Cadastre-se e receba novidades:

Nome


E-mail

Time Is Money - Ronaldo Cramer Moraes Veiga

Charles Aznavour - Stud TNT

First Night - Stud Eternamente Rio

Feia Que Dói - Stud Eternamente Rio

Ta-Maluca - Stud São Francisco da Serra

Dawn Surprise - Sinval Domingues de Araujo

Inocupé - Stud Eternamente Rio

Ta-Maluca - Stud São Francisco da Serra

First Night - Stud Hulk

Energia Frizor - Haras Planície

Iron Man - Stud Doce Ilusão

Casual Elegance - Stud Catilena

Idiome - Stud Eternamente Rio

Bebe Real - Stud Ilse

Alpine Point - Ronaldo Cramer Moraes Veiga

Gabriela - Stud Eternamente Rio

Alpine Point - Ronaldo Cramer Moraes Veiga

Ponto Pacífico - Ronaldo Cramer Moraes Veiga

Naonda - Stud Eternamente Rio

Leme Norte - Stud São Francisco da Serra

Bala Jujuba - Haras Santa Rita da Serra

Hide Park - Ronaldo Cramer Moraes Veiga

Carminha - Haras Santa Rita da Serra

Belvoir - Stud Daltex

Fernando - Stud Daltex

Sempre Bem - Stud Daltex

Fernando - Stud Daltex

Conforto - Stud Daltex

Senhor Tricolor - Ronaldo Cramer Moraes Veiga

Ilha de Pascoa - Stud Iposeiras & Rotterdam











Neste espaço são publicadas as manifestações dos nossos leitores.

O RAIA LEVE acolhe opiniões sobre todos os temas ligados ao turfe.
Reserva-se, no entanto, o direito de rejeitar ofensas, acusações insultuosas e/ou desacompanhadas de documentação. Eventualmente, os e-mails poderão ser checados. O site não tem o compromisso de publicar todas as mensagens recebidas. A publicação, quando ocorrer, se dará na íntegra ou parcialmente, privilegiando-se os trechos mais relevantes.





Maio | 2015

Luiz Fernando Dannemann (29/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Flashes do exercito desta segunda encarnação do general Pirro (novo patriarcado de Constantinopla), uma maravilhosa convivência entre católicos e ateus, fenômeno que atende também pelo nome de subserviência em dose máxima. 

Capítulo Primeiro

Luis Vicente Goulart Macedo, brilhante homem de marketing, uma figura que deveria ter sido melhor aproveitada no JCB (uma autêntica filial do Instituto Benjamim Constant), o maior craque que eu tive notícia na prática de entrincheirar-se ao lado do poder, estava lá, de barba, uma figura pela qual tenho enorme simpatia. 

Macedo pode ser considerado um dos maiores gênios da história política do JCB (no mínimo o de maior visão), aquele que conseguiu descer das escadas do avião de Julio Bozano – na qualidade de principal condutor da sua derrotada campanha -, para subir no helicóptero de Taunay na condição de um de seus principais simpatizantes. 

Na campanha de Cláudio Ramos – atento a contagem dos votos, nunca me esqueço -, era Lecca desde pequenino (desde os tempos da bucólica São Borja), o “faro” de abandonar seu antigo líder no acostamento da estrada para dar carona ao atual síndico (o general do Parque da Bola) é “fichinha” no seu currículo situacionista que desafia a Sociedade Brasileira de Oftalmologia.

Infelizmente, numa profunda falta de aproveitamento, a única missão que parece caber a ele (neste autêntico reinado de desperdícios) é a de indicar o presidente da assembléia, o que o mestre da comunicação vem cumprindo com grande louvor.

Francisco Rodrigues da Silva (28/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

O turfe hoje perde mais um dos seus.

Sérgio F De Figueiredo. 

Grande amigo .

(Uma de suas frases preferidas, estas tomando pilulas para mentir)

Grande amigo,grande amigo. Nao sei o que dizer.

F Rodrigues 

Stud Gata da Serra.

Carlos Ferreira (27/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Prezados,

Falta praticamente 1 mês para a implantação do novo modelo de chamada para a formação dos programas no JCB (pelo menos parcialmente) e grande parte dos proprietários e profissionais não têm ideia de como será feita a enturmação, e, consequentemente, esta chamada. Seria de grande interesse a todos um esclarecimento por parte do clube. Sem isto fica impossível de se estabelecer o prosseguimento das campanhas dos animais que correm aqui a partir de julho. Depois, reclamam da debandada dos cavalos, principalmente para o Cristal.

Sds.

Rafael Cavalcanti (27/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Paulo Gama descreveu com perfeição o que representa esta nova tabela chilena para o turfe carioca, uma aberração.

Marco Antonio Santos (27/05/2015) - Niteroi/RJ

HALL DA FAMA NELE !

Erasmo Rodrigues (27/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Prezados. Bom dia. Ontem assisti ao vivo, pela internet, o GP 25 de Mayo. O Ricardinho ganhou com Ordak Dan e não Ordak San. Erasmo Rodrigues.

Mauro Oliveira (27/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Diante de tantas dúvidas em relação ao modelo de chamada a ser implantado na Gávea a partir de Julho, é urgente quer o JCB apresente nos mínimos detalhes o que vem por aí.

Não acredito que neste momento, há pouco mais de um mês da implantação do novo sistema, proprietários e profissionais, estejam dominando o assunto de forma satisfatória.

Comunicados, reuniões, sei lá.Se deixarem para depois do GP Brasil, vai dar uma baita confusão!

Leo Friedberg (27/05/2015) - São Paulo/SP

Gostaria de experimentar um horário no Domingo em SP (fora do Verão) 9 páreos: 12:15hs,12:40. 13:10, 13:35, 14:00. 14:25. 14:50, 15:15 e ultimo 15:40 Ou seja Canter 12hs e termino 9 páreos 15:40 (ai não fica depré restaurantes esvaziarem e corridas diminuindo o publico) quando Campeonato Brasileiro esquentar-início 16hs e seguem as corridas no Rio a cada 25 minutos, 1* páreo as 16hs quem quiser pode aproveitar a praia até horário que for de 25 em 25 minutos, terminaria pelas 20hs (10 páreos) E ai comer pizza com a família. pode ser pedra única (ideal) ou 2 pedras até resolverem isto, tão importante para o Turfe

Antonio Moura (26/05/2015) - Niteroi/RJ

SIMPLESMENTE RICARDO!

O que mais Jorge Antonio precisa mostrar para convencer os incrédulos de que é, sim, o maior jóquei brasileiro de todos os tempos?

A sua saga pessoal em busca do record mundial de vitórias, já marcada por quedas, doença, afastamentos temporários, deveriam ser a prova maior da sua têmpera, da sua obstinação, do seu caráter e da sua indiscutível excelência como profissional.

Rendo a ele todas as homenagens a que um ídolo maior faz jus!

Antonio Moura

Erb Carlos Alves Silva (25/05/2015) - Recife/PE

Acaba de ser disputado no Hipódromo de San Isidro o Grande Premio 25 Maio, vitória de Ordak Dan com Ricardinho simplesmente Espetacular (como sempre).

Parabéns Ricardinhooooooo.

Marco Antonio Santos (25/05/2015) - Niteroi/RJ

Ricardo mais uma vez espetacular !

Marco Antonio Santos (25/05/2015) - Niteroi/RJ

Para lembrar os que criticaram de forma precipitada o jockei Altair Domingos pela direção

do cavalo Paint Naif no GP Estado do Rio de Janeiro, primeira prova da triplice coroa, é bom lembrar que na preparatória, no GP Júlio Capua, o Paint Naif ganhou do Caballo de Hierro por apenas meio corpo de vantagem. E o jockei era o Altair Domingos, ele fez tudo certo poupou o cavalo na primeira parte do percurso e no final atropelou por fora. Na quela ocasião já se percebia que o cavalo não estava rendendo o máximo. 

É preciso cotejar um conjunto de atuações, antes de fazer uma critica pontual a um profissional.

Luis Alberto Rodrigues de Souza (25/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Boa tarde!

Em primeiro lugar gostaria de dizer que os pareos por handicap não irão compor a totalidade da programação, do mesmo modo que os Claimings também não. Continuará a haver chamadas por turma, pareos de pesos especiais, chamadas de Claiming, etc.

Em segundo lugar gostaria de lembrar que a Gávea, embora passe por um momento que a beneficia muito (São Paulo e Paraná atravessam momentos de conhecidas dificuldades e muitos de seus animais têm vindo reforçar nossos programas) e, mesmo assim, são muitas as semanas em que não se consegue formar as quatro reuniões.

Esperar o problema aparecer para só aí tentar resolve-lo talvez não seja a melhor solução. São Paulo e Paraná têm previsão de retorno e aí a coisa vai ficar mais feia por aqui.

E, por fim, imaginar que todos os proprietários que irão participar dos pareos de handicap automático (entre os quais me incluo) o farão visando um golpe, acho que não acontecerá. Quem estiver pensando nisto para o futuro é porque já o pratica no presente.

Abraço a todos!

Mario Veloso (25/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

SAUDADES DA EMÍLIA e DA AMÉLIA

Quero estar errado, MESMO !!! mas; acho que vai ficar avacalhado !!!

Quero estar vivo para ver o dia em que poderá ser substituída o toque da corneta por mensagem nos alto-falantes:

- TÁ NA HORA DO PEGA MULAMBADA !!!!

Não duvidem, hoje: tudo é possível !!!

Mario Veloso (25/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

TAL QUAL, BEM E ASSIM COMO NO CHILE, AS CHILENAS IRÃO ESPOCAR POR TODOS OS CANTOS

Prezado Luis Alberto Rodrigues de Souza

Bom Dia

ratificado pelo amigo minha postagem anterior, acrescentemos:

- NO CHILE OS GALOPES SÃO FLAGRANTES, RECONHECIDOS, ACLAMADOS E APLAUDIDOS !!!!!

Os trabalhos e aprontos são feitos em corrida visando o dia em que o animal efetivamente irá disputar o páreo.

Nos bastidores é que se farão as carreiras, rasgue-se os retrospectos. 

Prezado Fernando Lopes, meu prezado GURU: posso te indicar uma lojinha de produtos exotéricos onde poderá ser adquirida uma linda bola de cristal, idêntica àquela usada pelo Boráculo lá no BBB.

QUE FASE NÃO ???

Elton Pereira de Souza (25/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Fui ontem a Gávea e só se falava que uma égua clássica de um grande proprietário carioca teria sido pega no doping. Vamos aguardar.

Josué Lacerda da Silva (25/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Venho aqui, publicamente, convidar aos idiotas da objetividade ( Saudades do grande Nelson Rodrigues! ), alguns tão "incólumes" que não é do meu interesse citar os nomes, mas que sentirão o "corte na carne" a:

1 = chamar de "monstro" o jóquei C. Lavor em detrimento, evidente, do jóquei A. Domingos.

2 = que apareçam e digam onde estão ou se manifestem com argumentos desprovidos de paixões insólitas os que escreveram linhas e linhas criticando o jóquei A. Domingos quando havia montado Paint Naif e esse havia perdido por duas vezes na sua direção na distância de 2.400 metros; tenho ganho anteriormente na milha com o mesmo jóquei , injustamente, chamado de "burro", A. Domingos.

4 = Fui um dos poucos que aqui saíram em defesa desse grande jóquei junto com alguns poucos turfistas!

5 = A maioria dos "entendidos turfistas" vieram em peso e com "cruzes e facas" enterrar um jóquei com classificação internacional enquanto o "monstro" chamado C. Lavor, sem ofensas, pois o considero um bom jóquei, foi aclamado e idolatrado; citado inclusive com a alcunha destacada acima.

6 = Onde estão vocês ?

7 = Ora amigos, todos que acompanhamos turfe, sabemos que a atropelada de um animal é caracterizada por distâncias distintas, porém algumas "hienas" preferem atirar pedras no réu antes mesmo que o tempo lhes traga a verdade.

8 = Sem mais para o momento, um grande "abraço" nos gênios que vieram PUBLICAMENTE desmerecer um jóquei com referência e profissionalismo ilibados. Que expliquem agora, a derrota de Paint Naif ( Coitado do cavalo que nada a tem a ver com burros ! ). E fechando com grande curiosidade, aproveitem para explicar como o mesmo A.Domingos, chegou com uma pule enorme na frente do nosso "monstro" C. Lavor que, inclusive, foi um dos que publicamente, em plena raia, criticou o "amigo" profissional. Sanidade, Incautos !

Francisco Rodrigues da Silva (25/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Com todo respeito .

O formato chileno da forma que está não dá, veja bem,se o animal ganhar por cabeça sobe quatro pontos se ganhar por vários corpos sobe mais 2. E como é sabido quem faz segundo é punido devido a escala de peso,ou ganha ou faz terceiro estou dizendo isto por ter um conhecimento das corridas Chilena. Mas vamos torcer para que seja um sucesso.

Antonio Moura (25/05/2015) - Niteroi/RJ

SOBRE A PARELHA

Sr. Carlos Ferreira,

Gratíssimo pelo reparo! Viajei na maionese; a constante alteração desta regra, mais o fato de haver no páreo outro animal, de rateio intermediário mas de diferente proprietário, sob a chancela do mesmo treinador, confundiram o meu já combalido entendimento.

Além do mais faltou coragem (menos mal!) de apontar contra o animal do C.Lavor. No final das contas, salvou-se o desagravo ao bravo A.Domingos, que entrou nesta história como Pilatos no Credo!

Forte abraço e sorte na pontaria!

Antonio Moura

Luis Alberto Rodrigues de Souza (25/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Voltando ao assunto dos handicaps, 

Vamos imaginar um animal que vá ter, por exemplo, uma pontuação de 8 pontos como entrada no novo sistema (caso de um macho de 5 anos com uma vitória) e que sua faixa de inscrição seja, vamos supor, para produtos possuidores de handicap entre zero e dez pontos. Caso ele faça jus a uma descarga por má corrida ele irá ter 7 pontos mas continuará pertencendo à mesma faixa de turma. E assim por diante.

Os animais que estiverem perto do limite inferior de cada faixa realmente podem baixar de turma, mas com um segundo lugar já recuperam pontos e assim os pareos tendem a se equilibrar.

Haverão manobras?

Elas nunca deixaram de haver, em nenhuma época, em nenhum hipódromo mas, conforme já me posicionei anteriormente, isto é atributo da CC.

Luis Alberto Rodrigues de Souza (25/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Amigo Eduardo Camardella,

Ficou faltando eu citar que em pareos em que hajam muitos animais carregando peso baixo o handicappeur tem autoridade para elevar os pesos de todos os competidores, resguardando a diferença entre eles.

Abraço!

Luis Alberto Rodrigues de Souza (25/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Bom dia!

A respeito de dúvidas sobre o handicap chileno, vamos lá;

Já ocorrem atualmente mistura de fêmeas com machos em várias turmas, as fêmeas tendo direito a dois quilos de descarga em relação aos machos. No sistema que vai ser implantado esta vantagem aumentará para três quilos.

Este sistema de sobrecargas já existe atualmente nos pareos de Claiming, onde também existem descargas tanto por uso de aprendizes quanto por desconto no valor de venda.

No Chile, ao contrário do que ocorrerá aqui, aprendizes não descarregam em pareos de handicap.

A descarga por má performance é de um quilo, portanto serão necessárias quatro corridas ruins para se obter, por exemplo, a mesma descarga possibilitada pela utilização de um aprendiz de quarta categoria atualmente. 

Este modelo está sendo implantado para se formar mais pareos, com maior aproveitamento de inscrições e sendo aberto a todos os animais alojados na Gávea, CTs e outros hipódromos.

Quanto à lisura das carreiras, não me cabe opinar, é atribuição da CC.

Abraço a todos!

Carlos Ferreira (25/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Moura, o rateio do Leme Norte não foi estratosférico. Foi de apenas R$1,30 na parelha.

Sds.

Antonio Moura (24/05/2015) - Niteroi/RJ

MODELO CHILENO

Resumo da ópera: se procederem as informações colhidas aqui no Espaço do Leitor, chega-se à inevitável conclusão que a primeira consequência da implementação desta estranha metodologia de chamadas e formação de páreos, é alterar, para pior, o grau de dificuldade nos estudos do apostador. 

A bem da verdade, já está difícil acertar nas corridas face á quantidade de resultados inesperados, alguns dos quais estapafúrdios e vistos como normais pela douta C.C.; imagem com o modelito à castelhana!

Hoje mesmo, aconteceu no mais importante dos páreos um resultado dos que leva o apostador à loucura; desmistificada, finalmente, a proclamada superioridade do potro Point Naif, relegado a um pífio e longínquo quinto lugar, mesmo na condição de favorito de 1,4, tivemos a vitória, em bom estilo, do poto Leme Norte,

propriedade e treinamento dos mesmos responsáveis do franco favorito. Foi o vencedor, pasmem, o maior azar do páreo, rateando uma pule estratosférica, fato que, pela repetição, pode levar ao descrédito pessoas reconhecidamente íntegras.

Na pior das hipóteses, salvou-se o notório talento do piloto A.Domingos, alvo de injustificadas críticas, por gregos e troianos, pela direção ministrada ao craque na última saída.

E o pior de tudo é que o Dr. Palermo, no uso de um direito estatutário legítimo, já mira, em alto estilho, na sua campanha rumo à reeleição.

Seria cômico não fosse trágico!

Antonio Moura

Mauro Oliveira (24/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Agradeço ao Luis Alberto pelos esclarecimentos sobre o modelo chileno de chamada que irá vigorar a partir de

Julho na Gávea.

Confesso que tenho o mesmo receio do Mário Veloso.

Quer dizer que se chegar descolocado algumas vezes, volta para uma turma mais fraca?

Por outro lado, aumenta o número médio de vitórias por animal porque ele sempre terá a chance de se desenturmar? 

É uma baita mudança.Tomara que o JCB possa tirar todas as dúvidas sobre o novo sistema antes de sua implantação.

Eduardo Camardella (24/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Grande Beto,

Alguns pontos deveriam ser levados em consideraçao nessa nova formaçao dos programas

NAO TEREMOS JOQUEIS PARA MONTAR OS ANIMAIS MAIS LEVES E OS MESMOS SERAO RETIRADOS

EXCLUSAO DOS CLAMINGS ( 3 ANOS 1 VIT E 4 ANOS 1 VIT )

NAO EXISTE UM GRANDE NUMERO DE ANIMAIS NA GAVEA PARA ESSE MODELO, DIFERENTE DO CHILE 

MOMENTO ECONOMICO DO PAIS DESFAVORAVEL

COMPRAR EGUAS SE TORNARA UM PESSIMO NEGOCIO, POIS IRAO CORRER COM OS MACHOS

O CHORO VAI SER GRANDE DOS PROPRIETARIOS E TREINADORES ALOJADOS NOS CT’S

DIFICILMENTE VEREMOS OS ANIMAIS GANHANDO DISPARADOS

GRANDE NUMERO DE INSCRIÇOES DE ANIMAIS SEM POSSIBILIDADES DE VITORIA, VISANDO APENAS AGUERRIMENTO E REDUÇAO NA ESCALA DE PESO

Tem muito mais coisa por ai.... Agora e rezar e esperar!!

Mario Veloso (24/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Mauro Oliveira

MODELO CHILENO

ASSIM ENTENDO, SE NÃO FOR; POR FAVOR ME CORRIJAM !

Após alguns galopes com más colocações e com baixa pontuação acumulada como prêmio o animal passará a ser inscrito em páreo mais fraco.

Resultado: Os galopes serão normais na busca pelo páreo mais fraco.

Estudos do retrospecto, esquece ! o apostador deverá adivinhar quem vai disputar o páreo ou apenas galopar. 

Os comentaristas passarão a se utilizar de bola de cristal, imagine a cena: Fernando Lopes de turbante em frente a uma bola de cristal marcando a programação, que lindo ! 

GURU NANDO LOPES.

SHOW

PS: credibilidade do jogo (ZERO)

Sergio Cherman (24/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Revista turf BRASIL.

Nas últimas 3 ou 4 edições, não são apresentadas as indicações da Gávea, em caso de mudança de pista, ou seja, seria melhor suprimir esta linha, visando não enganar o turfista apostador, que queira se orientar pelas boas marcações do THIAGÃO em geral. Para SP está tudo certo.

E, para completar nesta semana, os trabalhos oficiais divulgados pelo JCSP, quando se trata de estreante ou longo reaparecimento, sumiu por completo da revista nas corridas de SP.

Acho que está faltando um revisor.

Aproveito a oportunidade para parabenizar a Diretoria do JCB, pela bela programação deste fim de semana.

Luis Alberto Rodrigues de Souza (24/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Bom dia!

Vou tentar resumir de que se trata este modelo de handicap chileno, que será implementado a partir de julho.

Cada animal terá sua pontuação inicial de entrada no modelo, pontuação esta baseada em suas vitórias. A partir desta pontuação inicial haverá um acréscimo ou decréscimo de pontuação a cada atuação dependendo de sua colocação no pareo disputado.

As chamadas serão por faixas de pontuação, podendo então haver mistura de idades e sexos, o que facilitará a formação de pareos.

Basicamente é isto, existem outras regras complementares como de descargas para aprendizes, vitórias em provas clássicas, descargas por tempo de inatividade, etc.

Boa sorte a todos logo mais!

Mauro Oliveira (23/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

O que é este tal de ¨modelo de corrida chilena¨que estão anunciando para Julho na Gávea?

Alguém poderia dar detalhes?

Felipe Carvalho (23/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Mais uma desse circo que é a Comissão de Corridas Carioca. 

Após as reclamações do julgamento de ontem, os comissários estavam dispostos a mostrar serviço hoje, então no segundo páreo, mesmo não havendo reclamação do jóquei, nem do treinador e nem do proprietário da égua quarta colocada, resolveu essa comissão, que diga-se de passagem. não tem o menor critério, desclassificar a égua do aprendiz I.R.Mendes que havia sido terceiro em favor do jóquei V.Borges. 

Realmente houve um desvio de linha, pois quando a barbada e franca favorita, que é de propriedade de um diretor do JCB dominou o páreo, seu jóquei deixou ela ir para dentro, e com isso fez o aprendiz I.R.Mendes ter que tirar sua égua por fora e no lance saiu um pouco em cima do V.Borges, mas sem tirar a ação dessa égua e por isso não houve reclamação de ninguém. Serão prejudicados o aprendiz, que será suspenso pelo prejuízo e o V.Borges que não reclamou, para que isso ? Prejuízos muito mais evidentes não causam desclassificação, o que gera a revolta do apostador e de todos os turfistas é a falta de critério, cada dia é de um jeito, assim ninguém aguenta, isso tira a credibilidade do jogo.

Agora vamos esperar a próxima resolução, porque se viram um prejuízo assim tão gritante que mesmo sem ninguém reclamar desclassificam um animal, é de se esperar que tenhamos suspensões exemplares, vejamos se o jóquei que ganhou o páreo e que por displicência causou toda a confusão deixando sua égua ir para dentro será punido mais severamente que os demais, eu duvido.

Francisco Rodrigues (23/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

A partir de julho será implantado na Gavea o modelo de corridas Chilena,no formato que está os pequenos proprietários e treinadores de pouca expressão podem ir arrumando as malas.

Com a desculpa que será melhor para o simulcasting com o exterior extermina os pequenos na minha opinião, não dará certo, aí será tarde .

Luiz Miranda (23/05/2015) - Niteroi/RJ

Venho aqui registrar meus mais sinceros agradecimentos ao treinador Alvaro Castilho e toda sua equipe, ao J. Pinto , ao Dr Flavio Geo e , em especial, a Dra Carolina Regis pelo alto grau de profissionalismo, carinho, e dedicação dispensado ao nosso valente animal, A La Carte. 

Gracas a eles, foi possivel o retorno as pistas, de forma soberba, coroada com a 2a colocacao no nono pareo da corrida de hoje, 22/05/2015, após longos 20 meses parado, por conta de uma fratura de sesamoide. 

De verdade, muito obrigado!

A alegria é imensa!

Grande Abraco

Marcos Rizzon (22/05/2015) - Porto Alegre/RS

COMUNICADO - FALECIMENTO

Aconteceu na quarta-feira, 20, o passamento do Dr. Adelmar Cadar, aos 88 anos, em Belo Horizonte.

Adelmar foi presidente do Jockey Club de Minas Gerais, proprietário de animais e pai de Antonio Cadar que, também comandou o saudoso Hipódromo do Serra Verde e que fez parte da abandonada e bem sucedida à sua época Associação Brasileira de Jockeys Clubs.

O J.C. Minas Gerais vive e, em breve, os turfistas brasileiros terão uma bela surpresa. Aguardem!

A família enlutada os nossos maiores sentimentos. O turfe brasileiro perdeu mais um de seus grandes homens.

Luiz Antonio Molleta (22/05/2015) - São José dos Pinhais/PR

Nota 10 à materia de Luiz Melão no artigo:

"Imprensa dando valor ao turfe que merece" no Raia Leve

Nota Zero à:

"Zero Turfe" publicado.

E como é bom ver a imprensa americana publicando sucesso dos cavalos nas pistas....

Francisco Rodrigues (22/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Esses valores de trato divulgado pelo site,são valores de CT ou Gavea?

N.R. Os valores apresentados são apenas indicativos preparados pela ACPCPSI  e a APTJARJ, entendemos serem válidos para qualquer ambiente em relação a estes insumos. No entanto, obviamente tratando-se de Centros de Treinamentos outros custos como transporte, aluguel de box e etc... Incidirão além dos citados.

Mario Veloso (22/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

TRATO COM TRANSPARÊNCIA GARANTIA PARA OS ANIMAIS PROPRIETÁRIOS E PROFISSIONAIS

Dr Alexandre Dornelles me permita aprofundar um pouco mais no assunto em pauta

Tudo que entra e sai pelos portões do JCB deve sim ser de responsabilidade e conhecimento do JCB, o que acontece no interior: AINDA MAIS.

As contas apresentadas pelos profissionais aos proprietários deveriam antes receber a chancela do JCB; SEMPRE ! 

Sirvo-me de exemplos:

1) se um animal consome 5 Kg diários de alfafa ao final de 30 dias terá consumido 150 Kg de alfafa, se o profissional tiver sob seus cuidados 10 animais serão 1500 Kg. 

onde foi comprada toda esta alfafa? 

a qualidade desta alfafa foi aprovada pelo JCB?

o profissional deverá apresentar a nota fiscal de compra mensalmente ! 

O mesmo procedimento deveria ser adotado para todos os demais insumos que envolvem o trato do animal.

2) medicação ministrada: 

qual medicação? 

quando ministrada foi acompanhado por veterinário de plantão? 

a nota fiscal de compra do medicamento recebeu o carimbo e chancela do veterinário de plantão atestando que o medicamento foi ministrado?

evita-se inclusive que seja ministrado medicamento com substâncias proibidas e em tempo sem prejuízo aos profissionais?

Resumo: uma entidade séria fiscaliza tudo e responde com responsabilidade solidária no trato dos animais. 

Por outro lado os proprietários deveriam exigir tratamento e transparência à altura e nos mesmos moldes.

Os proprietários tem a maior parcela de culpa por negligenciar e não fazer valer sua autoridade de pagante do espetáculo. 

Acho que chegou a hora de virar este jogo

Antônio Carlos Motta (22/05/2015) - Brasília/DF

Aos colegas turfistas do Raia Leve...

Encaminho para conhecimento e-mail enviado para o Mapa. Abraços

Antônio Carlos Motta

Senhor Secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo – SDC/Mapa

Caio Tibério Dornelles da Rocha

Ao cumprimenta-lo, venho por meio deste, repassar algumas informações sobre a consulta pública acerca do Código Nacional de Corridas. Inicialmente, peço desculpas se o incomodo e se este assunto não é de sua alçada, mas até onde tenho conhecimento o assunto é afeto a sua Secretaria, apesar de na consulta pública não ficar explicito o responsável pela mesma (que relato a seguir).

As corridas de cavalos com ou sem exploração de apostas serão regidas pelas disposições do Código Nacional de Corridas e seu Apêndice que tem previsão legal no Art. 16, da Lei nº 7.291/84 e nos item II, do Art. 12; item I, do Art. 16; e Art. 24 do Decreto nº 96.993/88.

Vale a pena ressaltar que o referido Código deve atender, sobremaneira, ao público, os animais; os profissionais do turfe, proprietários e criadores para que haja lisura, afim de oferecer total credibilidade nas corridas realizadas.

No caso em tela que trata das alterações do referido Código (inclusões, modificações e exclusões) de seus artigos, faz-se necessário os seguintes regramentos jurídicos, a saber:

1) Quais as instituições ou entidades, com os respectivos membros, e, em que Fórum foi dado a reformulação do novo Código.

2) Quais foram as inclusões, modificações e exclusões feitas, referentes aos artigos do Código vigente, com as suas justificativas (neste caso específico para que haja quaisquer mudanças, segundo o regramento legal é imperiosa a apresentação de justificativas).

3) Quem é o responsável pela apresentação da consulta pública do novo Código, visto que a consulta foi apresentada fora da formato jurídico legal (quem está propondo a consulta: Ministro? Secretário? De que Secretaria? Diretor? De que Departamento? Qual prazo para apresentação das sugestões? A quem apresentar as sugestões?)

4) Haverá ao final dos trâmites o aval da Consultoria Jurídica desta pasta?

Na verdade em uma breve leitura com pouca acurácia, em virtude da não apresentação dos dois primeiros itens mencionados acima, verificou-se a supressão de mais ou menos 60 artigos, sem termos noção se os mesmos foram suprimidos o acomodados entre os outros existentes.

Ainda assim, não houve quaisquer mudanças substanciais e, sim medidas que, contrariam frontalmente, o esporte, como à permissão do uso de medicamentos, em total discordância com o turfe mundial.

Dois outros pontos relevantes, que contrariam, totalmente, ao púbico apostador é a introdução do uso de parelhas com números diferenciados como regra. E a retirada do artigo que prevê o prejuízo para efeito de desclassificação ou não nos páreos de 1.000 metros desde a sua largada.

Quanto ao uso de medicamentos a uma total incoerência nos novos artigos. Pasmem:

No Código Nacional de Corridas vigente, em seu Art. 163, está disposto: “É proibido ministrar medicamentos e empregar substâncias ou qualquer agente físico capaz de alterar, efetiva ou potencialmente o desempenho do cavalo por ocasião da corrida.”

No novo Código proposto, este artigo apresenta uma nova redação, a saber: “É proibido ministrar medicamentos e empregar substancias ou qualquer agente físico capaz de alterar efetiva ou potencialmente o desempenho do cavalo por ocasião da corrida, OBSERVADA A RELAÇÃO ELABORADA PELA ENTIDADE PROMOTORA DE CORRIDAS”

E seus incisivos apresentam de que maneira, com que idade e, em que páreos poderão ser utilizados medicamentos, de acordo com a relação proposta pela entidade turfísticas.

Outro fato relevante, ainda no que tange ao controle ao doping, o Grupo I, do inciso 4, do Art. 163, do Código vigente, descreve: “Grupo I – Substâncias que agem nos sistemas nervoso, cardiovascular, ...”. A nova redação, descreve: “Grupo I – Substancias que agem no sistema nervoso (central e autônomo), cardiovascular (com exceção dos vasodilatadores) ...”. Observamos também no Grupo IV, no Código vigente: “Grupo IV – Veículos de medicamentos destituído de qualquer atividade farmacológica”, mas a nova redação: “Grupo IV – vasodilatadores e veículos de medicamentos e agentes mascaradores destituídos de qualquer atividade farmacológica”.

Em todas modalidades esportivas mundial, inclusive corridas de cavalos é, terminantemente, proibido o uso de medicamentos.

Neste caso especifico da proibição em grupos por sistemas, a incoerência salta aos olhos. Pois, consta a proibição de vasodilatadores no Grupo IV, e permite o uso do mesmo no Grupo I. Deve-se ressaltar, que referida substância, não é considerada medicamentos, e sim doping. E o mais grave é sua permissão no sistema cardiovascular. Com certeza sua utilização é por falta de conhecimento técnico ou má-fé.

Outros aspectos poderiam ser salientados na proposta da nova redação do CNC.

No Capítulo I, Disposições Preliminares, em seu Art. 2º, dispõe sobre nomenclaturas existentes em corridas de cavalos. Nos itens nº 65 e 66 do referido artigo aparece a descrição de Simulcasting Nacional e Simulcasting Internacional. No caso específico tais descrições não deveriam aparecer. O fato é que estes termos não tem previsão legal na Lei nº 7.291/84; e, de acordo com a Instrução Normativa nº 48/08, estes são considerados modalidades de apostas e como tal já estão atendidas no item 2 do mesmo artigo.

 

No Art. 5º “Atribuição da Comissão de Corridas”, de acordo com as reclamações existentes hoje do público apostador, deveria constar, como mais um item, que todos os forfait, inclusive os das parelhas, deverão ser feitos a determinado tempo (horas) que antecedem os páreos, inclusive os pesos de todos os animais que correrão naquela reunião. Poderia permitir o forfait de os animais durante o desenrolar da reunião, caso houvesse mudanças de pistas, excetuando-se os páreos de listed-race,clássica e provas de grupos.

 

Com relação ao Art. 10, que trata da “Autorização de Créditos de Prêmios”, vale ressaltar que a Associação Brasileira de Criadores e Proprietários do Cavalo de Corridas tem a concessão do MAPA para executar o Serviço de Registro Genealógico, e a cobrança dos seus respectivos emolumentos previstos em Regulamento aprovado por aquele órgão. Portanto não existe previsão legal para esta medida.

Com relação ao item IV, do Art. 20, quanto a pelagem não existe homosigose para o branco e o preto. O branco foi substituído para tordilho, o preto poderia ser substituído para castanho escuro. Então teríamos castanho, alazão e castanho escuro.

No parágrafo 2º, do Art. 36, acredito que seja inconstitucional proibir o deslocamento de uma cidade para outra. É possível proibir o deslocamento da escola sem autorização da Comissão de Corridas, mas proibir deslocamento entre cidades não.

No parágrafo 6º, do Art. 40, que trata dos contratos entre jóqueis e proprietários, a expressão “salvo com permissão expressa do proprietário contratante“, leva a uma indução de erro ao apostador. O jóquei contratado não poderia em hipótese alguma montar um outro animal de outro proprietário quanto houver animal de seu contratante. Este fato se justifica, porque, corridas de cavalos com exploração de apostas, é um estudo de performance (prognóstico), neste caso, este fato induz na análise do público apostador, acreditarem que o cavalo do contratante tem menor chance de sucesso.

O parágrafo 3, do Art. 41 determina que as entidades turfísticas de categoria B e C irão arbitrar os valores pagos aos jóqueis, em seus apêndices ao CNC ou por Resolução da Comissão de Corridas. Entendo que este procedimento deva ter um valor mínimo a ser tabelado por categoria de hipódromo e não deixar solto em cada apêndice ou Resolução. Ainda neste Art. 41, em seu parágrafo 5º, um dos animais que aparece montado pelo mesmo jóquei, deverá ter seu forfait decretado no mesmo horário daquele estabelecido pela Comissão de Corridas que antecede os páreos, e em hipótese alguma na hora do páreo, isto em virtude da análise de performance (prognóstico) efetuada pelo público apostador.

No Art. 42 só poderá haver a substituição se o jóquei substituto apresentar índices técnicos parecidos com o substituído (número de vitórias). Por exemplo; esta no intervalo entre dez a mais e a menos do substituído.

A apólice de seguro de vida e invalidez permanente, por acidentes ocorridos na raia durante os trabalhos e corridas, descrito no Art. 43 deve ser obrigatório e não facultativo como está descrito no mesmo.

O parágrafo 1º, do Art. 51, a principio é totalmente irregular. Ele não atende ao apostador e o CNC deve atender a todos, inclusive ao apostador. O número de inscrições do mesmo treinador deveria obedecer ao mesmo critério dado aos animais do mesmo proprietário, ou seja, 02 (duas) inscrições e não 04 (quatro) como já consta no Código vigente e confirmado na nova redação. A justificativa de irregularidade se deve ao fato de poder ocorrer que o número de inscrições permitidas ser um terço, metade e até mesmo todo o páreo. Isto em apostas é totalmente inviável, pois são animais de um mesmo treinador com números diferentes. Mesmo porque não tem nenhum respaldo de credibilidade popular. Ressaltamos ainda que os animais de um mesmo proprietário deverá sempre correr de parelha com o mesmo número. Por ter maior credibilidade do resultado.

Com relação ao Art. 66, trabalhos técnico-cientificos demonstram que o peso de carga e descarga que um jóquei monta um determinado animal tem influência preponderante no resultado do páreo. Portando, o peso de 500g a menos na repesagem do peso exigido que causa a desclassificação de o animal, será o mesmo aceito como excesso, e não de dois (02) conforme previsto no Código vigente, e confirmado na nova redação. Em uma corrida de cavalos dois (02) é muita sobrecarga.

Para finalizar esta breve análise, o Art. 122, que aprofunda a questão da pena de suspensão, descreve em se §2º que “Os profissionais punidos por infração dos arts. 25, 26, 77 e 98 (exceto Grupo IV) terão sua entrada proibida nos hipódromos e suas dependências enquanto perdurar a pena aplicada.” O §5º do mesmo artigo, descreve que “Não poderão os profissionais suspensos de acordo com os arts. 25, 26, 77 e 98 (exceto Grupo IV) invocarem a seu favor, sua residência precária em dependências da Entidade.”. Este artigo e seus parágrafos constam no Código vigente e está sendo confirmado nesta nova redação; porém, apesar de concordar com a punição de proibir a presenças dos mesmos nas dependências do hipódromo, proibi-los de invocar o direito de alguns jóqueis e uma grande parte dos treinadores que residirem nas dependências da Entidade, acredito que seja inconstitucional; inclusive, a proibição dos trabalhos rotineiros. Mesmo porque o Código Nacional de Corridas é o regulamento dis ciplinador das atividades turfísticas; não sei se tem competência legal de tal atitude, conforme a Confederação Brasileira de Desportos, que possui um corpo jurídico, com competência legal, tendo como base um Código Penal.

Vários outros artigos poderiam ser discutidos se houvessem uma maior visibilidade de sua inserção, alteração ou exclusão conforme já explicado inicialmente. Atenciosamente

Antônio Carlos Motta

Mario Veloso (22/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Dr. Alexandre Dornelles

Bom dia

Oportuna sua abordagem no assunto sobre trato de animais.

Com o dedo na ferida eu pergunto; quem fiscaliza o tratamento disposto a estes animais?

Quantos são apresentados sem condição de corrida?

Vamos ser sinceros no entendimento de que enquanto o proprietário age com a emoção, nem todos os profissionais atuam da mesma forma, mas; numa razão em que o cavalo fica em segundo plano. 

Podemos afirmar de que realmente há o compromisso e comprometimento dos profissionais com os proprietários? as contas apresentadas no final do mês refletem a realidade do trato oferecido aos animais?

Concordo plenamente com o Sr. as coisas se nivelaram muito por baixo.

Josué Lacerda da Silva (22/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

MATEMÁGICA!

Na última noturna de 18/052015, um amigo acertou um pick 3, inicial, apostando à R$10,00, com os seguintes rateios dos cavalos vencedores:

1 = 14

2 = 12

3 = 11

É fácil perceber que o resultado final na soma e computação dos rateios vai gerar uma pule vencedora de 

R$36,96.

Acontece que o JCB computou como valor a receber o total de R$34,00. Não menos fácil perceber que o JCB, além de tirar os centavos de real, isso é praxe e sabemos disso; o JCB retirou também REAIS!

Ora, debruçando nas contas, percebi que o JCB tirou os centavos nas duas somas iniciais. Ou seja, ao calcular R$ 1,4 para cima de R$ 1,2, resultando em R$1,68 o JCB retirou R$0,8 da primeira soma. Ao efetuar a segunda soma, ou seja, R$1,6 para cima de R$1,1, cujo resultado é R$17,06; o nosso emblemático JCB retirou R$0,6 e, para finalizar, aplicou os benditos 100% de bonificação, que com tanto êxito apregoa, sobre R$17,00 o que resultou nos exatos R$34,00 que a "obediente" maquininha operou.

O QUE É ISSO ? COMO CLASSIFICAR ISSO ?

ATENÇÃO SENHORES TURFISTAS: EU TENHO O TERMO PARA DENOMINAR ISSO PRESO NA GARGANTA MAS A ÉTICA E O RESPEITO ME IMPEDEM DE FALAR.

PARA FINALIZAR, IMAGINEMOS 1000 GANHADORES JOGANDO À R$10,00. RESULTADO FINAL: DESAPROPRIAÇÃO DE R$200,00 DOS "SORTUDOS" E "SOFRIDOS" TURFISTAS!

Alexandre Dornelles (22/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Beto Gama, muito oportuno sua colocação sobre trato de cavalos. Há muito tempo venho tocando neste assunto com alguns treinadores e Veterinários (as) que estão entrando no mercado agora. Pior de tudo é que tem alguns que ainda cobram R$1000,00 ou R$ 1200,00 de trato, o que me revolta são as condições em que estes cavalos são tratados: cama horrível , comida pouca ou de má qualidade, alfafa só uma rara lembrança. Enfim, só para dizer que estão com " tantos " cavalos! O nosso turfe passa por um momento delicado e nós profissionais estamos colaborando negativamente para este fato! Chega de nivelarmos por baixo! Com estas atitudes a atividade fica medíocre. Onde, ferradores, veterinários, fornecedores, etc. Fiquem sem receber e com isso a credibilidade de uma atividade tão linda " caia por água abaixo". 

Grande Abraço

Alexandre Dornelles

Leandro Mancuso (22/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

O jóquei Francisco Leandro ,teve uma virose, (gripe e febre) , mas já esta bem e deverá montar no próximo final de semana, pois o atestado médico inspira repouso de 7 dias , final de semana que vem deverá entrar em ação. 

Inclusive já está tudo certo para ele montar whope maker, no Grande Prêmio Brasil, o animal que nunca correu no gramado fará seu teste de fogo. Parabéns ao proprietário Didu lubianca, pela ousadia e ambição de correr o cavalo contra os melhores gramáticos do brasil. 

Boa sorte a toda equipe gaucha do tordilhão !!!!

Marcos Camardella (22/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Queria compartilhar com o jornalista paulo gama pela brilhante ideia de prestigiar o GP Brasil. Fica aqui demonstrado o trabalho que um profissional pode apesentar. Infelizmente o turfe brasileiro é dirigido por amadores, orgulhosos, vingativos e incapazes, que jamais teriam essa iniciativa de prestigiar o nosso turfe. e realizar uma festa de tamanha envergadura.A ideia está lançada inclusive de como se poderia arrecadar recursos para tal. Lembro agora do GP Brasil que teve a dotação de um milhão de dólares e o tremendo e grande sucesso que foi. Tempos de "e o vento levou" Parabéns Paulo Gama e que sua ideia seja, ao menos , um pouco aproveitada.

Marcos Camardella (22/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Impressionante o modismo que reina junto aos criadores brasileiros. falo em modismo, porque no tempo de "vacas magras" os garanhões brasileiros com coberturas a baixo preço estão desprezados. Os exemplos do sucesso estão demonstrados nas pistas. Os "SETEMBRO CHOVE, ACTEON MAN, IVOIRE, MOLENGÃO, , o promissor "OUT OF CONTROL", TOP HEAT, JOB DE CAROLINE, ARAMBARE, HARD BUCK,LEROI DESANIMAUX, DURBAN THUNDER,QUICK ROAD, MASTRO LORENZO, e o " fora ´de série" , REDATORE estão em plena atividade , só que desprezados em favor de garanhões estrangeiros. Inesquecíveis o sucesso de CLACKSON E TORPEDO E O SENSACIONAL ,ZENABRE. NECESSÁRIO TAMBÉM LEMBRAR QUANTAS NUL IDADES VIERAM PARA O BRASIL E A ALTO CUSTO E FORAM TREMENDOS FRACASSOS, COMO ’", SELIM , HASELTINE, NISOS , COBALT e muitos outros. Já foi tempo em que se podia importar garanhões da categoria de KING SALMON, FORMASTERUS, FORT NAPOLEON, SAYANI, SWALLOW TAIL, ROYAL FOREST, ORSENIGO, WALDMEISTER, ETC O MODISMO AGORA SÃO OS GARANHÕES AMERICANOS. VAMOS VER ATÉ QUANDO. atenção criadores ESTA NA HORA DE INVESTIR NO BOM,BONITO E BARATO.

Marco Antonio Santos (21/05/2015) - Niteroi/RJ

Grato Sr. Mário Rozano !

Vamos torcer para o seu rápido restabelecimento.

Mário Rozano (21/05/2015) - Porto Alegre/RS

Francisco Leandro Gonçalves

O piloto brasileiro que lidera a estatística geral na Argentina está afastado das pistas em tratamento médico há mais de uma semana, contudo, já se encontra em recuperação. Lamentavelmente Leandro está afastado do festival GP 25 de Mayo, que será disputado na próxima segunda-feira no hipódromo de San Isidro. A nota negativa é a sua ausência no dorso do titular do GP Miguel Alfredo Martinez de Hoz-G1, Alma de Acero (Versallesco), provável favorito da prova que oferece o nome ao meeting e classificatória a Breeders’ Cup Turf. O crédito do Stud Baltasar de La Plata, detém retrospecto de cinco impactos estrelares em série

Arthur Stern (21/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Gilberto, adorei sua sugestão sobre a divulgação de um trato médio! Começarei imediatamente a trabalhar neste sentido. Espero em breve poder publicar sua sugestão.

Abraço,

Arthur

Luiz Antonio Molleta (20/05/2015) - São José dos Pinhais/PR

É que foi tão bom ler uma noticia boa sobre turfe... Faz bem , apesar dos problemas existentes...

E é tão ruim ler ou ouvir notícias que denigrem ainda mais o turfe. 

E como foi bom ver a reportagem da Record no domingo...

E como é ruim os prêmios atrasados, mas, por este motivo, desistir dos cavalos de corrida... .

E como é bom ganhar um troféu em um GP... Não tem preço....

Marco Antonio Santos (20/05/2015) - Niteroi/RJ

Boa Tarde !

Alguém sabe informar o que esta acontecendo com o Francisco Leandro, ele não atua a mais de uma semana nos Hipódromos argentinos.

Marcos Rizzon (20/05/2015) - Porto Alegre/RS

Ao sr. Luiz Antonio Molleta,

Com 20 anos de estrada no turfe brasileiro, o Jornal do Turfe é um veículo democrático, a começar pela sua distribuição, que é gratuita, e não cobrando-se uma fortuna por edição, como acontece com outros veículos impressos do setor. É democrático na sua linha editorial, ao permitir que dois comentaristas escrevam suas versões de como foi a festa do GP São Paulo 2015 para que os leitores (a parte mais importante de todo o processo), tirem suas conclusões dos comentários, análises e opiniões. É democrático porque não defende diretoria A ou B, dando espaço para que todas se manifestem. É democrático porque não vende matérias nem troca editoriais por mesas em grandes prêmios.

No mais, agradeço ao Raia Leve por disponibilizar este importante fórum democrático que é o Espaço do Leitor do Raia Leve para que possamos dar esses esclarecimentos.

Atenciosamente

Marcos Rizzon

Editor do Jornal do Turfe

Elton Pereira de Souza (20/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

E assuntos políticos sem importância para a maioria do público turfista continua reinando aqui neste espaço que deveria servir para falarmos de corrida de cavalo....

E domingo teremos a volta do craque Paint Naif e com C.Lavor finalmente "up" de novo! E que no GP Brasil os proprietários do contrato deixem o Lavor montar o craque! Vamos ver!

Luiz Antonio Molleta (20/05/2015) - São José dos Pinhais/PR

Não entendi o Jornal do Turfe. Um comentarista elogia o sucesso da festa do GP São Paulo 2015 e outro, fêz inúmeras criticas.

Quem está com a razão????

Gilberto Gama (20/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Arthur ,

Respeito muito a todos que em uma hora ou outra se dedicam ou dedicaram ao Raia Leve . É realmente difícil manter o site operando sempre com poucos recursos e com a desunião cronica que prevalece em nosso Turfe . Francamente , sobre essa realidade eu já nem tento mais entender . Precisamos DAR uma "zerada" nos ressentimentos e reconhecer os acertos de A ou B independente de gostarmos deles ou não . Até porque no que diz respeito as criticas , essas são naturalmente apontadas por nós todos de uma forma ou de outra . cabe a quem deseja ter o protagonismo do "poder" ser o mais tolerante possível . E falo do "poder" tanto no JCB , no JCSP , no RGS , no Raia Leve , no pequeno meio jornalistico que ainda temos com sites , blogs etc...

Sobre a questão do Espaço do Leitor não pretendo nem pretendi dizer que o modelo anterior era melhor ou pior , até porque devia ser mais trabalhoso mesmo . Claro que o CPF foi uma boa iniciativa , inibi um pouco mais . O que quis foi sugerir que nos casos em que o remetente nunca tenha entrado em contato "de repente" aparece no Espaço cheio de "conhecimento" sobre os mais variados assuntos de turfe e administração do JCB , se faça uma checagem maior . Só isso . 

Só saí da Associação pois fiquei bastante chateado na época com uma carta escrita por um amigo e assinada por outro companheiro de Turfe . Mas isso já passou e sigo amigo dessas pessoas . 

Não sou chegado a ter esse tipo de reação , mas , na época estava cansado e , naquela altura , a Associação tinha se tornado apenas a dona do Site Raia Leve . Aparentemente isso já era muito , mas não era o objetivo "solitário" da Associação . Mas isso não foi privilégio da ACCPSI pois as outras Associações em épocas diferentes também nunca conseguiram lidar na prática com os vários fatores que fizeram reduzir o progressivo desinteresse pela industria do cavalo . Faço aqui a exceção a ABCPCC que tem tentado atuar nas mais diversas diretorias . A mesma tem pelo menos fontes de recurso para "poder tentar algo" , entretanto mesmo com alguns recursos , também depende fundamentalmente da disposição pessoal dos membros da diretoria de trabalhar pelo Turfe .

Quer uma sugestão diferente ? A Associação dona do CT em teresópolis publicava a cada dois meses um custo do trato médio na Gávea . Isso servia de orientação aos proprietários e aos treinadores em relação aos custos básicos do trato . Creio que A Associação podia retomar essa prática pois o próprio Luis Octavio poderia ajudar já que tem sua cocheira e certamente conhecimento dos custos . Se quiser arrumo uma cópia da antiga publicação a respeito .

Um grande abraço 

Gilberto

Ana Rita Albuquerque (18/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

A propósito das notas explicativas constantes do demonstrativo financeiro do JCB 2013/2014 consta do item 15 “plano de investimentos” que “Conforme citado no Relatório da Administração, no ano de 2014 foram concluídos ou estão em andamento importantes investimentos de ampliação, revitalização e gastos de manutenção em instalações do clube e sede centro”. Todavia, não há neste ou mesmo no Relatório de Atividades qualquer esclarecimento sobre a revitalização da Sede do Centro no que concerne à parte social. Quais os projetos para a sua revitalização inclusive da garagem? Salvo equívoco, não foi esta a pergunta deixada nas urnas da ultima assembleia por centenas de sócios contrários às condições apresentadas pela atual administração para o Retrofit? Continuamos com a mesma indagação e sem a esperada informação. Em qualquer sociedade já haveria alternativas mais viáveis àquela rechaçada. Chegaremos lá?

Arthur Stern (18/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Gilberto Gama,

Não gostaria de entrar neste assunto da venda ou não do Raia Leve, até porque apreciei o assunto apenas uma vez, como sócio da ACPCPSI, durante uma reunião convocada para o restaurante localizado ao lado do paddock (não me recordo se ainda era Photochart ou se já era Prado mas fisicamente o local é o mesmo) oportunidade em que foi aprovada por unanimidade dos sócios presentes a venda do site Raia Leve para você pela quantia de R$ 50.000,00. Como os acontecimentos que antecederam tal reunião bem como os que se sucederam após a mesma não tiveram participação direta minha, não me aprofundarei neste assunto. 

Primeiramente peço desculpas antecipadas ao amigo por qualquer eventual palavra mais dura ou mesmo exposição de algo indesejado mas este é o meu jeito, claro e com a verdade “nua e crua” exposta. 

Gostaria sim de fazer alguns comentários a respeito do espaço do leitor, já que você afirmou que o mesmo sofreu uma redução em sua credibilidade ocasionando uma redução de acessos. Além disso, vai além e diz que isto se dá devido a utilização de CPFs de terceiros, sugerindo que o mesmo possuía mais garantia de remetente quando você enviava e-mails pedindo confirmação de existência. 

Apenas para que fique claro toda a evolução deste importante espaço destinado aos turfistas, quando o amigo Luiz Octavio Figueiredo assumiu a Presidência da ACPCPSI (era Vice-Presidente na época que você era diretor e “comandava” o espaço do leitor), me pediu para tomar conta do espaço visto que eu escrevia com bastante frequência e entendia o modus operandi do mesmo bem como as pessoas que costumavam escrever. Logo no início de nossa gestão, apesar de continuar com o mesmo procedimento de envio de e-mails que você fazia, comecei a perceber inúmeros nomes frequentes ao espaço que me pareciam ser pessoas que estavam até mesmo dentro do meu conhecimento pessoal pelos assuntos que abordavam e pela forma como falavam. 

Abro um "parêntesis" para lembrar também que aquele foi um período bastante difícil para a ACPCPSI pois tivemos algumas saídas de associados bem como de patrocinadores por solicitação de alguns associados ao não ter o Presidente que desejavam para a ACPCPSI eleito em 2010. Tivemos que nos esforçar para manter a receita da ACPCPSI, contribuir de maneira mais efetiva com a associação e até mesmo pedir para que pessoas voltassem a anunciar no site coisa que algumas fizeram (informando que estavam fazendo em detrimento de pedidos anteriores de abandono da ACPCPSI) outras não. Aliás, o descontentamento com este período só não foi maior do que a enorme alegria que tive ao ver a ACPCPSI receber, para o leilão de coberturas do ano passado, a doação de uma cobertura do Voando Baixo e outra do Poker Face. Não só pelos cavalos, um craque consagrado como reprodutor e um outro animal de exceção que tem tudo para se tornar um grande reprodutor mas principalmente porque foram doadas respectivamente por você e pelo Quintella, dois turfistas do mais alto gabarito. 

Desde então comecei a tentar criar algo que pudesse diminuir a possibilidade de alguém se utilizar de falsos nomes para emitir opiniões pessoais. Demorou um pouco para criar o modelo e posteriormente implantá-lo já que esta implantação confrontava-se inclusive com o que pretendia a cúpula da campanha que visava a eleição de Carlos Palermo. Independente disso, assim que Carlos Palermo foi eleito, o modelo atualmente utilizado estava pronto para ser implantado. Obviamente não há modelo infalível e jamais haverá. Se hackers conseguem burlar os mais avançados sistemas de inteligência dos maiores países do mundo, você acha que o Raia Leve conseguirá implantar algo 100% infalível? 

Durante uma reunião com o então Presidente da Comissão de Corridas, aproximadamente um mês após as eleições do JCB, este exigiu que, para a continuidade da reunião (talvez achando que a exigência fosse refutada), incluíssemos a necessidade de CPF para escrever no Espaço do Leitor. Na hora não entendi bem a postura do tal diretor recém eleito com ajuda daqueles que se encontravam na mesa, muito menos o restante da reunião aonde o mesmo destratou toda a diretoria da ACPCPSI, além de não aceitar nenhuma das sugestões apresentadas como criação de grupos de trabalho, publicação de relatórios detalhando as decisões da comissão de corridas a exemplo de quase 100% dos turfes mais avançados do mundo, divulgação dos comissários de plantão, participação de proprietários e profissionais na elaboração da tabela de distâncias, preparação de cursos e workshops (aonde a ACPCPSI se colocou à disposição para preparar tudo caso o JCB desejasse) sobre assuntos pertinentes ao turfe e etc... Posteriormente fui informado que o diretor eleito entendia que o Raia Leve estava, “pasme”, um mês depois de ajudar a eleger a diretoria, criticando-a com fantasmas no espaço do leitor e o principal “fantasma” na verdade era um ex-proprietário de PSIs e que além disso é SÓCIO do JCB, ou seja, o seu nome, aquele mesmo acusado de fantasma, consta de todas as planilhas com nomes de todos os sócios e que foram estudadas (ou deveriam ter sido) durante a campanha.

Apesar do exposto acima, uma vez que o modelo estava pronto para ser implantado, a exigência foi imediatamente aceita e passou a fazer parte do site Raia Leve já no dia seguinte a tal reunião. O modelo implantado consistia não só do registro do CPF mas também registra um outro número único de informática que cada um de nós tem quando está “navegando”, uma espécie de identidade virtual.

Acho que você tem razão quando diz que é possível a utilização de um CPF de terceiro para escrever no espaço do leitor mas até eu que não sou advogado posso lhe dizer que o crime de falsidade ideológica estaria sendo cometido, crime este facilmente verificado ao contrastar-se o número de internet registrado e o CPF informado. É verdade também que constituir em crime não costuma impedir turfistas de agir mas aí é um problema que o Raia Leve não pode se envolver. É reponsabilidade de cada cidadão!

Em relação aos acessos ao espaço do leitor, não houve qualquer redução (o que aliás, era o receio de alguns em relação à implantação do maior rigor no controle). Muitos nomes que escreviam com frequência sumiram, muitos outros apareceram. Infelizmente alguns dos que escreviam anteriormente e não mais se pronunciam, fazem parte da atual diretoria do JCB aonde o Raia Leve, por mais incrível que possa parecer visto o enorme apoio dado a atual diretoria, é execrado. Além destes, você mesmo, o Quintella e outros que eram bastante frequentes ao espaço infelizmente passaram a não mais escrever desde que saíram da ACPCPSI em 2010. 

Por outro lado temos algumas pessoas que passaram a escrever recentemente no espaço, talvez até mesmo encorajadas pela maior credibilidade do espaço e que aos quatro cantos são ditos como “fantasmas”, como um funcionário da Petrobras, um funcionário de uma secretaria de estado do Rio de Janeiro, um sócio do JCB, um frequentador do JCSP desde a década de 60 com experiência internacional e pelo menos dois proprietários de cavalos de corrida. Todos que não costumavam escrever na época citada por você. E veja que fiz esta pequena lista apenas olhando as pessoas que escreveram neste espaço durante estes primeiros dezoito dias do mês de Maio.

A diferença é que anteriormente o controle era feito através dos seus contatos por e-mail e agora através de conferência de CPF e identificação eletrônica. Acho que nem o meu Golden Retriever Theobaldo apostaria que os fantasmas são os que escrevem hoje.

O que não tenho dúvida em afirmar, não só por ter vivido o espaço do leitor com os dois tipos de “controle”, como também por ter participado como leitor por muitos anos “controlado” por diferentes pessoas como até mesmo o Zig, é que hoje o espaço do leitor é muito mais fiel ao pensamento dos turfistas que escrevem para o Raia Leve, até porque a ACPCPSI pode se sentir totalmente confortável em publicar uma opinião mesmo que esta possa gerar alguma demanda judicial pois o controle hoje permite a identificação irrefutável do emissor da opinião. Aliás, a prova disto é a publicação de todas as suas últimas postagens independente do conteúdo, coisa que seria totalmente impensado em um passado não muito distante.

Por fim, lembro que estas palavras são pessoais minhas, não como Presidente da ACPCPSI, e espero que compreenda a defesa que preciso fazer do espaço do leitor não para preservá-lo mas por uma questão de justiça. 

Grande abraço,

Arthur

Pasqual Evangelista (18/05/2015) - Valinhos/SP

V.BORGES

Sr. André foi só falar e hoje 2.feira dia 18;05 até 9 terceiro páreo já ganhou duas com altas poules....

Espero que ele continue ganhando também nos últimos páreos.

Mauro Oliveira (18/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Agradeço ao presidente do JCRGS, Dr. Vecchio a gentileza da resposta.

Quem dera todos os presidentes de entidades turfistas se dignassem a responder indagações de pequenos apostadores como eu.

Parabéns pela excelente administração e sucesso em sua pioneira iniciativa.

José Vecchio Filho (18/05/2015) - Porto Alegre/RS

Prezados Mauro e Waldir:

Nosso ’simulcasting’ encontra-se em fase de testes, havendo apenas 04 máquinas operando no Hipódromo do Cristal, outras 04 na agência da CODERE daqui, mais 01 em Pelotas/RS e 10 máquinas em Montevideo em 03 locais diversos.

A queda no movimento de apostas não tem qualquer relação com o simulcasting, pois sequer implantamos ainda máquinas de nosso sistema nas agência aqui do RGS, quiçá em outros Estados onde abrimos negociação com cada Entidade congênere.

Posso te afirmar que nossa principal preocupação nesta transição é não destruir o que conquistamos ao longo de nossa gestão, qual seja, uma ’Pedra Forte’ nas corridas do Cristal.

Ainda levaremos alguns meses em testes, pois há necessidade de adequações. Nossa expectativa de colocar todo sistema em uma única pedra é de aproximadamente 03 meses.

Posso afirmar-lhes que não há relação alguma.

Forte abraço

Vecchio

Waldir Alves de Souza (17/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Pertinente o comentário do Mauro Oliveira. O Presidente do clube gaúcho que jamais se furta em explicitar suas posições em prol do soerguimento do turfe do RS, poderia nos dar maiores detalhes? Estamos no aguardo. Obrigado e boa sorte!!!

André S. dos Reis (17/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Sr Pasqual Evangelista

A pouco tempo atrás questionei com um amigo que frequenta o JCB que o Borges nem sempre monta os favoritos como antes, muitas vezes barrando o ganhador ( cavalos do D Guignoni, J C Sampaio, V Nahid e outros, que vem de boa corrida com ele ). ele me explicou que o V Borges assumiu mais 2 contratos alem do com o Stud Alvarenga, o 1º com o Haras Santa Rita da Serra, Santa Rosa de Lima e Stud Correas; o 2º com o Haras Nacional, portanto é comum ele deixar de montar um favorito, para montar um cavalo de contrato, que agora são muitos.

Seu agente segue sendo o Paulo Mileno ( Tri campeão com o D Duarte e Bi campeão com o M Mazini ), dês da partida do D Duarte.

Mas vendo o site do JCB e RaiaLeve noto que com muita frequência o V Borges vem sendo o maior ganhador da semana.

Uma boa semana a todos.

Andre Reis

Mauro Oliveira (17/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

O movimento de apostas do Cristal pelo sistema do JCB, caiu consideravelmente após a implantação da pedra internacional que permite aos uruguaios apostarem nas corridas gaúchas, sem dúvida, uma novidade importantíssima, pois pela primeira vez apostadores de outro país, jogam em corridas brasileiras.

Estou apenas curioso em saber se a queda nas apostas pelo sistema JCB se deve a uma migração de turfistas brasileiros para o sistema internacional e também seria interessante se fosse divulgado pelo JCRGS o volume apostado neste novo sistema, além do percentual do clube gaúcho sobre o movimento bruto.

É uma experiência nova que merece ser acompanhada com atenção por aqueles que torcem pelo sucesso do nosso turfe.

Dr Vecchio, presidente do JCRGS, o senhor poderia comentar( com números) o início desta parceria internacional do seu clube?

Sidney Morihiro Kanashiro (17/05/2015) - São Paulo/SP

Hoje sábado, em hong kong foi batido record de vitorias em uma temporada e so podia ser um brasileiro isto e o magic man joao Moreira com 118 vitorias quando o record anterior pertencia a douglas White com 114 vitorias e mais a temporada acaba no final de setembro isto e temos mais de quatro meses pela frente e a media do joao e de 25 por cento aonde sera que r i ihegara este formidável ginete, e olha que não o conhecia pois quando ele começou a montar em cidade jardim estava morando no japao, e por curiosidade de turfista vi que o jóquei Eurico rosa que estava montando em Singapura apresentou o joao como líder de estatísticas de são Paulo e comecei a assistir as corridas de Singapura e ver o monstro que e este jóquei tenho 68 anos e quase 50 anos de turfista em São Paulo tirando uns 10 anos que estive na asia nunca conheci um jóquei desse porte e via jóqueis de primeira no japao como o peslier kent desarmeux Ryan moore c, soumillon lanfranco dettori take yutaka mirco demuro e mais alguns que falha a memoria mais depois de assistir os pareos dele na asia virei seu fan, desculpe me mais me ufano em ser brasileiro e ver um patrício ser idolatrado no exterior.

Mario Veloso (16/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Parabéns aos titulares do STUD BL

Olho clínico para compra de animais

extensivo ao V. Nahid (precisava voltar a esfera clássica e no melhor estilo) e ao A. Gulart (merecido, que permaneça a fase)

Marcelo Liberato (16/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Gostaria de parabenizar o Andre Cunha pela ótima entrevista com o jockey A.Gulart depois do GP Francisco de Paula Machado.

Extraiu tudo do Gulart que ficou visivelmente emocionado na hora!

Parabens Gulart por sua volta por cima!

Saudações

Pasqual Evangelista (16/05/2015) - Valinhos/SP

V.BORGES

O que está acontecendo com o V.Borges???

Mudou de agente??? Percebo que nem sempre está bem montado.

Uma fase ruim??.

Marco Antonio Santos (16/05/2015) - Niteroi/RJ

Um monstro, é assistir o páreo de # 10 do Hipódromo de Palermo, no sábado .

Ricardo, você não existe !

Antonio Moura (15/05/2015) - Niteroi/RJ

O ÓBVIO ULULANTE

A não ser que se verifique uma radical virada de direção, é evidente que a administração Gávea caminha a passos largos para eliminar de vez a reunião de sexta-feira do calendário dos turfistas cariocas - o que poderia ser perfeitamente digerido se Cidade Jardim, via "simulcasting", tapasse essa lacuna e ao mesmo tempo reduzindo paulatinamente o seu negativo financeiro.

Surpreendentemente (para mim, pelo menos), São Paulo não está nem aí para a deixa, continuando com a sua noturna de segunda-feira - concorrendo com a noturna do Rio, também sempre às segundo; talvez entendam que o retorno do simulcasting do dia, esteja numa faixa aproximada da reunião solo. E olha que o lusitano Horário não responde mais pela Gerência de Turfe - foi visto, uma destas manhãs, caminhando solo e descalço nas areias da Praia das Flechas.

Antonio Moura

Luiz Fernando Dannemann (15/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssimo Beto Gama,

Queria fazer uma retificação na minha postagem, pelo bem da verdade.

Fui informado agora que o convite que teria sido feito a um turfista da nossa relação para comandar a Comissão de Corridas muma eventual reeleição se deu a partir da recusa do Pedro em seguir no cargo.

Se realmente for confirmada a presença dessa pessoa na chapa, será a primeira vez em mais de 20 anos que estaremos em lados opostos... quer na vida, no futebol, na arte, e principalmente no turfe.

Posso antever, fazendo esta reflexão, que isto bem pode ser o prenúncio do Apocalipse.

Ivor Lancellotti (15/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Bom dia a todos

Uso parabólica tem mais de 20 anos , agora com a mudança do satélite fiquei sem e quero distância da tal da Net.

Liguei para o setor técnico do JCB e falei com um encarregado de instalações , isso é posiicionamento da minha antena, se ele poderia fazer o serviço aqui no meu prédio.A parábola é só minha que instalei sozinho e sem a colaboração do condomínio.

Esse Sr Técnico me disse que ele viria posicionar pra mim pela quantia de 250,00 reais!

Na minha opinião deveria ser praticamento gratúito, pois aposto nas corridas e só aposto vendo, não aposto no jogo do bicho.Iguais a mim devem ter muitos com esse problema e isso não é bom para o JCB pois nesse momento difícil do turfe é hora de colaborar!E não de afastar.Eu até pagaria uma quantia justa,mas exploração! Eu não aceito.Gostaria de saber se algum turfista teria alguém mais qualificado e menos caro para fazer esse pequeno serviço.Já agradeço a quem puder me indicar.Sou morador do bairro do Leme aqui no Rio De Janeiro.Obrigado e

Abraços

Luiz Fernando Dannemann (15/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssimo Beto Gama,

Deixemos de lado o passado. É preciso pensar no futuro. O futuro para o JCB, e para o turfe nacional, pode estar começando nesse maio, mês das noivas. É isso... Quem sabe o nosso turfe não esteja precisando mesmo é de um novo “matrimônio”. Não tem muito tempo um amigo em comum (você sabe quem é) me falou no seu nome para presidência do clube. Eu disse que era um bom nome (pergunte a ele). 

Realmente eu não tenho encontrado vontade de ir ao hipódromo. Ver a "cara de pau" do s´´indico (juro a você) me provoca ânsias de vômito. Recentemente o mesmo amigo intermediou, a pedido do síndico, a entrega de um calhamaço contratado para justificar o “Parque da Bola”. Na hora me veio a lembrança do famoso “Laudo da Concremat” arregimentado por um conhecido “soldado” do LECCA (ex- primeiro tenente do Taunay). O resultado daquela história foi a derrubada, não só do telhado da quadra de sede da Lagoa, que já havia caído, como a de todo o “prédio” do Luis Eduardo que até hoje afirmam estar vivendo agachado tentando reunir os cacos para vender no ferro velho.

Este nosso amigo me confidenciou que foi convidado para assumir a Comissão de Corridas na próxima gestão, o que eu classifiquei, no ato, como mais um gesto aloprado do nosso síndico tentando – alucinadamente -, a reeleição. “Aloprado” na proporção em que QUEIMA o Pedro que dizem estar fazendo um ótimo trabalho. Coisas do síndico cujo tanque de combustível é movido a etanol.

Pelo menos uma coisa boa nessa tentativa... Desta vez ele não vai concorrer utilizando 100% do meu dinheiro. Vou participar bancando apenas 1/5.700 avos dos recursos, já que vi um material da Approach (aquela em que trabalha ou trabalhava a namorada do LECCA), muito bem feito como é marca do Pugliese - um craque em transformar pequenos limões em feira de frutas -, bancado pelos sócios do JCB, que nada mais é do que um material publicitário visando a eleição de 2016, uma publicidade COMPULSÓRIA que os sócios estão pagando para que o síndico receba o passaporte para a tão sonhada continuidade do “Parque da Bola”. 

Antigamente ele precisava pedir ajuda ao Afonso para que este o ajudasse a pedir dinheiro pra mim. Agora ele não precisa mais: ele tem 5.700 otários que contribuem FORÇADAMENTE para realização do seu sonho. Da minha parte afirmo a você que farei de tudo (e mais um pouco) para ele assumir novamente a presidência... 

Da Sociedade Hípica Brasileira.

Sergio Lessa (14/05/2015) - São Gonçalo/RJ

............AGORA SÓ FALTA A LU ANDRADE BUSCAR............

..............NOVOS HORIZONTES NO EXTERIOR..................

Vou dizer uma coisa se a Lu Andrade estiver suspensa tudo bem, mas se ela não está acho uma crueldade que estão fazendo, já a algum tempo venho observando que ela a única joqueta atuando na Gávea vem sofrendo preconceitos por ser do sexo feminino onde argumentos sem nexo de que ela não teria punho suficiente e técnica para participar e pilotar um cavalo, hora como pode isso se no Cristal ela sempre participava e vencia muitas corridas e na Gávea já deu suficiente demonstrações de sua capacidade, caramba ás vezes sobra o "resto" [ cavalos recusados pelos jóqueis e agentes] aí oferecem para ela, ela vai ao páreo faz uma bela corrida o cavalo fica na vez para a próxima e o que acontece [ jóqueis e agentes correm atrás junto ao treinador e proprietário e dão a montaria da vez para um deles e a coitada da joqueta fica vendo navios] , o que acho muita [ com licença da palavra sacanagem], com uma pessoa que levanta de madrugada seja frio, chuva, ou um tremendo calor e vai para o pra do trabalhar além de atender a vários treinadores galopando e aprontando seus animais e fica ansiosa na expectativa de pelo ou menos ter numa semana 7/8 montarias que nunca vai acontecer enquanto existir esse maléfico preconceito contra a joqueta,a Maylan Stuart passou por isso e foi para o Estado Unidos,a Marcelle custou a perceber isso e ainda bem que acordou e já foi em busca de novos horizontes fora da Gávea nos Estados Unidos,a Jaqueline Cabral foi convidada para se transferir para a Gávea mas ela foi mais esperta e não aceitou foi para o Chile onde se respeitam o trabalho das joquetas , assim como em muitas nações as joquetas participam ativamente das reuniões, eu ia me esquecendo a Josiane Gulart começou como aprendiz na gávea teve uma época em festividade do GP Brasil que teve até outdoor com a foto dela e do J.Ricardo ,mas passado aquele momento festivo começaram a aparecer um certo preconceito e ela mais que rapidamente se transferiu para o JCSP na época de ouro do Hipódromo, se perguntarem a Jeane Alves e Adelândia Alves s! e querem se transferir para a Gávea eu duvido que elas aceitem,agora só restou a Lu Andrade que não será surpresa se ela receber uma proposta para o Chile ou Estados Unidos e aceitar,porque do jeito que tratam as joquetas no quesito profissional é catastrófico,se não dão o merecido valor para as joquetas então fechem a porta da escola de aprendizes para o sexo feminino !

Gilberto Gama (14/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Luis Fernando ,

Quando disse que não entrava no Raia Leve "há algum tempo" , não quis dizer que não entre no site de vez em quando . Entro sim , mas com muito menos frequência que no passado . Só isso . Até porque o site do JCB tem sido mais agil na divulgação de notícias . Pelo menos assim me parece .

Quanto a os outros assuntos que abordamos , creio que não fui claro no parágrafo que mencionei os nomes daqueles que faziam parte da diretoria quando foi levantada a possibilidade de se vender o Raia Leve . Mencionei alguns dos nomes mais conhecidos e que estavam, de fato , no comando do Site . Dentre eles o Luis Edmundo ( Capitão ) Barbosa . Não disse que eram a favor ou contra a opção da eventual venda do Raia Leve mas sempre soube da opinião contrária do Luis Edmundo . Portanto , feito o esclarecimento acima , minha exposição é completamente verdadeira . As pessoas que lá estavam podem confirmar isso . É só checar .

Se houve uma reunião depois para deliberar se a ideia de vender o site deveria continuar a ser uma opção ou não , esta aconteceu DEPOIS de eu comunicar que eu não tinha interesse em assumir o site .

Fiquei também feliz de que voce tenha ficado contente com as boas risadas ..... pois concordo que a época não é nada favorável . Até por isso acho que minha reação vinha pela surpresa com a sua interpretação do ocorrido na época , e que a mesma ficasse “registrada” com o tom ( sem dúvida ) no mínimo dúbio que você deu em sua mensagem . Aliás podemos dar boas risadas ao vivo caso voce volte a frequentar o prado como fazia antes . Ainda estamos por lá . Na mesa do Quintella .

Luis Fernando , é verdade que o site sempre deu muito trabalho as administrações que por lá passaram . Como no Jockey as administrações são amadoras e não remuneradas (diretores) . Acho que foi essa a intenção de alguns dos nossos amigos que lá estavam na época ao pensar em “privatizar” o site . Até porque quando nós todos formamos a Associação e posteriormente o Site ( O Toni Ribeiro Pinto foi o primeiro Presidente , lembra ?) naquela sala grande do Hotel em Copacabana ( acho que era o Pestana ) que voce arrumou , havia uma mobilização grande ( umas 50 pessoas ) , mas com o tempo o trabalho de fazer o dia dia do Site se tornou um fardo para uns poucos . Luis Felipe , Claudio , Luis Edmundo e uns outros poucos . Na eleição para substituir o Luis Felipe na Presidencia não havia mais que 10 pessoas na casa dele . Na hora do trabalho as pessoas somem .... isso não é novidade tratando-se de trabalho "não remunerado" . Infelizmente .

 

Sobre a redução ( entendi isso ) dos acessos ao Site/Espaço do leitor que voce me deu a entender acho que isso se deve a uma redução da credibilidade do Espaço do Leitor fundamentalmente . 

Já há algum tempo que o Espaço do leitor não reflete o que ocorre com o publico do Turfe pois existem vários "nomes novos" que escrevem como se "veteranos" fossem e de quem nunca ouvimos falar . Falam de Turfe e até em relação a própria administração do Clube em si com um conhecimento "anormal" para um turfista novo . 

Para mim e para e uma grande maioria dos turfistas que frequentam o hipódromo na Gávea , uma grande parte desses nomes parecem ser pessoas que usam CPFs de terceiros para escrever anonimamente para o site . Isso , verdade ou apenas percepção , afastou sim muita gente “conhecida” de , pelo menos , escrever para o Espaço do leitor como no passado .

Eu tenho um arquivo com uns 26 meses de mensagens para o Espaço do Leitor ( no tempo em que estive a frente do Espaço ) e já há algum tempo atrás tinha o hábito de checar se esses nomes "novos" haviam escrito no passado . E constatava que a esmagadora maioria simplesmente nunca haviam mandado nada para o site naquela época . Não faço essa checagem há muito tempo ..... Enfim ....fica a sugestão para o Arthur , Luis Octavio e outros diretores do Raia Leve ( Associação ) de tentar “limpar” mais ainda os fantasmas de plantão. Sugiro mandar uma mensagem para o email fornecido e pedir alguma forma de identificação do remetente . Na maioria das vezes que fiz isso quando administrava o "Espaço" , não recebia resposta alguma pois tratava-se de um “fantasma” . Mandava dois , tres ou quatro mensagens pedindo a identificação e , na ausência de resposta , "suspendia" o remetente temporariamente . Fica a sugestão ao Raia Leve pois poderia trazer de volta um interesse maior do publico em geral . Afinal o Raia Leve é de fato o único meio eletrônico diário no turfe Brasileiro .

Abs e vê se aparece no prado para conversarmos .

Beto

Luiz Fernando Dannemann (14/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Bal a Bali, um exemplo a ser bem trabalhado pela ABCPCC

Nos últimos quatro anos a Coudelaria Jéssica conquistou resultados expressivos para a criação brasileira de PSI ao exportar para os EUA dezenas de animais nascidos em solo brasileiro obtendo um número recorde de vitórias (incluindo provas clássicas e de grupo), em vários hipódromos norte-americanos, o que lhe proporcionou relevante pontuação em alguns meetings que participou ativamente. 

Todo o processo que não incluí apenas uma complexa logística, mas também as burocracias alfandegárias, o preparo para viagem, o tipo de quarentena a ser utilizada, a escolha do local de partida e de chegada, a forma mais adequada de aclimatação, o local de treinamento, as características dos profissionais a serem contratados, a personalidade jurídica a ser constituída, a contabilidade, a transferência e retorno legal de recursos, o enfrentamento das variações climáticas e ainda algumas outras “receitas” para uma melhor performance foram situações que tivemos que aprender sozinhos com alto custo de aprendizado. 

Aproveitando a vitória recente de Bal a Bali, mas baseado, firmemente, na assertiva de que não apenas os “fenômenos” logram êxito no exterior, mas também animais de potencial inferior aos craques de exceção, o que deve encorajar proprietários, pequenos e médios, a se utilizarem dessa ALTERNATIVA até em função de equilíbrio financeiro nestes tempos difíceis do turfe brasileiro, venho aqui SUGERIR que a ABCPCC – uma associação de cunho nacional -, implante um NÚCLEO voltado exclusivamente para o ASSESSORAMENTO de seus associados nesta, aparentemente difícil, mas exequível missão de “exportar” a sua farda.

Para este NÚCLEO, aqui sugerido, a nossa equipe (leia-se também o Haras Bagé do Sul) pode fornecer toda a experiência adquirida nos últimos anos demonstrando (com a seção de farto material) tudo aquilo que deu certo e o que deu errado, retirando do aleatório, elementos fundamentais para um melhor aproveitamento econômico, trocando uma possível “aventura” por algo factível e com boa chance de sucesso.

Fica aqui a nossa SUGESTÃO e o nosso comprometimento em colaborar a qualquer tempo.

Demetrio Ferreira de Oliveira (14/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Reprodutores de Primeira Geração

(O Mar De Adriano Está Pra Peixe)

Na linha da descontinuidade dos alinhamentos paternos vem a baixa produção dos próprios reprodutores no quesito qualidade, inferior à esperada. Essa fraqueza de poder de transmissão observada com o nacional, também atinge o de fora, embora em menor grau.

Há bem pouco, cobrindo éguas qualificadas, aqui estiveram Elusive Quality (Gone West em mãe Hero’s Honour, um filho de Northern Dancer) e Giant’s Causeway (Storm Cat em mãe Rahy), ambos de apreciáveis resultados no exterior. Qual de seus filhos estaria creditado a dar a tão reclamada continuidade paterna?

Entre os nacionais, Troyanos é belo exemplo. Embora reunisse pedigree (Vacilante em mãe Sabinus) e capacidade locomotora (GP São Paulo e GP Brasil 1989), e ainda cria e propriedade do Santa Maria de Araras, caiu no descrédito e não deixou nenhuma lembrança de sua passagem pela criação. Faz-se necessário observar a nova filosofia em prática. Os bons corredores nacionais estão sendo lançados pelos criadores, exemplo Kapo di Tutti, Mr. Nedawi, Plety of kids, Time For Fun e outros.

Felizmente, o turfe é pródigo de esperanças, as renovações aparecem. Pela magnífica vitória da potranca Danza no GP João Adhemar e Nelson de Almeida Prado, Grupo 3, pode ser prezumido brilhante papel para o norte americano Adriano (A. P. Indy e Gold Canyon por Mr. Prospector), reprodutor estreante em 2015. Naquela oportunidade, Danza bateu a irmã Dolemite e assinalava a sétima vitória de seu pai, com seis distintos vencedores, considerando somente Gavea e Cidade Jardim, à somar a de Datolita na 1ª Prova da Tríplice Coroa Juvenil no Cristal.

À parte o ótimo desempenho inicial, acresce ser Adriano filho de A. P. Indy (linha Nasrullah), o mais acreditado novel chefe-de-raça nos Estados Unidos, com dezenas de filhos oferecidos nas últimas estações de monta. Os números de A. P. Indy são eloquentes: nas pistas, quase 3 milhões de dólares e até 2013 apresentava 18 gerações, 1181 filhos, dos quais 79% correram, 57% venceram e 13% de vencedores clássicos. 

Poderia ser dito na mesma esteira, Public Speaker acena venturosamente com sua primeira geração (deixou apenas 3, morto ago/2014). Filho de Distorted Humor (Forty Niner), reprodutor de prestígio no continente americano, Public Speaker está mostrando forte primeira geração, que já conta com 8 vencedores, inclusive Jopollo, mãe Sekari-Polish Precedent - Danzig, o líder masculino de Cidade Jardim. Ainda a mencionar sua excelente linha materna, de origem argentina. A manta alazã, herança paterna, está muito presente na descendência de Public Speaker.

Valendo mais pelo lado da informação, o pouco conhecido Al Arab (Redattore em mãe Chocktaw Ridge, notável avô materno), levantou nas pistas um G3 e uma Prova Listada. Sendo de propriedades do Figueira do Lago, poderá receber oportunidades.

Demetrio Ferreira de Oliveira

Marco Antonio Santos (13/05/2015) - Niteroi/RJ

Somente mais uma correção, Eduardo Ortega Pavón é paraguaio.

Mauro Oliveira (13/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Danemann, obrigado pela gentileza da resposta.

Quem dera tivéssemos outros proprietários e criadores como o senhor dispostos a externar suas contundentes opiniões.

Infelizmente, não temos além do Raia Leve e do Jornal do Turfe, nenhum veículo de comunicação disposto a abrir espaço à uma cobertura independente e investigativa sobre o turfe.

É preciso disposição para colocar o dedo na ferida e apontar erros e culpados , dando nomes aos bois.

Por isso admiro seus ácidos textos, mesmo sem ter a capacidade ou a oportunidade de distinguir possíveis tons de exagero.

Vida longa ao Raia Leve e ao Jornal do Turfe!

De imprensa "chapa branca", já estamos fartos.

Oswaldo Alberto Micelli Filho (13/05/2015) - São Paulo/SP

Sou fã do turfe em geral. Admiro muito o site Raia Leve e também o trabalho do jornalista Paulo Gama. Por isso peço licença para fazer a seguinte observação:

No acompanhamento quase diário do Placar Mundial de Jóqueis, os hipódromos argentinos são citados e notei que o nome do Jóquei Eduardo Ortega Pavon é sempre escrito como Eduardo Pavon Ortega, o que imagino estar errado.

Acompanho "las carreras" argentinas pois sou admirador do jóquei Francisco Leandro desde os tempos de aprendiz em Cidade Jardim.

Um abraço a todos e parabéns pelo grande trabalho que vocês realizam em prol do Turfe.

Oswaldo Micelli.

Cláudio Pragana (13/05/2015) - Recife/PE

Matéria publicada hoje no TDN ,Thoroughbred Daily News , Parabéns JCRGS;

Abçs;

Cláudio Pragana.

 

UNITED TOTE DEBUTS IN BRAZIL

Codere and the Jockey Club do Rio Grande do Sul in

Porte Alegre, Brazil, held the first-ever day of live racing

with international commingling into single pools at

Hipodromo do Cristal last Thursday. Racing from Cristal

was broadcast to Hipodromo Nacional de Maronas in

Uruguay where, for the first time in history, non-

Brazilians were able to wager directly into the Brazilian

system using United Tote technology.

Nate Simon, President of United Tote and Vice

President of Churchill Downs Inc, was in attendance for

the first day of racing, and stated, AI couldn=t be happier

with the support of Codere and the Jockey Club do Rio

Grande do Sul in achieving this milestone in Brazilian

horse racing. We look forward to a brighter future in

Brazil as the benefits of larger pools, internationally

tested software, and system security that patrons can

rely on drive an increase in popularity of the sport o Kings

Luiz Fernando Dannemann (13/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

A “Semanada” do Síndico

Em qualquer tipo de segmento as mídias, especializadas ou não, se abastecem de patrocínios externos para propagar os esportes fomentando a atividade. Isso acontece em qualquer segmento ao redor do mundo, menos no Turfe brasileiro, quando o esporte é que patrocina o veículo, invertendo a lei natural das coisas.

A revelação por parte de um diretor do clube (confirmado pela tesouraria) de que sai dos cofres do JCB uma “semanada” para a Revista Turfe Brasil para pagamento de espaço publicitário acende uma luz vermelha no final do túnel. 

Não pelo patrocínio em si, embora estapafúrdio (acaba de sair do forno um “relatório” que se destina a uma AGO de Prestação de Contas apresentando mais de R$ 40 milhões de prejuízo na atividade hípica), mas pelo fato da revista ser de propriedade do presidente da ABCPCC que deveria exercer um papel de “cobrador” (não da tal semanada para a revista) mas de eventos prioritários para o turfe como a Pedra Única, entre muitas outras coisas que já falamos aqui. Isso foi matéria de um recente Editorial no Raia Leve.

Eu penso que uma quantia na ordem de 400 ou 500 mil reais (valor que afirmam ser despendido por mandato apenas no JCB para FOMENTAR os editores), nos dias de hoje, bem poderia receber outra destinação como o patrocínio de um segundo Grande Prêmio Brasil (seria muito melhor para o Turfe)... Já que nós, proprietários e criadores de cavalo, da nossa parte, já damos a nossa parcela de patrocínio ao importante e meritório veículo ao publicar a chamada “foto da vitória”, claro que, desta feita, não com o dinheiro do clube (dos sócios), mas com recursos próprios.

Do meu bolso eu garanto que saíram dezenas de milhares de reais, muitos dos quais para ajudar o Daniel num passado recente... Como acredito que muitos assim o fizeram. Lembro aqui que para publicar uma página como "Opinião de Expressão" para protestar contra a derrubada das cocheiras e demais atrocidades cometidas contra o turfe na era Lecca, coisas realmente importantes para o futuro do turfe e dos profissionais de turfe, por UTOPIA, a exigência era de R$ 10 mil por página. 

É claro que a partir desta postagem o responsável pela revista vai tentar defender-se disparando e-mails (religiosos) afirmando que a mesma dá prejuízo e que a mantém apenas por amor ao esporte, o que eu retrucaria, de cara, afirmando que sem a semanada do JCB (refiro-me apenas ao JCB) o prejuízo seria muito maior, cerca de 100 mil a mais por ano como afirmam os que tem acesso aos números.

Avaliem vocês a QUALIDADE e a IMPORTÂNCIA do patrocínio do JCB na revista que durante anos propagou – dirigindo-se aos turfistas que adquiriam o veículo -, “Venham ao Hipódromo da Gávea, aposto que você vai gostar”!!! Muito importante e decisiva a utilização da revista para tentar propagar o turfe junto aos turfistas. 

O fato importante é que com atos desta natureza, que desafiam a lógica, a razoabilidade e o bom senso, que tentam apenas estabelecer uma espécie de CONFRARIA entre os dirigentes de turfe, inibindo qualquer tipo de pressão ou vigilância, tanto o segmento hípico quanto a revista, por conseqüência, estão com os dias contados. Neste ponto o tal sentimento de “amor” (com fricotes religiosos) terá que ser transferido para outra modalidade, para outro esporte amador, administrado com a mesma volúpia amadorista.

Leo Friedberg (13/05/2015) - São Paulo/SP

Paulo Gama vc é show, Parabéns

Luiz Antonio da Silva (12/05/2015) - Nova Iguaçu/RJ

Não citar o nome do Juvenal na relação de grandes jóqueis só pode ser por esquecimento. Tinha um cronômetro na cabeça e afastou-se por motivo de saúde!

Carlos Roberto dos Reis (12/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Gostaria de saber o que houve com o jockey W.Blandi, na segunda feira dia 04/05 ele montou dois cavalos com pules de R$ 1,00, não chegando nem no placê, sendo que cada páreo tinham 4 animais correndo.

Foi muito estranho que logo após o ocorrido a comissão de corridas resolveu substituir as montarias seguintes do citado jóckey.

Pelo que sei ele não está cumprindo suspensão e nem se machucou.

Alguém pode informar o que houve.

Roberto

Luiz Fernando Dannemann (12/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Mauro Oliveira,

Desculpe a demora em respondê-lo.

As noticias listadas por você são animadoras sim, porém ainda longe de determinarem uma “esperança” em dias melhores para o nosso esporte. Creio que a mudança de comando nos dois principais clubes hípicos (Rio e São Paulo), a seguir, será fator determinante para que o turfe possa pensar em melhores dias. 

Afirmo a você que o nosso maior problema continua sendo a GESTÃO. Veja que no JCB o atual síndico, uma vez eleito, não foi capaz de cumprir NENHUMA das promessas que foram determinadas pelo grupo que o levou ao poder. O JCSP, por sua vez, recentemente, vendeu um prédio e parece que o dinheiro não foi revertido para o Turfe... Resultado: ficaram sem prédio, sem dinheiro e sem turfe.

Quanto a CODERE perderam a oportunidade de despachá-la há três anos. O atual balanço do JCB mostra o decadente número que o clube recebe pela seção do hipódromo, dos apostadores e da nossa única (e principal) agência de apostas para os bookmakers. Veja você, Mauro, que o valor que o clube recebe por ano da CODERE (R$ 1.018.000,00) é quase a metade, por exemplo, das frações extraídas do arredondamento das apostas (R$ 1.629.000,00), e pouca coisa superior ao valor das poules vencedoras não reclamadas pelos turfistas (R$ 606.000,00). Tire você mesmo as suas conclusões.

Quanto ao Paraná e Rio Grande do Sul, infelizmente, ambos são dependentes dos grandes centros que acabam escrevendo a “apostila” da criação brasileira de cavalos, algo cada vez mais decadente.

Alexandre Dornelles (12/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Paulo Gama você como sempre brilhante em suas palavras! Eu como Veterinário e apaixonado por cavalo de corrida e por corrida de cavalo faço de suas palavras as minhas. Antigamente ia ao hipódromo de sexta a segunda e assistia quase todos os páreos passando tardes agradáveis conversando com amigos sobre turfe. Como deve ter percebido tenho ido ao hipódromo somente para ver meus atletas competirem e seus motivos citados em seu brilhante texto têm sido os meus motivos! Sem falar na maneira que profissionais são tratados... Estamos na torcida por uma melhora e que o "respeito" pelos profissionais que dedicam sua vida, sua semana e porque não dizer seus finais de semana aos "nossos" queridos cavalos.

Grande Abraço.

Fernando Iaccarino (12/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

No sexto páreo corrido ontem,(11/5 na Gávea), impressionante a melhora do cavalo Ordem Superior, treinado pelo Reisinho. No dia 02/05, 9 dias atrás, o cavalo chegou em último, a vários corpos, com pule de 31,70. Ontem, ganhou fácil, com pule de 14,30, o que deve ter feito a alegria dos " espertos de sempre" que estão levando o turfe para o ostracismo. Será que o Reisinho encontrou uma fórmula, baseada no sangue do Craque Itajara? Acho que a Comissão de Corridas deve uma explicação sobre a diversidade de perfomance do citado animal.

Paulo Silveira (12/05/2015) - São Paulo/SP

Ao Paulo Gama,

Parabéns pelo seu artigo. Além dos excepcionais cavalos Itajara e Bal a Bali, você cita dois jóqueis, Jorge Ricardo e João Moreira. Já reparou que ambos nasceram em 30 de setembro, portanto, no mesmo dia.

Abraços,

Paulo Silveira

Jose Roberto Giancristoforo (12/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

CAUTELA

Prezado Jose Roberto

Tem muita gente pregando aos quatro cantos que o modelo atual tá muito bom e com amplas possibilidades de ser mantido.

Melhor incluir na acumulada

Lembro que na outra pradaria a procissão seguiu e ninguém segurou a alça do caixão, e o coveiro nada tem haver com isso !

Sidney Morihiro Kanashiro (12/05/2015) - São Paulo/SP

Brilhante o artigo do sr. Paulo Gama conhecedor do turf mundial a respeito das estrelas que deveriam ser mais aproveitados pela mídia turfística. Sou do tempo que craques como Emerson, Emerald Hill, Immensity, Zenabre Zaluar, Donetica Off The Way, Quartier Latin e jóqueis como Dendico, Rigoni, Irigoyen Carlito Taborda omario reichel Ze Alves Bolino Amorim Araya e outros que me fogem a memoria, assim como outros animais, principalmente da gávea, pois só via corridas de cidade jardim mas, atualmente, o jóquei brasileiro que mais se destaca no mundo sem duvida alguma e João Moreira o currículo desse ginete brasileiro e fenomenal conhecido na Ásia como magic idolatrado em Singapura e agora em Hong Kong tem quebrado todos os recordes de vitória nesses países que atua ganhando GP 1 em vários países atualmente e líder de jóqueis de Hong Kong com 111 vitorias o segundo possui 77 e o terceiro 67 saúdo o sr, Paulo gama que o colocou como um dos baluartes brasileiros ao lado do Jorge Ricardo.

Luiz Fernando Dannemann (12/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssimo Beto Gama,

Primeiro é importante registrar que eu fiquei muito contente do amigo ter conseguido, ao menos, um motivo para dar uma “boa risada”... Refiro-me dentro ou fora do turfe, quando o choro é uma palavra, quase, de ordem.

Segundo é importante registrar que as suas colocações são meramente interpretativas, já que a “tentativa frustrada” bem poderia ter sido por parte do vendedor e não do comprador; terceiro para afirmar que em nenhum momento eu afirmei que você queria se “aproveitar de uma oportunidade”. Aliás, diga-se de passagem, em qualquer tipo de negócio – seja ele qual for -, compradores, nada mais fazem, do que se “aproveitarem de boas oportunidade” como seria o Raia Leve por 50 mil pratas.

No entanto a sua exposição não é verdadeira... Já que Luis Edmundo, por exemplo, titular do Stud Capitão, mencionado por você como sendo favorável, não era a favor da venda do site, muito pelo contrário. Aliás, foi ele quem me pediu para não deixar de comparecer aquela noite no “Plataforma 1” para votar CONTRA a venda do site, o que fizemos em bloco.

Por fim amigo, eu também dou “uma boa risada” quando determinadas pessoas, por razões diversas (algumas por foro religioso) fazem questão de frisar que não leem o Raia Leve dando a sensação de que ler o site seria sinônimo de feiura, de palavrão, de coisa obscena.

Eu, no entanto, continuo aqui, da mesma forma que sempre estive desde a sua fundação, defendendo os mesmos ideais de quando o “Espaço do Leitor” era administrado por você. Quanto ao Sergio eu não vejo o menor problema dele ter querido algum dia ser proprietário do Raia Leve já que possui uma Revista de Turfe: sinergia total.

Aliás, Beto, caso tenha sido verdade esta “especulação” da presença dele por trás de você numa possível investida, ou não, do ZIG, acho que as coisas ficariam muito mais fáceis para manutenção deste importante veículo que vive a duras penas para manter-se no ar. 

Veja você que juraram pra mim que o JCB paga – SEMANALMENTE -, a Revista Turf Brasil algo entre R$ 1.500,00 e R$ 2.000,00 (!?) Isso somando apenas o mandato anterior e o atual (que é decorrência absoluta do primeiro) o FOMENTO à revista vai beirar a casa de R$ 1.000.000,00 (Hum milhão de reais). Imagino que para o site – com a “chapa” branqueada -, o patrocínio seria ainda maior.

Você não acha?

Jose Roberto Giancristoforo (12/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Relatorio do JCB que acabei de receber e que deve ter custado o olho da cara ao JCB 

1.Tecnologia e informática : parece que só agrada aos que fizeram e o motivo deve ter sido a compensação.

2. Corridas : menciona que é sexta- feiras, sábados, domingos e segundas- feiras, parece até que é verdade ,acho que só eles enxergam isso.

3. Atividade social – mencionam rio Open que só incomodaram aos poucos que frequentam a Sede social.

4. Recuperação e revitalização do Hipódromo : mencionam reforma da piscina dos cavalos e modernização da tribuna ‘’C’’ : que não é utilizada pelo Turfe a muito e muito tempo pelo abandono ao turfe e aos turfistas.

5. Ampliação da Sede da Lagoa em detrimento ao espaço que sempre foram e que deveriam continuar sendo só para os cavalos .

6. Parcerias : 

Restaurantes Rubaiyat : nada divulga pelo turfe só se aproveitando do seu espaço . os outros restaurantes nem mencionam pois além de denegrirem o ambiente dentro do JCB e não contribuir em nada ao Turfe , dão uma apresentação de bagunça para um Clube do porte do JCB

Ainda bem que só falta um ano para mandarmos essa turma para espaço e para bem longe do JCB .

Gilberto Gama (11/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Faz muito tempo que não entrava no Raia Leve .

Entretanto , um amigo me encaminhou a mensagem do Danneamnn na qual entre outros assuntos menciona que eu teria "tentado comprar o Raia Leve por 50 mil reais" e que tal tentativa havia sido "frustrada" . Confesso que dei uma boa risada quando li o email .

Não vou me alongar no assunto mas , nunca existiu uma "tentativa frustrada" de compra do Site . O que houve foi uma decisão da diretoria do site na época ( isso já tem vários anos ) de que seria melhor vender o site . Nesse grupo que deliberou sobre essa "possível solução" estavam , entre outros , o Luis Felipe B Santos , Claudio Ramos , L Octavio Figueiredo e o Luis Edmundo . Eu , na época , era apenas sócio da Associação dona do site , da qual me deliguei há uns 5 ou 6 anos ....

Meu nome foi cogitado como possível comprador , como ... um nome "bem visto" pelas várias pessoas envolvidas. Mas , na época, o maior incentivador para que eu aceitasse o negócio foi o ZIG . Almocei com ZIG "n" vezes que tentava me convencer que seria uma boa coisa etc...etc...

O valor de 50 mil reais realmente foi mencionado , mas NUNCA por mim . Esse seria um valor estipulado pela propria diretoria como adequado na época pois o site era deficitário e existiam outras preocupações trabalhistas no futuro ( naquela época ) .

E por fim , não houve "tentativa frustrada" alguma , pois eu NÃO aceitei ficar com o site , nunca fiz proposta alguma , apesar de , como mencionei acima , ter pensado a respeito junto com o ZIG e , muito em função do próprio ZIG.

Portanto , Luis Fernando , sua mensagem foi além de "torta" e infeliz , foi também incorreta e deixou a impressão ( mais que isso ) que eu teria tentado me aproveitar de uma "oportunidade" coisa que não fiz, não faço e não farei. Mas isso a grande maioria das pessoas com quem convivo dentro e fora do Turfe sabem muito bem.

Ah ....esqueci .... O Sergio C Nogueira tinha ZERO a ver com esse assunto. Era (e é) um dos muitos amigos que souberam desse assunto, assim como o Zé Fragoso, Quintella, os acima mencionados etc..etc...

Agradeço o espaço pois achei que o esclarecimento acima era devido até mesmo em respeito a história do Raia Leve . Nada além disso .

Abs Gilberto

Leo Friedberg (11/05/2015) - São Paulo/SP

A Pro Turfe que teve uma semana de ouro : Juno, Jopollo (potranca e potro assumem a liderança da geração),Hagen Daas (vendida na véspera vense o Off The Way), Veuve Fourny (1* no Osaf), além de Qua Qua Qua e Banze do Oeste (2* e 3* no GP Presidente da Republica), Good Heart (ganhador da Penca do Boi em Alegrete e finalizando com Flight at Night-além de vários outros ganhadores de provas comuns, vendidos pela PRO TURFE, brilharam nesta semana de destaque do Turfe Brasileiro (alem de Big Boss inscrito em Leilão Pro Turfe, mas não vendido.

Isto muito me orgulha e agora vamos p/ os do GP Barsil 17 e 19 de Junho, 4* e 6* a noite

Carlos Ferreira (10/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Pois é, Sr. Pasqual Evangelista,

O que dá tristeza é que para todos os lados que se olha só se vê 5 zero capitaneando o nosso turfe. Raramente se vê um 3 uma ou 3 duas. Crack, nenhum. Vale uma expressão que ouvi em um filme há muitos anos e que ficou em minha memória: "Os cavalos são mais inteligentes, oh yeaa!"

Sds

Mauro Oliveira (10/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Será que podemos ter esperança em melhores dias?

Justiça afasta diretoria que fechou Jockey Club do Paraná.

Jockey Club Brasileiro não deve renovar contrato com a Codere.

Cristal inaugurando nova pista no próximo mês e transmitindo suas carreiras para o Uruguai.

Ball a Bali vencendo com facilidade na estréia G3 nos EUA.

Jockey de SP prestes a receber uma nota preta( ai,ai, ai) por conta de transmissão de direitos de construção ou algo do gênero.

Pediria ao sr. Danneman a quem muito admiro, um comentário destas importantes notícias.

E aí dr, animou-se? 

Antonio Moura (09/05/2015) - Niteroi/RJ

O VOO DE UM LEGÍTIMO E GRANDE CAMPEÃO

Não incorreram erro quando decidiram enviar Bal A Bali para seguir campanha nos EUA. A vitória de hoje, um Grupo III na milha, após recuperado de uma laminite (tipo do contratempo a que só escapam os de enorme coração), pelo estilo e circunstâncias, permite a todos nós torcer por voos mais altos.

Glória ao grande campeão! 

Antonio Moura

Pasqual Evangelista (09/05/2015) - Valinhos/SP

BAL A BALI

Acabei de assistir o replay do páreo. Ganhou sem chicote, só na tocada.

Dá orgulho e gosto de ver um produto nosso brilhar no exterior. Coisa mais linda.

Seria tão bom se surgisse um Bal a Bali entre os homens do turfe. Infelizmente nesse meio não há santos. Todos pecam de alguma forma e quem paga é o turfe,

Elton Pereira de Souza (08/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Alguém saberia informar a hora de Brasília do páreo do Bal A Bali amanhã e em qual site podemos assistir ao vivo?

Antonio Moura (07/05/2015) - Niteroi/RJ

RICARDO HOJE NO CRISTAL

Como só acompanho a grosso modo as corridas no Cristal e apenas para avaliar as chances dos animais montados por Jorge Ricardo nesta sempre oportuna promoção, passeei pelas indicações dos catedráticos e, para minha perplexidade, todos eles entendem que o nosso campeão viajou só para apanhar boné.

Tenho impressão que escapou à habitual sagacidade do Dr. Vecchio que de nada ou pouco adianta chamar o Ricardinho e não poder oferecer montarias compatíveis com a expectativa do público e, principalmente, do próprio profissional. É só lembrar que aqui na Gávea é conhecido entre os profissionais pelo mais do que adequado apelido de "Tarado". Por vitórias, evidentemente!

De qualquer forma, estarei torcendo loucamente por Jorge Antonio - mas longe dos guichês!

Antonio Moura

Luiz Fernando Dannemann (07/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Obras do acervo do Jockey Club Brasileiro

Excelente o trabalho de Carlos Eduardo de Castro Leal na catalogação de obras pertencentes ao JCB. No entanto, de cara, percebi a falta de uma obra, especial, a qual eu participei da doação. Trata-se de uma vista do Hipódromo da Gávea pintada pelo saudoso artista plástico Sylvio Pinto que foi presenteada por ele na ocasião de um Grande Premio realizado em sua homenagem na década de 90 com o artista ainda presente. Lembro também de dois jarrões de porcelana Cia das Índias (família rosa) que não estão entre os bens listados. Existe um livro em que se pode confrontar a relação de obras.

Depois de todas as mudanças realizadas pelo atual síndico seguindo à risca àquelas as lições realizadas pelo seu antecessor quando teve início a EVACUAÇÃO dos antigos funcionários do clube para dar lugar aos chamados “Pilares” (uma troca cruel para o caixa e para cultura da instituição) creio que a única pessoa que pode atestar a doação do quadro é o atual membro do conselho, antigo Diretor de Marketing do clube, Luis Macedo.

Creio ainda que a matéria do Raia Leve é ALTAMENTE PERTINENTE pois eu mesmo – não foi nenhum fantasma -, liguei para um comerciante de Manilha que me atestou estar participando da COMPRA DIRETA (sem concorrência) de 819 itens do acervo da sede. O levantamento do Carlos Eduardo deve ser agora procedido de um MAPEAMENTO, por parte dos atuais administradores, do locar certo de onde se encontram cada uma dessas obras para que os sócios possam vê-las.

Contudo faltou a relação dos LIVROS que compunham a biblioteca do clube, alguns que valem centenas de milhares de reais como é o caso da primeira edição de “Iracema” (José de Alencar) e o original dos “Miseráveis” (Victor Hugo), entre outros. Quanto a isso há informações passadas por um tradicional sócio do clube de que vários LIVROS RAROS deixaram a (falecida) sede do centro, na data de ontem, onde estavam armazenadas no oitavo andar, com destino a sala da presidência do Hipódromo.

Na qualidade de historiador rogo para que o manuseio e guarda dessas obras sejam feitas corretamente. Torna-se imperativo, todavia, que as mesmas sejam catalogadas e disponibilizadas aos sócios do clube, seus verdadeiros proprietários.

Antonio Moura (05/05/2015) - Niteroi/RJ

EM NOME DA ÉTICA E DA TRANSPARÊNCIA

No quinto páreo de domingo, decidido na foto em final de reta intrincada, vitória da égua Eujásabia (H.Fernandes) sobre Itabuna (R.Ferreira), cuja confirmação durou além da conta.

Vejamos as declarações dos respectivos jóqueis no Livro de Ocorrências:

- H.Fernandes - "sua conduzida ia sempre querendo abrir, mas sempre corrigida e mantendo sua linha;

- R.Ferreira - "nos últimos 300 m a competidora Eujásabia foi para fora, no lance, chocando duas ou três vezes com a sua conduzida, tirando a ação da mesma".

São declarações conflitantes e sem entrar no mérito da decisão da Comissão de Corridas, é sumamente estranho que o Comissário filho do treinador da fêmea vencedora, não tenha se declarado impedido de participar do julgamento.

Além do mais, o Dr. Renan Marques, formado em Direito, não tem como desconhecer o retilíneo procedimento a adotar em casos desta natureza.

O que o Turfe jamais precisou é de exemplos como este.

Antonio Moura

Jose Antonio Barros (05/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Queria entender e quem souber me explica essa mágica do jcb, uma parelha, os dois correm rateios diferentes menos para vencedor, tudo bem até ai, mas ontem olhando a pedra da tv no oitavo páreo, um dos componentes da parelha foi retirado antecipadamente, o que correu aparecia o rateio de 3,50 e no P1 aparecia o rateio de 3,20, como eles podem fazer o calculo sobre apostas com diminuição de rateio, com um componente da parelha que por ter sido retirado não constava jogo nenhum.

Francisco Avila (04/05/2015) - Porto Alegre/RS

Quero parabenizar o meu amigo Acedenir Goulart, pela grande vitória no GP São Paulo. Este é fera!!!! 

Grande abraço pra ti.

Chico Ávila

Sergio Lessa (04/05/2015) - São Gonçalo/RJ

Esta de parabéns o propietário e equipe do BAROLO,um cavalinho que corre em páreos de turma,sem alarde e sempre bem,a equipe teve garra e coragem de o inscrever nesse clássico enfrentando outros animais de grande categoria e fez bonito correu muito,eu marquei e acertei no Quinhão mas confesso que quando o locutor no auge da disputa falou e o Barolo com ação ,alô Venâncio ,senti um frio na barriga e torci muito para o Barolo vencer, pois é um cavalinho simples mas de coração de gigante e foi muito bonito a sua apresentação nesse GP SÃO PAULO. parabéns a equipe!

Luiz Fernando Dannemann (04/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Recebi o exemplar 1.047 do Jornal do Turfe que publica na primeira página uma matéria sobre o CALOTE do JCSP afirmando que: "ABCPCC não se pronuncia sobre a grave situação”. 

Tomara que o presidente da Associação Brasileia de Criadores e Proprietários do Cavalo de Corrida, a exemplo do que definiu quanto ao Raia Leve, não tenha com relação ao Jornal do Turfe nenhuma questão de foro “religioso” e assim tenha conseguido ler a matéria que aflige até os cearenses.

João Tomczak (04/05/2015) - Curitiba/PR

Com relação ao programa da gávea, porque não consta a origem do animal. Será que custa muito informar se o cavalo é do PR, SP, RS ?; Eu como saudosista, só gosto de jogar cavalo do meu querido e celeiro de craques do Paraná. E com relação ao retrospecto do RJ, agora como xaradinha, não informam a distancia. Pelo Record voce tem que determinar qual é a distancia. Bricadeira. Preguiça pura. Voce está comprando uma coisa (aposta), mas não tem propaganda nenhuma. Querem acabar mesmo com o turfe.

Pasqual Evangelista (03/05/2015) - Valinhos/SP

Sr. Antonio José de Souza

Assisti a transmissão das corridas pela TV do JCSP e creio ter assistido a entrevista que o Jair Bala fez com o dono do cavalo, sr. Richard Ávila.

Antonio José de Souza (03/05/2015) - Rio de Janeiro

Vitória espetacular do cavalo Quinhão, defensor do turfe carioca, no GP. São Paulo 2015.

Parabéns ao treinador M. Ferreira e sua equipe, ao jóquei A. Gulart e pricipalmente ao Stud Blue Mountain.

A negativa da tarde foi por conta do entrevistador oficial do JCSP, que entrevistou todo mundo mas "esqueceu" de entrevistar o proprietário do cavalo.

E ele estava bem perto, todo feliz e segurando seu cavalo campeão.

Coisas de jornalismo moderno, entrevistar proprietário pequeno em São Paulo não deve dar ibope...

 

Waldir Alves de Souza (03/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

ENTREMENTES... APESAR DO FRAQUÍSSIMO PRESIDENTE, VEJAMOS O QUE NOS DIZ O SITE DE CIDADE JARDIM:

Cidade Jardim - 3/5/2015

PISTA: GRAMA MACIA - AREIA MACIA PENETRÔMETRO: 9:00 OFICIAL: 4.0

Parcialmente Nublado

Min: 19° Max: 26° 

PROGRAMA OFICIAL

clique aqui para ver » RETROSPECTO

clique aqui para ver » APURAÇÃO DE INSCRIÇÕES

programa com montaria » ANIMAIS ESTREANTES

listagem de animais estreantes »

FORFAITS

PÁREO: 03 - N° 09 DESEOSO

PÁREO: 07 - N° 10 VERANEIO

PÁREO: 10 - N° 01 (FX) SUPER ACTION

OUTRAS INFORMAÇÕES

PÁREO: 01 - COMUNICAMOS QUE O ANIMAL Nº 02 XARECO NÃO CORRERÁ COM ANTOLHOS

Programa Oficial, Retrospecto, Resultados e outras informações sobre as corridas:

Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sáb

1

2

3

4

5 6 7 8 9

10 11 12 13 14 15 16

17 18 19 20 21 22 23

24 25 26 27 28 29 30

31

Corridas já realizadas

Próximas corridas ou em andamento

JÁ IMAGINARAM CASO O PRESIDENTE ATUAL FOSSE REALMENTE BOM PARA O TURFE!!!

É ISSO MESMO... SERIA PÁREO CORRIDO!

Waldir Alves de Souza (03/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

VEJAM O QUE FIGURA NO ÍCONE "RACE DAY" (ESTAMOS NA AMÉRICA???) HOJE, AS 09:58 HORAS, NO SITE DO JCB:

RACE DAY - Domingo, 3 de maio de 2015

314 - Gávea RJ

315 - Cidade Jardim SP

316 - Cidade Jardim SP

Apostar

Condições da Pista: 4º,5º e 6ºpáreo na grama pesada e os demais areia macia.

Penetrômetro: 5.4 - Indice utilizado passa para, 5.1 - de acordo com B. O. n. 47/2012.

Cerca Móvel: 0

Pluviômetro: 0

Irrigação: 0

Forfaits

3º Páreo: 7 - GAROTA SARADA

6º Páreo: 2 - VALENTINUS

8º Páreo: 1 - QUATRO OLHOS

MUITO AMADORISMO E INCOMPETENCIA!!!

Waldir Alves de Souza (02/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

RETIFICANDO:

"É antes tarde do que nunca". 

Dessa maneira está difícil lidar com essa indefinição amadora. O penetrômetro ontem deu 5.8, o que torna fácil determinar quais páreos serão mantidos ou não mantidos na pista programada. Mas ficam protelando a informação que é fundamental para o apostador. Enquanto isso no site de Cidade Jardim, está tudo disponibilizado para o apostador as 09:00 horas. Lamentável!!!

Waldir Alves de Souza (02/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Ao Sr. responsável pela definição das pistas do programa no JCB:

Custou mas saiu a definição das pistas. O ideal para os apostadores, caro Diretor, seria as 09:00 horas, porém, antes tarde do que 11:00 horas!!!

Luiz Fernando Dannemann (02/05/2015) - Rio de Janeiro/RJ

Profissionalismo versus amadorismo

Hoje em Las Vegas ocorre um evento que terá cerca de meia hora de duração, referente a um esporte antigo, pseudo superado, que movimentará US$ 2 bilhões, isso mesmo: Cerca de seis bilhões de reais em menos de uma hora.

Este será o movimento financeiro que proporcionará a luta de boxe (eu disse Boxe) entre Floyd Mayweather e Manny Pacquiau, mostrando que aonde ocorre planejamento, dedicação, estratégia, patrocínio e expertise não existe esporte antigo, superado ou fracassado.

Caso o “clube dos três” (a confraria formada no eixo Rio-São Paulo entre JCB, JCSP e ABCPCC) se tratasse de uma instituição voltada ao desenvolvimento e fomento do boxe, fatalmente se ouviria, em voz uníssona - para tentar justificar a inércia, o despreparo e o amadorismo de seus mandatos -, que aquele esporte não mais atrairia o interesse da mídia e tampouco dos antigos seguidores; eles diriam, certamente, que ninguém mais se interessaria por este esporte após o surgimento de outras atrações como o UFC de Dana White; diriam ainda que Mike Tyson não passaria de um Juvenal Machado da Silva, atores de um passado longínquo.

Enquanto isso ninguém, por aqui, quer se afastar do osso: É uma reeleição ocorrendo aqui, outra ali, e outra querendo acorrer mais acolá. É uma vergonha nacional proporcionada e liderada por dirigentes despreparados que não conseguem carrear para o turfe um único patrocinador, não são capazes de desenvolver sequer um único projeto com pé e cabeça.

Os números da criação brasileira em dois anos não serão capazes de proporcionar cinco programas semanais em todo o país; em cinco, menos de quatro, em dez anos não seremos nada. Parabéns aos reeleitos e demais asseclas. 

No Rio de Janeiro um folder milionário foi produzido para tentar aprovar as contas do "Síndico" numa AGO em que o mesmo trata como sendo de "vida ou morte" para as suas pretensões políticas e para a sua própria vida nos próximos quatro anos. Num ato de desespero o sócio poderá votar antes mesmo da assembléia começar, antes mesmo de ouvir as explicações frondosas da "diretoria" sobre os trabalhos contratados por duas empresas de consultoria para justificar aquilo em que foi transformado o nosso (antigo e ultrapassado) Jockey Club Brasileiro:

O "Parque da Bola".
















12.450

12.563

























  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês