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Neste espaço são publicadas as manifestações dos nossos leitores.

O RAIA LEVE acolhe opiniões sobre todos os temas ligados ao turfe.
Reserva-se, no entanto, o direito de rejeitar ofensas, acusações insultuosas e/ou desacompanhadas de documentação. Eventualmente, os e-mails poderão ser checados. O site não tem o compromisso de publicar todas as mensagens recebidas. A publicação, quando ocorrer, se dará na íntegra ou parcialmente, privilegiando-se os trechos mais relevantes.





Julho | 2014

Gilberto Werner (30/07/2014) - Porto Alegre/RS

Ao sr. Janio de Lima Sá

É verdade. Flavio Obino Filho está por detrás de ¨TUDO¨ o que acontece nos grandes clubes de corridas no país.

Acredito que por ser o ex presidente que implantou a Codere no JCRGS e por ser ¨o criador¨ de Vechio - cotinue dando as cartas no Jockey Club do Rio Grande do Sul. O que não é novidade para ninguém.

Quase fechou o JCRGS - determinou o afastamento e, inclusive, brigou à socos dentro do clube com um garção quando presidente, Jamais sofreu qualquer advertência ou posição contra do Conselho. Simplesmente porque este ¨Conselho¨ é dos seus pares.

Agora neste episódio da ¨parceria¨ com Maroñas tem tudo a ver com CODERE. Vecchio foi um executor - sempre um executor - das ordens de Obino Filho.

Quando este senhor Flávio Obino Filho foi reeleito como presidente do JCRGS em 2003 - DEI de presente para um amigo meu título de sócio do JCRGS.

Gilberto Werner (30/07/2014) - Porto Alegre/RS

Ao prezado e idoso ¨seu¨Marcos Antônio da Silva

Ao cumprimenta-lo gostaria de lhe informar, a bem da verdade, do que realmente aconteceu no episódio narrado tão prosáicamente por sua imaginação ou má informação.

Na vida - e o senhor por sua vivência sabe disto - existe o ¨real¨ e o ¨irreal¨ em histórias contadas. O senhor ¨seu¨Marcos Antônio deve já - e deve lembra-se - ter passado por isto: daqueles que gostam de formatar ¨estórias¨ em detrimento da ¨história¨! História foi o que realmente aconteceu. Estória é contada pela imaginação.

Vamos aos fatos: quem possuia e possue ¨um golzinho branco¨ é o senhor Sapiranga - funcionário exemplar do JCRGS há cinquenta e quatro anos e demitido sem justa causa e meu amigo. Levou ¨um ponta pé¨ no trazeiro e só. Lavava seu carro toda a semana com água gratuíta do clube, haja vista que TODA a água no JCRGS provém de ¨POÇO ARTEZIANO¨implantado no clube na minha gestão de 1996 - em que fui diretor de marketing.

Meu carro atual é apenas um versão popular da marca Ford e nos últimos cinco anos - jamais foi lavado nas dependências do JCRGS. O que fazia lá - ao lado do Pavilhão Popular - depredado e desativado desde o ¨grupo político¨do Vecchio ¨tomar conta¨ do clube - simplesmente era me transportar para uma caminhada no interior do JCRGS e pela pista ao sol.

Uma certa manhã fui ¨visitado¨ por um segurança à mando do Vecchio para que me retirasse, simplesmente, dali. Por uma questão de educação obedeci ao ¨convite¨ embora seja alí ¨um lugar público¨ direcionado ¨ao público¨ do JC . Ninguém, de sã consciência, tem o ¨direito¨ de proibir acesso à um lugar considerado ¨PÚBLICO¨.

Essa proibição deveu-se aos meus textos - aqui no site do Raia Leve - em alusão a administração Vecchio no JCRGS. Mas sou do bem - antes teria a ¨cobrança¨- agora procuro não incomodar nem ¨me¨ incomodar. Retirei-me. 

Então nada do que lhe foi contado ¨seu¨ Marcos Antônio foi verdade ou aconteceu de fato.

¨Favorito¨ - e outros mais nomes que apareceram por aqui provém da maldosa referência ao meu nome por este senhor Vecchio. Mas não me atinge. Muito menos ¨seu¨Marcos Antônio a sua alusão quanto ¨ao terceiro olho¨ ou ¨mandióca¨ - que por sinal todos que possuem educação e respeito se reunem comam no churrasco lá na minha terra em Santana do Livramento.

Fique com a certeza que possuo grande respeito pela sua longevidade.

Jânio de Lima Sá (30/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Gilberto Werner, 

Incompreeensível. As peças políticas não mudam e, pelo visto, permanece o Sr. Flavio Obino, apesar de desastrosa passagem no Cristal, como o manda-chuva de todos os Jockeys Clubs, incluindo o poderoso Jockey do Rio. Como é difícil recuperar o turfe brasileiro.

Saudações!!

Marcos Antonio da Silva (30/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Um muito bem informado turfista me relatou ter escutado do Presidente Vechio- o presidente dos presidentes - o motivo da Zanga de meu amigo Sr Gilberto Werner .

O motivo é prosaico. 

Sr Werner mandava sempre para lavagem seu Golzinho branco , asseado que é .

A limpeza do possante ficava a cargo de funcionário do JCRS - Sr Sapiranga - e era realizada com a água do clube e nas dependências do mencionado JCRS .

Como não poderia deixar de ser , a farra foi descontinuada para zanga do grande e impoluto Sr Werner , sempre cioso de seus direitos.

Somado os episódios do muro , da escultura que não saiu do papel , do lava-a-ajato do Sapiranga e demais diatribes de Sr Werner , a solução foi o afastamento do " favorito " , para tristeza de seus admiradores .

Resta agora pedir ao cruel Vechio a readmissão no prado do homem da mandioca , certo de que não mais irá ocorrer a farra das águas no golzinho do imponente ex-jóquei amador, grande amigo de todos os famosos que já se foram.

Luiz Fernando Dannemann (30/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caros Christian e Gilberto,

O nome completo do Secretário do MAPA citado por vocês é Caio Tibério DORNELLES da Rocha.

Não sei se existe algum parentesco, mas o Senador Francisco Dornelles foi aquele que em 2008 atuou de forma "relâmpaga" em prol da REVERSÃO da proibição do Simulcasting Internacional da CODERE imposta pelos Técnicos, Consultores, Consultor Geral e Advogado Geral da União. Ele é um craque dos bastidores. 

O “Recurso” dos dois clubes envolvidos (já publicado pelo Raia Leve) que partia de premissas falsas defendendo a falsa posição de que CODERE seria um mero “Agente Credenciado”, teve a participação também do ex-ministro do STF, Ilmar Galvão que atuou junto ao atual ministro Dias Tofoli (então AGU) que mesmo de posse de PARECERES AMPLAMENTE CONTRÁRIOS ordenou a reabertura da Banca de Apostas.

Tal como o país e as Instituições brasileiras, o Turfe para poder sair do atual estado de putrefação em que se encontra precisa passar a limpo estas denúncias que estão sendo levadas a efeito neste espaço. As corridas de cavalo; a equideocultura; a revitalização do turfe; as secretarias ministeriais; as associações e demais clubes hípicos não podem estar nas mãos de quem luta por ideais alheios a atividade hípica.

A cada voto de revolta contra este site que parte de alguns poucos organismos muito bem identificados - alguns deles que se consideravam, até então, indeléveis -, mas ressalta a importância do Raia Leve, uma das maiores conquistas do turfe brasileiro nos últimos tempos.

Francisco Avila (30/07/2014) - Porto Alegre/RS

Hoje a tarde estive no Hipódromo do Cristal, revisando os animais do leilão Top Sul e Sprinters Cup, que será realizado no Tattersall da AGCCC, hoje o mais requintado do Brasil, na próxima quinta feira(31.07) logo após o ultimo páreo do Cristal.

E fiquei impressionado com a qualidade dos produtos de uma maneira geral.

Será uma grande oportunidade de compra para proprietários de todo país.

Não vou aqui destacar qualquer lote, pois poderia cometer injustiça com outro, mas me coloco a disposição para qualquer tipo de informação.

Chico Ávila- Leiloeiro

Marco Antonio Santos (29/07/2014) - Niteroi/RJ

Acompanho diariamente as corridas nos hipódromos argentinos. Vejo o turfe argentino como o mais competitivo do planeta, nesse sentido concordo com a postagem sobre o momento atual do Jorge Ricardo. Ele continua sendo um jockey extremamente competitivo, tanto é que ocupa a segunda posição na estatística geral na argentina , mas para alcançar o R. Baze na briga pela estatística mundial de vitórias ,, não é suficiente.

Com poucas montarias em San Isidro e La Plata, dependendo apenas de Palermo e do Stud Rubio B, somente um imprevisto para se aproximar novamente.

Aqui no Brasil , com a colaboração dos treinadores, acredito que as chances dele iriam aumentar.

E nisso, é bom que se diga, não há demérito algum !

Leonel Alvim (29/07/2014) - Porto Alegre/RS

Prezado Presidente Véchio e Diretoria do JCRS!

Parabéns!

Reunião de Quinta-Feira próxima, dia 31.07.2014, com 12 páreos e 128 inscrições.

Média de quase 11 animais por páreo, incluso os suplentes.

Vem voando baixo...

Parabéns!!

Leonel Alvim

Gilberto Werner (29/07/2014) - Porto Alegre/RS

OI! CHRISTIAN

A gente não pode ¨acusar¨ sem provas! Não pode dizer que depois de uma gestão em que ¨quase¨ o Cristal fechou - gestão Obino Filho - não houve progresso para o ¨turfe gaúcho¨! Depois, ao apagar das luzes do seu mandato - Obino Filho trouxe para o Cristal a Codere.

Depois o Vecchio ( saí fora o Gudolle que nunca recebeu um ¨tostão¨ de ninguém ) sacramentou a Codere no Cristal!

Mas a gente não pode acusar sem provas: basta ver as corridas no Cristal - os que jogam na Codere ficam sentados nas mesas da Codere enquanto lá fora, na ¨nova pista¨, as corridas acontecem. Mas a gente não pode acusar sem provas.

Haja vista o MGA do Cristal - é muito bom! Mas a gente não pode acusar sem provas de que o TURFE está ¨quase morto¨ em Porto Alegre. Então, ¨SE¨ tiram a tomada da parede, aquela que conecta com o JCB e SP, esse MGA vai à bancarrota. Isto chama-se ¨dependência¨...

Mas a gente não pode acusar sem provas até quando o ¨polvo¨Codere tomar conta de ¨tudo¨enquanto a Multiplan constrói seus edifícios por todo o hipódromo...

Mas, enquanto isso, a ¨gente não pode acusar sem provas¨.

Agora inventaram uma ¨parceria¨ com Maroñas. Pode?

Ivor Lancellotti (29/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Um apostador leva o PK 7 ontem apostando 540,00 eu aposto 8,00 querendo levar 540,00 

Cada um com o seu horizonte ,mas a sorte realmente depende de força e bota força nisso!!!

Abraços

Christian Sharp (29/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

VERGONHA II

Pelo visto todos são sócios e estão no mesmo barco ,ou seja , prejudicar ( sangrar ) o Turfe Nacional.

Vamos aos nomes : Caio Tibério da Rocha , Leonardo Novo , Flavio Obino Filho , Vecchio e CODERE.

Devem explicações .

Paulo Cesar Gomes (29/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Tenho a impressão que o Seu Marco Antonio acusou o golpe (linguagem de boxe) do cafe com mandioca do Hotel Everest.

Abs.

Jose Roberto Giancristoforo (29/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Gilberto Werner (29/07/2014) - Porto Alegre/RS

Sr. Está certíssimo, o meu amigo e treinador A. Ricardo é isso mesmo que você falou. Como jóquei foi uns dos maiores que vi montar e como treinador de cavalo doente era o rei de recuperá-lo, sabia exatamente o que teria que fazer para coloca-lo de novo em forma. No final dos dias realmente estava cansado dessa vida de treinador e deixou a desejar ,mas com uma honestidade que não vemos ai sobrando. Fico muito satisfeito quando alguém lembra dele e fala bem dele, que deve estar descansando em paz.

Gilberto Werner (29/07/2014) - Porto Alegre/RS

Senhor Christian Sharp

Para o seu conhecimento este senhor CAIO ROCHA é socio em cavalos de FLÁVIO OBINO FILHO - ex presinete do Jockey Club do Rio Grande do Sul - do ¨grupo político do Vecchio¨ - e o mesmo que abriu as portas para a CODERE dentro do JCRGS.

Quero dizer: ¨TODOS são farinha do mesmo saco¨.

Então o senhor e o senhor Dannemann AINDA acreditam no TURFE brasileiro como antigamente?

Gilberto Werner (29/07/2014) - Porto Alegre/RS

O PÁREO DE UMA VIDA

Senhor Ronaldo Diniz: nós estamos falando do ¨páreo de uma vida¨. Não de ¨quem está na frente agora ou não¨!

Se bem me lembro havia um jóquei por aqui que depois foi montar na Gávea que ¨fêz¨e ¨deixou¨ história. Quando ¨parecia¨ estar a carreira perdida - ele voltava e vencia. A isto chama-se ¨garra¨, ¨persistência¨. ¨vontade de vencer¨.

Antônio, seu pai, era exatamente isto! Quantas vezes eu vi-o voltar, quando tudo parecia perdido, quando até o mais incrédulo dos mortais acreditava?! 

Antônio Ricardo tornou-se LENDA! Ninguém, em todo o mundo, possuía a persistência, a garra e a coragem daquele que se chamou ¨A.Ricardo¨.

Ronaldo Cunha Diniz (29/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

E o Russel Baze traz a vitória assegurada! Vai folgando progressivamente! Ricardinho não desconta um palmo e a diferença só aumenta!

Por que será que ele não vê que o melhor seria voltar a montar na Gávea?

Emilio Cabreira (28/07/2014) - São Paulo/SP

Sr.Alvaro Campos,Lucas Meneses e filho do fotografo e cronometrista Porfiro Meneses!!!

Christian Sharp (28/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Amigos Turfistas

O Sr. Caio Tibério da Rocha que vem a ser o Secretário do Ministério da Agricultura ( MAPA ) deu posse ao chefe da equideocultura do MAPA ( Sr. Leonardo Novo ) e este Sr. já recebeu ordem do Sr.Caio Tibério da Rocha para fazer uma nova Instrução Normativa incluindo o simulcasting internacional , e este mesmo Sr. está trabalhando a favor da CODERE para que esta possa abrir novos agentes credenciado ( contrariando a Lei ) .

Isto é uma VERGONHA .

Alvaro Campos Lourenço (28/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Poderiam me informar onde anda o comentarista do turfe de são paulo o Lucas Meneses e se o mesmo é filho do ex joquei Gabriel Meneses

Atenciosamente Alvaro Campos Lourenço

Marcos Antonio da Silva (28/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Retornar para o Rio de Janeiro , vindo da Região dos Lagos é tarefa para quem possui muita paciência ou helicóptero .

Meus netos retornaram no helicóptero do pai deles , eu na minha Mercedes que é antiga mas impecavel . 

Após o suplício para atingir o Reboças , consegui chegar agora ’a tarde na Copacabana querida e já tomei o meu consommé , reforçado com gema de ôvo.

Antes de tirar um restauradora soneca e me preparar para as corridas , penso que é hora de dar ouvidos ao Sr Dannemann e solicitar um pouco de vergonha na cara aos dirigentes do JCB .

Estranho não atingirem a conclusão de que o jôgo está indo para a cucuia , em decorrência da verdadeira cachoeira de bobagens perpetrada pelos que ( não ) tomam conta das corridas.

Por qual motivo mantém parelhas quando há deficiência de inscrições ?

Por qual motivo mexem e remexem no jôgo a todo o momento , coisa que o apostador abomina.

Sabem a quanto tempo jogam em Las Vegas roleta,bacará e black jack com as mesmas regras ? Há mais de setenta anos.

A qualidade da transmissão das imagens é horrorosa e nada é feito para melhora-la , apesar de muito lero-lero sobre o assunto. 

O produto inteiro é mal feito e apresentado sem apuro e a sensação é de total desleixo .

Preocupação só com as obras e contratos de aluguel , o que - em tempos de Rodrigo Bethlem - fala muito mal da administração do JCB e de seus dirigentes de ocasião .

Fez muito bem o nobre Dr Alencar em pedir o boné , se retirarando do elenco da verdadeira ópera bufa em que se transformou o turfe carioca .

As partidas são atrapalhadas e ocorrem acidentes , um após o outro, por conta da evidente falta de treinamento dos mal remunerados funcionários que trabalham na pista .

Profissionais deitam e rolam com tiros e galopes , sempre confiantes na impunidade que os ceguinhos comissários proporcionam .

Agora , para completar , retornou a pista de fora a dar vantagem como nos tempos pré-Fragoso .

É o turfe caranguejo do Sr Palermo , o escocês . 

TLIN-TLIN .

Luiz Fernando Dannemann (28/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Da hípica para o hipódromo!

Queria dar os parabéns ao síndico do JCB que entre uma obra e outra, entre um estacionamento e outro, entre um parque da bola e outro, entre um parque aquático e outro, entre uma pista de skate e outra, entre um retrofit e outro, e finalmente entre um “copo de água” e outro, ainda conseguiu tempo para incrementar o cardápio de apostas do turfe carioca. 

Não só a ele como também estendo esta homenagem a sua brilhante equipe de profissionais de jogo presentes na Casa de Apostas, setor em que o nobre administrador tanto privilegiou nos seus dois primeiros anos de governo. 

O que faríamos sem a presença de tão importante figura a comandar a recuperação das corridas de cavalo no Hipódromo da Gávea?

Gilberto Werner (27/07/2014) - Porto Alegre/RS

REFLEXÕES

No texto anterior falei sobre a ¨hospitalidade¨ dos gaúchos; agora desejo falar sobre os ¨costumes¨ dos gaúchos. Explicitamente sobre os costumes dos ¨gaúchos¨ da fronteira, onde nasci, bem diferente dos costumes da capital.

Lá damos muito valor e respeito à longevidade das pessoas. Lá costumamos acrescentar ¨seu¨ antes do nome de cada um desses que possuem mais idade de vida do que nós. É uma maneira de mostrar e de acrescentar ¨respeito¨ aos mais velhos, embora tenhamos o costume também de chamar ¨seu¨ para alguém superior na hierarquia das classes sociais.

Fiquei sabendo que o senhor Marcos Antônio da Silva possue bem mais idade de vida do que eu. Pelos seus textos imaginava-o um ¨guri¨ desrespeitoso para comigo. Agora sei que nasceu na década de trinta, bem mais antiga do que a minha. Então devo-lhe desculpas. Passarei a chamá-lo de ¨seu¨.

Irei desculpa-lo por em todos os seus textos usar da ¨ironia¨para comigo. É uma forma que usam, lá na fronteira, os mais velhos como assoviar para disfarçar a fragilidade da velhice ou ironizar aos mais novos. Para mostrar, e fazem questão, de que ¨sabem mais¨ e com razão.

Desculpa-me ¨seu¨ Marcos Antônio da Silva, desculpa-me. Principalmente por levá-lo ¨tão à serio¨ ao ponto de tentar hostiliza-lo. Agora compreendo a razão da sua ironia. Vou, e faço questão, homenagea-lo no ¨café com mandióca¨ lá no Hotel Everest, quando da sua estadia por aqui.

Gostaria apenas lhe informar que o Rei Roberto gravou sua primeira música no princípio dos anos sessenta e que ¨As curvas da estrada de Santos¨ foi gravada em 69 - bem depois da minha vitória lá no Cristal. E de que foi uma maneira - descrita agora - para contar da minha euforia quando do momento de satisfação e emoção pelo que passei.

AH! os ¨mais velhos¨ além de possuirem o nosso respeito, também às vezes é necessário darmos maiores explicações.

Coisas da idade...

Paulo Francisco Costa Leal (26/07/2014) - Porto Alegre/RS

Quero agradecer ao site Raia Leve pela publicação das postagens do Sr. Marcos Antonio daSilva cuja leitura proporciona imenso prazer a quem aprecia a fina ironia de seus bem humorados textos.

Gilberto Werner (26/07/2014) - Porto Alegre/RS

UM ENCONTRO PARA CONTAR A HISTÓRIA

Em 3 de novembro de 1930 - no início da ¨era Vargas¨- uma tropa de gaúchos montados em seus cavalos chegaram ao Rio de Janeiro e os amarraram no ¨Obelisco¨ em pleno centro da cidade. Então este gesto simbolizava a ¨tomada do poder¨ por Getúlio Dorneles Vargas, nascido também na fronteira, da Argentina, na cidade de São Borja.

Entre todos os gaúchos que estavam por lá, vindos de todos os cantos do Rio Grande do Sul, estava meu avô - Hercílio Ignácio Domingues - representando a cidade fronteiriça do Uruguai, Santana do Livramento. Possuo as fotos do meu vô montado em seu ¨pingo¨ lá no Rio.

Então em 18 de setembro de 2014 quando por aqui - nos festejos do ¨desafio¨ Ricardinho X Baze - estiver o senhor Marcos Antônio da Silva hospedado no Hotel Everest - vou visitá-lo pessoalmente para comer a ¨mandióca¨ no café da manhã e atender ao seu convite. Vou conhece-lo e lhe entregar, como brinde, as fotos do meu avô no aludido evento do ¨Obelisco¨ no Rio.

Vou também lhe dar ¨as boa vindas¨ ao Rio Grande do Sul e fazê-lo compreender que o povo do Rio Grande tem por princípio a hospitalidade.

Francisco Rodrigues da Silva (26/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Achei que esta parte do texto do Sr Milton Lodi da revista turf Brasil," MAIS UMA PEQUENA LUZ"

Aonde diz que e questao de meses para encerrar o contrato j c b,empresa internacional,fosse bastante comentado neste espaco,ou entendi errado.

Alguem mais leu,estou neste momento relendo,mais esta bem claro onde diz"o futuro e muito bom, pois,so para um dos muitos exemplos,EM MENOS DE UM ANO ESTAREMOS LIVRES DA EMPRESA INTERNACIONAL" Ou seja e questao de meses.

E isto.

Marco Antonio Santos (25/07/2014) - Niteroi/RJ

Mais uma vitória da joqueta Jaqueline Cabral nas canchas chilenas, desta vez foi no Club Hipico de Santiago. Com uma única montaria em toda a reunião , a menina não deu susto.

Largou entre os ponteiros e na entrada da reta , despediu a parceria.

Ao final, na foto da vitória. Recebeu flores dos seus fans.

Ela e as joquetas daqui merecem.

Sensacional !

Marcelo Kaufmann (25/07/2014) - São Paulo/SP

Prezado Dannemann,

Você edificou o grande palco para debates sobre o turfe brasileiro e perspectivas.

Porém, é flagrante que nada se fala do fator mais relevante, Poder Político, sem o qual nada se constrói em qualquer setor da economia.

Quem representa politicamente todos os Jockeys Clubs e as Associações de Criadores? Felipão. Por que?

Grande abraço

Marcelo

Claudio da Silva (25/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Boa noite, prezados senhores, no meu modo de pensar, a postagem do sr. Marco Antonio da Silva, está fugindo as características desse site. Ele fala da vida particular dele, netos, dinheiro etc.

Também, escreve em tom de ironia, parecendo procurar discussão com outras pessoas.

Esse é o meu ponto de vista, acho que as postagens dele deve passar por um filtro mais rigoroso.

Ótimo fds

Ivor Lancellotti (25/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

No terceiro páreo da Gávea hoje Sextá Feira 25/07 a única pessoa que não quis saber de histórias e conto de fadas foi a Lu Andrade!

Por hoje parei! agora só amahã!

Boa noite

Antonio Moura (25/07/2014) - Niteroi/RJ

Sr. Mirabeau Porto,

Restabelecendo a verdade cronológica:

a) As citações não foram minhas, pertencem ao ilustre Luiz Carlos Ramos e este seu antigo admirador (refiro-me à sua voraz capacidade de vencer os páreos amadores) apenas deu continuidade ao assunto;

b) A simples citação da frase de Agrippino Grieco, cuja obra não é da minha intimidade literária, é motivo mais do que suficiente para justificar uma imediata aproximação com os seus escritos. Como não canso de repetir - "o saber não ocupa lugar"!

Gratíssimo pela oportunidade.

Antonio Moura

Marcos Antonio da Silva (25/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Hoje é um dia feliz para mim.

Apesar do mau tempo viajei cedinho para a maravilhosa Armação dos Buzios e comigo meus netinhos queridos , inclusive o do meio que ama os cavalos e as corridas.

A afortunada mãezinha deles casou com cidadão de posses, que sustenta com bastante luxo e conforto a bela continuação da família Silva .

Por isto mesmo , todos os três netinhos estudam em escola bilíngue e foram alfabetizados no idioma pátrio e no de Shakespeare ( Oscar Wilde eu deixo para os seguidores das manias dele ) 

Sabem que escrevo no Raia Leve e isto os diverte muitíssimo , fãs que são do avô e do sempre elegante e divertido Sr Antonio Moura , o mais português de tôda Niteroi.

Nesta data ficaram encantados com as postagens de Sr Werner e Sr Ramos , principalmente pelas lições de história , ortografia e até de ocultismo que os textos de ambos eruditos contém.

Tive que voltar no tempo para esclarecer que a Telerj foi uma estatal extinta há mais de década e ficaram os pequenos encantados com as histórias de telefones sem linha , locais sem rede telefônica e aparelhos com disco numerado.

Graças ao querido L C Ramos os pequenos viajaram no tempo e este não foi o maior mérito da postagem do grande e emérito turfista , repleto de glórias desconhecidas.

Tive que esclarecer aos meus netinhos que apenas os grandes escritores , os mais cultos , simulam cometer erros ortográficos em diversas línguas de modo a não humilhar demais os leitores , tamanho o brilho de seus escritos.

Verdadeiras peças literárias , de valor inestimavel.

A palavra " gost " por exêmplo , sempre repetida pelo genial e cultíssimol Sr LCR .

Um primor de criatividade e manifestação evidente de total intimidade com idiomas ancestrais nórdicos que apenas ele conhece .

Sr Werner vai mais longe . 

Em seu já lendário escrito " por entra as orelhas de um psi " assegurou que no início da década de sessenta , venceu páreo amador em lágrimas e cantarolando ’ as curvas da estrada de santos" do Rei Roberto , meu ídolo .

Vejam a humildade deste homem gaucho. Já conhecia a música dez anos antes do Rei compô-la . Um vidente extraordinário.

Será que Sr Werner , como o fazia Oscar Wilde , também lança mão da terceira visão ( o terceiro ôlho ) para enxergar o futuro ?

Daqui da confortavel Geribá , tomando a minha águinha de côco , envio meus agradecimentos a ambos graduados mestres que já posso chamar de amigos.

Gilberto Werner (25/07/2014) - Porto Alegre/RS

¨Seu¨Dannemann

Pois não imagina o senhor da ¨parafernália¨ que esta diretoria, composta ¨por um grupo político¨, esta a fazer com Maroñas! Está a fazer com Maroñas objetivando ¨Codere¨! Quem disse que Vecchio não é também ¨maquiavélico¨?

Ontem o que viu-se de ¨argumentos¨ em pról de um ¨turfe digno¨ e futuroso ao Brasil - foram discursos engenhosos e ¨obscuros¨, como se fosse ¨a luz¨ no fim do tunel para o JCRGS. Foi deveras uma ¨paraphernália¨!

Pobre JCRGS! Um ¨filhote¨- dependente de Multiplan, de Codere, agora ¨parceiro¨ de Maroñas. Pode? 

Enquanto isso ¨mama¨ deitado na teta do JCB!

Acreditem! Acreditem! dizia aquele velho senhor da sua tumba! Acreditem que ¨tudo isso¨ será para bem do TURFE ( somente aqui no RGS!)! Acreditem que esta parceria com Maroñas será para engrandecer, ainda mais, o turfe aqui no Hipódromo do Cristal!

Enquanto isso aquele filme antigo - com Burt Lancaster - ¨The Reinmaker¨ - ( ¨O fazedor de chuvas¨) repassava todinho em minha mente....

Ivor Lancellotti (25/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Oi Vitorino,

Mil desculpas pelo meu erro e muito obrigado por me corrigir , errei mesmo , agora que fui ver a bobagem que cometi. O Flavio não merecia tamanho erro, sempre foi meu amigão e grande musico

Mais uma vez obrigado Vitorino

Grande abraço

Mirabeau Porto (25/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Antonio Moura.

O senhor cita Voltaire, Oscar Wilde, Apparício Torelly , Sérgio Porto...

Permito-me acrescentar à sua lista exempificativa o nome de Agrippino Grieco, autor de "Carcaças Gloriosas", "Zeros à Esquerda", "Pérolas", entre outras obras cujo títulos, por si só, demonstram a fina ironia deste grande crítico literário e frasista (bastante mordaz).

Pinço aleatóriamente uma de suas frases: "Mais mentiroso que epitáfio de cemitério"...

Cumprimentos. Mirabeau

Luiz Fernando Dannemann (25/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Marcelo Kaufmann,

A sua postagem de 16 do corrente não foi e não será esquecida...

A “Revitalização do Turfe” não passa pela revitalização da banca de apostas que resolveu (desde o final da década de 90) fazer morada no Brasil como uma espécie de praga “daninha”, versão espano-mexicana. 

Primeiro na forma de uma casa clandestina de apostas em Porto Alegre fechada pela polícia (contravenção de direito) e depois através de uma “maracutaia interestadual” (contravenção de fato), que a colocou como arrendatária das Cartas Patentes do JCB e do JCRGS, esta última utilizada também para expandir-se ao Paraná.

Dizem que o JCB – depois de muita chicotada -, estaria desvencilhando-se dela... O JCRGS, ao contrário, estaria renovando as bodas e criando novos cordões de amor para o antigo casamento com direito a uma nova “lua de Mel” em Maronas (fomentando uma antiga tendência separatista que ainda reina na mente de algumas pessoas daquela região); e novos filhotes por outros Estados como Goiás. 

Nós não podemos pensar o futuro das corridas de cavalo “pensando” em aumentar a vida útil da Banca de Apostas como está sendo feito, escancaradamente através de ações pessoais e vídeo conferências. 

Aguarde muitas novidades acerca da atuação do personagem central do seu texto que um dia deve ter pensado que passaria imune pela ribanceira que tentou atravessar o futuro das corridas de cavalo.

Gilberto Werner (25/07/2014) - Porto Alegre/RS

Ao senhor Antônio Moura

Sempre me considerei seu parceiro e na mesma linha dos seus conceitos. Porém, caro Antônio, discordo plenamente do seu último texto.

Não vejo razões por sua admiração em textos que aparecem por aqui carregados de ironia e, até certo ponto, de afronta ( sem conhecimento) à linha da verdade .

Ironia é uma ferramenta dos fracos. Daqueles que desejam mostrar conhecimento de causa mas, na verdade, são reféns até das suas próprias opiniões.

Deixe-os em seus labirintos - longe de se fazerem necesários e justos para os caminhos do conhecimento. Sua opinião, Antônio, sempre é bem quista por aqui. NãO ENTRE NESSA de tentar adimirar o que não possue fundamento.

Seu amigo ¨de sempre¨

Gilberto Werner

Jose Roberto Giancristoforo (25/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

PK3 demorou mas devagar as coisas vão voltando ao seu normal, ( deveria ter voltado para todos os páreos e se fazer um teste de bolo como no mundo todo ) , Pk4 daqui a pouco vai aparecer no 4 últimos páreos ou em forma de bolo ou forma de pule 100 %. Tem que ter jogo para todos os tipos de jogadores , aqueles que jogam muito e para os que jogam poucos . A chegada ao JCB hoje sem eventos é uma maravilha , sem atropelo e com espaço para estacionar . a média diária está ainda baixa ao redor de reais 80.000,00 por páreo, mas se assim continuar esses valores vão se recuperar um pouco. Se conseguirem sair da mediocridade das chamadas e conseguirem formar páreos e para as 4 reuniões as coisas voltam ao que era ao redor de 100.000,00 por páreo . Crescer mais do que isso vai precisar uma dose astucia e ousadia, coisa que vai ficar para próxima administração, pois essa ai além de não gosta de trabalho detesta o turfe e não acredita nele.

Elton Pereira de Souza (25/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Que infelicidade a volta do pick 3 final mas com páreos aleatórios. O inventor esqueceu que 80% dos apostadores tem mais de 60 anos de idade e já estavam acostumados com os 2 últimos páreos sendo obrigatórios. Tem que facilitar o jogo para o apostador e não complicar. Isso vai ser um fiasco e logo vão ver que tem que ser nos 2 últimos mesmo.

Luiz Carlos Ramos (25/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

CARO AMIGO MIRABEAU.

EM SUA POSTAGEM NAO FOI INCLUIDO SEU EMAIL.

Assim sendo e, para evitar , ataques de pessoas que, fisicamente nao existem e moralmente entao ,,,,,,Basta seus ataques pessoais a quem A COISA nem conhece. Mas está protegido pelo manto da NAO EXISTENCIA.......

Mas pode pedir meu telefone residencial a Telerj. Terei o máximo prazer em trocar ideias.

Gosto de conversar com pessoas íntegras e nao com "gost writers"

LCR

Francisco Rodrigues da Silva (25/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

MAIS UMA PEQUENA LUZ.

Texto do sr MILTON LODI, desta semana [ O futuro e muito bom,pois,so para dar um dos muitos exemplos favoraveis, em menos de um ano estaremos livres da empresa internacional com qual o clube tem um compromisso ]

este menos de um ano seria quantos meses,entao e questao de meses para a tao comentada empresa internacional deixar as dependencias do clube.????????

Antonio Moura (24/07/2014) - Niteroi/RJ

IRONIA V

Estive ontem no leilão do The Best e fiquei feliz por rever velhos amigos, destaque especial para Jonas Guerra e Joelson Pessanha, que acabou contraindo matrimônio com um prima da minha então esposa Elizabeth.

Minha maior esperança, no entanto, era conhecer pessoalmente o Sr. Marcos Antonio da Silva, cujos textos tanto aprecio e quase sempre na razão direta da minha discordância. Mas como negar-lhe o talento, a graça, a ironia e o sarcasmo?

Acho que desta vez teremos um ilustre turfista marcado para a posteridade, na galeria dos grandes mestres na mesma linha. Voltaire, Oscar Wilde, os nacionais Barão de Itararé, Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta) e uma extensa lista daqui e d’além mar ficarão em excelente companhia.

Obviamente, tomara que demore bastante, desejo que alguns leitores deste espaço talvez tenham seus motivos para não compartilhar. Mas, verdade seja dita - os textos de Marcos são sempre os primeiros na minha busca quando aqui entro.

Antonio Moura

Mirabeau Porto (24/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Sr Luiz Carlos.

Quase que instintivamente ia encaminhar a presente ao "Recente amigo Luiz Carlos". Refreei-me pois não me sinto autorizado para tanto.

Primeiramente agradeço, através deste canal de comunicação (afinal, é o único que temos para nos comunicar) , suas palavras sempre amistosas, em mensagem de hoje. 

Porém me incomoda passar por mensagens "debochadas", como se ironia fina fossem.

Assim sendo, informo adiante meu endereço eletrônico particular, através do qual encaminho e recebo minhas mensagens. Fique a vontade para me contatar se lhe for conveniente.

Gostaria de recuperar a história da "negociação" da antiga sede. Venda, permuta, torna? Realizada pela então administração do JCB (Paula Machado) com quem?

Penso que não seja um assunto a ser trazido ou debatido neste forum do RL. Tenho apenas curiosidade, dar "nós" nas pontas soltas das minhas recordações.

Em tempo, meu endereço eletrônico: mirabeau@mirabeau.adv.br.

Abraço. Mirabeau

Marcos Antonio da Silva (24/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr Luiz Carlos está coberto de razão .

Há não turfistas neste espaço se dedicando ao escárnio , ao deboche , para azucrinar a mente e a reputação dos mais ilustres admiradores dos cavalos de corridas.

Deve ser o caso de quem , ao ver a tintura desbotar do topete , vitupera impropérios contra esse povo ilustre e ilustrado que povoou a comissão de corridas durante a gestão do reluzente financista Costa Carvalho - Lecca.

O fato dos Lecca boys terem apregoado e mandado pagar apostas mediante resultado errado de páreo foi um detalhe menor , uma partícula infinitesimal que não deslustra a capacidade de um Meiguinho ,por exêmplo, analisar uma carreira.

Dna Marlene então é sempre realçada pela sua capacidade de julgar os´páreos ao mesmo tempo em que assistia todas as novelas globais. Das seis , das sete e das nove .

Um prodígio .

O neto do fundador do Derby Club também outro gênio.

Nunca assistira uma só corridinha na vida mas , em segundos , amealhou o conhecimento necessário para se tornar PHD em turfe.

Era dos mais atuantes na hora de intimidar e punir profissionais , um verdadeiro Filinto Muller da Gavea.

Veja o Sr mesmo , sempre reconhecido pela comunidade turfística como um lorde , profundo conhecedor de cavalos e se nunca teve nenhum que prestasse foi por conta de dar chance aos demais proprietários .

Além de galante , o Sr foi generoso por conta da matungada cerrada que possuiu e fez correr no maravilhoso Hipódromo Brasileiro , sempre dando chance aos rivais .

Sua farda , aliás , é por demais conhecida e talvez uma das mais belas dentre aquelas mais importantes do panorama turfístico brasileiro.

Solidarizo-me assim com a sua postagem e me coloca ao seu lado no front da batalha contra o deboche e a impostura que reinam aqui neste espaço e no turfe brasileiro.

Um abraço de seu admirador 

Marcos Antonio da Silva

Luiz Carlos Ramos (24/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Meu caro Mirabeau

Sua postagem remeteu-me ao tempos aureos de nosso JCB, onde no predio da A,Rio Branco esquina de Alm.Barroso, tinhamos uma sede social alro gabarito e, qualidade excelente dos sócios que a frequentavam.

Entretanto em uma manobra política na gestao de Paula Machado, foi lancada a ’SEDE CAMPESTRE.

E TAMBEM DURANTE UM DOS INÚMEROS MANDATOS DA FAMILIA, FOI FEITA A TROCA DA SEDE DA RIO BRANCO, PELO TERRENO DA ATUAL SEDE.

E foi aí que comecou tudo. Sede demolida construcao de um predio imenso do qual o JCB recebeu creio que oito andares e o terreno para construcao da sede nova. :

Os resultados foram: Venda dos andares, para fechar as contas , criacao do predio atual , que está atualmente fechado , e a garagem que atraiu os socios garagistas e nao turfistas,

A sede :campestre"atraiu mais NAO turfistaS. DEUM PEQUENO GRUPO QUE ÉRAMOS MULTIPLICAMOS POR 10 NOSSOS SÓCIOS.

E,sao eles que MANDAM DE FATO. 

E DAÍ OS EVENTOS, ESTACIONAMENTOS ONDE OS SOCIOS SAO OLHADOS RANCOROSAMENTE, POR NAO PAGAREM (AINDA) ETC. ETC.

E "educadamente"debocham em suas postagens ,de nossa turfwoman Marlene Serrador, de Joao Paulo Frontin ilustre neto de nosso Prefeito e fundador do Derby Club etc.Creio que meu grande e falecido amigo Milton Padial, foi poupado por ter morrido, 

Com meu forte abraco, Luiz Carlos Ramos

Renato Borda (23/07/2014) - Porto Alegre/RS

TRIBUTO A MAURECÍ DE OLIVEIRA; Por GILBERTO WERNER.

É muita emoção Gilberto Werner. 

Somente você com sua superior sensibilidade e sabedoria para dar vida a quem merece, porque o que fica, são nossas ações, a forma como, em vida, demonstramos o padrão com que exercemos nossas atividades, a maneira com que convivemos com aqueles que estiveram pessoal ou profissionalmente conosco. 

Acompanhei o vitorioso trajeto - embora longe e sem saber, quando de sua morte - do Multi Campeão Odilo Machado, numa época em que o turfe era puro Brilho e gerido por eméritos Turfistas, efetivamente apaixonados pela causa maior, que era O BEM DO TURFE, tão somente.

Ao já saudoso e dedicado, Treinador Maureci de Oliveira, enviamos nossas mais eloquentes vibrações de respeito, valorização e reconhecimento, por tudo que realizou em prol do Turfe que tanto amava, bem como pela sua dedicada passagem por esta vida, de forma extensiva aos seus familiares.

Caro Gilberto, os turfistas, conscientes e minimamente equilibrados, agradecem sua presença, sempre construtiva e muito valorizada, neste espaço.

De uma coisa tenha certeza, meu amigo; MENTES MENORES, POBRES DE ESPÍRITO E DE 5° CATEGORIA, SEMPRE EXISTIRÃO! 

SIGA PORTANTO SEU CAMINHO, ESSENCIALMENTE EVOLUÍDO E NÃO OLHE PARA BAIXO.

Gilberto Werner (23/07/2014) - Porto Alegre/RS

DIFERENÇAS

Jamais retruquei ou me achei no direito de julgar conceitos. Possuo os meus e tenho também o direito fundamental de escolher.

Prefiro andar sobre o trilho da VERDADE do que compactuar com aqueles que ¨se¨ acham no direito de julgar.

Então DECLINO de autores irônicos que ¨se¨ julgam também no direito de me julgar.

Antes de tudo é preciso CONHECER para depois AFIRMAR.

E passe bem com TODA a sua frágil ironia.

Gilberto Domingues Werner

Marcos Antonio da Silva (23/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr Werner,

Taí !

Hoje a sua postagem foi bacana .

Não conheci o treinador que morreu nesta semana mas o seu relato foi bem emocionante e fez justiça ao bom profissional que o Sr Maureci deve ter sido.

Sem exageros, gauchadas e sapirangadas o Sr até vai bem.

Meus respeitos.

Vitorino Lopes Tartaroni (23/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Ao companheiro Compositor Musical Ivor Lancellotti.

Penso que o amigo, também turfista, equivocou-se ao responder ao Sr. Marco Antonio da Silva, em 19/07/2014.

O Sr. Marco Antonio referiu-se ao Aécio ¨NEVES¨, pianista dos botões de votação da Câ-

mara e do Senado e grande apreciador de ¨suco escocês¨.

O Aécio ¨FLÁVIO¨ citado por vocÊ , amigo nosso, EXCELENTE TECLADISTA, cuja filha é

Cantora.

Apenas, como detalhe, recordo que ele usava tapa-olho em uma das vistas.

Um abraço e muita saúde.

Saudações Musicais,

VITOR LOPES.

Antonio Moura (23/07/2014) - Niteroi/RJ

SEM IRONIA

Sr. Luiz Carlos Ramos,

Palavras levam-as o vento; o que se escreve e se rubrica, ao contrário, resiste ao tempo e às epidemias, sendo o melhor de dos nossos legados para a posteridade. "diz-me o que escreves e eu te direi quem és"!

Isto para responder que estou interessadíssimo no desfecho daquele seu relato, como de resto em todos os outros que o ilustre turfista entender por bem me transmitir. Deixo o meu endereço eletrônico ajsmoura111213@hotmail.com e terei grande prazer em recebê-lo por aqui. Mas não sem antes registar que temos o privilégio de dialogar num democrático site de turfe, onde nos é facultado falar de tudo e de todos, - até de cavalos de corrida (atenção srs editores - excelente chamada publicitária!).

E, finalmente, confessar-lhe que o texto a mim dirigido hoje, pela história pessoal de quem o assina, alem do natural contentamento, recompensou-me sobejamente e não me deixa arrependimento por algumas dezenas de horas que dediquei nos últimos anos a este Espaço.

Com respeito e admiração,

Antonio Pais de Moura

Roberto Saboya (23/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Terreno da Chácara do Jockey vai abrigar novo parque municipal– Prefeitura abrirá mão de R$ 64 mi de dívida de IPTU para desapropriar a área de 151 mil m² . O terreno da Chácara do Jockey, na Vila Sônia (zona oeste), irá abrigar um novo parque na cidade. O anúncio será feito pela Prefeitura de São Paulo nesta quinta (17). Equivalente aos parques da Aclimação e Buenos Aires juntos, a área de 151 mil metros quadrados, na rua Santa Crescência (travessa da avenida Professor Francisco Morato), é do Jockey Club. (Folha de S.Paulo – 17/7/14)

Já o Jockey Club Brasileiro tem sua sede penhorada, deve R$700 milhões e a atual diretoria aumenta em 42% a taxa cobrada dos sócios para gastar R$61 milhões em obras de embelezamento. 

Se continuar assim o Parque da Bola vai virar o Parque Proletário da Gávea.

Jose Roberto Giancristoforo (23/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Mirabeau Porto (23/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Com a sua lembrança do passado podemos aquilatar o quanto são sem prestigio as atuais e anteriores administração do JCB que acho que nem recebido seriam pelo mandatários do futebol no Brasil e no Rio de Janeiro.. quanto mais adiar por horas um clássico . agora voltam com PIk3 , e esquecem das acumuladas , Pik3 e das quadrifetas em todos os páreos, cada que jogue no páreo que quiser , pois cada um tem uma barbada diferente do outro e com isso todos os jogos são válidos. Realmente está cansativo ficar esperando as mudanças e com isso se perdendo tempo e dinheiro, pois o jogador só joga aquilo que está acostumado e que é corriqueiro , fica tendo que ver se tem trifeta ou quadrifeta ou pik no páreo é muito trabalho para quem joga .

Gilberto Werner (23/07/2014) - Porto Alegre/RS

TRIBUTO A MAURECÍ DE OLIVEIRA

Hoje, nessa manhã chuvosa de quarta feira ao abrir minha janela, desejo falar sobre um amigo que se foi. Seu nome é Maureci de Oliveira - apenas um treinador de cavalos no Hipódromo do Cristal.

Na década de setenta Maureci apareceu por aqui vindo de Cachoeira do Sul. Foi trabalhar com outro amigo, Odilo Machado, treinador consagrado no hipódromo - vencedor de todas as estatísticas de vitórias.

Um dia Odilo morreu e Maureci assumiu como ¨treinador¨ daquelas cocheiras.

O início foi difícil até conquistar confiança entre ¨proprietários¨ de diversos animais. Então a sua honestidade, a sua perseverança conquistou tudo e todos.

O ¨cavalo¨ para Maurecí era o ¨essencial¨! O descanso, o sossego vinha em segundo lugar. Quantas vezes, noite fechada, vi Maureci trabalhando, limpando cocheira - sozinho- dando de comer ¨aos seus¨ cavalos! Quantas vezes vi Maureci de andar trôpego, devido à uma doença degenerativa em seus quadris, carregando sacos de ração quando não poderia, gemendo de dor, para o ¨conforto¨ e a devida nutrição ¨dos seus cavalos¨! Quantas vezes vi esse batalhador incansável, generoso na qualidade do alimento para aqueles cavalos....

Nessa manhã de segunda feira, dia 21 de julho, 6 horas da manhã, Maureci foi encontrado morto naquelas cocheiras - havia morrido no domingo à noite, ao dar comida aos seus animais.

Aquele jardineiro partiu. Deixou um ¨jardim¨ onde dificilmente alguém consiga superar tanto amor - tanta ternura - na qualidade e no trabalho dedicado aos cavalos do Cristal.

Vejo agora Maureci sorrindo aquele seu sorriso de sempre. Vejo agora Maureci descansando, finalmente, após mais um dia de trabalho ¨bem feito¨.

Chove nessa quarta feira em Porto Alegre e chove também em todo o hipódromo do Cristal. Sinto vontade de caminhar como Maurecí fazia lá no hipódromo. Não vou me importar que a chuva molhe o meu rosto nem que molhe todo o meu corpo. Bem como Maurecí fazia por ¨seus cavalos¨ lá no hipódromo.

Gilberto Werner

Mirabeau Porto (23/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Estimado Luiz Carlos Ramos.

Agradeço as gentis palavras. Quanto às suas bonitas recordações, estou sempre revisitando o passado. Talvez uma das melhores maneiras que temos para (re)aprender.

Reproduzo, por isto, uma matéria pinçada da tradicional coluna "O GLOBO HÁ 50 ANOS", publicada em 18 de abril de 2012. Tenho arquivado o original do recorte da página de O Globo e manterei a grafia da época:

"O GLOBO em 18 de abril de 1962

CAVALOS ATROPELAM JÔGO DO SCRATCH

Após entendimentos na tarde de ontem entre o presidente da CDB e o presidente do Jockey Club Brasileiro, que promove um grande prêmio no mesmo dia à tarde, ficou para sábado, às 21h, no Maracanã, o match Brasil x Paraguai..."

Ou seja, a seleção brasileira tinha um amistoso marcado com a seleção paraguaia, para a tarde de um sábado de abril de 1962.

Então última campeã de futebol do mundo, seria (imagino) a última partida preparatória dos canarinhos para a próxima Copa, que se realizou em junho 1962 (não pesquisei, apenas conjecturo).

Entretanto, no mesmo sábado à tarde, estava programado um grande prêmio no Hipódromo da Gávea!!! E agora?

Não sei qual prova seria esta. O Major Sucow, disputado aos sábados, certamente não era, posto que tradicionalmente ocorria no início de agosto.

GP OSAF não existia à época. GP Brasil e Cruzeiro do Sul sempre em domingos..

Provavelmente um grande prêmio menor (desculpe o oximoro!), um atual grupo 2. Não sei, apenas infiro.

A realidade: a CBD do poderoso Havelange recuou frente ao Turfe e adiou o jogo no Maraca para as 21:00h...

Com isto, sugiro a todos nós refletirmos sobre a regressão que o turfe brasileiro tem sofrido, paulatinamente, ano após ano, década após década.

A RAIZ:

Penso, não tenho certeza, que em 1962 o JCB ainda não possuia sua suntuosa sede no centro, mas sim aquela pequena e acolhedora, na esquina de Almirante Barroso com Rio Branco, com um belíssimo bar.

Não disponibilizava vagas de garagens para os sócios em local privilegiado no centro da cidade, o que não estimulava aos não turfistas a se associarem. Nada de piscina, quadras de esporte etc.

Ou seja, o problema intrínseco do turfe no RJ se iniciou muito, muito antes das atuais administrações. Não houve correções de uma rota que se demonstrava desastrosa, é o fato.

Por justiça, exclua-se destas a administração Fragoso Pires.

Enquanto isso, no resto do planeta, o Turfe só viceja e atrai mais aficcionados...

Prezado, são apenas divagações de um hoje sexagenário, ancestralmente ligado ao "esporte dos reis".

Com grande abraço. Mirabeau

PS: Entre outros nomes importantes para o turfe carioca, seus colegas inacianos, não posso deixar de acrescentar um provavelmente não colega seu, o do Dr José Lauro de Freitas.

Oswaldo Antunes Maciel (23/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Leilão de coberturas do Raia Leve e uma Nova Ideia

Louvável o incentivo a reprodutores nacionais, e a apresentação da campanha incentivando o leilão de coberturas do Raia Leve; todavia começamos tarde creio que a grande maioria já comprou. tenho um sonho que poderia vir a ser encampado pela nossa associação.

Temos em Teresópolis um Posto de Monta com naturais deficiências mas um ativo fantástico para o turfe e que vem sendo mantido com denôdo pela "guerreira Marlene Serrador"

Muitos proprietários gostariam de cobrir suas eguas no fim de campanha e por que não se pode vir a ter dois potenciais bons reprodutores naquele Põsto; há alguns pequenos haras no Est do Rio que poderiam ao inves de apenas recriar ter algumas matrizes aqui. Cavalos de excepcional campanha e papel, as vezes são relegados a cobrir em outros Estados onde há os garanhões "na moda" e de propriedade de grandes criadores já com outros garanhões com carta disponivel, gerando dois ou três produtos e caindo no esquecimento.

Vamos ao invés de criticar as deficiências ajudar na volta do Posto a ser um ativo de criação e não apenas um pequeno Centro de Treinamento como foi relegado? Claro que as pastagens serviriam apenas para o periodo de cobertura não há espaço para criar lá mas creio seria um ativo interessante e valioso para incentivar proprietários mini criadores e dar mais oportunidade e valor a cavalos nacionais com bom potencial. Existe entre nós pessoas capazes de avaliar dos 10 ou mais animais que se poderia obter (de graça nos primeiros 2 ou 3 anos) de molde a se escolher animais com potencial de dar real partida a uma nova fase .

Associações fracas mas que poderiam ser sinergicas se os preconceitos, ressentimentos etc fossem postos de lado..

Luiz Fernando Dannemann (23/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Segundo PICK 3 (em nome do pai do filho e do espírito santo)

Toda e qualquer tentativa para melhorar o MGA é muito VÁLIDA. 

Porém voltar com o Pick 3 após deixar de abraçar uma CAMPANHA visando a difusão das acumuladas livres (líderes de venda e rentabilidade na história áurea do JCB), não de três, mas de dois, de quatro, de cinco e demais páreos - cada uma com sua bonificação pertinente -, é no mínimo (para economizar adjetivo) um SUICÍDIO.

Achar que a ausência do segundo Pick 3 é a causa do declínio do MGA num clube que prioriza o “Parque da Bola” em detrimento às Corridas de Cavalo; que doa pra CODERE a sua principal agência de captação de apostas; que empurra seus apostadores na direção de uma banca paralela de apostas em pleno Hipódromo da Gávea; que empreende Parques Aquáticos ao invés de AUMENTAR os prêmios; que substitui o armazém das Vila Hípicas pelos automóveis da Rede Globo; que não possui um Vice-Presidente competente liderando a Casa de Apostas e muito menos a Comissão de Corridas; que troca Sergio Barcellos por Mayra Frederico e principalmente a Lei do Turfe pela “Lei de Gerson”, possui o mesmo grau de acerto do que aquele que achou que poderia enfrentar a Alemanha com Bernard no ataque.

Sugiro a estes autênticos “mestres”, responsáveis por mais esta “bravata”, aqueles que confundem Plano de Apostas com Lista de Supermercado, que após se cansarem desta brincadeira de esconde-esconde com o dinheiro do TURFE; quando, enfim, desistirem de vestir uma roupa que não lhes pertence, que coloquem o velho pijama voltem para suas casas de onde nunca deveriam ter saído.

Luiz Carlos Ramos (23/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Ao Sr.Mirabeau Porto.

Meu caro Mirabeau. 

Apreciei deveras, sua postagem. Bastaria apenas a lembranca da valente Guida, pelas recordacoes que trouxeram-me a um tempo onde o cavalheirismo imperava.

Fui trazido ao mundo turfista, por meus colegas de turma o Colégio Sto. Ignacio, o mesmo onde estudaram, Francisco Eduardo de Paula Machado e seu irmao Lineu Filho, e meu saudoso amigo José Albano da Nova Monteiro entre outros tantos.

Tive como colegas de Turma. José Carlos Fragoso Pires, Francisco Cesário de Mello Franco Sena(proprietario de Playboy) Bertrand Kaufmann, Affonso Castilho de Moraes , Luiz Fernando Schilling (o Passarinho) e outros mais, que iniciaram-me no turfe, em mea dos da década de 40.

Tornei-me sócio na década de 60. Desde entao tenho feito política no JCB e já votei em nao sei quantas de nossas eleicoes e tambem fui votado em algumas, inclusive como candidato a diretoria de Julio Rafael de Aragao Bozano na de Jose Carlos Fragoso Pires entre outras.

Por seu passado no JCB e por sua vivencia-duas vezes socio do JCB, tens todo direito de dar sua opiniao ,alem de seu vasto conhecimento. Nao patrulho opinioes, Apenas revoltam-me pessoas que usam este espacao aleatóriamente, para TENTAR DENEGRIR,

reputacao de quem eles nem conhecem...

Obrigado mais uma vez, pela recordacao de Guida.

LUIZ CARLOS RAMOS

Luiz Carlos Ramos (23/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Ao Sr. Antonio Moura 

Obrigado por suas observacoes. Somos ambos admiradores de Ubaldo, Itararé e tambem de meu saudoso amigo Haroldo Barbosa, o Pangaré.

Haroldo inclusive, pediu-me que enviasse noticias turfísticas europeias, e bricalhao como era, nomeou-me "Correspondente internacional do Pangar’é" -Senso de humor ele tinha....

Lembro-me inclusive, do Arco do Triumfo de 1970 - onde Lester Pigott deu uma "desastrada"

direcao ao invicto e tríplice coroado ingles Nijinsky, que foi o maior favorito do Arco até hoje.

Quando enviei minhas observacoes relativas a esta carreira ele publicou: "Lester no vestiario dos jockeys olhou o espelho e falou -O que está acontecendo - estou com a maior cara do...

...(e nomeou um jockey brasilero em atividade na época) .Se interessa-lle o relato completo do que aconteceu nesta prova, telefone-me. Estou no catálogo.Nao oculto-me.

Quanto ao Arouet (Francois Marie Arouet-dit Voltaire,Continuo até hoje lendo sua obra.

Quanto ao nosso Oscar Wilde, tenho comigo, uma de suas melhores frases.

"PERDOE SEMPRE SEUS INIMIGOS.ISTO OS DEIXARÁ IRRITADÍSSIMOS."

Ao seu dispor, atenciosamente,

LUIZ CARLOS RAMOS

Paulo Lima (23/07/2014) - Curitiba/PR

Boa Noite Preciso entrar em contato com MARCIO DE FREITAS MERLO da comissão de corrida, Peço a vocês seu email ou tel.

Abraços e aguardo!..

PAULO LIMA

Carlos Ferreira (22/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Mirabeau Porto,

A sua postagem foi perfeita e retrata de forma absolutamente correta o grande problema de nosso turfe. Turfe foi feito para ser gerido por e como empresa como na maior parte do mundo, é negócio. Não é para ser gerido como parte de um clube, sujeito à toda sorte de vaidades de seus sócios e diretores. Muitos destes podem ser até empresários competentes dirigindo seus negócios particulares porém acabam sendo envolvidos pela política mesquinha dos clubes. Infelizmente, se o turfe não se desligar dos clubes sociais no Brasil, em pouco tempo se extinguirá por aqui.

Sds.

Julio Cesar Reis (22/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Vai ser dada a partida!!!

Notei, outro dia, quando os animais estavam rodando no Padoque, que um joquei estava aguardando a ordem para montar e ir para canter. Tinha uma filmadora presa a frente do capacete, e me ocorreu a curiosidade: porque, para que, quem orienta e escolhe o animal que o joquei irá filmar o desenlolar do páreo. Acompanhei o animal durante todo o percurso. Pulou bem, mas logo em seguida foi levantado, foi ficando e entrou último.

O filme pode ser visto? 

Agradeço, antecipadamente, toda e qualquer informação... 

Grato

Antonio Moura (22/07/2014) - Niteroi/RJ

IRONIA III

Sr.Christian Sharp,

É verdade - João Ubaldo é baiano! E não fui induzido a erro pelo fato de já ter lido diversas referências como "o quase sergipano" ; o que iludiu minha memória foi o fato do meu caríssimo amigo Mário Anchieta Andrade Monteiro, um perfeccionista e sergipano de nascença, ter corrigido afirmativa minha ao citá-lo como baiano de Itaparica. 

Mário afirmou que foi companheiro de turma de João Ubaldo, nos bancos escolares em Aracajú, em Colégio Militar ou de acesso a ele. Uma coisa é certa - segunda feira tiro a limpo esta questão. 

Oportuna a intervenção do prezado turfista, eis que o conhecimento (como a verdade) não ocupa lugar. Gratíssimo. 

Antonio Moura

Christian Sharp (22/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Ironia II

Sr. Antonio Moura

O Escritor e Autor João Ubaldo nasceu na ilha de Itaparica - Bahia.

Baiano e não Paraibano como o Sr. mencionou.

Que ironia !

Abraços

Antonio Moura (22/07/2014) - Niteroi/RJ

IRONIA - II

sr. Luiz Carlos Ramos,

Permita-me: acompanhar Arouet e Oscar Wilde no idioma original - coisa para poliglota, talvez seja apenas uma desnecessária demonstração de refinado bom gosto e bagagem cultural para quem, como eu, fala orgulhosamente mal qualquer outro idioma que não seja o seu.

Entrei somente para registrar que o nosso é pródigo em autores de excelência e, agora mesmo, a nação brasileira perdeu um deles: o paraibano João Ubaldo, cuja humildade era do tamanho da sua sabedoria - imensurável!

E no Brasil sempre tivemos intelectuais com o perfeito domínio da ironia, estilo que prevaleceu por considerável período a partir da virada do século retrasado, de Arthur Azevedo ao Barão de Itararé. Nesta linha, no turfe, o grande mestre foi Haroldo Barbosa, o Pangaré!

Grato pela oportunidade.

Antonio Moura

Mirabeau Porto (22/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Fraterno Sr Luiz Carlos.

Agradeço sua atenção e gentis palavras.

Realmente a "Guida" era única. Guerreira! Lastimo muito não lembrar o nome do cavalariço que cuidava dela, com tanto carinho. A Drª Cristina deve se lembrar, era conhecido por um apelido... Muito dedicado!

Sr Luiz Carlos, não fiz jamais qualquer crítica à administração do JCB, não publicamente.

Apenas me senti constrangido pela sua opinião de que, aos não associados do clube, ainda que aficcionado do "esporte dos reis", deveria ter restrito o direito de criticá-la.

Censura ou restrição à livre manifestação não posso admitir.

Como responsável pela gestão do turfe, pelo seu engrandecimento, o JCB diz respeito sim, a todos aqueles que acompanham, páreo a páreo, as reuniões turfísticas.

Como apostadores que "chiam", que entendem que a Comissão de Corridas (escolhida e designada pela direção do Clube) errou ao não desclassificar um cavalo - ou validar a classificação de um páreo, tanto faz. Páreo no qual ele fez sua fezinha e, provavelmente perdeu.

Tudo bem, pode ser choro de "perdedor". Da mesma maneira que o torcedor pode até xingar o árbitro de futebol que confirmou um gol contra seu time de coração. Nada impede, esteja ele certo ou errado. É emoção.

Nas carreiras é mais: emoção e grana apostada!

O que não vale, sr Luiz Carlos, é impedir comentários ou críticas com relação à política imprimida ao clube que dirige e é responsável por uma coisa maior, o TURFE!

Sintetizando o que sinto: o Jockeys Clubs brasileiros para mim estão se acabando. Não me refiro ao JCB unicamente, observe.

Paraná, São Vicente, Brasília, Serra Verde (MG), Paracatu (MG). Cadê?

No Rio de Janeiro (todos por mim frequentados): Campos, Magé, Correas, JC Guanabara - na Ilha do Governador. Cadê?

Sr Luiz Carlos, novamente me desculpe mas acho que as administrações atuais, com suas estruturas "clubísticas" e "sociais", estão destruindo o turfe brasileiro, mesmo que inconscientemente (será?).

Na Europa, onde residi e trabalhei por muitos anos (Inglaterra, Alemanha e Austria, além de visitar vários países nos quis pude conhecer os respectivos "turfes"- França, Hungria, Itália, países escandinavos), os "Jockeys Clubs" são simples gestores do Turfe, visando unicamente ao incremento da criação PSI local e desenvolvimento da atividade.

Não se envolvem com atividades recreativas - piscinas, garagens, quadras disso e aquilo, polos gastronômicos, eventos etc. Por favor me corrija se estiver equivocado.

Uma última metáfora: o País continua a produzir excelentes jogadores de futebol e cavalos de corrida. Tudo destinado à exportação enquanto no Brasil estes esportes...

Para refletir!

Atenciosamente me despeço. Mirabeau

PS: Muito obrigado mesmo por me ter permitido conviver com uma bichinha tão "raçuda" como a Guida.

Luiz Carlos Ramos (22/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Ao SR. MIRABEAU PORTO

Lembranças varias e queridas, trouxeram-me de volta a tempos que paracem-me, não mais voltarao.

Guida, curada por Cristina, portadora de uma fissura em seu peito, foi por mim comprada em um leilão de potros, foi criada por Afonso Bulamarqui, querido vizinho e amigo. Pela filiação (era neta de Coaraze) e pela competencia de Afonso, Cristina e João Guilherme, venceu todos os obstaculos físicos e ganhou em poucas saidas a pista 6 carreiras e algumas colocações em provas especiais.

Lembro-me bem de voce - excelente joquei amador, tao competente que optou pelo profissionalismo, mesmo tendo que desfazer-se de seu titulo de sócio. Ninguem . 

Nao vou nem posso compara-lo com quem escreve apenas para exibir algo indevido - ou seja tentar denigrir a imagem de quem ele nao conhece.

Espero poder sempre contar com suas críticas a administracao de nosso JCB. Seu passado, merece muito mais inclusive.

MEU FRATERNO ABRACO.

LUIZ CARLOS RAMOS

Mirabeau Porto (22/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Sr. Luiz Carlos Ramos.

Refiro-me a sua mensagem dirigida ao Sr. Armando Burlamaqui, datada de 20 do presente. Antecipadamente desculpo-me por esta que possa ser considerada uma intromissão num assunto que diz respeito a dois amigos.

Entretanto, por tê-la tornada pública, penso caber-me o licença de opinar sobre o assunto.

Ouso discordar de seu entendimento, negando o direito de não sócios a "meterem o bedelho" na política do JCB!

O turfe é uma atividade pública, um esporte que lastimavelmente não tem atraído muito a atenção do público neste País. Ainda assim mantém seus aficcionados, apostadores ou não. Os "amantes do esporte dos reis", em linguajar mais arcaico porém não menos elegante.

Estes contam em muito maior número que aqueles remanescentes "sócios turfistas".

Não o conheço pessoalmente mas acompanho seus escritos sobre turfe, que muito respeito e admiro. Por isso tomo a liberdade de me dirigir ao senhor.

Meu avô, Celestino Gomez, era jóquei no antigo Derby Club. Com a mudança do clube, transferiu-se para Hipódromo da Gávea.

Posteriormente treinador (Vila Hípica nº 3), obteve a Tríplice Coroa através de Criolan!

Meu pai foi sócio efetivo da entidade por longos anos. Proprietário de cavalos de corrida.

Eu mesmo era sócio efetivo do clube (matrícula 9.679). Montei como jóquei amador (e venci na estréia) por muitos anos. Àquela época (década de 60) os páreos para amadores ocorriam trimestralmente.

Tive que me "desasociar" do clube ao optar pela carreira de jóquei profissional (exigência do Estatuto Social). Transferi meu título para um irmão.

Montei e venci várias carreiras dirigindo animais criados pelo Dr Burlamaqui, inclusive.

Um deles, uma eguinha muito querida - sofria de uma fístula permanente na paleta - mas era dotada de muita bravura . Tínhamos, a Drª Cristina, o João Guilherme, o cavalariço que dela cuidava (esqueço o nome mas me lembro bem da sua figura) e eu, o maior cuidado com ela. Trazíamos a bichinha na "palma da mão", como se diz.

"Guida", o senhor se lembra? Sua vitória me proporcionou uma das maiores emoções que já senti! Afinal tínhamos todos nós, animal e humanos, demonstrado que obstáculos podem ser transpostos.

Encerrada minha carreira, associei-me novamente ao JCB, empolgado com a administração Fragoso (título nº 15.668). Lutei nos bastidores para eleger o Bozano. Depois, desanimado com os rumos que o clube estava tomando, passei meu título adiante e desisti.

Sr. Luiz Carlos, isto esclarecido, reafirmo que me sinto sim no direito de "opinar" sobre os rumos políticos do JCB, mesmo não sendo associado, pois dele depende o futuro do turfe no País.

Da mesma forma, tenho o direito de opinar sobre a política do Flamengo, time so qual sou torcedor, ainda que não associado.

Também sobre a política da CBF, da Federação de Vôlei, de Basquete, de Natação!

E por que não, da política do País (mas aí não é direito, é DEVER)!

Sr. Luiz Carlos, desculpe o desabafo sincero. Aos demais leitores, peço que me perdoem pela extensão da presente.

Atenciosamente. Mirabeau

Luiz Carlos Ramos (22/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

IRONIA

Ironia é arte de fino e longo cultivo e, fruto de muita leitura, e da mais alta capacidade de pratica-la, principalmente entende-la. 

Mas, ainda ha tempo de conseguir. Sugiro Voltaire ou Oscar Wilde.

Leiam mais, procurem ler na língua original (caso seja possível) e, tentem.

AFINAL A VIDA É RESULTADO DE TENTATIVAS.....

LUIZ CARLOS RAMOS

Marcos Antonio da Silva (21/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Estive no prado neste sábado que passou.

Tarde agradabilíssima em companhia de companheiros da vida toda .

Restaurante Rubayat encantador com vista belíssima para a pista .

Senhores e senhoras elegantemente trajados e a comida de excelente paladar.

Meu maior prazer foi encontrar o estimado Lauro Cardoso Ribeiro , turfista de primeira linha mas que anda meio sumido deste espaço.

Ainda bem que está muito bem representado por seu primo , Dr Luiz Carlos Ramos.

Uma pessoa sincera , que nada oculta e sempre pauta as suas atitudes pela transparência e alta classe.

Um gentleman perfeito e que sempre esteve alinhado com a oposição e as causas mais nobres do turfe , principalmente quando foi comissário de corridas na gestão Lecca.

Talvez , quem sabe , a melhor e mais competente comissão de corridas da história do turfe brasileiro.

Lado a lado como Sr Luiz Carlos perfilaram os fundamentais Meiguinho , Dna Marlene e o bastião Paulo de Frontin , que aprendeu tudo de turfe em minutos revelando sua incrivel vocação para o ofício.

É de pessoas como o primo de Lauro Cardoso Ribeiro que o turfe nacional precisa.

A ele meus aplausos mais sinceros e cordiais .

Luiz Carlos Ramos (20/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Refrência a postagem de hoje do Sr. Luiz Fernando Danneman. 

CONCORDO SR. LUIZ FERNANDO, COM SUA POSTAGEM DE HOJE, NO QUE REFERE-SE A

DEVOLUCAO DOS $26,000 DA INSCRICAO DO ANIMAL BAL A BALI .

É MUITO FACIL REALMENTE, FAZER CORTESIA COM O CHAPEU ALHEIO....

LUIZ CARLOS RAMOS - SOCIO 7.685

Luiz Fernando Dannemann (20/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Meu bom Arthur,

Obrigado pelas palavras carinhosas vindas de um fraterno amigo.

A ACPCPSI vai precisar de muito oxigênio. O papel desempenhado para 2012 me soa como aquele trabalho da empregada doméstica que quando acaba de lavar a louça do jantar já sujaram os pratos do café da manhã... Ou seja, a luta continua visando 2016. Este precisa ser um dos focos do seu precioso mandato. O turfe vai perder quatro anos mas não pode perder a vida.

Quanto a matemática dos “Parques da Bola” no JCB (terra da falta de auditoria) ela será sempre inócua qualquer que seja a fórmula. Não te iluda porque no momento em que o amigo apura o total consumido em “cachorros quentes” (nove milhões de reais), eles devem estar preparando a divulgação de um prejuízo. Não me surpreenderia se alguém aparecer dizendo que o Parque da Bola, versão copa do mundo, não deu lucro. Isso será clássico. 

Neste caso prepare já um Editorial aconselhando o “Bode”, o “Flamenguista” (e demais “rubro-negros”) a desmontarem as tendas do faraó. Se deu prejuízo na copa do futebol mundial com vários turistas na cidade e tantos feriados, não dará lucro nunca. Posso apostar, porém, que eles não vão acatar o seu conselho, pois são masoquistas e adoram perder dinheiro. Daí vão levar este “calvário” adiante até o dia que o JCB se livrar do calvário dele (o atual síndico).

Aliás, por falar em perder dinheiro e no seu calvário, o Raia Leve precisa encabeçar uma campanha para exigir da diretoria o ressarcimento ao clube dos 26 mil dólares que foram gastos na inscrição do Bal a Bali na Breder’s Cup. (25 mil para o ex-cavalo do Álvaro Novis e 1 mil para o atual garanhão do Julio Bozano).

Dizem que após o GP Brasil o síndico do clube possesso com a entrevista do titular do stud Alvarenga no Raia Leve (sempre o Raia Leve), pensou logo em utilizar o dinheiro da viúva na tentativa de cooptá-lo futuramente, por isso ordenou a gastança e a divulgação da bravata no site do clube. O tiro saiu pela culatra do revolver e acertou no bolso dos sócios. 

A Coudelaria Jéssica, por exemplo, deve correr esta prova em novembro com um cavalo criado no Brasil e, claro, com a inscrição paga pelo seu proprietário e não pelo proprietário do JCB.

Aliás, devo dizer aqui que toda esta campanha liderada pela ABCPCC (encampada pelo neófito síndico) no sentido de dar “ingresso automático” à BB para o vencedor do GP Brasil é puro marketing, obra de quem quer aparecer e não prestar serviço para o turfe. 

As chances de um cavalo sair do Brasil em Agosto para disputar com relativa chance uma prova dessas nos EUA em novembro é a mesma do Papai Noel aparecer na terra para realizar auditoria nas máquinas da CODERE como presente de natal para o turfe. Quem conhece o mínimo sobre aclimatação de PSI na rota América do Sul/América do Norte, ri – copiosamente -, disso. 

Veja, portanto, caríssimo Arthur, que as “férias” são inevitáveis... Todo o dia a gente se depara com uma dose cavalar de amadorismo, isso para utilizar o melhor dos adjetivos. Preciso passar o bastão para alguém (adoraria que fosse para você que é guerreiro) caso contrário o murro na ponta dessa faca vai acabar com o que resta dos meus dedos.

Eu duvido muito que o titular do “Santa Rita” tenha ficado contente com as 26 mil pratas de dólar jogados pela janela. Se estivéssemos na era LECCA, numa hora dessas, já teríamos – além do bravo José Augusto Seabra Sales -, um monte de postagens críticas. 

Você não acha? 

Luiz Carlos Ramos (20/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Política do JCB.

Ao meu caro visinho e socio do JCB Armando Bulamarqui.

Temos nos, os sócios do JCB, direito de opinar acerca da política de nosso clube.

Como nao opino na política do Country Club nem do Flamengo nem tampouco do Gentlemen

Club de Londres, pois nao sou sócio de nenhum destes clubes, nao concordo com pessoas nao pertencentes ao nosso corpo social, postarem textos relacionados a política, do JCB.

Um dos mais assíduos destes, pode até ser sócio recente. mas na listagem em meu poder, até o ano de 2012, nao fazia parte de nosso corpo social. E, espero que nunca seja admitido.

Com um forte abraco a seu pai Afonso, amigo e ex colega de diretoria do JCB.

Luiz Carlos Ramos

Alice Tavares Moura (20/07/2014) - Campos dos Gooytacazes/RJ

Srº Dannemann, obrigada pela atenção.

Aguardo novidades desse processo.

SALVEM O HIPÓDROMO LINNEO DE PAULA MACHADO!!!

Luiz Fernando Dannemann (20/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Cara Alice Tavares Moura,

O JCC, um belo dia, foi arrematado em leilão público, autorizado por um Juiz, para cobrir dívidas de tributos federais. Como tudo que acontece no Brasil, ali não foi diferente: apareceu um “Bode” que pagou 5 num terreno que valia 100. Vida que segue.

O que fiz – por iniciativa da diretoria da ACPCPSI - foi contratar um “bloco” jurídico e arcar com algumas despesas relativas a uma estratégia que foi montada pelos advogados que incluíram um minucioso e custoso Laudo de avaliação para mostrar que o Bode (num ambiente de Ratos) trocou a Lebre por um Gato. 

Pelo que sei o “milagre” teria sido alcançado e a arrematação interrompida. Cessou aí a minha participação. Peço aqui ao Diogo - em seu nome -, diretor da ACPCPSI, campista da gema, pessoa da melhor qualidade, que faça um relato atualizado sobre esta matéria. 

Um forte abraço!

Antonio Moura (19/07/2014) - Niteroi/RJ

SOBRE ELUSIVE QUALITY E SEUS PRODUTOS

Mudando um pouco o rumo crítico das costumeiras intervenções - como correm os produtos deste garanhão do TNT, o Elusive Quality! Tenho a impressão que são milheiros por excelência, mas que aceitam facilmente e sem perder qualidade o alongamento das distâncias até os 2.400 m, mormente se selecionados ventres de linhagens adequadas.

Quem sabe já não esteja na forja um novo BAL A BALI? Atrações deste quilate, ajudam (e como!) num quadro recessivo como este que o turfe brasileiro vem enfrentando no período pós Fragoso Pires, o último e verdadeiro "Homem do Turfe" à frente do JCB.

Antonio Moura

Ivor Lancellotti (19/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

S.r. Marco Antônio da silva, meu caro turfista me desculpe, mas quanto a sua bola de cristal está embaçada pra fazer essa previsão de que o Aécio Flavio vem em forte atropelada. O Brasil não fica no só no Leblon. Mas pode ir torcendo

Abraços

Alice Tavares Moura (19/07/2014) - Campos dos Gooytacazes/RJ

Ao Srº Dannemann, 

Sou moradora do Parque Jockey Club e gostaria de informações sobre o Hipódromo Linneo de Paula Machado (JCC). Soube que o Srº está em prol do Hipódromo, pois é muito triste vir a situação em que se encontra esse local, tudo destruído, abandonado pela atual gestão. 

As promessas são inúmeras, os trabalhadores que dependem deste serviço que foi extinto aqui, hj muitos não têm alternativas, pois não sabem fazer outra coisa. 

Olhe por esse lugar, por essas pessoas enquanto ainda seja possível.

Desde já agradeço a oportunidade.

Regina Tavares Ribas (19/07/2014) - Curitiba/PR

Pedido de socorro.Meu pai tem um haras de PSI todos com registro,porém não sabemos cuidar,ele faleceu e queremos vendê-los a custo baixo,para quem ame e saiba tratar deles.Fone de contato da filha - 41-99624477 -tim- Regina.Obrigada pela atenção.Observe: Minha mãe não tem condições de custea-los

Antonio Moura (18/07/2014) - Niteroi/RJ

A VERDADE E A EMOÇÃO

Foi impossível evitar a emoção diante deste último texto assinado pelo Dr. Arthur Stern e dirigido ao ilustre Luiz Fernando Dannemann; mais do que merecido, integralmente verdadeiro.

Aproveito a oportunidade para felicitar o Dr. Arthur por ter sido eleito por aclamação presidente da ACPCPPSI e a quem desejo profícua atuação.

Antonio Moura

Arthur Stern (18/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Querido amigo e parceiro de todas as lutas Dannemann,

Resumidamente, o que tentei passar ao Armando e creio que não consegui (tenho esta dificuldade já que meu raciocínio não é linear e às vezes acabo colocando muitos assuntos em um só) é que a minha geração não pode se dar ao luxo de se cindir pois o que não quero é correr o risco de que Arthur e Luiz Fernando não conheçam o turfe brasileiro. Obviamente que estou falando de outro Arthur, o Antonio, e outro Luiz Fernando, o Ramos! Por isto lutamos tanto em prol do turfe. Seria tão mais cômodo acumular maiores valores na conta bancária, evitar discussões com as mulheres por gastos com cavalos e aproveitar o tempo livre com viagens e a família ao invés de dedicar-se a lutar a favor do turfe. Uma pena sermos tão “burramente” apaixonados pelo esporte dos reis. Ou não!

Você é pessoa das mais importantes nesta, como já disse neste espaço, inglória luta em prol do turfe! Você é um baluarte da defesa do turfe brasileiro. Na minha história como turfista e sócio do JCB (me desculpem os antigos mas ela é de Itajara à Bal a Bali então não me venham com Escorial, Farwell e outros) você é, sem dúvida alguma, o maior benfeitor do turfe brasileiro. Suas ações em defesa dos profissionais do turfe carioca, em defesa das vilas hípicas do JCB, contra os tentáculos da CODERE e um sem número de outras ações é que resultaram no impedimento do extermínio (até agora) do turfe carioca e consequentemente do turfe brasileiro.

Infelizmente, tenho uma má notícia para você. Você não pode tirar férias, você não pode se cansar, você não tem o direito de desistir! A luta é inglória mas o turfe há de vencer!

Grande abraço,

Arthur

Marcos Antonio da Silva (18/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

O clube que não aumenta prêmios pagou os 26 mil dólares da inscrição do Bal a Bali na Breeders Cup .

Os milionários estrangeiros que compraram o craque da família Novis ,agradecem penhoradamente mais esta ação bem mal sucedida do clube mais generoso do mundo , o bobo-da-corte , o dadivoso Jockey Club Brasileiro .

Só não agrada osdonos de cavalo e profissionais. Com estes só pau na moleira .

Se o cidadão, contudo,for dono de restaurante , promotor de eventos ou queira propor qualquer ( péssimo ) negócio para o JCB , aí o tratamento será de rei .

Que o diga o ex-diretor que recebeu os espaços do clube para explorar desde a primorosa administração do magnífico Dr Taunay , o presidente que assinou com a codere para limpar um aval .

O engraçado é a pose desta gente.

José Augusto Seabra Sales (18/07/2014) - Brasília/DF

Só para tentar entender mais um assunto de alta complexidade nesse nosso Turfe. Com a venda de Bal A Bali para os americanos, a taxa de inscrição paga pelo JCB ( por nós) será ressarcida ao clube ? ou fez parte do pacote ??

Marcos Antonio da Silva (18/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Com a provável eleição do Sr Aecio Neves para a presidência da república ( a atropelada parece fulminante ) , penso que a codere irá desembarcar do JCB para procurar abrigo em outras paragens.

Paragens afastadas da Polícia Federal brasileira que irá , em um belo dia de sol , cerrar as portas da banca internacional que fez mixar o MGA e ganhou rios de grana com jogatina ilícita.

A codere deixará por aqui uns poucos gatos pingados para bodes expiatórios , além dos contratos e aditivos assinados por ela e pelos falsos bacanas que administraram o JCB .

Esses daí serão bastante chateados porque os delitos da codere , de quem são coniventes ou cúmplices ( quadrilha ?) , parecem de natureza continuada e até hoje produzem seus efeitos deletérios.

Será divertido ver o bacana tocando piano e tirando foto na Avenida Venezuela. 

Tec-tec-tec -tec , FLASH !!

Jose Roberto Giancristoforo (18/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Permita, pois copie sua frase. O JCB é um clube de turfe que possui piscina e vaga de garagem, e não um clube de vagas de garagem e piscina que possui uma atividade de turfe. Esse tem sido o problema do JCB, não ter sabido impor o seu compromisso estatutário.

Foi este pensamento e esta frase que me fez votar nesses que ai estão e que me arrependo tremendamente de ter votado e ter feito alguns amigos que nem votar iriam . Esse deve ser sempre o Objetivo do JCB em ser turfe e turfe e não ceder de jeito nenhum espaço para que no futuro venha sofrer como sofre com a Sede social da Lagoa que nunca deveria ter sido permitida sua instalação, ( primeiro erro ) pois foi ela que veio reclamar e acabou com O BOMBRIL dos cavalos , pois estava incomodando a quem nem deveria ali estar.

Luiz Fernando Dannemann (18/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Arthur Stern,

Não vou fazer qualquer tréplica ao texto do novo Armando em absoluto respeito ao antigo.

No Turfe, após décadas de dedicação (dentro das minhas limitações financeiras), quer como sócio do JCB – tentando fazer a minha parte -, quer na criação brasileira – tentando fazer o melhor -, quer como proprietário – tentando ajudar e incentivar os profissionais de turfe -, consegui amealhar apenas três correntes de “inimigos”:

O último mandatário do JCB, seus pares, empreiteiros, pilares e asseclas;

O atual mandatário, seus pouquíssimos pares e novos especuladores imobiliários;

A CODERE, seus pares e demais interessados no seu mais abrangente desempenho.

A primeira corrente nem preciso comentar muito... A vida do LECCA no JCB (como a de seus empreiteiros) teria sido um “Oasis” sem a minha presença. A sua garra e o espaçamento da sua “braçada” na contramão da atividade hípica, além de já ter derrubado PARA SEMPRE as vilas hípicas que hoje abrigam quase 1.000 cavalos e o famoso “Café da Manhã da ACPCPSI”, talvez pudessem perpetuá-lo no poder. Quanto a isso é bem possível que tivéssemos em substituição a lendária “Paula Machado”, uma longa era dos “Costa Carvalho”, para desespero dos meus netos, bisnetos e daquilo que ainda resta do nosso histórico rebanho de PSI.

Na terceira corrente os inimigos estão aí... Alguns declarados e outros indeclaráveis. Quanto maior o interesse pela CODERE, maior a raiva de mim. Eu devo ser uma espécie de assombração na vida deles, uma pedreira no sapato, uma verdadeira tesoura nos seus bolsos. Eles vivem aos sobressaltos esperando a próxima ação que farei contra os interesses deles, a favor do interesse do turfe Tenho que admitir também que a vida daquela empresa no Brasil teria sido muito mais “romântica” sem a minha presença. Há se seria!

Quanto a isso, quero aproveitar para provocar um novo pesadelo no sono dos lobistas da CODERE, uma nova dose de água no chopp deles, desta vez atuando em Brasília contra a cruel – e bárbara - pretensão da “expansão da sua rede de agências por outros estados da federação” (!?) Eles sabem perfeitamente daquilo que estou me referindo. O Raia Leve terá todos os detalhes sobre isso, incluindo o teor de uma vídeo conferência recente. Que isso sirva de incentivo aos novos “soldados” que deverão se alistar no meu lugar, nesta e em outras batalhas. 

Deixei por último a segunda corrente de inimigos que foram os legítimos herdeiros da minha luta, àqueles que – inteligente e sorrateiramente -, se prevaleceram dela para alcançar um poder que jamais conseguiriam por conta própria, com seus próprios pés. Eu fui a Kombi que transportou essa torcida do “América” Futebol Clube, nesta longa caminhada do ostracismo até o “Parque da Bola”, devo admitir.

Não posso defender o indefensável Carlos Palermo, um homem que habita o universo das pessoas mais ingratas e individualistas que eu já pude conhecer em toda minha vida, uma pessoa que não fez NADA daquilo que prometemos - eu e você -, não realizou NADA acerca do que tanto defendíamos.

Você melhor do que ninguém sabe que quando eu trabalhava duro para poder conseguir financiar a campanha dele para presidente do nosso clube – você sabe muito bem que eu não sou o "Bode" -, ele (alheio ao meu esforço) fazia planos e concessões se comprometendo a preservar – como indeléveis -, justo os meus inimigos, que na verdade eram e continuam sendo, os verdadeiros inimigos do turfe nacional.

Quero despedir-me do amigo – neste início de “férias” -, republicando uma postagem que fiz no dia primeiro de Junho de 2012 (devidamente arquivada neste site), na primeira hora daquele dia que amanhecia para ser o prenúncio de uma nova era para a combalida classe de profissionais; um novo tempo para o JCB; uma nova esperança para o Turfe brasileiro, quando conseguimos o milagre que nem o “mago” Julio Bozano havia conseguido: Devolver o turfe ao comando dos turfistas.

Que eles aproveitem bastante está dádiva que Deus permitiu. 

Que o "casamento" deles com os estacionamentos, albergues, retrofits, pilares, CODERE e principalmente com os "parques da bola" (em detrimento ao renovado voto de "divórcio" com a Lei do Turfe, patrocinadores, cooperativas, armazéns, marketing e com a honrosa remuneração para a cadeia do turfe) os façam felizes para sempre!

Luiz Fernando Dannemann (01/06/2012) - Rio de Janeiro/RJ

Boa sorte Palermo.

Nunca acreditei em vencedores e vencidos nas eleições do JCB, nessa não poderia ser diferente. Eu acredito apenas que o clube tenha conseguido eleger a melhor Chapa, a composição que reunia as pessoas mais comprometidas em eleger o próprio clube. É longa a estrada que começa hoje. 

Para conseguir administrar com sucesso o JCB, vai ser preciso deixar de lado as vaidades, abdicar de projetos pessoais e acreditar na força coletiva. As ferramentas sociais precisam estar lá, intactas, bem cuidadas, disponíveis e trazidas ao estado da arte para que não se caia numa “fraude social”, posto que foram aceitos sócios com outras finalidades que não a hípica.

No entanto, o compromisso agora é honrar com o objetivo principal do clube: As corridas de cavalo. Isto está lá, escrito na primeira linha do Estatuto, e quem comprou o título do JCB deveria ter prestado atenção nisso, deveria ter observado que não estava adquirindo ações de um parque aquático, ou de um edifício garagem. 

O JCB é um clube de turfe que possui piscina e vaga de garagem, e não um clube de vagas de garagem e piscina que possui uma atividade de turfe. Esse tem sido o problema do JCB, não ter sabido impor o seu compromisso estatutário. Este será para mim um dos grandes desafios do Palermo. O JCB vem rasgando a sua bandeira em benefício de atividades sociais que existem aos borbotões às margens da mesma Lagoa, e com expertise maior do que o nosso para determinadas atividades. 

Não. Definitivamente o JCB não é um clube social. O JCB apenas construiu um prédio no Centro da Cidade com garagem coletiva e outras áreas de lazer; o JCB ergueu um clube no centro de uma das pistas de treinamento do hipódromo e teve a sua base de associados ampliada em torno delas, escondendo dos novos sócios as tribunas, as pistas de corrida e principalmente o guichê de apostas. 

Muitos deste sócios frequentaram bingos, frequentam cassinos no exterior, mas o portão do hipódromo, nunca foi aberto pra eles, e muito menos lhes foi indicado o caminho das cocheiras, de que podiam servir-se delas, como serviam de uma coca-cola no bar do clube.

O compromisso Estatutário do JCB é com o Turfe. Os bens imóveis que o turfe conseguiu amealhar permitem uma taxa de manutenção de 250 reais. Os sócios que adquiriram um título do JCB apenas para jogar tênis deveriam entender isso, reparar nisso, e fazer de tudo para não inverter a essência do JCB e muito menos colocar em risco a sua Carta Patente. Administrar o clube, por sua vez, é preservar a integridade dela. 

O erro maior de alguns administradores foi - em troca de supostas e equivocadas bases eleitorais -, tentar convencer os associados de que a estrutura social financiava o turfe; o problema causado com isso foi que muitos passaram a acreditar piamente nessa blasfêmia, vários sócios passaram a achar mesmo - depois de muito convencimento -, de que o pagamento que faziam de 250 reais financiava a nossa criação de cavalos.

Jose Roberto Giancristoforo (18/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Estamos todos perdendo tempo em discutir tipo de contrato feito entre o JCB e os seus apadrinhados , eles ainda não estão prontos , pois não sabem qual a migalha vão dar ao JCB, tudo depende do resultado, pois o mais importante é a divisão e com certeza a menor parte ou mesmo a migalha vai ser a mínima possível, se assim não fosse tudo já estaria informado e esclarecido. Por isso venho sendo contra a qualquer tipo de contrato de aluguel que não tenha uma clausula que seja com a participação do Turfe e que o mesmo seja presente como principal . O JCB não pode e não deve ter seus espaços alugados em detrimento ou que valem nada , mas um dia a casa cai como caiu com os donos da Fifa que pensavam que poderiam fazer o que quisessem na terra dos tupiniquins , pois dizem que não sabiam que aqui isso era proibido e pior é que no final eles vão poder estar certo, pois grana tem bastante para mudar tudo e todos. Aqui no JCB quando saírem vão dizer também que não sabiam que estariam contrariando as leis do Turfe e os próximos ai perdoam os erros e assim o brasil vai junto ao JCB para o buraco que merece.

Claudio da Silva (18/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Senhor Hernani Santos, pelo seu relato, cheguei a conclusão que eles cravaram o 

cavalo favorito no pick 7, que parece montava o A. Mota, como furaram o bolo, ele levou dois

dias de suspensão.

Por outro lado, o A. Mota, esta com problema de peso, assim, relatou o fato no livro de ocorrência, que normalmente eles não fazem.

Talvez se fosse o D. Duarte, ficava ´por isso mesmo.

Armando Cesar Burlamaqui (17/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Arthur,

Apesar de gostar do bom debate, existem limites.

No mais, como já disse, não conheço os contratos e tampouco seus pagamentos, só espero que revertam em melhorias para o nosso clube.

Com relação ao Canto Aberto, agradeço verdadeiramente pela lembrança e por óbvio espero que as suas previsões se realizem. Apesar de suspeito, também acho que o Jallad foi muito feliz na sua escolha e ficamos muito contentes com a sua vitória no sábado.

Receba meu forte abraço

Armando Cesar Burlamaqui

Armando Cesar Burlamaqui (17/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Dannemann,

Confesso que já li e reli sua postagem e sigo sem entendê-la, principalmente qual parte do meu breve texto ao Senhor Marco Antonio da Silva possa ter sido o responsável por fazê-lo viver “um dos piores momentos vividos no Jockey Club Brasileiro”.

No entanto, você deve ter alguma razão, que verdadeiramente desconheço.

Só posso lastimar que veja como positivo repensar nossa amizade e ponha em duvida minha coerência, mas se é positivo para você, talvez você jamais tenha tido a mesma coerência na amizade e respeito que sempre tive pela sua pessoa.

Com todo respeito que sempre mereceu, não consigo visualizar (em nenhum momento) porque entenda estava fazendo uma defesa corporativista como afirma. Pelo contrario, sempre fiz questão de fazer todas as ressalvas que julgava cabíveis e reafirmar que estava, apenas, expressando a minha opinião.

Com relação às postagens que diz serem incoerentes com a minha opinião de hoje, até fui reler para reavivar minha memória, mas confesso ter sido eu, aqui, que não consegui concordar com a sua opinião. Senão vejamos:

Postagem de 18 de outubro de 2008: Mantenho o mesmo pensamento sobre o tema, qual seja, que o sócio que assim desejar, tem o direito de ter conhecimento dos termos de contrato firmado. Seja ele para reformar a raia, seja ele para locação de espaço.

Postagem de 23 de dezembro de 2008: Se tratou de postagem em desabafo a demissão do Cardoso, que trabalhava há anos no clube, ganhando salario baixo e estava próximo de se aposentar. Quanto ao tema, mantenho o mesmo pensamento, apenas não tenho conhecimento de situação idêntica em passado recente. E espero realmente não ter.

Postagem de 06 de janeiro de 2009: Se tratou de postagem em desabafo a publicação desta Associação, na qual em editorial esta agradecia pela criação da Prova Especial ACPCPSI. Mantenho o mesmo pensamento sobre o tema, acho incoerente a associação que criticava veementemente atos da administração, ficar lisonjeada por ter “ganho” um páreo em sua homenagem.

Postagem de 09 de março de 2009: Mantenho o mesmo pensamento sobre o tema, acho fundamental a busca constante pela credibilidade das corridas.

Postagem de 19 de março de 2009: Neste caso talvez você não se lembre do evento, que não se limitou ao peão do padro, tendo utilizado parte da raia de areia para o percurso de 8km no qual estiveram presentes em torno de 3.000 corredores. Aqui também mantenho o mesmo pensamento sobre o tema.

Postagem de 26 de maio de 2010: Acho desnecessário mencionar para você o que penso do assunto Codere. Nesta postagem questionava o que teria ocorrido para que o então Presidente afirmasse que não estava mais em vigor os termos do contrato firmado. Mais tarde descobrimos a existência do famigerado aditivo. Aqui também, ainda mantenho o mesmo pensamento sobre o tema.

Postagem de 25 de novembro de 2009: Confesso que não me lembro do motivo dessa postagem, mas na essência, mantenho o entendimento de que o doping deve ser severamente coibido.

Postagem de 30 de novembro de 2009: Igualmente confesso que não me lembro do motivo dessa postagem, por isso não vou poder te informar se ainda penso da mesma forma.

Postagem de 25 de janeiro de 2010: Naquela oportunidade criticava a minuta de Estatuto apresentada para apreciação dos associados, que no meu entendimento continha diversos erros. Se estava certo não sei, mas a proposta foi rapidamente engavetada.

Aliás, faço questão de registrar que permaneço com o mesmo entendimento contrario a remendos e que a atual administração deveria providenciar com urgência a modernização dos estatutos do nosso clube.

Postagem de 31 de julho de 2010: Não me lembro do motivo da postagem, mas com certeza teve algum fato que a motivo.

Postagem de 20 de julho de 2010: Mantenho in totum o entendimento expresso nesta postagem. O Jockey não pode ficar sem vice-presidente da Casa de Apostas e não deve ser permissivo com o jogo bancado.

Também tenho gosto por determinadas frases e citações, por isso vez ou outra as reproduzo.

Disse Shakespeare que “a tragédia começa quando os dois acham que têm razão”, como já disse, mesmo sem conseguir entender a sua, acho que esse é o caso.

Termino pedindo desculpas aos leitores deste espaço pelo tamanho do texto, tenho certeza que de nenhum interesse para maioria, mas infelizmente essa resposta precisava ser publicada no mesmo local. Prometo que é a última!

Arthur Stern (17/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Meu caro Armando,

Desculpe a mensagem um pouco longa.

Primeiro quero dizer que EU TENHO CERTEZA que sua vinda ao Espaço do Leitor, por si só já é importante, para dividir uma informação recebida do Presidente então, mais ainda. Portanto discordo totalmente de sua impressão de estar equivocado. Apesar da nossa diferença de idade, somos de uma mesma geração do turfe, uma geração que, como diz o amigo Luis Felipe Brandão, não pode se cindir. Concordo com o que ele diz pois caso contrário, assistiremos turfe na França, na Argentina, em Cingapura, em qualquer lugar, menos no Brasil. Ele tem uma contagem muito baixa desta geração mas a minha é maior e tenho certeza que podemos, com algumas ações, agregar mais algarismos neste número.

Em relação ao tipo de contrato, não gostaria de me estender pois teríamos que entrar em mais detalhes mas como disse, é apenas uma questão filosófica, nada relacionado ao caso específico até por falta de subsídios para avaliação. É a mesma dúvida que alguma empresa pode ter em relação a fazer um contrato de preço fixo ou de tempo e material com outra. A questão é o seu conhecimento do escopo e o nível de controle que pode ter. Quanto maior o seu conhecimento sobre o escopo, menor o nível de controle exigido e mais próximo do contrato de preço fixo se chega. 

Para traduzir para a nossa realidade, o escopo é absolutamente conhecido já que o contrato refere-se ao aluguel de um espaço fisicamente determinado por um período determinado e com fornecimentos por parte do JCB totalmente claros. Nossa capacidade de controle no JCB é zero, ou praticamente zero, o que repito, não é nenhum demérito para um clube. Em relação a divisão de resultados, diga-se de passagem, contratos de preço fixo são exatamente assim, passam todo o risco para neste caso, o contratante (ou para o contratado no caso de uma relação de fornecimento), ou seja, toda a margem obtida (seja ela negativa ou positiva) fica nas mãos do contratante e o mercado acaba se encarregando de fazer com que a divisão seja justa nas condições normais e benéfica para uma das partes em casos anormais. Esta é a "regra do jogo" e o combinado NUNCA sai caro, nem mesmo para quem eventualmente perde. Mesmo assim, caso quiséssemos participar de alguma maneira do resultado de algo que não faz p arte do “Core Business” do JCB, o que não é indicado, que pensássemos em algo mais direto, menos complicado de ser controlado, como uma porcentagem da receita bruta (exemplificada como 5%, 10% ou o que o mercado entendesse). Repito para que fique claro que não é o indicado, não é nosso negócio, não sabemos avaliar este tipo de negócio (nem restaurantes e estacionamentos), muito menos seus custos e receitas. 

Temos bons exemplos negativos de contratos em vigor no JCB aonde recebemos sempre pelo mínimo e “acreditamos”, assim como as crianças em Papai Noel, no declarado pela outra parte visto que não temos poder de controle destes contratos. Para lhe confidenciar uma história que não sei se conheces, no mínimo engraçada, o ex-presidente Lecca, cobrado por um sócio, nosso companheiro antigo nesta luta inglória em prol do turfe, questionou uma destas “outra parte” a respeito de uma possível sonegação ao JCB. A “outra parte” respondeu que do JCB ela não sonegava, que ela sonegava impostos, tinha caixa 2 e tudo mais mas do JCB ela não sonegava de jeito nenhum. Disse, no mínimo engraçada pois do governo, que possui fiscais, multa, processo por sonegação fiscal e o “raio que o parta”, a “parte” sonega mas do JCB que simplesmente acata o número que lhe é passado sem nenhum tipo de auditoria ou checagem, ele não sonega! Que história bonita de amor ao clube!

Resumindo a questão dos nossos inquilinos, independente dos contratos estarem celebrados filosoficamente errados, não será esse, pecado algum, caso apareça uma boa quantia na rubrica citada por mim na postagem anterior e com isso possamos viabilizar uma boa correção nos prêmios em 2015.

Apenas para esclarecer um último ponto, o JCB não possui e os shoppings também não possuem em seus quadros equipe para auditoria. Essas equipes são contratadas temporariamente. Na verdade há empresas especializadas nisto até porque a auditoria duraria apenas um mês.

Bom, deixemos os contratos de lado e gostaria de dizer que não mereço Parabéns nenhum. Aliás, quem merece é você e seu pai, pela criação de um animal como o Canto Aberto! Que potro lindo! Parece o Trempolino novamente. Que raça! Da maneira como ganhou e pela raça que tem me arrisco a dizer que está nas mãos do amigo Jallad um dos participantes do G.P. Brasil de 2015. Não costumo me enganar quando me impressiono com um animal e a vitória do Canto Aberto, aliada ao seu físico e raça me deixam a nítida impressão de tratar-se de um animal absolutamente diferenciado, especialmente com o aumento da distância.

Oscar Silva (17/07/2014) - Brasília/DF

Vocês precisam informar que o jóquei T.J.Pereira já ganhou 23 páreos em sua temporada nos Estados Unidos.

Hoje, no hipódromo de Del Mar, na California, ganhou um páreo, de ponta a ponta na milha, com o cavalo brasileiro Hawk’s Eyes, de propriedade da Coudelaria Jessica.

Rafael Cavalcanti (17/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Como os mais atentos no noticiário já devem saber, morreu hoje o árbitro de futebol Armando Marques, que durante muitos anos manteve na Gávea o Stud Tia Odete e foi o responsável direto pelo início de carreira do treinador João Luiz Maciel, um dos melhores de todos os tempos. Fica o registro

Ernani Santos (17/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Ao Sr. Claudio da Silva

apenas a título de informação as corridas do dia 11/07/2014 foram acompanhadas pelos Comissários mencionados na sua postagem. Porém, o julgamento de delitos de raia e outras coisas mais é sempre feito no dia seguinte, de modo a se ter acesso aos registros de ocorrência dos jóqueis, treinadores e veterinária, entre outras informações relevantes. Assim, os Comissários que foram citados por você aplicaram as penalidades da corrida do dia 07/07/2014 e os comissários que aplicaram as suspensões que você reclama foram os que estavam no dia 12/07/2014.

Também fico sempre na expectativa de explicações por parte dos comissários, mas tento fazer a minha análise das coisas. Acho que o animal do MAlmeida fez um movimento mais forte que o animal do APaiva. O APaiva saiu um pouco enquanto que o MAlmeida correu muito pra dentro. Por isso imagino que ele tenha recebido um dia a mais. Também notei que o prejudicado pelo MAlmeida foi o animal favorito do páreo, que só perdeu por causa do prejuízo. Eu mesmo não discordo do julgamento, ainda mais porque o prejuízo foi contra o animal favorito.

João Carlos Almeida (17/07/2014) - São Paulo

Prezados Senhores

Diversos clubes possuem o mínimo de informatização em seus sites. Hoje em dia, centenas deles, pelo Brasil afora, tem o controle de acesso dos sócios com senha individual, de modo que só de posse da senha é que o sócio acessa o site.

Ou seja, como em uma conta em um banco, o acesso é seguro e confiável.

Se o TI do site quiser, ainda pode instalar um programa que rastreie tudo o que a senha viu, ou seja, emite um relatório de que locais e páginas foram visitados no site.

O meu clube aqui em São Paulo é assim.

O Jockey Clube Brasileiro não é um clube pequeno, é grande e movimenta milhões. São 6.000 sócios, e de mensalidades devem ser mais de R$ 2.000.000,00/mês que entram no cofre do clube. Foram as outras receitas, que não devem ser poucas.

Em qualquer negativa de se ter transparência 100% nos contratos, pode ser interpretado de várias formas. Aí vai da cabeça de cada um...

Ou será que a transparência poderia atrapalhar alguma coisa ?

Armando Cesar Burlamaqui (17/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Senhor Christian Sharp,

Realmente não lia a sua postagem, tenho acessado bem pouco este Espaço.

Talvez o Senhor não tenha se dado conta de que na postagem a qual se refere, eu estava respondendo questionamento do Sr. Marco Antônio, dirigido a minha pessoa.

Exatamente como o faço agora ao Senhor e pretendo fazer mais tarde ao Sr. Luiz Fernando Dannemann, dando por finalizada essa minha breve participação.

Sabe como é, infelizmente nem sempre os compromissos nos permitem dedicação ao bom debate turfístico, aliás, ultimamente no meu caso bem poucas vezes.

Respeito a sua posição e entendimento, mas penso que os contratos do clube só interessam aos sócios do clube.

Daí, como o site do clube não é privado e qualquer pessoa poderia acessar seu conteúdo - sócio ou não, bem intencionada ou não -, acho que a divulgação deve ser precedida de iniciativa do sócio interessado.

Em realidade, depois de vivenciar algumas situações extra Jockey, acabei formando essa opinião.

Como já disse e agora repito, o associado que assim desejar deve buscar junto a direção do clube informação ou ciência do instrumento ou assunto que tenha interesse. Requerimento esse, repito, o qual excetuando-se casos excepcionais, entendo deva ser prontamente atendido.

É apenas como penso!

Atenciosamente

Armando Cesar Burlamaqui

Armando Cesar Burlamaqui (17/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Senhor Marco Antônio da Silva,

Apenas para esclarecer, não sou diretor do clube.

Sou apenas sócio (além de criador e proprietário), assim como acredito também seja o Senhor.

Apesar de pouco importante, esclareço que com relação a compromisso (do passado ou do presente), tampouco é o meu caso!

Atenciosamente

Armando Cesar Burlamaqui

Armando Cesar Burlamaqui (17/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Arthur,

O retorno vai ser breve, apenas pensei que deveria dividir a informação que possuía com essa comunidade que tanto prezo, mas já percebi que estava equivocado.

Fiz questão de registrar que estava, "em prol de tentar ajudar a esclarecer", retransmitindo o que havia escutado do Presidente. E ressalvei, que por não ser conhecedor do assunto, não era a pessoa ideal para analisar se bom ou ruim a formatação idealizada.

Como também, não sei se seria melhor participar com 5% do bruto ao invés de 50% do líquido.

Acho, apenas, que a dificuldade de fiscalização ocorre em ambas as hipóteses (líquido ou bruto). 

Em verdade, não tenho conhecimento se o clube tem equipe capacitada para essa conferência, típica de shopping centers.

Agora, partindo do pressuposto de que os termos do contrato são esses e de que será regularmente cumprido (o que esperamos e acreditamos), assim como de que o evento foi o sucesso que escutei, por se tratar de contrato de longa duração (até 2016), me levo a pensar que talvez tenha sido melhor mesmo trabalhar com o resultado líquido. Isso porque, como teoricamente o investimento deve ter sido integralmente amortizado neste período de Copa, temos que daqui em diante será quase tudo lucro.

Apenas como paradigma e baseado mais uma vez também no que escutei, parece que o clube trabalha assim com o Palaphitas e dizem que o retorno tem sido bem maior que se cobrassem apenas aluguel fixo. No caso do Palaphitas, parece que existe um valor mínimo garantido ou um percentual, o que for superior.

Como você, também espero que todo o retorno obtido com esses espaços do hipódromo cedidos em locação sejam revertidos para o turfe.

Por fim, também não estive no tal "Parque", mas diversas pessoas conhecidas foram e elogiaram bastante, inclusive meus filhos. Ontem mesmo uma conhecida, que foi no último sábado, comentou que ao passar em frente as tribunas e perceber que era dia de corridas, se sentou com seu grupo e ficaram apostando e se divertindo, adiando em mais de uma hora a entrada no parque. Confesso que nem de longe achei ruim!

No entanto, lendo seu texto me dei conta de que realmente falhou a direção do clube ao não ter buscado negociar a montagem de uma "casa do cavalo" dentro do parque, com objetivo de divulgar melhor o nosso turfe. Fica a boa ideia, quem sabe para os próximos eventos.

Receba meu abraço e os parabéns pala eleição de ontem

Armando Cesar Burlamaqui

Arthur Stern (17/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssimo Marco Antonio Silva,

Felizmente para alguns, não possuo dons magistrados para a condenação jurídica. De antemão peço profundas desculpas pela palavra mal empregada no afã de chegar ao ponto principal do meu texto. Talvez seja a idade e a falta de tempo para reler o texto. No entanto, o senhor apesar de homem culto e experiente que é, talvez pela costumeira utilização da palavra em seu ambiente, o jurídico, não cogitou que a palavra condenação, também possui o significado de “Censura, Reprovação” e este foi o objetivo. Com isso, reitero as desculpas e o reconhecimento de que a palavra, mesmo no sentido utilizado por mim, foi mal empregada já que no fundo, acredite, tenho certeza que temos os mesmos objetivos!

Grande abraço,

Arthur

Marcos Antonio da Silva (17/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

O novel presidente da ACPCPSI "condenou" a postagem pela qual narrei o óbvio ululante. 

Não sabia que o importante Dr Stern possuia dons de magistrado para condenar uma pessoa , muito menos eu que pautei minha vida inteira pelo caminho da retidão .

Quando trabalhei na corregedoria , muitos de minha família temeram por minha saude face as ameaças continuadas que sofri em decorrência da apuração de falcatruas e outros delitos.

Não posso deste modo aceitar a condenação que sofri, apenas porque apontei inconsistências na administração do JCB .

A exibição de contratos de consequencia pecuniária relevante , constitui obrigação SIM do administrador e a negativa de apresentação de tais documentos milita contra a noção comum de probidade.

Se alguém deve ser condenado , decerto não serei eu pois nunca tolerei a codere , jamais tirei um bolinho de fubá do JCB e repilo a falta de transparência administrativa .

O sr , na condição de sócio , tem o direito de exigir a exibição de qualquer contrato celebrado pelo clube.

Por quê assim não procede ao invés de implicar com este antigo turfista ?

Christian Sharp (17/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Ao

Dr. Armando Cesar Burlamaqui

Prezado Senhor

Com certeza o Sr. não leu a minha postagem no RL do dia 15/07 onde solicito que o Presidente autorize a publicação no site do JCB de todos os contratos de alugueis firmados pelo JCB e em vigor , mostrando assim total transparência .

Não é para envia-los aos sócios como o Sr. alega em sua postagem devido ao alto custo, estamos em 2014 e não no tempo da caneta Parker 21.

Atenciosamente

Christian Sharp

Paulo Venicius Cardoso (17/07/2014) - Matinhos/PR

É O. FIM DO MUNDO.

Não tendo competência a diretoria do Jockey Club do Paraná,não satisfeitos com a vergonha

que causaram para toda a coletividade turfistica paranaense,agora, pasmém, contrataram um lobista do Distrito Federal, para tentar solucionar a CASSAÇÃO DA CARTA PATENTE, .

Segundo consta, alguns diretores foram a Brasilia e nem recebidos foram pelo MINISTERIO

DA AGRICULTURA,sendo barrados na entrada, que vergonha!

É sabido entre os proprietarios, criadores e profissionais do turfe paranaense que não existe atualmente ninguém da diretoria que tem o minimo de capacidade, influencia e preparo para solucionar este problema junto ao Ministério.

Por favor. Sejam no minimo humildes e entreguem para pessoasque querem salvar o nosso JOCKEY CLUB DO PARANÁ, uma entidade centenária.

QUEM NÃO TEM COMPETENCIA NÃO SE ESTABELECE.

FORA JÁ!

Jose Roberto Giancristoforo (17/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Contrato de gaveta: 100 % dos contrato de gaveta tem esse objetivo.

É fácil saber como funciona um contrato de gaveta , eu nos 69 anos de vida vi muitos e combati muitos desses contratos que é simples e grosso. Se der lucro o Contrato é por preço fixo e fixado após o evento, caso esse eventos desse com burros n’agua , o Brasil desclassificado na primeira fase ( Deus não quis) e chuva o tempo todo, apareceria um contrato de sociedade em 50 ? 50 % ou pior do que isso. Agora ainda não deva dar para se definir o tipo que será válido e apresentado , mas já deve ter seu rascunho já sendo estudado, pois o otários reclamam e para o bom oficio se deve a um dia dar conhecimento e depois não venham me dizer que foi feito sem que se soubesse a grandeza do evento. Todos os contratos de gaveta são para que se possam auferir um grande lucro , maximizar o máximo esse lucro para que a divisão venha ser feita. Esse tipo de contrato é espalhado por todo Brasil e parece até que uns acham que é honesto pela sua simplicidade. Todos os contratos honesto são divulgados antes do fato. A pouco tempo me deparei um num desse tipo que tinha os 2 até firma reconhecida para dar validade de data ao mesmo.

Arthur Stern (16/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Meu caro Armando, muito bom vê-lo de volta a este democrático espaço que nos orgulhamos em manter. 

Melhor ainda ver as informações trazidas por você uma vez que tanto você quanto o Presidente possuem credibilidade suficiente para que as palavras sejam levadas a sério. Diante disso, condeno o nosso leitor Marco Antonio Silva e como sócio, não desejo ver nenhum documento que comprove o dito neste espaço a respeito da negociação do tal Parque da Bola.

Infelizmente não pude comparecer ao evento mas muitos amigos foram e vi fotos mostrando frequência maravilhosa, especialmente feminina, o que acabou atraindo também todos os “marmanjos” do Rio de Janeiro e do mundo. Só de ver amigos meus que nunca pisaram no hipódromo dizendo que iam ao Jockey, me senti feliz. Acho que este é o sentimento de todos nós turfistas quando escutamos isto de quem não faz parte deste mundo que tanto amamos, embora eu soubesse que estavam indo lá não para ver corridas de cavalos mas sim com outros objetivos. Fiquei um pouco decepcionado ao ter o retorno de que nenhum deles teve contato nenhum com cavalos, com a história do turfe ou mesmo com alguém que os explicasse sobre corridas de cavalos mas de uma maneira geral puderam ver a pista (descobriram até que aquela pista verde é uma grama aonde os cavalos correm) e o hipódromo. Resumindo, não deixa de ser uma propaganda positiva para o turfe termos milhares de pessoas no hipódromo mesmo que não ofereça mos nenhum tipo de contato destas com o turfe. Afinal, quem sabe alguém não resolve voltar para ver outro tipo de potranca?

Falando nas milhares de pessoas presentes ao evento, em uma apresentação da própria organização do evento que possuo (posso lhe repassar caso se interesse), o público estimado para o evento foi de 200.000 pessoas que pagaram ingressos a partir de R$ 30 (com VIPs chegando a R$ 180), destacando que o grande diferencial do evento seria justamente a localização privilegiada, ou como descrito na apresentação um “espaço único, vizinho ao Jardim Botânico, sob os braços do Cristo Redentor e ao lado da Lagoa Rodrigo de Freitas”. Estas pessoas consumiram aproximadamente 90 mil cachorros quentes a R$ 7,00 cada um e 30 mil fatias de pizza a R$ 10,00 cada uma. Só isto, representa uma receita de aproximadamente R$ 9.000.000,00. Fora a quantidade de vezes em que as pessoas andaram em rodas gigantes a R$10,00, jogaram futebol inflável a R$ 10,00 e deixaram suas crianças no Espaço Baby a R$ 25,00 cada 30 minutos, além é claro, dos refrigerantes, cervejas (isto não deve ter sido pouco), outra s comidas e atividades.

Tenho certeza que você sabe disto mas para os leitores que desconhecem, este ano o JCB distribuirá o montante de aproximadamente 26 milhões de reais em prêmios a todos os envolvidos com o turfe, ou seja, profissionais, proprietários e criadores. Isto representa uma QUEDA NOMINAL (obtida com a queda vertiginosa a quantidade de páreos), ou seja, SEM descontarmos a desvalorização da moeda, de quase 20% em relação a 2013 (pouco mais de 34 milhões) mas isto é papo para outro momento. Na verdade a comparação que desejo fazer é que isto é aproximadamente um parque da bola, ou seja, durante todo o ano de 2014, toda a cadeia produtiva do turfe receberá do JCB o que em um mês um evento faturou dentro das dependências do hipódromo. 

O que quero dizer com isso, que deveríamos nós, JCB, termos feito o Parque da Bola? Lógico que não, não teríamos esta capacidade de movimentação. 

Que o que foi citado por ti negociado pelo Presidente foi ruim? Não, assim como você, não tenho capacidade técnica para fazer tal avaliação. Aliás, eu mesmo escutei do Presidente que tanto o estacionamento quanto o novo espaço do Roberto Bar na tribuna especial, possuem o mesmo tipo de acordo, ou seja, o JCB possui 50% do lucro líquido. Diante disso, isto me parece ser uma prática do mercado, pelo menos dentro do JCB. 

Com dito acima não tenho capacidade técnica para avaliar este tipo de negociação mas apenas como especialista em gestão de empresas e de projetos te digo que optaria (e aí, não é uma questão de “páreo corrido” mas sim filosófica) por um contrato de preço fixo ou mesmo uma porcentagem da receita bruta obtida com o evento (poderia ser 10%, 5%, ou o que fosse razoável para o mercado). Para calcularmos o lucro líquido da operação demanda-se um nível de auditoria e até de fiscalização da operação que me parece absolutamente fantasioso que o JCB disponha de profissionais e principalmente disposição para tal, o que não é demérito nenhum dado o nível de controle que se deve ter. Um bom exemplo disto é a CODERE, instalada dentro de nossas dependências e que possui um MGA absolutamente desconhecido e incoerente com algumas informações que obtemos informalmente. Isto poderia ser resolvido facilmente (comprovando a falácia ou calando a boca dos que duvidam do declarado) fazendo-se uma “a uditoria de shopping” durante um mês. O mesmo ocorre com o restaurante Vitória e agora com o Parque da Bola, com o estacionamento e os outros espaços do sócio Roberto Bar.

Na verdade, para resumir, não quero ver os contratos e nem saber quanto foi o lucro líquido da operação. Quero apenas verificar que os míseros menos de dois milhões de reais (na verdade 1,787 milhão) arrecadados com “Alugueis e arrendamentos” pelo "hípico" em 2013 foram multiplicados por pelo menos 10 em 2014 com a adição, entre outros, do Parque da Bola, dos espaços do Roberto Bar, dos estacionamentos e do Rubaiyat pois do contrário algo estará muito errado nas contas do JCB. E aí, poder em 2015, cobrar um aumento real e significativo de prêmios visando diminuir a pior relação prêmio/trato da história do turfe brasileiro com dinheiro INCONTESTAVELMENTE obtido pelo turfe, visto que alguns insistem em contestar que um bem que tenha sido comprado por você não deve ter seu aluguel revertido para seu sustento mas sim para o sustento de outrem.

Grande abraço,

Arthur

Marcos Antonio da Silva (16/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr Dannemann ,

O Sr foi o eleitor numero 1 do Presidente Palermo ..

Nada mais natural , portanto , se transformar no sócio mais indignado com uma administração que não é transparente , não prestigia o cavalo , desagrega a diretoria e afasta os sócios do convívio social.

Faz muito bem quando deplora a postura de alguns que , hoje , alçados ao poder , esquecem os compromissos do passado.

Quando era oposição : pau na diretoria e no presidente.

Virou diretor : presidente é lindo e pode tudo. 

Até ocultar a verdade e causar prejuízo ao clube .

Aprecio os diretores de oposição : Barcellos , Coelho e Jack Bell e sei do valor destas pessoas.

Infelizmente , porém , deveriam renunciar .

Até para se proteger pois o cajado virá forte como já anunciado.

Luiz Fernando Dannemann (16/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Armando Burlamaqui,

Ler a sua postagem de ontem, endereçada a Marcos Antonio Silva, foi um dos piores momentos que eu vivi no Jockey Club Brasileiro.

Por outro lado pode ser que tenha sido positiva – embora terrivelmente triste -, na proporção que me fez repensar o quanto fui tolo ao acreditar na sua amizade, na sua gratidão e principalmente na sua coerência. 

A sua defesa corporativista – de efeitos e destinatários múltiplos -, me fez refletir durante boa parte da madrugada, quando relia os seus textos (dede 07/03/2006) - muitos deles de forte apelo crítico às administrações passadas, se não era chegada à hora de pedir “baixa” do meu humilde posto de soldado raso neste exercito de poucas fardas.

O JCB é um clube diferente dos demais, diferente do Piraquê, do Caiçaras ou do próprio Country que você tanto frequentou na sua vida; o JCB não é – tão somente -, um clube de “associados” já que deve respeito e atenção a outras classes que não compõe o seu quadro social, como os turfistas, criadores e proprietários de cavalo; deve, sobretudo, satisfação à classe de profissionais que dependem da atividade hípica para viver, não esquecendo também das comunidades rurais carentes de uma boa administração na ponta da cadeia.

Ademais o JCB deve respeito à Lei do Turfe que consigna determinados deveres ao clube que precisam ser atendidos para o bem de todos e a felicidade geral da nossa nação. O “Parque da Bola”, portanto, não faz parte do número centenário de locações que o clube possui, ele deveria ser a esperança do futuro e não a festa do presente.

Para que você relembre aquele Armando de outrora, que pensava como eu diante das intransparências, descasos e irresponsabilidades para com as corridas de cavalo; o Armando que não tinha simpatizantes no poder; o Armando que pensava diferente do Armando de hoje, vou reproduzir apenas algumas postagens suas – das muitas que você fez nestes últimos oito anos.

Veja Armando o que você escreveu no dia 18 de outubro de 2008 quando o LECCA não deu visibilidade de um simples contrato de reforma da raia de grama (imagina se fosse o Parque da Bola):

“...Discutir se os sócios do clube tem o direito de saber os termos do contrato de reforma da RAIA? Penso que seria no mínimo uma medida inteligente da Diretoria (vejam que não falo em discutir seus termos, apenas DAR CONHECIMENTO aos seus termos), mas cada um sabe a transparência que deseja dar a administração que comanda”.

Veja o seu legítimo desabafo feito no dia 23 de dezembro de 2008:

“Que matemática é essa? Enquanto os "protegidos" ganham remunerações elevadíssimas, com muitas dúvidas sobre a devida contra-prestação, o funcionário Cardoso, que trabalhava no clube há muitos anos estacionando carros e ganhava um baixo salário, é o mais novo demitido da atual administração! É triste, já foram os seguranças, os médicos e agora aquele que estacionava nossos carros! Enquanto isso, o Departamento de Marketing segue inchando, mas marketing que é bom, NADA...”.

Em 06 de Janeiro de 2009, você já abriu o ano com um desabafo público comentando a nominação de uma prova especial:

“Decepção é a primeira palavra que me veio em mente! O nosso turfe vai de mal a pior, os funcionários do clube são mau tratados e o Presidente da nossa associação agradece por terem "agraciado" esta comunidade com uma Prova Especial no calendário de 2009.

Só pode ser piada e de mau gosto!”.

Ao Sergio Barcellos, em 09 de Março de 2009 você desabafou:

“...O turfe precisa se estruturar urgentemente! É imprescindível recuperar a credibilidade das sociedades promotoras de corridas ao invés de acreditar, unicamente, que soluções extra turfe serão a salvação”.

Em 16 de Março de 2009 você não poupou criticas a um evento paralelo que ocorreria no interior do hipódromo e que acusaria incômodos muito inferiores ao “Parque da Bola”, relembre agora o que você disse naquela oportunidade:

“Questão de bom senso... Conforme vem sendo amplamente divulgado, no próximo dia 01 de abril, será corrida a I Corrida Cross Country Indoor NAS PISTAS do Jockey Club Brasileiro (?). Além de ser a primeira corrida cross country noturna realizada no Rio de Janeiro, todo percurso de 8km será sonorizado (!) - coitados dos cavalos das Vilas Hípicas.Sei que é difícil, mas, por favor, TENHAM BOM SENSO”.

Em 26 de maio de 2010 você utilizou o Raia Leve para tentar obter informações sobre o Contrato da CODERE, relembre:

Pela declaração do Presidente, parece que o JCB e a CODERE romperam (porque não acredito que tenham sido modificadas as cláusulas do contrato). Isso porque, o Presidente declara expressamente que "o nosso último aumento de prêmio teve subsídio expresso pelo acordo que tínhamos com a Codere, ACORDO ESTE QUE NÃO ESTÁ MAIS EM VIGOR". É sabido que a CODERE deve milhares de reais ao JCB, por conta do não cumprimento de cláusulas do contrato. Agora o Presidente afirma que o ACORDO não está mais em vigor! Alguém sabe explicar o que aconteceu?

Em 25 de novembro de 2009, desta vez citando Ruy Barbosa, você desabafou

“A pena deve ser suficientemente forte para coibir o infrator de praticar o delito. Pois bem, refletindo sobre a frase acima, é fácil concluir que a atual Diretoria do JCB, leia-se, seu Presidente e a Comissão de Corridas, são demasiadamente permissivos com aqueles que praticam o doping no turfe carioca. Já nos ensinou Rui Barbosa: “Cada atentado que se tolera à desordem é um novo alimento que se lhe ministra."

Em 30 de novembro de 2009 você foi muito claro quanto a falta de posicionamento da diretoria do JCB quando se dirigia a Sergio de Souza Leite:

“...De início, esclareço que, infelizmente, com a atual administração do Jockey Club Brasileiro não duvido mais de nada. Lembro apenas para a Diretoria do clube, que aquele que não se manifesta contra uma atitude concorda com ela. Há muito, este é o significado da máxima “quem cala, consente”.

Em 25 de janeiro de 2010 quando se dirigiu ao Beto Gama, quanto a uma proposta de mudança de Estatuto, você não poupou críticas ao presidente:

“...Porém, como de costume, o Presidente Lecca decidiu apresentar o (seu) remendo inicial, sabe-se lá redigido por quem (certamente mais uma pessoa que nunca teve nem a curiosidade de conhecer o nosso Jockey Club), para aprovação do Conselho em janeiro de 2009. “Se existe um culpado, este é tão somente o Presidente Lecca, que pretendeu apresentar um remendo, e não texto da magnitude do nosso Jockey Club”.

Em 31 de janeiro, ao desabafar para o Sergio Barcellos você não deixou dúvidas sobre o seu sentimento:

“Desculpa, mas nem Freud explica tamanho descaso da atual administração para com o JCB”.

Em 20 de Julho de 2010, numa postagem dirigida a mim, você fez um elenco de críticas ao presidente: 

“...O atual Presidente brinca com o cargo que caiu no seu colo, sem ter nenhuma noção do que seja o Jockey Club, nem do mau que lhe causa”;

“...O atual Presidente deixa vago o cargo de Vice-Presidente da Casa de Apostas. Com certeza deve achar que este não é um setor importante para o Jockey Club”; 

“...Na verdade, parece que para o atual Presidente, quando o assunto é jogo, só tem olhos” para Codere. Para Codere deu acesso as Tribunas, deu o Credenciado do Centro, etc...”.

“...A conivência do atual Presidente com o jogo bancado é assustadora, mas não é nova”.

“,,,O jogo bancado é predatório. Só não vê ou assumi isso quem não quer!”.

Veja, Armando, que você para criticar não foi obrigado por ninguém a candidatar-se ao cargo de Presidente do JCB, assim como uma dona de casa que reclame da insegurança no seu bairro não é sentenciada a assumir a Secretaria de Segurança Pública. 

Para terminar, pedindo desculpas aos leitores pela paciência, vou encerrar com uma outra citação de Olavo Bilac:

“A pátria não é a raça, não é o meio, não é o conjunto dos aparelhos econômicos e políticos: é o idioma criado ou herdado pelo povo”.

Claudio da Silva (16/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezados senhores, não entendi porque no dia 11/07/2014, o jóquei M.Almeida, foi suspenso

dois dias por prejudicar competidor na partida.

Entretanto, no mesmo dia, o jóquei A. Paiva, pelo mesmo motivo, foi suspenso um dia.

Foram os seguintes os comissários:

Fernando Ferreira Botelho

Gustavo Henrique de Freitas

Nilo Torres Ramos.

Gostaria de saber porque tal procedimento adotado, esquisofrênico.

Boa tarde.

Antonio Moura (16/07/2014) - Niteroi/RJ

O DIREITO DE CADA UM

Tenho evitado manifestações acerca dos contratos firmados com as atuais parcerias do JCB, uma vez que não sou sócio do Clube e não me parece ético meter o bedelho em matéria que escapa ao meu conhecimento e principalmente ao meu interesse direto.

Pelo que sabemos, no entanto, é que não faltam na atual administração profissionais de notório brilho em ciência jurídicas. Seria inadmissível, assim, que qualquer dos contratos firmados fira os reais interesses da entidade.

Antonio Moura

Paulo Márcio (16/07/2014) - Cachoeiro de Itapemirim/ES

Mais um desvio de linha, em plena reta de chegada, da "joqueta" Lu Andrade com prejuízo claro a égua que chegou em terceiro no nono páreo de 15/ 07/14. Gancho nela! É muito fraquinha e ainda compromete o resultado das corridas.

Marcelo Kaufmann (16/07/2014) - São Paulo/SP

O FELIPÃO.

O Antônio Manteli está certo! Descobrimos o verdadeiro Felipão do Turfe!

O gaúcho Flavio Obino Filho está para as corridas assim como o também gaúcho Scolari está para o futebol. Ambos mandam e desmandam, caracterizados por falta de novas ideias. O que esperar do futuro do turfe com liderança estranha aos interesses específicos dos Jockeys Clubes?

É acreditar em Papai Noel ou em Coelhinho da Páscoa...

Paulo Márcio (16/07/2014) - Cachoeiro de Itapemirim/ES

Essa tal de Lu Andrade é uma temeridade aos apostadores e aos seus colegas de trabalho! Os delitos de raia cometidos por ela no terceiro páreo da reunião do dia 15/07 ,na partida e durante a variante são medonhos. Espero que as punições aplicadas a ela sejam tão duras quanto às aplicadas aos verdadeiros profissionais.

Armando Cesar Burlamaqui (15/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Senhor Marcos Antonio da Silva,

Com todo respeito, penso que enviar todos os contratos para todos os associados seria uma tarefa insana e custosa.

Apenas de locação, estimo que o clube possua mais de uma centena de contratos em vigor.

No mais, o clube possui um quadro diretivo legitimamente constituído e para quem os sócios delegaram a sua gestão.

Por óbvio, isso não impede que o associado, que assim desejar, busque junto a direção do clube informação ou ciência de determinado instrumento ou assunto. E, desde logo, registro que que se não for um caso específico que haja especial justificativa (eg. sigilo), entendo tenha o associado pleno direito a essa informação.

Daí, se esse associado entender que um determinado contrato agride aos interesses do clube, cabe a ele buscar os meios legais para sua anulação. Assim, alguns já o fizeram no passado.

No entanto, infelizmente, o que acontece na maior parte das vezes é a crítica apenas pelo desejo de criticar. Não podemos esquecer que "não é possível governar, sem ferir interesses: e os interesses não são como os cordeiros resignados, que sofrem e morrem sem protesto." (Olavo Bilac)

Por fim, penso que o associado que julgue que faria melhor do que aqueles que estão trabalhando pelo clube, deve no mínimo ter disposição para exercer aquele mister. No meu caso, mesmo as vezes podendo não concorda, cromo não tenho essa disposição tampouco pretensão, prefiro também não criticar.

É como penso!

Cordialmente

Armando Cesar Burlamaqui

Christian Sharp (15/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Amigos do Turfe e sócios do Jockey Club Brasileiro

Será que estes contratos celebrados com terceiros pelo Jockey Club Brasileiro possuem clausula de confidencialidade ? 

O da CODERE à época assim foi alegado e depois o antigo Presidente o disponibilizou e não existia esta clausula . 

A auditoria do contrato com a CODERE efetuada pela E& Y ainda não foi disponibilizada , pois o Presidente alega clausula de confidencialidade , ora quem tem que respeitar esta a clausula é a E& Y e não quem pagou pelo serviço que foi o Jockey Club Brasileiro com recursos do clube .

Tudo muito estranho neste mundo de contratos ocultos.

Abraços

Robson Freitas (15/07/2014) - Recife

Pronto !

Com o depoimento e opiniões acolhidas neste espaço do leitor, o Contrato do JCB com o Parque da Bola cai em suspeição, pois em momento algum a diretoria do JCB se mainfestou. E teve tempo para tal.

Com isso, todo o conselho do clube passa a ser solidário a este "esconde esconde".

Para o bem do turfe, é primordial que este tão sumido contrato apareça, caso contrário pode reforçar as suspeições já apontadas.

Não consigo entender por que o contrato não aparece. Quem é o responsável que não quer mostrar o contrato ? Tem algo a ser escondido ? A comunidade turfística quer saber.

Uma vergonha !

Marcos Antonio da Silva (15/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr Armando ,

Sempre com todo o respeito ao Sr e sua ilustre família.

Não seria mais fácil mostrar o contrato para exame do que explica-lo ?

Penso que a totalidade dos sócios do JCB é composta por gente alfabetizada .

Que cada um leia e atinja a sua conclusão , dispensando explicações .

O administrador tem a vocação da transparência e o dever da probidade.

A falta da primeira , geralmente , revela ausência da segunda.

A melhor defesa da diretoria é apresentar o(s)contrato(s) que celebrou e não oculta-los e ficar de lero-lero pelos cantos.

Para mim está na cara que o contrato do Parque dá Bola agrediu os interesses do JCB .

Christian Sharp (15/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Ao Presidente do JCB e a sua Diretoria

Em nome da transparência de gestão ,por favor , publique no site do Jockey Club Brasileiro TODOS os contratos de alugueis que o JCB tenha realizado com terceiros e esteja em vigor.

Assim os sócios e os turfistas irão tomar conhecimento acabando o disse e me disse , estes valores deverão ser alocados ao turfe e não ao social.

Atenciosamente

Antônio Manteli (15/07/2014) - São Paulo/SP

Vejo com tristeza o crescente desprestígio do turfe brasileiro e a omissão de todos os presidentes dos Jockeys Clubes e das Associações de Classe. Falta liderança política.

Cassam a carta-patente do Jockey do Paraná cujo efeito é uma facada talvez mortal para o turfe nacional e nada fazem a não ser delegar a ação política para o lobista Flavio Obino Filho à frente, sabidamente frágil interlocutor dos Jockeys Clubes junto ao Governo Federal. É o Felipão do turfe nacional. E nada muda.

Ninguém reage, omissão, letargia, suicídio político. Triste futuro, vida vegetativa.

Armando Cesar Burlamaqui (15/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezados,

apesar de não ter procuração da diretoria e nem fazer parte da mesma, em prol de tentar ajudar a esclarecer, divido o que escutei do Presidente sobre o (ainda então) projeto "Parque da Bola".

- Os responsáveis pelo empreendimento fariam todo o investimento necessário para resgate e preparo da área para eventos.

- Os responsáveis pelo empreendimento teriam preferencia sobre o espaço até as Olimpíadas, quando pretendem fazer um novo Parque.

- Além da nova área revitalizada, caberia ao JCB o percentual de 50% dos lucros líquidos da operação.

Bem, isso é que tomei conhecimento e isso é o que acredito esteja valendo!

Se bom ou ruim, realmente não tenho capacidade técnica para analisar. Só sei que hoje, depois "do páreo corrido", fica muito mais fácil dizer que teria feito também, ainda melhor e com mais vantagens para o clube.

Um forte abraço

Francisco Rodrigues da Silva (15/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Parque da bola e outros eventos. Mais codere mais restaurantes.
Mais salas e estacionamento e outros. 

Se constata como é enorme o potêncial do J C B.
Agora como reverter em beneficio para o J C B.
Essa é a grande questao.
Que tacada esse parque da bola vou ter que dar parabéns a ideia.

Luiz Fernando Dannemann (15/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro João Carlos Almeida,

Na última reunião de Conselho, alguns Conselheiros, diretores (inclusive Vice-Presidentes do clube) reivindicaram em vão informações sobre a participação do JCB no “Parque da Bola”. O “síndico” não foi capaz de responder as perguntas conforme eu já publiquei aqui.

Isso quer dizer, João Carlos, se os Vice-Presidentes não foram atendidos, que dirá eu!!!

O clube vive num sistema presidencialista (regido por um Estatuto ultrapassado) onde determinados atos da diretoria não precisam passar pelo Conselho, e a ele sequer são submetidos a apreciação (que dirá autorização), ou seja, o “síndico” manda, desmanda e manda de novo, pelo menos até 2016.

Quando a maioria dos atuais diretores faziam parte da OPOSIÇÃO, a palavra de ordem era modificar o Estatuto; quando passaram a fazer parte da SITUAÇÃO, o Estatuto retrógrado, ultrapassado e altamente presidencialista, lhes caiu muito bem. Trocar pra quê?

Por falar nisso, eu soube hoje de um entrevero recente que ocorreu na tribuna social envolvendo um sócio tradicional do JCB e o síndico. As palavras proferidas pelo sócio (turfista de escol) não foram nada agradáveis para o mandatário... 

É a vida

Jose Roberto Giancristoforo (15/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Parque da Bola e outros contratos, se pensam que são e foram inocentes estão todos enganados , sabiam muito bem o que estavam fazendo e o tamanho do eventos e o lucros que o mesmo poderia dar.

Otário somos nós sócios que nada fazemos e ficamos olhando esperando o tempo passar e depois quando uma nova administração entrar vai cheia de pedidos para não fazer apurações e não ser considerada vingativa e assim vai se tonar uma outra envolvida na negociata e assim vamos de administração em administração.

Isso serve ao Brasil e em menor escala ao JCB , se a próxima administração não apurar tudo e punir os pequenos erros e todos os que foram descobertos e não considera-los um erro administrativo e sim desvio de objetivo e desvio de interesse. Essa que entrou perdoou pequenos erros ( que não foram erros , pois foram feitos com consciência ) , a anterior perdoou da anterior e assim estamos a anos e anos, se isso não tiver um fim e os culpados punidos na forma da lei , nada vai mudar como nada mudou neste Brasil varonil. Sabe porque o Brasil levou de 7x1 , foi obra do mais poderoso para tentar alertar e tentar mudar o rumo desta pais,.

A Alemanha, apesar de jogar junto há seis anos, não é essa coisa toda: empatou com Gana, penou para ganhar dos EUA e da França, e só ganhou da Argélia na prorrogação....,. Mas nos humilhou quando o dedo de Deus fez tudo dar certo, chutes certeiros, passes perfeitos, quase, mas não interceptados, falhas infantis dos nossos, inacreditáveis três gols em seis minutos (menos tempo que você levará para ler o escrito), culminando sua obra com o sétimo gol em que o atacante chutou sem olhar para o gol e a bola entrou na gaveta, indefensável! Ou mudamos tudo e que a lei venha ser cumprida ou nada adianta ficar reclamando, uma boa sorte nas corridas e que algo aconteça para dar fim a todos e qualquer eventos fora do objetivo Turfe.

Mario Veloso (14/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Marcos Antonio da Silva

se continuar a puxar o fio isso vai longe !!!! bééééé !!!!

Robson Freitas (14/07/2014) - Recife

Oxente,

Que contrato da peste esse do Parque da Bola no Jockey do Rio de Janeiro.

Do jeito que estão falando deve sair coelho dessa cartola. Talvez até uma coelhada inteira.

Por que o Jockey não divulga logo o contrato.

Qual a razão para não divulgar esse bendito contrato e acabar de vez com esse assunto ?

Se divulgarem, vão saber logo o que aconteceu, e se foi bom para o turfe do rio.

 

 

João Carlos Almeida (14/07/2014) - São Paulo

Sr. Marcos Antonio

Ontem, escrevi ao sr. Dannemann sobre este assunto.

Se suas informações forem verdadeiras, juntada a fama do Sr. Kleber Leite, que aqui em São Paulo é um exímio negociador (não sei quem é o sr. Antonio José Carneiro), e se pelo lado do JCB, foi somente o presidente do clube, como o sr. está informando, deve ter sido um massacre.

Continuo não acreditando que o presidente do clube se envolva diretamente neste tipo de negociação. Esta não é uma das atribuições do presidente do clube. Existem diretores para isso.

Sr. Dannemann, o sr. solicitou o contrato ? Agora até eu estou curioso com o que foi negociado em tão nobre e valorizada área. Quanto vai ficar para o turfe ?

Marcos Antonio da Silva (14/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Bastante claro que a diretoria do JCB não tinha idéia da dimensão do Parque da Bola e seus milionários frutos.

Imaginou que seria como uma simples feira de moda ou algo assim.

Contratou barato e passou - vem passando - por bobo da corte.

Me relataram quem foram os agentes da negociação.

De um lado o pessoal do Sr Kleber Leite associado ao mega homem de negócios Antonio José Carneiro.

Do outro lado , representando o JCB, o intrépido presidente Palermo e seus hábitos escoceses.

Sopesados e avaliados os negociadores, eu pergunto aos srs : qual a chance do JCB não ter entrado pelo cano ?

Mario Veloso (14/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

UMA PERGUNTA

Se São Paulo anda com problemas para formação dos programas, Tarumã fechou, e por ai afora...

Onde estão os cavalos? descansando da maratona dos jogos da copa?

a próxima programação da Gávea tá de doer !!!

Mario Veloso (14/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Parabéns pro Vovô Sérgio !!!!

Grande Abraço e Sucesso !!!!!

Luis Alberto Rodrigues de Souza (14/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Foi com muita alegria que soube do nascimento da primeira filha da Bárbara do Truc, bem vindo amigo Sérgio Livramento ao clube dos pequenos proprietários apaixonados que se tornam criadores! Muito linda a potranca e desde já desejo toda a sorte do mundo à nova defensora do Stud Turfe!

Jose Roberto Giancristoforo (14/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Estacionamento saiu de 10,00 para 15,00 reais e agora 30,00 reais , quanto o JCB leva nisso???? Devem ter faturado muito , o estacionamento já deve ter se pago , outro absurdo é o descontrole de preço que fazem o que querem e abusam dos que ali frequentam e nada fica o JCB como o explorador e assim vai afugentando os turfista que frequentam semanalmente o JCB e fama fica para JCB e o lucro para os exploradores.

Jose Roberto Giancristoforo (14/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

O incomodo vai continuar : e Parque da Bola vai continuar dentro do Peão do Prado incomodando os turfistas e não se podendo ver as corridas como de costume. Que venha muita chuva nos dias 25, 26 e 27 de julho. Pelo amor aos cavalos sumam de dentro do JCB o mais rápido possível , aqui é para cavalos e cavalos as besta tem que ir embora.

João Carlos Almeida (14/07/2014) - São Paulo

Caro Sr. Dannemann

A atual diretoria do JCB ganhou as eleições com o apoio incondicional do sr. Sairam vitoriosos o presidente, vice presidentes, conselho e demais diretores, e o proprio turfe, pois foi a chapa da oposição.

O JCB deve ter pretações de contas, que, obviamente é aprovado por toda diretoria e conselho.

A contratação do Parque da Bola, que envolveu muito milhões como o sr. informa, deve obrigatóriamente ter passado por uma extensa negociação, que envolveu diretores de marketing, diretor comercial, setor jurídico, até culminar com o ok do presidente, que por sua vez, deve ter mantido sua diretoria informada sobre os passos de tão importante evento e arrecadação.

Portanto, é só contactar as pessoas conhecidas da diretoria ou como sócio do clube, pedir o contrato do Parque da Bola para as devidas verificações.

O sr. não conversou com os diretores e não pediu para ver o contrato ?

Não seria mais simples ?

Luiz Fernando Dannemann (14/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

“Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é tolo ou não tem arte”

Nesta última década quando lutávamos para recuperar o comando do JCB tínhamos em mente, no que concerne aos eventos, fazer o mesmo que está fazendo o atual mandato: Tirar o máximo proveito possível de todas as dependências (prédios e terrenos), tanto da Sede do Centro quanto do Hipódromo da Gávea, sem tirar nem por. Imaginávamos fazer a mesma coisa que está sendo feita agora, só que com uma pequena diferença: 

A nossa ideia era enriquecer a atividade hípica e não o bolso dos parceiros.

Neste sentido vale recordar que quando eu, Antonio Carlos Coelho, Afonso Burlamaqui, Claudio Ramos e Sergio Barcellos (apenas para citar aqueles que assinaram ações judiciais) nos revoltamos contra o famigerado “Boulevard”, a ponto de impedi-lo, não era exatamente o “empreendimento” em si que estávamos combatendo, e sim a matemática envolvida no projeto, a famosa “sociedade Suíça”. 

Hoje encerramos o primeiro ciclo do que ficou conhecido como o “Parque da Bola”, um nome sugestivo, e altamente rentável para todos os envolvidos, direta e indiretamente. Menos para os cavalos de corrida, ao que tudo faz parecer. 

Apenas para que os leitores do Raia Leve reflitam, estima-se que o evento tenha gerado uma receita líquida de R$ 25.000.000,00, quantia essa que representa – tão somente -, o mesmo valor que o JCB distribui em prêmios para todos os proprietários, criadores e profissionais no ano inteiro, durante toda a temporada hípica. 

É isso mesmo que vocês estão pensando! O JCB proporcionou a terceiros, num único mês, aquilo distribuí na forma de prêmios e comissões para toda cadeia do turfe durante os 12 meses do ano. 

Cobrado na última Reunião do Conselho o síndico do clube não soube responder (não quis ou não pôde) a pergunta que os conselheiros faziam e que todos nós estamos fazendo: 

Quanto o “Parque da Bola” rendeu para o PSI, para a equideocultura brasileira ou para o turfe de uma forma geral? 

Eu acredito que a resposta, caso tivesse sido dada, não seria nada interessante para o lado dos cavalos, caso contrário seria estampada na página oficial do JCB na internet.

Um outro dado interessante para ser comparado com a soma que é destinada à toda cadeia do Turfe, em forma de premiações e comissões de profissionais, está contido no último Relatório apresentado pela atual diretoria devidamente acessível através do Link: 

http://www.jcbinforma.com.br/sites/default/files/2014_05_Relatorio_Gerencial_Maio_2014.pdf.pdf.pdf

Nele é possível tirar algumas lições preciosas que podem, perfeitamente, servir de “raio x” para conhecer melhor a política escolhida para reger o atual mandato: 

Na rubrica “Pessoal” o que vemos é que o gasto com funcionários do JCB no mês de maio de 2014 (R$ 2.021.000,00) vem “atropelando” forte em cima do total destinado aos proprietários, criadores e profissionais do turfe (R$ 2.217.000,00), o que me faz parecer uma grande barbaridade. 

Vejam os interessados, que o número de funcionários do clube cresceu no atual mandato de 497 (maio de 2012) para 575 (maio de 2014). Só na área administrativa, cargos de gerência e Chefia, foram incorporados à folha de pagamentos, exatos, 49 novos cargos, que juntos trabalharam (com muito afinco) para que o MGA caísse 16,2% (apenas no ano em curso) e a receita de Eventos despencasse 32,4% no período. 

Enquanto a folha de pessoal cresceu 17,4% em 2014, o total destinado a toda cadeia produtiva do turfe caiu 7,6%. Como justificar isso? O que fazem estas novas contratações pelo Turfe carioca e nacional?

Eu vejo que a ACPCPSI está fazendo a sua parte... Isso é inegável, vide matérias e Editoriais frequentes que tentam provocar a correção de determinados rumos. O Raia Leve, aliás, nasceu com a missão de ser uma VOZ ativa em prol das corridas de cavalo.

E quanto a ABCPCC que deveria representar os interesses do PSI, o que teria a dizer sobre isso?

E a Câmara de Equideocultura que deveria cuidar dos interesses do turfe?

E a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura que deveria zelar pelos interesses do rebanho brasileiro?

E aos fiscais do mesmo Ministério da Agricultura, responsáveis pelo dia-a-dia dos Jockeys Clubes?

E ao Ministério Público Federal responsável pela integridade da Lei do Turfe?

Urge, portanto, a formação de um BLOCO coeso por parte de todos aqueles que possuem interesses verdadeiros na atividade hípica, quer investidores quer profissionais de turfe, quer sócios do JCB, para criar uma pauta de REIVINDICAÇÕES e investir, de posse das mesmas, junto às instituições e autoridades envolvidas no segmento hípico.

Esta é a minha Proposta antes que o atual “parte e reparte” no JCB (O principal pólo de sustentação da equideocultura) venha a liquidar com o que resta do turfe brasileiro.

Demetrio Ferreira de Oliveira (13/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

NICK - COMBINAÇÃO DE SUCESSO

Desde os primeiros nascimentos, e já são passados mais de trezentos anos, o criador do cavalo desenvolvido na Inglaterra (thoroughbred) tem como alvo criar seu melhor produto. Garanhões e matrizes testados, tempo e dinheiro correndo, alegrias e decepções se sucedendo.

Algumas metodologias bem trabalhadas tiveram influência no processo. O australiano Bruce Lowe e seus seguidores deixaram notabilizado o uso de linhas maternas à partir de análises estatísticas. O coronel francês J. J. Vuillier foi o primeiro a introduzir as quantificações (dosagens) de um pedigree e chamar os destacados reprodutores como chefes-de-raça. O italiano Fraco Varola, muito respeitado nos círculos de corrida e de criação, não só aperfeiçoou o método de dosagens, como classificou os chefes-de-raça em cinco grupos, de acordo com a aptidão transmitida.

Na primeira parte do século vinte, os turfistas conheceram sua figura mais emblemática, o italiano Federico Tesio. Idealizando combinações de sangue e físico, criou nada mais, nada menos, de que Nearco e Ribot, com modestos gastos, conforme as informações disponíveis. Tesio é considerado o grande gênio da criação dos thoroughbred. 

Hoje, com a genialidade nem sempre disponível, inteligentemente se procura repetir o cruzamento que está dando certo, copia-se, vamos assim dizer. Dentro desse "concêrto" tomamos conhecimento não ser bastante o cruzamento entre os melhores, a "química" pode não funcionar, mas sim e com elevado índice quando fazemos os cruzamentos Sadler’s Wells / Mill Reef, Danehill / Northern Dancer, Buckpasser / Mr. Prospector, Public Purse / Jules, Nedawi / Roi Normand e Redattore / Choctaw Ridge, por exemplo.

Outra metodologia hoje muito trabalhada, é a de se colocar o nome ou nomes de grandes transmissores em um pedigree, sejam de machos, sejam de fêmeas. É fazer o "imbreeding". Esta fascinante técnica por sua dimensão, há de ser tratada em oportunidade específica. Faz-se requerido, todavia, dizer que devem ser repetidos nomes de uma mesma aptidão. Por exemplo, na nossa avaliação um imbreeding em Nijinsky empregando Desejado Thunder (velocista) e Sulamani (fundista) não deve funcionar. Com o "imbreeding almeja-se somar um mesmo predicado.

Nossa proposta é passar combinações bem sucedidas nos últimos anos aqui no Brasil. Tais combinações são conhecidas como "nicks". Do universo por nós detectado, relacionaremos alguns julgados interessantes para o criador menos exercitado com a técnica.

Wild Event X Baynoun

Choctaw Ridge X Benefice

Nedawi X Bright Again

Storm Cat X Burooj

Amigoni X Candy Stripes

Frist American X Candy Stripes

Torrential X Candy Stripes

Vettori X Caro

Redattore X Choctaw Ridge

Dubai Dust x Clackson

Red Runner X Clackson

Red Runner X Emmson

Inexplicable X Ghadeer

Our Emblem X Ghadeer

Radattore X Ghadeer

Signal Tap X Ghadeer

Choctaw Ridge x Giboulee

Mensageiro Alado X Irish Fighter

Redattore X Minstrel Glory

Nedawi X Itajara

Northern Afleet X Music Prospector

Damascus X Punk

Crimson Tide X Roy

Public Purse X Roy

Northern Afleet X Spend A Buck

Suspicous Mind X Stuka

Crimson Tide X Vettori

Northen Afleet X Vettori

DFO

Luiz Fernando Dannemann (12/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caríssimos leitores do Raia Leve

“Conselho Técnico da OSAF”

Acabo de receber no meu e-mail o que pode ser caracterizado como sendo um dos momentos mais tristes do atual mandato; uma das páginas mais reveladoras da personalidade do atual síndico que teve a coragem de orquestrar a saída de Sergio Barcellos da OSAF no momento em que avalizava a entrada de Mayra Frederico (!?).

Isso mesmo: Sai Sergio Barcellos, um dos maiores conhecedores do PSI em todos os tempos – senão o maior -, Vice-Presidente eleito do JCB (aquele que declinou do posto de Presidente em favor do atual síndico), sócio dos mais antigos e representativos, proprietário dos mais apaixonados, um dos responsáveis pelo que deveria ser o retorno do Turfe aos Turfistas, e entra Mayra Frederico (!?), antigo “Pilar da era Lecca”, atual “gerente” de um turfe que decai a passos largos, de um turfe que perdeu a noção dos seus fundamentos.

O atual “síndico”, dono das maiores ousadias, proprietário das piores retribuições, adepto do mais insano dos continuísmos, amante do ante-dever e principalmente foco de uma corrente de decepções que se amplia com rapidez da velocidade da luz, teve a coragem de mais esta bravata, de mais este pecado, de mais um gesto malvado, sorrateiro, inconsequente e altamente delirante. 

Mayra Frederico (!?) responde pelo Comitê de Medicação e laboratórios, talvez um presente pelo seu passado no JCB, por ter participado de um mandato que incendiou o Laboratório antidoping do clube, da famosa administração “Tô nem aí”, quando a questão da Medicação foi passear de automóvel conversível pela Rodovia Presidente Dutra.

Mayra Frederico (!?) deve ter sido premiada pelo famoso episódio da “falta de Reagentes químicos” (uma das muitas manchas da administração Luis Eduardo da Costa Carvalho) que envolveu justamente um cavalo do recém nomeado Presidente do Comitê Técnico; Mayra Frederico (!?) deve ter sido premiada pelo longo período em que foi obrigada a receber sozinha, no seu e-mail, os resultados positivos dos exames vindos da capital paulista; Mayra Frederico (!?) foi agraciada com um cargo na OSAF por ser a “gerente” de um Turfe que manda exames para São Paulo e Paris, “pilar” de um mandato que ignorou a oferta de um Laboratório Antidoping completo, no estado da arte.

O verdadeiro turfista está de luto, o clube está de luto, a moral está de luto. 

Antonio Moura (11/07/2014) - Niteroi/RJ

MURO DO ENTORNO DA LAGOA

Sr. Marcos Antonio,

Pelo respeito que o prezado turfista me é credor face às pertinentes manifestações que na maioria das vezes compartilho "in totum", permita-me gastar um pouco mais do meu já parco latim:

a) O grande inimigo do turfe não é exatamente a administração Palermo. Ela é meramente um elemento a mais;

b) O obstinado adversário a ser vencido é o PRECONCEITO dos não turfistas contra tão nobre e belo esporte. Veja: pode-se apostar na Mega Sena e em todas as outras e diversas loterias da CEF, aposta-se (ainda e muito) no jogo do Barão mais conhecido como "bicho", aposta-se nas famigeradas maquininhas (por mais escamoteadas que estejam), aposta-se na Loteria Esportiva e em loterias paralelas sobre futebol que proliferam a três por dois, perdem-se fortunas na roleta e em jogos carteados espalhados de norte a sul desta grande nação, aposta-se em jogo de "porrinha", na tele-sena do Silvio Santos - mas o turfista é estigmatizado invariavelmente em todos os segmentos da sociedade dita politicamente correta. Convenhamos - trata-se de pura hipocrisia e o turfista que nunca sentiu isto na pele e na alma que me atire todas as pedras;

c) Quanto ao fato em si, surpreende-me que o seu reconhecido e aguçado senso crítico, entenda como melhor opção para o muro do entorno do hipódromo, que sejam sujos mas desnudos e que se lixe o trabalho artístico e adequado dos grafiteiros (de reconhecido talento, inclusive internacionalmente), cujo objetivo é divulgar e POPULARIZAR a atividade. Rever o assunto com a necessária equidistância talvez seja mais adequado, mesmo porque não me parece pecado mortal esta parceria com a Prefeitura da cidade;

e) E quanto à minha aparente ingenuidade, não se iluda: sou, na melhor das hipóteses. apenas pessoa de boa fé e que defende a verdade e a justiça acima, inclusive, das suas conveniências individuais. às vezes me pergunto se não estarei levando a sério demais esta coisa de Horóscopo - sou de Libra.

No mais, estamos juntos!

Antonio Moura

Marcos Antonio da Silva (11/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr Antonio Moura , com todo o respeito.

Quando prefeitura e um ente particular celebram convênio para facilitar a pichação de muros ( apelidada de arte de rua ) é porque algo está errado, muito errado.

Na prefeitura e no clube.

Aliás muito duvido que os sócios do JCB , acaso consultados , aprovariam essa barbaridade , até levando em conta que as pichações são de péssimo gosto e , com o passar do tempo , se transformarão em borrões de tinta pavorosos.

A diretoria quer agradar a prefeitura por conta das aprovações das obras de faraó e não hesita em sujar os muros da secular entidade para não atritar com o poder publico cujo interesse é demagógico , como sempre.

Funcionário público graduado que fui por largo período , bem posso identificar o mero interesse bajulatório no tal Convênio-Sugismundo.

Exceção do prezado ( e ingênuo ) Sr Antonio Moura, não estão enganando mais ninguém e a verdade é essa .

José Augusto Seabra Sales (11/07/2014) - Brasília/DF

 Caro Dannemann,

Ontem fiz contato com a Secretaria da Câmara para comunicar que não tinha conseguido nenhuma adesão da comunidade turfística do Rio, a minha sugestão para participação nessa reunião ordinária. Então a dita reunião será realizada em Brasília dia 12 / 08 com início as 14:00 e término as 18:00 h. 

Mesmo havendo a possibilidade de convite aos companheiros interessados em participarem, acredito que os membros do GT do Turfe farão mais um forfait, inviabilizando o deslocamento até Brasília. 

Nesse momento de incertezas na atividade do Turfe, especialmente para os nossos companheiros do Paraná, acredito que urge uma postura mais transparente dos representantes do GT do Turfe, bem como da nossa Associação.

Vamos fazer o possível para que nossa participação na próxima reunião, venha sensibilizar o colegiado da Câmara e solicitar ao Presidente Flávio Obino, que permita que a raça de cavalos Puro Sangue Inglês não fique estagnada na inoperância de seus representantes atuais junto ao MAPA.

Grato ao amigo, pela consideração da resposta.

Luiz Fernando Dannemann (11/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro José Augusto Seabra Sales,

Desculpe a demora em responder a sua postagem sobre a reunião da Câmara de Equideocultura em Agosto no Rio. Concordo com o amigo que torna-se imperativa a presença maciça dos interessados na atividade hípica, de toda comunidade, vez que os verdadeiros interesses do Turfe precisam ser priorizados e encaminhados ao MAPA, objeto direto desta comissão.

Espero que você tenha tido oportunidade de examinar o material que eu te mandei já que ali encontra-se destacado um naipe importante de prioridades.

Forte abraço!

Luiz Felipe Lopes de Sousa (11/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Senhores

Na qualidade de sócio número 13917 venho reclamar que o boleto de taxa de manutenção com vencimento em 31.07, não teve incluído o Código de Barras, o que impossibilita o pagamento via internet. Imagino que esse erro deva ter abrangência de todos os sócios, o que elevará os custos de manuseio e correio, pois deverão ser impressos novos boletos e os custos serão arcados em duplicidade. Sugiro que o responsável por esse absurdo engano seja localizado e penalizado e essa despesa não seja contabilizada em detrimento do quadro social. Sugiro também que a data de vencimento seja alterada para mais tarde em razão de talvez não haver tempo hábil para fazer chegar a todos sócios os boletos corretos. Peço mais responsabilidade na Administração e que erros primários como esses não se repitam.

Luiz Felipe Lopes de Sousa

Vencimento 31/07/2014

Nosso Número 198/71194297-4

Sócio 13.917

Abraão Barros Medeiros da Silva (11/07/2014) - Duque de Caxias/RJ

Parabéns,OBG.

Jose Roberto Giancristoforo (11/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Rocco Rosito Filho (11/07/2014) - Florianópolis/SC

O Ministério Publico e outros organismos do Governo são acionado quase que semanalmente isso posso te garantir, se nada fazem ou pouco fazem não é culpa minha, mas com certeza um dia a coisa vai acontecer isso posso te garantir. O estacionamento teve que fazer várias modificações e já tem local para idoso, deficiente , só não tem ainda um lugar dos sócios, mas já tratam completamente diferente do que no inicio. O barulho depois das 23 horas e ainda não estão é respeitando os cavalos quando os mesmos estão correndo e continuam com som estridente, mas uma hora a coisa acontece.

Antonio Moura (11/07/2014) - Niteroi/RJ

ANTES TARDE DO QUE NUNCA

Quem tiver uma memória ainda que apenas razoável, lembrar-se-á que logo após a posse da atual administração do JCB, o Espaço do Leitor publicou um texto de minha responsabilidade em que enfatizava, como uma das primeiras providências, a pintura do entorno do Hipódromo, onde na via da Lagôa circulam diariamente milhares de veículos.

Disse, na oportunidade, que deveriam ser convocados os melhores artistas do grafite (temos talentos por aqui reconhecidos internacionalmente) para ilustrar aquelas quilométricas paredes de motivos que lembrem a todos que ali passam que além daqueles muros existem cavalos de corrida e corridas de cavalo,

Verifico, finalmente, por informação do site oficial, que tal providência foi adotada, um bom motivo para que em breve, tão logo findo o trabalho, eu me disponha a sair de Niterói para apreciar "in loco" o criatividade e a qualidade dos artistas. Mesmo com atraso, um gol de placa, e deixo meus parabéns aos responsáveis desta feliz iniciativa, desejando que tenha sido apenas o início de novos e melhores dias para o turfe do Rio de Janeiro.

E fico feliz por, finalmente, poder fugir do habitual cunho crítico dos meus modestos textos.

Antonio Moura

Rocco Rosito Filho (11/07/2014) - Florianópolis/SC

CARO TURFISTA ANTONIO MOURA , 

Vossa resposta sobre DUELO DE GIGANTES é boa mas nao sepulta muitas aspiraçoes. O JCB podera perder mais um trem.E contiuar mergulhado em profundo mar de lama. 

Por formaçao tenho pouco conhecimento da área jurídica. Entretanto vejo,com tristeza, a falta de acionamento do Ministerio Publico. Temos juristas de renome ligados, visceralmente,ao turfe.Prudente acionar aludidos profissionais, para dezenas de ações. É oportuno constranger o inimigo. 

Caro turfista de Niterói pena de alto estilo ,com vivencia de cocheiras, queira por gentileza alocar seu pensamento referente referente nosso projeto greve de inscrições por 30 dias, visando desestabilizar definitivamente atual detentores do poder central, face medidas antiturfe protagonizadas élo maléfico grupo, abertamente. Agradeço pela missão conferida.Tenho certeza que vossa pena, estribada no norte camoniano aparecerá revestida de vossa sinceridade peculiar. CORDIALMENTE . CORONEL ROSITO

Jose Roberto Giancristoforo (10/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Quando se perdem tempo falando da Codere ( um mal que pelo menos esta dentro do Turfe , se o resultado não é bom que se procure outro, recuar no assunto Turfe Internacional e simulcasting, é jogar contra ) ou de qualquer outro que venha fazer o mesmo papel é desviar o foco que deve ser atacado que é atual administração totalmente fora dos objetivos do JCB, deveria ter Turfe em primeiro, segundo, terceiro , e assim em diante lugar e não ficar desviando para outro temas como arrendamento a terceiros de parte do JCB para auferirem muito lucro e repassar miséria ao JCB, como estão os restaurantes , estacionamento e eventos e esses valores deveriam ser alocado imediatamente a favor do turfe. Caso esses absurdos não venha ser terminantemente proibido o fim do turfe vai ser mais rápido do que se pensa.

Antonio Moura (10/07/2014) - Niteroi/RJ

Prezado Sr. Rocco Rosito Filho,

Infelizmente, penso que a anunciada disputa pelo poder no JCB jamais acontecerá. Primeiro porque comungam de ideias paralelas, o principal parâmetro para inviabilizar tal confronto. E em segundo lugar porque os compromissos profissionais e pessoais lhes tomam todo o tempo disponível.

Não quer dizer, entretanto, que não venham a apoiar em conjunto e contra a atual administração,

um terceiro nome de reconhecido e notório conhecimento sobre a atividade turfe. Mar, por favor, não me pergunte quem seria esse extemporâneo Don Quixote, com livre trânsito em todas as correntes políticas do JCB, na Sede Social inclusive - senão eu digo!

Antônio Moura

Roberto Carlos Micka (10/07/2014) - Curitiba/PR

Comunico ao site Raia Leve que é uma inverdade o que está escrito na matéria aonde citam que o site do Jockey Club do Paraná não está no ar. O site não só está funcionando normalmente, como também tem atualizações diárias. Hoje, inclusive, foi postado uma nota oficial sobre o cancelamento das corridas de sexta, 11 de julho. 

Att, Roberto Micka, Assessor de Imprensa do JCPR

Nota da Redação:

Uma confusão de endereços de sites acabou motivando a falha. A matéria, porém, já foi corrigida. Agradecemos sempre a atenção de nossos leitores, pois o objetivo é informar de maneira correta.

Marcos Antonio da Silva (10/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezado Sr Dannemann ,

O seu empenho é louvavel ao extremo. Heróico .

A sua bandeira é a melhor.

Morte ’a Codere , destruidora de clubes e corruptora de inimigos do turfe , travestidos de cordeiros mas que não passam de lobos vorazes prontos a atacar .

Os pareceres que o Sr apresentou são antigos e foram devidamente publicados na imprensa oficial . Não obstante possuem atualidade já que o delito da Codere e de seus operadodores não mudou.

Penso até que os administradores que firmaram contratos e aditivos, em tese , podem responder civil e criminalmente até hoje pois o contrato delituoso se encontra em vigor .

É a contravenção assinada , com nome e sobrenome de supostos bacanas.

Agora , dizer que Sr Vechio está metido nisso ? Aí não pode , aí não dá.

Sr Vechio colocou o JCRS no cenário mundial ao estabelecer o duelo Ricardo x Baze.

Sr Vechio reconstruiu o Cristal e paga prêmios em 24 horas.

Sr Vechio não deixa barato quando o assunto é proteger o JCRS , bem ao contrário do Sr presidente do JCB com suas investidas escocesas que tornaram desgovernados os passos dele e os rumos do clube,.

Os dois são heróis e sou fã do Sr e do Sr Vechio.

Por favor não briguem e ainda confio no perdão ao sensacional Gilberto Werner , o cidadão com mais amigos no turfe brasileiro.

Rogério Barbosa dos Santos (10/07/2014) - Mongagua/SP

Muito certa a decisão do MA, o Jockey Club do Paraná, depois que o falecido presidente Cresus assumiu está fazendo horrores. Agora só falta o MP fazer os que estão no comando devolverem, acho eu, mais de 30 milhões que voaram ladeira a baixo!!!!!!!!!!!!

Agora que tudo foi à baixo não adiantam reclamações de proprietários, criadores e profissionais aos prantos pois todos são indiretamente culpados já que sabiam das atrocidades e não tomaram providencias. Nada, absolutamente nada. Eu fui expulso mas sai de cabeça erguida por saber do meu dever comprido, saudações aos que assistirão minha saída de camarote!!!

Tenho 49 anos e fiquei 45 dentro do JCP. Sei tudo sobre os bastidores. Sempre tivemos malandros no JCP mas agora bandidos surgiram. Sobre a comissão de corridas, meu Deus, não vale comentários...

Quando o criador Palmerini mostrou um vídeo que a Sra. Tânia denunciou a todos, acharam que não era sério. E agora mané?

Saudações Gibi Filho, há mais de 4 anos no exílio....

Rocco Rosito Filho (10/07/2014) - Florianópolis/SC

Duelo de gigantes no jcb

Gostaria de assistir , sem tapume , esta prova G 1 JCB. Disputa eleitoral ética entre o eminente turfista titular coudelaria Jéssica e o comandante Santa Maria Araras //BR..ARG..USA o clube está por merecer presidente tarimbado , amante do nosso único esporte . Copa futebol serve para enganar a plebe . Chega de circo . O povo pede pão . Circo em demasia poderá provocar vômitos , digo reações inesperadas da classe media , piores que junho 2013. Perdoem me afastei da cereja do bolo . . Efeito da madrugada fria nas plagras sulinas. Voltemos . Nos duelos não existe empate. Comissão de corridas não tolera . O primeiro , mais jovem , critico mordaz da atual administração jcb é amante do turfe brasileiro , empresário bem sucedido , observador e com extraordinária capacidade de trabalho , com assessoria de elevado nível . Entretanto, não corre barbada , pois não faz parte do numeroso grupo sede lagoa , exuberante local de atividades desportivas e sociais . Na semana gp brasil com amigos , não turfistas , fomos , a pé , do hipódromo até o restaurante vitória . Coisa linda . Percorremos boa parte da aludida sede . Cartão de visita da cidade maravilhosa , frequentada pelos cariocas e alguns gaúchos perdidos . É lamentável não terem a carne de Bagé , onde estão estacionados hsma / hbs . Conheci ambos .no Haras Bagé do sul trabalhei por seis anos . Atualmente meu colega médico vet e também meu amigo administra com proficiência o maior pensionato da américa latina . Escapei novamente do fulcro da matéria . Temperatura despenca . Vinho tinto chileno acabou . Duelo se prenuncia . O homem do sma foi maracado na picanha , respeitosamente . Não merecia tamanha decepção . Dizem alguns catedráticos cariocas que assessoria escolhida não fez correr . Puxou de forma vergonhosa . Outra corrente alude que dentro dos assessores tinham pessoas com liderança negativa . Só quem não anda para traz é cavalo . Os contendores serão convidados . Poderão aceitar . Estamos falando de dois mestre , por amor a camiseta e simpatia pelo JCB são dois mestres em gestão . São gigantes pela própria natureza , mas não desejo tomar partido , por ora . Aguardemos . O tempo é o senhor da razão . Pensador Heráclito , na idade média disse ; na vida nada existe de concreto , exceto as mudanças 

Luiz Fernando Dannemann (10/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Marcos Antonio,

O presidente do JCRGS não é o foco da minha postagem. 

Não o conheço (apenas o cumprimentei duas vezes na minha vida), e a minha critica quanto a sua administração prende-se a CODERE o que não poderia ser diferente.

Recentemente eu ofereci a ele - para o JCRGS -, o que seria uma "filial" do atual sistema de apostas que totaliza inclusive as apostas das corridas do Cristal, para que o mesmo fosse auto-suficiente (tecnologicamente). Ele não aceitou. Pior pra ele, pior pro turfe gaúcho... melhor pra mim. 

Não poderia condenar os últimos presidentes dos clubes hípicos responsáveis pela presença da CODERE a canibalizar o nosso MGA; condenar o atual síndico do JCB por dar continuidade a essa flagrante contravenção e absolver o presidente do clube gaúcho. Não seria coerente, você não acha?

Que fique bem claro que eu não produzo bananas de dinamite, e que, portanto, o “material explosivo” que será apresentado por um ex-funcionário público, é fruto dos próprios detonadores, àqueles que tentam instalar no Turfe o mesmo tipo de modelo que move a engrenagem política no país; os que imaginam fazer nas corridas de cavalo o mesmo que se faz pelos bastidores da República, algo que recentemente levou para a cadeia, nada mais, nada menos, do que o Ministro Chefe da Casa Civil, o presidente do Congresso Nacional, os presidentes de vários partidos políticos (incluindo o que comanda o país), além de deputados, celebridades e até presidentes de banco.

O que foi criado, na verdade, Marcos Antonio, foi o MENSALÃO DO TURFE já que a CODERE dá uma pequena MESADA para dois hipódromos brasileiros em troca da malversada e nada proveitosa utilização da CARTA PATENTE deles , algo que jamais poderia ser aprovado. Em qualquer país decente, uma vez pega com a mão na botija de água que saciava a sede dos cavalos de corrida – como foi o caso -, a CODERE já teria sido deportada.

Ninguém tem dúvida que a CODERE no Brasil é fruto de uma maracutaia federal; que a CODERE no Brasil é produto de uma grande farsa orquestrada por uma organização internacional que recebeu o beneplácito de antigos dirigentes de turfe que juntos ENGANARAM o Ministério da Agricultura, aplicando na CODERE o disfarce de “agente credenciado”, fazendo-o editar uma Portaria que simplesmente se sobrepunha ao Código Penal e a própria Constituição Federal do Brasil.

Você não acha que Brasil da IMPUNIDADE precisa acabar também no âmbito das Corridas de Cavalo?

Os principais Consultores Jurídicos da AGU (Advocacia Geral da União) há muito perceberam essa maracutaia. Mais do que perceberam, há muito produziram pareceres oficiais que desmontam a farsa daquela organização criminosa. Ocorre que muitos dos nossos cargos públicos, de primeiro escalão, são ocupados por gente que ainda insiste em tentar postergar a IMPUNIDADE no Brasil. 

Você quer conhecer um destes pareceres? Então acesse o link abaixo e veja você mesmo, como os próprios olhos:

http://www.agu.gov.br/page/atos/detalhe/idato/224979

Neste parecer, o ilustre Consultor da União, termina afirmando que para permitir a presença da CODERE seria necessário REVOGAR A NORMA PENAL! 

Você teria curiosidade de conhecer um outro PARECER sobre esta maracutaia, desta vez produzido no momento em que o JCB e o JCRGS entraram com recurso na AGU para tentar reverter a REVOGAÇÃO do Simulcasting internacional?

Então acesse este outro Link:

http://www.agu.gov.br/page/atos/detalhe/idato/225016

Nele o Consultor da Advocacia Geral da União recorre até a língua francesa para explicar o "golpe" que teria sido aplicado na criação nacional de equideos e na própria Lei do Turfe.

Você quer conhecer apenas três parágrafos do Recurso assinado pelos (então) presidentes do JCB e do JCRGS – tentando explicar para a AGU a operação da CODERE?

Eu vou transcrever abaixo:

62. Assim, diversamente do acusado pela denúncia trazida a exame do Ilustríssimo Consultor da União, a Codere não explora por si as apostas em corridas de cavalos. Quem explora as apostas em corridas de cavalos, inclusive internacionais, são os Jockeys, os quais pagam uma remuneração à Codere pela intermediação de tais apostas junto aos apostadores.

63. Portanto, os recursos obtidos com as apostas constituem receita dos Jockeys, associações civis sem fins lucrativos que destinam tais recursos para o desenvolvimento do turfe e da eqüideocultura e o atendimento dos seus associados. Cabe à Codere somente uma remuneração pela sua prestação de serviços de intermediação. 

65. Fundamental destacar que em nenhum momento viola-se a legislação vigente. As apostas em todas corridas de cavalos continuam sendo exploradas exclusivamente pelos Jockeys, os quais pagam a Codere única e exclusivamente pela sua atuação como agente credenciado.

O que o amigo teria a comentar sobre as afirmações contidas nos tópicos acima?

Nós somos motivo de chacota internacional, caro Marcos Antonio, somos alvo de deboche por abrigar a CODERE no seio da nossa atividade, uma empresa que não se interessa pelo nosso turfe (e pelo turfe de ninguém), e que apenas se utiliza dele para tentar explorar máquinas caça-níqueis, aguardando que está – há 10 anos -, pela “caneta amiga” de uma Dilma Roussef da vida que os faça mais ricos na física, vez que estão quebrados na jurídica.

Eu pergunto a você:

Você não acha que defender caça-níqueis dentro dos hipódromos é algo completamente diferente do que defender os caça-níqueis da CODERE?

Você acha que o JCB ou o JCRGS precisariam da CODERE para explorar máquinas caça-níqueis nos seus hipódromos? 

Será que a CODERE traria da Espanha um transatlântico lotado de espanhóis para apostar nos caça-níqueis do hipódromo da Gávea?

Você acha justo que os clubes hípicos recebam da CODERE 3% sobre o total apostado nos caça-níqueis, possivelmente sem exercer nenhum tipo de auditoria como vem sendo feito com relação ao jogo bancado nos últimos 10 anos? 

Você sabia que o acordo com a CODERE para exploração dos caça-níqueis foi feito a razão de 97% para a CODERE e 3% para a equideocultura brasileira?

Caso fosse você, Marcos Antonio, o presidente desses clubes, você utilizaria um possível Decreto de abertura do jogo nos hipódromos brasileiros em favor da CODERE?

Você sabia que a CODERE não possui nenhuma garantia no Brasil (embora tenha assinado contratos que envolviam milhões de dólares com os clubes hípicos), e que a mesma é representada apenas pela figura de um simples “procurador”?

Você já leu o Contrato Social da CODERE DO BRASIL? 

Quer ler? (envie através do Raia Leve um endereço que eu remeto uma cópia pra você)

Quem sabe o amigo, a partir destas reflexões, não reveja os seus conceitos presidencialistas em prol das verdadeiras necessidades do turfe nacional.

Rocco Rosito Filho (10/07/2014) - Florianópolis/SC

CARO PROPR / CRIADOR LF DANNEMAN

AGRADEÇO SUA RESPOSTA

Por gentileza , solicito informar ,se sua ótica, nosso projeto conspiratorio, com greve de inscrições , poderá prosperar.

CORDIALMENTE . CORONEL ROSITO

 

Marcos Antonio da Silva (09/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sou o fã numero um de Dannemann , um verdadeiro herói do turfe .

O problema : considero Vechio o melhor presidente de clube ( qualquer clube ) do Brasil. 

O verdadeiro presidente dos presidentes.

Me faço portanto triste quando observo que Sr Dannemann possui material explosivo para detonar em breve e está claro quem será o alvo dos quilotons .

Codere sempre será uma mancha no turfe brasileiro , um absurdo perpetrado contra os clubes por quem só enxerga os próprios interesses ou é extremamente ingênuo , o que não parece a hipótese .

Não seria o caso de um perdão geral e seguir todo mundo para a frente ?

O primeiro a receber o perdão seria o Sr Gilberto Werner , um baluarte das corridas sulinas e pelo que dizem um grande jóquei amador.

Peço grandeza para todos !

Paulo Venicius Cardoso (09/07/2014) - Matinhos/PR

VERGONHA MAXIMA!!

Cadê o presidente da Comissão de Corridas do Jockey Club do Paraná.

Sr.ANTONIO CARLOS ZENNI,mais conhecido por SANHAÇO. para dar explicações para nós proprietarios,criadores e profissionais do turfe.

Segundo as reinvidicações do MINISTERIO DA AGRICULTURA, que pediram para o mesmo

PLANO DE APOSTAS,EXAME ANTI DOPPING, PROVAS DE GRUPO ETC e nada foi feito.

Segundo consta nem os programas ele fazia. Se utilizava de terceiros que nem diretores são.

Comprovado por varios ´profissionais o mesmo utilizava a Comissão de Corridas para fazer apenas BALCÃO DE NEGOCIOS, trocando cheques (AGIOTA).

GOSTARIAMOS NÓS PROFISSIONAIS,CRIADORES E PROPRIETARIOS de saber quais providencias que o mesmo ira adotar.

Uma sugestão. Já que o mesmo tem um convivio com pessoas muito influentes como politicos,secretarios etc,não vá resolver este problema em BRASILIA.

OU PEÇA DEMISSÃO

Mario Veloso (09/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Luiz Fernando Dannemann

Tanto quanto eu; 

Umas centenas de turfistas descontentes e inconformados estarão aguardando ANSIOSAMENTE !!!!

Votos de um AMPLO SUCESSO no mais curto espaço de tempo possível !!!!

Luiz Fernando Dannemann (09/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Jockey Club do Paraná (o cassado) e CODERE (a próxima a ser cassada)

Eu alertei ao Cresus – na presença do seu filho -, quanto ao perigo de uma associação com a CODERE. Eu o preveni de que não deveria abrigar aquela empresa, que cumprisse o seu mandato longe dela, eu roguei, a partir de uma amizade antiga, que não o fizesse. Prometi a ele e a seu filho (que aí está) que faria uma seção da Coudelaria Jéssica em Curitiba.

Infelizmente ele foi embora desta vida sabendo que eu, onde quer que estivesse, o estaria desprezando muito; ele sabia que havia – inexplicavelmente -, contrariado, amargamente, os ditames do turfe e de uma das poucas pessoas que ele (de temperamento muito difícil) mantinha excelente relacionamento ao longo de 30 anos. 

Sobre a CODERE quero anunciar aos leitores deste site, em forma de teaser, que vou propor a diretoria da ACPCPSI publicar a íntegra da história daquela empresa no Brasil, incluindo a fase da “casa de contravenção” denominada: Água Calientes, que funcionou – impunemente, na cidade de Porto Alegre até ser fechada pela polícia.

Vindo da Capital Federal aterrissa esta semana em nossa cidade para uma rodada (formal) de reuniões, carregando dezenas de documentos, alguns que eu já tive acesso e que são verdadeiras “bombas atômicas”, uma importante pessoa, um dedicado funcionário público, turfista de escol, que foi retirado de suas funções justo porque tentava proteger o Turfe Nacional - principalmente da CODERE -, algo que não era compatível com o desejo dos algozes, os responsáveis diretos pelo seu afastamento.

Daí a comunidade turfística vai entender (entre muitas outras coisas) quem é o responsável - o porquê e a pedido de quem -, pelo congelamento (pela sentada de traseiro no documento) da Portaria que – pela segunda vez -, CANCELAVA o “Simulcasting Internacional Cotado” (leia-se bancado) da CODERE. Vamos publicar o documento e conhecer também a íntegra das conexões dele, incluindo a ligação direta com um determinado Stud.

Eu prometo aos turfistas, de posse de todo esse material que vou realizar o caminho inverso. Desta feita serei eu, pessoalmente, a aterrissar em Brasília para solicitar (exigir) de algumas autoridades o AFASTAMENTO IMEDIATO deste indivíduo, deste mau exemplo para o país, deste inimigo das corridas de cavalo. Vou propor isso entre outras ações que farei na Capital do Brasil que se vizinha das eleições presidenciais, não tenham a menor dúvida disso. 

Rocco Rosito Filho (09/07/2014) - Florianópolis/SC

AGO //APROVANDO CONTAS PROPRIAS

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Não é crível tal situação . será que mais uma vez a potranca ÉTICA rodou na entrada da reta . AUDITORIA INDEPENDENTE teria corrido o páreo . O inimigo abriu a guarda . Poderá ser constrangido perante turfe brasileiro . Sigamos SUN TZU . Para ganhar a guerra o inimigo precisa ser constrangido, dentro normas legais . . Cordialmente . CORONEL ROSITO 

Aproveitando espaço , convido eminente turfista lusitano , que empunha pena camoniana , conhecedor de ambientes das cocheiras cariocas , comentar nossos projetos recentemente apresentados EL/RL , versando oposição conspiratória DIRETORIA JCB . Grato , por antecipação . Cordialmente . CORONEL ROSITO

Jose Roberto Giancristoforo (08/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Luiz Fernando Dannemann (08/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Simples e objetivo , me inclua na sua lista que vai a essa e reunião reprovar tudo, independente do que eu acho e o que você acha de outros pontos , até então.

Sócio nº 16769

Luiz Fernando Dannemann (08/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Antonio Moura,

“Balcão de Negócios”

A sua postagem é digna de uma ida à igreja – com direito a reza, vela e muito choro -, tamanha a fidelidade na reprodução daquilo que se transformou o Jockey Club Brasileiro, um clube a deriva, dominado pela ânsia e pela volúpia de realizações paralelas a realidade hípica.

Ontem – sem a minha presença e a presença dos meus amigos diretos e demais conhecidos, sócios do clube, que são inúmeros, as contas do clube foram aprovadas por 64 a 42, ou seja, foram, na verdade, REPROVADAS já que os votos do SIM diziam respeito a membros da diretoria do clube. Alguns por interesse direto na administração, outros por uma espécie de corporativismo, algo natural. 

Eu não poderia REJEITAR as contas de alguns dos atuais Vice-Presidentes, meus fraternos amigos, como Antonio Carlos Coelho, Sergio Barcellos e Oswaldo Cochrane Filho; 

Não poderia rejeitar as contas do amigo, primeiro secretário, Luiz Augusto de Mello Franco tampouco do outro amigo Luiz Eduardo Frias de Oliveira, segundo secretário; 

Não poderia rejeitar as contas da minha querida amiga, do Conselho de Sede, Maria Luiza de Mendonça; 

Não poderia rejeitar as contas dos conselheiros fiscais: Joubert Modesto da Silva Junior, Reynaldo Jiquiriça e Heitor José de Souza (companheiro de tantas assembleias); 

Não poderia rejeitar as contas de alguns diretores como o Geraldo Shulze, o Ismael da Silva Neto, o Carlos Frederico Carneiro de Campos, o Jacob Licht e principalmente o Nilo Torres Ramos.

Com rejeitar as contas do Cláudio Ramos? Uma pessoa junto a qual lutei ao lado durante tantas e tantas assembleias de Prestação de Contas (um número fabuloso) protestando justamente contra o fato de a diretoria aprovar as suas próprias contas?

Não poderia... Mas temo que devesse em nome de toda a comunidade turfística.

Porém, eu posso solicitar (rogar) que estas pessoas RENUNCIEM ao atual mandato. 

Eu também posso anunciar agora – publicamente -, com um ano de antecedência, que estarei na AGO de 2015, aquela que vai aprovar as contas de 2014 (ano do Parque da Bola) levando comigo toda a legião de amigos incluindo os amigos dos meus amigos e os amigos dos amigos dos meus amigos.

Eu posso jurar a você, caro Antonio Moura, que as CONTAS da administração Carlos Palermo serão REJEITADAS em maio de 2015, sem nenhuma chance de errar a previsão. Eu posso anunciar a você que ele será o primeiro a ter as contas rejeitadas na história do clube já que a insatisfação em torno da figura dele é algo monstruoso, cavalar.

Eu também posso prometer aqui, publicamente, que votarei CONTRA – além de muito trabalhar contrariamente -, ao atual encaminhamento do RETROFIT do edifício da Sede do Centro, um assunto que vem tirando o sono e arrepiando os cabelos de determinados Vice-Presidentes como o Newton Mendonça da área de Patrimônio, que ao interpelar o Síndico sobre determinadas “facetas” do processo, foi recebido com sarcasmo e ironia. 

Eu também posso prometer aqui – publicamente -, que farei de tudo que estiver ao alcance das minhas mãos e bolsos – e até fora deles -, para livrar o JCB em 2016 deste mandatário, aquele que entrou para o clube (posto exclusivamente por nós) com a promessa de ser um bom presidente, mas que acabou abraçando o papel de péssimo Síndico, dos piores - da pior qualidade -, na mais terrível versão degenerativa daquela categoria de procuradores de comunidades privadas. 

Contudo, e por fim, devo confessar aqui que a conduta deste senhor a frente dos verdadeiros interesses do JCB, um clube de corridas de cavalo, vis-a-vis a muita gente que eu conheço (alguns que me alertaram com muita ênfase) não se reveste de nenhuma surpresa. 

Jose Roberto Giancristoforo (08/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Um dia sem evento , 10 páreo tudo areia, tudo com poucos cavalos e MGA 1.011.895,17 / 10 = 101.189,52, parece que o turfe começa a reclamar dos eventos e querer dar respostas . Sr Andre sei que mandam você falar dos eventos , mas por favor fora do ar, não me agrada nada escutar você entrevistar um bobalhão que diz que jogou e fazer propaganda do eventos que é uma tristeza , só mesmo quem não tem nada na cabeça vai ficar em pé para ver um telão e ser roubado com preço absurdos , por favor fim aos eventos e que sumam do JCB com essa administração. Turfe para turfe e só turfe quem não assim pensar suma e que suma muito rápido , a praga está lançada e depois não vem reclamar da vida.

Luiz Fernando Dannemann (08/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Caro Rocco Rosito Filho,

“Comissão de Notáveis”

No JCB o que impera hoje é a “Comissão dos Notários”, verdadeiro time de escriturários a rezar pela mesma Bíblia do LECCA – o nefasto -, que tinha como único objetivo alienar um clube de corridas de cavalo em prol de interesses paralelos a atividade hípica.

São piores pelo fato de serem turfistas; são piores na proporção em que atacavam efusivamente tudo aquilo que hoje defendem galhardamente; são piores porque conseguem ser ainda mais intransparentes do que o primeiro, a cópia - fiel -, do antigo mandato surpreenderia o mais gabaritado dos peritos que não saberiam apontar a falsificação. 

Tenho verdadeiro nojo dessas pessoas que nem ao menos sei dizer o número correto, não sei ao certo quantos fazem parte – de fato -, dessa administração, só posso dizer que sejam quantos forem, quantos serão desprezados pela história.

Eu posso te prometer isso.

Julio Cesar Garcia (08/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Indicações do Celso afonso 07|07|14

4º Páreo: Prova equilibrada, marcando o início do Pick 7. Do Barulho vem de duas atuações forçando turma e, aqui, pode atropelar para brigar pelos primeiros lugares. Paulinho é melhor do que a turma, porém, como não corre desde janeiro, fica como segundo nome. Funny Hill e Obrero merecem ser observados com atenção na hora de montar o jogo.

indicar (Do Barulho ) ate ai tudo bem agora falar que( Funny Hill) merece ser observada e vai para foto com ( Obrero) e fica rindo atoa rindo do que voce quer ganhar o Pick 7 sozinho

OUTRA DELE 

5º Páreo: No claiming e com Lasix pela primeira vez, Beforemenever aparece como boa oportunidade para o jóquei Valter Inácio. Guria do Iguassu é o retrospecto da prova e merece respeito. Anilhe fica como terceira opção

a egua que voce e toda mesa indicou teve hemorragia grau 5 a (Guria do Iguassu) saiu do ct e esta na gavea a ganhadora tomou L1 na ultima 

ai voces dão unanimidade ,sem falar dois seus companheiros que não deu a ganhadora pra nada ,esses dois e sem comentarios

QUERIA MATAR TODO MUNDO NOS 2 PRIMEIROS PAREOS POIS ACERTOU OS 3 ULTIMOS DEU BARBADA O ULTIMO PAREO

depois perde o emprego vai ficar chorando pelos cantos 

não estou reclamando por que errei o pick 7 pois errei n 6 pareo não vou botar um cavalo de 64 kilos mais esse J.Borges e D+

OBS: NÃO TEM TURFISTA BOBO NÃO TA, ESTAMOS TODOS DE OLHO EM VOCES

Antonio Moura (07/07/2014) - Niteroi/RJ

BALCÃO DE NEGÓCIOS

Tenho o hábito de entrar diariamente no site oficial, na vã esperança de que a administração do JCB veicule notícias que venham de encontro aos interesses do turfe, atividade que em nosso país, infelizmente, vai de mal a pior numa preocupante progressão.

Hoje, pela primeira vez, tive a curiosidade de acionar no rodapé, o Mapa do Site, mais precisamente, o Site da Sede Social. Fiquei perplexo com o que li:

- ESPAÇOS PARA LOCAÇÃO

- Hipódromo da Gávea (Tribuna Social - 2.andar - Restaurante Emporium Pax;

- Tribuna "B"

- Tribuna "C"

(Descritiva sobre espaço, capacidade, tamanho e contatos (tel. e email)

- SEDE DA LAGOA

- Salão Nobre

- Cinema

(descritiva, idem, idem, idem, idem).

E então, como na música de Chique Buarque, entendi "que não tem jeito, porque nunca terá"!

Antonio Moura

Fernando Iaccarino (07/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Em fevereiro de 2014, o Credenciado do Joquéi situado em Pedra de Itaúna, no bairro do Recreio-RJ, fechou sem que os apostadores soubessem, até agora, a causa do fechamento. Enviei email ao JCB,semana passada, perguntando sobre qual o prazo para instalação de um novo credenciado no bairrro do Recreio. Resposta: não se tem nenhuma previsão de abertura de alguma loja no bairro para substituir o anterior.

Sabendo que esse bairro dista aproximadamente 30 Kilometros até a Gávea, poucos são os apostadores que estão se deslocando para fazer as suas apostas, ocasionando uma considrável perda de receita. Será que não existem interessados em abrir uma loja ?. Eu me candidato, só não me informam como me habilitar.

Rocco Rosito Filho (06/07/2014) - Florianópolis/SC

CONSPIRAÇÃO NO JOQUEI CLUBE BRASILEIRO /////SEGUNDA PARTE

Não vejo com bons olhos a falta de apóio da LIGA BRASILEIRA DE TURFE / LBT

a importante causa que busca a RETIRADA DA ATUAL DIRETORIA DO JCB . O movimento de conspiração saudavel é oportuna , pois busca melhprar as precarias cindições do turfe carioca que reflete nos demais hipódromos ainda vivos . Os maleficios causados , deforma prositada contra o turfe são visiveis e sabidos 

Recentemente o PODER JUDICIÁRIO setenciou determinando a suspensão imediata do mega projeto PLANETA BOLA / REDE GLOBO , pelos prejuízos causados as corridas .

Estou torcendo pela retirada do inoportuno tapume . Qundo isto acontecer pretendo viajar até RJO para assistir , ao vivo , as largadas dos páreos , junto com amigos cariocas , não turfistas . 

Não estou entendendo os objetivos da LBT . Falaram , na largada , que vieram para ajudar o turfe brasileiro retomar a normalidade administrativa e ´, agora , se fazem omissos na procissão . Respeitosamente , gostaria de ter esclarecimentos sobre o assunto

Repito , por oportuno , o TITULAR DA COUDELARIA JÉSSICA ,é o nome indicado para liderar a COMISSÃO DE NOTÁVEIS que poderá varrer a, integralmente , a diretoria do JCB

Basta a greve de treinadores por 30 dias , mes cheio , recebendo as comissões de dez por cento , sobre os premios , conforme praxe . NHão podemos esquecer de remunerar joqueis , proprieta rios e criadores . A cadei a não deve ser rompida , para que o projeto tenha exito . Digo novamente a remoção do grupo dirigente não é tarefa difícil , se constrangido , em âmbito nacional , dentro da lei . Constrangimento ilegal existe , mas o TITULAR DA COUDELARIA JÉSSICA , por ser visionátio , astuto e sagaz , não tomará a mencionada estrada . 

Digo aos amigos turfistas ; nosso e mail está na redação RL .Vamos ventilar o assunto . É bom para todos , inclusive para os ditadores encastelados no poder

Marco Antonio Santos (05/07/2014) - Niteroi/RJ

Ótimas atuações vem marcando a joqueta Jaqueline Cabral nos hipódromos do Chile, com vitórias sucessivas e boas colocações . 

O turfe chileno é extremamente competitivo, é de se louvar a coragem da menina de procurar novos desafios.

Sem o glamour dos demais, a menina vem conquistando o seu espaço !

Estou acompanhando e torcendo !

Marcus José Andrade da Cunha (04/07/2014) - Ponta Grossa/PR

Exame de Anemia Infecciosa e Mormo

lamentável a omissão de nossos laboratórios, que por pura negligência transformaram em caos o turfe pelo menos neste fim de semana, causando prejuízos incalculáveis aos proprietários e criadores.

O pronunciamento abaixo do reflete esta situação. Deveras lamentável.

"Comunicado da ABCPCC

O Ministério da Agricultura, em dezembro de 2013, adotou a Instrução Normativa nº 57 estabelecendo os critérios e requisitos para o credenciamento e monitoramento de laboratórios, inclusive certificação pelo Inmetro. As medidas buscam dar garantia ao setor da equideocultura do efetivo controle de doenças como a anemia infecciosa e o mormo e merecem o apoio da ABCPCC, em que pese não nos furtarmos de criticar a falta de agilidade dos órgãos oficiais neste tema.

Na referida norma foram estabelecidas as condições para o credenciamento e foi concedido prazo para que os laboratórios se adaptassem a nova medida (30 de junho de 2014). Lamentavelmente poucos laboratórios encaminharam a tempo e obtiveram o novo credenciamento no prazo estabelecido. Nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul apenas três laboratórios estão credenciados para realizar exames de anemia (Vetlab-Petrópolis; Animal Labor-Piracicaba; e São Rafael-Pato Branco). A sociedade Nordestina de Criadores, ao que consta, é o único habilitado para realizar o exame de mormo.

Preocupada com a situação que dificulta o transito de animais entre os hipódromos e praticamente inviabiliza o transporte de éguas na temporada de cobertura que se avizinha, a ABCPCC, com o auxílio da Câmara de Equideocultura, tem tratado da questão, tendo logrado a edição da IN nº 19, que flexibiliza a norma, permitindo a recredenciamento temporários dos laboratórios que apresentarem a documentação ali referida.

O certo é que devemos discutir imediatamente a criação de laboratórios do segmento turfe que possam melhor atender a proprietários e criadores.

A ABCPCC manterá seus associados informados sobre a questão e seus desdobramentos

São Paulo, 3 de julho de 2014"

Marcus Cunha

Ricardo L. Silva (04/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Apenas umas perguntas: 

A responsabilidade de aplicar o lasix nos animais é do JCB, que resolver faturar mais um pouco encima dos proprietários; a veterinária do JCB vai à cocheira, onde geralmente um cavalariço tira de dentro do box o animal a ser medicado; esta veterinária tem em mãos um leitor de ’CHIP’, pois todos os animais são ’CHIPADOS’ , também a Carteira de Identidade do animal a ser medicado tem que ser entregue a veterinária, para que esta confirme os sinais do mesmo. Como uma veterinária formada, com a unica função de identificar e aplicar o medicamento no animal que vai correr faz o medicamento no animal errado ? Em quantos animais que deveriam correr medicados de lasix esta veterinária já deixou de aplicar e nunca foi descoberto ? O treinador foi suspenso 90 dias e a veterinária 20 dias ?

Na ultima segunda 30/06 as corridas sofreram um pequeno atraso porque os animais que correriam desferrados tiveram que ser ferrados devidos uma pequena chuva que caía durante a programação. Como portanto JCB multou em mais de R$ 1.000,00 os jóqueis que saiam para montar com os culotes e fardas secos e voltavam com os mesmos molhados e portanto com excesso de peso na repesagem ?

Bom fim de semana a todos.

Ricardo Machado (03/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Gestão e Comprometimento

A decisão da Comissão de corridas com a suspensão por 90 dias do treinador Givanildo Duarte e a suspensão por 20 dias da veterinária responsável merece. Uma reflexão por parte dos turistas interessados no crescimento e no futuro do turfe do Rio de Janeiro.

Entendo que o JCB e o responsável pela realização das corridas e pelas informações contidas no programa entregue aos apontadores .Ninguém , senão o JCB e o responsável pelas informações que o apostador recebe .

A afirmação acima e óbvia em qualquer segmento de negócios que e gerenciado com gestão , comprometimento e seriedade .

No entanto no JCB , ele fornece a informação , tem a responsabilidade pela execução do processo ( injeção de lassidão e aplicada pelo veterinário do JCB ) mas quando o processo não acontece a responsabilidade e do outro .UM ESPETACUL0!!!!

O morto mata o assassino .

Hoje o animal tem uma ficha própria , chip de reconhecimento e a veterinária responsável pela aplicação do lasix não foi capaz de reconhecer o animal errado que o segundo gerente trouxe e a culpa do processo e do treinador que nem estava na cocheira ,

Os treinadores , as vezes , tem sete , oito inscrições e não podem estar ao lado de todos os cavalos ao mesmo tempo .

O mesmo serviço veterinário e recorrente no erro , já que 6 meses atrás , um animal do treinador Vitor Paim correu duas vezes no mesmo dia e veterinária não foi capaz de descobrir o fato .

Para que ser os chips e fichas?

A responsabilidade do JCB , qual e afinal?

A total falta de gestão e comprometimento dos atuais responsáveis pelas corridas da Gávea segue demonstrada por alguns exemplos abaixo:

- a desclassificação de segunda-feira passada , sem a menor discussão pelo mérito dela , deveria ter uma explicação detalhada para o público.

Em qualquer hipódromo sério no mundo , este replay seria repassado n vezes com um círculo no momento do prejuízo seguida de uma explicação pelo hipódromo .

Como explicar a um iniciante no turfe que tivesse chegado no hipódromo aquele dia que o cavalo que apostou passou de segundo para quinto sem explicação .

Então , queremos aumentar o número de turistas , querem aumentar o mga , garanto que desta forma em que a credibilidade e diminuída isto não acontecerá .

- outro problema que necessita uma ação urgente e o problema da falta de peso .Em todos os hipódromos dos EUA , na maioria dos europeus,o responsável pelo peso e o hipódromo que realiza as corridas .

O apostador não pode sofrer nenhum problema por existir uma informação importante para a sua aposta pelo órgão gestor das corridas e está informação não e cumprida .

Mais uma vez o morto mata o assassino.

E temos muito mais assuntos 

Agora , amigo Dannemann,com essa gestão , comprometimento , estes julgamentos acho que não podemos ter um partner diferente do banqueiro .

Não acredito que ninguém sério vá querer compactuar com o que acontece

Jose Roberto Giancristoforo (02/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Marcos Antonio da Silva (02/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Boa noticia , acho que agora vão começar a ter respeito pelos animais e vão ter que procurar outro tipo de evento que não use o barulho como principal divertimento.

Caso essa ordem judicial vingue , tudo vai ficar mais fácil daqui para frente, já falavam que o cheiro dos cavalos estariam atrapalhando os restaurantes e aviso que as gambas, são patrimônio do JCB e que os mesmo que estão se instalando tem que saber viver com esses animais, gatos , gambas e outros que lá vivem. Estamos de olho e caso façam algo de errado as denunciais irão ocorrer.

Antonio Moura (02/07/2014) - Niteroi/RJ

BOLONHA - O HOMEM E O MITO

Um dos mitos que faço questão de preservar no meu imaginário, é o do inesquecível jornalista de turfe Heitor de Lima e Silva, o Bolonha.

A matéria regularmente aqui publicada através de seu filho César Roberto (Histórias e Estórias), é um oásis no deserto em que se transformou hoje a crônica dita especializada, restrita a um único embora importante nome - Paulo Gama. Memórias que, por si só, justificam a presença de César Roberto nos quadros do Raia Leve.

O nível de conhecimento, a integridade, o bom humor, o senso crítico e a coragem, a independência e a bagagem cultural e humana sobretudo, que transferia com naturalidade aos ouvintes e leitores, fazem dele uma saudade que nunca se esvaiu em todos estes anos

Aprendi muito com ele - e boa parte do meu caráter e das minha atitudes foram forjados pelos seus ensinamentos.

Um gol de placa - em dias de vacas magras. Parabéns aos editores!

Antonio Moura

Valdir Marchet (02/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Impressionante a rapidez com que o site do JCB consertou o erro,so faltou agradecer o raia leve pela dica!! kkk

Claudio da Silva (02/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. José Leonildo Pessoa da Silva, os comissários de corridas daquele dia, foram os mesmos que no mês de abril, o D. Duarte, foi desclassificado e não cumpriu os quatro dias de suspensão. Quando eu disse que deveriam ser banidos o Frederico postou uma desculpa que mais tarde foi desmascarada.


Marcos Antonio da Silva (02/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Por ordem judicial o alarido do Parque da Bola tem que cessar ’as 23 horas sob pena de pagamento de multa.

Os ouvidos dos cavalos e dos moradores da Gavea agradecem.

Fernando Bueno Guimarães (02/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Escrevo para acompanhar integralmente as palavras do Sr. José Roberto Giancristoforo que, em sua última postagem, condena a atual política da direção do JCB de produção incessante de eventos que, por mais bem sucedidos que sejam, como torneio de tenis, parque da bola ets, são sempre feitos em completo detrimento dos turfistas, ou seja, daqueles que vão ao Hipódromo da Gávea para, vejam que ingenuidade, assistir e jogar nas corridas de cavalos! O ambiente geral, pela dificuldade de estacionar, pelo insuportável barulho com que somos brindados, nós e os cavalos, pelo desconforto, enfim, que somos obrigados a suportar em todos os níveis, está me faze ndo a pensar em desistir de vez disso tudo, e falo tabém como pequeno proprietário, além de sócio. Aliás, fico pensando se não é melhor sair agora, voluntáriamente, do que mais adiante, em função de mais um evento que proiba a presença daqueles chatos que, imaginem, querem ver os cavalos na reta oposta, ao vivo!

José Leonildo Pessoa da Silva (02/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

EXCESSO DE RIGOR

A Comissão de Corridas do J. C.B. no boletim oficial nº1 de 01 de julho de 2014 ref. ao programa de 29 de junho

de 2014 resolveu:

c) Suspender o jóquei M.Almeida (Dama Alada) no dia20.07.2014 por prejudicar a competidora Crazy War na reta

(300 metros finais) (art.140).

d)Suspender o jóquei M. Almeida no dia 21.07.2014 por prejudicar competidora It Is Royal na reta (50 metros finais)

(art.140).

M. Almeida montava uma potranca que estava estreando. No nosso entender houve enorme exagero na punição.

Valdir Marchet (02/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Termino da temporada hípica e o aumento da decepção com o JCB.

Tivemos jóquei e treinador ambos conquistaram a tríplice coroa,GP Brasil eestatisticas ,o JCB sequer fez uma entrevista com ambos ,simplesmente o Sr Fernando Lopes escreveu algumas palavras sem base em nada e cheia de erros .Relacionado ao Guignoni como pode nem se preocupar em pesquisar quantos GP o mesmo ganhou para relembrar foram CINCO e não quatro vou ser mais especifico:Straght flash,Quen desejada,Potri road,Belo acteon e Bal a bali.

Que vergonha esse JCB.

Francisco Rodrigues da Silva (01/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Termino da temporada 2013/2014.

Quero parabenizar pelo excelente trabalho realizado a frente do STUD GATA DA SERRA,Ricardo Silva supervisor do stud,que pelo 4 ano consecutivo atingimos a meta que era entre os 30 primeiros na estatísticas dos proprietários e ficando em 23 lugar.

Parabens e vamos torcer para a matricula de treinador, esse ano saia.

abraco da familia.

F Rodrigues

Andrea Tizzano

Julia Tizzano

STUD GATA DA SERRA

Claudio da Silva (01/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Não sou sócio do JCB, mas li que o total está em torno de 7 000. Entretanto, acho que somente 20% é turfista e o restante não acessa o site do Raia Leve. Assim, deveria haver um meio de encaminhar diretamente a residência dos sócios, cópia dos desmandos efetuados pelo presidente, aqui postados.

Jose Roberto Giancristoforo (01/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Os eventos é que estão fazendo com que MGA chegue a um ponto perigoso, que pode ser irreversível . Eu mesmo que frequento o JCB quase todos os dias e jogo Gávea , São Paulo , Cristal e os considerados hipódromos de primeira do exterior, pois sou adepto de trifeta , quadrifeta e Piks , todos os possíveis e os que vierem a inventar estou chegando a um ponto de desistir, em vista dos eventos que nesse mês de Copa do Mundo está uma barbaridade contra o turfe. Esse foi o fim do aceitável, taparam a visão dos que frequentam a Gávea , dificultaram a entrada, em vista do volume de pessoas que veem para o eventos da Copa e entupiram o s banheiros que parecem um mar de lama e o passeio cheio de grades como se tivéssemos numa prisão, com intrusos de todo tipo . Se for verdade que o interior das pistas aonde se dá os eventos hoje, não vão ser desmontados e que os mesmo vão continuar mesmo depois do fim da copa e se isto for verdade posso prever o fim das corridas , pois a mesma vai começar a ser incomodo para os eventos e eu vou ser um que vou desistir de vir a Gávea nos dias que tiver esses eventos , como eu muitos já tomaram esse decisão. Acho que algo tem ser feito urgente , denunciar as autoridades não surte efeito , pois as mesmas não sabem nem aonde é o JCB e quais as leis que regem as corridas, pois caso soubessem algo já teria acontecido com as barbares que estão fazendo contra a lei do turfe. Aumentaram a taxa dos sócios para fazerem obras para dar mais conforto, mas quem está aproveitando são os frequentadores dos restaurantes e dos eventos e outros e eu que sou sócio fico a mercê de chegar e não ter espaço para o carro ou ficar numa fila de carros a espera de uma vaga , isso para mim é um absurdo que não aceito e que tenho me aborrecido quase todas as vezes que chego a Gávea.

Ou acabamos com os eventos ou os eventos vão acabar com turfe.

Marcos Antonio da Silva (01/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Fiquei apreensivo com a saida do nobre Dr Alencar da presidência da Comissão de Corridas.

Homem íntegro e grande turfista , ainda tinha muito a contribuir para o desenvolvimento do esporte dos reis .

Ao que me confidenciou um importante e proeminente diretor do JCB , o motivo da saída de Dr Alencar foram divergências insoluveis com o Sr Palermo , que parece vocacionado a colecionar desafetos na sua própria diretoria .

O JCB está como um barril de pólvora prestes a detonar. Todavia , até maio de 2016 , tem que se aguentar o intrépido atual presidente com suas manias de faraó e as investidas escocesas que lhe turvam um pouco as idéias e valeram apelido idêntico ao de certo famoso compositor mangueirense , que não nem o Cartola e nem o Nelson Cavaquinho

Antonio Moura (01/07/2014) - Niteroi/RJ

Sr. Cláudio,

Sua ideia que em tese é excelente, na prática é inexequível.

"Os viciados de plantão" a que o prezado turfista se refere, hoje não apostam um prata sequer nas corridas da Gávea, eis que transferiram (e tem é tempo) sua disponibilidade financeira para apostas no simulcasting internacional.

E não poderia ser mesmo de outra forma, pois é isto mesmo que ocorre no espaço nobre do Hipódromo, onde praticamente 100% do jogo é direcionado para o exterior.

O método do Professor Barbosa Alfacinha (meu patrício e mentor de Lecca) talvez seja a providência mais adequada para o momento - manda-se o contrato às favas e junto com ele, mediante um sonoro pontapé no traseiro, os espanhóis para cantar em outra freguesia. Advogados existem, entre outras coisas, para proteger o autor de atitudes extremas deste tipo. E situação extrema é tudo o que não falta ao Turfe neste momento e mais angustiantemente ao grosso dos profissionais que nele labutam.

Sinceramente, acho que não vai dar para esperar até a próxima eleição no JCBrasileiro.

Antonio Moura

Rocco Rosito Filho (01/07/2014) - Florianópolis/SC

CONSPIRAÇÃO NO JOQUEI CLUBE BRASILEIRO

As criticas contundentes contra administração atual não fazem mais efeito . Estão inócuas , completamente destituídas de praticidade . Não são respondidas , portanto eloquente desprezo as pessoas que insistem em criticar. Estamos diante da necessidade de ações contundentes contra a DIRETORIA encastelada no poder e tripudiando contra o turfe e , beneficiando os sócios frequentadores da SEDE DA LAGOA . É uma manobra escandalosa . Algo precisa ser feito com urgência . Uma comissão de notáveis , homens do cavalo , proprietários e criadores , se aceitarem , terão que pegar na cabeça do defunto. Abaixo vamos divulgar duas idéias revolucionarias , para ver o circo pegar fogo.

PROJETO A /// ORGANIZAR GREVE DE TREINADORES E JOQUEIS , SEM INSCRIÇÕS DE ANIMAIS , APÓS CONSULTA AO PROPRIETARIOS . TODOS PAREOS SERIAM FORMADOS DE MODO VIRTUAL . SEM COMPETIÇÕES FISICAS EM RAIS . APOS A FORMAÇÃO DOS DEZ PAREOS DE UMA REUNIÃO AS COLOCAÇÕES SERIAM POR SORTEIO E OS PREMIOS SERIAM PAGOS PARA PROFISSIONAIS E PROPRIETARIO , VIA FUNDO FINANCEIRO , FORMADO POR CONTRIBUIÇÕES DA COMISÃO DE NOTÁVEIS . SERIAM SORTEADOS CARRO POPULAR PARA OS TREINADORES E MOTO PARA JOQUEIS . ALGUNS TREINADORES ESTÃO PASSANDO FOME . TODA VEZ QUE TREINADORES FICAM COM DIFICULDADES BOTAR O FEIJÃO NA MESA OS CAVALOS PASSAM A RECEBER MEIA RAÇÃO . NÓS VIEMOS DE LONGE . O QUADRO ACONTECE EM QUALQUER HIPÓDROMO . CAMPANHA DESTA NATUREZA PODE´R DESESTABILIZAR A DIRETORIA

PROJETO B /// PREPARAÇÃO DE CAMPANHA DE MARKETING ,REALIZADA POR EMPRESA ESPECIALIDA , VISANDO DIVULGAR EM TODA CIDADE OS DESMANDOS PRATICADOS PELA ATUAL . É FUNDAMENTAL QUE OS DIRIGENTES SEJAM CONSTRANGISO . SUN TZU , RENOMADO GENERAL CHINES DIZIA; PARA GANHAR A GUERRA O INIMIGO PRECISA SER CONSTRANGIDO 

SE OS PROJETOS FOREM LIDOS , A NOSSA SATISFAÇÃO SERA GRANDE

CRÍTICAS VIA E MAIL SERÃO BEM RECEBIDAS

Marco Aurelio de Souza Lage (01/07/2014) - Niteroi/RJ

No meu entender não vi prejuízo algum do animaI Indio Guru, que justificasse sua desclassificação, entendendo que a CC desta vez foi muito feliz em sua decisão.

Estava presente ao hipódromo e constatei diversas pessoas favoráveis a forma como o páreo foi confirmado.

George Soares Ribeiro Sanches (01/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr Hélio , se perguntar ao turfista que estava na gávea ontem, essa não foi a visão deles. 

Continuo aguardando um esclarecimento da comissão, de repente uma tomada que eles viram não foi tornada pública .

Helio Balsa (01/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Bom dia, Sr. George Soares Ribeiro Sanches

Não entendi a sua posição. Viu o replay do páreo? O Índio não prejudicou ele tinha dois corpos quando mudou de linha, portanto não houve prejuízo, o único prejuízo foi causado pelo M Soares e por isso foi desclassificado. A comissão de corridas do JCB é fraca, isto não resta dúvida, mas até quando a comissão acerta quer reclamar.

Helio Balsa

Claudio da Silva (01/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Acho que o início da derrocada da CODERE, seria os viciados de plantão passar 15 dias sem passar ao menos na porta.

Agora, frequentar a CODERE, e vir no Raia Leve postar que o JCB, está errado em mante-la não acho certo, parece aquele ditado, bate e assopra.

George Soares Ribeiro Sanches (01/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Lamentável a atuação da (c)omissão de corridas no 1º páreo da Gávea ontem. Eles deveriam se manifestar a todos a interpretação que deram para alterar o placar e manter o Indio Guru na 1ª colocação!!!!

Jose Roberto Giancristoforo (01/07/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Ontem a entrada no JCB no estacionamento já foi mais fácil , graças a chuva que apesar de fraca já ajuda, espero que chova muito até o final dos eventos. Bem que São Pedro meu amigo camarada podia ajudar com Chuva e vento forte nos dias de corrida para atrapalhar os evento. O MGA 26 a 30/06/14 = 3.118.140,16 media diária 779.535,02 e digo logo que parar os eventos com a mesmo mal serviço e falta de habilidade para formar os páreos o MGA vai subir e voltar os seus 850 / 900 mil de média por dia . Ontem fiz uma vistoria no estacionamento e me dei conta que nenhum funcionário do JCB está presente e que o mesmo está entregue e que fazem o que querem como se dono fossem do local, entrada pela porta do lado do restaurante nem controle tem e é um entra e sai de quem eles querem e tentaram até me barrar o que vai ser problema na próxima vez que eu por ali quiser entrar. Como sócio do JCB e turfista e viciado em corrida está difícil de assistir as corridas com esse monstrengo no meio do padro e ter que aturar e brigar para entrar no estacionamento.
















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  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês