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Setembro | 2026
 Claudio da Silva (22/09/2026) - São Lourenço – MG
Com relação às corridas na grama, porque não colocam cerca na parte interna da pista, também, porque não escolhem os melhores páreos, talvez uns três na grama. No exterior, não precisa cerca, porque os jóqueis sabem que não podem correm por dentro, parece que são mais inteligentes do que os administradores da gávea.

Cesar Eduardo Marques Mendes (22/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Bom dia a Todos . Sobre domingo que não teve corrida dia 20 e porque não teve inscrições suficiente para dar três dias de corridas. E só olhar os programas de segunda e terça feira que só saíram 7 páreos . Estamos num mês de muita chuva e a maioria dos cavalos brasileiros tem preferência pela pista de grama aí os profissionais (Treinadores ) não vão inscrever seu animais pra depois de que fazer forfait. O penetrometro já estava bem na semana passada e ainda tinha previsão de muita chuva na semana . Então por isso a comissão de corrida teve muita dificuldade de fazer o programa de semana . Críticar faz parte mais acho que essa semana que passou não tinha como fazer três dias de corridas Aí teve corrida no hipódromo do Tarumã (Paraná)e as corridas do Rio de Janeiro ficou pra segunda feira e terça feira acertadamente na minha opinião. Vamos torcer pra as chuvas pararam pouco pra incrições voltarem ao normal Retirar um cavalo por mudança de raia o proprietário paga pela retirada do seu animal. Por isso eles preferirem não inscrever e tentam uma outra oportunidade na grama e ser fizer forfait veterinário o cavalo fica suspenso por alguma semana . Obrigado a todos E boa sorte nas corrida de hoje a noite . Abraço

Roberto de Souza Ferreira (21/09/2026) - Belém – PA
Mais um domingo sem corridas no JCB. E uma pena pois vi que após tantos dias de chuvas, estava um clima agradável na Gávea. De que adianta tanta propaganda do “Domingo no Jockey”, se as famílias criam o vínculo com a data e não são todos os domingos que tem corrida?! Por mais que não tenha GPs todo domingo, não deveria ser um dia fixo da semana para corridas? Será que o público da noturna é melhor que o de domingo? Em certa festividade, o presidente Raul informou que seriam raras exceções de domingos sem corrida no Rio, e não é isso que temos visto. Sem contar o papelão da semana passada de querer cancelar as corridas por causa da medida do penetrômetro. Ora, deve-se ser cumprido o regulamento e ponto final. Tremendo desrespeito com os profissionais que prepararam seus animais para aquela data. São Paulo com 1 dia de corrida na semana tem obtido resultado de público melhor que o Rio. Fico feliz que estejam se reerguendo.

Wilson Roberto Alcântara (21/09/2026) - Campina Grande – PB
Porque não estão fazendo nada para tirar este presidente e seus administradores do hipódromo da gávea, vcs não estão vendo q estes elementos são sombra d ROCHA AZEVEDO EX.PRESIDENTE Q QUEBROU CIDADE JARDIM estes membros do hipódromo da gávea vão acabar com as corridas. Proprietários não vão resistir cada semana menos pareos....

Jorge Humberto (21/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
".. CAVALO É ESTADO...", ".TURMA É TURMA..". " ERA RETROSPECTO PURO". Afinal, eu tenho que me basear em que pra acertar um páreo???? Ajudem -me!!

Jose Tito de Aguiar (20/09/2026) - São Bernardo do Campo – SP
Boa noite a todos, Horário de pico, trânsito caótico, dia útil e a Gávea com apenas sete páreos mesmo assim os dirigentes mantém o horário das 18 hrs. será que é para ter mais tempo para atrasar? Sensibilidade ZERO.

José Roberto Giancristoforo (20/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Vagabundagem fazendo tudo para acabar com JCB Meus Parabéns vocês são realmente determinados

Marcio Uchôa (20/09/2026) - Recife – PE
Quero parabenizar ao Sr. Decio, pela opinião sobre o que aconteceu no dia 15/09, toda informação tem que ser dada antes do primeiro pareo da reunião. Blz

Sidnei kanashiro (19/09/2026) - São Paulo – SP
Bom dia leitores do raia leve.
Existem turfistas que eram priveligiados pois recebiam informaçoes de alguns joqueis, que quando trabalhavam alguns animais diziam, que pode jogar que é pareo corrido, e eu durante 60 anos como apostador nunca recebi uma informaçao dessas, e olha trabalhava na feira nas barracas de legumes e frutas da minha familia nos bairros da vila sonia, monte kemmel e chacara do ferreira onde moravam varios treinadores joqueis e funcionarios do joquei, assim que acabavam os treinos do animais muiitos deles passavam na feira para comprar frutas e verduras e como vinham cansados e com sono, pediam para que entregassem em suas residencias alguns pagavam na hora outros pediam para pagar na proxima semana, e alguns só conseguiam pagar no fim do mes onde recebiam suas comissoes, alguns joqueis a gente reparava que vinham em seus veiculos outros de onibus. pois bem depois de expor-me minha rotina, um dia atendi um sr. que era ferreiro do joquei, ele comentou comigo que um modesto joquei disse-lhe que havia trabalhado um animal que correria na noturna de segunda feira pedia para esse treinador que jogasse umas pules pra ele mas ele tambem, macaco velho achava que era uma fria, chegou segunda esse mesmo joquei levava o mesmo animal para que o ferreiro arrumado a ferradura das patas dianteiras e enquanto o dito cujo trocava as ferraduras o joquei, começou a contar porque achava que era barbada esse animal e trabalhou o animal em 1.200 mts. em abaixo de 74 s, quando o pareo era para perdedores e em corrida na baixava de 76 seg . uma diferença de 3 seg. que corresponde a uns 50 metros. ai o ferreiro perguntou se era ele que ia montar. e o joquei respondeu nao, quem vai montar e o joquei oficial da cocheira, na largada o animal que era estreante largou mal. ultimo, uns 50 metros atras, mas tinha tanta sobra que ganhou por uns 10 metros o ferreiro comentou depois que havia jogado metade do seu salario mas suou frio, eu tambem joquei uns trocados a informaçao valeu.
Alguns anos depois estava no paddock do joquei onde via os cavalariços jogarem como sempre nos animais que cuidavam, mas nesse dia notei eles conversarem entre si e jogarem o animal de um outro cavalariço, eu achei estranho e tambem joguei, em toda minha estadia no joquei foi as duas informaçoes que recebi e nao forem de treinadores nem joqueis e por isso que tem essas informaçoes, que aproveite bem pois corrida não é uma ciencia exata

Jose Tito de Aguiar (18/09/2026) - São Bernardo do Campo – SP
O ex presidente da câmera de São Paulo miltom leite aquele que queria prender os cavalos,joqueis, treinadores, turfista e também fechar o JCSP que estava foragido com indício de envolvimento na organização criminosa PCC hoje se entregou a polícia. Quem disse que praga de Turfistas não pega? rss. Parabéns aos dirigentes do Cristal que vão aproveitar a data do dia 26 sábado.

Antonio José da Silva Pais de Moura (18/09/2026) - Niterói – RJ
NO CAMINHO CERTO Prezado Wlademir, Desnecessária a sua solicitacão, eis que o Prezado Turfista já está no melhor Site de Turfe do Brasil.- o Raia Leve! Faça, portanto, como João Simões - continue! É seu passaporte para que, brevemente, possamos dialogar com mais um Catedrático de elite! Apareceça sempre e conte desde já com meu apoio e habitual antenção... Saudações Vascaínas do A,J. Pais de Moura

Carlos Alberto Behar (18/09/2026) - Porto Alegre – RS
Vcs já notaram que no pareo de abertura do PLA 7/8/9 no Cristal nunca vinga o favorito ?

Claudio da Silva (17/09/2026) - São Lourenço – MG
Bom dia, hoje, quinta feira, não tem corrida na França de galope. Parece que estão desmotivados para trabalhar, haja vista que tem dois hipódromos com corrida de salto e charrete. Será que é para ir afastando cada vez mais os apostadores.

Julio Cesar Pereira Garcia (17/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Agora você vê,eu vou acordar 4 horas da manhã para ir a Gávea Para ver o que um monte de treinador que tem duas vitórias no ano Quando eu ia a Gávea, estava trabalhando cavalos M.Cardoso, I.Correa, Juvenal entre outros , esses trabalhavam o cavalo na terça feira quando descia do animal já falava pode jogar que é barbada M.Gonçalves quando trabalhava os animais do J.B.Nogueira era cada pule, quando fiquei sabendo que ele está trabalhando para o F.Borjes não preciso nem ir a Gávea é só botar no jogo, não precisa nem ver retrospecto C.G.Neto um mostro para preparar um cavalo, tanto que o Ricardo pediu para o TNT contratar ele para trabalhar os animais ,esse e outro saiu inscrição não vejo nem retrospecto, se tiver retrospecto eu cravo Quase que eu esqueço do A.Mota o homem que nunca perdeu um páreo na fotografia sempre um cálculo preciso, quando ia para foto primeiro ele, ele queria matar o apostador do coração,mas a gente era novo naquele época se fosse hoje em dia ele teria matado muita gente de infarto Agora que tipo de treinador fala para pessoa ,que se soubesse que o cavalo iria ganhar trocava de carro, cidadão não sabe nem como está o cavalo dele, mas tem muitos assim na Gávea

Claudio Pragana (17/09/2026) - Recife – PE
Srs, olha o desastre do leilão de hj, eu acompanho a mais de 30 anos os leilões do Brasil, pelo pré eu vj como vai terminar, e ainda gente que acredita em Papai Noel, kkkk, o Brasil não tem poder aquisitivo para essa quantidade de leilões mensalmente, hj vou repetir 15X em breve 20X , quem viver verá,certo estava o Léo, aceitava lance de 50 reais, cabe ao vendedor defender até onde ele acha que vale, chegando ao valor que ele quer vender, é simples não é nenhuma desonra aceitar lance de 50 reais, o surreal é uma coisa que só tem no Brasil, até por que no Brasil em tudo é diferente principalmente no Turf, se passar de 2000 reais os lances passando a ser de 200 em 200, onde isso está inscrito no catálogo ele diz que é uma regra, talvez ele não saiba o sinônimo de "Regra", é menstruação recomendo que leia o Aurélio as regras é o escrito no catalog vejam mais os leilões no exterior, não tem "Papo Furado" quem quiser ver o lote oferecido leia o catálogo e não ficar gritando quem foi a mãe e os sobrinhos dele etcetera, isso não vale nada. Hj em Keeneland foram oferecidos 377 lotes, lógico que teve várias defesas e Forfaits, garanto que o tempo do leilão foi menos que a cera de ontem no JCB de 53 minutos, isso é um absurdo , não tem como fazer simulcast com nenhum país do mundo se não comprir o horário, até por que todos os páreos em todo mundo o programa é feito pelo horário e não pela ordem numérica, Brasil é uma beleza mesmo.

Erasmo Rodrigues da Silva (16/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Apenas na minha opinião, os atrasos na programação são indecentes.
Cabe ao JCB assistir aos páreos em San isidro. Podem aproveitar alguma coisa, tais como: canter já direto ao partidor para largada; todos os animais alinhados ao mesmo, sem o preciosismo do starter; todas as portas dianteiras dos boxes abertas e são fechadas após a entrada dos animais.
Outro assunto: no site do JCB, agora, propaganda de "espetacular" posto TEXACO . O JCB poderia alugar espaço para locar TV com as transmissões dos páreos. Quem sabe não agrega algo?

Sidnei kanashiro (16/09/2026) - São Paulo – SP
boa noite srs. do raia leve. Para bom entendedor, turf nao é romance, quem nao acredita nas lisuras das corridas,vá as 4 horas da manha no prado e acompanhe os trabalhos dos animais. Já dizia um antigo treinador avô do meu genro, que em familia, sempre comenntava conosco se eu soubesse que meus cavalos iriam ganhar voces me veria de carro novo e nao nesse calhambeque.

Jose Tito de Aguiar (16/09/2026) - São Bernardo do Campo – SP
Boa noite a todos, - Esta semana a coerência prevaleceu não sei se espontâneo ou não mas o fato que Domingo Tarumã e Segunda Gávea e para o bem do Turfe que continue assim. - Dia 26 não haverá programação em Cidade Jardim que tal Cristal aproveitar a data - A meu ver os dirigentes da Gávea acertaram em criar um Pote para o Pick 7 na segunda feira vendeu 240 mil os apostadores jogam é só ter atrativo e também acertaram sobre os limites do Penetrômetro alterados a partir de hoje - O Campeão J.Ricardo finalmente resolveu pendurar o chicote como diz o ditado antes tarde do que nunca ele não merece o que está passando. Parabéns ao Raia Leve pelas duras críticas sobre o atraso de ontem na Gávea é isto ai elogiar e criticar quando se fizer necessário. -E o choródromo na coluna continua Rsss.

Decio Luis Caetano (16/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Nobre Comissão de Corridas, o que aconteceu no segundo páreo de ontem e páreo de abertura do pick7??
O jóquei do favorito vem na frente e entra na reta abre baliza 10 sem necessidade e depois nos 200 metros finais ele leva o cavalo para dentro novamente inclusive prejudicando outro competidor!! Se eu sou comissário chamaria na hora para saber o motivo desta atitude que tirou qualquer chance do Mark Rohtko ganhar o páreo!!
Mas dois pareos depois ele estava esperando uma montaria dando risada antes de montar!!
E os apostadores como ficam??

Claudio Pragana (15/09/2026) - Recife – PE
Boa noite a todos, como sempre a Coolmore é líder em tudo, o livro 1 dos leilões de Keeneland terminou hj, foram 2 dias, ontem a Coolmore comprou 3 lotes potros de Gun Runner, hj ele comprou 2 e nenhum de Gun Runner, porém foi o lote mais caro da noite, 3,7 milhões de USD, amanhã começa o livro 2 e os preços vão caindo até o 5 no final do mês, ai quem quiser comprar por 1000 USD vão ter muitos , e não é em 15X, que país maravilhoso é o Brasil, tudo ele tem uma solução, o cara compra em 15X o animal morre ou se acidenta antes de correr a primeira vez, é uma coisa surreal, como dizia "Jô Soares" que país é esse kkk.

Antonio José de Souza (15/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Quando o castigo vem a cavalo.
Vindo de três corridas horríveis, e agora muito apostado, o cavalo Mark Rohtko estava com cara de tiro certo.
Largou com tudo, parecendo esquecer de suas ultimas atuações. Se não fosse uma direção horrível do joquei na reta final em certo momento foi para a cerca externa (??) e depois voltou prejudicando outro cavalo, certamente teria ganho o páreo com folga e a alegria chegaria.
Prepararam o cavalo mas esqueceram de orientar o joquei...E agora vai sobrar para o jóquei !

Julio Cesar Pereira Garcia (15/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Sr Jorge Humberto O senhor que acompanha futebol, o senhor viu o que aconteceu no jogo da Juventus contra o sassuolo , saiu três gols nos últimos 5 minutos o último gol do sassuolo foi uma vergonha A federação italiana abriu investigação sobre manipulação da Juventus no resultado da partida, o clube pode ser punido Agora vamos aos fatos: no dia 08/09 tinha dóis bilhetes fechando o pick7,um tinha todos os cavalos o outro tinha o favorito que era CREDIBLE a égua mais ligeira do páreo dito por todos os catedrático O que aconteceu ela largou fora do páreo, aí a égua DEEP CHAMP que por sinal é uma boa égua mas nunca foi ligeira na vida largou na baliza 12 e acabou Daqui a 15 dias a CREDIBLE pega o mesmo páreo larga e acaba ganha por 10 corpos e não acontece nada Já estou até vendo a justificativa ela estava mau pisada no box e foi dada a partida ,a culpa vai cair no funcionário que deu a partida, o Brasil não é para amador O senhor não acha que deveria abrir uma investigação

João Pedro Busch (15/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Boa tarde! Aos amigos apostadores do turfe, uma reflexão de quem conhece esse jogo há muito tempo. Quem gosta do esporte estuda! Não precisamos de programas de TV ou de “dicas” de profissionais do turfe para fazer nossos jogos. Façam seus estudos, confiem nos seus palpites e façam suas escolhas. Esse “jogo” eu conheço faz tempo...Pules de devolução não ganham. Favoritos ganham e perdem. Azares perdem e ganham também. Aprendi, e continuo aprendendo todos os dias, que nós, jogadores, temos nossas manias: “Cavalo vem de parado...” “Baliza de fora é ruim...” “Correu para um tempo maravilhoso...” “Só corre na areia...” “Só corre na grama...” “Está repicado...” “Veio do CT...” "Corriam barbada na última..." Enfim, tudo isso faz parte do nosso esporte. São observações, experiências e convicções que cada apostador constrói ao longo do tempo.Mas existe algo que ninguém pode fazer por nós: o nosso próprio estudo e a responsabilidade pelos nossos palpites. Meu amigo Jorge Humberto me disse uma vez algo que nunca mais esqueci:“Jogue o seus estudos e palpites!” Bons estudos e bons jogos, amigos!

Decio Luis Caetano (15/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Ontem no oitavo páreo a Juliana Dias avisou que o treinador do número um entrou em contato, esperando ampla reabilitação do fracasso de terça feira passado aonde foi ultimo colocado!! Que o Alongado Kentucky iria correr na frente e poderia ganhar. A pergunta que eu faço por que esse treinador não avisou durante a resenha ou antes do primeiro páreo?? Será que era o pick 7 ou o betting estar fechado e depois aviso para tirar o meu da reta se ele ganhar ou só lembrou em cima da hora kkkkkkk

Wilson Roberto Alcântara (15/09/2026) - João Pessoa – PB
O excelente programa d sábado e domingo ho hipódromo da gávea foi transferido todos para a raia d areia pelo pelo excesso d chuvas tirando todo seu brilho pelos excelentes animais clássicos na raia d grama estão d parabéns todos os jockeys e treinadores por conduzirem seus animais a vitórias sem nenhum acidentes na raia encharcada da gávea....

Julio Cesar Pereira Garcia (15/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Sr Jorge Humberto Eu cravei OLYMPIC OMAM no meu jogo fechei uma acumulada O que não pode é a esposa do treinador falar na televisão que ele "PODE CHEGAR NA CATEGORIA" é os outros marcadores irem junto Como eu falei o cavalo sobrava naquela turma,ganhava até no asfalto, mas a mulher do treinador não sabia disso Se a pessoa que está indicando não joga, qual o fundamento então para não indicar o cavalo do seu marido,já que quando é o cavalo da filha ela sempre falou que estava tinindo certo Ela sabe que o cavalo da filha está sempre tinindo toda vez ela fala na televisão, mas o do marido ela não sabe nada Transparência e fundamental em qualquer jogo O senhor que aposta no futebol sabe a quantidade de informações que nos temos para fazer nossas apostas Agora pelo que o senhor disse não é para prestar atenção no que esse pessoal fala na televisão porque não são confiáveis,foi isso que eu entendi posso ter entendido errado, quando o senhor pede para eu estudar filiação E difícil eu ver essa TV turfe eu vejo quanto está o André Rodrigues ou o Diego Guedes e gosto também do Matheus Peres Com todo respeito que eu tenho pelo senhor, não venha passar pano para essa gente que está afundando o Turfe e o senhor sabe muito bem disso,que bobo o senhor não é.

Wladimir Gonzalez da Rosa Junior (15/09/2026) - Joinvile – SC
Boa noite. Sou novo na comunidade do turfe e, há uns dois anos, tento entender o mundo das corridas e das apostas. A impressão que tenho é que a atual comunidade não se preocupa em angariar novas pessoas. Vou ser bem objetivo. Falo isso pela dificuldade que tenho. Não é dificuldade em fazer uma aposta, mas para entender as informações que são disponibilizadas para o público. Não que elas sejam ruins, mas que são preparadas, na minha opinião, para quem já sabe apostar. O amigo que me mostrou esse mundo, viveu muito tempo dentro dele, infelizmente, já partiu. Ele conhecia tudo, além dos contatos que tinha. Sabia pelo andar do cavalo, aniversário de alguém ou outras informações subjetiva, quem é que ia ganhar. Agora pegue alguém sem nenhuma base ou orientação e espere que ela analise os dados de um retrospecto ou programa e tente entender e relacionar: tipo e estado da pista, distância, jóquei, treinador, retrospecto do cavalo, desempenho anterior, nível dos páreos, valores das bolsas, condições da corrida e tantas outras variáveis. E o piro é que existem dados que poucas pessoas vão decifrar o que significam e para que valem essas informações. Levei um tempo, para compreender qual a importância da informação sobre a posição do cavalo na entrada da reta. Não basta trazer alguém para assistir a uma corrida ou fazer uma primeira aposta. É preciso dar a essa pessoa condições de compreender as informações, fazer sua própria análise e tomar uma decisão consciente. Costumo dizer que é um bom passa tempo, já estou emplacando 65 anos e gosto de poder fazer uma aposta, bem calçada nos dados. Não tenho expectativa de ficar rico é um passatempo. Moro em Joinville – SC, faz frio e chove muito. Domingo é a diversão. Falta um caminho mais amigável para quem está chegando. Fica a sugestão para os Senhores e Senhoras que dominam esse mundo. Grato pela atenção, este é o primeiro ambiente voltado ao turfe que entro, se puderem indicar outros eu agradeceria.

Jorge Humberto (14/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Boa tarde Tenho quase certeza que GP latino Americanos corridos na areia só em La Plata na Argentina ( vencido por Much Better) e no Chile em Dell Mar. Contudo, Caro JUlio Cesar, estuda as filiações, linha baixa, etc etc e não terá problemas se A ou B , marcou ou não um cavalo. Eu não tenho relacionamentos com ela, mas soube que Juliana Diais , mesmo tendo nascido no Jockey praticamente, não é jogadora.....E se o cavalo do Bebeto desse 2,8 ou 4,5 não iria deixar ninguem mais rico ou pobre. Então vamos estudar e esquece essas coisas., e capricha nos estudos.

Julio Cesar Pereira Garcia (14/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Caiu na pegadinha kkkkkkkk Eu escrevi areia para ter a resposta e consegui Obrigado pela audiência Mas seu marido enganou você direitinho,ou você sabia e queria uma pule melhor,se foi isso conseguiu

Juliana Dias (14/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Sr. Julio Cesar, O Latino corrido na areia foi só na sua casa, porque o que o Olympic Oman correu no Peru foi na grama, assim como toda sua campanha. Procure se informar melhor antes de fazer críticas infundadas. Boa sorte!

Jorge Humberto (13/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Boa Noite Apenas dois comentários sobre o último páreo de domingo....Da tv jockey o André Cunha foi o único que marcou o 5 do João Vitor, seu agenciado, então ele marcou por ter contato com os trabalhos do cavalo e por isso procurou a montaria. Então é melhor ter um comentarista/ agente ali no resenha ou profissionais como aqueles que o nosso bom Jair Bala entrevista? Que só derrubam. Segunda coisa o cavalo número 01 do Blue Montain que montou o Jorge Ricardo, podem jogar na próxima. Até com o J. Ricardo mesmo....Que essa semana disse que vai parar ou coisa assim....E soube que vai ser no dia do GP Brasil.....Conselho, Jorge Ricardo, para antes ou depois, as atenções serão divididas com o evento esperado o ano inteiro pelo turfista.....Você merece um dia especial pra despedida que você anunciou essa semana......mas a decisão é sua... E boa aposentadoria, beba vinhos, coma pizza, acorde a hora que quiser e viva que você ainda tem muita saúde...

Julio Cesar Pereira Garcia (13/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Sr Sidnei Kanashiro Uma vez eu estava na Gávea com um treinador, e chovia muito aí eu afirmei para ele que a areia pesada era igual a grama, sabe o que ele me respondeu: Vai lá e come um pouco de areia e um pouco de grama para ver se é igual kkkkkkkkkk

Julio Cesar Pereira Garcia (13/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Esse jogo não é brincadeira, o treinador esconde até da mulher o cavalo dele que vai ganhar Viu como o OLYMPIC OMAM ganhou O cavalo vai ao Peru corre o latino americano na areia, pega um páreo aqui na transferência aonde os outros animais só corre na grama e a mulher do treinador indicar pra segundo Aí você fica pensando se a mulher do treinador indicou pra segundo é porque ele não está bem. Todos nos sabemos que ele sobra na turma Veja o que ela falou na televisão, "PODE CHEGAR NA CATEGORIA" Com isso todos os marcadores da TV foram com ela não sei se foi por influência da mesma ou conveniência Aí vocês querem novos apostadores, primeiro tem que mudar todo mundo que está ai, começando por ela Ela já tinha feito isso eu falei aqui,ela veio se defender e ficou pior para ela foi na semana do Brasil Ela na televisão não indicou o cavalo para nada , quando foi Entrevistar o treinador falou que sabia que o cavalo estava tinindo LENT"SUPREMO

Jorge Humberto (13/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
UMA PIADA Recebi desde sexta -feira, domingo se não der grama , vão adiar. A pista não será mudada. Enfim, abrir minha revista e comecei a estudar os páreos pra grama pra que no dia que ela ocorresse, no natal, no ano novo, eu já estaria afiado.....Pasmem, eles NÃO ADIAM e ainda MUDAM A PISTA...aí pensei, isso não é sério, abri o programa fiz um pic 7 de 30 reias ( não é meu padrão) e olhei entre um série na netflix e um páreo ou outro. AMADORISMO GIGANTESCO

Alén Ricardo Miranda (13/09/2026) - São Paulo – SP
O comentarista agente de 3 é uma piada , eu escuto no mudo a muito tempo as corridas ! O maior problema do Jockey Club é que eles tem preguiça de ir atrás de profissionais, eles preferem chamar os mesmo para 3 funções , eles “preferem” os de casa , que não sabem nada mas são de casa ! Passou na hora de uma instituição desse porte com um Espaço privilegiado acordar ! São sempre os mesmo , puxando saco de alguns , não sendo profissionais , chega !!!! O público não aguenta mais esses profissionais amigos de fulano que não tem profissionalismo! Não terá mudanças com esses mesmo profissionais brincando de casinha !!!! Acordemmmmm !!!!!

Julio Cesar Pereira Garcia (13/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Muito estranha essas corridas de domingo 13/09 Tem um GP3 em 1000 metros é o L.Esteves não escreveu ninguém nesse páreo, sendo que no Suckow ele tinha 6 animais

Julio Cesar Pereira Garcia (13/09/2026) -
A verdade é que nós temos que parar de dar opinião sobre o MGA que está muito baixo Com tanta opinião que nós postamos aqui para salvar as corridas e nada acontece Acho que a diretora está satisfeita com a situação que se encontra as corridas Já pararam para pensar se não é isso que eles querem, acabar com o Turfe,as vezes eles tem um outro projeto para o espaço, as construtoras devem estar esperando esse hora chega Eles devem está esperando todos nós morrer, vocês acham que eles querem novos apostadores Nós estamos atrapalhando os planos deles Veja os comentaristas das corridas internacional,os caras são fora de série, porque eles não botam eles para comentar aqui ,mas tem que deixar eles a vontade para falar o que quiser

Alex Wendel (13/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
CORRIDAS DE DOMINGO NA GÁVEA PODEM SER ADIADAS” Isso é sério? Ou é algum tipo de piada? Isso é amadorismo em estado puro. Uma programação clássica é planejada com meses de antecedência, mas os responsáveis conseguem chegar à véspera sem saber se haverá corrida. Uma vergonha total, qual o problema de correrem na areia? A quem interessa esse adiamento? É muito triste ver no que essa gestão transformou o turfe. E o pior: quem paga a conta desse amadorismo é quem ainda insiste!

Fabio Manso (13/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Mais uma vez, o problema não parece ser a preocupação com a segurança. Isso ninguém pode questionar. O problema é planejamento e previsibilidade. O comunicado sai na véspera dizendo que as corridas de domingo “podem ser adiadas”. Nem é uma decisão definitiva. Só no domingo saberemos se haverá corrida. E tem um detalhe importante: o próprio regulamento do Jockey estabelece 7,5 como índice de penetrômetro para as provas do calendário clássico programadas na grama. Também existem critérios técnicos previstos para transferência de páreos para a areia. Então por que deixar uma programação inteira chegar à véspera nessa situação? Quem paga essa conta? O proprietário que preparou o cavalo durante meses, o treinador que montou todo o planejamento, os profissionais envolvidos, e os próprios cavalos. Uma prova clássica não aparece no calendário de uma hora para outra. A programação é conhecida com muita antecedência. Todo mundo trabalha para chegar bem naquele dia. E aí, na véspera, vem o famoso “pode ser adiada”. Se existe um regulamento, se existe medição do penetrômetro, se existe previsão de chuva e critérios técnicos, não deveria existir também um protocolo que permitisse ao proprietário e ao profissional saberem com antecedência razoável o que vai acontecer? Segurança vem sempre em primeiro lugar. Mas segurança e planejamento não são coisas incompatíveis. O que não dá é transformar cada reunião em uma incógnita até a última hora. E isso fica ainda mais estranho depois de tanta promessa de fortalecer os domingos e criar o tal “Domingo no Jockey”. No fim, a impressão que fica é que, para essa gestão, corrida parece ser sempre a última prioridade. Quanto menos corrida, melhor. Só que o Jockey existe, antes de qualquer coisa, para fazer corrida de cavalos.

Sidnei kanashiro (13/09/2026) - São Paulo – SP
bom dia leitores do raia leve, gostaria muito se saber de alguns dos srs. sobre pista de areia ppesada ou encharcada, pois l lembro de akkguns comentarios de alguns turfistas de sao paulo que diziam que a areia pesada ou encharcada era o mesmo que correr na grama pesada ai lembrei-me de um caso real acontecido em cidade jardim, no fim da decada de 60 que llembro-me ate hoje, pois bem havia um animal de nome fogoso que um semi aviao em pista de areia num classico programado pa grama, em virtuude da chuva foi transferido para a raia de areia , que se encontrava encharcada entao dito cujo virou franco favorito nesse pareo pois nesta raia havia ganho varios classicos pois os outros todos gramaticos ceixado em segundo plano, bom corrido o pareo o referido animal nao fez pedra entao escutei de sr velho treinador dizer o segu[nte raia grama ou areia quando no animal estiver em forma pode correr ate no asfalto, primeiro ele desde entao aposto naquele que estiver em forma, estarei errado?

Jorge Humberto (13/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Eu gostei demais do programa PODCAST do Juliana e da Vitoria essa semana, o Jair Bala eu nem imaginava que tinha uma vida tão legal , rica , e interessante. O programa me prendeu a cada minuto, virei fã do cara. O próximo será o C. Lavor, que é desinibido e com uma história que não cabe em uma hora e vinte. Desde de já sugiro a elas perguntarem sobre a vitória de ABOVE THE SKY, pós falecimento de W. Lavor, O que ele sentiu e ele vai responder o porquê. Eu não acho muito bom comentar a postagem alheia , mas sobre essa história de comentarista ser agente de joquei, não vejo conflito de interesse nenhum.. A BETANO dá 300 milhões ao Flamengo e patrocina o campeonato O que não pode é roubar pro flamengo chegar nas finais para dar visibilidade ao patrocinador .E e as arbitragens são na média...ruim para todos. Os joqueis agenciados são basicamente, W.xavier, H. Fernandes, V, Gil e João Vitor, joqueis que dificilmente erram e não há o que se criticar....o Que não pode é desconversar quando for no Resenha do Turfe , e desvirtuar rateios, e como disse na minha úlitma postagem ,o André Cunha é corretíssimo, marca os seus agenciados quando tem que marcar e não marca da mesma maneira....É bom se falar que ninguém é adivinho de resultados, se não estariam todos ricos...Então ocorre vez por outra um cavalo não marcado ganhar.... Enfim, eu não vejo problema nenhum se for feito com honestidade.

Alexandre Souza (11/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Caro amigo Kevyn, você realmente está reclamando de um comentarista que agencia três jóqueis diferentes e ainda faz parte da imprensa? É sério? Nesse país, até ministro do Supremo advoga para o Banco Master. Conflito de interesses no Brasil não existe — e nunca existiu.

Kevyn Cardoso (11/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Depois que a casa está arrumada, não é justamente a hora de começar a investir? Existe medo de dar errado? Ou será que existe a necessidade engocentrica de entregar milhões no caixa pra dizer que foi o salvador da pátria? O Flamengo é um bom exemplo. A reestruturação financeira foi fundamental para chegar onde chegou. Mas não ficou simplesmente acumulando dinheiro. Investiu no time, ganhou títulos e transformou o futebol em um produto cada vez mais forte. No Jockey parece que a história termina no famoso “caixa saudável”. Pra isso, foram dispensados profissionais que conheciam o turfe de verdade, como Lucas Eller, Celson Afonso e Fernando Cury, além de tantos outros que passaram anos dentro da casa, e conheciam o jockey club como poucos. O corte de gastos mirou o turfe. Hoje em dia as transmissões nos remetem aos anos 90. É beijo pra um, abraço pra outro, qualquer dia vamos ouvir: “beijo pra minha mãe, pro meu pai e outro pra Xuxa!” O espectador já parece ter se conformado com essa preguiça. O comentarista atual, que também é agente de três jóqueis diferentes, consegue analisar as direções dos seus representados sem nunca criticá-los, mesmo quando erram, já quando ganham, aí vem o pavoneio de sempre. Ja com os outros profissionais sempre aquela frase comum “não entendi essa corrida do fulano”. E o básico continua igual: banheiro ruim, restaurante da Tribuna Social fraquíssimo e espaços abandonados. O antigo Placê, depois Bagatelle, virou praticamente um espaço fantasma. O Mandarim, com aquela varanda privilegiada para o paddock, também desapareceu. O espaço foi cedido a outro restaurante que, sinceramente, não parece ter vida longa. Ir ao Jockey para passar o dia virou quase um teste de resistência. Ou você encara pipoca, salgado e banheiro ruim, tentando enxergar a corrida das tribunas — tarefa que ficou ainda mais difícil com as megas estruturas montadas no peão da pista — ou fica em casa assistindo ao “Programa da Xuxa”. Ahh sim e vocês ainda querem renovação de publico. Rsrs

Ivor Lancellotti (09/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
A Gávea está cada vez mais me deixando com saudades do hipódromo dos Canaviais em Campos Dos Goitacazes! Que saudade! São Vicente também! como era bom O Hipódromo do Cristal, no momento é o que mais respeita o retrospecto e a confiança dos apostadores, poderia ter mais reuniões na semana. Cidade Jardim as corridas são boas também, mesmo cheio de problemas Parei com a Gávea, só no dado o apostador pode acertar! E são 6 comentaristas. É ISSO

Gabriel Nascimento (09/09/2026) - Florianópolis – SC
Um sonho distante que tenho é ver, um dia, a diretoria do Hipódromo do Cristal e seus colaboradores assumirem a Gávea. Eles parecem fazer milagre com um produto muito menor. O presidente Gil Irala consegue pagar prêmios em prazos muito menores. A chamada da prova Clássica do Cristal dá de dez a zero nos famigerados meetings mensais da Gávea. E tudo isso sem pista de grama e com uma quantidade de cavalos infinitamente menor. Na comunicação, a diferença também chama atenção. Os programas do Marcos Rizzon e do Airton Barnasque começam a trabalhar as corridas com 24 horas de antecedência, falando de páreos de escola, aprontos, conversando com profissionais e realmente ajudando o apostador a entender o programa. O programa do Airton Barnasque comentando as odds do turfe aposta é sensacional, sem medo de errar ele justifica quais apostas pra ele tem valor ou não. E as casas de apostas? Garantias em praticamente todas as modalidades e em vários páreos. Não é raro o movimento superar o de Cidade Jardim, mesmo com um produto muito inferior em estrutura. Aí fica a pergunta inevitável: Se eles conseguem fazer tanto com tão pouco, o que está faltando para a Gávea fazer muito mais com tudo o que tem? Talvez não seja falta de dinheiro, cavalos ou estrutura. Talvez seja falta de vontade de fazer diferente.

Jose Tito de Aguiar (09/09/2026) - São Bernardo do Campo – SP
Boa tarde a todos, Dia 30 Tarumã/Gávea 19 páreos e movimento de 269/375 total de 646 mil reais. Dia 5 Cidade Jardim 10 páreos 548 mil reais. Senhores dirigentes continuem satisfazendo seus Egos e realizem corridas casadas como fizeram dia 30 que o Turfe Brasileiro "Agradece" Como é bom ver C.Lavor retornando e em plena forma. Parabéns Raia Leve pela matéria Sino de Carlisle muito interessante.

Fabio Manso (09/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Não sei se existe algum estudo que comprove, mas tenho a impressão de que o Jockey Club, talvez com exceção do Maracanã, está entre os espaços que mais recebem visitantes no Rio. E isso é, sem dúvida, um mérito enorme da diretoria. O próprio Jockey divulga hoje sua estrutura para eventos, restaurantes e grandes atrações, além das corridas. O que não consigo entender é como, recebendo tanta gente, não conseguem “pescar” nem uma pequena parcela desse público para conhecer a verdadeira razão de existir do clube: CORRIDAS DE CAVALO Por que nenhum contrato com restaurante, bar ou grande evento exige alguma ativação do turfe? Um vale-pule para quem fizer cadastro, cashback em pules para quem consumir, uma promoção, uma TV transmitindo as corridas, uma visita aos bastidores, qualquer coisa. Hoje temos um restaurante como o Rubaiyat com uma varanda literalmente de frente para as pistas e para as corridas. O próprio material do restaurante destaca justamente essa localização privilegiada e a vista para a pista. E aí vem a pergunta: o que esse negócio agrega ao turfe além do aluguel? Cadê uma televisão passando as corridas? Cadê a venda de pules? Cadê uma ação para transformar o cliente do restaurante em alguém que, pelo menos, conheça e experimente o turfe? A receita desses empreendimentos é excelente para a saúde financeira do Jockey. Ninguém discute isso. O problema é achar que a relação termina aí. Porque o Jockey também é um ativo gigantesco para esses negócios: localização nobre, área enorme, vista, segurança, estacionamento e uma estrutura que poucos lugares do Rio conseguem oferecer. O Bosque, por exemplo, divulga justamente esses atributos como parte de seu diferencial. Então fica a dúvida: será que esses estabelecimentos teriam o mesmo sucesso se estivessem em outro lugar? Não sou contra alugar o patrimônio. Muito pelo contrário. Sou contra o Jockey entregar o patrimônio, receber o aluguel e não exigir que uma pequena parte desse enorme fluxo de pessoas seja apresentada ao turfe. Parece que esqueceram uma coisa básica: o Jockey não existe para ser apenas um excelente endereço para restaurantes e eventos. Os restaurantes e eventos é que estão dentro de um clube que existe, antes de tudo, por causa das corridas de cavalos. E se nem as pessoas que já estão dentro do Jockey conseguimos conquistar, fica difícil imaginar de onde virão os novos turfistas.

Julio Cesar Pereira Garcia (09/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Atenção JCB esse pick7 de terça feira tem que ser investigado Um apostador tinha todos no último páreo e outro tinha o 3 cravado que era o favorito com um excelente retrospecto,mas largou fora do páreo, muito estranho isso É por isso que apontadores jovens não querem nada com esse jogo

Mauro Monero (09/09/2026) - São Paulo – SP
Não é preciso Milagre para aumentar o MGA do Jockey Club Brasileiro, é preciso sim de um departamento de Marketing forte e com novas ideias que acompanhem a evolução mundial, com investimentos de Mídia e trazendo para o turfe grades empresas brasileiras, quiçá internacionais. É necessário botar a mão no bolso e fazer um investimento inicial, mas o retorno vem à médio prazo
Pequeno exemplo:
Conhecam
as 1500 empresas melhores colocadas no ranking do jornal o Estadão, selecionem 48, façam contato com o departamento de marketing dessas empresas e oferecem o espaço do jockey para montarem um stand e demonstrarem seus produtos, criar um Pareo Prova Especial como homenagem a empresas.
Já pensaram numa Prova Especial Petrobras, ou Ambev, todo domingo uma grande empresa. distribuindo vauches para os empregados dessas empresas. E assim vai, aprimorem a ideia é colham os frutos.

Sylvio Mario Fernandes da Costa (09/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Sei das dificuldades de receita do JCB, mas na Gávea vc assiste 300 metros de páreo. Se for para assistir em telão ou televisão fico em casa. As corridas estão nitidamente em segundo plano.

Alexandre Souza (09/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Conta simples: Há 20 anos, tínhamos mais ou menos turfistas no Brasil? E, naquela época, esses turfistas apostavam somente no turfe nacional ou já acompanhavam e apostavam nas corridas internacionais? Se hoje temos menos turfistas, mas temos mais hipódromos, mais corridas internacionais e mais opções de apostas para aqueles que ainda resistem, qual seria o milagre capaz de manter ou aumentar o MGA? A matemática parece simples: se a base de apostadores diminui, aumentar as opções para os mesmos apostadores não resolve o problema para sempre. Em algum momento, é preciso aumentar a quantidade de pessoas apostando. E essa talvez seja a pergunta que realmente deveria estar sendo feita: o que está sendo feito para trazer novos turfistas e novos apostadores para o esporte?

Jorge Humberto (08/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Será que eu vi direito?? Jorge Ricardo barrado do OPEN THE DOOR ??? e ainda por outro veterano de 55 anos? E ainda, correm 80 cavalos e ele só tem uma montaria? décimo 01 LILLELLOS. ué? não é o campeão mundial, o melhor de todos os tempos?? Ou há muita hipocrisia ou tá tudo errado. Muito bom o comentário do Julio Garcia, de como um joquei segura e controla um cavalo que não quer fazer curva, ou pula na areia, ou faz o que o que o A. Domingos fez com maestria.....Enfim, é assunto superado e não vai mudar os acontecimentos.....Mas eu to contigo Julio Garcia Muito bom o meeting de domingo, mas sinceramente, não espera ver VISON FOR SPEED ainda correndo no Brasil......Se fosse meu já estava em SARATOGA....Mas vamos aproveitar que isso será inevitável .....Seu Diogo, o P.H. lobo tá la disponível.. Abro um parêntese para o ANDRE CUNHA, que em seu programa RESENHA DO TURFE, não fica com retórica e entrelinhas, procurando sua marcação ao invés de dar 1,20 dar 1,50, e nem de 2,0, subir para 2,60......E claro e não é enrolador....Parabéns !!! Grande Jornalista. Tem uns que isso é nítido.

Roberto Ferreira (08/09/2026) - São Paulo – SP
Muito bom o texto da capa do democrático Raia Leve.
Muito bem escrito, mostra uma visão real da situação do turfe do Rio de Janeiro, em que muitas pessoas ligadas a diretoria não querem enxergar.
No palanque, muitos puxa sacos. Cai muito bem para alguns...kkk
Exatamente como era aqui em São Paulo.
São Paulo, depois de anos finalmente mudou. O Rio mudará ?

Claudio Pragana (08/09/2026) - Recife – PE
Bom dia Sr. Julio Cesar Pereira Garcia
Nota 10 pelo seu comentário , disse tudo , não vou fazer nenhum reparo , essa é a verdade verdadeira , só o final que quero fazer uma reparação , o brasileiro é "Safo" ele coloca o CPF em nome de um parente ou amigo que não recebe bolsa família , lhe garanto uma coisa como 2+2 são 4 , ele vai continuar apostando , a postagem do Sr. Honório foi perfeita , disse tudo , parabéns a ele, o melhor foi o que ele disse que show de rock não vai aumentar um centavo no MGA , valeu mesmo ,

Julio Cesar Pereira Garcia (08/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Sr Honório O seu comentário é excelente, mas isso tudo só poderia acontecer com profissional a frente do marketing do JCB,e não com amadores, quem comenta as corridas a pessoa com o microfone na mão fica repetindo o que está no programa, fulano veio de 3° num páreo de 8 , ciclano vei de segundo deve ser para os cegos não e possível, sem contar a TV Turfe que fica passando replay de corrida a semana toda, não tem uma programação decente, para passar replay passa do GP Brasil antigo, mas eu já falei aqui o Turfe acaba em 2030 podem anotar Sr Jorge Humberto Só uma coisa quem recebe bolsa família não pode fazer cadastro em Bets, CPF é bloqueado Agora quem viu o 1° páreo o A.Domingos deu uma aula básica como segurar uma égua que não quer fazer a curva como a PRINCESA DE UKOK veja o repla.
NR. Veja o replay do páreo e tire suas próprias conclusões: https://www.youtube.com/watch?v=clbbjdHWNx0

Claudio Pragana (08/09/2026) - Recife – PE
Boa Noite Sr. Marcos Silva , eu não estava equivocado , segue o o link do JCB que a referida reunião no dia 6 , ontem em Longchamp divulgou que todos os páreos seriam de G1 , como poderá ver no link , o que quis dizer foi que não eram todos de G1, a frase postada não ficou clara , para estava certa .
https://apostas.jcb.com.br/pt-br/raceday?dia=2026-09-06&idReuniao=462710997
P.S. não mais polemizar .Boa semana e saúde.

Jorge Humberto (07/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Boa tarde. O texto do sr. Honório é irretocável. Ele menciona todos os pontos de forma detalhada. Achei tão brilhante que deveria ser colado na parede do J.C.B. para reflexão de todos os responsáveis. Eu acho que ele fez um diagnóstico perfeito da doença, mas precisamos também a vacina . Eu procurei sempre dar sugestões de aumento de público e apostas. Eu tenho certeza absoluta que o brasileiro adora jogo, fizeram uma pesquisa em que quase todos recebedores do bolsa família, jogam em BETS. sem.falar no restante. Sejamos bem realistas, não vamos enganar a nós mesmos. O brasileiro perdeu a cultura do turfe ao longo dos anos, aqui não é os Estados Unidos, França, Argentina, Japão ou Austrália. A coisa não passou de pai pra filho, se assim fosse ainda teríamos o hipódromo lotado como na década de 70,80 e 90. Em países onde o turfe é forte, ainda assim deu uma caída.. nos Estados Unidos hoje nascem 17 mil potros por ano, em comparação dos 50 mil potros de outrora., é sim um passo atrás. Sem contar os inúmeros hipódromos que estão sendo fechados para expansão imobiliária nesse país. O hipódromo de Cidade Jardim e o hipódromo da Gávea, estão localizados na área mais valorizada de ambos os municípios. Sim, eu poderia dar alguma mensagem de otimismo, vamos fazer isso , fazer aquilo. Mas o fim é inexorável! Existe uma fábula.. um homem foi preso pelo Rei e condenado a morte. E pela grade ficava conversando com um burro na rua..foi quando o Guarda perguntou se ele sabia fazer burro falar, ele disse: lógico! Então quando o Rei ficou sabendo, o chamou e lhe deu um ano pra fazer o burro falar, pois o Rei tem tudo, mas um burro falante ele iria se gabar com seus inimigos...mas disse ao condenado, se o burro não falar em um ano,sua morte será lenta e dolorosa. OK. . Quando ele voltou a cela pra pegar suas coisas , seu colega perguntou se aquilo era possível.?? Ele disse: claro que não,!! mas em um ano O REI PODE MORRER, EU POSSO MORRER E O BURRO PODE MORRER... Moral da estória: QUANDO NÃO TIVER A SOLUÇÃO DO PROBLEMA.......GANHE TEMPO!!!!!!

Claudio Pragana (07/09/2026) - Recife – PE
Boa tarde, segue o link da matéria da Bloodhorse de 2dias atrás https://www.bloodhorse.com/horse-racing/articles/294180/all-time-earnings-leader-romantic-warrior,-retired , isso é uma pequena correção da excelente artigo publicado hj no Raia Leve, sobre Ka Ying Rising, Romantic warrior é até hj o recordista mundial em somas ganhas, 34,5 milhões de USD, 24 vitorias em 31 saídas, igualmente ao outro ele faz campanha em HK tem a mesma idade também castrado porém os 2 nunca se enfrentaram pois ó primeiro é para distância curta até 1200,o u um pouco mais, outro é para clássicos, infelizmente Romantic warrior no início da semana trabalhando teve um acidente e foi retirado em definitivo das pistas, é para se encontra descrito no link acima.

Marcos Silva (07/09/2026) - Goiânia – GO
Sr. Cláudio Pragana, O senhor se equivocou nas críticas ao JCB. Neste fim de semana, foram corridas duas provas de Grupo 1 em Longchamp: os tradicionais Prix Vermeille e Prix Du Moulin de Longchamp. Como sua postagem foi no dia 3 e não teve corridas em Longchamp no dia 4 e no dia 5, o JCB acertou em cheio.

Carlos Roberto dos Reis (07/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Boa noite Hoje corridas no Cristal assistimos mais um banho desse bom joquei Kaua Gonçalves, que já é o segundo banho seguido sempre no primeiro páreo. Semana passada mesmo treinador pule de menos de um real não chegou. Prestem bem atenção quinta-feira que vem se ele tiver montando favorito no primeiro páreo não joguem. Vai dar banho dinovo para pedir música no fantástico. Obs. Se fosse C. Farias com certeza ia levar suspensão.

Paulo Roberto do Nascimento (07/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
bom dia a todos ja nao aguento mais mais acabar de ver correr o pareo onde dois ou tres cavalos chegam agarrados e a tv turfe ja corta para outras corridas com os cavalos ainda nos boxes ai mostram o escovador o dono do cavalo o treinador ai sim o canter e depois do pareo corrido mostram todo o percurso do cavalo de volya a repesagem e vc idiota que jogou um dos tres animais obrigado a ficar esperando,falta de respeito total e ainda querem aumento nas apostas parei.....

Honório da Silva (06/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
A queda do MGA deveria servir como um alerta inequívoco para o turfe brasileiro. Mais do que um problema pontual de arrecadação, ela expõe a incapacidade da atual diretoria de criar estratégias para captar novos apostadores e renovar o público. Nos últimos anos, o Brasil assistiu à explosão das plataformas de apostas. Milhões de brasileiros passaram a apostar diariamente em futebol, cassino, roleta, “tigrinho”, “aviãozinho” e inúmeras outras modalidades. E o turfe? Praticamente ficou olhando de fora. A oportunidade que a regulamentação das bets criou — e o turfe perdeu A regulamentação das bets deixou dúvidas sobre a possibilidade de essas plataformas explorarem apostas em corridas de cavalos no Brasil. Diante dessa ambiguidade, as plataformas deixaram de comercializar o produto. Era justamente o momento para o turfe buscar uma solução institucional, jurídica e comercial que garantisse sua permanência nesses canais, criando uma porta de entrada para milhões de novos apostadores. Mas a atual gestão não tratou o tema como uma ameaça estratégica ao futuro do esporte. Ao contrário, o que se viu foi uma postura de conformismo — e até de comemoração diante do fim do turfe nas bets. O resultado foi previsível: o apostador antigo, acostumado a plataformas modernas, intuitivas e ágeis, perdeu o interesse em retornar aos sistemas tradicionais do turfe. Mais grave ainda: não perdemos apenas quem já conhecia as corridas. Perdemos a oportunidade de apresentar o turfe a uma multidão que jamais havia tido contato com ele. Enquanto milhões de brasileiros eram captados diariamente pelas bets, o turfe ficou à margem desse movimento. E, a cada dia, o MGA piora. Onde estão as informações? Alguém ainda se lembra das parciais da Longines? Duraram poucos meses. Também faltam entrevistas regulares com profissionais, estudos estatísticos e ferramentas que permitam comparar treinadores, jóqueis, proprietários, pedigrees, pistas, distâncias e condições de corrida. Enquanto isso, nos principais mercados internacionais, o apostador encontra informações detalhadas: trabalhos matinais, estatísticas específicas e análises capazes de orientar sua decisão. Comentários como: “Este treinador tem X% de aproveitamento com animais em sua segunda apresentação.” Ou: “Este treinador apresenta determinado aproveitamento quando o animal desce de enturmação para o claiming.” Ou ainda: “A mãe deste animal produziu seis produtos, três deles vencedores logo na primeira apresentação.” Isso é munição para o apostador. Cria raciocínio, interesse e vontade de estudar a corrida. Não se trata de oferecer uma fórmula mágica para ganhar dinheiro, mas de dar ao apostador ferramentas para formar sua própria opinião. O turfe precisa vender o próprio produto O turfe tem história, tradição, criação, genética, competição, profissionais e um espetáculo esportivo de grande beleza. O problema é transformar tudo isso em um produto atraente um e compreensível. Aqui, muitas vezes, o YouTube é ligado minutos antes do primeiro páreo para um programa de menos de meia hora, com informações superficiais e, não raramente, erros básicos. Não é incomum ouvir comentaristas confundindo cavalo com égua ou apresentando dados equivocados sobre animais e campanhas. O problema não está necessariamente nos profissionais diante das câmeras, mas em uma estrutura que os coloca ali sem oferecer condições adequadas e, depois, cobra excelência de quem nem sempre possui o conhecimento necessário. A transmissão deveria informar, entreter e formar novos apostadores. Deveria despertar o interesse por animais, profissionais, estatísticas e estratégias. Em vez disso, muitas vezes parece feita apenas para cumprir tabela. Também é preciso mudar o foco da comunicação. Parte dela parece mais preocupada em agradar proprietários e pessoas influentes do que em conversar com quem movimenta o jogo. “Olha o cavalo do Haras Legacy, do Aloísio. Um abraço para o Aloísio, que está acompanhando a gente.” Com todo respeito, isso pode agradar ao homenageado, mas o apostador quer saber por que aquele cavalo merece ser apostado: seu histórico, suas estatísticas, o desempenho do treinador naquele tipo de prova, a influência do jóquei, a adaptação à distância e os efeitos da mudança de categoria. É isso que interessa. O apostador precisa ser tratado como cliente O apostador não é um espectador secundário. É um dos principais clientes do produto. Por isso, precisa ser respeitado, informado e estimulado. Quem chega ao turfe vindo do futebol ou de outras modalidades não pode ser obrigado a descobrir sozinho como interpretar uma retrospectiva ou uma programação. É preciso ensinar, produzir conteúdo, criar estatísticas, explicar conceitos, comparar desempenhos e mostrar os bastidores. É preciso filmar os trabalhos matinais, entrevistar treinadores e jóqueis e manter uma comunicação ativa durante toda a semana — não apenas meia hora antes do primeiro páreo. Outro problema é a percepção de falta de uniformidade nas decisões da Comissão de Corridas. Quando julgamentos semelhantes recebem punições diferentes, cria-se a sensação de que o peso da decisão pode variar conforme a farda envolvida. Independentemente de haver ou não favorecimento deliberado, a percepção de parcialidade já é extremamente prejudicial. As decisões precisam ser técnicas, transparentes, coerentes e previsíveis — e, principalmente, explicadas. O público apostador muitas vezes sequer conhece os comissários e não recebe informações claras sobre os fundamentos dos julgamentos. Por que não apresentar publicamente os critérios utilizados? Por que não tornar as decisões compreensíveis para quem aposta? O profissional precisa saber que determinada infração terá tratamento semelhante, independentemente de quem esteja envolvido. Sem coerência, perde-se confiança. E confiança é essencial em qualquer atividade que envolva apostas. Sanear as contas é importante. Mas não é suficiente. Já estamos no meio do segundo mandato da atual presidência, e certamente haverá quem destaque como realizações a utilização do espaço imobiliário do Jockey para festas e eventos, o saneamento das contas e o uso desses recursos para incrementar premiações. Tudo isso pode ter mérito. Mas a pergunta central permanece: o que foi feito, ao longo desses dois mandatos, para renovar o público do turfe? Esse é, na minha opinião, o verdadeiro câncer do esporte. Pode-se aumentar a premiação, equilibrar o caixa, alugar espaços e organizar eventos. Mas, se não cresce o número de pessoas interessadas em acompanhar e apostar nas corridas, estaremos apenas administrando o presente enquanto o futuro encolhe. Além disso, aumentar prêmios com recursos de locação do espaço não transforma automaticamente o turfe em uma atividade autossustentável. É preciso olhar também para o pequeno proprietário, o criador, o treinador, o jóquei, o cavalariço e todos os que vivem diretamente das corridas. Não adianta criar uma aparência de prosperidade no topo enquanto a base continua lutando para sobreviver. Lembro de uma declaração recente do presidente, dia 01/02 desse ano, anunciando que a partir de então haveria corridas todos os domingos no Jockey. A promessa, feita diante das câmeras, incluía a incorporação definitiva dos domingos à programação e até a criação do slogan “Domingo no Jockey”. Pouco tempo depois, porém, os domingos voltaram a ser sacrificados. No último domingo, por exemplo, as corridas começaram depois das 17 horas e o Pick 7 sequer conseguiu vender a garantia. Então fica a pergunta: onde está a palavra empenhada pelo presidente? Quantas anúncios publicos dele voltaram atrás em pouco tempo. Se foi anunciado que haveria corridas todos os domingos, como chegamos novamente a uma situação em que o domingo pode ser abandonado ou alterado a qualquer momento? Não se trata apenas de um domingo, mas da dificuldade de transformar uma decisão administrativa em um projeto consistente de longo prazo. O turfe precisa de previsibilidade, planejamento e estratégia. Precisa saber onde quer estar daqui a cinco, dez ou vinte anos. O problema é tratar uma doença estrutural com paliativos O turfe e as apostas em corridas de cavalos vêm sendo tratados como um doente terminal. Em vez de atacar a doença, procuram-se paliativos para prolongar a sobrevivência: aumenta-se o caixa, aluga-se o espaço, fazem-se eventos, elevam-se premiações e comemoram-se resultados financeiros de curto prazo. Mas o problema central permanece: o público não se renova; o apostador não é captado; o MGA cai; os jovens não chegam; o produto não é modernizado; a comunicação não evolui; e as oportunidades de expansão são desperdiçadas. O dinheiro imobiliário pode prolongar a vida do turfe, mas não pode ser confundido com crescimento. Ainda dá tempo Apesar das críticas, continuo torcendo pelo turfe. Justamente por isso, acredito que seja necessária uma autocrítica profunda. O próximo presidente, seja quem for, deveria começar com uma pergunta simples: como vamos colocar milhares — ou milhões — de novos brasileiros em contato com o turfe? A resposta não virá apenas do aumento de prêmios, da locação de espaços ou da expectativa de que o público antigo se renove sozinho. Será necessário buscar as pessoas onde elas estão: nas bets, nas redes sociais, no YouTube e entre os jovens e apostadores esportivos. Os dados e as ferramentas tecnológicas já existem. Falta transformá-los em uma estratégia profissional de captação, educação e retenção de público. O turfe brasileiro tem produto, história, beleza, competição, profissionais, animais extraordinários e uma cadeia econômica inteira por trás. O que não pode continuar faltando é visão de futuro. O turfe já foi chamado de esporte dos reis. Não pode terminar sua história sendo administrado como uma atividade que apenas precisa sobreviver até o próximo balanço. O objetivo deve ser recuperar relevância, conquistar uma nova geração e voltar a crescer. Porque o aumento do caixa pode adiar o fim. Mas somente novos turfistas e novos apostadores podem garantir o futuro.

João Pedro Busch (06/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Boa Tarde! E se passaram 2 semanas.... Confesso que perdi um pouco o prazer de acompanhar as corridas de cavalos. Foi assim para mim e muitos brasileiros depois da morte trágica de Ayrton Senna. A Fórmula 1 nunca mais teve o mesmo significado. As manhãs de domingo nunca mais foram as mesmas. Até hoje, não assisto mais corridas de automóveis! No turfe, a dor pode ser parecida quando um talento como Leandro Henrique sofre um acidente tão trágico. Para quem acompanhava suas corridas, é impossível não sentir que algo mudou. Porque quando um atleta que você admira, torce, vibra com suas conquistas e de repente "se vai", não é apenas o esporte que fica diferente. Fica diferente o nosso olhar para ele. O meu sentimento é que o turfe tem um vazio. Tenho hoje um coração com pouco interesse por aquilo que antes me fazia sorrir. Peço desculpas aos leitores pelo texto triste!

Claudio Pragana (03/09/2026) - Recife – PE
Bom Dia Sr.. José Tito , parabéns disse tudo, , o pior cego é que não quer ver !!!!! " Boa noite, vamos aos factos, final de semana no Brasil, tivemos 51 páreos corridos nos 4 hipódromos, ou seja, RJ, SP, Curitiba e Porto Alegre, total de jogado, 2.389 milhões de reais,o average,= 47 000 reais, não existe milagre, quem faça per se em cada um deles, os apostadores são os mesmos, a variação é mínima, pode colocar um pick de 200.000 de garantia, não vai aumentar nada, tenho dito.

Claudio Pragana (03/09/2026) - Recife – PE
Bom dia a todos os turfistas do Brasil, como JCB ainda posta informações não verdadeiras , sobre as corridas no exterior , vou repetir a pessoa mais importante no Turfe é o apostador , não é o show de Rock , divulga agora que amanhã vamos ter 2 páreos de G1 em Longchamp em Paris , não é verdade , sugiro que as pessoas que postam as corridas que vejam os sites oficiais , no caso France Galope , serão 2 páreos de G3, um as 10:40 e o outro as 13:00 horas de Brasília , vou repetir o apostador tem que ter certeza no que estar jogando , o turfe no no Brasil trata o apostador como se fosse ninguém , sem eles não vai ter mais turf , tenho dito , o importante é show de rock .KKKKKKK

Jose Tito de Aguiar (02/09/2026) - São Bernardo do Campo – SP
Boa tarde a todos, O Tarumã está programando corrida para o dia 20 (domingo). Cidade Jardim NÃO esta programando para dia 26 (sábado) e se a Gávea programar para o dia 20 teremos novamente a divisão de miséria. Vamos aguardar que a coerência prevaleça.

Ulisses Benedito Chiaradia (02/09/2026) - Belo Horizonte – MG
Não é de hoje q o jcb erra constantemente em minha conta, se eu jogo couper oudre e escolho X para primeiro e y para segundo, fica evidente qual a ordem, não é necessário nenhuma mudança nas chaves abaixo. Muito pior é o que aconteceu por várias vezes a retirada de um animal e não ter o dinheiro devolvido. Hoje no oitavo parto de Lyon-Parilly mais uma vez fui lesado. O número 7 foi retirado. Tinha a "dupla" 17 a 10,00 reais e aparece mais uma vez como não ganhadora. Se eu fosse somar o que essas duas coisas já aconteceram, certamente eu já teria um excelente poupança.

Antonio Sergio dos Santos (02/09/2026) - Niterói – RJ
Apenas para reforçar o que disse o Sr. Jorge Humberto, fez parte de meu comentrio logo apos a confirmação do falecimento do L Henrique, sua maneira impar de chegar para repesagem sua figura sempre alegre , evidente que existe a felicidade pela vitória mas sua entrada era sempre com sorrisos e comunicando com colegas ou funcionarios. Alem de uma dos maiores jóqueis que vi atuar nos meus pelo menos 60 anos de turfe, era uma pessoa humana singular.

Julio Cesar Pereira Garcia (02/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Está difícil estudar as corridas depois disso que aconteceu com o L.Henrique ver a revista e olhar o nome dele e ver os cavalos que era montaria dele ganhando está difícil de acreditar que ele não está entre nós Não sei se isso está acontecendo só comigo Estou pensando em dar um tempo das corridas

Gabriel Moraes (02/09/2026) - Juiz de Fora – MG
SUGESTÃO PARA A COMISSÃO DE CORRIDAS DA GÁVEA: Andrea Bocelli Stevie Wonder Geraldo Magela Garanto que vão errar menos que a comissão atual. E, se errarem, pelo menos terão uma justificativa: “Não vimos.” O problema é que a comissão atual viu, reviu, teve replay e ainda assim não viu.

Alexandre Souza (02/09/2026) - Rio de Janeiro – RJ
Art. 136 – Todo o cavalo que obtiver colocação embaraçando a livre ação de qualquer dos competidores na reta de chegada, seja por movimento espontâneo, por partido ilícito do jóquei ou ainda por imperícia deste, será desclassificado da colocação obtida para a imediatamente posterior à do cavalo prejudicado, desde que do embaraço, direta ou indiretamente, advenha alteração ao resultado do páreo. Diante disso, gostaria de saber qual foi a justificativa da Comissão de Corridas para não desclassificar o Hora Crop no último páreo de ontem. Nos 100 metros finais, o animal vai de encontro ao Uddish, há choque entre os dois e, nitidamente, a ação do Uddish é prejudicada. O favorito acaba perdendo a dupla por uma diferença mínima. A pergunta é simples: qual foi o critério utilizado pelos comissários para entender que o incidente não alterou o resultado do páreo? Pela própria redação do Art. 136, não basta analisar se houve apenas contato entre os animais. É preciso avaliar se houve embaraço e, principalmente, se desse embaraço decorreu alteração no resultado. E, no caso de ontem, a diferença mínima na chegada torna essa análise ainda mais relevante. Infelizmente, não é de hoje que a Comissão de Corridas vem tomando decisões que causam estranheza e revolta entre os apostadores. O episódio de ontem é apenas mais um para a conta. Seria muito importante que os comissários viessem a público explicar seus critérios de julgamento. Não para questionar uma decisão simplesmente porque ela contrariou determinado apostador, mas para que exista transparência e coerência nas decisões. Fala-se muito sobre a queda do MGA e sobre as dificuldades enfrentadas pelo turfe. Mas fica a pergunta: como esperar que o apostador coloque seu dinheiro em um produto no qual decisões que podem interferir diretamente no resultado são tomadas por amadores, sem que os critérios sejam devidamente esclarecidos? Na minha avaliação, a desclassificação de ontem deveria ser primária: houve prejuízo claro nos metros finais, justamente quando a disputa pela colocação estava sendo definida, e a diferença entre os competidores foi mínima. Se a Comissão entende que não houve alteração do resultado, que explique tecnicamente o motivo. O mínimo que se espera, pela credibilidade do turfe e pelo respeito ao apostador, é transparência. Os comissários não podem permanecer permanentemente nas sombras. Precisam explicar suas decisões, demonstrar quais critérios utilizam se é que eles existem e, principalmente, mostrar que esses critérios são aplicados de maneira coerente e uniforme em todos os páreos. Que a comissão de corridas é amadora todos sabemos, mas amadora e omissa já é demais.
N.R. Veja o páreo e tire suas próprias conclusões: https://www.youtube.com/watch?v=UIhVXRpQsRI


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