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Bárbara do Truc - Stud Turf

Visgo - Coudelaria Lucas

My Private Dancer - Coudelaria Alencar

Farfarella Mia - Álvaro Alves de Matos Júnior

Óleo Leve - Haras The Best

The Best Winter - Haras The Best

No Brake - Haras Cruz de Pedra

Swiss Champ - Lídio Edgardo Lobo Araujo

Princess Famous - Coudelaria Palura Mirim

Dominant Fighter - Haras The Best

Reatret Famous - Stud Los Angeles

Tango’s Bar - Stud Absolut

Papão - Edmundo de Cesaro Musa

Glória Azul - Stud Chico City II

Capitão Olímpico - Stud Turf Paixão

Fair Class - Stud Rafael A. Salomão

Souchard - Sinval Domingues de Araújo

Terranea - Edmundo de Cesaro Musa

Kinley - Sinval Domingues de Araújo

Red Stone - Stud Golden Horses

Extra Champ - Stud Gargamel

Eleita do Sinvas - Sinval Domingues de Araújo

Bossa Velha - Stud Golden Horses

Burca da Serra - Lídio Edgardo Lobo Araújo

Visgo - Coudelaria Lucas

Princess Famous - Coudelaria Palura Mirim

Pride Runner - Stud Golden Horses

Jagger - Sinval Domingues de Araújo

Fair Class - Stud Rafael A. Salomão

Vientos Del Aire - Jorge Olympio Teixeira dos Santos




Neste espaço são publicadas as manifestações dos nossos leitores.

O RAIA LEVE acolhe opiniões sobre todos os temas ligados ao turfe.
Reserva-se, no entanto, o direito de rejeitar ofensas, acusações insultuosas e/ou desacompanhadas de documentação. Eventualmente, os e-mails poderão ser checados. O site não tem o compromisso de publicar todas as mensagens recebidas. A publicação, quando ocorrer, se dará na íntegra ou parcialmente, privilegiando-se os trechos mais relevantes.





Fevereiro | 2012

André Mion (04/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Bem, mesmo que vislumbrando novos horizontes, e afastado da profissão, a paixão pela mesma faz com que sempre que possível passe a vista nas notícias do turfe. Hoje, teria sido melhor não tê-lo feito. Querido Paulo, descanse em paz, seus conselhos/críticas sempre surtiram resultado. Descanse em paz.

Jorge Eduardo Marcondes (04/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

A equipe de Faz. e Haras Harmonia lamenta profundamente o falecimento do treinador Paulo Sallas, principalmente meu pai e eu que convivêmos com o Paulinho desde a sua infância, nas cocheiras de seu tio Mariano Salles, que por muitos anos treinou nossos animais.

Saudades,
Jorge Eduardo Marcondes.

Daniel Lima (04/02/2012) - Petrópolis/RJ

Lastimável a partida do treinador Paulo Salas. Tive o previlégio de conhecê-lo pessoalmente há pouco mais de um ano, após ter descido pra trabalhar na Gávea. Profissional correto, honesto e muito conhecedor da profissão. Vamos sentir falta da sua presença e suas histórias nos matinais da Gávea. Meus sinceros sentimentos à familia.

João Abreu (04/02/2012) - Porto Alegre/RS

Uma vergonha a não desclassificação da égua Best Of Five. Fechou a Ranchuela 2 vezes e o páreo foi confirmado. A égua estava solta na raia. Um absurdo!

Vitor Lahass (04/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Triste o falecimento do Grande Paulo Salas. Tive a oportunidade de conhece-lo durante as idas nos finais de semana, ainda criança, ao bombril.

Muito temperamental mas de muita qualidade profissional, Paulo Salas é um verdadeiro vencedor e sem dúvidas mostrou-se AMIGO quando meu pai mais precisou.

Quando iniciei as atividades como profissional pude acompanha-lo diariamente e seu jeito único de ser e trabalhar vão com certeza ficar guardados na minha memória. Bem disse Paulo Gama, reclamão e até duro em suas crítcas por vezes Paulinho era sem sombra de dúvidas uma atração a parte. Histórias sobre seus cavalos, proprietários em uma época de Ouro do turfe são algumas das tantas que pude prensenciar. Mas o que mais chamava atenção era a sua sensibilidade com os bichos. Cronômetro, relógios ou quaisquer artigo de super importância para o treinamento de PSI com certeza n era algo que fazia parte dos materias dele. Pedia para que marcassemos os trabalhos e aprontos deus pensionistas mas antes de entrar na raia ja dizia ele: "-  ve aí se esse vai fazer 52 os 800" ou " esse tá voando! vai fazer 62 1000 metros!"

difícil era errar...

Descanse em Paz PAULINHO!

Luis Alberto Rodrigues de Souza (04/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Foi com muita tristeza que recebi a noticia do falecimento do Paulo Salas, sem duvida um talento no treinamento de cavalos de corrida. Pessoa alegre, era pessoa obrigatoria nas matinais da Gavea, sempre gozador e atento aos acontecimentos do dia. Descanse em paz, amigo.

José Luís Lobo (04/02/2012) - Curitiba/PR

Caros amigos Felipe e Paulo Pelanda,

Muito bonita e justa a homenagem feita ao grande craque JECA, creio eu, o maior cavalo que esta festejada farda teve, levando-o, para ser enterrado nas terras do Haras Rio Iguassú.

Tenham certeza, que com esta dedicada e competente equipe, por certo, saberão escolher outros grandes animais.

Gilberto Werner (04/02/2012) - Porto Alegre/RS

Antonio Moura,

Meu amigo e turfista credibilizado português, por estes dias me perguntou como iam os meus sabiás. E disse-lhe das sombras boas que formavam por sobre o meu parque. E disse-lhe que sabiás são aves que preconizam felicidade e nos trazem a certeza de um futuro melhor.

Meu amigo e turfista português pareceu-me indeciso quanto aos seus sabiás. Quem sabe não existe um anú transvestido de "presidente" por entre os seus sabiás?...

Waldir Alves de Souza (04/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Arlindo Adriano,

Parabéns! Colocações absolutamente perfeitas.

Sr. José Antonio,

Também o felicito, pois as transmissões pelo rádio são imprescindíveis!

E como adendo as sugestões dos prezados turfistas daria um tapa no visual do hipódromo (local lindo e encravado na região mais nobre do RJ) que, infelizmente, encontra-se em condições precárias, sem esquecer da segurança, quesito fundamental.

Agenor Pereira da Silva (04/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Muito claras e realistas as opiniões dos Srs. Obertal Paes Filho (Stud By Winner) e Arlindo Gonçalves (de Brasília) sobre como aumentar as apostas no JCB.

Opiniões de quem vive o turfe. Experiência de anos e anos. Porquê o JCB não as escuta? Simples, porque não tem comando, não tem diretor de casa de apostas. Não há interesse em melhorar o turfe.

Há decerto, interesse em negócios no clube. Porém, o navio "Costa Carvalho" parece estar fazendo água, conforme última reunião do conselho e provavelmete naufragará em plena Lagoa Rodrigo de Freitas, bem ao lado das cocheiras onde um dia desejou imensamente sua demolição.

Há quem diz que o comandante do "Costa Carvalho" já reservou um lugar no bote salva-vidas, pegando um lugar de uma senhora idosa. Também me parece que nas margens da Lagoa, junto ao Jockey, já há uma multidão ensaiando "comandante Costa Carvalho, vada a bordo!"

Arthur F. Fonseca (04/02/2012) - Brasília/DF

Ao Sr. Arlindo, parabéns pela excelente postagem.

Antonio Moura (04/02/2012) - Niterói/RJ

Para quem entende que a joqueta Marcele Martins, pelo simples fato de ainda ser aprendiz de terceira, só sabe correr seus pilotados de ponta, - recomendo rever o tape do primeiro páreo da Gávea de ontem.

Além do mais, é bom que saibam que o piloto, salvo raras e nada honrosas excessões, dirige o cavalo de acordo com as instruções do treinador e, eventualmente, de proprietários com que se auto proclamam entendidos (no bom sentido, é claro). Quem não conhece o tipo?

Era o que faltava dizer para restabelecer o justo julgamento sobre o talento da moça que, na semana passada, não escapou da lisa. E quantos, grandes e consagrados jóqueis, também já provaram deste amargo remédio?

Um abraço a todos e vamos torcer pela jovem que ela merece.

Sergio Rezende (04/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

CHAPA DA OPOSIÇÃO

Até a data de hoje nada foi divulgado a respeito da composição da chapa oposionista para concorrer as eleições previstas para o próximo mês de maio.

Aos turfistas interessam dois cargos: O primeiro, é claro, o nome do candidato à presidência e o segundo de Presidente da CC.

Embora minha opinião não interesse pois, não sou sócio do clube.

Por ordem alfabética, os nomes que teriam maior chance de vencer, encabeçando a chapa seriam: Afonso Burlamaqui, Claudio Ramos, Luiz Fernando Dannemann e Sérgio Barcelos, todos eles pela sua incansável luta, para salvar o JCB, entrando na Justiça, comtra os desmandos do atual Presidente.

Afonso Burlamaqui foi o melhor Presidente da CC, de todos os tempos; Claudio Ramos tem a vantagem de ter participado das últimas e perdido por pequena margem. Hoje, com certeza, ganharia qualquer eleição do LECCA. Estes dois, têm prestígio em todas as áreas do turfe, inclusive, nas sedes esportiva e social, que, infelizmente, são essas sedes que decidem as eleições; Dannemann pelo combate, quase que diário, aqui no RL e por sua participação na eleição anterior e Sérgio Barcellos, que já foi membro de uma antiga CC, pelos seus conhecimentos sobre o turfe, seria outro forte candidato.

Será que a oposição fez uma pesquisa, ouvindo a opinião dos sócios, com direito a voto? Qualquer destes quatro, contra o atual presidente ou contra seu candidato, caso ele tenha o bom senso de não concorrer.

Na minha opinião, como jornalista desde 1967 e turfista, desde a época de Helíaco, ganhador do GP Brasil de 1948,  Afonso Burlamaqui seria o GRANDE FAVORITO! Pule de devolução!

Poderia ser feita, também, enquete sobre quem tem mais rejeição entre os sócios. "Em qual destes nomes, você não votaria de forma alguma?"

Assim como eu, a grande maioria dos turfistas gostaria de saber, como se chegou ao nome escolhido, sé é que já há esse nome. Nunca vi nada oficial a respeito.

Essa é a minha sugestão e espero para ver o resultado desse enquete, entre os sócios com direito a voto.

Antonio Moura (04/02/2012) - Niterói/RJ

Srs. Obertal Paes e Arlindo Gonçalves,

Bom, muito bom mesmo os textos dos prezados turfistas! Mas a pergunta que não pode calar é a seguinte:

- O presidente, o gerenciador e administrador primeiro e único do maior hipódromo do Brasil, não teria a obrigação precípua de ter conhecimento destes itens relacionados por V.Sas., e outros mais até, e obrigação maior ainda de equacionar providências no sentido de implantá-los em favor da sua entidade e dos profissionais a ela atrelados?

Vejam só o insano trabalho e a dedicação total a que terão que submeter-se os herdeiros da herança maldita de LECCA. Só isso e a proteção de Deus poderá levar o JCB a retornar aos gloriosos caminhos do passado. Até que o anti-turfe LECCA seja apenas uma desagradável lembrança, cabeças e braços de homens esclarecidos e de boa vontade, terão que dar o máximo de si.

É o que todos nós esperamos ver acontecer depois quer Maio se vá.

Parabéns pela posicionamento, domínio de causa e sensibilidade.

Antonio Pais de Moura.

Gilberto Werner (04/02/2012) - Porto Alegre/RS

O Melhor de Todos!

Leio em um site a história do ídolo Luiz Rigoni. Foi grande assim como foram Juan Marchant, "Pancho" Irigoyen, Osvaldo Ulloa, Pierre Vaz, Juvenal M. da Silva, Barroso, Bolino, Gabriel Meneses, Dendico Garcia, Mazini, Altair Domingos e muitos outros que construiram a história do turfe no Brasil.

Rigoni marcou uma época: o "Homem do Violino" fez vibrar até mesmo o coração de quem visitava desprevenido o Hipódromo da Gávea. Venceu por três vezes o G.P.Brasil. A vitória de El Aragonês está marcada na memória de muitos. Depois vieram Viziane e o argentino Terminal. "Dá-lhe Rigoni" foi livro. "Dá-lhe Rigoni" foi um grito de guerra para uma geração inteira. Arrepia ainda pensar nisto lembrando o hipódromo lotado em dia de G.P.Brasil.Observando aquela mesma reta em que Rigoni atuava como um deus. Ali venceu 1.367 corridas num total de 1.800 vitórias.

Depois lembrar da "lenda" Irineu Leguisamo na Argentina. Nascido no Uruguai foi amigo de Gardel, outra "lenda" argentina, o país dos tangos. Ao mais famoso jóquei sul-americano do século XX foram dedicados tangos, poemas e filmes. Além de um documentário que assombrou o mundo turfístico da época. Montou craques como Lombardo, Yatasto, Filón, Arturo A e Payaso. Conquistou 3.500 vitórias em 12.500 disputas, inclusive 500 Clássicos. Sua última vitória foi aos setenta anos montando Fortimbrás em 5 de janeiro de 1974, em Maronas. Se quisesse tocaria com o dedo o destino de Perón.

Russel Baze é um jóquei canadense radicado nos Estados Unidos da América. Nasceu 7 de julho de 1958 em Vancouver. Monta atualmente em Golden Gate páreos de cinco ou seis animais onde escolhe montarias. Por enquanto é o recordista mundial de vitórias com quase 11.500 conquistadas. É muito bom jóquei, quase um fenômeno mas não é um fenômeno, porque o melhor de todos, o verdadeiro FENÔMENO chama-se Jorge Alfredo Ricardo!
O pai de Ricardinho foi grande, tão grande que conquistou na sua época, no pequeno Hipódromo dos Moinhos de Vento em Porto Alegre, com 1.009 metros de volta fechada e reta de chegada de 200 metros, o recorde sul americano de vitórias (1957) em uma temporada, quando se disputava um total de apenas 16 páreos semanais.

Antonio Ricardo montou "Esclor" um seis anos com mais de cinquenta atuações sem vitória e venceu. Ricardo montou "Lícito", um pequeno cavalinho de 370 quilos, seis ou sete anos sem vitória e venceu. E assim, todos os fins de semana, Antonio Ricardo foi idolatrado. Havia multidões que iam ao hipódromo para ver Ricardo montar e voltavam depois, para vê-lo novamente. Foi aclamado como um deus e possuia a "sombra" de um vencedor. Este foi o pai de Jorge Ricardo que o iniciou a montar aos 16 anos quando venceu pela primeira vez com o cavalo Taim em 1976, na Gávea.

Jorge possui o "DNA" do turfe: sua mãe Maria Possamai Ricardo é gaúcha irmã de outro fabuloso jóquei do passado Angelo Possamai, desaparecido precocemente.

Jorge Ricardo venceu dois G.P.Brasil (1992 e 1994), dois G.P.São Paulo(1994 e 2005) e dois G.P.Bento Gonçalves. Ganhou 28 Estatísticas, 26 no Brasil e 2 na Argentina. Foi Recordista Brasileiro com 477 vitórias numa temporada. Em 2008 voltou a bater pela segunda vez o recorde argentino de vitórias: 467 vitórias. Venceu clássicos internacionais (Grupi I) em todos os países da America Latina. Venceu mais de 150 Clássicos Grupo I - inclusive em 5 oportunidades - a prova mais importante do turfe sul americano: "O G.P. Internacional Latino Americano (Grupo I)", enquanto seus seguidores o fizeram em duas ocasiões.

Ainda lutou contra um câncer e um acidente terrível em 2009 e venceu! Atualmente com quase 11.500 vitórias irá ultrapassar ao "generoso" Russel Baze, que sequer é pareo para a sua fabulosa interação com o cavalo PSI.
Este é realmente o "Melhor de Todos" e galardoados somos aqueles que o vimos montar, respeitando e conhecendo como nenhum outro ao cavalo PSI, motivo maior da sua existência.

"Ricardinho solo no más"! abençoa reza o público turfista e povo argentino de Maradona. Jorge Ricardo vive e sempre viverá com a "aura" de Majestade...

Daniel Rosário (03/02/2012) - Fortaleza/CE

Perfeitas as sugestões do Sr. Arlindo.

Vale acrescentar que 70% das pessoas deste país (claro que estou indo no chute), dificilmente tenha entrado em um jockey club ou ainda tenha assistido a uma corrida por tv a cabo ou internet. Talvez este número tenha melhorado com a transmissão do páreo da sorte e de alguns GP’s Brasil e São Paulo pela tv aberta.

O fato é que apostadores em potencial existem aí aos montes. Por mais que estes não irão apostar toda semana, ao atrair-se novos frequentadores dia a dia, esta rotatividade manterá o lucro.

Abraços e boa sorte a todos nas corridas desta semana.

Flávio Gambôa (03/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Pelo relatório financeiro apresentado pelo JCB no seu sítio, a transformação do armazém em estacionamento, ou seja, a demolição do espaço físico custou exatos R$ 104.361,00 aos cofres do clube. Gostaria de propor ao Raia Leve uma enquete pra saber quanto custará a transformação do estacionamento em armazém que me parece ser o objeto de uma ação judicial própria.

Opção A - R$ 1.104.361,00
Opção B – R$ 2.104.361,00
Opção C – R$ 3.104.361,00

Outra coisa que gostaria de propor aqui é que o mandato de presidente no JCB fosse anual, porque assim teríamos todos os anos R$ 55.000,00 pra distribuir entre os proprietários na véspera das eleições.

José Antônio Barros (03/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Gostaria de colocar mais um item, na excelente exposição do Sr. Arlindo, a volta das transmissões por rádio, pois mesmo com a tecnologia atual, nem todos os turfistas dispoem de internet ou tv a cabo e também pela violÊncia  em alguns lugares onde estão localizadas as agências, que impossibilita de ficar ali por muito tempo. Muitos turfistas deixaram de apostar, por não terem como saber imediatamente o resultado de um páreo, sobre as apostas deveria voltar as redoblonas e as acumuladas de exatas em todos os páreos.

Leon Vilper (03/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Será que a Patrícia Amorim, atual Presidente do Flamengo, se reelegeria se declarasse pouco depois de assumir que o futebol era um “doente terminal” ?

Em breve, com a saída do atual “presidente”, aquele que não fez a menor questão de ficar conhecido como um homem de transparência, de visão, de humildade, de entendimento, de compaixão, o JCB retomará seu devido lugar e prestígio na Sociedade brasileira.

A era das vaias em GPB está perto do fim.

A era dos milhões em advogados  está em seu ocaso.

A oposição tem com ela, sem dúvida, o decisivo apoio dos mais respeitáveis e tradicionais nomes do JCB que se uniram nesse momento tão importante. Pessoas com uma longa história, profundo conhecimento do turfe e do JCB como um todo. A união desses líderes em pró do Clube, da harmonia e da transparência garante por si só o reerguimento  do turfe em esfera nacional. Milhares de empregos diretos e indiretos agradecem.

A revista Veja deveria agendar desde já, para daqui a poucos anos, uma entrevista com o futuro ex-presidente Lecca para saber dele sobre o tal teimoso “doente terminal”.

Nunca houve “doente terminal”.

E não haverá mais Lecca.

Ederson Novacki (03/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Quero pedir encarecidamente ao Raia Leve para tirar do ar a conquista da Carta Patente pelo Hipódromo de Pelotas, pois periga a CODERE partir pra cima deles de olho no MGA da moçada que nem urubu atrás de carniça.

José Zakia Neto (03/02/2012) - Campinas/SP

Sou assíduo leitor deste site, e pergunto aos amigos, por onde anda e como está o meu ídolo Albênsio Barroso.

Grato.

Arthur Almeida (03/02/2012) - Curitiba/PR

Soube na data de ontem, em conversa com um dos veterinários que promoveram a intervenção cirurgica no craque JECA, no caso Dr. Ronaldo Garotti, que o mesmo não foi encaminhado para enterro no local destinado aos demais, foi levado pelo Paulinho Pelanda, titular do Haras Rio Iguassu, para enterro no próprio haras. Justa homenagem ao craque.

Obertal Paes Filho (Stud by Winners) (03/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Em função da iniciativa denominada RAIA LEVE PERGUNTA: COMO AUMENTAR AS APOSTAS NA GÁVEA, gostaria de sugerir, além das entrevistas que estão sendo realizadas, abrir o tema para sugestões dos participantes do site. Certamente, com a experiência de alguns dos participantes, surgirão ideias que poderão ser implementadas.

De minha parte, com 72 anos de idade e 55 de turfe, a maioria como simples turfista, mas também com muitos anos de proprietário, e ultimamente também como criador, pretendo participar com sugestões que irei apresentando ao longo da campanha.

Devido ao grande tempo como turfista, acompanhei a considerável quantidade de amigos que abandonaram o turfe, e assim conheço vários dos motivos que provocaram este abandono.

O principal tema que orientará minhas sugestões será a  tentativa de estabelecer o que considero mais relevante para atingir especificamente o objetivo desejado (aumento das apostas), ou seja,  “ A CREDIBILIDADE NA HONESTIDADE DAS CORRIDAS”.

No próprio site do Raia Leve, por diversas vezes, foram feitas declarações de abandono das corridas em função do apostador se sentir lesado. Não entraremos no mérito de cada caso, primeiro por existir muita reclamação que é só “choro de perdedor”, e também pelo fato de grande parte das reclamações serem subjetivas, cada um interpretando à sua maneira, devido a precariedade da mídia disponível para elucidação das duvidas. Mas o fato principal é que a maioria dos apostadores não acredita na honestidade do turfe, o que provoca reações muitas vezes arrebatadas e ilógicas.

Assim, em nossa visão, o principal será criar condições para que a honestidade possa ser comprovada com fatos e documentos,  que se encontrem à disposição dos que duvidas tiverem, e assim possam eliminar estas duvidas.
Se os turfistas passarem a acreditar na real correção das corridas, das decisões da Comissão de Corridas, no efetivo empenho dos pilotos, e na honestidade dos treinadores, metade do caminho da recuperação das apostas já teria sido percorrido.

Sabemos que será muito difícil chegar a este ponto, pois o elemento humano será sempre imprevisível, mas com tecnologia, regras claras, e colocação de pessoas certas nos postos chaves, poderemos ter esperanças.
A primeira sugestão, e sempre dentro deste principio pretendo apresentar outras, assim como espero  também ocorram outras dos participantes do Raia Leve, seria:

Diminuir (já que acabar seria inviável) com as alegações de que determinado Jockey não teve o devido empenho ao pilotar determinado animal no páreo corrido, fato este muito comum tanto dentro das dependências do JCB, assim como nas Agências e também em inúmeras postagens no Raia Leve.

Para isto sugerimos uma providencia a ser efetivada pelo JCB, que além de filmar o páreo disputado, como é feito hoje, colocasse equipamentos adicionais, filmando exclusivamente cada animal participante do páreo, desde a partida até a chegada, independentemente da posição deste animal durante a corrida. Após o páreo estas gravações poderiam servir de complemento para as análises dos Comissários de Corridas, e também ser disponibilizadas aos apostadores, para eventuais consultas, no site do JCB.

A utilização desta filmagem, em conjunto com a normal do páreo inteiro, poderia também oferecer subsídios adicionais importantes para os Comissários julgarem os delitos de raia, e as consequentes suspensões dos profissionais.

Se adotado este processo, serviria até como prevenção a atos irregulares, pois o piloto de cada animal saberia que estaria sendo vigiado detalhadamente, em qualquer posição do percurso. É evidente que esta providencia, por si só, não evitaria outras intenções distorcidas dos pilotos, como intencionalmente largar com atraso, correr fora das características do animal, participar de trains suicidas, provocar desequilíbrio no animal, etc, mas como todos os páreos teriam gravados todos os detalhes do percurso, o piloto pensaria duas vezes antes de aplicar, assim como o apostador (e a Comissão de Corridas),  poderia fazer um dossiê das circunstancias de corridas de cada piloto e chegar as suas conclusões.

Com a tecnologia atual e facilidades de aquisição existente no mercado, esta providencia não representaria um gasto excessivo para o  JCB. É só copiar o que já é feito nos jogos de futebol, onde cada jogador é acompanhado por uma câmera exclusiva.

Se não quiser fazer a filmagem, usando eventuais desculpas ou justificativas, o JCB estará perdendo a oportunidade de diminuir sensivelmente as criticas que recebe, muitas vezes injustas, inclusive em relação aos Comissários de Corridas.

Outras sugestões, sempre dentro destes princípios, são esperadas.

Obertal Paes Filho - Stud By Winner’s.

Arlindo Adriano Gonçalves (03/02/2012) - Brasília/DF

Sou leitor assíduo do Raia Leve, e, por gostar de turfe, relatiivamente à pergunta "Como aumentar o movimento de apostas?", ouso apresentar algumas sugestões:

1. O apostador deve ter, pelo menos, a impressão de lisura nas disputas de carreiras. Atuações não condizentes têm de ser devidamente examinadas. Sabemos que o animal não avisa se está bem ou não, mas há páreos que deixam margem a sérias dúvidas quanto à condução e/ou ao preparo.

2. O apostador, como todo cliente, merece respeito e precisa ter à mão todas as informações possíveis e determinantes à conclusão de seus palpites, tais como: peso de todos os animais inscritos  fornecido antes do primeiro páreo e divulgado na internet e na tv do JCB (é possível, porque os cavalos, ao que me consta, vão à balança pela manhã. Aliás, SP assim procede).

3. Abrir maior gama de possibilidades de apostas, como o retorno da QUINEXATA- que dá chance de maiores dividendos- , da Superpule de Placé (que seja com oito páreos, para fugir dos programas como menos de dez páreos), do Vintão (cadê o dinheiro que estava acumulado para o total de 20 pontos?, acumuladas redoblonas (às vezes, o apostador encontra firmeza em um ou dois animais num programa e outros tantos em outro dia da semana). Em informática é mole acertar os sistemas.

4. Nos Pick-7, Open Betting, e outros concursos que retornem (item 3 acima), não poderia haver desempate pela soma de rateios, porque isto é injusto e foge à norma básica da maior pontuação. Explico: vamos ao caso de bolo que saia pelo máximo, 7 pontos por exemplo; se, num dos páreos houver empate entre dois (ou mais) animais, todos os que fizerem os 7 pontos levam hoje o prêmio dividido, não se considerando os rateios individuais. Para o total de pontos é assim hoje; não importa o rateio em caso de algum empate em algum páreo. Por que, quando os ganhadores acontecem com menos pontos do que 7, vale a soma de rateios? São dois pesos e duas medidas. E mais, como pode haver acumuladas que reduzam o rateio de um animal menos cotado, o critério nem sempre será justo. Ainda, se alguém chega empatado como outro apostador em número de pontos, ao observar os cavalos apontados pelo outro, poderá fazer apostas nestes, de modo a baixar o rateio de qualquer um deles, até mesmo sem essa intenção, por mera defesa. Porém, isso não quer dizer que a divulgação dos que concorrem não deva ser feita; muito ao contrário: essa divulgação é acertada e demonstra lisura nas apostas. Mas, o que isso engordaria as apostas? Se o prêmio for dividido - diga-se, merecidamente - entre mais apostadores, mais terão melhores recursos para investir nas próximas reuniões, e menos ficarão frustrados por perdas, que afirmo serem injustas. Isso vai implicar aumento de apostas, obrigatoriamente.

5. Maior publicidade (inclusive, com a volta das páginas de turfe, como outrora em jornais importantes), feita com atenção por quem seja do ramo e conheça o turfe (premiação de apontadores profissionais, para incentivar a divulgação ao povo, sem enrolações que sabemos que acontecem). No Brasil, há o estigma de que turfe é coisa de gente complicada. Um sujeito que tenha algum defeito grave é, em termos de sociedade muitas vezes, relevado, mas o turfista é sempre mal visto. Há um entendimento quase geral de que o cidadão turfista é fonte de problemas, mormente financeiros. Isso não é verdade absoluta. Conheço gente que joga há dezenas de anos e nunca teve qualquer dificuldade por causa dos cavalos. É como tudo na vida: há que se ter bom-senso; nenhum exagero é bom!  Os países mais adiantados do mundo têm o turfe como lazer importante. Vide Inglaterra, EUA, por exemplo.

6. Sorteios de brindes a quem compareça aos hipódromos.

7. Instalação de linhas diretas aos hipódromos, respeitando horários compatíveis (Em San Isidro, por exemplo, há ônibus das proximidades da estação de trens de San iIsidro até dentro do hipódromo (o trem custa 1,10 pesos = + ou menos R$ 0,50) (são dez estações a partir do Retiro, com mais ou menos meia hora de viagem). Palermo é bem no centro e se vai lá até a pé.   

8. Elevação dos prêmios para incentivar a criação nacional, hoje decadente. Com o aumento da produção haverá aumento de competidores e de páreos... programas mais interessantes e atraentes. Na Argentina, um páreo comum  dá mais de 40 mil pessos, coisa de R$18.000,00. E por que tamanha diferença para nós?

9. Os Jockeys Clubs devem muito ao Fisco, e poderia ser criada uma loteria hípica, nos moldes da Esportiva (via Caixa e agentes), com rateio proporcional aos jóqueis clubes e crédito da receita em conta-corrente, para amortizar o total das dívidas, que deveria ser congelado e, aos poucos seria quitado, sem onerar mais as finanças combalidas das entidades turfísticas (tenho um esboço de como seria isso). Funcionaria mais ou menos como a Timemania (que, aliás, não pegou, porque não de futebol; é de números), nos seus efeitos para preservar os clubes de futebol. Acresce que o turfe é atividade econômica não devidamente explorada pelo Governo como tal (Só o que dá de empregos,...!)

10. Quanto à exploração de simulcasting com o exterior, penso que devesse haver maior rigidez e fiscalização, de modo a que as finalidades hípicas fossem respeitadas acima dos interesses meramente financeiros de quem quer que seja.

Falaria muito mais, porque há muito o que se dizer e até minuciar. Qualquer dia volto a lançar mais pontos. Abraços. Obrigado Arlindo, 70 anos.

Cláudio Mello Franco (02/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

E agora José?

A Rádio Corredor acaba de divulgar notícia sobre cenas deprimentes ocorridas na última reunião de Conselho do JCB, quando alguns conselheiros tomaram o microfone para declararem-se contrários a reeleição do Presidente Costa Carvalho, revelando abertamente apoio à chapa de oposição.

Marcos Caetano Cintra (02/02/2012) - Embu das Artes/SP

Caro Sr. Luiz Fernando Dannemman,

Estou reticente quanto à vitória da oposição. Porém quero lembrar que na gestão de Marcio Toledo, em C. Jardim, também apostava-se na indicação do Mario Gimenez, porém uma reviravolta aconteceu e ganhou a chapa de Eduardo Rocha Azevedo. Só que aqui o pequeno número de sócios são na maioria turfistas.

Pode ter certeza que estou apostando "na ponta" (como contumaz turfista) na vitória da oposição, porém com ressalvas. A Gávea merece muito mais, mas muito mais mesmo, porque tornou-se o centro de excelencia do turfe.

PS: Espero que se a oposição ganhar, continue prestigiando Cidade Jardim com seus excelentes animais. (A letra "G" está fora de série)

Antonio Moura (02/02/2012) - Niterói/RJ

Sr. José Henrique Nogueira,

Muito a propósito do que conversamos ontem, a mensagem do prezado sr. Luiz Fernando Dannemann aqui no Raia Leve, como V.Sa. poderá acompanhar, nos informa com toda a segurança do atual quadro da próxima eleição do JCB. Como acredito firmemente em tudo por ele colocado, tenho a impressão que continuar batendo na mesma tecla é bater em burro morto.

Nem mesmo como estratégia política é aconselhável. Isto não quer dizer que não se deva transmitir ao público turfista a notícia que o sr.me passou, ou seja, mais uma derrota fragorosa de LECCA. Desta vez em 1a. instância no TRT do Rio de Janeiro, nos autos do processo movido pelo ex-Starter Chefe, Sérgio da Costa Figueira, funcionário desde 1983 e o primeiro a se insurgir e encarar de frente o covarde gerenciamento do atual presidente.

Diga-se de passagem, que o sr. Sérgio da Costa sempre foi um funcionário exemplar e dedicado e que hoje atravessa problemas de saúde, já tendo, inclusive, passado por duas cirurgias de coluna, das quais não está ainda totalmente recuperado. Mas as boas notícias que estão chegando, certamente vão ajudar muito.

Fico ao seu inteiro dispôr.

Joemil de Sousa (02/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Sobre o assunto levantado pelo Raia Leve nas entrevistas do Jorge Delírio e do Jack Bell, gostaria de acrescentar que poderíamos contar com a colaboração de todos os assíduos comentaristas deste site, solicitando a manifestação de cada um com as suas respectivas sugestões.

Aqui estão as minhas:

A volta das modalidades - Quinexata e  Superpule de places - com o "acumulado"
E como "novidade" a aposta do "PAR ou IMPAR"

Julio Garcia (02/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Roberto Gonçalves,

Não esquecendo do LC.Soares, que já está há mais de 20 anos na Gávea. Esse sim sabe tudo de cavalo de corrida. Se não me engano, o Palura ganhou a estatística com ele no comando de seu Centro de Treinamento.

Ernane Aurelio de Sousa (02/02/2012) - João Pessoa/PB

Acabei de ler a notícia de que em breve o C.G.Netto vai pedir matrícula de treinador. Podem ter certeza de que muitas vitórias virão brevemente, pois tem talento de sobra para isso. Boa sorte, Gugu.

Waldir Alves de Souza (02/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Leonel Alvim,

Sabia perfeitamente que voce me felicitaria!

Tenho apreço e consideração por você! Acredite, você também inscreverá seu nome no Quadro de Honra dos vencedores no Torneio do Raia Leve!

Um grande abraço, do amigo,
Waldir Alves.

Arthur Almeida (02/02/2012) - Curitiba/PR

Realmente é uma perda sentida, não só para a família Pelanda, mas também para os adimiradores dos cavalos de corridas, a perda do animal Jeca. O que fez nas pistas demonstrou sua categoria e deixa agora somente um legado de saudades. Sempre caprichado pelo Treinador Ademar Pereira e toda equipe, Jeca provou nas pistas, tanto na de areia como na de grama, ser uma verdadeira máquina de correr. Fico como sua maior lembrança, sua vitória no GP Paraná do ano passado, na condução principesca de Altair Domingos, que tive o prazer de comentar pela TV Joquei e TV Turfe. Valeu Jéca, obrigado pela sua passagem nas raias do Brasil.

Luiz Eduardo Mourão (02/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Raia Leve retornou, em boa hora, a informar os Comissários de corrida a cada reunião. Desde esse retorno, como aconteceu no período passado em que esta informação acontecia, não vemos o artigo 5º do CNC ser cumprido (já que nunca temos, no mínimo, 05 Comissários atuando).
 
Gostaria que o próprio site ou algum dos leitores de Raia Leve pudesse me esclarecer: considerando que o JCB não se manifestou (que eu saiba) para justificar o seu não cumprimento, há alguma punição prevista, por parte do MAPA, para a Entidade que não atende, rotineiramente, ao teor de um dos artigos do CNC?
 
Desculpem a minha falta de informação, mas como não conheço o "querido" Dr. Pedro, não consegui saber a resposta...

Luiz Fernando Dannemann (02/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Marcos Caetano,

Ocorre que a insatisfação para com a administração Luis Eduardo não decorre apenas do turfe, segmento em que a unanimidade contrária atingiu índices avassaladores, embora previsíveis. O seu desprestígio alcançou todos os setores do clube, acumulando um índice de rejeição jamais experimentado por nenhum candidato à reeleição, segundo um dos maiores institutos de pesquisa da América Latina.

Tenho a convicção e o prazer de afirmar ao amigo que o atual “presidente” experimentará uma das maiores derrotas eleitorais da história do JCB, que apenas fará justiça a um mandato marcado pela desumanidade e irresponsabilidade, por quem procurou administrar o clube através de atos monocráticos sem nenhuma participação do quadro social que assiste desabar os telhados do clube com a mesma indignação que vê ruir, nos últimos quatro anos, os pilares da transparência.

Um homem que tem contra ele uma Associação de Profissionais, composta de treinadores, jóqueis e aprendizes - que pela primeira vez na história ingressou com diversas ações judiciais contra o clube – ; 80 anos de administração do JCB, representados pelas famílias Paula Machado, Fragoso Pires e d’Escragnolle Taunay que assinaram a indicação do seu opositor; e, de quebra, a totalidade dos criadores e proprietários cariocas, deveria ter vergonha de tentar equilibrar-se no cargo, agarrado apenas aos penhascos da sua própria mediocridade.

 

Marcos Caetano Cintra (01/02/2012) - Embu das Artes/SP

Sr. Nildo Pragana,

Agradeço a gentileza de sua colocação.

Na revista Turf Brasil deste final de semana, à página 50, li um artigo do Sr. Milton Lodi, que corrobora com minha colocação da vitória do LECCA no próximo pleito (mesmo que seja contra minhas expectativas).

Nesse artigo o articulista informa que 95% (NOVENTA E CINCO POR CENTO), pasmem são de sócios não turfistas, portanto estão se lixando com a atividade fim do clube.

Isto posto, só nos resta rezar para que a atividade não esmoreça, mesmo que represente uma forte evasão da Gávea para Cidade Jardim (como recentemente aconteceu com o Eternamente Rio e o Jéssica), uma vez que no hipódromo paulistano existe um pouco mais de profissionalismo e seus gestores "são do ramo".

Não importa onde, nem em qual hipódromo, mas sim que este esporte tão magnânimo se fortaleça cada vez mais, trazendo alegria para todo mundo.

Saudações ao Sr.
Marcos Caetano Cintra (também da velha guarda)

Leonel Alvim (01/02/2012) - Porto Alegre/RS

Prezado Waldir Alves de Souza,

Parabéns pela vitória no 6º Concurso de Prognósticos Raia Leve. Depois de diversas colocações, merecia a vitória, com marcações precisas.

Luiz Renato Ribas (01/02/2012) - Curitiba/PR

NO ANO DE 2011, SEGUNDO A HISTÓRIA

- A “Retrospectiva do Turfe 2011” produzida pela primeira vez sob iniciativa do Raia Leve é, indiscutivelmente, um primor profissional, como poucos.

- De janeiro a dezembro, revemos o turfe nacional e internacional mostrado num texto enxuto, bem dosado, desse admirável Paulo Gama.

- Através da “Retrospectiva” é possível rever as grandes vitórias das provas de grupo I, em especial o Brasil, São Paulo, Paraná e Bento Gonçalves.

- Claro também não ficaram de fora clássicos e provas especiais tanto do Brasil, como do exterior, Argentina, Estados Unidos, Dubai e outros.

- A cada mês a “Retrospectiva” não somente exibiu páreos, como também não se furtou, com elegância e abertamente, a se reportar a desmandos de gestão.

- O Jockey carioca o mais lembrado, seguido do Paraná nos seus episódios desconfortáveis de ameaças de greve e das eleições, respectivamente.

- De qualquer maneira a linha editorial do vídeo se limitou de registrar nada mais que a própria história, sem entrar na discussão política do certo ou errado.

- O site do Raia Leve, patrocinado pela ACPCPSI – Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro Sangue Inglês – é o mais visitado do país.

- Aliás, os sites de turfe são, na maioria, bem construídos e objetivos, salvo alguns poucos desatualizados e politicamente de credibilidade duvidosa.

- Mesmo os sites oficiais dos Jóckeys Clubs brasileiros são bem feitos, embora alguns pequem no item inovação e atualização.

- O site do JC de São Paulo é, a meu ver, o de layout mais bonito e moderno seguido pela dinâmica do JC do Paraná, um dos pioneiros do setor.

- Voltando a “Retrospectiva 2011” do Raia Leve, há também a destacar o trabalho do seu editor, o querido Eluan Turino.

- Eluan soube escolher a dedo a sua equipe, em especial a leveza de voz de André Lemos que muito enriqueceu o trabalho de gravação do Wagner Monaco.

- Enfim, nestes tempos onde turfe rola muito mais no mundo cibernético, de mais fácil alcance que às arquibancadas, há de se louvar esses talentosos espíritos criativos.

- Com certeza o seu criador, o saudoso Zig, que não tive a oportunidade de conhecer, provavelmente sinta-se orgulhoso dos seus continuadores.

- As noticias do Paraná são alimentadas, nacionalmente, por este jovem paranaense e idealista Victor Ferreira a quem o turfe daqui lhe deve muito.

- Serviço: clicar no site do Raia Leve em “Destaques da Semana” para acompanhar, com imenso prazer, a Retrospectiva 2011. Parabéns, rapaziada do Rio!

Roberto Gonçalves (01/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Acaba de sair a Resolução da Comissão de Corridas, onde se lê:  b) Deferir o pedido de matrícula de treinador de Edson Ricardo Pereira (E.RICARDO), para o Ano Hípico 2011/2012". Esse treinador é aquele que foi expulso do JCB, com a cassação de sua matrícula? Sinceramente não sei o certo.

Caso realmente seja a mesma pessoa, nada mais justo do que também oferecer aos ex-treinadores JOSÉ LUIZ PEDROSA - RENATO "MENTIRINHA" - MARCELO B. SANTOS - E TANTOS OUTROS,  a RENOVAÇÃO DE SUAS MATRICULAS, POIS NÃO PODE HAVER DIFERENCIAÇÃO ENTRE AS MESMAS PESSOAS QUE UM DIA COMETERAM O MESMO DELITO.

A renovação da matrícula pode ter sido dada também por alguma determinação judicial.

Se alguém souber algo a respeito favor me informar.

Um abraço,
Roberto Gonçalves.

Antonio Moura (01/02/2012) - Niterói/RJ

Sr. Nildo Pragana,

Agradeço-lhe pela generosidade e certamente o sr. Márcio Cintra não dirá o contrário.

Mas antes de entrarmos no mérito da próxima vindoura eleição do JCB, quero salientar que aqui no site as pessoas valem pelo que efetivamente são e pensam e que a idade, pra cima ou para baixo, é apenas um mero detalhe. O signatário, por exemplo, está a cem metros do vencedor para completar setenta felizes anos e, acredite, em nada me sinto diminuido. Muito pelo contrário...

Com relação à reeleição (não!) em si, não tinha pensado na hipótese aventada pelo prezado turfista. Será que LECCA correria o risco de fraudar as eleições e sair, além de incompetente e irresponsável que é, também como gatuno? É um karma por demais pesado, mesmo para um mestre de cerimônia (rídiculo) e financista decadente. Mas enfim, é bom ficar de ôlho.

As corridas é que estão apresentando resultados muito àquem da expectativa de nós outros - que ainda temos a justa pretensão de ir ao caixa pagador.

Foi um grande prazer observar sua intervenção.

Leon Vilper (01/02/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Dizem que o tombo vai ser grande.

Pancada forte na pessoa física.

Quatro anos plantando pimenta e o ilustríssimo senhor presidente esperava o quê?

Sem a "máquina do Estado" quero ver botar "To nem aí" pra correr.








































  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês