguntas importantes:

1- Qual teria sido o custo do novo site de apostas para os sócios do JCB? (Juram que atingiu uma soma milionária)

2-Quanto teria sido despendido do caixa do clube para o lançamento daquela extraordinária peça promocional? (juram ter sido escorchante)

3-O que teria acontecido com os felizardos responsáveis pela criação do site? (juram que passaram de “fornecedores” a funcionários do JCB com direito a salário de PILAR (marajá).

Qualquer informação sobre as presentes demandas favor contatar a redação do Raia Leve. 

RECOMPENSA: 

Ser reconhecido e distinguido como agente da verdade já que o JCB é de propriedade de quase seis mil famílias o que representam, cerca de 24.000 pessoas, um número que exige respeito e, sobretudo, transparência. 

P.S.

(infelizmente não podemos oferecer qualquer retribuição financeira pelo “paradeiro” das respostas já que a nossa taxa de manutenção continua inalterada, não temos participação em negociação de títulos, não temos receitas provenientes de aluguel e muito menos espaços disponíveis para locação).

Gilberto Werner (14/11/2014) - Porto Alegre/RS

O QUE SE TORNOU INESQUECÍVEL DE UM CERTO ¨BENTO¨.

Naquele Bento iam correr os melhores cavalos do Brasil. Estavam inscritos ¨Lohengrin¨- ¨Xadrez¨- ¨Verdugo¨- ¨Ejaro¨. ¨Sensato¨ de Montevidéu. ¨Esclavo¨ de Pelotas. Vários craques de Porto Alegre e um tal de ¨Chaval¨ da Argentina.

Era o primeiro ¨Bento¨ no Hipódromo do Cristal e o primeiro na história de todos os ¨Bentos¨ que seria corrido no mês de dezembro já que tradicionalmente novembro é o mês do ¨Bento Gonçalves¨ em Porto Alegre. Para tudo havia uma explicação: um pouco antes, mais precisamente no dia 21 de novembro de 1959 havia inaugurado o Hipódromo. E tudo era muito estranho: os pavilhões ainda sem o conhecimento do público turfista. A pista de um comprimento jamais visto aqui pelo sul: 1.938 metros de um ¨areial¨ que ¨enterrava¨ quase até ao boleto dos cavalos.

O ¨partidor¨ desse ¨Bento¨ inaugural ( 3.000 metros)ficava do outro lado da reta de chegada. Todos haviam se acostumado nos Moinhos de Vento a ver a ¨partida¨ bem perto da cerca - na retinha de chegada - dos Moinhos de Vento. Lá eram 3.200 metros - quatro vezes passavam os cavalos por nossa frente e ouvíamos as vozes e os gritos dos jóquei na ¨tocada¨ final.

No Cristal tínhamos que ¨adivinhar¨ as blusas na distância para que pudéssemos identificar cada cavalo. Isto era muito estranho para todos nós. Nos sentíamos perdidos e muitos animais correndo eram apenas identificados por ¨algo¨ mais estranho ainda: a voz do Vergara Marques nos ¨alto - falantes¨ do hipódromo...

Então a chuva aconteceu no Cristal. Era muito barro e era muita água naquele fim de tarde quando foi dada a largada para o ¨Bento¨. O ¨lote¨ de animais passou por nossa frente ¨a primeira vez¨ - vinham agrupados e difíceis de serem identificados tal era a chuva e o barro da raia. Quando passaram o vencedor e iriam adentrar a reta oposta - uma blusa ouro com faixa preta molhada pela chuva e ¨tapada¨ de barro tomou a dianteira. E logo ¨foi tirando¨ e foi galopando ¨solto¨ na dianteira.

Na curva final, logo após terem completado a volta da pista do Cristal, a ¨blusa dourada com a faixa preta¨ já tinha vários corpos na frente dos demais. E assim entraram na reta final. E assim percorreram toda aquela reta final - ¨Chaval¨ o argentino montado pelo maior ídolo gaúcho de todos os tempos - Antônio Ricardo cruzou então o ¨disco de chegada¨- ¨disparado¨ na frente e sob os gritos e os aplausos e a euforia de toda aquela multidão que se encontrava naquele fim de tarde no Cristal.

Depois - não me perguntem mais - eu não saberia lhes contar de tudo o que aconteceu porque - molhado e embarrado tanto quanto ¨Chaval¨ e Antônio Ricardo - eu estava lá no barro da raia e na chuva e no momento para abraçar meu ídolo - eufórico e tonto pela emoção jamais sentida em minha vida. Já lá vão mais de cinquenta anos desse momento de turfe. Muita chuva caiu na raia do Cristal. Mas o turfe tem disso.

Um TURFE vivenciado e amado - jamais esquecido porque quando se é jovem - todas as grandes emoções serão aquelas que norteiam nossa vida e que no coração para sempre permanecerão.

Omar Tárik de Medeiros Vargens (14/11/2014) - Brasília/DF

Em meio a todas as justas críticas que assolam também a transmissão das nossas carreiras pela televisão, gostaria de elogiar o responsável pela trilha sonora que embala as quintas turfísticas no Cristal.

Seleção variada e animada, parabéns!

Claudio da Silva (14/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Depois de tanto tempo, com reuniões com 30 minutos de espaço entre os páreos, surge essa sugestão de baixar o tempo para 20 minutos. Parece opinião de alguém conhecido do Palermo. Pior do que isso, eu acho começar as corridas às 15:15, com onze páreos não consigo esperar para jogar os dois últimos pelo retardamento levando-se em conta o atraso, o término fica em torno das 21 horas. Muito cansativo.

Helio Balsa (13/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr Ernesto Genzini Junior

Até acho que deveria ser testado, mas dez minutos prá lá ou prá cá, nossas mulheres sempre continuarão "resmungando", elas acham que as estamos trocando pelos cavalos e em alguns casos até estão mesmo, pois os animais nos estendem elas nem sempre KKKK. Sou a favor da enquete, apesar de achar que nada vai mudar.

Helio Balsa

Helio Balsa (13/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Dr. Sergio Livramento

Fiquei feliz em saber que também é leitor do Raia Leve, apesar de longa ausência, continuo torcendo para o Stud Turfe do amigo e lembrando muito do passado BNDES x BANERJ, (daquela pessoa não). Teremos outra Bárbara do Truc. Um abraço.

Helio Balsa

Ricardo Bellens Porto (13/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Embora concorde que nas reunioes "solteiras" o tempo parece custar a passar, me alinho a posiçao expressada pelo Sr. Antonio Moura.o intervalo de 20 minutos entre um pareo e outro e exiguo e vai acabar atropelando estudos , apostas etc. Sou a favor da Enquete.

Gilberto Werner (13/11/2014) - Porto Alegre/RS

Ao José Antônio Barros do RJ.

Aqui pelo sul SEMPRE houve o costume de se dizer ¨Festival do G.P. Bento Gonçalves¨ não em apenas um único dia de corridas ou seja o dia do G.P.Bento Gonçalves. Antes, quando o sol amanhecia na raia do Cristal na sexta feira, começava o ¨festival¨ do Grande Premio no alvoroço dos profissionais do turfe. Então contagiava a ¨nação turfista¨ desde o centro de Porto Alegre, estendia-se pelo dia, e ao entardecer desta sexta feira quando realmente começavam as corridas. Era um ¨FESTIVAL¨ com letras maiúsculas até a noite de segunda feira. Então havia o encerramento e a despedida de todos com o ¨G.P. Delegações Turfísticas¨na distância de 1.820 metros.

Nesse espaço dos dias haviam churrascos nas cocheiras onde antigos amigos se abraçavam e se reviam. Comemorava-se o TURFE de uma maneira inimaginável aos turfistas de agora. No sábado à noite havia o baile. E ¨quê¨baile! Era a sociedade de Porto Alegre e do estado do Rio Grande do Sul que se encontrava. Se bebia e se comemoravam emoções. E a expectativa do Grande Premio estava em TODOS os jornais, em todas as rádios. 

Então, quando amanhecia o domingo do grande dia, já encontravam-se pelo hipódromo aqueles que lá procuravam todas aquelas emoções. 

Os primeiros a chegarem era o ¨Mambirão¨que morava em Belém Velho. Era o ¨Ciloca¨ que morava no Mont Serrat. Era o ¨Fanfa¨, o ¨Doutor Manardi¨, o coronel ¨Bitanca¨, o ¨Cigano¨ e os irmãos italianos: o Francesco, o Caetano e o Guto. O Sayão Lobato também permanecia todos os dias e abrilhantava com a sua presença amiga.Todos já não participam mais do ¨Festival do Bento¨. E não participarão nunca mais de um ¨festival¨ do Bento Gonçalves. E talvez, se aqui estivessem, não encontrariam mais ¨um festival do G.P.Bento Gonçalves¨como antigamente.

Agora apenas os cavalos correm nos 2.400 metros da nova raia do Cristal. Aqueles que são lembrados - e muito lembrados - ainda estão por lá e os encontro sempre que desejar em minhas lembranças mesmo fora daquele mágico mundo das corridas...

Christian Sharp (13/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. José Antonio Barros

Parabéns para você Turfista . 

Após a sua publicação aqui no Raia Leve reclamando dos "especialistas " do JCB sobre o aviso das corridas no Cristal , eles verificaram o tremendo erro e já o retificaram.

Como você mesmo disse , eles querem acabar com o Turfe contratando " especialistas" que não entendem nada da matéria e pior não querem ouvir a opinião dos frequentadores .

Grande abraço

Antonio Moura (13/11/2014) - Niteroi/RJ

TEMA PARA ENQUETE

Ao contrário do ilustre Sr. Leo Friedberg que compartilha da sugestão do turfista Ernesto Genzini no sentido de reduzir para apenas vinte minutos o espaço de tempo inter-páreos, entendo como temerária a ideia de se mexer num procedimento centenário da atividade, aqui e onde quer que existam neste vasto mundo corridas de cavalo.

Não custa lembrar que alguns páreos demoram um pouco mais a confirmar, existe a repesagem, o ritual da fotografia da vitória, o estudo na boca do guichê para a próxima aposta, a troca de opinião com os amigos, o indefectível cafezinho, etc.

Além do mais estamos falando de uma sociedade conservadora até a medula, que demora mais de cinquenta anos para alterar (para muito pior) o programa da reunião e que faz ouvidos de mercador às unânimes reclamações da maioria dos turfistas; claramente não será nesta questão de horário que veremos experimentos, desnecessários a meu modesto ver.

Mas como se trata apenas da minha opinião, nada mais do que isso, talvez os editores do Raia Leve entendam que o assunto se presta a uma das hatibuais enquetes aqui do site.

Antonio Moura

Luiz Fernando Dannemann (13/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Da série “Recordar é viver”

Revendo os meus arquivos deparei-me com uma correspondência que chegou aos sócios durante a campanha de 2012, assinada por Luiz Alfredo Taunay (atual Conselheiro do JCB), que faço reproduzir, na íntegra, ao final desta postagem.

No elenco de razões expressadas pelo ex-presidente do JCB tidas como decisivas para “avalizar” o atual síndico, coisas muito interessantes foram escritas e que merecem ser lidas novamente:

“Fechou praticamente a Sede do Centro com o desativamento de diversos serviços de utilidade dos sócios”;

Comentário: O atual síndico, não satisfeito com o percentual de “terra arrasada” deixado pelo seu antecessor, tratou de DESATIVAR tudo aquilo que ainda restava de pé fazendo crescer as ações da COMLURB na bolsa de valores.

“Aumentou a taxa de transferência de títulos de R$ 6.500,00 para R$ 60.000,00, o que provocou a redução do valor do título para menos de R$ 10.000,00 (dez mil reais), o menor nos últimos 15 anos”; 

Comentário: Não satisfeito com o aumento de 1.000%, promovido no antigo mandato, para não ficar atrás, o atual síndico – desmoralizando seu avalista -, tratou de aumentar o valor para R$ 100.000,00, um feito histórico e retumbante.

“Firmou aditivo contratual com a Codere, flagrantemente nocivo aos interesses do Clube, aditamento que anistiou a Codere de pagar valores expressivos ao JCB”;

Comentário: Visando não desmoralizar o aval dado, com relação a vida da CODERE no atual mandato, prefiro olhar pelo lado positivo já que o atual síndico está concorrendo (na condição de favorito) ao prêmio de “Homem do Ano” promovido pela Prefeitura de Tijuana. 

“Fez contratações e pagou gratificações a novos funcionários, absolutamente injustificáveis, em montantes também não revelados”.

Comentário: Será que a profissão de VIDENTE é mais pródiga do que a de ADVOGADO?

“Extinguiu o pagamento, com desconto, da taxa de manutenção dos sócios, também um direito antigo do associado”.

Comentário: O atual síndico dando mostras de ter entrado para o mundo dos intelectuais, fez com que a Taxa de Manutenção virasse inspiração para quadros de Fernando Botero...

Em outra parte do texto, marcada com o (i) Taunay fala que a “EXTENSÃO PARA O PIÃO DO PRADO DA SEDE DA LAGOA” teria sido um dos requisitos fundamentais para que ele avalizasse a campanha do atual síndico.

Comentário: Se equivocado com o uso do verbo ESTENDER utilizado por Taunay na sua carta aos sócios, movido pelas melhores intenções, o atual síndico tratou de fazer com que o “Pião do prado” passasse a fazer parte da lista patrimonial dos felizes arrendatários do espaço.

No item (iii) Taunay fala da “Utilização adequada da Sede do Centro”.

Comentário: O atual síndico entendeu que poderia ser interpretado como ADEQUADO transformar a Sede do Centro em moradia de morcego. Nesse ponto como foi impedido de ceder um terreno do hipódromo para que um fiel companheiro pudesse implantar um ALBERGUE, em represaria ao Prefeito malvado, resolveu criar um “hostel” para os pobres ratos de asas que peregrinavam – sem teto -, pela Avenida Rio Branco. 

No item (iV) ele fala das “melhorias na gerência de turfe”.

Comentários: Neste ponto é preciso sair em defesa do atual síndico já que ele se enganou ao imaginar que os “gerentes do LECCA” haviam sido tombados junto com as Vilas Hípicas pela Prefeitura Municipal.

Taunay fala também que o turfe estava “sem comando aumentando o déficit” e ressalta também o “gigantesco passivo trabalhista”.

Comentários: Em atenção aos anseios revelados por Taunay, o atual síndico, visando diminuir o déficit do JCB no segmento hípico, resolveu não promover corridas no próximo sábado no Hipódromo da Gávea, poupando o caixa do clube do pagamento de prêmios e diminuindo o contrato de Prestação de Serviços com a empresa de limpeza, assunto que vinha incomodando muito uma de suas Pilares (assunto para uma outra hora). 

Quanto ao Passivo Trabalhista, tomando o caso do “Quinquenio” como exemplo, o atual síndico não satisfeito com o prêmio que fatalmente fará jus no México, tem esperança de concorrer também ao “Homem de Visão 2014” o que daria ao seu valoroso currículo um salto ainda maior de qualidade. 

Ao final refere-se ao então candidato como sendo um “administrador sensato”...

Comentário: Tradução de sensato: Aquele que demonstra bom senso; equilibrado; que se comporta ou pensa de maneira cautelosa; precavido; prudente; convicto em seus costumes; sério; que se comporta de modo coerente; discreto.

E agora Taunay?

Íntegra da Carta de Luiz Alfredo Taunay ao quadro social

Carta de Luiz Alfredo Taunay

Luiz Alfredo Taunay – Jockey Club Brasileiro

Rio de Janeiro, abril de 2012.

Prezados Consócios e Consócias,

Peço sua especial atenção para a leitura da presente, pois no próximo dia 31 de maio teremos eleições para o quadriênio 2012/2016 e, como Presidente do JCB de 2000 a 2008 e sócio há 40 anos, preocupa-me o destino do clube.

Como é sabido, indiquei e apoiei o atual Presidente na eleição de 2008 e gostaria de deixar claro aos sócios porque o atual Presidente não conta mais com o meu apoio e não goza mais da minha confiança.

Logo em seguida à sua posse, constatei o equívoco da minha decisão.

O atual Presidente passou a tomar decisões sempre sem consultar ninguém, como se fosse dono do Clube.

DECISÕES CONTRÁRIAS AOS INTERESSES DOS SÓCIOS E DO CLUBE

A título exemplificativo, citarei algumas medidas adotadas pelo Presidente contrárias aos interesses e à vontade dos sócios, o que me levou desde logo, como dito acima, a me opor à sua gestão:

a) demitiu sem critério mais de 200 funcionários, criando gigantesco passivo trabalhista para a instituição;

b) tentou entregar a exploração da garagem do Centro a terceiros;

c) aumentou exageradamente os custos do estacionamento, passando a cobrar inclusive as duas primeiras horas, que eram gratuitas e representavam direito antigo dos sócios;

d) pretendeu lotear o terreno das cocheiras do JCB, sem avaliar minimamente os danos que atingiriam os freqüentadores da Sede da Lagoa e os turfistas, só não o fazendo por desistência da Odebrecht;

e) fechou praticamente a Sede do Centro com o desativamento de diversos serviços de utilidade para os sócios;

f) aumentou a taxa de transferência de títulos de R$ 6.500,00 para R$ 60.000,00, o que provocou a redução do valor do título para menos de R$ 10.000,00 (dez mil reais), o menor nos últimos 15 anos;

g) firmou aditivo contratual com a Codere, flagrantemente nocivo aos interesses do Clube, aditamento que anistiou a Codere de pagar valores expressivos ao JCB;

h) tentou realizar uma reforma de estatuto, que, se levada adiante, seria uma verdadeira calamidade para o nosso Clube;

i) tomou uma série de decisões contrárias às leis vigentes e ao estatuto, obrigando o JCB ao pagamento de honorários advocatícios – importante frisar,

excelentes profissionais – em valores elevados, mas nunca revelados;

j) fez contratações e pagou gratificações a novos funcionários, absolutamente injustificáveis, em montantes também não revelados.

k) extinguiu o pagamento, com desconto, da taxa de manutenção dos sócios, também um direito antigo do associado.

MUITO POUCO PARA OS SÓCIOS

Resumindo, pouquíssimo foi feito para o bem estar dos sócios, a não ser obras de manutenção, mesmo assim só em alguns setores do clube. Confira:

i) Sede Centro: desativação e abandono;

ii) Garagem: aumento abusivo dos preços, inclusive com cobrança das duas primeiras horas, subtraindo direito antigo dos sócios;

iii) Sede da Lagoa: interrupção da pista de cooper, ameaça de cortar a academia pela metade, além de algumas obras de manutenção;

iv) Turfe: sem comando, aumentando o déficit;

v) Aumentou o caixa e criou um passivo trabalhista gigantesco.

OBRAS NA LAGOA

Agora, ao final do seu mandato, com grande estardalhaço, dá início à ampliação de áreas da Sede da Lagoa, sem nenhuma concorrência, como se o clube fosse de um dono só e, pior, com fins eminentemente eleitoreiros. Indaga-se: por que não o fez antes, se assumiu o Clube com um caixa superior a R$ 5.300,000,00 (cinco milhões e trezentos mil reais)?

A alegação de que não tinha o “habite-se” desde 1980 é ridícula, pois o Clube jamais deixou de funcionar ou de realizar obras ao longo de décadas.

Indaga-se novamente: se demorou tanto a conseguir a licença da obra, por que não abriu concorrência para despesas de tamanho vulto? Não há resposta.

O sócio não pode viver o dia-a-dia sobressaltado com o risco de ser alterado o rumo e o destino do nosso clube por decisões isoladas e autoritárias do atual Presidente (vide os exemplos acima).

Definitivamente, é inaceitável.

Integrarei a chapa do candidato Carlos Eduardo Loretti Palermo, podendo

garantir aos prezados consócios (i) que as obras em curso na Sede da Lagoa serão concluídas, assim como a extensão para o pião do prado (estabeleci como condição para participar do processo sucessório); (ii) a redução do preço da garagem, com a volta da gratuidade para as duas primeiras horas; (iii) a utilização adequada da Sede Centro; e (iv) melhorias na gerência do turfe.

Por todas essas razões, peço o seu voto para o candidato Carlos Eduardo Loretti Palermo, pessoa de bem, correta, administrador sensato, na certeza de que o nosso Clube viverá dias melhores, para alegria dos sócios e de suas famílias.

Sergio Livramento (13/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Ernesto Gensini Júnior,

Em 18/03/14,sugeri em e-mail dirigido a Ouvidoria do JCB,protocolado sob o número 951222-57,

sugestão no sentido de,qdo não houvesse corrida com "simulcasting", o espaço entre um páreo e outro , fosse de 20 minutos de duração.

As razões que elenquei,para tal foram semelhantes as que vc listou , em sua postagem de 12/11/14. Acontece que , até a presente data, ou seja já decorridos 8 meses , não obtive qq resposta da citada Ouvidoria , fazendo-me crer ,que ela é surda ,muda e a direção cega ...

Pobre, JCB!!!

Abraços ,

Sergio Livramento

Stud Turfe

Leo Friedberg (13/11/2014) - São Paulo/SP

Inteligente a proposta do Turfista Ernesto Genzini, nas sextas feiras, as corridas na Gavea serem de 20 em 20 minutos, Bom para todos

Jose Antonio Barros (13/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Parabens ao site do JCB, pela eficácia e qualidade dos que fazem a página, colocaram festival do Bento, quinta dia 13 e domingo dia 15, e o inteligente revisor nem viu o erro gritante, por esses incompetentes que ganham muito e nada entendem de corridas de cavalos, que o turfe infelizmente está sem o prestigio que merece.

Ernesto Genzini Junior (12/11/2014) - São Paulo/SP

Sugiro para o jockey club brasileiro , principalmente em suas reuniões de sexta-feira ,fizesse um estudo para que o intervalo entre os páreos sejam de 20 de 20 minutos tornando as carreiras mais dinâmicas e atrativas , sendo que o primeiro páreo desse a largada ás 18 horas e o último ás 20h e 20 min, havendo menos gastos como energia por exemplo, sinal de satélite, credenciado fecharia mais cedo e etc...mulher de turfista e dos profissionais de turfe também agradeceriam , já que todo mundo chegaria mais cedo em casa, para aproveitar a noite de sexta-feira 

Ernesto Genzini Junior (stud turf paixão)

Luiz Fernando Dannemann (12/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Agora, peço licença ao nobre Armando, mas a postagem é endereçada ao atual síndico do JCB aquele que foi “reeleito” em 2012 para dar continuidade à política perversa do seu companheiro LECCA. Neste ponto apenas uma pessoa teria condições de ser pior mandatário do que o seu antecessor, o “Original”: 

A sua Cópia. 

É isso mesmo, o atual mandatário não passa de uma cópia fiel, ou ainda piorada, do antigo, infiéis personagens, os dois, de uma história triste que somos obrigados a assistir dentro da nossa própria casa, contra os quais nos vemos, continuadamente, impotentes no papel de conseguir controlar a sangria dos nossos ideais que se esvaem, dia-a-dia, pelos bueiros da irresponsabilidade.

Não há qualquer adjetivo em todos os dicionários de língua portuguesa que eu possa utilizar aqui para qualificar o resultado do atual mandato, que, ainda no terceiro ano de vida, agoniza - moral e institucionalmente -, conseguindo fechar a melancólica ACUMULADA de erros ao fazer com que o JCB – uma instituição centenária -, perdesse uma ação coletiva movida pelos seus próprios empregados, ação essa que tinha como único objetivo rever uma injustificável penalização, quando maus dirigentes resolveram poupar da maioria aquilo que ousam esbanjar com uma (polêmica) minoria.

O atual mandato que atua sob uma verdadeira enxurrada de recursos financeiros (que vêm de todos os lados) quer em forma de alugueres (vagas, lojas, escritórios e espaços) quer por altíssimas (e não prometidas) taxas de transferência de título, quer pela elevada (e discutida) taxa de manutenção, conseguiu a proeza de exigir com que funcionários do clube e profissionais do turfe (99% deles) vivam ainda abaixo da “linha de pobreza” em que viviam, três anos antes, uma desgraça coletiva, impondo e consagrando, da forma mais desumana possível, a pior entre todas as receitas: 

Salários represados; prêmios defasados. 

Ter perdido a ação do “QUINQUENIO” é apenas mais um ATO do teatro mesquinho e cruel deste indivíduo que optou por trilhar o perigoso caminho de INVESTIR contra os nossos funcionários, pessoas pobres, que dão a vida deles para levar adiante as corridas de cavalo, que dão o sangue pelo clube e pelo Turfe, ideal que ele encontra-se distante centenas de quilômetros. 

O CALOTE do Quinquênio foi um dos atos mais sádicos (dos muitos) levados a efeito pelo “Original” (seguido, fidedignamente pela “Cópia”) digno dos piores atentados terroristas, orquestrado por aquele que hoje está pagando um belo preço por ter investido com crueldade contra os nossos “pobres” funcionários... Coisas do destino. 

Pior do que o ORIGINAL só mesmo a CÓPIA que resolveu BANCAR aquela bravata, sabedor que 5% (embora muito pouco para pagar uma taça de vinho) faz muita falta no orçamento de 99% dos funcionários, aqueles que não foram contemplados com os altos salários que ele instituiu – monocraticamente -, para uns poucos, pessoas que não fazem parte do seu trem da alegria; àqueles que talvez não tenham oportunidade de conhecer nem sequer o aeroporto que faz decolar o jato para a cidade de Paris.

Mas do que importa tudo isso se a conta é paga com o dinheiro da viúva? De que importa o prejuízo dos outros se o atual síndico não é instado a pagar nada? (nem mesmo as contas que contraiu – particularmente ou não – na sua própria campanha ele precisou arcar)

O LECCA rasgou o Contrato da CODERE e o síndico atual fez questão de chutar os pedaços de papel;

O LECCA assinou um pernóstico “Termo Aditivo” com a CODERE e o atual tratou de fazer com que o turfe continuasse a rezar pela mesma cartilha; 

O LECCA destruiu os silos do Armazém encarecendo o trato dos cavalos e o atual tem feito de tudo para preservar os escombros; 

O LECCA constituiu a pior plataforma gerencial para o JCB – em todos os tempos -, e o atual fez questão de premiá-la e ampliá-la da forma mais irrazoável possível; 

O LECCA prometeu uma inconsequente Planta de melhorias para a sede Sede da Lagoa e o atual tratou de realizá-las a um custo ainda mais representativo para os sócios; 

O LECCA distanciou o clube do seu objetivo hípico e o atual - simplesmente -, está conseguindo expurgar até as cercas da criação nacional.

Enquanto isso o JCB - uma autêntica ficção jurídica -, continua sendo regido por um formato tão antigo e antagônico que nem os Conselheiros possuem qualquer meio de conseguir respostas para as perguntas mais simples do dia-a-dia, como: Quanto custou isso, quanto custou aquilo; quanto gerou isso, quanto gerou aquilo... 

Pobre síndico, pobre JCB, felizes funcionários e profissionais do JCB ricos, pelo menos, em dignidade. 

Christian Antoniazzi (11/11/2014) - São Paulo/SP

Parabéns ao HARAS PHILLIPSON pela vitória da sua pupila GAGA A em prova de G3 na GRAMA e em solo EUROPEU! 

Uma façanha e tanto!

Abraço a todos.

Christian Sharp (11/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Pelo visto vão aumentar mais uma vez a taxa de manutenção para cobrir o " rombo ".

Luiz Antonio Molleta (11/11/2014) - São José dos Pinhais/PR

Rodrigo Gilmar Boniszewski e outra mais. E sou contra a venda .

Alvaro M Lopes (11/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Quero parabenizar o treinador M.Ferreira pela excelentes atuações de seus animais, sempre ganhando ou se colocando, tendo um ótimo índice de aproveitamento ( talvez o melhor entre os demais ). Um profissional que não ¨ mascara ¨ as corridas de seus pupilos, fazendo correr em páreos impossíveis para voltar a sua turma , confundindo os apostadores.

Parabéns, continue sempre assim.

Abraços

Alvaro M. lopes

Luiz Fernando Dannemann (11/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssimo Armando Burlamaqui,

Peço licença ao amigo para endereçar a você mais uma postagem.

Gostaria que você – um craque em assuntos trabalhistas -, pudesse esclarecer a mim e aos sócios do JCB a questão do cancelamento do “QUINQUENIO”, um direito adquirido pelos trabalhadores do clube que a cada período de cinco anos ganhavam um abono salarial de 5%.

Como você sabe este tradicional estímulo foi INTERROMPIDO ABRUPTAMENTE pelo nosso inconsequente LECCA no ano de 2009, já que a partir de algum PILAR (ou alguns Pilares) deve ter recebido uma sinalização de que poderia dar o CALOTE nos nossos “pobres” funcionários.

Enquanto com a mão direita ele assinava o “ato institucional” mandando os empregados lamberem sabão, com a esquerda ele fez contratações, digamos, espetaculares, que por sua vez – dada a grandeza dos salários – representou para o clube uns 20 quinquenios... Por baixo. Vida que segue.

Em 2012 empossamos Carlos Palermo na presidência do clube que para minha surpresa sentou no dorso daquele PANGARÉ insistindo em “bancar” (como faz a CODERE) a ação movida pelos funcionários sem tentar promover qualquer tipo de acordo com os funcionários, algo que seria muito fácil naquela oportunidade. Os funcionários – aquela época -, teriam facilitado tudo...

Na contramão disso, tal como seu “brilhante” antecessor, ele, o “Síndico”, (movido por sentimentos inimagináveis) resolveu dar VÁRIOS QUINQUENIOS a uma diminuta relação de funcionários da sua simpatia (por coincidência eram todos “Pilares do LECCA”), promovendo aumentos significativos e profundamente irreais (denunciados aqui no Raia Leve), alguns deles que não tinham nem três anos de “casa”.

Pois bem: o “cavalo” dos antigos funcionários ganhou... E a poule que o JCB terá que pagar é uma verdadeira fortuna, algo que o clube nem possui em caixa.

E agora Armando?

Luiz Fernando Dannemann (11/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssimo Armando Burlamaqui,

Acredito que o amigo (a quem sempre prezei de forma plena e absoluta) esteja sentido comigo a partir da minha última postagem na qual eu apontei algumas contradições suas neste longo processo de aniquilação do Jockey Club Brasileiro levado a efeito a partir de inconsequentes administrações, algo que tanto o comovera no passado recente.

Visando aplacar qualquer sentimento menor (você é enorme) vou republicar uma postagem sua datada de 20 de Julho de 2010. Veja que a postagem é mais atual do que nunca... 

Sendo assim peço ao amigo que reflita sobre as suas palavras e me dê o benefício de achar que ainda estamos no mandato LECCA, uma era maldita. 

 

Armando César Burlamaqui (20/07/2010) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Luiz Fernando Dannemann

Primeiramente peço desculpas pela demora, estive fora do Rio.

O seu “desabafo” é a certeza de que ainda existem turfistas que lutam por um turfe mais digno, e que não se curvam pela sedução de migalhas ou cargos.

O atual Presidente brinca com o cargo que caiu no seu colo, sem ter nenhuma noção do que seja o Jockey Club, nem do mau que lhe causa.

O atual Presidente promove bisonhas alterações nos jogos, sem nenhum estudo prévio.

O atual Presidente deixa vago o cargo de Vice-Presidente da Casa de Apostas. Com certeza deve achar que este não é um setor importante para o Jockey Club.

Na verdade, parece que para o atual Presidente, quando o assunto é jogo, só “tem olhos” para Codere. Para Codere deu acesso as Tribunas, deu o Credenciado do Centro, etc.. . Para Codere concede sem limites e sem pensar um minuto no qual predatória e inglória é a luta do jogo bancado contra o jogo rateado.

A conivência do atual Presidente com o jogo bancado é assustadora, mas não é nova.

Para quem não se lembra, quando este exercia o cargo de Vice-Presidente de Finanças, da administração do ex-presidente Adayr Eiras de Araújo, aquela diretoria montou uma sala vip no hipódromo para os bookmakers.

A sala dos bookmakers acabou quando assumiu o Presidente Fragoso Pires. Aliás, não só a sala, mas todo acesso ao Jockey Club!

O jogo bancado é predatório. Só não vê ou assumi isso quem não quer!

“Esse parece ser o enfoque correto da questão. Não podemos ser ingênuos a ponto de nos considerarmos idiotas, ou será o contrário?”

Podem gastar uma fortuna, mas enquanto não mudarem a Lei, jogo bancado é proibido e ponto final!

Um forte abraço

Armando Cesar Burlamaqui

Jose Roberto Giancristoforo (11/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Vou render a minha burrice e dizer que o programa novo da Gávea é maravilhoso e que o sistema novo de aposta é outra coisa fora de série .

Acho que o dinheiro gasto foi muito bem aplicado e que atual diretoria é uma das melhores que já vi e assim desejo que se vão para quinto dos infernos e deixem o JCB o mais rápido possível e achem um outro cristo para administrar. Realmente já não se aguenta mais também mediocridade tanto na formação dos programas como nova formatação nova introduzida no papel programa como no sistema de aposta na internet.

Não consigo chegar a uma conclusão do que eles realmente querem se é irritar o apostador e fazer todos desistirem e ou se é incompetência mesmo.

Outro absurdo que só de uma administração do porte da atual poderia fazer , estão pagando o premio dos jóquei em um local com toda tecnologia e conforto que um servidor do JCB precisa meus parabéns , fico até abismado que o desprezo e falta de tudo e acham que os outros são os outros e não valem nada e para eles tudo de bom e melhor e devem estar se achando incompreendidos.

Luiz Renato Ribas Silva (11/11/2014) - Curitiba/PR

Carlos dos Santos, parabéns pela resposta lógica ao sr.Luiz Carlos Moleta, de família tradicional do turfe que respeitamos, mas cuja indignação é, no mínimo, estranha, ainda mais que ele, com certeza, não faz parte da verdadeira marmelada dos "sócios piratas Morgenau". Enfim, o turfe precisa de uma união decente, não a indecência atual, cujos escândalos não são inventados, mas registrados com números de autos e processos judiciais e policiais até agora, há oito anos, inquestionáveis. Vamos lutar pela união, pois aqueles que nos indignam, cabem nos 5 dedos de nossa mão. Descartáveis. O que importa é lutar por uma causa digna: o cavalo de corrida, o fundamento maior do turfe. O resto é o resto. Luiz Renato Ribas. 

Gilberto Werner (11/11/2014) - Porto Alegre/RS

PARECE QUE CHEGOU A HARMONIA

O Jockey Club do Rio Grande do Sul recebeu de seu co-irmão o Jockey Club Brasileiro um presente que deveria ser divulgado em todas as redes de turfe no Brasil: o dia quinze de novembro - sábado - um dia somente para a realização das corridas do ¨Festival do G.P.Bento Gonçalves de 2014¨no Hipódromo do Cristal. Um ¨presente¨ recebido bem antes das festas do Natal.

Um dia - sábado feriado - com as corridas do Cristal realizadas à tarde à luz do dia - como antigamente. Um ¨Bento¨ com espaço para ninguém botar defeito. Um ¨Bento¨ que poderia ¨marcar época¨ na cidade de Porto Alegre. Um ¨Bento Gonçalves¨ parecido com os de antigamente.

Eu disse ¨poderia¨ porque não vejo marketing nenhum deste presente do JCB. Não vejo nas pessoas da minha cidade interesse em participar desse ¨Bento¨. Não vejo ¨notícias¨ nos jornais - não vejo ¨conhecimento¨ por parte do público da minha cidade.

Muito mais eu vi do grenal ocorrido no último domingo. Muito mais eu vi - tanto na ¨Internet¨ quanto nos jornais e na TV - das mulheres peladas correndo pelas ruas de Porto Alegre.

Até acho que o JCRGS deveria contratar uma dessas para correr pelas ruas - pelada - somente portando ¨um cartaz¨ anunciando esse ¨Bento¨ de 2014...

Tenho a certeza que haveria de ficar na história de todos os ¨Bentos¨....

Marcelo Tomasella (10/11/2014) - Petrópolis/RJ

Senhor Antonio Moura,

O que esperar do tal "gerente de turfe"? NADA!

É uma pena deixarem aquele rapaz num posto que ele não tem condições de fazer o mínimo necessário em prol dos cavalos. Mal sabe formar os programas na Gávea ...

Espero que em breve a atual diretoria perceba isso e tomem as providencias necessárias.

Marcelo Tomasella

Luiz Renato Ribas Silva (10/11/2014) - Curitiba/PR

Moleta, então prove! Pois a maioria fica em cima do muro. Não seja você mais um deles. O turfe paranaense precisa de união, mas o bom senso caminha na contra-mão. Infelizmente, diante de tantos escândalos judicialmente comprovados, nè? Luiz Renato Ribas.

Carlos dos Santos (10/11/2014) - Barueri/SP

Sr. Luiz.

Se é fato que existe "marmelada" na ação proposta contra a administração do JCP, seria inestimável sua colaboração à todos os Sócios, Proprietários, Criadores e Turfistas que emprestaram recentemente solidariedade aquela iniciativa, se declinasse as provas que diz possuir.

Lembre-se que ao afirmar que existe a tal "marmelada" sem a apresentação das supostas provas, o Sr. inclui como participante da tal "marmelada" todos aqueles que emprestaram,de boa fé, solidariedade à Ação contra a Gestão do JCP.

Carlos dos Santos

Luiz Antonio Molleta (10/11/2014) - São José dos Pinhais/PR

Considero uma marmelada a lista de pessoas que dizem apoiar a ação contra o Jockey Club do Paraná publicada dia 07.10.2014

E posso provar

Luiz

Clodoaldo Griep de Lima (09/11/2014) - Pelotas/RS

San Isidro!

Para aqueles que apreciam as belas imagens que o Turfe proporciona, acesse no You Tube, "Hernan Ruben Vicoli Hipodromo San Isidro.

Jose Henrique Savaglia (09/11/2014) - São Paulo/SP

Bom Dia

Alguns meses atras , citei que aos comentarios para as carreiras em Cidade Jardim , eram colocadas no site muito tarde . Creio que minha observação não foi muito relevante , pois a situação continua .

São 11:00h da manhã . Infeslizmente vou ter que sair e ficar sem as informações .

Mas não se preocupem . As informações da Gavea já estão lá a bastante tempo .

Grato

Jose Henrique

Antonio Moura (08/11/2014) - Niteroi/RJ

O PROGRAMA DA GÁVEA

Como a Gerência de Turfe não está nem aí para as deficiências técnicas e visuais do seu "novo" programa e também como o turfe perde todo o seu encanto sem as corridas da Gávea, localizei, onde menos esperava, a solução para o impasse.

Para quem não se importa em gastar três folhas de papel A-4 e um pouco de tinta da sua impressora, o site de São Paulo monta o programa daqui da forma mais objetiva possível, na ordem direta dos exatos interesses do apostador, inclusive com o registro das "ocorrências " do páreo. Algo muito parecido com o antigo programa e atrevo-me a afirmar - ainda mais prático!

Quem sabe, se ainda existir por aqui um sopro de bom senso, alguém se arrisque a copiar a formatação do programa de São Paulo. Tomara que sim, mas acho que não.

Diga-se de passagem que o programa impresso através do Raia Leve é o mais completo, uma vez que atrela todo o retrospecto (5/6 últimas corridas) de cada um dos animais. Mas como comporta a impressão de 15 páginas (mais ou menos), vira uma apostila. Mas é excelente opção para quem, por um motivo ou por outro, não teve oportunidade de adquirir a Revista da semana.

Em suma: voltei às corridas da Gávea; os páreos internacionais via Codere deixo de vez para os Gênios da Lâmpada que proliferam e se multiplicam de forma assustadora. Não pretendo compactuar com esta fauna! 

Antonio Moura

Luiz Fernando Dannemann (08/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caros turfistas e leitores do Raia Leve;

Caros diretores e vice-presidentes do JCB da minha relação: Antonio Carlos Coelho, Sergio Augusto Barbosa de Barcellos, Luiz Augusto Gouvêa de Mello Franco, Luiz Eduardo Frias de Oliveira, Maria Luiz de Mendonça, Ismael da Silva Neto e Jacob Licht,; 

Caros membros do Conselho Consultivo do JCB da minha relação: Afonso Burlamaqui, Arnaldo de Souza Gomes Borges, Luis Antonio Ribeiro Pinto, Luis Felipe Palmeira Lampreia, Mario Bronstein, Paulo Roberto Arroxelas;

Caros membros do Conselho Fiscal da minha relação: Heitor José de Souza, Joubert Modesto da Silva Junior e Reynaldo Jiquiriça.

Em 10 de Julho de 2010 sob o título: “Jogo bancado não pode (ou não devia poder)”, Sergio Barcellos fez uma relevante postagem neste espaço cuja íntegra eu vou reproduzir ao final. A matéria versava, fundamentalmente, sobre a PERIGOSA relação entre o JCB e a CODERE.

Num dos trechos o nobre turfista que hoje possui o título de “vice-presidente de marketing” (cargo que na verdade é ocupado e exercido pelo líder do mandato em grau, gênero e principalmente número) faz uma importante ADVERTÊNCIA:

“Primeiro, porque o que a empresa credenciada pelo JCB está fazendo, em essência, é “bancar” jogo em corridas de cavalo fora dos guichês do hipódromo da Gávea e de suas agências credenciadas. E isso, um dia, vai acabar sendo contestado por alguém importante. Aliás, verdadeiro milagre que ainda não tenha sido”.

Quanto a esta incursão do brilhante Sergio no terreno da futurologia, uma andorinha que voou pelos bastidores do MAPA, debruçada ao pé do meu ouvido, me garantiu – para desespero de muita gente -, que este dia chegou... 

Neste ponto o JCB vai precisar rever os seus planos; vai ser obrigado a explicar muitas coisas; vai ter que arcar com pesadas consequencias; Vai precisar defender a sua Carta Patente com unhas e dentes... 

Neste ponto o JCB vai depender de uma posição FIRME de sua diretoria e de seus Conselheiros que não são coniventes com a CONTRAVENÇÃO, que não são complacentes com a presença de uma organização criminosa dentro do clube, e principalmente que não compactuam com a perpetuação de uma célula que colide frontalmente com os princípios básicos desta instituição e com aqueles que dependem dela.

É prudente reconhecer, contudo, que estas ações que atentam contra a nossa sociedade - e o segmento hípico como um todo -, só são possíveis a partir de um Estatuto altamente presidencialista então preservado, justo, para afastar qualquer possibilidade de interferência por parte de uma enorme diretoria que apenas – e tão somente -,possui o direito de emprestar o nome. 

Não foi por falta de aviso, não foi por falta de centenas de avisos, não foi por falta de milhares de avisos... 

Íntegra da postagem de Sergio Barcellos em 10 de julho de 2010:

Sergio Barcellos (10/07/2010) - Rio de Janeiro/RJ

Jogo “bancado” não pode (ou não devia poder)

Todo jogo pressupõe uma relação matemática entre a aposta e o recebimento de um prêmio no caso de acerto. Quem estabelece essa relação é a banca, leia-se, a casa de apostas.

Nas corridas de cavalo, todos os valores apostados vão para a “pedra”, ou seja, o totalizador de apostas dos hipódromos onde as carreiras são realizadas.

Desse total, o hipódromo retira sua parte e rateia o resto entre os acertadores de acordo com o tipo da aposta. É assim que funciona. Mais simples, impossível.

Quando o total das apostas não vai para a “pedra” do hipódromo onde o jogo foi feito, alguém tem que aceitar a aposta, isto é, “bancar” o que foi jogado. E, claro, pagar de seu bolso ao apostador, na eventualidade de acerto.

É exatamente isso que fazem os chamados “bookmakers”: bancam apostas em corridas de cavalo, se substituindo aos Jockey Clubes oficiais. Na Inglaterra pode. Lá, os “bookmakers” são autorizados a concorrer com os Jockeys Clubes locais. Coisa de inglês.

Mas como inglês foi quem inventou esse esporte e esse jogo, seus “bookmakers” acabam desviando para o totalizador dos hipódromos uma parte substancial do jogo que recebem. É uma forma de se defenderem. Não são loucos. Pagam a quem acerta, e recebem do hipódromo o produto de apostas iguais. Hoje, na Inglaterra, as grandes casas “bookmakers” são notórios contribuintes do volume de apostas das sociedades promotoras de corridas.

Mas no Brasil não se pode ser “bookmaker.” A lei brasileira não permite. E como não pode e não permite, até que a lei seja mudada, quem “banca” apostas em corridas de cavalo fora dos hipódromos oficiais, sofre as conseqüências do delito (contravenção) que pratica. Tudo muito simples, também.

2 - Aí, autorizado pelo poder público, o Jockey Club Brasileiro resolveu credenciar uma empresa estrangeira a “bancar” apostas, feitas em reais, nas corridas de cavalo de vários hipódromos do exterior. E chamou a isso de “simulcasting internacional.” Ou seja, inventou um nome qualquer.

Problema é que as apostas feitas aqui, em reais, não vão para a “pedra” dos tais hipódromos do exterior. Para ir, o Banco Central do Brasil (BACEN) teria que intervir e regular o fluxo de saída dos reais do país, convertendo-os na moeda dos hipódromos do exterior. Uma complicação.

Então, os reais ficam aqui mesmo. E a empresa credenciada pelo JCB “banca” com seu capital as apostas realizadas aqui, nos hipódromos do exterior. Bem, se isso é “simulcasting internacional”, minha avó é bicicleta...Mas é assim que funciona.

Há, porém, alguns erros graves de concepção no projeto.

Primeiro, porque o que a empresa credenciada pelo JCB está fazendo, em essência, é “bancar” jogo em corridas de cavalo fora dos guichês do hipódromo da Gávea e de suas agências credenciadas. E isso, um dia, vai acabar sendo contestado por alguém importante. Aliás, verdadeiro milagre que ainda não tenha sido.

Segundo, porque como o jogo em reais não vai para a “pedra” dos hipódromos do exterior, os riscos da empresa credenciada tornam-se ilimitados, e ela pode quebrar, se tiver que pagar um prêmio milionário a um apostador felizardo.

Em outras palavras, a empresa credenciada trabalha sem a rede de proteção do totalizador de apostas desses hipódromos. Age como antítese dos “bookmakers” ingleses. Não pode “descarregar” parte, ou o total, do volume de jogo recebido em reais, e, assim, minimizar o risco da operação.

Então, também com a aquiescência do JCB, a empresa credenciada criou limites ao ganho de seus desavisados apostadores. Bateu no limite, a aposta acaba ali. O jogo “bancado” vira jogo “cotado...” Ou seja, o pior dos 2 mundos.

Terceiro: ao ter sido autorizada a receber apostas de brasileiros em corridas no exterior – sem que haja um fluxo igual de apostas, do exterior para as corridas da Gávea –, a tal credenciada estrangeira passou a concorrer diretamente com o JCB, drenando para si parte razoável do movimento geral de apostas (MGA) do clube.

3 - Resumo: não importa que tipo de argumento se use, o sistema atual do “simulcasting internacional” do JCB exibe 3 tipos de incompatibilidade: (1) a legal, pois trata-se de jogo “bancado” que vulnera as leis do país; (2) a funcional, pois limita os ganhos do apostador; e (3) a mercadológica, porque concorre com o MGA das próprias corridas da Gávea. O pior dos 3 mundos.

Daí, a achar que isso é bom para o Jockey Club Brasileiro, vai uma grande e angelical distância. Não é.

Quanto aos apostadores brasileiros, adeptos do tal “simulcasting internacional” do JCB, bem, quanto a eles, quem tinha razão era o famoso Marquês: alguns adoram mesmo sofrer, e não há nada que possa ser feito a respeito...

Gilberto Werner (07/11/2014) - Porto Alegre/RS

SE TODOS OS HOMENS DO MUNDO

Este título que aí está foi de um filme francês que vi quando era bem jovem. O filme, na época, recebeu destaque na imprensa cinematográfica de Porto Alegre. Por esta razão fui assisti-lo no antigo Cine Continente - que já não existe mais em minha cidade.

Jamais me esqueci deste filme: era o transporte - as varias maneiras que foram encontradas - para transportar uma vacina que haveria de salvar um grupo de homens que estava envenenado numa aldeia de um certo país do mundo.

Não importa ¨quem haveria de se salvar¨. Não importa muito menos o motivo do envenenamento. Importa isto sim ¨salvar o homem¨. Importa a solidariedade - em todo mundo - para que a ¨salvação¨ fosse feita. E isto aconteceu no filme. E isto engrandeceu o ¨homem¨.

Senhores: no momento em que o ¨TURFE¨ está em perigo - no momento em que o Turfe Brasileiro está em perigo - é necessário ¨que todos se deem as mãos¨. Não importa se o JCRGS - JCB - JCSP - JCP tenham muitos problemas a serem resolvidos. Não importam das desilusões que cada um de nós carrega em nosso íntimo turfista.

Importa sim transportarmos - nós que ainda estamos a vivenciar o turfe - as soluções que irão salva-lo. E assim salvaremos, quem sabe, a nossa própria alma turfista.

Eu, cá por mim, tentei ajudar e não fui compreendido. Nessa terra dos homens às vezes vale mais o estigma: ¨quanto você aparenta valer¨! E não ¨na realidade o quanto você vale¨!

Estou ¨out¨- fora do círculo que produz a vida no turfe. Mas - continuo vivo - estou no mesmo barco que transporta o antídoto.

Obs. Obrigado Leonel! Obrigado Daniel! Foram por vocês que escrevi este texto.

Leonel Alvim (07/11/2014) - Porto Alegre/RS

Aos Srs. Gilberto/Zé

Para Colaborar:

Abaixo filiação da égua guarida.

GUARIDA, fêmea, nd, 01/10/1953

Criador: Criador não cadastrado

Proprietário: Proprietário não cadastrado

RULER (ARG), CAS, 1929

MISTO (URU), CAS, 1937——————————————+

| MONNA VANNA (URU), CAS, 1919

BALIN(URU), 1943———————————————————————+

| ARIOSTO (URU), CAS, 1919

NOVEDOSA (URU), ALA, 1929———————————+

NOVELERA (URU), CAS, 1922

 

RICO (ARG), CAS, 1919

SEN(ARG), CAS, 1931—————————————————+

| SENSITIVA (ARG), CAS, 1922

LADY SEN (URU), ALA, 1945——————————————+

| PAYASO (ARG), CAS, 1929

LALA(ARG), ALA, 1935————————————————+

FRASQUITA (ARG), ALA, 1924

Aproveito o ensejo, para homenagear e abraçar meu querido amigo Luizinho, irmão do Zé, desejando-lhe muita saúde.

Leonel Alvim

Daniel Rosario (07/11/2014) - Fortaleza/CE

Sr. Gilberto,

Bom dia! Não precisa esperar até amanhã. Basta entrar na página de pesquisas do studbook, que lá estará confirmada a filiação.

Abraços e boa sorte a todos nas corridas deste final de semana !!!

Marco Aurélio de Souza Lage (07/11/2014) - Niteroi/RJ

Salve o Site Raia Leve, o único a informar o cancelamento da programação do Cristal.

Gilberto Werner (07/11/2014) - Porto Alegre/RS

UMA GRANDE DÚVIDA

Hoje à tarde fui na Codere - agência Moinhos de Vento - olhar as corridas do Cristal. Houve um acidente no trânsito numa das ruas do bairro do Cristal com a destruição de um poste de luz o que ocasionou o cancelamento das corridas devido à falta de energia elétrica no Hipódromo do Cristal. 

Então a minha visita à Codere ficou na expectativa da volta das corridas no Cristal. Mas por outro lado encontrei o ¨ZÉ ¨ Morem irmão do Luizinho Morem - grandes figuras de um turfe antigo que data desde o Hipódromo do Moinhos de Vento. O ¨Zé¨Morem tem muitas histórias de turfe para contar e me contou. Falamos sobre ¨TURFE¨. É muito bom a gente encontrar alguém para perguntar: ¨Você se lembra?¨

E o ¨Zé¨Morem se lembrou de coisas incríveis e falamos durante muito tempo sobre isso. Sobre um turfe que não existe mais. Sobre pessoas e sobre nomes de cavalos que nos marcaram naquela época. Valeu a tarde sem as corridas do Cristal pelo que lembrei e aprendi com o ¨Zɨ Morem.

Mas ao nos despedirmos ficou uma grande dúvida. Algo que é muito comum entre turfistas - mas que talvez seja nesse momento o ¨germem¨ que fomenta o interesse: a dúvida - a grande dúvida sobre a ¨filiação¨ deste ou daquele craque inesquecível do passado.

No caso a égua ¨Guarida¨ recordista da distância dos 1.200 metros nos Moinhos - aquela que seu proprietário apostou que correria na ¨ponta¨ dos 3.200 metros do ¨Bento¨de 1957¨vencido pelo craque argentino ¨Buen Mozo¨. De fato ¨Guarida¨ correu na ¨ponta¨ e somente foi ¨parar¨ quando faltavam 600 metros para o ¨espelho¨. Assim mesmo ainda entrou num honroso terceiro lugar.

Mas ¨Guarida¨ era filha de quem? De ¨Balin e Lady Sen¨- como eu afirmava - ou de ¨New Year¨- como afirmava o ¨Zɨ Morem?

Amanhã vou telefonar ao Marco Oliveira e vamos saber da verdade. Coisas do ¨eterno turfe¨ e da memória daqueles que o vivenciaram...

Luiz Fernando Dannemann (06/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Christian Sharp

“Palavras ao vento” - Um estelionato eleitoral praticado sem dó ou piedade.

Muito importante e oportuna a sua postagem fazendo-me relembrar o esperançoso ambiente que regia aquele início de 2012 um ano que tinha tudo para entrar na história do Turfe pela porta da frente. Este texto que você copia foi escrito a quatro mãos... Duas minhas e duas do brilhante Sergio Barcellos responsável pela versão final.

Naquela época nós dois (eu que exteriorizo o meu sofrimento e ele que prefere disfarçar as suas angústias) acreditávamos que o candidato respeitaria a plataforma claramente definida por nós e “assinada” por ele:

1-Diálogo (transformado em monólogo)

2-Amplo Debate (transformado em silêncio)

3-Reestruturação (transformada em continuísmo)

O atual mandato transformou a divulgação de uma ampla democracia no JCB numa triste, sorrateira e melancólica “Monocracia”; a CODERE que seria expulsa dos nossos muros e da nossa única agência própria de apostas no centro da cidade permaneceu reinando soberana – tal como vampira -, chupando o sangue de todo o segmento. 

O prometido “Lucro” no Turfe foi transformado em piada nacional; o “zelo redobrado” para com a Sede do Centro e o anunciado dever de preservar os seus espaços foi transformado em terra arrasada; o prometido “Pião do Prado” que seria incorporado a Sede da Lagoa passou a incorporar sim, mas o patrimônio de terceiros; e a promessa e o clamor por uma “melhor e mais competente gerencia para a atividade hípica” foram transformados em melhor e mais competente salário para as mesmas pessoas.

Passados 30 longos meses a sua postagem é mais uma prova da minha inominável tristeza, ela me fez reafirmar o sentimento do quanto fomos enganados na nossa boa fé; do quanto a nossa bandeira de um JCB melhor foi substituída por um manto negro que esconde um abominável mar de interesses paralelos. 

Jose Roberto Giancristoforo (06/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Paulo , belas palavras, mas sei que é fácil escrever sobre alguém que sempre se portou dentro da lisura e sempre foi um profissional sem comentários, que o Dalto descance em paz e que sirva de exemplo para muito e que muito outro tenham o mesmo como exemplo de conduta e de profissionalismo.

Luiz Antonio Frank e Silva (05/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Dalto

Descanse em PAZ

Luiz Antonio

STUD ACQUA AZUL

Emilio Cabreira (05/11/2014) - São Paulo/SP

Ainda não acreditando na tragédia sofrida pela família de D.Duarte,prefiro enviar aos familiares e amigos ondas de energia e paz,para que quando pensarmos em Dalto,não sentirmos tristeza e sim vê-lo sempre cruzando o disco,indo ao encontro do Pai Eterno.

Emilio Cabreira

Christian Sharp (05/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

PALAVRAS AO VENTO

PLATAFORMA CARLOS PALERMO

Aos ilustres sócios do Jockey Club Brasileiro,

No próximo mês de maio haverá eleição para escolha de presidente e diretoria do nosso estimado clube, para o quadriênio 2012-2016.

Para aqueles que não me conhecem, me apresento formalmente. Meu nome é Carlos Eduardo Loretti Palermo e sou candidato a presidir essa nobre instituição. 

Honrado pelo apoio dos ex-presidentes Jose Carlos Fragoso Pires e Luiz Alfredo Taunay, que dirigiram o clube por 16 anos, e de sócios tradicionais como as famílias Paula Machado e Peixoto de Castro, cujos nomes se confundem com a própria história do Jockey.

Minha plataforma de ação é simples e clara, resumida na observância de 3 postulados básicos:

O primeiro deles é o da absoluta necessidade de um permanente diálogo com o quadro social, um dos maiores, senão o maior ativo desse clube.

Vários dos atuais e graves problemas do Jockey poderiam ter tido melhor encaminhamento e solução, se essa tivesse sido a regra geral nesses últimos quatro anos. Infelizmente, não foi.

O segundo, é a garantia de que projeto algum, em qualquer área de atividade, será implementado por mim, sem antes ser submetido a um amplo debate com os sócios. Isso é fundamental em uma sociedade do tamanho e da importância do Jockey Club Brasileiro. 

Acredito que a única forma do clube sobreviver e prosperar como instituição é ser um livro aberto para os seus milhares de sócios – os únicos e verdadeiros donos da digna e centenária entidade.

O terceiro, é que o Jockey Club Brasileiro não é mais uma entidade somente dedicada às corridas de cavalo. Inclusive, o segmento hípico do clube está a demandar, neste momento, uma urgente e definitiva reestruturação técnica e administrativa. 

Não se justifica sob nenhum aspecto que a atividade hípica dê prejuízos ao clube, quando deve – e pode – dar lucros.

Mas o mais importante, é constatar que as atividades sociais, tanto na sede da Lagoa, quanto na sede do Centro, precisam ser cuidadas com interesse e zelo redobrados.

Ademais, o presidente tem o indeclinável dever de manter as instalações do Jockey em condições perfeitas de uso e conservação e, ainda, de melhorar, não só essas instalações, como a qualidade e o preço dos serviços prestados aos sócios. 

O Jockey Club Brasileiro não é uma empresa, muito menos instituição financeira. E, portanto, não pode ser dirigido como tal, em prejuízo direto de seus sócios.

Em resumo, e concretamente, é imperioso para mim:

(a) Expandir a Sede da Lagoa, mediante um Plano Diretor que contemple todas as alternativas e possibilidades nesse sentido. Hoje, a Sede da Lagoa está condenada ao desgaste e ao super povoamento, se não puder crescer para além de seus atuais e acanhados limites físicos. 

Além de concluir os projetos existentes desde administrações anteriores - e só agora retomados, às vésperas das eleições -, é fundamental que a Sede da Lagoa possa também ocupar parte das áreas do chamado "pião do prado", principalmente aquelas que lhes são contíguas.

(b) Quanto ao uso da garagem do centro da cidade, há que reduzir imediatamente seus preços e, além disso, restabelecer a franquia para as duas primeiras horas de sua utilização, um antigo direito dos sócios.

A garagem da Sede do Centro não foi criada, nem deve ser entendida como um "negócio" do clube. Ela é, antes de tudo, algo vinculado ao título patrimonial por eles detido. Qualquer coisa fora disso, não interessa aos sócios do Jockey Club Brasileiro.

(c) Da mesma forma, viabilizar a utilização dos atuais espaços da Sede do Centro - sem prejudicar os sócios do clube -, consultando-os previamente sobre qualquer plano ou projeto de "readaptação" desses espaços - como hoje apressadamente se pretende -, é um dever de qualquer administração democrática e equilibrada.

(d) No que respeita à atividade hípica, devo dizer que é nada menos que intolerável vê-la registrar prejuízos. 

O que a atividade hípica precisa é de uma gerência melhor, mais competente, e, principalmente, mais técnica, de forma a fazer crescer sua receita, em termos reais. Esta é a única forma de administrá-la em prol do clube como um todo. 

Esses são pontos de honra por mim estabelecidos ao aceitar a candidatura à presidência do Jockey.

É minha firme convicção que um presidente desse clube tem que estar preparado para tratar de todos os seus segmentos, com o mesmo carinho e o mesmo cuidado com que trata do próprio patrimônio e de sua própria casa.

É esta, em resumo, a mensagem que gostaria de levar aos ilustres sócios e sócias do Jockey Club Brasileiro. 

E são estes os compromissos solenes que assumo neste instante com o quadro social.

Estou à inteira disposição de todos para debater os problemas do clube e receber sugestões de como melhorá-lo e colocá-lo, cada vez mais, a serviço de seus membros. 

Qualquer pergunta ou sugestão pode ser encaminhada para contecomigo@palermopresidente.com.br, dirigida a mim, pessoalmente.

www.palermopresidente.com.br

www.facebook.com/votepalermo

Octavio Jose Ferreira da Silva (05/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Família Duarte.

A Diretoria do Jockey Club de Campos vem aqui prestar esta ultima Homenagem ao Profissional que brilhantemente defendeu as Sedas e Fardas de seus Proprietários e Criadores em diversos Hipódromos deste nosso Brasil. 

Ficam aqui nossos Sentimentos a Família Enlutada.

Octavio José F. da Silva.

Presidente - JCC.

Octavio Jose Ferreira da Silva (05/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Família Duarte.

Fica aqui nosso carinho e sentimento neste momento difícil...

Que Deus nosso Senhor conforte esta Família enlutada...

Studs Santiago de Compostela e Siciliano e Coudelaria Brada.

Cyro Queiroz Fiuza (05/11/2014) - São Paulo/SP

Gostaria de parabenizar novamente o site Raia Leve e sua redação pela forma profissional e humana como tratou o acidente e o passamento do jóquei Dalto Duarte. Desde a primeira notícia, passando pelas atualizações, comunicação da morte encefálica e anúncio do falecimento do jóquei de apenas 27 anos. Tudo feito em tempo real, em primeira mão, sem por isso abrir mão da precisão da notícia, que é a alma do jornalismo. Até onde eu perceba, foi o único site especializado em turfe a proceder dessa forma altamente elogiável.

Sergio de Souza Leite (05/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Amigo Paulo Gama:

Não sei é lenda ou realmente uma verdade, a indicação de que pintores, escultores e escritores produzem suas obras primas quando pressionados ou emocionados por fatos tristes e de alto impacto. 

Pessoalmente, acredito nisso piamente, já que os exemplos são muitos, e acaba de ocontecer mais uma vez com o que você escreveu.

Já existem comentários neste Raia Leve e muitos outros virão.

O perfil, o caráter, o profissionalismo, a qualidade pessoal e as atitudes do garoto DALTO estão colocados, não para convencer ninguém (isso não precisava), mas para comover e emocionar a todos.

Muito lindo teu escrito.

Sergio Leite.

Eloi de Souza Ferreira (05/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

A família de Dalto Duarte:

Meus sinceros sentimentos a família enlutada. Um excepcional profissional, extremamente ético e parceiro dos seus colegas Jockeys, Treinadores e Proprietários. A pessoa desse rapaz nunca e jamais coube um comentário desagradável.

Que Deus, através de seu filho Jesus o encaminhe no reino dos céus.

Cordialmente

Comendador Eloi de Souza Ferreira.

Alexandre Dornelles (05/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Confesso que tenho certa dificuldade em lidar com as perdas! Principalmente após ter perdido meu Pai. Desde domingo quando meu telefone tocou cedo pela manhã, onde o " Helinho" me comunicou sobre o trágico acidente do Dalton, a tristeza tomou conta do CT do Haras Santa Maria de Araras! Mesmo sendo ele muito mais um Rival do que um colaborador! Mas, um rival COMPETENTE, HONESTO, ADMIRADO, RESPEITADO e em muitas vezes temido! Tive muito mais contato profissional com seu Tio Luiz Duarte, mas sempre tivemos uma relação profissional e de amizade com admiração e respeito mútua. Por diversas vezes faláva-mos de suas subidas em alta velocidade para os CTs. Mas , Infelizmente quis Deus que neste domingo passado Dalton fizesse sua última viagem em alta velocidade!! ( algo que lhe dava muito prazer!). Realmente uma perda dolorosa para todos os profissionais do Turfe, onde me incluo!! Como se não bastasse os momentos difíceis em que vivemos em nossa atividade tão Linda, mas que atravessa um difícil momento! Ainda temos estas fatalidades que nos entristecem ainda mais!!!!! Mas, temos de seguir! Pois, foi nossa escolha e é nossa paixão. Luiz meus sinceros sentimentos pelo triste acontecido e a Equipe do Haras Santa Maria de Araras sente muito esta perda! Que Deus conforte o seu coração e de todos o Familiares do Dalton.

Abraço

Alexandre Dornelles

Jessie Navajas (05/11/2014) - São Paulo/SP

Parabéns, Paulo Gama! O seu texto, tão comovente e caloroso, fez jus ao talento de Dalton Duarte.

Infelizmente, nada consegue aplacar a dor dos turfistas em perder tão promissor jóquei.

Jessie Navajas

Fernando A.Iaccarino (05/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Apesar de não conhecer pessoalmente tanto o Paulo Gama como o Dalto Duarte, sempre tive ótima impressão dos dois profissionais. Neste momento de luto para o turfe nacional, parabenizo o Paulo Gama pelo emocionante artigo que escreveu sobre o Dalto, desejando que a família do mesmo encontre forças para continuar a vida. Sugiro que todos aqui do raia leve cobrem, do jcb, uma homenagem a altura do Dalto.

Francisco Rodrigues da Silva (05/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Como turfista e proprietario sou tatalmente contrario a medida que o J C B quer impor ,sou totalmente contrario misturar eguas X cavalos e tirando o direito do proprietario de correr seu animal no pareo que lhe achar adequado.

Na resolucao do dia 04/11.

"considerando a necessidade que o momento impoe "

Eu digo considerando a necessidade do momento, façam chamadas adequadas com animais que temos,e temos bastante.

F Rodrigues

STUD GATA DA SERRA

Fred D’antonio (05/11/2014) - Maria da Fé/MG

Retorno, propositalmente em outro tópico, para tratar de um assunto mundano, não gostaria de misturar a tragédia humana com política turfística.

Muito se tem falado, com inteira razão, sobre a decadência, no Brasil, desse esporte que é nossa paixão comum. Curiosamente existe um paradoxo, se por um lado o movimento é mínimo, e existe a absoluta falta de renovação do público turfista, por outro lado a criação nacional apresenta excelentes resultados, com animais que deixam precocemente o país para brilhar em canchas estrangeiras. Esse é um alento a respeito da continuidade da vida do esporte no Brasil.

Acredito que o caminho mais viável, talvez o único, para a redenção do Esporte dos Reis no Brasil seja a união de grandes proprietários que façam ingerências políticas junto ao congresso e a Presidência da República para o reavivamento do turfe nacional. Digo isso, porque é sabido que no topo da pirâmide de criadores estão algumas das personalidades mais fortes e influentes do empresariado e do mercado financeiro, pessoas com grande trânsito nas esferas políticas, não preciso citar nomes. Vejam bem que não falo de proprietários nem de médios criadores, refiro-me aos gigantes.

Uma nova lei que regule o turfe, desonerando por algum tempo os altíssimos impostos que fazem minguar os rateios e afastam apostadores, a falta de divulgação, com amplas vantagens para a CEF, que tem o monopólio do jogo em nosso país, são pontos vitais a serem visitados. É preciso mostrar às autoridades que o turfe se insere no amplo contexto do agronegócio, é um gerador de riquezas e empregos, como dizia o saudoso Ernani Pires Ferreira: "cavalo correndo é gente comendo".

Com as devidas melhorias, o consequente aumento da arrecadação e outros benefícios, poderíamos apostar no ressurgimento do turfe, uma vez que nosso povo gosta de esportes, animais, emoção e apostas, sendo que tudo isso está inserido em nosso esporte.

A melhor administração dos clubes, o saneamento de dívidas e a chegada de novos apostadores e admiradores do turfe seriam um corolário dessas medidas, com a inserção no mercado de profissionais qualificados em marketing e administração. Para tudo isso basta a união e vontade de alguns dos nomes de proa de nossa criação e de profissionais que conheçam a arte de apresentar propostas eficazes aos representantes do poder popular. A partir daí é colocar a máquina para funcionar, trabalhar muito e colher os frutos, que serão impressionantes.

Um grande e fraterno abraço a todos os amantes do turfe.

Fred D’antonio (05/11/2014) - Maria da Fé/MG

Caros amigos do Raia Leve, em relação à trágica morte de Dalto Duarte, que me deixou perplexo e chocado, como creio, a todos nós que acompanhamos o turfe e conhecemos a carreira deste notável bridão desde sua adolescência, gostaria de expor um breve comentário: desde a manhã de domingo já havia sido constatada a morte encefálica do atleta, a falta de notícias do site do JCB, e mesmo a ausência de homenagens póstumas oficiais na noturna de segunda deixaram-me bastante aborrecido, todavia, parece que tal ocorreu em virtude do fato de Dalto ainda estar ligado a aparelhos e respirando. A família, em sua dor e desespero, queria ouvir outras opiniões, e ainda não reconhecia a morte.

Infelizmente o óbito foi definitivamente constatado e ontem, terça-feira, por volta das 18 horas, os aparelhos desligados e, em notável gesto de seus familiares, os órgãos doados. Entendo que a notícia sobre a já sabida irreversibilidade do quadro clínico de Duarte, não foi noticiada em respeito a fé mantida por seus familiares em uma eventual recuperação, o que lamentavelmente era impossível, já que, tanto do ponto de vista médico quanto jurídico, a morte é caracterizada pela "morte encefálica", ocorrida logo após o acidente.

Esperemos agora que sejam feitas as justíssimas homenagens as quais faz jus o excelente D.Duarte, como aparecia seu nome nos programas. Confesso que será difícil por um bom tempo pegar a programação e não ler estas sete letras.

Descanse em paz Dalto!

Gilson Costa Jr (04/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Em tempos de lembranças e relembranças, posto aqui uma notinha dada no Jornal do Brasil do dia 8/11/1989, na página de Esportes/Turfe (é, o Turfe tinha uma página só pra ele no JB!!!!!): “Palm-Arco, em grande forma, surpreendeu com apronto espetacular de 35 2/5 nos 600 m, correndo uma barbaridade. Esta em grande forma este pensionista de Gilson Pereira da Costa.” Saudades do sempre presente em nossos corações e grande TREINADOR DE CAVALOS DE CORRIDA, G.P. Costa.

Gilson Costa Jr (04/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Para os que não se lembram, mas o GP Bento Gonçalves já foi uma das provas mais importantes do turfe nacional. Vinham animais da Argentina, Uruguai, Chile e os proprietários do RJ e SP sempre inscreviam o que havia de melhor em campanha.

Reproduzimos aqui o campo de 1989, com ampla cobertura jornalística de jornais como O Globo, Jornal do Brasil, Estadão, entre outros. Vejam que o campo tinha 20 inscritos e jóqueis como O. Batista, o Velho Mestre, N. Pinto e R. Penachio, J. G. Dutra, L. A. Alves e J. Santos, todos de 1ª linha do eixo RJ-SP.

 

Grande Prêmio Bento Gonçalves de 1989

 

1 – Hiper Gênio – O. Batista

“ - Cendero Luminoso – S. Morais

2 – Oz – N. Pinto

“ – Abadeh – C.B. Paz

3 – Ask Me Way – E. Araujo

“ – Pronemaro – A. Machado Fº

4 – Valiant Toss – M. Silveira

“ – El Miraculoso – M.A. Antunes

“ – Vinhas de Ira – J. Peçanha

5 – Leggio – J. G. Dutra

6 – Diamond Prospect – A. Soares

“ – Dom Nova – L. A. Alves

7 – Buck to Buck – G. Souza

8 – Troppo Saggio – D. Benke

“ – Lothaire – F. R. Marques

9 – Mitsumani – I. Ribeiro

10- Pelecho – L.C. Rodrigues

11- Danger House – R. Penachio

12- Estrepenau Joli – J.B. Souza

“ – Mudest Lark – J. Santos

 

Vitória de Pelecho, com Ask me Way na dupla e o favorito Hiper Gênio chegando em terceiro. O tempo: 153s cravados.

Oscar Domingos (04/11/2014) - Teresópolis/RJ

Senhor meu Deus em nome de Jesus abençoa essa familia,nessa hora de tanta dor e sofrimento que o senhor possa consolar cada coraçao e que eles possam com sabedoria superar todos os obstaculos dessa vida. Senhor ilumina os seus caminhos, renova suas forças, fe e esperança. E ainda que encontre obstaculos, que os ajude a vence-los, e que nao falte sabedoria para fazer de cada dia uma liçao de vida, AMEM. SOLIDARIEDADE a familia de DALTO DUARTE

Octavio Jose Ferreira da Silva (04/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Pessoal.

Estive observando agora no facebook na pagina do nosso craque Dalto Duarte...

Seu irmão Daniel Duarte pede muita oração pois seu irmão segue internado na uti em estado grave...

Independente deste quadro clinico ele repete `` meu irmão não morreu ainda vamos orar por ele ``...

Fica aqui este registro da família Duarte.

Grato.

Octavio Jose.

Luís Alberto Dias da Costa (04/11/2014) - Porto Alegre/RS

Gente, não está correta a conduta de vários turfistas com relação ao ótimo jockey Dalto Duarte.

Proliferam condolências, manifestações de solidariedade aos familiares, etc. No entanto, a posição do hospital onde ele está internado é de que o quadro é muito grave, mas ele está vivo.

Quem sabe vamos esperar (e rezar bastante) para que o quadro se defina?

Um abraço a todos.

Jose Antonio Barros (04/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

O site do JCB, se especializou em matérias de pessoas ou cavalos internacionais ao ganhar grandes prêmios ou quando morrem, que para 99.9 % do turfistas os mencionados são desconhecidos, mas para atualizar noticias sobre os daqui nem pensar, como é o caso de D.Duarte, nem se preocuparam em mudar a noticia de domingo, informando que Graças a Deus ele não faleceu, e todos nós turfistas desejamos que ele se recupere, menos os desinformados ou omissos do site do JCB. vergonha e falta de respeito com o D.Duarte e todos os outros que eles omitem as noticias.

Eduardo Pinto (04/11/2014) - Fortaleza/CE

Muito triste com a notícia do D.Duarte.... uma pena. Grande jóquei. Condolências a família. 

Uma observação: lamentável a cobertura do site do JCB sobre o ocorrido com o jóquei tricampeão da estatística.

Antonio Moura (03/11/2014) - Niteroi/RJ

SOBRE KENNEDY, D.DUARTE E O ETERNO MOTIVO

Sra. Elineusa Macário,

Muito nobre sua breve intervenção, mas permita-me dizer-lhe que em 22 de novembro de 1963, na cidade de Dallas, Texas, o maior de todos os meus ídolos (e são poucos e seletivos), John F. Kennedy foi assassinado a tiros. E nem por isso deixei de apostar nas corridas de cavalo.

Infelizmente, hoje, todos nós turfistas, lastimamos o passamento do talentoso jóquei Dalton Duarte, de forma trágica, ao volante da sua moto. A diferença, senhora, é que duvido que a maioria dos apostadores tenham engenho e arte para encaminhar seu jogo através do novo" Site Oficial, um trambolho do mesmo quilate do atual programa e certamente tutelado pelo mesma "avis rara".

Como vê, Senhora, - vida que segue e quem quiser aplausos faça por merecê-los!

Antonio Moura

Gilberto Werner (03/11/2014) - Porto Alegre/RS

Senhor Borba de Bagé

Fui várias vezes - há muito tempo - no G.P. Rainha da Fronteira no seu hipódromo. Não sei se o senhor é daquele tempo mas era tempo de TURFE.

Bagé já não possue o seu hipódromo desde há muito.Gostaria de escrever aqui - no Raia Leve - somente coisas boas sobre o Cristal. Sobre o ¨futuro do TURFE no Hipódromo do Cristal. Mas não sou mentiroso como alguns. Não aceito opiniões tanto do senhor - sr. Borba - como de outros que NÃO FREQUENTAM ou não frequentaram o Cristal como eu e que NÃO conhecem a realidade.

Eu não frequento mais o Cristal - desde o dia 26 de setembro de 2013 - e não me interessa frequentar enquanto ¨eles¨ estiverem por lá. Mesmo porque fui ¨proibido¨ pelo ¨democrático¨ presidente - porque dei minhas opiniões. Quando veio aqui afirmar - ¨que foi por atitudes racistas¨- dei risadas.

¨Se¨ saírem e se ainda restar TURFE por lá, um dia, voltarei. Enquanto isso vou lhe dar um conselho: não leia mais textos assinados por mim. Quando vir meu nome, passe adiante. São vários os textos diários aqui no Raia Leve este democrático site do TURFE. A escolha é sua.

Assim o senhor também não sentirá mais vontade ( sic) de ¨se enforcar¨...

Ivor Lancellotti (03/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Concordo em número e grau com o Sr Luiz Fernando Dannemamm.

Parabéns pelo comentário, Digno turfista. É sempre bom ler alguém que tem essa lucidez e sensibilidade de analise. Maravilhoso comentário. 

Grande abraço

Elineusa Macario (03/11/2014) - Imperatriz/MA

Lamentável misturarem a morte de um ser humano no meio do monte de mazelas desta péssima administração do Jockey. Daqui a pouco vai ter gente dizendo que foi culpa da diretoria o que aconteceu.

Luiz Fernando Dannemann (03/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Triste (ou pobre) JCB assolado por um pobre (ou triste) mandato

Ainda sob a tragédia envolvendo um dos seus principais jóqueis vivenciando o pior patamar do movimento de apostas dos últimos 20 anos o Jockey Club Brasileiro abre suas tribunas esta semana para uma competição com a participação de importantes patrocinadores. Infelizmente (mais uma vez) não é uma competição de Turfe... Trata-se de uma disputa no campo do design sem qualquer sinergia, relação ou comprometimento com as corridas de cavalo, o que o jornal destaca como sendo off-Jockey.

Vivendo o melhor dos mundos o jornal O Globo trocou aquilo que sempre fez de graça (noticiar as corridas) pela PERMUTA do Hipódromo da Gávea. Isso mesmo: O Globo publica um “Informe Publicitário”, matéria paga (um vexame para o nosso segmento) em troca da utilização dos nossos terrenos no coração da zona sul da cidade. E viva o genial Roberto Marinho!

Após ter conseguido com muita maestria utilizar o hipódromo como ESTACIONAMENTO – com direito a derrubada do nosso armazém e tudo mais -, o grupo GLOBO agora se apodera das nossas tribunas que deveriam abrigar público para prestigiar o MGA e não o caixa da empresa jornalística. 

Sem qualquer contrapartida o Globo de hoje (que há muito abandonou o tradicional resultado das corridas de domingo) destaca, na contracapa do Caderno de Esportes, o valoroso esporte: “Hóquei sobre a grama”! Na mesma página o jornal apresenta a “Emoção” de uma corrida de bicicletas... 

A “Semana Design Rio” - a exemplo do “Parque da Bola” -, parece ser um desses eventos que todos ganham... Menos os profissionais de turfe; menos os criadores; menos os proprietários e muito menos o Turfe. 

E eu pergunto: 

Porque o JCB não organizou um LEILÃO DE POTROS como sendo um dos eventos obrigatórios da “Semana Design Rio”? 

Porque não foi promovido um coquetel de inauguração da “Semana Design Rio” no Salão de Rosas durante a reunião de Domingo?

Porque não foi previsto durante as negociações da seção do prado a criação de um páreo "Semana Design Rio" com o patrocínio da H. Stern, da Even, da Fabrimar, do Casa Shopping, da Coca Cola e do Tok & Stok

Eu respondo:

Porque a atual administração do JCB composta de síndicos e subsíndicos não tem qualquer compromisso com o futuro da atividade hípica; porque a atual administração do JCB composta por síndicos e subsíndicos dá muito mais importância ao “Arco do Triunfo” (trem da alegria) do que ao Grande Prêmio Brasil; porque a atual administração do JCB composta de síndicos e subsíndicos, a exemplo da era LECCA, só se interessa por eventos paralelos aonde a palavra de ordem é colocar um PANO PRETO ao redor do TURFE.

Fernando Botelho Filho (03/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

"Estou feliz, minha mãe e minha irmã estão no Sul providenciando a vinda em definitivo para o Rio". Essa declaração foi o último contato que tive com ele, sexta-feira passada. 

Dalton estava tranquilo e confiante, aparentemente recuperado do problema de saúde vivenciado a alguns meses atrás.

Nos últimos 3 anos, passei a conviver e conhecer Dalton com maior proximidade. Piloto com enorme consciência profissional dentro e fora da raia, mas sobretudo um excelente caráter. Sempre pronto a ouvir, fazer colocações pertinentes, sair em defesa de seus colegas de profissão, especialmente os mais humildes e inexperientes, disputar com a maior honestidade as competições.

Um grande homem, excelente filho e um piloto excepcional.

Onde estejas, fique com Deus.

A Renata: oro para sua total reabilitação e, força pelo momento.

Fernando Botelho - filho

Carlos Ferreira (03/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Gilberto Werner,

O seu texto que motivou a minha resposta: "O Cristal é frequentado por uns poucos antigos de ¨cabelos brancos¨- os ¨resilientes¨. Os outros - não querendo ofender - ¨o baixo mundo¨ do antigo turfe".

O meu entendimento sobre o escrito foi de que o Sr. estava se referindo aos frequentadores dos outros hipódromos.

Embora considere que as evidências contrariem as suas opiniões sobre o turfe no seu Estado, não tenho conhecimento suficiente para emitir opiniões sobre as suas pendengas com a atual diretoria do JCRGS.

Sds.

Leo Friedberg (03/11/2014) - São Paulo/SP

Ainda pasmo com a passagem aos 27 anos deste campeão nas pistas D.Duarte, envio a família enlutada, comandada pelo craque Luis Duarte, meus sinceros votos de pêsames e fico na memoria com as lindas vitorias ritimadas na vigorosa tocada do Dalto e alegria que me proporcionou vencendo o Torneio de Joqueis Gabriel Meneses em São Vicente com os melhores do Brasil

Gilberto Werner (03/11/2014) - Porto Alegre/RS

Sr>Carlos Ferreira

Antes - de qualquer coisa - se faz necessário entender uma mensagem para posteriormente julgar a personalidade de quem a emitiu.

Tento - posso errar - ser verdadeiro naquilo que transmito, principalmente a quem não me conhece. Sou da fronteira - lá a gente possui a crença que a vida deva sempre nortear a verdade. Então sigo este caminho sobre ¨fio da navalha¨ que poucos conseguem trilhar sem cair.

Para mim o TURFE está acabando. Não voltarei a dizer novamente o que disse em meu texto anterior. Os senhores turfistas - os antigos como eu - sabem disso.

Quanto ao senhor - Carlos Ferreira - não o conheço mas sei tratar-se de alguém tão antigo ou mais do que eu no turfe.

A minha afirmação quanto aos ¨frequentadores¨ do Cristal foram ditas no que vi por aqui. São antigos ¨cabeças brancas¨ e ¨o baixo mundo¨ do antigo turfe que passaram também por aqui. Foi dito e está dito.

Sou de um tempo que a ¨social¨ do Cristal entrava somente quem era sócio ou quem era ¨convidado¨ por um sócio.

Para outros existia o ¨Pavilhão Popular¨ ou o ¨Padock¨. Agora, salvo o ¨Salão Preto¨do JCRGS, tudo está misturado - entra quem quer.

Ou o senhor não sabe que há bem pouco tempo arrombaram seis ( 6) automóveis na frente do ¨Pavilhão Social¨ por aqui? Com ¨segurança¨ e tudo. ¨Coisa¨ que não havia em meu tempo - refiro-me ¨aos seguranças¨...

Então?

Emílio Borba (03/11/2014) - Bagé/RS

Sr. Gilberto Werner,

Cada vez que leio algo escrito pelo Sr., da vontade de me enforcar. Quanto rancor. 

Porto Alegre vai muito bem obrigado, para de querer por lenha na fogueira. Se não tens mais prazer com o turfe, por favor, procure outro divertimento, mas tente não atrapalhar.

Abraços a todos os TURFISTAS.

Emílio Borba

Gilberto Werner (03/11/2014) - Porto Alegre/RS

AS DISTÂNCIAS DOS PÁREOS - ATRATIVOS FUNDAMENTAIS

Estava olhando e observando o primeiro páreo da Gávea neste sábado. Notei o verde - a cor que predomina no maravilhoso Hipódromo da Gávea.

Hoje - todos os onze páreos na Gávea - serão no ¨tapete verde¨ da grama do hipódromo. Todos em distâncias que variam dos mil metros aos dois mil metros na pista de grama. Muito bom o programa do hipódromo - deve atrair muita gente que gosta de ver as corridas em pista gramática. Aliás, acredito que destinada a equinos muito mais a pista de grama seja de maior utilidade aos seus agrados. Haja vista o galope ser diferenciado ao da pista de areia quando torna-se mais ¨encolhido¨ o lance usado pelos cavalos.

Quanto a pista aqui no Hipódromo do Cristal - a ¨nova pista¨ do Cristal -é bem melhor em termos de poeira do que a original. Me refiro a antiga - aquela que foi ¨interditada¨quando poderia ser ¨modificada . Mas isto são ¨águas passadas¨.

Hoje a programação turfística para o Cristal na próxima quinta feira - dia 6 de novembro - serão todos os páreos em pista de areia dos partidores dos mil e duzentos - mil e seiscentos - mil e oitocentos metros. Como antigamente era no Hipódromo dos Moinhos de Vento - há cinquenta e quatro anos passados. Todos em areia - só que no Cristal de agora - todos os páreos em um número bem menor nas distâncias regulamentadas.

Grama - pasto verde - não existe mais no Hipódromo do Cristal. Para quê ?

Chamo a isto de RETROCESSO!

Eloi de Souza Ferreira (02/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Admirável D. Duarte:

Pois admirável sempre foi seu desempenho, comportamento e profissionalismo, excelente também seu companheirismo. Que Deus lhe abençoe e que por um milagre faça você se recuperar.

Comendador Eloi de Souza Ferreira.’.

Arthur R. Nogueira (02/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Dia de finados já é triste e hoje foi trágico para o turfe, e para todos que conheceram Dalton Duarte.

Nossos pêsames a toda família deste grande jockey e tricolor ilustre

Stud Turma do Bar


Kleiton Mantovani (02/11/2014) - Ribeirão Pires/SP

Infelizmente esta tragédia faz com que nosso já triste turfe fique pior.

Todos os turfistas lamentam esta perda irreparável.

Um Grande Jóquei nos deixa...

Turfe cada dia mais órfão de ótimos profissionais.

Lauro Pacheco Filho (02/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Apresento minhas Condolências a Família do Dalto Duarte neste momento tao difícil

L.Pacheco.

Stud Pacheco

Claudio Pragana (02/11/2014) - Recife/PE

Prova Realizada hoje em Auteuil na França , JCPE fazendo escola nas provas de Poneys , os nossos futuros jockeys são muito melhores , divulguem e assistam . Segue o Link.

https://www.youtube.com/watch?v=wEaUDja0iSU

Abçs;

Cláudio Pragana

Fred D’antonio (02/11/2014) - Maria da Fé/MG

É imensa minha tristeza com a trágica notícia da morte do excelente jóquei Dalto Duarte, acompanhei sua brilhante carreira desde o início da década passada, ainda como aprendiz de quarta, sempre mostrou que vinha para ficar. A promessa se cumpriu, ele passou de "sobrinho do Luís" para fazer seu próprio nome. Ficou, pena que por tão pouco tempo. Consterno-me mais ainda com a perda humana e a dor de seus familiares. Que tenham força!

Fica na minha memória a condução principesca dada a Moriba no Brasil 2010, e ontem, sua última vitória no décimo páreo da Gávea com Perfect Associeted.

Antonio Moreira (02/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sinceramente consternado pela morte de um excepcional joquei Dalton Duarte. Que Deus receba sua alma no céu.

Stud Valbom

Sergio de Souza Leite (02/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Minha gente:

DALTON DUARTE: mais do que o excelente jóquei que todos conheciam, esse garoto era uma pessoa diferenciada: calmo, gestos e falas as mais educadas e sem subserviência, muitos amigos, nunca acusado de quaisquer tipos de malfeitos.

É horrível nossa impotência para evitar ou reparar uma coisa como essa. Por mais que queiramos,

nada pode ser feito.

Neste 2014, esse garoto se viu marcado por uma absurda sequência de situações complicadas e negativas, sem demonstrar raiva ou revolta. Superou tudo de uma forma estoica e quase heroica.

É certo que DALTON vai para o plano espiritual com um saldo positivo inquestionável de coisas boas. Mais do que nós, que nada mais podemos fazer, DEUS lhe dará o que merece.

À sua mulher e a toda sua família, rogamos a proteção do Alto, para tudo o que, a partir de agora, vão precisar.

Adeus, garoto bom.

Sergio Leite

George Sanches (02/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Que o ocorrido com o Dalto sirva de alerta aos mais novos!! Descanse em paz !!!

Carlos Ferreira (02/11/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Gilberto Werner,

Sou frequentador do hipódromo da Gávea e não entendi o seu comentário de que hoje o seu público é formado pelo ¨o baixo mundo¨ do antigo turfe.

Foi um comentário no mínimo infeliz, indelicado e mal educado, pouco condizente com o cavalheiro que o Sr. alardeia ser.

Sds.

Francisco Rodrigues da Silva (02/11/2014) - Petrópolis/RJ

Alguém sabe a situação atual do D Duarte.

Gilberto Werner (01/11/2014) - Porto Alegre/RS

Ao senhor Valdemar Martins Filho

Ao cumprimenta-lo aqui no Raia Leve - este site que comemorou alguns dias nove (9) anos de atividade pela ¨democracia¨ no Turfe - gostaria de responder a altura o seu texto.

Não conheço o ¨imbróglio¨ que ocasionou a situação atual do Jockey Club do Paraná. Desconheço qualquer nome da nominata revelada aqui em texto que apoiei. Desconheço a situação atual do Jockey Club do Paraná. Se não houvesse lido o texto em questão não saberia informar o nome do atual presidente do J.C. do Paraná.

Considerando pois o ¨porque¨ da minha resposta ao SEU texto afirmo que: 

Lastimei a situação do clube J.C. do Paraná considerando a sua história no estado do Paraná e a sua importância para a cidade de Curitiba. 

Apoiei e apoio o responsável pelo texto - Roberto Carlos Micka - porque o conheço de longa data e sei do seu amor ao clube e sei do seu respeito à história desse clube.

Quanto aos ¨descontentes¨ ou ¨replicantes¨ - que desconheço - disse que ¨sempre irão aparecer aqueles que não vão apoiar uma situação¨ e devem por direito explanarem ou contestarem onde bem lhes convier.

Por último desejei ¨sorte¨ quanto ao futuro do J.C. do Paraná.

Vou deixar aqui - como última opinião - o que penso das situação atual de cada clube de corridas no Brasil. TODOS possuem o seus ¨imbróglios¨. Todos estão pela ¨bola sete¨! O TURFE não existe mais no Brasil - existe resquícios de turfe. Se olharmos estatísticas são de apavorar. Se visitarmos hipódromos: todos estão vazios. Se olharmos pela TV os frequentadores desses hipódromos veremos ¨cabeças brancas¨ quase que somente. Não existe marketing - não existe opção de curiosidade popular para cada hipódromo. O Cristal é frequentado por uns poucos antigos de ¨cabelos brancos¨- os ¨resilientes¨. Os outros - não querendo ofender - ¨o baixo mundo¨ do antigo turfe.

Então senhor Valdemar - eu com os meus cabelos brancos - não acredito mais numa ¨salvação¨ para o turfe no Brasil. Haja vista que aqui por Porto Alegre ( que ainda não fechou como Tarumã) a história possue ¨um futuro negro¨. Administrada ¨por um grupo político¨ que vendeu em poucos anos 50 % ( eu disse metade) do patrimônio do clube conquistada em um pouco mais de CEM anos de existência. E ¨ninguém disse nada e nada sabe¨.Se TORNOU então refém ( com todas as letras) no seu MGA de todos esses co-irmãos que possuem ¨vários problemas¨ em suas administrações.

Quinta feira é dia para se fazer corrida de cavalos em Porto Alegre? TODO MUNDO sabe que não! Ainda ¨corridas invisíveis¨- que ninguém as vê. Como Tarumã realizava também suas corridas durante a semana - o Cristal terá o mesmo destino em pouco tempo.

Então dizer ¨o quê¨ mais?

Francisco Rodrigues da Silva (01/11/2014) - Petrópolis/RJ

Quero parabenizar o treinador M CHAVES-RS.

Trazendo o cavalo na semana da inscricao, e garantindo que seria vencedor.

Mister MIG

Casellerodeldiablo

Selo inferno.

E com o complemento aqui na gavea do RICARDO SILVA.

PARABENS.

F RODRIGUES

STUD GATA DA SERRA
















12.330

12.425

























  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês