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Neste espaço são publicadas as manifestações dos nossos leitores.

O RAIA LEVE acolhe opiniões sobre todos os temas ligados ao turfe.
Reserva-se, no entanto, o direito de rejeitar ofensas, acusações insultuosas e/ou desacompanhadas de documentação. Eventualmente, os e-mails poderão ser checados. O site não tem o compromisso de publicar todas as mensagens recebidas. A publicação, quando ocorrer, se dará na íntegra ou parcialmente, privilegiando-se os trechos mais relevantes.





Abril | 2014

Gerson Luiz Borges de Macedo (23/04/2014) - Curitiba/PR

ASSOCIAÇÃO DOS CRONISTAS DE TURFE DO PARANÁ TEM NOVO PRESIDENTE!

Desde 2006 exercendo o cargo de presidente da única associação de cronistas de turfe ainda em atividade em nosso país - Gerson Borges de Macedo que é também narrador oficial do Jockey Club do Paraná, na noite de ontem passou a presidência ao comentarista da TV Jockey/PR - Arthur Almeida. A ACTP tem 77 anos de existência e continua em franca atividade congregando os cronistas especializados do Paraná. A nova diretoria ainda conta com o Vice Presidente Cesar Augusto Paula, o Diretor Social José Luis Lobo Neto, o Secretário Alessandro Reichel e o próprio Gerson Borges de Macedo na Diretoria Financeira.

Rômulo Augusto Ewald (23/04/2014) - Curitiba/PR

Assunto transmissão de carreiras pela NET

Prezado Sr. Carlos Behah, 

Curitiba voltou a ter transmissão das carreiras pela NET graças a iniciativa de verdadeiros turfistas de escol, ou seja não teve interferência alguma de nenhum Jóckey Club ou qualquer Diretoria. Por ação dos Srs Luis Renato Ribas que intercedeu junto a NET e a coleta de assinaturas pela Associação dos Criadores de Cavalo de Corrida do Paraná, presidida pelo Sr. Alcebíades Faria Neto, assim sendo se convenceu da importância econômica para a transmissora que iria perder centenas de assinantes. Assim sendo se colocou um outro canal e tudo voltou como antes. 

Sem muito discurso e sem qualquer custo para os Jóckeys Clubs. As resoluções dos problemas são simples, nós é que fazemos que as coisas fiquem difíceis.

Saudações turfísticas. Rômulo Augusto Ewald

Claudio da Silva (23/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Gostaria de saber, ja que o atual presidente do JCSP, não administrou bem o primeiro mandato, na última eleição não se apresentou uma chapa de oposição?

Marcus José Andrade da Cunha (23/04/2014) - Ponta Grossa/PR

Sr Ronald de Carvalho

Precisa sua observação em relação a experiência de profissionais no julgamento dos páreos. Neste aspecto São Paulo está na frente, emprega 3 ex jóqueis.

Marcus Cunha

Carlos Alberto Behar (23/04/2014) - Porto Alegre/RS

Prezados amigos do raia Leve :

Alguém poderia me dizer porque apenas algumas cidades ( entre elas, Porto Alegre ) não tem mais transmissões das corridas pela NET ?

Como o Paraná voltou a ter as transmissões ?

Como e com quem foram feitas as negociações para este retorno ?

Aguardo resposta. Obrigado

Ronald de Carvalho (22/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Vezes anteriores abordei o não aproveitamento de ex-profissionais participando dos julgamentos dos páreos pela Comissão de Corridas - até mesmo como consultores, apenas. Por mais preparado intelectualmente que seja o comissário de corridas, ele jamais terá a experiência e o conhecimento de um profissional que vivenciou a profissão dentro da raia durante vários anos. 

A medida poderia trazer, inclusive, maior segurança aos próprios comissários, nas decisões tomadas. Ao ler o depoimento de um treinador com larga experiência, além de possuir uma ótima formação, colocando sua opinião sobre uma desclassificação ocorrida, fica notório que tal consultoria profissional - pelo menos - urge-se como de imenso benefício ao turfe e a transparência das decisões.

Antônio Moura (22/04/2014) - Niterói/RJ

NADA QUE O GOOGLE NÃO INFORME

Em 01/04 publiquei um texto aqui no Espaço, dirigido ao ilustre Sr. Marcos Antônio da Silva, sob a epígrafe "O Axioma de Pitágoras".

Parece que alguém andou confundindo Teorema com Axioma, e recebi algumas reclamações em meu correio sobre a impropriedade do tema. Considerando que um dos manifestantes foi meu querido irmão Carlos Fernando, empedernido e atuante turfista ora residindo na praiana Cabo Frio, vamos à diferenciação:

-Teorema - "A soma do quadrado dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa". Pouco ou nada a ver com o Turfe;

- Axioma - "As respostas estão todas dadas; é aquilo a que chamamos de real. Só é preciso saber fazer as perguntas certas". Tudo a ver com o Turfe.

Antônio Moura

Renato Borda (22/04/2014) - Porto Alegre/RS

Mestre, Antônio Moura,

Suas postagens, sempre evoluídas, exigem algum tempo para que, com tranquilidade possamos meditar quanto ao seu conteúdo, bem como valorizando-as, possamos buscar coerência construtiva para com o possível retorno.

Quanto a sua afirmação: “Dizem também, e nisto acredito firmemente, que o turfe e o imponderável andam de mãos dadas - e não se desgrudam nunca” – concordo plenamente.

Creio inclusive, com absoluta clareza, serem; a imponderabilidade e a imprevisibilidade, fatores que combinados e reconhecidos em meio às carreiras, os elementos responsáveis por tornar o Turfe, um esporte, atividade profissional, empresarial, ou simples e prazeroso divertimento, tão emblemático e envolvente gerador de expectativas que é capaz de transformar pessoas em participativos e aficionados turfistas, elevando-os a um nível diferenciado de absoluta paixão.

Claro que acredito em exceções, que embebidas em dádivas, sabe-se lá de onde acabam por premiar lotérica e eventualmente a alguém, em algum lugar, em algum dia fortuito, pelo bafejo celestial da suprema sorte. Claro que existe. Assim como da mesma forma, existe o supremo e inesperado, azar. Todos teríamos inúmeros exemplos concretos a descrever, certamente. O que nos chama a atenção, é a frequência com que diferentes situações ligadas à "sorte extrema", vem ocorrendo...!

O que diferencia tudo que estamos ressaltando, é que no turfe, seus resultados não são derivados de adventos lotéricos, da simples sorte ou do azar mas sim, de acontecimentos mensurados pelo retrospecto, que agrega em seus inúmeros detalhamentos, inclusive, os prévios imprevistos acontecidos em pista, praticamente todos aqueles identificados e ou informados pelos devidos responsáveis envolvidos aos fatos acontecidos. Some-se a isto, aquilo que irá acontecer no momento da corrida, que é o inesperado mas que nós turfistas, entendemos como situações passíveis de ocorrer sem que possamos interferir, como: uma má largada, um tropeço, um problema físico, um problema técnico, problemas de arreio, etc, além dos reconhecidos “galopes” e divergências de performance, a que estamos acostumados a presenciar e que precisa ser combatido drasticamente para o bem do turfe brasileiro, que tem potencial, qualidade e condições plenas para evoluir, desde que administre seus reconhecidos desvios .

Assim, encerrando, solicito sua permissão para mais uma vez, agregar a frase de encerramento de sua postagem, que pela sabedoria turfística concentra com clareza todo o raciocínio exposto:

“Mas reconheço que acertar o tal Pick 7 é uma tarefa para americano camboatá ou para todos os Deuses do Olimpo em conjunto.”

Grande abraço!

Jose Roberto Giancristoforo (22/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Renato Borda (21/04/2014) - Porto Alegre/RS

Em vez de procurar cifre em cabeça de bode , você poderia estudar mais as variáveis de jogos e divisão dos mesmo em pequenos jogos para dar menos inversão e não sair muito caro um jogo de 1152 reais , que dariam 2 páreo com 4 indicações, 2 páreo 3 indicações , 2 páreos com 2 indicações e 1crava. Usando sistema ( pesquise ) você pode reduzir esse jogo dividindo em vários pequenos jogos para um aposta de menos de 500 reais . Assim quando sua pule acertar você vai parecer ser um expert.  

Antonio Jose de Mendonça Alves (22/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Eu acredito nos picks da gavea pois ja acertei quinaexata com 3,60 quinaexata com 8,00 pick 7 com 24,00 e no entanto nao sou craque no assunto de marcar corrida de cavalo pois no padoque o joquei sai com orientacao e os apostadores nao escuta as conversas, quem vai e quem nao vai. Marca um pick baratinho e torce pro teu passar na frente e pronto. 

Marcos Antonio da Silva (22/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

A codere vai seguir bonitinha até o final de seu pavoroso contrato celebrado com o Jockey Club Brasileiro. Segurança desta informação por conta da fonte que jamais errou comigo e sabe tudo de JCB.

Prêmios mixurucas e sem reajustes , do jeitinho que Taunay ensinou para esse povo que manda no JCB desde 2012 sem nenhum brilho mas com muito gogó e atitude para fazer piscinas de luxo e pista de skate para filho de bacana ralar o joelho.

Pista de areia é areal e a de grama , repleta de buracos, passagens e cercas móveis , assusta os cavalos,os jóqueis e os apostadores.Um pavor.

As modificações nos jogos foram ótimas ...mas para São Paulo que vem superando o Rio no dia a dia , apesar de dar uma corrida a menos.

A Comissão de corridas , valei-me Nosso Senhor.!!

Até cavalo na fita já mataram , fora a evidente incompetência e só não vou mais fundo no assunto porque há comissários de idade avançada que, como eu , já deveriam estar de pijaminha em casa e não dando vexame na Gavea .

De vento em popa apenas a rapaziada das obrinhas faraônicas e dos estacionamentos . Estes estão com tudo .e não estão prosas , exatamente como dizia o Velho Guerreiro.

Quer dizer : mudaram apenas as moscas !

Mauro Oliveira (22/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Paulo Cesar

O MGA de São Paulo superou o do Rio,no sábado e na segunda, porque nesta semana tivemos apenas duas reuniões em SP.(domingo não teve corrida em CJ)

É a mesma coisa que acontece no Rio.

Com quatro ou três reuniões, o movimento é o mesmo, pois os turfistas são os mesmos e o dinheiro disponível semanalmente para as apostas, também.

Alvaro M.Lopes (22/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr Renato Borda

Acredito que haja manobras dos joqueis em alguns páreos, em informações privilegiadas,etc

mas, acredito também na sorte absurda do apostador vencedor do Pick 7, que o sr. sarcasticamente chama de " mestre" e de "gênio".

Conheço os operadores Eduardo e Robinson da agência Raimundo Correa onde o apostador fez o Pick 7 e os mesmos me afirmaram que o felizardo é pessoa simples e que joga muito pouco e não tem relacionamentos com com profissionais do turfe, simplesmente era o dia dele.

Pra finalizar vou contar uma história real, ano passado na ag. DJALMA Ulrich também em Copacabana ,um apostador quer fazer o PICK 7, vira para a operadora Ana Paula e fala:Ana vou cravar no 1º Páreo e colocar todos no último ,marca os outros cinco p/mim, um em cada 

páreo.E assim fez Ana Paula que não entende nada de corridas de cavalo.Sabe o que aconteceu senhor incrédulo R.Borda ? ele ganhou sozinho o Pick 7, com marcações de pules altas pela moça.

O sr não acredita ? Liga pra Ana Paula ,ela ainda trabalha lá.

Saudações

PS; Este mes ela está de férias

Paulo Cesar Gomes (22/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Estamos chegando no final do mês de abril e constatamos que algumas afirmações que fiz no passado começam a se concretizar.

Vejam por exemplo o MGA deste fim de semana quando comparamos CJ e GV.

Dia 19/04:

MGA GV 1.062M

MGA CJ 1.067M

Dia 21/04

GV 1.250M

CJ 1.263M

Mesmo número de páreos.

Observar o movimento do atual Betting 5 e Super Betting e do antigo Super Betting é de estarrecer. Como se joga dinheiro pelo ralo. Altera-se a aposta de maior sucesso do menu e mesmo vendo que está errado nada acontece.

Como dizia Nelsom Rodrigues: Só resta sentar no meio fio e chorar ...... , torcendo para que uma carrocinha da Kibon não nos atropele.

Gilberto Werner (22/04/2014) - Porto Alegre/RS

TODAS AS MEMÓRIAS EM MEU TURFE

Então meu turfe tornou-se ¨inconsistente¨! E o mais triste nessa história toda é que após tantos anos jamais poderia imaginar ¨meu presente¨ sem o entretenimento ¨turfe¨!

Eu considero ¨triste¨ essa situação pois foi preciso uma vida inteira para compreender que a porta se fecha quando não encontramos mais ¨reciprocidade¨: aquela mesa em que costumávamos sentar e conversar futilidades. Em que brindávamos e discutíamos o futuro do mundo emoldurado pela paixão aos cavalos.

Enquanto lá fora aconteciam todos os páreos, todas as emoções, o que realmente importava era o respeito por aquele histórico lugar. E pelas histórias. Por todos aqueles que, às vezes como fantasmas, habitavam ainda por aquelas paragens.

Lembro de um noite, há muito perdida no tempo e no espaço, lembro daquela mágica noite: a vez primeira em que adentrei à noite ao Hipódromo dos Moinhos de Vento. Era um jovem adolescente e tinha ido à uma festa no antigo hipódromo. Então sentei-me nas escadas em frente ao venerável Pavilhão. Toda aquela paisagem apenas conhecida à luz do dia e do sol e observei a raia vazia naquele momento apenas à luz da lua - uma enorme e brilhante lua cheia que dava à bacia - à conhecida bacia - a magia de um lago de prata.

A impressão que me tomou foi a grande impressão que descobria um novo lugar, embora conhecido e frequentado desde alguns anos. Os sons e os silêncios daquela noite se pareciam com o sino de um longínquo campanário que batia as horas com a candência exata de meu coração. Quando todos os silêncios emudeciam, quando ajuntavam-se ao respeitoso silêncio da memória, então compreendia que podia estar em pleno deserto onde na distância abrigava-se apenas a magia de um desconhecido oásis. Então compreendia ainda mais a infindável pequenez de pertencer apenas como um simples humano. E bastaria para mim olhar o céu daquela noite estrelada: me imaginaria capaz em descobrir Deus!

Eu era apenas um adolescente preso não sei de que forma àquele lugar. Apenas imaginava encontrar minhas respostas e adivinhava porém que haveria em algum lugar alguma coisa a mais. Algo que não compreendia muito bem e que me aparecia naquele instante apenas como uma misteriosa e longínqua promessa.

Depois, muito depois, os anos passaram e construí a minha história. Então depois, muito depois, também chegaram os ¨filisteus¨ e conseguiram e impediram a homenagem àquele lugar idealizada desde aquela mágica noite em minha adolescência. E essa mesma história é a que hoje contesto: ¨se valeu ou se não valeu a pena¨ em ter sido vivenciada...

Os ¨filisteus¨ esses chegaram muito depois. Mas também isto já é outra a história.

Antônio Moura (21/04/2014) - Niterói/RJ

Ilustre Renato Borda,

Dizem, no que absolutamente não creio, que o homem quanto mais se aprofunda na ciência mais se afasta de Deus. E dizem também, e nisto acredito firmemente, que o turfe e o imponderável andam de mãos dadas - e não se desgrudam nunca.

Mais de trinta anos atrás, numa noturna de segunda-feira, um grupo de empresários americanos que participava de um congresso classista no Hotel Glória, esteve no Hipódromo e um deles jogou suas pules numa refinada matunga que atendia por Zulmira "A", na vã suposição de que seria irmã do extraordinário argentino Arturo "A". Resultado: uma pule de mais de 1.300 por 10, para surpresa geral, inclusive do jóquei Laércio Santos.

Naquele banco de ferro que circunda a frondosa árvore em frente ao Bar do Padoque, um americano louro e de olhos azuis subiu e jogou para o alto o monte de notas que acabara de recolher no guichê. Talvez acreditasse que é dando que se recebe, um adágio que às vezes funciona. Mas reconheço que acertar o tal Pick 7 é uma tarefa para americano camboatá ou para todos os Deuses do Olimpo em conjunto.

Bom feriado.

Antônio Moura

Renato Borda (21/04/2014) - Porto Alegre/RS

Homenagem ao Dr. phD em PICK7, "mito para todos os turfistas..."

Não devemos esquecer do nosso mestre, gênio cravador de seis páreos, tendo sido 3 deles com pules elevadas, inviáveis e muuito duras de aceitar ".

Assim, em sua homenagem, envio o resultado do PICK7 de hoje domingo 20/04, em que os resultados aconteceram dentro da coerência viável do retrospecto e mesmo assim, nem os nossos principais especialistas em marcação, acertaram como primeira opção - o que seria equivalente a uma crava - mais do que 4 páreos.

O Pick de hoje teve dois acertadores. Parabéns aos mesmos. 

Seria importante, certamente, que o JCB, divulgasse os detalhes das apostas de Picks, com poucos acertadores.

Vejam, pelos rateios até baixos e plenamente viáveis, que não é nada fácil acertar um pick7, cravado, principalmente quando falamos de uma conjugação de zebras, bastante inviáveis, o que não foi o caso do PICK de hoje/Domingo.

Vejam os resultados e os rateios: 

4º FALASTRÃO (P1) D.Duarte .........1,9

5º VIRTUAL COMBAT V.Borges .....1,3

6° BUMBAI M.Almeida .......................5,0

7º AZEITE V.Borges ...........................2,6

8º ALTO-QUILATE M.Almeida ..........2,5

9º AFTER MIDNIGHT (L) B.Reis …..5,3

10º GREAT PLACE H.Fernandes …..8,0

Uma sugestão ao JCB, seria de convidar ou mesmo pensar na contratação do nosso "phD" para fazer parte do programa da TV. 

Os "turfistas" que acreditam no absurdo de que Turfe, é sorte e azar, certamente, adorariam, porque "sorte...", é o que lhe sobra...!

Lucio Port (20/04/2014) - Brasília/DF

Caros amigos,

Algumas vezes não lembramos das estrelas do Turfe e os assuntos acabam se repetindo bastante.

Claro que a maioria das situações contribuem para as discussões evoluírem buscando melhores soluções.

Aproveitando o Festival do GP São Paulo, quais os palpites para a programação clássica do próximo final de semana, a partir da definição das balizas.

PE Francisco Battista Giobbi 

GP ABCPCC

GP OSAF

PE Off The Way

PE Depressa

PE Troyanos

GP Pres. Vicente Renato Paolillo

GP Presidente da República

GP São Paulo

GP Pres. Jose de Souza Queiroz

PE Quartier Latin

PE Clackson

Clássico Presidente Joao Sampaio

Clássico Delegações Turfisiticas

PE Giant

Boa sorte!

Um forte abraço

Antônio Moura (19/04/2014) - Niterói/RJ

O COELHINHO DA PÁSCOA

Parece que a chegada do coelhinho mexeu com a sensibilidade da turma do Raia Leve - dos escribas e dos editores.

Já vai para o terceiro dia que não se nota nada de novo no "front".

Aproveito o espírito da data para desejar à grande família do turfe, uma feliz e proveitosa Páscoa. E que a data sirva para uma proveitosa recarga de baterias. A minha, pelo menos, já vem pedindo água não é de agora.

Antônio Moura

José Augusto Seabra Sales (17/04/2014) - Brasília/DF

Ao participar da 1ª reunião de 2014 da Câmara Setorial de Equideocultura do MAPA no dia 15/04, fiquei com uma grata impressão que o Governo Federal começa a sinalizar ações de entendimento aos nossos pleitos. A postura dos novos integrantes do SDC juntamente com a serena condução do Flávio Obino Filho durante os trabalhos mostra-nos que já encontramos os pontos necessários para o equilíbrio de reciprocidade entre as partes.

Acredito que com o reforço da Liga Brasileira de Turfe, tendo um perfil administrativo diferenciado dos modelos atuais, estaremos acenando definitivamente para as autoridades federais que estamos unidos e dispostos a mudar, no que for preciso, para seguirmos na luta da tão esperada revitalização do nosso Turfe. 

Feliz Páscoa a todos.

Leopoldo José Cury (17/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezados leitores

Resolvi me manifestar a respeito da desclassificação da Ricciarelli para esclarecer alguns pontos que me pareceram criar dúvidas entre os leitores.

Primeiramente, em minha opinião, o ocorrido não foi motivo para desclassificação. Por quê? O Código Nacional de Corridas é muito claro com relação a esse assunto e diz que haverá desclassificação quando o prejuízo causado, ALTERARIA o resultado do páreo. Ricciarelli vinha de trás descontando sobre os ponteiros e no momento que o aprendiz tirou Respeito é Bom de trás do animal que parava, trazendo-a para a linha 3. Ricciarelli se atirou para dentro e houve o abalroamento. Em momento algum ambas perderam ação, inclusive D Duarte trouxe-a para a linha 5 se afastando da égua beneficiada, momento esse que inclusive se atrasou um pouco, mas seguiu descontando e acabou livrando cabeça e pescoço. Repito, na minha maneira de interpretar, nunca o abalroamento tirou ação da outra e Ricciarelli não venceu por causa disso. Achei muito forte desclassificar uma ganhadora por um choque desse tipo.

Outro aspecto que considero importante informá-los é que minha égua não teve ABSOLUTAMENTE NADA e está inclusive inscrita para correr domingo dia 20 em 1300 grama, mas continua sem sorte pois a colocaram num páreo com 13 concorrentes e misturada com machos.

Saudações turfísticas

Marcos Antonio da Silva (17/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Deixem os comissários em paz. .

São uns srs como eu. De idade avançada e com netinhos ao redor . Concederam explicações por conta de bondade e vontade de acertar.

Não falem alto perto dos comissários, precisam da sesta vespertina para descansar e de um bom remédio contra reumatismo , além de tônicos anti-esclerose .

São pessoas de bem mas com os naturais problemas que a idade provoca .

Elton Pereira de Souza (17/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Está desculpa dada pela comissão de corridas pela não suspensão do D.Duarte está igual a súmula da final do carioca em que colocaram que o gol do Flamengo foi do cara que nem tocou na bola só para encobrir o erro bizarro da arbitragem. 

Qualquer um que entenda um pouquinho de corrida de cavalo ao assisitir o páreo vê que a desculpa dada não aparenta ser o motivo do prejuízo. 

Mas como vem acontecendo a alguns anos a proteção ao D.Duarte é escancarada e o V.Borges que se segure que vão tentar de tudo para que ele atropele na estatística.

Luiz Carlos Barbosa (17/04/2014) - São Paulo/SP

Amigo Paulo Gama com essa comissão de corridas nada "parcial" voce vai ter que tirar muitos coelhos da cartola para seu agenciado V.Borges ganhar outra estatistica na gávea.

Luiz Carlos Barbosa (17/04/2014) - São Paulo/SP

Essa explicação da comissão de corridas JCB para a não punição do joquei D.Duarte em páreo que montou Riciarelli é coisa de outro mundo, ainda mais que não foi constatado nada de anormal com a mesma pelo serviço de veterinaria, é por essas e outras coisa que o turfe está nessa situação.

Daniel Rosario (16/04/2014) - Fortaleza/CE

Saudações.

Vendo as ocorrências veterinárias do dia 05/04, não há relato sobre a égua declassificada:

SECRETARIA DA COMISSÃO DE CORRIDAS

JOCKEY CLUB BRASILEIRO

Ocorrências comunicadas pelo Orgão de Assistência Veterinária

Em 05/04:THUNDER VICTORY secreção mucosa grau II; PRICED IN secreção mucosa grau II; DYNA DOOL secreção mucosa grau I; EURO MONEY claudicação grau II dos anteriores; ALARME FATALE claudicação grau II dos anteriores; HOT PRINCESS claudicação grau II do anterior esquerdo; IMPOSTORA claudicação grau II dos anteriores.

A não punição, portanto, deve-se a movimento espontaneo da égua?

Não que o referido jóquei tivesse que ser punido. Mas este tipo de atenuante não serviria para outros jóqueis constantemente punidos?

Abraços a todos e obrigado pelos esclarecimentos.

João Guimarães (16/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezados Amigos do Raia Leve

Aproveito este espaço democrático para dirigir-me ao Sr. Carlos Frederico DD Comissário de Corridas do JCB para apresentar uma modesta sugestão, caso seja viável ser adotada.

A fim de evitar quaisquer dúvidas sobre as resoluções previstas no Art 159 do Código de Corridas, por que, na resolução que deixa de punir um jóquei, mesmo tendo sido desclassificado, com base em parágrafo do referido Art. não fazer constar, em uma ou duas linhas que o referido jóquei deixa de ser suspenso, com base no parágrafo contido no Art. 159.

A sugestão se deve ao fato de que , nós turfistas, não termos acesso a todos as informações das quais dispõe a CC, por isso julgamos sempre com base na regra, no caso a suspensão do piloto, não na exceção de que seu conduzido foi acometido de manqueira ou mal súbito, pois nem sempre isto é do nosso conhecimento.

Busco com minha modesta sugestão evitar celeumas e questionamentos, quanto ao trabalho sério e devotado da CC do JCB.

Atenciosamente

João Guimarães

Carlos Ferreira (16/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Senhores,

Sugiro aos eternos críticos das comissões de corridas (desta e de outras gestões) que baixem do site do JCB o Código Nacional de Corridas e o Apêndice do CNC (corridas => regulamentos => Código Nacional de Corridas / Apêndice do CNC) e imprimam uma cópia dos mesmos de modo que fiquem à mão para consultas antes de emitirem palpites e opiniões infundadas.

Sds

Claudio da Silva (16/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

O prejuízo foi no meio da reta, não aconteceu mal súbito nem mancou, simplesmente ganhou

mas não levou.

Claudio da Silva (16/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Revendo duas vezes o páreo, o prejuízo foi causado no meio da reta, e o cavalo do D. Duarte

continuou cabeça com cabeça e ganhou e foi desclassificado, caso tivesse acontecido 

algo, ele não ganharia o páreo.

Além do que, é a primeira vez que vejo essa atitude.

Agnaldo V. Silva (16/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sera que o senhor Claudio da Silva não tem outro assunto?

Claudio da Silva (08/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Será que o D. Duarte, conforme o V. Borges não vai ser suspenso por desclassificação?

Claudio da Silva (15/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Parece que o D.Duarte, tem bons conhecimentos com essa pífia comissão de corridas, pois conseguiu não ser suspenso, da desclassificação do dia 05-04-2014.

Claudio da Silva (15/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Carlos Ferreira, esse assunto ja está muito sabatinado. Se não gosta de ler reclamação, como por exemplo a não suspensão do D. Duarte, esqueça o Raia Leve.

Claudio da Silva (16/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Os comissários do dia 05/04/2014, que desclassificaram o cavalo Ricciarelli no 4º páreo em favor do cavalo Respeito é bom, dirigidos respectivamente pelo Dalton Duarte e o aprendiz I.R. Mendes, foram os seguintes:

CARLOS FREDERICO CARNEIRO DE CAMPOS- FERNANDO FERREIRA BOTELHO- SÉRGIO EDUARDO PERES SAMUELA meu ver, deveriam ser banidos do cargo que exercem, por não saberem o mínimo do Código, prejudicando os outros jóqueis, que são suspensos pelo mesmo ato.

Elton Pereira de Souza (16/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Vendo as inscrições para as provas de G1 da semana máxima paulista parece que iremos ter mais uma "raspadeira" carioca na terra da garoa.

Claudio da Silva (16/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Os comissários do dia 05/04/2014, que desclassificaram o cavalo Ricciarelli no 4º páreo em favor do cavalo Respeito é bom, dirigidos respectivamente pelo Dalton Duarte e o aprendiz I.R. Mendes, foram os seguintes:

- CARLOS FREDERICO CARNEIRO DE CAMPOS

- FERNANDO FERREIRA BOTELHO

- SÉRGIO EDUARDO PERES SAMUEL

A meu ver, deveriam ser banidos do cargo que exercem, por não saberem o mínimo do Código, prejudicando os outros jóqueis, que são suspensos pelo mesmo ato.

Marco Antonio Santos (16/04/2014) - Niterói/RJ

É certo afirmar que a diferença, Ricardo x Baze esta aumentando, são os números.

Mas existem outras variáveis que devem ser levadas em consideração pelos nossos turfistas.

O Ricardo é 4 anos mais novo, em Golden Gates Fields as corridas são por temporadas, a partir de Junho , se não me engano, elas serão interrompidas por 2 meses, é evidente que as corridas na Argentina são mais competitivas.

Mas, considero um equivoco menosprezar um jockey que tem mais de 12.000 vitórias. E ao faze-lo desvaloriza-se o feito do nosso campeão.

Renato Borda (16/04/2014) - Porto Alegre/RS

QUE ESPETÁCULO, PAULO GAMA!

Uma aula de valorização, Marketing e mercado.

P A R A B É N S !

José Roberto Giancristoforo (16/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Carlos Ferreira (15/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

O que você não tem lógica, nas mãos dos desonestos tais exercícios só vão servir para complicar mais ainda os apostadores, os desonestos tem que ser banidos não só do Turfe como da vida do Brasileiro. Informação nunca é demais e sem se saber como estão a os animais é muito difícil se chegar a um bom palpite, temos que olhar o mundo e ver o que se passa e copiar as coisas boas, pois estão muito a frente de nós , infelizmente e isso não é só no turfe em muitos outros temas.

Cyro Queiroz Fiuza (16/04/2014) - São Paulo/SP

Gostaria de parabenizar o jornalista Paulo Gama, com quem tive a oportunidade de conviver na época da Revista Puro Sangue Inglês e em algumas viagens que acompanhei do craque Much Better, pelo seu texto publicado ontem neste Raia Leve, intitulado "Viver e sem ter a vergonha de ser feliz".

Quero registrar, porém, que a joqueta Josiane Gulart teve algumas importantes passagens pela mídia geral, durante a gestão de Márcio Toledo à frente do Jockey Club de São Paulo. Foi marcante sua participação, ao lado de Nelito Cunha, em uma edição do programa Altas Horas, com Serginho Groissman, quando ela e Nelito tiveram a rara chance de compartilhar a bancada do apresentador ao lado da atriz Juliana Paes e do ator Ney Latorraca.

Isso aconteceu durante os trabalhos de divulgação do GP São Paulo Rede Globo de Televisão de 2009, ocasião em que, em outra ação conjunta de marketing entre JCSP e Rede Globo, a saudosa titular do Haras Faxina, Margarida Lara, foi entrevistada pelo apresentador Jô Soares em seu Programa do Jô.

Carlos Ferreira (16/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Claudio da Silva,

Ao contrário do que o Sr. diz, eu leio o RL porque a maioria dos que aqui postam suas opiniões discutem temas interessantes em vez de ficar choramingando contra tudo e todos.

Sds.

Claudio da Silva (15/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Sr. Carlos Ferreira, esse assunto ja está muito sabatinado. Se não gosta de ler reclamação, como por exemplo a não suspensão do D. Duarte, esqueça o Raia Leve.

Carlos Ferreira (15/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Prezados,

O que vou narrar adiante deveria representar o verdadeiro espírito do turfista, daquele que conhece e se dispõe a conviver com todas as nuances do turfe.

No final dos anos 50, nos primórdios da minha juventude (já se vão tantos anos!) conheci no hipódromo da Gávea uma figura ímpar, que representava toda a essência daquele espírito. Era um cidadão argentino, a quem vou chamar apenas de Pepe, já entrado nos anos, e que vivia apenas de sua aposentadoria de funcionário público em seu país de origem. Conhecia corridas de cavalos, mas não ganhava nunca, pois não tinha sorte. Em todas as reuniões estava na especial A, onde só se podia entrar de terno e gravata, usando sempre o mesmo costume muito bem engomado, porém já bem desgastado pelos anos. No fim do mês, eu e uns amigos sempre o ajudávamos a sobreviver, pois já tinha perdido tudo o que ganhava. Como hoje, também naqueles tempos ocorriam manobras lícitas e alguns tiros mais acintosos, porém nunca vi Pepe reclamar de nada. E quando eu recamava de algum resultado que achava suspeito, ele punha a mão no meu ombro e, com o seu ar “blasé” dizia apenas: “Ah, meu amigo, não reclame, ca rreiras são carreiras”.

É isto, não reclamem apenas por reclamar, ou, se não aceitarem as carreiras como elas são (aqui e em todo o mundo), o livre arbítrio está aí mesmo. Saltem fora e tentem outro jogo (ou procurem um psiquiatra se não puderem largar o vício).

Sds.

Sergio Lessa (15/04/2014) - São Gonçalo/RJ

Esses debates sobre o acertador do pick 7 que investiu 10,00 reais e obteve um alto ganho já está ultrapassada, a questão é que em todos os jogos com apostas ninguém fica satisfeito em saber que uma pessoa com muito pouco ganhou muito, aí pensam as mais diversas obscuridades como manipulação, envolvendo nomes e entidades, interessante é que no chamado" jogo do bicho", ninguém sabe ou assiste como é feito os resultados e ninguém reclama ou diz pelos quatro ventos que é um sorteio manipulado e vejam bem que tem pessoas que aplicam até menos de 10,00 reais e acertam uma milhar e ganham muitas vezes somas bem maiores que esse apostador ganhou no pick 7 com 10,00 reais e vejam que no m ilhar basta acertar quatro números e não sete, portanto acredito piamente que não teve manipulação, outro fato é a malfadada informação privilegiadas, para mim informação privilegiadas é aquela em que um treinador ou pessoas que cuidam do treinamento de um animal sabem que seu cavalo fez um apronto espetacular e passa para um amigo como sendo uma barbada em determinado pareo e não nos sete pareos, quer dizer o apostador fez um jogo cego e contou com a sorte, quantas vezes eu faço uma aposta estudada com combinações, e o troco invento de fazer em um pick 7 com todos os números 3, é difícil acertar, mas se um dia acontecer dar certo com certeza vão dizer que seria uma aposta manipulada?

Acredito que essa pessoa tenha feito seu pick 7 estudado e com combinações e o troco resolveu cravar alguns com muita chance e jogar com a sorte nos azarões que venceram, isso foi sorte e não manipulação .

Marcos Antonio da Silva (15/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Sr Ronaldo Cunha Diniz,

Pena que apostas clandestinas não fazem parte de minha vida.

Caso assim não fosse , iria propor um-na-frente-do-outro : Ricardo X Baze .

Seu dinheirinho viria doce para a minha mão .É só aguardar pois o filho do Seu Ricardo não vai parar enquanto o jóquei de autorama não entregar os pontos .

Apostar em Jorge Ricardo sempre foi um bom investimento , seu bobinho !

Ronaldo Cunha Diniz (15/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

É..... parece que dessa vez nosso campeão J.Ricardo não vai reacionar para cima do canadense. Todo dia que eu olho o placar aqui do Raia Leve a diferença só aumenta...

Parece que podemos dizer: E o Russel Baze vai despidindo a moçada.....Vários e vários corpos....

Que pena.

Claudio da Silva (15/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Parece que o D.Duarte, tem bons conhecimentos com essa pífia comissão de corridas, pois conseguiu não ser suspenso, da desclassificação do dia 05-04-2014.

Marcos Antonio da Silva (15/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Srs,

Cavalos de corrida e corridas de cavalo são o supra sumo da imprevisão , o ultimo andar da incógnita o Olimpo da falta de exatidão.

Deixem o Seu Gata da Serra em paz lá em Miami , curtindo umas merecidas férias. Quem sabe ele voltará de lá com mais vontade de comprar cavalinhos 

Aliás quem está deitando piche no Seu Gata da Serra deveria comprar uma meia duzia de animais para legitimar suas extremadas convicções.

Ficar de conversinha sem arriscar é coisa feia , coisa de descompromissado que tem tempo para perder com a vida alheia.

Primeiro entre na roda pagando trato ( em dia ) e depois pode dar fricote.

Carlos Ferreira (15/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Sr. José Roberto Giancristóforo,

As corridas de cavalos no Brasil são regidas por regras relativamente rígidas, inseridas em um código (Código Nacional de Corridas) elaborado pelo Ministério de Agricultura, e seus apêndices, elaborados pelas sociedades promotoras das corridas e avalizados pelo citado Ministério. Neste código está descrito com detalhes o que pode ser feito e o que não se pode fazer, o que é lícito e o que é ilícito, enfim, estão estabelecidos todos os procedimentos que devem nortear a conduta de todos os envolvidos no esporte das carreiras (gestores dos JC’s, profissionais e proprietários) de modo a se preservar a lisura do jogo.

Agora, aqui como em todo o mundo, as corridas aceitam manobras lícitas executadas de acordo com as regras estabelecidas em tais códigos, não compactuando, porém, com lambanças tais como doping e puxadas vergonhosas, que devem ser punidos com extremo rigor. No caso de uma manobra lícita está o exemplo que dei em minha postagem anterior, e como lambança, o proprietário ou treinador que manda puxar um cavalo em três, quatro corridas seguidas, e depois vai lá e ganha sem nenhum pudor, menosprezando os apostadores e auferindo altos lucros. Aliás, uma das coisas mais divertidas (no meu entendimento) nas corridas, está em se identificar através do próprio conhecimento uma manobra dessas lícitas e se acertar esse animal em um pick 7 ou em um betting.

O exemplo dado pelo Sr. sobre os trabalhos e aprontos oficiais nos EUA, nas mãos dos desonestos tais exercícios só vão servir para complicar mais ainda os apostadores, pois qualquer cavalo vai marcar tempo 2 a 3 segundos pior do que poderia assinalar se lamber algumas pastilhas de sal e ingerir um bom balde de água antes do exercício.

Meu prezado, não existem freiras em certos ambientes. O que não se pode aceitar é que existam ladrões. Infelizmente, para sobreviver, o turfe necessita do jogo, e como tal a maior parte dos que frequentam as corridas tem por objetivo ganhar dinheiro. O que nós precisamos ter é o bom senso de não ficar vendo pelo em ovo e convivermos com o que é aceitável dentro das regras e normas estabelecidas nos códigos de corridas. Quem não pensar assim deve procurar outro jogo ou diversão, ou então vai se aborrecer muito.

Sds.

Antônio Moura (15/04/2014) - Niterói/RJ

A ILUSÃO DOS NÚMEROS

Sr. Mauro Oliveira,

Na minha já longínqua juventude, fui apresentado a um pequeno e inesquecível livro que me fez acreditar na relativa verdade que os números por vezes expressam. Falo d’’O Homem que calculava", de Malba Tahan, na verdade pseudônimo do professor Júlio César de Mello e Souza.

Por isso mesmo não costumo manifestar minhas opiniões sobre o MGA, sob risco de estar incorrendo em erro. Agora mesmo, é bem possível que não esteja no rumo adequado, mas mesmo assim atrevo-me a registrar as seguintes ilações:

a) A primeira semana do mês é historicamente a melhor, pois o pagamento de assalariados e aposentados se dá entre os dias 01 e 08 de cada mês;

b) A semana de 3 reuniões, no total teve praticamente a mesma quantidade de páreos que a semana de quatro;

c) Até por consequência, os páreos estavam recheados em sua maioria e por isso mesmo propícios a captar um volume superior de apostas.

O que me parece extremamente desaconselhável é raciocinar nesta linha de reduzir os dias de corridas, pois não vai faltar gente, principalmente sócios proprietários comprometidos com o espaço social, para sugerir a redução para duas ou para apenas uma corrida semanal. E dos mais radicais, a suspensão definitiva da atividade turfe.

Antônio Moura

Francisco Rodrigues da Silva (15/04/2014) - Miami/FL

Desculpe voltar esse assunto . 

Mas se voces entrarem no Google e colocar stud Gata da Serra esta no raialeve.com o sr Renato Borda, colocando meu nome e meu stud em suspeitas. 

Esta la registrado esta calúnia para o todo sempre.

Nao sei se este sr tem noção deste fato ja que e o paladino e juiz da verdade. 

Desculpe mais uma vez a todos leitores deste site.

José Roberto Giancristoforo (15/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Carlos Ferreira (14/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

O Sr. Está certo você não deveria ir a TV relatar a melhora do seu cavalo, mas seu cavalo deveria como é feito nos Estados Unidos fazer aprontos oficiais que informem ao apostador as condições dos animais , principalemente os estreantes que aqui não se sabe nada , digo é por isso que as bombas aqui acontecem com mais frequência e muitas das vezes parecendo ser um absurdo e roubo.

Francisco Rodrigues da Silva (15/04/2014) - Miami/FL

Sr .Renato Borda. 

Nao aceito ser medido pela sua regua.

Não sei o que motiva citar meu nome e meu pequeno stud.

Me acusando de maneira desrespeitosa que atinge a mim e a minha familia.

Apartir de agora se citar meu nome ou meu pequeno stud de forma derespeitosa neste espaco vou tomar as providencias cabíveis.

José Roberto Giancristoforo (15/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Francisco Rodrigues da Silva (12/04/2014) - Petrópolis/RJ

Você está certo , mas acho perdendo tempo, nós que frequentamos o JCB e sabemos de todas a mazelas que ali acontecem , não podemos desconfiar de um acertador que cravou 6 páreo, só mesmo um inocente e muito mal conhecedor do JCB e de turfe pode achar que daria para armar 6 páreos, um já é uma dificuldade, MAS TENTAM FAZER SEMPRE, tem que ser muito imbecil para desconfiar de tanto e achar que todos nós somos surdos ao que se passa em volta, todo páreo tem barbada e histórias e se acreditar em todas vai ser perdedor nato, essa ladainha é pura bobagem e querer desviar atenção para O PÁREO A PÁREO, que sabemos acontece de tudo.

Mauro Oliveira (15/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Novos números para reflexão;

MGA semana 3 a 7 de abril(três reuniões na GV e 72 páreos)

R$ 4.499.523,75

MGA semana 10 a 14 de abril(quatro reuniões na GV e 72 páreos)

R$ 4.423.676,92 

vendeu-se mais jogo no conjunto de três do que no de quatro reuniões na gávea.

Marcos Peixoto (15/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Queria chamar a atenção para o jovem treinador C. Oliveira, pelos seus excelentes resultados que vem apresentando, esta ganhando em todas as distancia de 1000 aos 2400 mts, de pareo de claiming a provas de grupo, as duas ultimas foi neste final de semana com colorado girl ( copa leilao) e o aries que mesmo fora de sua pista de preferência deu um vareio. E 

dizem que seu centro de treinamento é inferior ao outros, imaginem se não fosse. Vale lembrar que ele hoje só perde na estatística para os treinadores que tem mais de 100 animais e que treinam os melhores cavalos em atividade no rio.

Parabéns Christiano, ja ja terei um cavalinho aos seus cuidados...

Renato Borda (14/04/2014) - Porto Alegre/RS

Sr. Carlos Ferreira;

Não discordamos, apenas estamos referindo diferentes situações.

Fique tranquilo, o dolo da informação privilegiada, em qualquer setor, assim como no turfe, está anos luz, distante de suas honestas projeções.

Suas colocações nada tem a ver com informação privilegiada, que se constituem em algo desonesto, de extrema desonra e causadora de concretos prejuízos. Assim, prefiro não entrar no mérito. preferindo que troque ideia com alguém mais próximo. 

O senhor, é uma pessoa de bem.

Um grande abraço e ótima noite.

Carlos Ferreira (14/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Sr. Renato Borda,

Lá vamos discordar de novo. O que o Sr. chama de informação privilegiada? Se eu tenho um cavalo, este sofre um contratempo chegando descolocado; após parar por 4 meses (custo aproximado de R$ 5000,00), volta tinindo, vai lá e ganha pagando um rateio alto. Eu como proprietário logicamente tenho esta informação relativa à sua melhora de estado. O Sr. acha que por acaso esta é uma informação privilegiada? Que eu teria obrigação de ir à TV, ao Raia Leve e anunciar para todo o mundo “o meu cavalo é barbada, podem jogar à vontade?” Por acaso estes que jogarem vão dividir o trato e as despesas comigo? Meu amigo desculpe-me, mesmo não sendo de jogo, não me vejo com a menor obrigação de dar esta informação. Quem quiser saber do estado dos meus cavalos que acorde às 4 da manhã, peque um cronômetro e vá para o prado marcar (e interpretar) os trabalhos.

Sds.

Waldir Alves de Souza (14/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Sr. Renato Borda, boa tarde!

Já que o espaço é democrático, dei apenas a minha sincera opinião sobre dois temas que, infelizmente para o turfe, são abordados semanalmente, quase sempre de forma negativa para a atividade. Somente isto! 

Desculpe-me, mas não entendi sua postagem. Se um cidadão que faz uma aposta de CR$10,00 (dez reais) e acerta, porém, segundo o seu post, tendo em vista suas "indicações de alto risco", supostamente possuir “informações privilegiadas”, sendo assim, objeto de uma investigação mais acurada, como se corridas de cavalos fossem uma simples operação aritmética, convenhamos, eu nem vou levar em conta essa possibilidade por considerá-la demasiadamente esdrúxula. Prosseguindo, o senhor descreve em seu post de 12/04, como sendo “algo gravíssimo”. Francamente, prefiro nem polemizar, cada um que tire suas próprias conclusões.

Por último, quero deixar bem claro que quem tentou desviar os fatos para o CPD, foi o senhor, não eu, afinal o “iluminado” ou “vista limpa”, como queira, realizou sua aposta em um agente credenciado do JCB as 15:49 horas. 

Passar bem!

Francisco Rodrigues da Silva (14/04/2014) - Miami/FL

Infelizmente o vista limpa de ontem 13/04 também não fui eu.

Apesar do sr.Borda ter essa alucinação em relação a minha pessoa virou atração fatal.

Acho que o presidente da associação dos profissionais e os profissionais são os que tem que defender seus pares de ataques infundados, desrespeitosos com jóqueis e treinadores.

As pessoas esquecem que cavalos são um ser vivo, uma noite mal dormida pode colocar em risco uma grande barbada.etc.

Cansei do assunto.

Milton da Silva Nunes Filho (14/04/2014) - Camaquã/RS

Resposta: ao sr. Fabio Prado; Stud Dafama.

O fato já foi debatido no facebook.

Não houve mudança de raia e nem choveu de GL para GP.

Portanto o fato é de culpa da comissão de corridas, 

e não do proprietário.

Credibilidade de apostas zero.

Cyro Queiroz Fiuza (14/04/2014) - São Paulo/SP

Caro Daniel,

 

Obrigado pelo seu retorno. Você responde às minhas dúvidas e também deixa uma boa pergunta. Eu eu respondo concordando plenamente com a sua colocação, a de que o Jockey Club de São Paulo não tem o menor interesse em coibir esses concursos clandestinos, mesmo que à custa de prejuízos para seus cofres. Os titulares desses sites apoiaram a atual diretoria, por isso hoje não fazem a menor crítica que seja, não importando nem mesmo o fato de não haver uma comissão de turfe completa para julgar os páreos (e olhe que isso pode afetar o negócio deles, as apostas).

Para o Jockey Club, também foi um bom negócio acabar com os concursos, pois geravam uma despesa (em créditos para apostas), assim como facilitou a vida de funcionários do marketing e comunicação, que se livraram da tarefa semanal de atualizar os concursos e receber críticas e boicotes à iniciativa. Mas, veja... perderam os apostadores, os clientes cada vez mais escassos do turfe paulista, que recebiam dicas de um grupo de indicadores e escolhiam seus favoritos no site jockeysp.com.br e na TV Jockey. Hoje, são submetidos ao mesmo e ultrapassado modelo de acompanhar as indicações de funcionários da TV, restringindo a gama de opções nas indicações.

Lógico que poderemos ouvir, a qualquer momento, que novidades estão chegando, que a TV Bandeirantes, a Codere, Churchill Downs, estão vindo para modernizar tudo!! O problema é que estamos ouvindo isso há meses, ou seriam anos? E, mesmo que venham, a vinda da Codere não significará a redenção do turfe paulista, assim como não resolveu os problemas da Gávea e do Cristal. Melhor opção seria fechar uma parceria com a francesa PMU, mas isso parece estar mais próximo do turfe carioca e longe do paulista.

Daniel Rosario (14/04/2014) - Fortaleza/CE

Sr. Renato Borda,

Boa tarde! Os seus questionamentos são válidos. Não há como se dizer que no turfe não existem armações.

Aliás, poucos segmentos deste país podemos dizer que não existem armações, se é que ainda estes existam. 

Parece que está entranhado no DNA do brasileiro a falcatrua.

No outro dia, uma mulher estava concedendo entrevista para a tv dizendo que ganhava míseros 500 reais por mês de auxílio reclusão de seu marido. Que isso não dava para nada. Como se já não fosse um absurdo pagarmos por este auxílio reclusão, todos nós.

Não sei se as novelas é que ensinam as pessoas serem assim, não sei se a falcatrua vai passando de pai para filho...

Sei que a limpeza que o turfe carece, se faz presente em toda a sociedade.

Defendi o acerto do turfista de vista limpa, dos 10 reais jogados, porque sou um humilde apostador. Acho muito difícil tudo dar certo, principalmente todo o combinado, em 6 páreos seguidos. Acho que muitos fatores estão envolvidos.

Por isso creio que este caso específico, foi a sorte atuando.

Mas não tem como não desconfiar de alguns páreos, principalmente nas noturnas, onde todos os gatos são pardos.

Esperar alguma ação de quem poderia investigar a finco, é o mesmo que esperar uma investigação na federação de futebol do rio de janeiro. NUNCA saberemos tudo que se passa por debaixo dos panos.

Já dizia o famoso Capitão Nascimento: O sistema é f... !

Abraços e parabéns pela sua luta por um turfe limpo. Acho isso utopia, mas quem sabe um dia?!

Renato Borda (14/04/2014) - Porto Alegre/RS

Pick7; rolos, dolos e tentativas de desvio da opinião turfística.

Convivemos, após o “iluminado” “vista limpa”, ter levantado o prêmio de, em torno de $70.000,00 com uma aposta de $10,00, “incrivelmente cravado nos 6 primeiros páreos, 3 deles duríssimos, a uma tentativa de desviar a opinião turfística, para possíveis críticas de minha parte , direcionadas ao CPD do JCB, o que não é verídico. 

Fiz sim, efetivas cobranças a tal “brilhante” façanha, tendo em vista à plena inviabilidade do bilhete, em levantar o bolo, cravado em 6 páreos, sendo 3 deles totalmente inviáveis e os necessários e críticos cruzamentos, tudo isso em meio a aproximadamente 1000 apostas participantes, várias delas advindas de consideráveis investimentos, envolvendo dezenas de milhares de combinações . 

Fato que me levou a vir a este espaço elevado, questionar a “façanha” em defesa da lisura do Turfe, haja vista a gravíssima possibilidade de que estejamos diante do uso doloso e altamente prejudicial de INFORMAÇÕES PRIVILEGIADAS. 

Embora todos saibam, a INFORMAÇÃO PRIVILEGIADA, permite “cravar” páreos por vezes cheios e parelhos, condição que permite transferir o volume de apostas para algum páreo mais complicado e onde o apostador “iluminado” poderá então aproveitar a gordura “economizada”...! 

Claro não é mesmo...!

Isto posto, chama atenção, a tentativa bem específica de desviar, indevidamente, os fatos para o CPD, por parte dos senhores; Waldir Alves de Souza e Francisco Rodrigues da Silva/STUD GATA DA SERRA, cidadão este,em especial, já bem conhecido neste espaço, por defender frequentemente, atuações vencedoras distantes da linha do retrospecto, de cunho duvidoso e objetivamente ligadas à DIVERGÊNCIAS DE PERFORMANCE, cabendo o questionamento: 

Porque lhes interessa tanto desviar a atenção para o CPD, quando o que está sendo questionado são as cravas inviáveis e com forte tendência de INFORMAÇÃO PRIVILEGIADA...? 

Por fim, para temperar com alguma “especiaria” o conteúdo deste texto, com intenção de levar os caros turfistas a uma interessante “divagação”..., informo aos senhores algo muito interessante, que com certeza tem a ver com todo o conteúdo apresentado:

Ontem, Domingo, 13/04, no difícil PICK7 da Gávea, havia apenas 1(hum) bilhete com 6 pontos no último páreo e cravado em apenas 1 animal. Ao ser informado as possibilidades do Pick7, foi informada a crava do único “iluminado” apostador:

Animal n° 4 - Abalo Sísmico - A.R.SILVA – “STUD GATA DA SERRA”

Corrido o páreo, com a vitória do Favorito Olympic Pantanal, - que por sinal, soube - se, foi ferrado na última hora - onde com evidência o 4/Abalo Sísmico, deu trabalho até o final, o Titular da TV, André Cunha, não escondeu sua surpresa ao anunciar o vencedor do Pic7, em que ressaltou o fato do apostador “perdedor” ter cravado o 5° favorito, rateio de $14,30, depois de passar incólume por páreos teoricamente bem mais difíceis. É surpreendente mesmo. Levava de barbada. COMO ASSIM...??? Acontece, nem sempre dá certo. Porém, poderia mandar para sua conta o percentual de pelo menos 1000 apostas do Brasil inteiro...!

O que importa: Alguém tem alguma dúvida, a quem está ligado o bilhete cravado em questão? 

O fato, é que com todas as probabilidades, podemos estar comprovando com larga evidência, estarmos diante de personagens internos, plenamente informados, participando de forma objetiva e MUITÍSSIMO PRIVILEGIADA das apostas, em relação aos apostadores de todo o Brasil. NÃO ESTAMOS FALANDO DE CPD, não...! 

Acho que o JOCKEY CLUB BRASILEIRO, deveria, por respeito aos seus milhares de clientes apostadores, procurar avaliar COM LUPA, estas situações, aparentemente bastante interessantes.

Por fim, não quero deixar de ressaltar a flagrante falta de interesse dos turfistas, sobre um crítico assunto, que me desviou de outras responsabilidades, me desgastou bastante e embora de interesse de todos, não evidenciei interesse e participação, a não ser daqueles que pensam em contrário e ou "que acham que está tudo bem, tudo bom, tudo em plena ordem...", neste segmento. 

Assim, fica realmente inviável.

Christian Antoniazzi (14/04/2014) - São Paulo/SP

Sr. Fabio,

Só lamento a alteração de ferragamento ocorrida e anunciada minutos antes do páreo.

O sr. tem noção do absurdo que foi isso? Por acaso choveu ou estava chovendo?

Já pensou se ele perde? E para aqueles que não gostaram do fato dele estar desferrado e resolveram tirá-lo do jogo por causa disso ,já que o mesmo nunca atuou assim?

Existem acumuladas e concursos em jogo, jamais ele poderia ter sido ferrado , a não ser que um dilúvio caísse antes do páreo.

Enfim , por essas e outras que ninguém é louco de METER FICHA DE VERDADE nesse jogo.

Credibilidade ZERO.

Um grande abraço e parabéns pela vitória do seu excelente cavalo.

Daniel Rosario (14/04/2014) - Fortaleza/CE

Caro Cyro,

Bom dia! Eu particularmente gostava do torneio do site jockeysp, porque sou aficionado por competições. Não vou entrar na conversa demagoga que muitos utilizam, inclusive que eles usam nesses torneios atualmente pagos, de que participava para ajudar apostadores. Eu entrava para acertar minhas marcações, primeiramente. Se alguem se beneficiava com elas, parabéns para quem o fizesse.

Desde o início da década passada coloco minhas marcações no site que possuo. Fiquei alguns anos sem fazê-lo, por conta da minha guinada profissional. Mas voltei a fazê-lo de boa vontade, relembrando os agradecimentos que recebia de internautas, que chegaram a ganhar premiações seguindo minhas marcações. Aí sim eu deixo para o livre arbitrio de cada um seguir as marcações ou não. E de forma gratuita. Porque não tem como eu ficar cobrando algo de alguem, quando encaro o turfe como entretenimento.

Agora eu tive muitos aborrecimentos, mesmo sendo um concurso gratuito, em relação aos torneios do site jockeysp. Voce conhece melhor do que ninguem as denuncias comprovadas que fiz de fraudadores.

Eu tenho a seguinte opinião formada: se a pessoa consegue fraudar concursos gratuitos e que servem de promoção para o turfe, imagina em situações que envolvam diretamente o seu dinheiro? Tirem as suas conclusões.

Aqui mesmo no torneio de prognosticos do raia leve, o cidadão repetia a mesma prática de inscrever laranjas em seu nome.

Não sou o bom samaritano, não sou santo. Mas como já havia adiantado ao senhor Renato, procuro agir com retidão.

Eu não tenho nem o que julgar desses concursos pagos de internet. Participei uma única vez, a convite de um amigo, quando a quantia era irrisória, acho que 20 reais. 

Hoje em dia os valores são dez vezes mais, creio eu. Deixou de ser um entretenimento para ser fonte informal de ganho de dinheiro.

Mas, cada um que se sustente da forma que achar melhor. Este país é tão caracterizado pela informalidade. Difícil mudar isso.

Agora eu retorno uma pergunta para você: com que cara o Jockey Club de São Paulo vai tentar inibir esses concursos paralelos, se os donos desses concursos fizeram campanha para o atual presidente? Complicado, não?

Abraços.

Fabio Prado (14/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Prezado sr. Milton,

Sou o proprietário do Olympic Pantanal. No Rio de Janeiro, mas especificamente na Gávea o tempo estava nublado e com possibilidades de chuvas, não quis arriscar em correr desferrado e pedi ao treinador que não o fizesse. Ainda pq adquiri o animal em um leilao e foi a primeira vez que corria pelo meu Stud. Se fosse ao contrario (ainda que permitido) poderia levar alguma vantagem. Não entendi o motivo da reclamação...

Em qual momento o sr. acha que houve algum dolo ?

Um grande abraço

Fabio Prado

Stud Dafama

Renato Diniz Junqueira (13/04/2014) - São Paulo/SP

Caro Luis Felipe,

Muito obrigado por seus comentários.

E gratificante saber que um turfista de escol como você nos vê com bons olhos.

Faço aqui uma correção em meus comentários anteriores.

Como que por encanto, tão logo enviei-lhe alguns comentários, fiquei sabendo através do Raia Leve da iniciativa do JCB junto a PMU.

Isto sim e uma iniciativa digna de jubilo dos turfistas brasileiros.

Parabenizo publicamente o Dr Carlos Palermo pela empreitada.

Sinceramente espero que ele, com sua ajuda, convença o JCSP a não cometer este desatino que se avizinha.

Pelo bem do turfe,continue em frente.

Um grande abraço

Renato Diniz Junqueira

Milton da Silva Nunes Filho (13/04/2014) - Camaquã/RS

10º Páreo: 2 - OLYMPIC PANTANAL (Desferrado), no race day

no canter correu FERRADO,,

E AGORA. APOSTAS DE ; Betting 5 Super Betting Pick 7

e é ferrado na última hora e é comunicado na hora do canter,,,, por isso ele botou mais de 4.000,00 de placê.....

parabéns CC.. PALMAS.....

Milton da Silva Nunes Filho (13/04/2014) - Camaquã/RS

resultado do GP 77.PRINCESA DO SUL-PELOTAS

1. KENTUCKY CROWN

2.CAAPUÃ

NO FOTO.

Waldir Alves de Souza (13/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Minha opinião:

Com relação ao MGA, é preciso considerar a sazonalidade, ou seja, a partir do meio do mês a grana começa a ficar curta. Início do mês, todos estão com bala na agulha, independente da qualidade da programação e quantidade de reuniões. Sempre foi assim!

Com relação a aposta vencedora do Pick 7, feita pelo "iluminado" de Copacabana, informo que não existe a menor possibilidade de dolo. Como já foi dito neste espaço pelo titular de uma importante Coudelaria, o sistema é seguro. Se tal não bastar, informo que pude constatar "in loco" a probidade e seriedade dos funcionários do CPD (J.Carneiro Informática), afinal fiz parte do quadro de funcionários da SCC do JCB por um bom período.

Fico imaginando se a aposta vencedora fosse feita na agencia Barão do Bom Retiro. Choveria, nesse espaço, pedidos de CPI.

Mario Veloso (12/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Prezado Luis Alberto

Suas observações são sempre muito bem vindas, ACATO!!!!

Grande Abraço

Francisco Rodrigues da Silva (12/04/2014) - Petrópolis/RJ

Tomei a liberdade de ligar para a agencia onde a aposta foi feita.

Quem quiser tirar a duvida o tel:21-22559843 atendentes Sr.Robson e Sr.Eduardo. 

O apostador nao teve informações privilegiadas como o sr Borda ensiste..

Nao teve furo nem em cima nem em baixo.

Como eu disse antes eu acredito na lisura da aposta feita.

Sendo assim continuo defendendo os profissionais que envolve o mundo do turfe.

Luis Alberto Rodrigues de Souza (12/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Prezado Mario Veloso,

Apesar de, conforme dito, a nao realizaçao de reuniao na ultima sexta feira ter sido talvez uma boa economia para o JCB, penso que em termos gerais, com apenas tres programas, perdem os profissionais, os proprietarios e os apostadores. 

Outro dado a se considerar foi o MGA de ontem, quando foi formado um programa fraco e de poucas inscriçoes (nem houve a primeira quadrifeta com garantia) e mesmo assim o total apostado superou os 787 mil e media de mais de 98,4 mil por pareo. Caso tivesse havido a citada quadrifeta certamente o MGA superaria os 800 mil e a media por pareo teria superado os 100 mil.

Acredito que o momento e delicado e que o JCB deve continuar tentando formar a maior quantidade possivel de pareos beneficiando profissionais e proprietarios e continuar com a filosofia de devolver, atraves de reduçao de retiradas, maior volume de recursos ao apostador.

Boa tarde e otimas corridas!

Carlos Ferreira (12/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Sr. Renato Borda,

Obrigado pela atenção. Entendi seus pontos de vista e estou totalmente de acordo com eles. 

Sds.

Antônio Moura (12/04/2014) - Niterói/RJ

A LINGUAGEM DOS NÚMEROS

Sr. Mauro Oliveira,

Sem a pretensão de polemizar. entendo que o JCB, como sociedade promotora de corridas de cavalo que é, tem a grande parte das suas despesas administrativas já apropriadas e que pouco ou nada variam, hajam menos ou mais reuniões no período.

Isto quer dizer que no dia em que for possível, por decisão administrativa ou existir maior disponibilidade de animais atletas, realizar uma quinta ou sexta reunião por semana, as agruras financeiras da entidade tendem a sensivelmente diminuir.

O exemplo dos hipódromos menores que promovem apenas 1 (uma) reunião (por semana, por mês, por ano, - ou nunca mais), salvo o RS que se mantém de pé às custas de transferência de patrimônio e da reconhecida eficiência de quem o preside, é mais do que claro.

Mais reuniões na semana, uma TV Turfe a cabo 24 horas por dia e um estratégico chute na concessionária espanhola, é tudo que precisamos para ver de novo um turfe pujante. Será que viverei para assistir?

Boa sorte nas carreiras, hoje excelentes.

Antônio Moura

Mario Veloso (12/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

CONCLUSÃO

Prezado Mauro Oliveira

Dada as informações muito oportunas por sinal

Há que se concluir que:

1 - Páreos mais cheios e de melhor organização;

2 - Melhor nível técnico dos animais;

3 - Por consequência proporcionam melhores reuniões que em razão disso atraem maior volume de apostas. 

Consideremos ainda: 

A grande economia que fez o JCB com menos um dia de reunião sem prejuízo algum do MGA.

Vale mesmo a pena por ora manter as programações de sexta-feira? acho que é um caso a pensar !!!!

Cyro Queiroz Fiuza (12/04/2014) - São Paulo/SP

Sr. Daniel Rosário,

Há algumas semanas, escrevi aqui neste democrático espaço que sentia falta de manifestações dos antigos participantes dos concursos de prognósticos do Jockey Club de São Paulo. Me chamava a atenção que nenhum deles se posicionava diante do estado de coisas em que se encontra o JCSP, e que igualmente nenhum protestava contra o encerramento dos concursos, que premiavam os vencedores e melhores colocados durante todo o ano, sem interrupções nem durante os feriados. Agora, quando vejo o senhor se manifestar, afirmando que "já denunciei casos de laranjas e fraudes em concursos do antigo torneio de prognosticos do site jockeysp", aproveito a deixa e pergunto: 1) O que acha do fim dos concursos, o Jockey não poderia tê-los mantidos e melhorado o projeto, diante de suas críticas de fraudes e laranjas? 2) O que acha de sites que se aproveitaram do fim desses concursos do JCSP e iniciaram torneios com inscrições pagas, promovendo atividade clandestina que também lesa os guichês oficiai s de apostas?

Saudações

Luiz Antonio da Silva (12/04/2014) - Nova Iguaçu/RJ

Respeitando os profissionais que lutam por um lugar ao sol, todavia, o apostador cravar duas montarias da Lu Andrade e uma do A. correia em um mesmo "bolo", nem em Marte! 

O apostador precisa de alguns esclarecimentos!

Francisco Rodrigues da Silva (12/04/2014) - Petrópolis/RJ

Kkkk.gostei do desenhar quando se diz que nao acredita na aposta feita remete ao c p d.

Kkkk cravas arriscadissima o apostador jogou dez reias.

Nem preciso desenhar.

Grande abraço.

Mauro Oliveira (12/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Curiosidades sobre o MGA.

Semana 27 a 31 de abril

Quatro reuniões na Gávea

MGA R$ 4.512.861,38 com 74 páreos 

Semana 3 a 7 de abril

Três reuniões na Gávea (não houve corrida na sexta)

MGA R$ 4.499.523,75 com 72 páreos.

Conclusão:o jogo foi o mesmo com três ou quatro corridas na gávea,sendo que no sábado, dia cinco, o MGA foi de 1.400 mil. Acredito que seja recorde para reuniões comuns.

Antônio Moura (12/04/2014) - Niterói/RJ

A MELHOR DE TODAS

Dizem as más línguas que aquele cavalheiro lusitano, contratado a peso de ouro pelo JCSP (até a bônus de R$ 300 mil já fez jus), é quem efetivamente manda e desmanda no Clube.

Isto explica até certo ponto a relutância em aderirem, por aquelas bandas, à salvadora pedra única;

o que não tem explicação (e nunca terá) é o que notaram de tão notável no curriculum da atual eminência parda, uma vez que lhe apontam como a menos longínqua citação sobre turfe, o fato de ter acompanhado, nas pradarias alentejanas, a doma de cavalos da raça Lusitano, utilizado em espetáculos de tauromaquia. 

Já fui avisado, inclusive, que o referido executivo reside em Niterói e que corro o risco de encontra-lo uma hora destas numa das minhas habituais caminhadas pela orla marítima. Por via das dúvidas, suspendi o exercício.

O que ele não sabe é que se cair no canto da sereia da Codere, como já nos informou o ilustre titular do Eternamente Rio, - é fim de linha. 

Nesta anedota, francamente, não achei a menor graça.

Antônio Moura

Renato Borda (12/04/2014) - Porto Alegre/RS

Francisco Rodrigues da Silva;

A citação do CPD, é sua, não minha. Eu "DESENHEI", que as 3 cravas, bastante arriscadas e até mesmo inviáveis, eram muito provavelmente advindas de "informações privilegiadas", portanto, algo gravíssimo.

Sr. Carlos Ferreira;

Acompanho suas postagens, seus pontos de vista com os quais normalmente concordo e reconheço claramente sua linha e interesse voltado para a lisura e transparência no Turfe. Em consequência, creio ter havido um mal entendido entre nossos pontos de vista.

Veja, em nenhum momento generalizei ou pior ainda, me referi aos profissionais de forma alguma.

Seria um absurdo de minha parte. Ao Contrário, reconheço profissionalismo e qualidade, caso contrário não manteria meus interesses maiores na Gávea, não me referindo nem mesmo a uma minoria mas sim a existência de determinados maus profissionais infiltrados, efetiva e comprovadamente mal intencionados, o que é uma realidade, devemos concordar. Vide fatos que vem se repetindo. 

Estou muito distante de ser arrogante e muito menos "paladino do Turfe Forte", até porque estou extremamente distante de todo o contexto de tão expressivo conteúdo desenvolvido pelos principais criadores, expoentes do turfe brasileiro. Sou tão somente um distante apoiador de tão fundamental projeto.

No que concerne ao meu posicionamento, até intransigente quanto a falta de transparência e pontuais problemas de pista, com reflexos danosos aos resultados, afirmo ao senhor, acreditar em muito maior efeito negativo para a imagem do turfe, deixar correr solto os absurdos acontecimentos de pista ou mesmo de gestão, a combatê-los de forma frontal e efetiva. O Turfe não irá mudar se não houver duro enfrentamento. Isso não é generalizar mas sim, tentar impedir que os absurdos passem em branco.

Sinceramente, espero poder contar com seu entendimento e que possamos lutar por objetivos que possam vir a ser comuns.

Conte com minha especial atenção e respeito. 

Sr. Daniel Rosário

Da mesma forma, acompanho suas postagens, com as quais geralmente concordo, acreditando sinceramente em um mal entendido, pontual, entre nossos posicionamentos

Não tenho nenhum problema contra apostas vencedoras de qualquer valor, de forma alguma.

Devo dizer ao senhor ter uma preferência absoluta pelo Pick7, antes concurso de 7 pontos e em Porto Alegre, famoso concurso Simples. Em quarenta anos a fio, preferencialmente me dedicando a este tipo de aposta, afirmo ao senhor ter agregado efetiva expertise e muito apurada percepção, tendo sido premiado em meus esforços em várias oportunidades, chegando a ganha-lo duas vezes no mesmo final de semana, dividindo um acumulado no sábado e acertando os 7 páreos sozinho na segunda feira. Da mesma forma, "bati na trave" inúmeras vezes, bem como me senti pontualmente "prejudicado" em algumas outras, tendo que "engolir em seco"..., o que é muito desagradável, terrível, diria eu! 

Assim, fica muito transparente para mim perceber , digamos "esquemas velados" em que chama a atenção possíveis desvios, muito difíceis de aceitar, sendo várias estas possiblidades.

Quero também deixar claro ao senhor, não ser de meu interesse, de forma alguma generalizar mas sim, não permitir passar despercebido situações que de alguma forma, venham a acender o sinal vermelho. Todos nós deveríamos estar atentos a estes fatos e buscar cada vez mais recursos para extermina-los, o que sei, é muito difícil, como o senhor bem frisa.

Outro sim, reconheço o seu conhecimento, seu envolvimento e ligação com o Turfe, respeitando sua história, acima de tudo esperando contar com sua compreensão quanto a eventuais pontos discordantes, o que é sempre uma possibilidade. 

Sinceramente agradeço, 

Atenciosamente,

Renato Borda

Francisco Rodrigues da Silva (11/04/2014) - Petrópolis/RJ

Neste sitio esta escrito datado em 09/04/2014.

Nao acredito nesta aposta de de pick 7.

Ora eu acredito acredito no C P D, o coração do jogo na minha opinião. 

Agora querem colocar suspeitas sem fundamentos.

E ainda diz que quer o bem do turfe.

Quem nao concorda com minha opinião so lamento.

Carlos Ferreira (11/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Sr. Renato Borda,

Já me apresentei outras vezes, porem vou me reapresentar para me situar adequadamente nesta discussão sobre armações, manobras, roubos, etc, nas corridas de cavalos. Sou turfista há 60 anos, proprietário de cavalos há 40, e, como o Sr, não compactuo com desonestidades nos resultados dos páreos, sendo sempre um severo crítico de tais atos, conforme registrado por mim em outras ocasiões aqui mesmo no Raia Leve. É contra a minha filosofia e visão do turfe, que relega o jogo a um segundo plano em relação, principalmente à nobreza dos cavalos, que são os que realmente importam neste esporte. Não concordo, porém, com a visão generalista de que tudo é armado, todos os profissionais são desonestos, e todos nós turfistas somos uns trouxas manipulados por essa legião de espertos que vive à custa da nossa inocência. O turfe depende do jogo, e como no mundo todo, desde os seus primórdios, registra a ocorrência de atos desonestos visando lucros escusos que devem ser severamente reprimidos pelos órgãos fiscalizadores das corridas. Agora, daí à generalização, vai uma enorme distância. Conheço muitos profissionais das carreiras (jóqueis e treinadores), a maioria composta por pessoas simples, humildes e honestas. Os malandros geralmente não têm futuro e vão ficando pelo caminho.

O Sr. se apresenta, até com uma certa arrogância, como um grande paladino do Turfe Forte, que luta pelo crescimento da atividade turfística no Brasil. Se este é o seu real propósito, então, por favor, mude o seu discurso deixando de estigmatizar mais ainda as corridas de cavalos como uma atividade, como o Sr. mesmo diz, lamacenta, corrupta e que está à mercê dos malandros e ladrões que surrupiam o dinheiro dos pobres apostadores, afastando ainda mais os poucos que ainda restam. As corridas e os cavalos não merecem tal pecha.

Sds.

Daniel Rosario (11/04/2014) - Fortaleza/CE

Meu caro, peço que por favor não faça um pre-julgamento de quem é um simples turfista, honesto, trabalhador e que ao invés de ficar se lamentando por um tempo que não volta mais no turfe, procura agir com retidão no dia a dia. Eu lhe garanto que faço muito bem a minha parte perante a sociedade.

Para o seu conhecimento, já auxiliei proprietários, mesmo com um simples site de marcações que possuo. Proprietários que vieram até mim insatisfeitos com administrações desastrosas de hipódromos, e me pediram apoio em algumas de minhas colunas.

Já denunciei casos de laranjas e fraudes em concursos do antigo torneio de prognosticos do site jockeysp.

O pouco que me cabe, eu faço. Como já disse, turfe pra mim é entretenimento, mas às vezes fico com a sensação que me importo muito mais do que aqueles que dele dependem.

Lamento profundamente que aqueles que o turfe depende diretamente, deixaram-no chegar ao fundo do poço e com essa fama de lamaçal.

O fato de torcer para que pessoas possam jogar 10 reais e consigam lucrar 70 mil. O fato de torcer para que pules altas existam no turfe, que repito, não é algo exclusivo deste país, não me transforma em um concordante de práticas nocivas ao turfe.

Muito pelo contrário. Se não for comprovada manobra, se não for comprovado doping, que mal há em uma pule alta vencer?

Agora eu devo vir até aqui, duvidar de tudo e de todos, por conta de um tempo passado que não volta mais?

E pelo que eu saiba, mesmo quando o turfe era bem visto pela sociedade, já existiam os golpes Jóquei que montava um animal e se descolocava em uma quinta-feira e já no domingo o mesmo animal vencia. Jóquei tendo que sair escoltado do jockey club, para não ter que apanhar.

Se acompanhasse um mínimo que fosse esta página do leitor, veria que sempre procuro criticar aquilo que precisa ser melhorado no turfe, e é muita coisa.

Agora não venho até esta página, simplesmente reclamar por reclamar. Acho que uma generalização só prejudica o combalido turfe nacional.

Espero não ter que voltar a esta página mais uma vez, para ter que desenhar novamente alguma coisa.

Abraços e que o turfe ainda tenha salvação.

Luis Felipe Brandão dos Santos (11/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Prezado Renato,

Em primeiro lugar quero tornar público que o tenho na conta de uma das pessoas mais brilhantes dentre as muitas que pude conhecer no turfe.

Tive a felicidade de conhecê-lo exatamente através das reuniões de trabalho com os consultores da DEXTRON, empresa que a APFT escolheu para desenvolver o Projeto Turfe Forte. Não foram muitas as ocasiões em que estivemos juntos, mas foram mais do que suficientes para perceber com clareza cristalina a sua privilegiada inteligência, a sua objetividade no encaminhamento de propostas, a sua serenidade ao fazer cada comentário, a sua forma discreta e humilde de colocar a serviço do turfe toda a sua bem sucedida experiência profissional e acadêmica.

A qualidade do Projeto Turfe Forte deve-se, a meu ver, ao talento dos consultores da DEXTRON, mas em igual parcela à sua contribuição e a do Alessandro Arcangeli. Desprezado por gente em posto de enorme importância no turfe brasileiro e, por conta disso, com poder nas mãos para fazer acontecer muitas das recomendações nele contidas, o Projeto Turfe Forte continua sendo o melhor referencial que os criadores, os proprietários, os profissionais do turfe e, especialmente os dirigentes dos clubes hípicos têm para salvação da atividade.

 

Aqui vou transcrever dois trechos do seu e-mail: “Na realidade nenhum clube deu passo algum no sentido de um turfe eminentemente nacional, nem procurou uma forma de aumentar sua receita essencial que é o MGA”. Outro trecho: “Derivado do Projeto Turfe Forte surge a iniciativa da Liga Brasileira de Turfe”. Por óbvio, qual é o turfista pode discordar dessas colocações? Eu as endosso, como apoio integralmente a formação da Liga Brasileira do Turfe, iniciativa que você e o Alessandro Arcangeli vêm liberando, em um árduo trabalho.

O que me preocupa é o tempo que ainda nos resta para reverter o estado de coisas a que chegamos. Não posso deixar de ter como premissa que os atuais presidentes do JCB e JCSP são tão turfistas como nós (ou mais) e devem estar tão interessados quanto nós na retomada da atividade, afinal são eles que lidam com os prejuízos que cada reunião turfística acarreta aos clubes que comandam.

Pelo que me foi dito e mostrado na reunião para a qual fui convidado pelo presidente do JCB, Dr. Carlos Palermo, a “bola” para algumas ações em comum, a começar pela Pedra Única, depende exclusivamente do apoio do presidente do JCSP. Será que ele não percebe que ela só trará ganhadores? Como ao que parece isso não está claro para ele, de algum modo, depende também do presidente do JCB, pois este tem o poder de pressionar o JCSP através do corte do sinal ou da mera proibição da venda de apostas no simulcasting atual dos páreos do Rio. A situação aí se inverte: ao invés de todos ganharem estaremos em um “perde perde”. Mas, talvez, seja um mal que se terá que passar para, adiante, termos não só a Pedra Única, mas um turfe brasileiro unificado, aí incluídas ações de marketing, comissão de corrida, dentre outros itens.

Além dos dois presidentes cumpre destacar o papel que pode e deve ser desempenhado pelo Dr. Sérgio Coutinho Nogueira, presidente da ABCPCC, na direção que almejamos. Temos que reconhecer que alguns passos foram dados, como termos um calendário clássico harmônico, mas muitos outros urgem ser dados.

Por fim, se a CODERE fechar com o JCSP, ela, literalmente, fechará o JCSP. Será que o exemplo do Rio não basta?

Com um abraço do seu admirador,

Luis Felipe

Renato Borda (11/04/2014) - Porto Alegre/RS

Não existem lamentações mas sim evidências concretas, insofismáveis, de que existem páreos articulados, galopes e divergências de performances explícitas, ocorrendo nas raias. São realidades, que não lhes interessam, certamente.

Visões como as suas... permissivas, míopes, ou mesmo sensíveis aos interesses escusos, realidade de um turfe lamacento, é que ainda mantém o turfe neste estágio patético em se tratando de resultados de pista, sem entrar nos méritos gravíssimos de gestão, que estão sendo aqui tratados por turfistas especialistas e em alto nível.

É de se lamentar suas posições. Certamente, seus interesses estão em paralelos com as mesmas.

O Turfe brasileiro precisa se livrar com máxima urgência desta visão caótica, lamacenta, ultrajante e de forma alguma aceita por nenhum hipódromo bem sucedido no mundo.

Muito bom que aqui revelem seus obscuros pontos de vista, pois assim serão melhor conhecidas suas verdadeiras posições, opiniões e padrão turfístico de baixíssimo nível.

O Turfe Forte, certamente, estará muito distante de suas posições.

Passem bem...!

Francisco Rodrigues da Silva (11/04/2014) - Petrópolis/RJ

Sr.!.

Citar o nome de Luiz felipe B dos Santos aí a enturmação e outra .

Com certeza absoluta ele respeita os profissionais do mundo do turfe.

Nunca em momento algum colocaria em suspeitam, denegrindo ainda mais o turfe.

Porque turfe forte também é respeito. Sem acusações levianas.

Tenho forte convicção disso.

Obs: Não tenho parentes importantes.

Carlos Ferreira (11/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Com certeza o principal fator da drástica redução do público turfista (e apostador) através dos anos foi a predominância da visão de que o turfe é um covil de viciados e ladrões em vez de ser o esporte dos reis, nobres e milionários como era visto em outros tempos. Tal visão atual e deturpada da atividade decorre da mídia, onde são vistos frequentemente como personagens de novelas cidadãos falidos que perderam tudo nas patas dos cavalos deixando suas famílias na miséria, e também da visão de alguns turfistas que só enxergam roubo nas carreiras, denegrindo a atividade e a honra dos profissionais que dela participam. Ora, se os principais detratores do turfe são alguns dos próprios turfistas, como atrair novos interessados em jogar um jogo que eles insistem em dizer que é roubado? Um dia, boa parcela da responsabilidade da extinção da atividade turfística deverá ser debitada a esses estranhos personagens que perdem seu tempo jogando um jogo que dizem ser roubado para depois ficarem se lamentando em uma atitude claramente masoquista.

Sds.

Daniel Rosario (11/04/2014) - Fortaleza/CE

Ninguem aqui está defendendo situações obscuras não.

O que eu fico intrigado é que os hipódromos brasileiros são os únicos no mundo em que pules altas não podem vingar.

Se o turfe está credenciado a apostadores irem receber o seu dinheiro de volta no guichet, através de pules que vingam pagando apenas devolução, então já não tem graça alguma.

Não precisa nem correr o páreo, o favorito já pode ir direto para o winner circle sem precisar sequer fazer canter.

Agora, um apostador com apenas 10 reais não pode ter um lucro de 70 mil reais? Como novos apostadores serão absorvidos se este tipo de aspiração não se fizer presente?

Se não existir essa possibilidade nas apostas, e sempre for credenciada estas façanhas a armações, então não haverá quem dê jeito no turfe, seja o turfe forte, a liga, o quarteto fantástico, etc....

Quando se reclama por reclamar no turfe, quando se fica buscando sempre pêlo em ovo, as indagações acabam por cair em descrédito.

Existe muita coisa errada, e principalmente nos maiores hipódromos do país. 

Agora como é possível defender esta atividade, se tudo nela é passível de desconfiança? É para se acreditar em quem?

Lamento muito o Sr. Luis Antonio Ribeiro Pinto pensar em parar com o turfe. Principalmente lendo que sou sonho era ganhar a tríplice coroa. Será que não ficou faltando um GP Brasil também?

Abraços a todos !!!

Renato Borda (11/04/2014) - Porto Alegre/RS

É impressionante a visão, percepção e diferentes reflexos gerados pela mente humana.

Enquanto não paramos de aplaudir a vinda do eminente turfista e criador Luis Felipe Brandão dos Santos ao Raia Leve e nos envolvemos em momentos de superior grandeza e esforço, em sua luta por um Turfe viável e digno, atraindo outros também eminentes e fundamentais criadores, todos voltados para um árduo conjunto de esforços em prol de um turfe Forte e efetivamente construtivo para todos, somos obrigados a acompanhar opiniões justamente opostas, até em tom jocoso, valorizando ou defendendo situações comprovadamente obscuras mas corriqueiras à pista carioca, em especial.

Envolvido ao turfe por mais de 40 anos, nascido em meio aos cavalos e tendo a família, gerado dois presidentes do JCRGS, afirmo ser fundamental o trabalho árduo dos eminentes turfistas para com braço forte, buscar eliminar para o bem do turfe, estas "aceitas" mazelas que sem nenhuma dúvida, constituem uma das causas centrais para o afastamento dos turfistas, em volumes que bem conhecemos.

Hoje em dia, mais do que nunca, se faz absolutamente exigível, indiscutível transparência em todo e qualquer envolvimento público, especialmente em se tratando de investimento financeiro, como apostas.

Enquanto tais ações não forem enfrentadas com o devido e exigível rigor, por mais que se faça, não conseguiremos trazer novos "clientes" especialmente investidores para efetiva e muito potencialmente viável multiplicação do MGA.

Claudio da Silva (11/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Lendo as tratativas entre o JCB e a PMU, no que diz respeito aos Agentes Credenciados,nada foi dito sobre a CODERE. Passaria a ser Agente Credenciado do JCB ou permaneceria conforme é hoje.

Daniel Rosario (11/04/2014) - Fortaleza/CE

Saudações.

Ainda com o assunto de fraudes rendendo...

Lembrei daquela famosa anedota portuguesa: O português estava andando na rua quando viu uma casca de banana. Sem titubear, já comentou com si mesmo "- Lá vou eu me esborrachar de novo!"

Por ser descendente de português, sinto-me tranquilo ao lembrar desta piada, sempre na esportiva. Peço perdão aos lusitanos desta página, mas é como o senhor Antonio Paes tantas vezes já indagou por aqui: Será mesmo o português o burro das piadas contadas? Não caberia aí uma outra nacionalidade?

Porque quem joga em modalidades de apostas ou até mesmo em loterias, tendo esta forte opinião de que são manipuladas, é jogar fora, de forma consciente, o seu dinheiro. Mas cada um faz do seu dinheiro o que quiser, claro.

Abraços a todos e boa sorte nas corridas que se aproximam !!! Seja para escorregar na casca de banana novamente ou não.

Francisco Rodrigues da Silva (11/04/2014) - Petrópolis/RJ

Sr.Renato Borda.

Citaste meu nome sem argumentos so palavras soltas .

Vou desenhar para ver se entende.

Uma aposta desta so poderia se manipulada pelo C P D.

Como a pouco tempo o sr Danneman se pronunciou a respeito que o CPD do JCB.e inviolável. 

Eu acredito na lisura deste pick 7.

Eu defendo o respeito pelos profissionais que envolve o turfe.

Eu acho uma covardia esses ataques nivelando por baixo o mundo do turfe.

No dia que nao acreditar eu simplesmente eu para com o turfe.

Luis Felipe Brandão dos Santos (11/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Estimado Luis Antonio,Toni para os muitos amigos,

Jamais pensei que o texto postado por mim tivesse a repercussão que teve e ainda vem tendo.Devo lhe dizer que eu é que me orgulho de que sejamos amigos,assim como sua condição de essencial turfista é reconhecida por todos que o veem no Hipódromo da Gávea a cada reunião,bem como por todos que torcem pela farda do São Francisco da Serra e que vibraram com a conquista da Tríplice Coroa pelo seu craque Plenty of Kicks.

Lembro-me de uma entrevista sua,ainda ao tempo da Gazeta Mercantil,sobre seu amor pelo turfe,na qual ao ser perguntado sobre quantos animais possuía vc respondeu: "mais do que deveria mas menos do que gostaria". Resposta precisa,que espelha a forma de agir e investir(?) de um apaixonado pelos cavalos e pelos belos espetáculos que eles nos proporcionam a cada carreira.

Tive a honra de sucedê-lo na presidência da Associação Carioca de Proprietários de Cavalos de Corrida ,tendo ,como vc,lutado contra os poderosos do JCB `aquela época.Foi por via de nossa Associação que criamos o Raia Leve,com um scratch de jornalistas ,comandados pelo inesquecível e insubstituível Zig .A ele,dentre "n" outras atribuições cabia censurar textos e enquetes que eu preparava e desejava ter posto no ar.

Mas me perguntava : como aguentar calado ao congelamento dos prêmios por mais de 10 anos,vendo a renda gerada por ativos construídos com o dinheiro do turfe ser desviado para a sede social da Lagoa? Como suportar ver a raia de grama chegar ao estado de degradação a que foi entregue?Como ver a cerca móvel permanecer fixa ,desnivelando a esburacada raia de grama? Como ver a resistência para se adotar a manta colorida,no padrão internacional? Como ver levas de turistas ,inclusive estrangeiros,serem ,após almoçarem no Restaurante Photochart serem barrados na porta do Hipódromo por estarem de bermudas? Como não se indignar de ver em tardes ensolaradas do Rio de Janeiro pais com seus filhos,após assistirem peças infantis no Teatro do JCB serem barradas na entrada do hipódromo,onde enfim já estavam,por estarem de bermudas? Como não se indignar por ter apurado, com a ajuda do então controller do clube,que vultosa quantia a cada mês era apropriado ao turfe a cada mês,qd deviam ser alocadas `a sede social da Lagoa?Como reagir `a derrota de um grande e emérito criador e proprietário,Dr. Claudio Ramos,para um candidato que nunca tivera na vida um cavalo e nunca apostara um tostão nas corridas? Nem vamos falar na derrota do maior criador do Brasil nas últimas décadas,Dr. Julio Bozano,para um insignificante proprietário,ou da derrota honrosa do querido Dr. Paulo Saboya,meu abnegado advogado em algumas das ações judiciais que tive que responder naqueles tempos.

Tenho certeza de que vc e eu honramos os mandatos que nos foram concedidos pelos proprietários cariocas em sua verdadeira Associação.

Igualmente tenho certeza de que nossa atuação como opositores SEMPRE foi construtiva.Nunca,vc e eu,de deixamos de apresentar propostas concretas para melhoria do turfe,por mais discordância que tivéssemos com quem estava no poder.Graças a Deus essa postura contributiva continua até hoje ,qd a oposição ganhou a eleição,mas ao que me parece não levou.Fazer pacto com o diabo para ter sucesso tem dessas coisas.

A mim parece que a linguagem dos turfistas só é entendida por verdadeiros turfistas.Para os outros estamos falando aramaico.Aí confundem sugestão com agressão.Daí termos obtido tão poucos avanços para tanto esforço despreendido de qualquer interesse pessoal ou político.

Mas é o tempo ,que já há muito me preocupa.Como escrevi no título do texto que deu ensejo aos seus comentários,estamos aos 48 minutos do segundo tempo.Estamos perdendo o jogo porém estamos com dois jogadores a mais. Vai entender que o capitão de nosso time deixe nossos jogadores fazerem " cera" ,agindo como se estivesse ganhando o jogo.No turfe estamos assim. O tempo está se esgotando e nada.

Desde sua eleição como primeiro presidente da nossa Associação de Proprietários quantos deles já desistiram da atividade? Quantas liquidações de plantéis temos,com enorme tristeza como faremos amanhã,acompanhado?

Ler que vc "contempla a ideia de jogar a toalha ,pois como está não está dando mesmo para continuar" é um alerta que assusta aos amantes do turfe ,muito mais do que qualquer palavra que eu tenha escrito ou possa vir a escrever.

Nós precisamos de vc,o turfe carioca e brasileiro precisam de vc. Onde se repõe um quadro com a sua estatura,turfista hereditário,posto que filho de outro grande turfista?Pessoa que como disse publicamente que investe nos cavalos mais do que deveria mas menos do que gostaria? Vemos dirigentes em postos decisivos,pessoas que ,como nós,sabem fazer conta e mesmo tendo grande patrimônio nada ou quase nada " investem" no turfe.Certamente se estivessem devidamente investidos na atividade teriam com ela outro tipo de compromisso.

Espero que sua impaciência ,o seu alerta,o seu cartão amarelo público, tenha efeito mobilizador sobre os que podem reverter a trágica decadência do nosso turfe.Para fazer pouco ou mesmo nada em prol do turfe e muito em favor do clube social para que se candidatam a cargos vitais no Jockey Club Brasileiro? Por que não buscam esses mesmos cargos em tantos clubes eminentemente sociais situados ao redor do próprio Hipódromo da Gávea?

Finalmente reitero meu agradecimento pelas palavras que vc me distinguiu,ainda que saiba o quanto vc é generoso com todos,especialmente com os amigos.

Fraternal abraço,

Luis Felipe 

Jorge Varetta (10/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Gostaria de dar a minha opinião sobre o jóquei Marcelo Cardoso

É imprecindivel a presença dele na Escola de Aprendizes,principalmente para a formação de uma nova geração de jóqueis com uma visão de profissionalismo e reforço de carater.

Conheço Marcelo extra turfe,ja que, tivemos uma relação comercial e posso atestar que trata-se de uma pessoa idonea e da qual,alem de torcer bastante por ele ainda o admiro.Afinal agora o JCB está colocando um Homem para cuidar da carreira de nossos aprendizes.Parabens tambem ao Presidente dr.Palermo.Preciso dizer porque?Abraços

Marcelo Leanza (10/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Parabéns Marcelo Cardoso , tenho certeza que pessoas como você existem poucas nesse mundo, o seu caráter como homem e como profissional faz de você uma pessoa tão querida,fico muito contente de ter um amigo igual a você. Espero de todo coração que tenha muita felicidade na sua nova empreitada na sua vida , pois você merece. Tenho certeza que se o joquei club fosse um time de futebol com certeza seria contratado como camisa 10 , pois com sua sabedoria e experiencia poderia ser muito útil dentro desse time. Um abraço do seu amigo Marcelo Leanza.

Renato Diniz Junqueira (10/04/2014) - São Paulo/SP

Caro Luiz Felipe,

Como você mencionou o Projeto Turfe forte em suas valiosas observações sobre o turfe brasileiro, tomo a liberdade de expressar algumas opiniões. 

O projeto turfe forte, financiado por criadores cariocas e paulistas e coordenado no Rio de Janeiro por você, preconizava não somente a pedra única, bem como comissão de corrida unificada e com critérios únicos para julgamento de páreo, calendário de corridas adequado para não haver concorrência predatória entre hipódromos e implantação de uma rede de captação de apostas, etc . 

Ou seja, um turfe de abrangência nacional! 

Sem entrar no mérito das administrações regionais, pois cabe a seus associados se manifestarem, faço aqui uma assertiva. 

“Na realidade nenhum clube deu passo algum no sentido de um turfe eminentemente nacional, nem procurou uma forma de aumentar sua receita essencial que é o MGA”. 

A simples iniciativa do JCB de propor a pedra única não representa por si só, a firme intenção de se reverter o quadro atual através de um turfe nacional , baseado no aumento do MGA.

É preciso muito mais! 

Derivada do Projeto Turfe forte, surge a iniciativa da Liga Brasileira de Turfe 

Cabe à nós, criadores e proprietários, discutirmos a matéria e apoia-la dentro do nosso meio e junto ao poder politico do pais. 

Cabe a ABCPCC, entidade que deve representar criadores e proprietários do país, encampar esta ideia e exigir dos clubes promotores de corrida que iniciem tratativas no intuito de unificação do turfe brasileiro. 

Isto deve ser feito antes que São Paulo adote a parceria que não está dando certo no Rio de Janeiro. 

Atenciosamente,

Renato Diniz Junqueira

Arthur Stern (10/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Excelente idéia do Sr. Francisco Rodrigues!! Marcello Cardoso é talhado para auxiliar a Comissão de Corridas do JCB. 

Marcello, dê mais esta contribuição ao turfe! Você é muito importante para este esporte!

Renato Borda (10/04/2014) - Porto Alegre/RS

Francisco Rodrigues da Silva;

Você já é bem conhecido neste elevado espaço que luta pela transparência do turfe brasileiro, por defender, em contrário, flagrantes resultados de pista em que foram constatadas explícitas divergências de performance, de forma alguma coerentes ao retrospecto.

Em sendo assim, não há nenhuma surpresa em sua já natural postagem, em defesa de possíveis desvios, outros.

Se depender de você, de sua obscura visão de turfe, este nobre segmento, já tem destino definido.

Cuide de suas "barbadas", porque logo elas deverão se apresentar bem mais escassas...!

Francisco Rodrigues da Silva (10/04/2014) - Petrópolis/RJ

Atenção diretoria do JCB.

O Marcelo Cardoso poderia ser perfeito para a cc. Um joquei de boa reputação.

Poderia perfeitamente levar o seu conhecimento nos julgamentos dos pareos.

Como turfista e pequeno proprietário. Acho o Marcelo Cardoso um profissional excelente para fazer parte da CC do JCB.

F Rodrigues

Stud gata da serra.

Valmir da Silva Fernandes (10/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Sr. francisco novais; que o ITAJARA foi melhor do que BAL A BALI, não tenho duvida, mais numa enquete contra FARWEL, separadas as idades dos participantes , acho que o segundo ganharia. FARWEL está para o turfe assim com PELÉ está para o futebol.

Francisco Rodrigues da Silva (10/04/2014) - Petrópolis/RJ

Sr Sérgio lessa perfeita sua abordagem. 

Se fosse manipulado pelo cpd fariam uma aposta que nao chamassem a atenção. Um jogo de valor a nao ficar em evidência por isto acredito na lisura desta aposta.

Tirar a duvida e so ligar para a agencia e se informar. 

Boa sorte.

Melissa Dalarme Cardoso (10/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Marcello Cardoso, 

Sinto-me honrada de dividir minha vida com você, de ter ao meu lado uma pessoa humana, competente, correta e fiel aos princípios morais.

Estou escrevendo para Parabenizá-lo por todos os anos de profissão como jóquei, nos quais sempre manteve-se com total profissionalismo e dedicação aos deveres inerentes a carreira.

Esta expressiva marca de número de vitórias, provas de grupo e clássicos conquistados não foi ao acaso, mas sim resultado próprio, de uma trajetória de campeão, sempre com empenho, distinção profissional, e qualidade, fosse uma prova de grupo ou um claiming, pois seu caráter reto e nobre jamais destoaria, independente de haver qualquer adversidade no meio. E por esta postura correta, sempre manteve um relacionamento de confiança com todos os treinadores e proprietários, que o apoiaram ao longo de toda a carreira, qualidade essencial para ser um verdadeiro Campeão. 

E acrescento que és também Campeão na nossa vida, pela mesma retidão de índole e dedicação a nossa família.

Estaremos sempre o apoiando nas novas empreitadas, e tenho certeza do êxito em qualquer linha que escolha, justamente por imprimir tua posição decente e justa nas escolhas cotidianas. 

Na EPT estou certa de que formará de uma nova safra de jóqueis de excelente qualidade, pois a docência se mostrou como um segundo dom natural teu.

Te amo e admiro cada dia mais.

Sou sua fã, admiradora, amiga e parceira para o que der e vier, e sempre esposa.

Melissa Dalarme Cardoso

Papai... Parabéns!!! Te amo!!!

Max Dalarme Cardoso

Francisco Novaes (10/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Por que J Aurélio, está proibido de entrar no Jockey ?

Paulo Roberto Garcia (10/04/2014) - Porto Alegre/RS

ENQUETE SOBRE OS TRIPLICES COROADOS

Se os donos do Bal A Bali  não tivessem vendido o cavalo deixando ele ganhar o GP Brasil talvez ele chegasse perto do Itajara. Mas como isso não aconteceu o que vemos é mais uma vez um vareio do Itajara! 

Falem o que quiser, mas ainda está para nascer algum animal que chegue perto do que o Itajara foi para o turfe nacional!

Mario Veloso (10/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

MARCELO CARDOSO

SOU FÃ !!!!!

Se o Marcelo tem 26 anos de profissão, presumo eu que esta passagem se deu no ano de 1988 ou 1989, fechava eu um concurso de 7 pontos acumulado cravado no último páreo, animal de numero 5 (égua) montada pelo aprendiz sensação de quarta categoria Marcelo Cardoso, distância 1100 metros, pista de areia, reunião noturna, rateio 25,60 ou 26,50, pista pesada para encharcada, meio da reta, 3 e 4 na frente, chupando no beiço, me apareceu um infeliz chamado Juvenal Machado da Silva montando a égua de numero 1, pule de 1,5 e cobriu a égua do Marcelo no disco. Revelado o Fotochart: (EMPATE).

Um concurso que seria rateado para 3 acertadores caso tivesse ganho o numero 5, em razão deste empate foi rateado para mais de 100.

NUNCA MAIS APOSTEI EM CONCURSO DE 7 PONTOS !!!!

Prezado Marcelo S. Cardoso, boa sorte !!!!!!

Sergio Lessa (10/04/2014) - São Gonçalo/RJ

Eu acho apesar da desconfiança de muita gente sobre possível manipulação ref. ao resultado do pick 7, eu não acredito em manipulação pelo fato de que teve um acertador, teve um bilhete apostado numa agência! 

Se a pessoa fez as cravações por intuito teve muita sorte e provavelmente não é um apostador de grandes investimentos em combinações!

Se a pessoa teve informações convincentes [as chamadas barbadas] só pode ser de pessoa com muito conhecimento em corrida de cavalos!

Se a pessoa teve informações privilegiadas por antecipação do resultado dos pareôs aí sim seria uma grande manipulação e consequentemente muito grave, mas a pergunta é a seguinte se existisse manipulação todo o JCB estaria envolvido, será que diretores, propietários, treinadores, jóqueis, cavalariços, veterinários, até os aprendizes estariam nessa jogada? Acredito que não porque qual seria a vantagem de um proprietário e um treinador ter seu animal inscrito em uma reunião participando em pareo que eles já sabiam com antecedência o resultado, do mesmo modo como o privilegiado acertador caso tivesse informações seria obvio que quem passou as informações também acertaria, agora se essa pessoa que apostou foi simplesmente o pombo para apostar por todos aí sim o bicho pega e a coisa estaria peluda na Gávea.

Daniel Rosario (09/04/2014) - Fortaleza/CE

Sr. Marcos,

Boa tarde! Respeito a sua defesa e entendimento do que possa estar acontecendo.

Eu não estou batendo em ninguém.

Só fico perplexo em relação ao que foi exposto: uma carta enviada no início de dezembro e até hoje sem resposta.

Não estamos mais na época medieval onde teríamos que esperar mensageiros cruzarem diversos feudos para chegarem ao reino destinatário. 

Vivemos na era da comunicação: internet, telefonia e até 40 minutos de uma viagem de avião Rio-São Paulo, para o diálogo presencial. Até um fax está valendo, por mais que as pessoas o utilizem cada vez menos.

Mas é como eu disse, vai ver o meu inconformismo é maior do que daqueles que o turfe tanto depende.

Lá se vão 4 meses de uma carta sem resposta. Imagina se nessa carta estiver o futuro do turfe deste país em jogo, literalmente. 

São 4 meses de espera, de um paciente que já está agonizando.

Abraços.

Marcos Antonio da Silva (09/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Sr Rosario,

A troca de cartas gera formalidade e estabelece compromissos .

Ninguém administra com bate-papo e lero-lero. Se o presidente do JCB resolveu mandar uma carta para o presidente do JCSP é porque pretendia estabelecer uma relação formal para a criação da pedra única.

Não sou fã da atual administração do JCB mas também é necessário saber criticar e só descer a martelada quando isso for cabivel . Bater por bater não leva a nada .

Concorda ?

Luis Antonio Ribeiro Pinto (09/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Luiz Felipe,

Estando em viagem no exterior, tenho acompanhado de perto sua valiosa intervenção através de um texto que muito bem expressa a situação do nosso turfe no momento. Suas análise são perfeitas em todos os pontos agonizantes, que muito nos preocupam em saber o destino que iremos nos defrontar daqui para frente.

Finalmente alguém resolveu dar o brado de alerta em prol de todos nós, proprietários, criadores, profissionais do turfe e turfistas em geral. Eu mesmo, bem desanimado aqui no exterior, com tempo para pensar, contemplo a ideia de “jogar a toalha” pois como está não dá mesmo para continuar!

Depois de sua reunião com nosso Presidente, um pouco desacreditado da reação dele (que não seja como as anteriores), espero que seu “alerta” seja ouvido e considerado urgentemente.

Você, Luiz Felipe está de parabéns por ter levantado esta bandeira por todos nós do turfe. Realmente valeu, e se o turfe fosse feito de homens como você, não estaríamos nesta situação de caos total. Estamos sobrevivendo apenas pela coragem de alguns abnegados esperançosos de um futuro melhor.

Além de todos os pontos por você levantados, MGA, PMU (onde o Sérgio Barcellos é um grande guerreiro) etc... temos de levar em conta a sobrevivência de um grande número de profissionais que dependem de nosso sucesso para que continuem lutando pela própria subsistência. Estes profissionais tão leais a nós merecem nosso reconhecimento por tudo aquilo que nos proporcionaram ao longo destes anos. Alegrias e prazeres não seriam possíveis sem eles, que agora, mais do que nunca merecem nosso apoio. Sem um turfe adequado nós, proprietários e criadores ficamos sem nosso “hobbie” ao nos retirarmos. E eles, o que farão da vida? Temos de levar em consideração todos os profissionais que nos serviram com afinco neste longo caminho do turfe.

Obrigado Luiz Felipe, você é alguém que nos orgulhamos de tê-lo conosco, e agora, com a bandeira por você alçada temos esperanças, de todos, juntos e unidos, seguirmos a sua trilha em prol de um turfe melhor!

Abraços,

LUIS ANTONIO RIBEIRO PINTO

STUD SÃO FRANCISCO DA SERRA

Ivaldo Santana (09/04/2014) - Singapore/SG

Gostaria de dar os parabéns a Lu Andrade, pela força de vontade e persistência, pois esta conseguindo seu espaço apesar de ter poucas oportunidades, pra mim já esta claro que tem muito talento, e com certeza se tivesse tido a oportunidade de ser aprendiz na Gávea teria quebrado todos os recordes possíveis como aprendiz .Um abraço para a Lu e sua mãe dona Lucia. 

Daniel Rosario (09/04/2014) - Fortaleza/CE

Saudações.

Uma pergunta que não quer calar: os presidentes dos maiores hipódromos deste país somente podem manter contato através de cartas? Contato telefonico e direto é algo inviável? É difícil um diálogo direto, bastando responder a um simples questionamento em relação à adoção da pedra única?

É só esta curiosidade que eu tenho.

Obs: na verdade foram mais perguntas que eu fiz, e não só uma.

A prática da vida nos ensina que quem quer faz, não espera. Sabe-se lá que fim levou esta carta. Esperar mais de 4 meses para uma resposta de um assunto que é de extrema importância para o cenário nacional, confesso que fico perplexo.

Mas para que pressa né? O turfe vai de vento em popa. Quem sabe depois das Olimpiadas de 2016 chega alguma resposta desta carta.

Abraços a todos e estou aqui na torcida para que o pombo correio não tenha se perdido no caminho e esta carta nunca chegue ao seu destino.

Peço perdão pela ironia, mas parece que meu inconformismo é até maior do que de muitos ao qual o turfe depende.

Renato dos Santos (09/04/2014) - Curitiba/PR

O Jockey Club de São Paulo poderia fazer igual ao do Rio de Janeiro publicar a pule vencedora no caso de segunda feira 07.04 o Betting 5 seria interessante para os turfista verificarem o que foi jogado isto devido ao premio pago de R$ 321.000,00

Luis Felipe Brandão dos Santos (09/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Prezado Dannemann,

Seus elogios nesse Espaço do Leitor me deixaram sem palavras para agradecê-lo. Estou há um bom tempo a procura delas sem as encontrar, mas quero registrar, de coração, que os retribuo com todo o afeto que possa dar.

É fato que no início da campanha que elegeu o Presidente Palermo reequipei o escritório da cocheira para servir de ponto de apoio para o grupo que lançara a candidatura do atual presidente. O fiz a pedido das pessoas que estavam à frente da campanha e, por alguns dias, o Faro, contratado que fora por esse grupo para produzir material de campanha, lá trabalhou.

Ocorreu, contudo, a adesão ao nosso grupo, que vinha de três derrotas consecutivas, todas muito tristes para o turfe carioca e brasileiro, de antigos e conhecidos adversários nossos. Essas pessoas, que a meu ver estavam em um corner político, chegaram por cima, ditando regras, impondo condições e vetos, o que tornou  inviável que o escritório da campanha permanecesse onde estava. Registro, ainda assim, que não recebi nenhum aviso da mudança, tendo sido informado pelo Faro de que a mesma seria realizada. Algum agradecimento, nem pensar.

Compreendi de pronto a situação e, de certa forma, me senti aliviado, pois temia ser indelicado se um dia qualquer me encontrasse naquele espaço com "os novos opositores". O jogo, ao contrário de outras vezes, seria, para eles, no campo do adversário. Melhor para a campanha que as suas principais reuniões passassem a ser no domicílio do líder desse grupo recém chegado, exatamente o ex-presidente que "tantos benefícios" trouxe ao turfe carioca, afinal deixou os prêmios congelados "apenas"  por 10 anos, firmou o contrato "confidencial" com a CODERE, lançando também o Projeto Boullevard, ao tempo em que deixava a raia de grama em seu pior estado desde que se tem notícia, dentre tantas outras coisas tão "boas". Mas nada é por acaso: a sede social da Gávea foi finalmente inaugurada e lá instalado o Centro Gastronômico cedido ao diretor da própria sede da Lagoa, em completa afronta ao Estatuto do clube, que veda expressamente esse tipo de vínculo contratual.

O que me estranha é que pessoas que tinham tanta bronca com tais questões tenham mudado de lado e sequer se disponham a auditar os movimentos da CODERE e do Centro Gastronômico,sobre os quais o JCB tem participação. Gente que no caso da CODERE entrou na Justiça contra o contrato e que no caso do Centro Gastronômico chegou a preparar a redação final da ação que impetraríamos pedindo a anulação do contrato por ferir, como mencionado, o Estatuto do clube de forma cristalina, mas que no último momento deixou de submeter ao Judiciário ação tão bem elaborada.

Tudo é passado, mas não podemos fazer de conta que não sabemos quem é o pai de cada criança. Não estamos nesse buraco de graça. Agora, cumpre, a quem ainda tem fôlego para lutar, que se tire o turfe brasileiro de onde está. Isso exige trabalho, muito trabalho, e que as pessoas em cargo de comando se dispam de vaidades e se unam, agora sim, até com quem no passado tenham incorrido em malfeitos.

A missão que se impõe agora é adotar a Pedra Única. Essa não é apenas a opinião tão bem descrita da Jéssica, sua, ou minha, mas do melhor projeto já feito acerca do turfe brasileiro: o Turfe Forte.

Há tempos a atual diretoria do JCSP vem obstando sua implantação. Tenho certeza, porém, de que se o grupo liderado pelo ex presidente Marcio Toledo estivesse no poder já teríamos a Pedra Única implantada. Tive poucos contatos com o ex presidente, mas como durante 4 anos os animais do Stud Eternamente Rio só correram em Cidade Jardim (cumpro promessa de campanha mesmo sendo perdedor como fui, mesmo sequer fazendo parte da chapa do Dr. Claudio Ramos) tive oportunidade de conhecer o ponto de vista dele, de alguns diretores e de profissionais de sua equipe. Esses, diferentemente de hoje em dia, gostavam e conheciam as corridas de cavalos. O grupo dirigente anterior sabia os pontos mais difíceis a ultrapassar, sendo que o único verdadeiramente intransponível naquela altura era a necessidade de se levantar US$ 600.000 para adequação dos equipamentos de informática do JCSP, segundo orçamento que chegou a ser feito. O ex presidente Marcio Toledo assinalava estar buscando uma solução criativa para obter esses recursos, posto que, de fato e desde o primeiro momento, apoiou o Projeto Turfe Forte.

Parecido com o ocorrido no Rio, ganha a eleição pelo grupo que se dizia mais próximo do turfe, as decepções começaram. Em resposta a uma carta enviada pelo Raia Leve ao, à época, recém eleito presidente do JCSP sobre o seu apoio ou não à Pedra Única, a resposta assinada pelo superintendente remunerado do clube, Sr. Horácio, foi "de que a implantação da Pedra Única não estava dentre as prioridades da diretoria do JCSP naquele momento". Pela falta de resposta à carta enviada em 9 de dezembro de 2013 ao JCSP sobre o mesmo tema, três anos depois o tema continua fora das prioridades da diretoria recém reeleita. Mas estará se o JCB proibir a transmissão do sinal de suas corridas para apostas no sistema do JCSP.

Acredito que os responsáveis no JCSP por não entenderem a urgência da medida é porque não estudaram devidamente o assunto. Peço que tenham humildade e dediquem algumas poucas horas ao assunto e logo verão o quanto o turfe brasileiro está perdendo com o imobilismo atual.Como alguém pode ser contra ou ficar deixando para depois algo em que TODOS ganham?

A hora é de unir forças, unir inteligências, unir recursos financeiros para resgatar o turfe brasileiro. Mas se por um curto, pois será curto mesmo, lapso de tempo for necessária uma medida de ruptura que ela seja tomada logo.

Nesse sentido, entendo que a bola está inteiramente nos pés da Diretoria do JCB e do seu presidente, Carlos Palermo, que pelo visto, se permanecerem passivos, deverão esperar sentados pela resposta à carta de 9 de dezembro de 2013.

Renato Borda (09/04/2014) - Porto Alegre/RS

Não acredito nesta aposta do Pick7 !

Mais! 

Sugiro aos, em torno de 1000 turfistas, que como eu, ainda continuam a jogar seu dinheiro no lixo, que até mantenham seus jogos, mas, de forma alguma deixem de cravar "todos" no último páreo. Obvio, se quiserem ter alguma possibilidade de, ao menos, tentar dividir... o acerto eventual do bolo. 

São várias as possibilidades..., somente identificáveis por uma profunda análise e efetivo interesse da Comissão de Corridas/Casa de apostas e da própria direção. É preciso atenção!

Vejam...

5º PÁREO: - 2 (Angélica Flavia – R$ 1,60)........OK

6º PÁREO: - 2 (Kijoliamour – R$ 1,90)...............OK

7º PÁREO: - 1 (Inquebravel – R$ 13,70)...........Uma das opções do jogo, CRAVA DE ALTÍSSIMO RISCO. (Informação privilegiada, no mínimo)

8º PÁREO: - 1 (Garoto Travesso – R$ 1,90).....OK

9º PÁREO: – 7 (American Pie – R$ 6,50),.........ANIMAL, NÃO COGITADO PARA VENCER AQUI. LEVÁ-LO, SERIA APENAS, A ÚNICA OPÇÃO COERENTE). CRAVA, É DURO DE ACEITAR...! MUITO DURO! (informação privilegiada no mínimo)

10º PÁREO: - 2 (Signed Fly – R$ 16,70) ............APENAS UMA, DAS VÁRIAS ALTERNATIVAS, A SEREM LEVADAS NO PÁREO.) CRAVA DE ALTÍSSIMO RISCO mas plenamente viável mediante informação privilegiada. Uma barbada! 

11º PÁREO: 1 – 2 – 3 – 4 – 5 – 6 – 7 – 8 – 9 – 10 – (The Main Thing – R$ 2,30).........UMA DAS + VIÁVEIS OPÇÕES DE CRAVA DA NOITE. "MAS COM TANTAS BARBADAS..., NÃO VALERIA ARRISCAR", NÉ...! Aqui, onde podia..., não cravou...!!!!

TOTAL 10 COMBINAÇÕES X R$1,00 = R$ 10,00

O JCB, deveria dar muito mais atenção a todos os detalhes que envolvem as apostas.

Informações privilegiadas, sabemos ser rotina. Agora, o furo, pode ser bem mais em baixo..., ou em cima, o que´pode ser bem mais grave.

Turfe, não é jogo de azar, especialmente o PICK7, BETTING 5, etc. 

Assim, é bem fácil destruir o TURFE. Ou alguém tem dúvida do motivo pelo qual o turfe foi ampla e concretamente abandonado pelos próprios turfistas?

Luiz Paulo da Silva Viana (08/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

O treinador F Guedes suspensão de apenas um ano deve ter costas muito quente ou a C C afinou.

Pelo que dizem saiu barato apenas um ano. Vai entender.

Anderson Farias Lima (08/04/2014) - Niterói/RJ

Aos "catedráticos" de plantão:

Têm certas coisas no turfe que não concordo e chego a achar um absurdo. Vou citar uma aqui: O apostador joga num cavalo, o mesmo vence e, na repesagem, por exemplo, falta peso e o animal é desclassificado para último lugar... Até aí tudo bem, mas e o apostador? Perde o dinheiro que jogou? Como pode? Veja bem, este apostador perderia o seu dinheiro de qualquer forma, pois mesmo o cavalo escolhido ganhando, ele perde.... Logo, o JCB deveria reembolsar a quantia apostada, pois este jogador foi "roubado" por alguém, ele não teria chance alguma de ganhar... Outra coisa que deveria ser vista são dos rateios de 1.0 x 1.0... Em jogo algum o apostador joga, ganha e não recebe nada... Tinha que ganhar pelo menos um "copo com água"... Por último, gostaria de dizer que como pode, num esporte que vive em função das apostas, o primeiro páreo correr sem que os apostadores tenham os pesos de todos os animais? Uma vez coloquei isso aqui e recebi várias explicações sobre a dificuldade das balanças e etc... R I D Í C U L O! Comprem mais 2, 3, 4, 5.... 100 balanças, mas tragam os pesos para os apostadores... Porque, na minha opinião, enquanto os pesos não forem passados ANTES DO 1º PÁREO, todos os animais com 10 quilos ou mais para baixo ou para cima, deveriam ser retirados... Sei que existem mil coisas para serem mudadas. Vejo todo dia se falar em pedra única.... Mas os pesos, algo tão simples, ninguém toma providência...

Claudio da Silva (08/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Será que o D. Duarte, conforme o V. Borges não vai ser suspenso por desclassificação?

Francisca Nascimento (08/04/2014) - Brasília/DF

Gostaria de saber porque não houve punição para o joquei Dalto Duarte,onde conduziu o animal Ricciarelli no quarto páreo de sábado onde prejudicou outro animal cujo o nome e Respeito e Bom que foi conduzido por o aprendiz I.R.Mendes.Dalto Duarte foi desclassificado e não teve punição ...Essa CC está de brincadeira !!!!!!Onde ta o respeito com os outros profissionais?????Boa Noite.

Sergio Lessa (08/04/2014) - São Gonçalo/RJ

NÃO ENTENDI A CC PROIBIR A ENTRADA DE J.AURÉLIO NA GÁVEA?

CADA UMA QUE ACONTECE QUE PARECE SER BRINCADEIRA. 

Cancelar a matrícula de jóquei de Marcello Schimidt Cardoso (M.CARDOSO) a pedido do mesmo; 

d) Proibir a entrada em todas as dependências do Hipódromo da Gávea do ex-profissional J.AURÉLIO (Art.186 § 2º) ;

Luiz Carlos Barbosa (08/04/2014) - São Paulo/SP

Ref. pick 7 de ontem não digo que houve armação de páreo ou coisa parecida, mas uma auditoria no CPD poderia ser feita, isso não resta duvida.

Jorge Varetta (08/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Meu Amigo Walter Nielsen Pedersen,

Muito Obrigado pelos bons momentos de pura amizade que tivemos. Vc cumpriu com honradez sua missão neste planeta. Aqueles papos saudáveis,aquele poquer bem legal com direito as pizzas feitas pela nossa amiga Célinha.Enfim, foram bons tempos Papai do Céu,com certeza,já o recebeu de braços abertos e vc irá reencontrar seus colegas como C.I.P.Nunes e toda aquela turma bacana.

Ficaremos agora,torcendo bastante para que o nosso Junior Pedersen possa finalmente "deslanchar" e merecer a confiança de bons proprietários.Capacidade não lhe falta!

Saudades do amigo Jorge

Daniel Rosario (08/04/2014) - Fortaleza/CE

Belo exemplo, Sr. Francisco Rodrigues.

Se tivesse sido nos dias atuais, falariam que a pule de 10 fritou em beneficio ao Sr., e que foi combinado isto com um jóquei que persegue o recorde mundial de vitórias.

Não coloco a mão no fogo por ninguém no turfe, mas achar que tudo é manipulado, tudo é armado, não tem como.

É pedir para o pequeno proprietário abandonar o barco, para os grandes deixarem de vender em seus leilões e decretar o sepultamento da atividade turfe neste país.

Se os 7 páreos do pick 7 de ontem foram armados, o cinema nacional está perdendo ótimos atores, dignos de filme de ação, pois arriscam suas vidas em cima de um animal de 500 quilos e compõem uma quadrilha ainda não descoberta.

Para uma pessoa acertar um pick 7 de 70 mil reais sozinha, e de forma armada, teria que comprar muita gente. Coisa que estes 70 mil não daria para cobrir. Ou então as pessoas se vendem por muito pouco.

Abraços.

Carlos Ferreira (08/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Uma vez já dei uma opinião semelhante e teve gente que não gostou. Vou repetir apesar disto. Se eu sei que um jogo é roubado e continuo jogando neste jogo, ou sou um tremendo viciado, no mínimo um caso médico grave, ou sou, um cidadão pouco esperto. Todo o mundo aqui fala que defende o turfe, que quer o crescimento do MGA, etc, porém a maior parte dos que aqui colocam suas postagens se constituem nos maiores detratores deste mesmo turfe, só enxergando tramóias, roubos, armações e desonestidade por parte dos profissionais que trabalham e vivem das corridas. Como querem atrair novos turfistas para jogar um jogo roubado? Acho, sinceramente que estas pessoas deveriam aband onar o turfe de vez e procurar outra modalidade de jogo, como as loterias, o bicho, ou briga de galos, talvez.

Sds.

Francisco Rodrigues da Silva (08/04/2014) - Petrópolis/RJ

Sr.Daniel Rosário. 

Este pick 7 o vista limpa e um pouco de sorte.

Me remetem ao ano de 1997 no qual acertei sozinho o concurso de 7 pontos acumulado.

Apostando um valor de 4 reais.

Na época não estava bem financeiramente já cogitava voltar para minha cidade natal ASSARE-CE.

Numa noturna de segunda feira onde as forças foram vencendo, mas no 8*pareo tinha mais uma crava que era pilotado pelo jóquei J.Queiroz contra uma pule de dez pilotado por J Ricardo,deu Queiroz tirando todo mundo do concurso.ficando só eu ganhou mais dois favoritos e acertei sozinho adiando a minha volta a ASSARE-CE. 

E o premio me proporcionou a compra de um pequeno negócio no ramo de beleza.

Que o vista limpa saiba aproveitar o premio. 

F RODRIGUES DA SILVA

STUD GATA DA SERRA. 

Antonio Jose de Mendonça Alves (08/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Boa tarde leitores referente ao pick 7 do dia 07.04.14 se o apostador joga uma acumulada no duro os 6 cavalos cravados os mesmos 10,00 se não houver estouro de talão, o rateio seria o dobro do pick, sem o último pareo.............que pick 7 é esse.

Daniel Rosario (08/04/2014) - Fortaleza/CE

Ainda sobre o vista limpa.

É o tipo de pessoa que deve ser chamado para participar de mesas de indicações, de programas de barbadas, de servir de propaganda para mostrar que o turfe é para quem tem muito para gastar e também para aqueles que tem pouco para investir (ou se distrair).

Turfe é o tipo de distração que ainda lhe pode gerar um bom dinheiro. Isso é muito pouco divulgado.

Muita gente acha que entrou no hipódromo, errou alguns páreos, já saiu de lá pobre e devendo a todo mundo. E não é assim que a banda toca.

Parabéns ao verdadeiro catedrático, que transformou 10 reais em 70 mil. Além de vista limpa é sortudo, pois nenhuma de suas cravas mancou, derrubou jóquei ou teve qualquer outro prejuízo que lhe tirasse a vitória.

Mas pelo que parece e alguns acreditam, as 6 cravas foram de páreos armados... em uma noturna nós contarmos com 6 páreos seguidos armados, é falência declarada de um hipódromo.

Abraços a todos e uma ótima semana !!!

Felipe Carvalho (08/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Lendo a postagem do senhor Cláudio da Siva, mão podia ficar sem comentar a direção do jóquei H.Fernandes na égua n° 2 do 9°páreo de ontem,pois era uma das favoritas e era a única mais ligeira que a que ganhou o páreo, foi no mínimo estranha. 

Outro dia em um páreo muito mais forte, com várias éguas ligeiras correu na frente, já ontem em um páreo sem animais ligeiros resolveu correr último e ainda por cima virou a reta por dentro se encaixotando todo, assim fica difícil acertar este jogo.

Daniel Rosario (08/04/2014) - Fortaleza/CE

Saudações.

E eis que o turfe chegou ao fatídico dia em que toda e qualquer premiação é fruto do roubo, da armação, da trambicagem.

Só falta dizerem que o turfe é igual a megasena, que só um ou outro já sabem os 6 números que serão sorteados.

Situações em que um cavalo irá mancar, sofrerá hemorragia, dentre outras coisas, está fora de cogitação.

Uma única pessoa também saberá antes dos páreos serem corridos que mais nenhuma jogará os mesmos números que ela, por mais que seja do livre arbitrio de cada um escolher seus próprios jogos/animais marcados.

Então, senhores apostadores, pra que jogar? Já está tudo armado, como muitos teimam em dizer...

Não vou entrar no mérito de um ou outro páreo serem estranhos. Como também não vou voltar ao famoso caso da quinexata, onde no último páreo a casa caiu.

Mas acreditar que em todas as reuniões o roubo come solto e mesmo assim continuar jogando, é de uma incoerencia sem limites.

Abraços a todos e menos roubo no turfe, se por isto ainda pudermos torcer.

Elton Pereira de Souza (08/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Será que depois dessa vergonha do pick 7 alguém ainda vai ter coragem de arriscar seu dinheiro nessa modalidade? 

Me senti um bobo......Que vergonha....

Claudio da Silva (08/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Parece que o ganhador do pick 7 de ontem, segunda feira é vidente, cravou os 6 primeiros páreos, inclusive com 2 vencedores com rateio de mais de 10X1. A meu ver, teve colaboração dos jóqueis, atenção comissão de corridas, revejam os páreos.

Luiz Fernando Dannemann (08/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Poucos sabem, mas foi Luis Felipe Brandão dos Santos o primeiro a estender a mão pro Palermo, presente que estava nas primeiras reuniões na Hípica. Ele montou uma estrutura muito especial, dentro da sua cocheira, para que o então candidato pudesse utilizá-la na campanha. Lembro que o meu fraterno amigo comprou geladeira, cafeteira, ar condicionado, computador e até impressora, um ato de amor ao JCB, sobretudo.

Poucos sabem, mas o Palermo sequer se prestou a conhecer o local, que dirá sentar por um instante naquela cadeira que foi reservada com o padrão Luis Felipe de amizade e carinho.

Respondendo também aos dignos postadores deste espaço (Antonio Moura à frente) gostaria de dizer que não sou simpático a uma convocação do Luis Felipe, por parte do Palermo, ao final do primeiro tempo de campanha (50% de mandato).

Luis Felipe, em qualquer clube do Brasil – quadro dos mais nobres -, deveria ser convocado no primeiro momento; deveria ter sido utilizado na primeira hora, não apenas pela qualidade das suas idéias e pela magnitude do seu saber, mas, principalmente pela honestidade dos seus propósitos, uma pessoa exemplar em todos os sentidos, turfista com “T” mais do que maiúsculo. Uma reunião parecida com a que Luis Felipe relata agora se deu no mandado LECCA... O resultado todos sabem de cor: ÁGUA (como na Batalha Naval).

Eu já fiquei rouco de gritar pela Pedra Única. A Jéssica fez um artigo (peço ao Raia Leve que o publique novamente) mostrando, em números reais e absolutos, as vantagens que este evento daria para os clubes; apresentava uma simulação de rateios utilizando exemplos reais. Não aderir a pedra única é atirar a pedra no cavalo.

Porém, aderir a Pedra Única, por outro lado, vis-a-vis a personalidade do presidente do JCSP, seria o mesmo que render-se a supremacia do JCB, que possui um Sistema de Apostas e não uma colcha de retalhos que “pega” apenas no tranco. 

Para quem defende a ideia de que passando de Lorena, tudo é Nordeste... seria uma vergonha submeter-se a um projeto encampado pelo Rio de Janeiro. Daí criou aquela pirotecnia que referendava, em vídeo, a logomarca da CODERE, um verdadeiro lixo tecnológico que fomos "obrigados" a assistir, com o beneplácito da ABCPCC.

Pelas explicações do Palermo, ao contrário do que foi dito aqui pelo Vecchio, parece que o JCRS ficou calado... Pelo que li na revista ele partiu em carreata a São Paulo para se solidarizar com o COXA, hipotecando a sua bandeira de orgulho pela classe dirigente. Na revista foi atribuída a ele uma frase bem interessante que dizia que as pessoas atiram pedras ao invés de construir os tijolos.

Este pensamento – bem conhecido e maravilhoso -, deveria ser utilizado para DEFINIR exatamente a atuação dos últimos dirigentes dos clubes hípicos, que ao invés de RECONSTRUIR o turfe, tijolo a tijolo, optaram apenas por atirar a PEDRA naquilo que já estava construído (o prédio do JCSP que o diga). 

Portanto, externo aqui o meu pensamento, infelizmente, deveras pessimista, já que as ações que vejo ou que tenho notícia – relatadas por pessoas que vivem de perto o JCB -, incluindo a intempestiva “convocação” do excepcional Luis Felipe, são, todas elas, de cunho eminentemente político. 

Construir uma pista de Skate – “obra prima” -, e convocar o Luis Felipe – a verdadeira obra prima -, é um gesto muito paradoxal pro meu gosto, são ingredientes que não combinam entre si, matérias primas que temo estarem sendo utilizadas por um “cozinheiro” que não tem interesse em servir o prato que o TURFE necessita, mas apenas manter-se no poder.

Para que eu acredite no Palermo, e retome uma visão otimista quanto ao presente das suas ações e ao futuro do JCB, ele teria que assumir um compromisso - hoje -, que não seria candidato a reeleição em 2016.

Caso contrário o seu filme não vai passar de uma reprise, cópia de um original que tanto desprezamos num passado recente.

Luiz Carlos Ramos (08/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Contacto com o PMU .

Lendo a notícia referente aos entendimentos entre o JCB e o PMU, gostaria de lembrar que,quem iniciou os contactos com o PMU, fui eu apenas, pagando todas as despesas oriundas de viagens, transporte etc, de meu proprio bolso, na gestao do entao Presidente do JCB Luis Eduardo.

A documentacao relativa foi entregue ao entao presidente, por mim pessoalmente.

Atenciosamente,

LUIZ CARLOS RAMOS

José Roberto Giancristoforo (08/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Será que realmente a pedra única vai ser a solução ao Turfe, eu sinceramente não acredito se muita coisa antes não for mudado e as modalidades de jogos não venham ser modificadas, primeiro teria que se preparar para ter um sistema de apostas mais dinâmico com uma informática nos moldes que se tem no mundo, só a implantação da pedra única não vai alterar muito o MGA.

Com a mentalidade que está sendo adotada no JCB e o tratamento que é dispensado ao turfista nada vai melhorar e corremos o risco de um erro irreversível.

O turfista precisa primeiro de conforto e atenção e informação máxima possível para que as corridas venham ter uma transparência máxima possível. Com o atual sistema de informação em que um estreante nada se sabe nem se ouviu falar de nenhum apronto ou desempenho e fica o apostador a escutar história e informação escondidas. Antes de tudo tem que se muda a mentalidade da administração que deveria ser atenta a dar subsídios ao turfista cada dia mais e mais e não como é feito hoje. Acho que se está perdendo tempo com coisa muito futuras e deixando as que deveriam ser adotadas de imediato, que seriam, conforto ao turfista, informação mais apurada se isso não for mudado nada vai adiantar, agora quere cobrar estacionamento , dificultar entrada ao JCB com eventos que nada dizem ao turfe, não vai ser a pedra única que vai dar jeito no Turfe. UM abraço a todos e boa sorte nas corridas, essa semana pelo menos vamos ter 4 dias com 8 , 10 , 10 e 9 corridas pobres mas pelo menos 4 dias.

Julio Cesar Pereira Garcia (08/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Essa enquete de qual o melhor tríplice coroado ta de brincadeira o itajara foi coroado ganhando de 3 adversário e o maior adversário dele na época era um cavalo chamado Tiago q chegou ultimo no Brasil de 87 vencido pelo Bowling

agora 

Bal A Bali

Os pareos estão na ordem de chegada

estreia 2|2|2013

BAL A BALI

BLUE BULL 

SECRET AFLEET 

PERFORMER 

VIZIR DE BAGÉ 

KNOCK KNOCK 

ARIGATO 

2|3|2013

BAL A BALI 

BACCELO (454 kg)

ANDROMEDA LOVER 

BLACK ACTION (480 kg)

BARAN (502 kg)

KNOCK KNOCK (446 kg)

31|3|2013

BAL A BALI 

SET LUA

HOJE DE MANHÃ

BACCELO 

NORTH SAIL 

ANDROMEDA LOVER (448 kg)

MR.HAT 

14|9|2013

BAL A BALI 

QUEM É QUEM 

AMERICANDO 

BIRTH TO FLY 

LIVRETTORI 

SAUVIGNON BLANC 

BEAR 

BAIGORRA 

26|10|2013

BAL A BALI 

ANGELUS TASTER 

MEU CHUCK 

VIZIR DE BAGÉ 

CHINESE DRAGON 

QUEM É QUEM 

01|12|2013

BAL A BALI 

ATHOMIC 

ANGELUS TASTER 

HAPPY FRITZ

DEBOCAEMBOCA 

VELVET BOY 

12|01|2014 

BAL A BALI 

BACCELO

HAPPY FRITZ 

BAROLO 

BAYLEY 

ALTO-QUILATE 

ENYEMAH

PERFECT EVENT(ARG)

JULY JULY JULY(USA) 

INSTANT DANCE 

16|02|2014

BAL A BALI 

DESEJADO ZUCA 

HENDRIX 

KALIK LIGHT 

BAYLEY 

BAROLO 

BERCALO 

HAPPY FRITZ

16|03|14

BAL A BALI 

HENDRIX

ENERGIA FRIBBY

BAROLO 

GIGANTE DE OURO

MIRACLE MAKER(ARG) 

KALIK LIGHT 

EL CAUDILHO 

DESEJADO ZUCA 

OLYMPIC DUNKERQUE 

BAYLEY 

BOSSOFTHEBOSS 

MR.HAT

Vendo isso vocês ainda acha q o Itajara tem q ter mais da metade dois votos sem falar nos outros animais q foram ótimos também

Nem vem falar q ele perdeu para o ótimo Farrie são 9 vitorias 2 quebra de recordes sendo q o da milha 91.36 vai ser difícil baixar disso

Milton da Silva Nunes Filho (08/04/2014) - Camaquã/RS

Sr.Marcos Rizzon , agora ri de mim, o que contei para o sr. Na quinta feira no hipódromo do cristal? Dia 03/04/2014

Acredita agora o pick 7 da Gávea?

Crava do 1 ao 6 ponto e no último páreo, levou todos, que talento , aposta de 10,00 reais,,,,

Parabéns...

Antonio Santos (08/04/2014) - Belo Horizonte/MG

Sr. Agenor Pereira da Silva

O artigo 138, parágrafo 4º prevê suspensão de 90 dias até o cancelamento de matrícula.

Neste caso, o mais apropriado seria o cancelamento de matricula, agravado pelo fato de que se intitula o "Pai" do Projeto Turfe Forte. Este trabalho informa que a Pedra Única é uma das soluções para a saida da crise do turfe.

Concordo com a proibição de entrada em todos os hipódromos do Brasil.

 

 

 

Antônio Moura (07/04/2014) - Niterói/RJ

SINTONIA FINA

"Enquanto existirem pessoas, poucas que sejam, que acreditem em mim, devo continuar trabalhando com redobrado afinco, para conquistar a confiança de todos. a) Lu Andrade".

Se não disse, com toda a certeza pensou e fez.

Parabéns, Lu - este seu admirador sempre acreditou!

Antônio Moura

Agenor Pereira da Silva (07/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Se fosse Comissário de Corridas daria 1 ano de suspensão no Presidente do Jockey Club de São Paulo, pelo artigo 138 do Código Nacional de Corridas - Falta de empenho no páreo da Pedra Única.

Sem direito a frequentar qualquer hipódromo do país, nem em cancha reta.

Milton da Silva Nunes Filho (07/04/2014) - Camaquã/RS

Meus parabéns, ao felizardo do pick 7 da gávea, antes de correr o último páreo ele tem todos(10 ) para fechar... 

Vejam o horário que estou escrevendo isso.

Deve ser uma cautela de quanto?

Soma de rateio antes do último páreo 42,50

Parabéns,,, Palmas,,,,

Roberto Azevedo (07/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Parabéns ao Luis Felipe Brandão, do Stud Eternamente Rio.

Mostrou perseverança. Luta por um turfe melhor, além de já nos ter brindado com os seus excelentes potros criados no seu haras.

Em uma só reunião, deixou em saia justa os dois presidentes dos Jockeys Clubs: do Rio e de São Paulo:

O de São Paulo por ficar provado de que joga contra o turfe, e

O do Rio de Janeiro, por agora ter de tomar uma decisão: Ou São Paulo adere a Pedra Única ou terá de cortar o Simulcasting com São Paulo, "doa a quem doer".

 

João Carlos Almeida (07/04/2014) - São Paulo/SP

Presidente Eduardo Rocha Azevedo: A casa caiu.

O relato do titular do Stud Eternamente Rio decorrente da reunião com o Presidente Palermo, do JCB, é muito claro: O JCSP, comandado pelo Sr. Eduardo Rocha Azevedo atravanca o Turfe.

Agora dá para entender o por quê que o Sr. Mário Rangel, Presidente da Comissão de Turfe renunciou.

Presidente Eduardo Rocha Azevedo, e agora ?

Qual a desculpa desta vez ?

 

Antonio José de Souza (07/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

O texto publicado no Raia Leve sobre a reunião do Sr. Luis Felipe Brandão dos Santos com o Presidente Carlos Palermo do JCB, me leva as seguintes conclusões:

1 - Segundo afirmativa de que o JCB enviou carta solicitando o JCSP a aderência deste à Pedra Única, só nos resta lamentar a ATITUDE EGOISTA DO JCSP em não querer unir forças por um turfe melhor.

2 - Neste caso, os parabéns ao Presidente Carlos Palermo em enviar tal carta, porém decisivo, vai ser QUAL A ATITUDE QUE O JCB terá em relação ao silêncio do JCSP.

No caso do JCSP, urgentemente não se manifestar em público positivamente a adoção da Pedra Única, e a tomar também urgentemente todas as medidas para tal, só restará ao Presidente do JCB determinar sem dó nem piedade o CANCELAMENTO DO SIMULCASTING com o JCSP, aliás já comentado sobre entre os dois esta possibilidade. Presidente Carlos Palermo, siga firme em frente.

Só me resta aguardar sentado para ver o que vai acontecer.

Antônio Moura (07/04/2014) - Niterói/RJ

PEDRA ÚNICA & CIA.

A reputação do estimado Sr. Luiz Felipe, do Eternamente Rio, o precede e não há mesmo como modificar uma vírgula sequer do seu texto de hoje.

A considerar que o seu interlocutor na citada reunião não é muito de honrar compromissos assumidos em campanha, o que não garante que extra campanha possa agir diferentemente. Pelo menos foi o que aqui já ficou exposto pelo patrono de sua campanha vitoriosa à Presidência do Clube, Sr. Luiz Fernando Dannemann.

Embora tenha se mostrado receptivo à pauta apresentada (como não poderia deixar de ser, apresentada por quem o foi), mineiramente, esquivou-se à mais importante das epígrafes - a permanência da Codere (a auditoria que não houve não deve ser mesmo necessária, pois quem não imagina a quantidade de dinheiro evadido dos cofres do Clube?). ( Assunto que poderia ser resolvido à "La Lecca", rasgando os contratos ou, mais simples ainda, com um sonoro pontapé no traseiro).

Resumindo, seria bom que o homem da Caudelaria Jéssica endossasse até que ponto se pode acreditar no empenho do Dr. Palermo com relação aos pontos de concordância. Afinal, a campanha de reeleição já esteve bem mais distante.

Antônio Moura

Carlos Ferreira (07/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Aos que procuram soluções para aliviar a situação dos pequenos proprietários (já que não temos perspectiva imediata de aumento de prêmios) e aumentar o número de inscrições com reflexo positivo no MGA, uma sugestão que pode ser aplicada imediatamente pelo JCB se houver boa vontade da Diretoria: deixar de cobrar a taxa de inscrição e a taxa de montaria dos proprietários, passando a arcar com esta última. É muito caro inscrever um cavalo hoje em dia.

SDS.

Marcelo Leanza de Almeida (07/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Será que depois de tanta reforma na pista de grama ninguém consegue resolver o problema da passagem da morte, situada na altura dos 1300, será que vai precisar que aja algum acidente mais grave,do que o ocorrido com o V. Gil na semana passada aconteça para que tomem alguma atitude, com certeza vários cavalos esta semana tiveram suas respectivas chances indo embora pela aquela maldita passagem é realmente fica difícil . Tenho certeza que a classe dos jóqueis e treinadores realmente não tem nenhum representante que faça algo para que seja resolvido.Tomara que nada de mais grave aconteça. Pois esperamos que Deus olhe e nenhum jóquei tenha sua carreira encerrada e nenhum cavalo a sua campanha encerrada pela incompetência dos homens que tenham o poder de resolver. Como sempre os prejudicados são o jóquei o cavalo e principalmente o apostador pois temos que torcer 3 vezes 1 para o cavalo pular, 2 para o jóquei não cair e finalmente para cruzar o disco de chegada. Boa tarde a todos.

Luis Felipe Brandão dos Santos (07/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Amigos,

O Raia Leve publicou na última terça,texto em que descrevi minha desesperança com o futuro do nosso turfe.

De modo algum esperava que minha apreensão ali descrita tivesse tamanha repercussão: as mensagens postadas no Espaço do Leitor do site e o telefonemas recebidos me emocionaram.Cumpre agradecer a todos,pois me permitiram perceber que nossa comunidade ainda respira,mesmo diante de tantas e sucessivas decepções.Cada mensagem causou em mim um tipo de alegria.Gostaria de registrar,especialmente,as postadas pelo meu querido amigo de tantos e tantos anos,Arthur Oscar Teixeira de Freitas,pai do brilhante Arthur Stern,e as do Alessandro Arcangeli,incansável batalhador na busca de um turfe brasileiro renovado e forte.

Dentre as mensagens que recebi,verifiquei na caixa de correio do meu celular,um delicado e perspicaz convite do presidente do JCB,Carlos Palermo,me convidando " aos 49 do segundo tempo,para um encontro pessoal".De pronto,liguei para ele agradecendo o convite e já na quinta feira passada realizamos o encontro.

Fui recebido pelo presidente de forma cortês e aberta à discussão das críticas que formulara.O clima da reunião,que durou mais de duas horas e meia, propiciou estabelecermos uma conversa construtiva.Reconheço que muitas vezes minha impaciência com a demora na implantação de medidas que saltam aos olhos por óbvias que me parecem,me fazem ser um crítico demasiadamente ácido,o que já me fez perder amizades das quais jamais pensaria abrir mão.Por ser insistente demais reconheço que algumas(ou muitas) vezes me torno impertinente,mas sei que essa postura visa,exclusivamente,o bem comum,a reversão do quadro de decadência em que o turfe brasileiro está mergulhado.

Voltando `a reunião com o Presidente Palermo ,gostaria de repassar aos leitores do Raia Leve as questões por mim colocadas e o posicionamento do clube quanto a elas.

Fui direto ao problema da Pedra Única.Mencionei o diagnóstico e as recomendações do Projeto Turfe Forte,melhor trabalho jamais feito acerca do turfe brasileiro,lá se vão cerca de 5 anos.Foquei na imprescindível e inadiável necessidade do aumento do MGA ,sem o qual qualquer processo de recuperação dos aviltados prêmios pagos seria temeroso diante das condições financeiras dos clubes.Citei que com as apostas fragmentadas nas pedras do Rio e de São Paulo,ambas em declínio há anos, os apostadores de maior " poder de fogo" não podem apostar o montante que gostariam,sob pena de "derrubarem" fortemente os rateios de suas apostas.Dei exemplos de amigos meus,pessoas que ele tb conhece e com as quais poderia confirmar o que estava dizendo,que muitas vezes ,ou quase sempre,apostariam muito mais caso o volume geral de apostas permitisse.

O presidente do JCB mostrou-me então cartas datadas de 9 de dezembro de 2013 aos presidentes do JCSP e do JCRGS encaminhando o assunto,inclusive apresentando um primeiro orçamento,proposto pela empresa que fornece serviços de informática ao JCB para que se tivesse uma ideia preliminar que fosse dos custos envolvidos.Infelizmente,até o momento em que transcorreu nossa reunião,em 3 de abril de 2014,nenhum dos dois presidentes lhe enviara resposta,quer por carta,quer por um simples contato telefônico.Assim,deve ficar claro para todos nós que se a Pedra Única não sai não é por culpa da diretoria do JCB.Como nesse mesmo dia 3 de abril o presidente do JCRGS,José Vecchio Filho,em postagem no Espaço do Leitor do Raia Leve,respondendo a outro grande batalhador pela retomada de nossa atividade,Luiz Fernando Dannemann,afirma " que a Pedra Única vai sair se depender do JCB e do JCSP" ,pois o clube que preside a defende,resta-nos convencer,de um jeito ou de outro a diretoria do JCSP quanto aos benefícios e urgência da medida.

Sugeri que essa espera pela posição do JCSP não pode durar eternamente e que,enquanto ela não fosse tomada,fosse suspenso IMEDIATAMENTE o simulcasting com esse coirmão.Pelo que entendi essa colocação já foi feita,sem o sucesso esperado,apenas tendo como resposta que tal providência quebraria o clube em um mês.Diante dessa informação,procurei enfatizar o poder de barganha que o JCB tem para impor algo que não é fruto do desejo ou opinião de "a","b" ou "c",mas sim recomendação clara do Projeto Turfe Forte,do qual,inclusive,o presidente do JCSP se declara um dos pais.O beneficiário da medida,igualmente,não é exclusivamente,o JCB,mas todos os coirmãos e todos os envolvidos na atividade,desde criadores,proprietários,profissionais e apostadores. A negligência,a falta de empenho ou lá o nome que se dê à (não) atuação de uma entidade não pode continuar , indefinidamente,prejudicando a tantos outros interessados.Será que a diretoria do JCSP não percebe que com a Pedra Única todos ganham,inclusive o JCSP, e ninguém perde? Esse é um típico exemplo de ganha-ganha.Caso haja na diretoria do JCSP quem não consiga acreditar nisso,seria o caso de contratarem a DREXTON,que elaborou o Turfe Forte,para em poucos minutos de consultoria sanar as dúvidas dos incrédulos.

Lembrei ao presidente do JCB que a ABCPCC,na gestão do Dr. Afonso Burlamaqui,estivera a ponto de conseguir a implantação da Pedra Única via Ministério da Agricultura,posto que o governo federal iria proibir o simulcasting na forma com que vem sendo operado.Infelizmente na gestão atual,presidida pelo estimado amigo Dr. Sergio Coutinho Nogueira essa pressão via governo federal deixara de existir.

Enfim,insisti para que se desse um prazo para que os coirmãos aderissem formalmente à Pedra Única,findo o qual o sinal da gávea não seria transmitido para os que não se juntassem à Pedra Única. Azar que, em um primeiro momento,se fosse para o indesejável " perde perde",mas na medida que ele se impõe como imprescindível para adiante termos a solução que se impõe para termos a recuperação do MGA que o adotássemos.

Propus que ,talvez custeado pelos mesmos proprietários e criadores que bancaram o Projeto Turfe Forte,a Drexton,que o elaborou,fosse agora contratada para conduzir a implantação da Pedra Única,é claro após a manifestação formal de todos os coirmãos em aceitá-la.Medidas óbvias e prévias ,como a unificação das retiradas nas diferentes modalidades de apostas e das bonificações nas acumuladas nas diversas modalidades existentes ,poderiam ser tomadas de pronto, por serem imprescindíveis à implantação da Pedra Única.Na verdade,são absolutamente inexplicáveis as tamanhas diferenças que hoje se vê no modelo atual onde retiradas e bonificações têm imensas diferenças.

Em seguida ao tema Pedra Única,passamos ao da redução real dos prêmios na Gávea nos últimos dois anos,exatamente no período em que o clube vem sendo comandado por uma diretoria dita de turfistas.Demonstrei minha perplexidade de que contra uma inflação de 12,1%,os prêmios foram aumentados em 9,3%,isso sem falar que as mensalidades sociais foram acrescidas em 53,0%.Mesmo em 2012,sem o efeito da taxa de obras instaurada em 2013,o aumento da mensalidade foi de 7,7%,enquanto o dos prêmios de 4,0%.Lembrei que estamos às vésperas do início da temporada de leilões de potros e que a atual relação prêmio-trato,a pior de nossa história,e provavelmente a mais baixa ou segunda mais baixa do mundo tomados por base dados do Projeto Turfe Forte,desestimula compradores e,o que é fatal e incontestável,criadores.

Lembrei que por conta de um acordo político do grupo ao qual pertencia e após uma reunião da qual participaram,dentre outros, os Drs. Afonso Burlamaqui,Claudio Ramos ,Antonio Carlos Coelho,Luiz Edmundo Barbosa,dentre outros.Fomos incumbidos pelo grupo,o Dr. Luiz Edmundo e eu , a termos uma reunião com o então presidente do JCB,Luiz Eduardo da Costa Carvalho,no sentido de obtermos dele três compromissos: que o aumento dos prêmios acompanhasse exatamente o percentual da variação das mensalidades sociais; que a raia interna de areia e a "diagonal" fossem reparadas e colocadas em uso o quanto antes,e que se procedesse a auditoria dos MGA’s apresentados ao clube pela CODERE.

No mesmo dia da citada reunião,o site do JCB colocou no ar tais entendimentos,que foram cumpridos,exceto,infeliz e inexplicavelmente,o relativo a auditoria do MGA da CODERE.Sabe-se lá o por quê ,mas essa auditoria,passados dois anos com o clube sob o comando de pessoas que tanto a desejavam,continua sem ser realizada.Mas no que diz respeito ao aumento dos prêmios ,o presidente Luiz Eduardo cumpriu o que combinara,antes e além do que prometera.Com isso,em um mandato de uma diretoria que considerávamos avessa ao turfe,obtivemos discreto alívio na imensa defasagem dos prêmios,algo irrecuperável quando nos lembramos que ficamos por 10 anos e meio com os prêmios congelados. Perguntado pelo presidente do clube se eu estava pleiteando aumento de prêmios,informei que não,mas apenas que voltássemos a ter reajustes iguais aos da mensalidade social,excluída a parte da taxa de obras.O presidente Palermo informou que temos um problema para reajustar a premiação dos páreos de potros,que serve de base para as dotações de todas as provas clássicas,que no ponto de vista dele,com o qual concordei,tem um número exagerado de páreos.

Embora tenha demonstrado surpresa com a queda real nos prêmios ocorrida nos últimos dois anos, o presidente do JCB ,informou que algumas ações de sua diretoria em prol do turfe não vêm merecendo o devido reconhecimento.Citou a reforma da pista de areia,que vem sendo conduzida sob a orientação de renomado consultor internacional.Esse projeto visa proteger os animais de lesões e evitar que a pista em muitas ocasiões dê vantagem ,certos dias,aos animais que correm por dentro,e em outros,a animais que correm por fora,isso em função dos ventos ou da chuva.Citou também os avanços na tratativa com o PMU,os quais estávamos a par através de relato feito pelo diretor de marketing,Dr. Sergio Barcellos.Informei ao presidente que todos estávamos na torcida que os entendimentos com o PMU chegassem a bom termo e que a CODERE passasse a receber o tratamento que merece,se possível com a rescisão antecipada do obscuro,desde a sua origem, contrato em vigor.

Narrou também outras melhorias que estão sendo feitas no entorno do hipódromo,desde o estacionamento,até a instalação de novos restaurantes junto a Rua Jardim Botânico,incluindo a recuperação de casas em situação de ruína ali construídas que darão lugar a três galerias de arte,além da remodelação do espaço existente sob as Tribunas B e C ,o que no entender dele poderá trazer um novo público para as carreiras.Alertei que ,certamente,o clube agregará receitas ,mas não tinha a mesma certeza de que elas serão utilizadas ou mesmo contabilizadas em prol da atividade hípica.Ele me assegurou que sim.

Ainda foram abordados os seguintes itens:

-sugestão de ,por um período de tempo,se dar um desconto de 50 % nas punições pecuniárias aos profissionais,o que de forma alguma isso signifique que estejamos contra as penalidades impostas a todos que infrinjam a lisura das carreiras.Ocorre que a situação financeira da grande maioria dos profissionais do turfe é incompatível com o valor das multas que lhes vem sendo aplicadas. O presidente ouviu a sugestão e espero que a leve ao conhecimento da sua Comissão de Corridas.

-instalação de consultório odontológico em local já definido,de forma a atender os profissionais do turfe e seus dependentes,os alunos da escola pública custeada pelo JCB e a funcionários do Clube.Esse é um pleito antigo da ACPCPSI que já esteve perto de ser atendido,mas continua pendente.Foi discutida a possibilidade de se " convidar" parceiros diretos (Itaú) ou indiretos(fornecedores de bebidas dos restaurantes situados no clube) para arcarem com parte ou todo o custo do projeto. O presidente informou que dentro de um mês esse projeto já deverá estar,ainda que parcialmente,em funcionamento.Disse que o diretor encarregado dessa tarefa já vem, às suas expensas,atendendo os casos mais urgentes em seu próprio consultório.

-estabelecimento de convênio com o Teatro do JCB para em troca da mailing list dos sócios do clube para divulgação dos espetáculos lá apresentados,se dê um desconto aos sócios,mas um bem maior aos profissionais do turfe e aos seus dependentes,sendo sabido que esse teatro é o que apresenta a melhor programação de peças infantis no Rio ,sem que tal fato tenha a devida repercussão.

No mesmo clima afável e propício à troca contributiva de opiniões a reunião foi encerrada,ficando a sensação de que desde a essencial implantação da Pedra Única até os demais itens abordados, o presidente Palermo está disposto a levá-los adiante com o senso de urgência possível.

Daniel Rosario (07/04/2014) - Fortaleza/CE

Com relação ao fantástico Itajara, que muitos dizem que ganhou de "ninguém".

Esse resultado da pesquisa era verdadeira pule de 10. Enquantos muitos o julgam, infinitos são aqueles que o admiram.

Um cavalo que venceu todos os páreos que correu, com a desenvoltura que o fez, não pode ser questionado.

Podem supor que ele não ganharia de um ou outro animal, mas todos que foram na pista contra ele, sucumbiram. Por triturar todos aqueles que entraram em sua companhia na pista, presumo que faria o mesmo com qualquer novo adversário.

Um outro fator extremamente importante, é o avanço do turfe, na medicina veterinária, nos centros de treinamento, etc....

Se o Itajara tivesse ao seu dispor todas as melhorias que o turfe possui atualmente, teria pena dos chamados craques da atualidade.

Mas, usando este último "se", estarei eu me equiparando àqueles que o subjulgam, usando os "ses" que ganhariam dele caso o enfrentassem.

Abraços a todos e sempre respeitando opiniões contrárias, com "se" ou sem "se".

Daniel Rosario (07/04/2014) - Fortaleza/CE

Saudações.

Muito me entristece quando temos alguns exemplos positivos destacados pelo Sr. Dannemann e a réplica é destacando exemplos negativos.

Respeito e admiro a gestão do Sr. Vecchio no Hipódromo do Cristal. Mas a comparação do turfe com outros esportes é válida.

Principalmente pelo fato do turfe ter perdido mutios adeptos para outros esportes. Não há renovação. Os jovens preferem o MMA, o basquete, o volei, e mesmo com toda a máfia envolvida, o futebol.

Jogos sem qualquer importancia podem estar com públicos vazios, mas vejamos em "sportingbets da vida", se a quantidade de apostas é pequena.

E outro detalhe, os jogos sem público citados o são por simples incompetencia de federações de futebol, fora a máfia presente na maioria delas.

Se formos comparar com o turfe, então podemos jogar por água abaixo as administrações atuais dos hipódromos, por estes encontrarem-se vazios? Não é o caso do turfe gaúcho, que vem se recuperando com a gestão Vecchio. Nos demais hipódromos, prefiro não entrar mais neste mérito.

Encher um hipódromo somente nas principais datas, acredito que não precise de muito esforço. Naturalmente, os turfistas que teimam em assim sê-lo, se fazem presentes nesta data.

É difícil lotar um hipódromo em uma tarde/noite de quinta-feira. Mas como exemplo, cito aqui a cidade de Fortaleza que a quinta-feira é o dia de ir para a rua, dia da boemia. Se puder ser feito algum entretenimento, seja churrascão, seja distribuição de cerveja, que seja, algo que chame o jovem gaucho, já é válido.

Indo um pouco mais além, pela grande rivalidade existente por estas terras, poderia ser feito um páreo especial toda quinta-feira, como metade dos animais fardados de Internacional e a outra metade de Gremio. Para não prejudicar o narrador, poderiam ser utilizados primeiro, segundo e terceiros uniformes de cada time. Outro ponto delicado, seria a aceitação dos proprietários dos cavalos inscritos.

Mas enfim, do jeito que gremista e colorado rivalizam até em par ou impar, seria um chamariz importante de público,

Poderia ser feito um ranking anual deste tipo de páreo, mostrando qual farda venceu mais: a tricolor ou a colorada.

Poderia ser divulgado exaustivamente nos jornais locais em todas as quintas, para que o público fosse tomando gosto.

O gaucho por natureza gosta de cavalos. Ninguém melhor do que o gaucho para saber o significado da palavra tordilho.

Abraços a todos e uma ótima semana !!!

Márcio J.R.Oliveira (07/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

V. S Pedersen (Junior)

Neste momento difícil que vc está passando,espero que encontre forças para supera-lo e seguir adiante,pois vc sabe que sua mãe precisa de vc forte ao lado dela,meus sentimentos a toda FAMILIA PEDERSEN.

Márcio e Jak

Marcello Almeida (07/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Sobre comentários a respeito da situação atual do nosso turfe, algumas perguntas necessárias;

. Será mesmo que todos os dirigentes do JCB, nos últimos 20 anos, foram tão incompetentes?

. O presidente anterior ao Palermo era tudo de ruim e mais um pouco, agora o Palermo é um péssimo administrador, será mesmo?

. Qual seria a solução mágica para os problemas do turfe brasileiro sem dinheiro suficiente para realização de grandes projetos?

. Quem conhece algum grande empreendimento que ande bem sem dinheiro suficiente?

. Na atual situação do turfe brasileiro, se um administrador de qualquer dos hipódromos argentinos, viesse administrar o JCB, sem a receita dos jogos paralelos, ele teria sucesso?

. Qual o verdadeiro motivo para que nenhum dos lideres opositores no JCB, se candidate a presidência do clube?

. Quem me dá um bom motivo para um pequeno proprietário (são eles que ajudam muito a formar os programas) continuar comprando cavalos?

. Quantos haras encerraram suas atividades nos últimos anos em todo o Brasil?

. Acredito em gestão compartilhada, mas será que só isso seria o suficiente para tirar o nosso turfe da beira do abismo?

. Não seria melhor termos mais receitas agregadas às apostas e aos alugueis de espaços, melhorando os prêmios, aumentando o número de cavalos e a quantidade de páreos?

. Entendo a filosofia daqueles que são turfistas mas não gostam de apostas, ou são contra o jogo, mas quanto tempo o nosso turfe sobreviveria sem essas apostas?

. Será que essas pessoas são realmente benéficas, ou necessárias, para o nosso turfe?

Stud Pluma Second

Francisco Miguel Venancio Vianna (06/04/2014) - Campos dos Goytacases/RJ

Parabéns ao Raia Leve pela pesquisa dos melhores, assim acaba de vez com as dúvidas de alguns.

ITAJARA disparado o MELHOR.

Abraços aos turfistas que realmente entendem de PSC.

Miguel

Stud Katilena

Francisco Miguel Venancio Vianna (06/04/2014) - Campos dos Goytacases/RJ

Parabéns Sr Dannemann, a cada argumento que queiram te contrapor, mais vc prova que está fazendo tudo que pode para levantar o turfe.

Infelizmente os dirigentes dos Jockeys no Brasil não tem a visão de se dedicarem apenas ao cavalo de corrida, desde o seu nascedouro até ao disco de chegada.

Por isso, cada vez menos os nascimentos, os programas, e as corridas. E cada vez mais os leilões de liquidações dos grandes e médios criadores.

Não há como se fazer "ótimas gestões" como alguns acham que fazem sem os cavalos.

Todos vão virar futuramente clubes sociais se não houver homens com o sr para combater os interesses, as vaidades e o verdadeiro motivo para o qual foram eleitos.

São JOCKEYS CLUBs e não, Caiçaras, Piraquês e Paissandus ou clubes sociais gaúchos.

E tem mais, falo por experiência própria, pois só Deus sabe o suor que demos para manter as corridas sem interrupção no Jockey Club de Campos enquanto fomos os diretores.

Sem falsa modéstia, claro que, guardando as devidas proporções, Eduardo Saldanha foi o Fragoso Pires de Campos.

Estou dando a cara para baterem e a consciência tão tranquila que não me importo com as respostas que vierem, pois não vou responde-las.

É de HOMENS ( com letras maiúsculas) assim que os JOCKEYS no Brasil precisam.

Abraços

Miguel

Stud Katilena.

Antonio Santos (05/04/2014) - Belo Horizonte/MG

Vá em paz Walter Pedersen.

Conheci Walter nos anos 70 quando morava no Rio e tinha meu cavalo na Vila Hípica, com o treinador O. Ribeiro. Walter sempre foi muito correto e sério. Nunca ouvi comentários sobre a sua descendência, por outro lado, vejo o quão grande são as tradições nas famílias do turfe.

Esta época era uma maravilha. Adorava ir na parte da tarde nas cocheiras. Quase todos os treinadores colocavam uma cadeira na porta de suas cocheiras para observarem os cavalos caminharem. E sempre notavam algo diferente, o que os facilitavam na lida com os cavalos. Nesta época, ficavam dentre outros, o Walter, Arthur Araujo, O.J.M.Dias, O. Ribeiro, G.L. Ferreira, dentre vários. Todos eram amigos, e muita brincadeira existia entre eles. Acho que o que mais "aprontava" era o cai-cai, o O.J.M.Dias

Tempos que não existem mais.

Meus siceros sentimentos à familia e sucesso ao seu filho V.S.Pedersen na instável e difícil vida de treinador, nestes tempos modernos.

Antônio Moura (05/04/2014) - Niterói/RJ

QUE NÃO TEM GATO CAÇA COM CÃO.

A troca é proposital; vejamos:

Já que a mídia impressa, tem é tempo, não está mais nem aí para o turfe, é bom reconhecer que os jornais, com o advento da Internet, perderam também ponderável nível de convencimento e força junto ao grande público.

Duas décadas atrás era assinante de "O Globo", que recebia com pontualidade britânica antes das sete da manhã em minha residência. E adquiria na banca o Jornal do Brasil (incrível como um diário deste nível é desativado), além de, sempre aos domingos, sobrar tempo e disposição para enfrentar a Folha de São Paulo e o centenário "O Fluminense" aqui de Niterói.

Pois bem, confesso que já perdi a conta de há quantos anos não pego para ler um jornal sequer; limito-me aos noticiários de TV e ao portal Globo.com que aciono pelo menos três vezes por dia. E tenho do mundo a mesma visão que sempre tive - agora em tempo real e com explícitos vídeos de gorjeta. E o que é melhor - sem gastar uma prata.

Como inexiste a pretensão de ser um caso isolado, muito ao contrário multiplicado por milhões, entendo o Presidente Vecchio ao se reportar a esse novo homem das cavernas, escudado em casa ou no escritório, tendo por única companhia a fria tela do monitor do seu micro, praticamente uma nova forma de vida, testemunha ocular da história, tão perto e tão distante!

Óbvio que não é isto só. Mas responde por considerável número de aficionados evadidos - sem dúvida. É missão explícita dos dirigentes de turfe, descortinarem caminhos eficientes que recuperem a perca que os Jóqueis Clubes, em progressão assustadora, vem absorvendo em prejuízo da atividade turfe como um todo.

Quem sabe, um específico canal de TV a cabo, 24 horas por dia no ar, não seja excelente alternativa?

Mas o melhor mesmo seria o próprio Clube explorar as apostas internacionais, 30 dias por mês,

mediante um simples e definitivo chute no traseiro da Codere. A receita daí advinda, daria para de saída dobrar os prêmios ao proprietário, um gol de placa no fomento da criação e o primeiro e definitivo passo para alavancar de vez o MGA.

Antônio Moura

José Vecchio Filho (05/04/2014) - Porto Alegre/RS

Prezado Dannemann:

Teus exemplos são mais furados que coador de massa lá de casa !

Vejas bem, jogos da libertadores (correspondem a Grupo I no turfe) são fáceis de lotar, quero que me digas o público do jogo Botafogo x Duque de Caxias (páreo comum) ou Botafogo x Bonsucesso (claiming), aí sim vais me convencer da tua tese. O dia a dia do futebol é igual ao turfe, esvaziado. 

A mais, nem me lembro quando foi a última libertadores do Botafogo, daí o apelo do evento.

Para que o turfe tivesse um apelo parecido teríamos que realizar uma Tríplice Coroa ou um GP Brasil por semana.

Quanto ao meu orgulho de dirigente, só posso te dizer que se perdê-lo, não poderia continuar a frente do nosso JCRGS, o mesmo valendo para qualquer Presidente de Jockey e, se é o caso de popularidade, indicaria que estudasse a tua própria, vais levar um choque de realidade.

Abraço

Vecchio

Luiz Fernando Dannemann (05/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Caro Vecchio,

Eu não utilizei exemplos para comparar com o turfe, e sim para mostrar que a sua teoria do “homem das cavernas”, de que o mesmo fica em casa de pijama, é tão furada quanto uma nota de 15 dólares. Quis dizer que quando o evento é bem trabalhado com a utilização de bons patrocinadores, o público vai até ele, verdadeiras multidões.

No Rio de Janeiro a sofrida torcida do Botafogo levou 43 mil pessoas ao Estádio (algumas tiveram que ir de pijama, pois estavam atrasadas) para assistir a uma partida da fase inicial de grupo da Taça Libertadores, numa quarta feira à noite. 

Eu disse 43 mil pessoas, número suficiente para se sobrepor àquele que frequentou as tribunas dos hipódromos brasileiros nos últimos 10 anos (todos eles somados).

Para o seu conhecimento, quando me coube a tarefa de buscar patrocinadores para o turfe, eu juntei no JCB cerca de 20, dos maiores anunciantes, durante uns bons anos, dentre eles, Coca Cola, Haineken, Água Perrier, Mercedes Benz, Mitsubishi Motors, Audi, Volkswagen, Golden Cross, Molson Company, Café Melitta, cervejaria Kaiser, Mastercard e por ai foi..

Conseguimos patrocínio até para veicular uma campanha de 60 comerciais - em horário nobre -, na Rede Globo. Não pense você que o José Carlos Fragoso Pires, hoje referendado por 11 entre 10 turfistas, foi um mágico... Ele tinha uma equipe atrás dele que trabalhava pelo turfe 24 horas por dia.

Hoje, o que vemos, são pessoas interessadas apenas em utilizar (de várias maneiras) os terrenos dos clubes hípicos, todos localizados nas melhores áreas urbanas da cidade. O problema do turfe é que a “menina dos olhos” dos dirigentes não é mais o cavalo... E sim as propriedades construídas ou adquiridas pelos cavalos.

Leia o Raia Leve, único fórum disponível para os desabafos dos turfistas brasileiros, incluindo uma série de Editoriais assinados por importantes nomes, e constate que o amigo Vecchio é a única pessoa no Brasil que tem ORGULHO da classe de dirigentes do turfe.

Você é uma pessoa de sorte!

Carlos A Behar (05/04/2014) - Porto Alegre/RS

Prezado Sr. Vecchio :

Minhas congratulações pela sua administração frente ao JCRGS.

Quer melhorá-la ainda mais ? Gestione junto à NET a volta da transmissão das corridas aqui para Porto Alegre.

Se o Sr. conseguir este feito, sua administração ficará marcada para sempre no coração dos gaúchos.

Abraços

Rodrigo Nickel (04/04/2014) - Campinas/SP

Gostaria de parabenizar ao treinador Emerson Garcia (CT Campinas) pelo ótimo trabalho com toda sua equipe pela vitória do Olympic Canadá do GP Oswaldo Aranha 2014.

Essa e a minha primeira vitória como proprietário em esfera clássica e fiquei muito feliz!!!

Parabéns Emerson, você merece

Rodrigo Nickel

Stud Irmãos do Turfe

Marco Antonio Santos (04/04/2014) - Niterói/RJ

O turfe deve ser direcionado ao grande publico em geral !

O corporativismo e o provincianismo, é mais umas das mazelas do turfe nacional !

Marcos Antonio da Silva (04/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Sr Dannemann ,

Parabéns pela coragem de sempre lembrar ’a patuléia que o Sr Carlos Palermo foi eleito com os recursos de campanha que o Sr disponibilizou . Sem o seu rico dinheirinho bem provavelmente estaríamos vivenciando o segundo mandato do Sr Costa Carvalho , que aliás se houve bem melhor que Palermo , o que não é dificil.

Lendo a sua mensagem , associada ao texto brilhante do Sr Athur Stern , fica a certeza que não tardará a gestação de um novo e importante candidato ’a presidência do Jockey , certamente estranho ’a atual decepcionante diretoria que nada faz pelo cavalo e que açoita os profissionais com crueldade sem par.

A comissão de corridas é tão incompetente quanto covarde e perversa . Multa e suspende com excessivo rigor mas tolera docemente a iluminação de boate e a premiação de brincadeirinha. Covardes sim.

Espero e confio que na próxima eleição o dinheiro do Sr não seja gasto ’a toa e que os compromissos de campanha sejam cumpridos, TUDO em benefício do turfe que o Sr Stern menciona no ensaio publicado nesta data no fundamental RL.

Que grana mal gasta meu caríssimo paladino Dannemann .

José Vecchio Filho (04/04/2014) - Porto Alegre/RS

Prezado Dannemann:

Mais uma vez o ilustre Turfista se utiliza de casos que não servem de parâmetro ao Turfe, por exemplo: futebol só lota estádio das semi-finais em diante, a ociosidade dos estádios é estatística; a Fórmula 1 ocorre só uma vez por ano em cada país e não três ou quatro vezes por semana, torneios de tênis idem e de vôlei, embora um pouquinho mais frequentes, também são sazonais.

Tivessemos nós dirigentes a verba publicitária que as atividades por ti citadas têm e, asseguro-te, nossos hipódromos não estariam tão esvaziados.

Ademais não disse que a ’caverna tecnológica’ era a única causa, mas, repito, se não é a principal é uma delas com certeza.

Quanto às demais colocações de ordem política que fizeste sobre os dirigentes das Entidades Turfísticas, dentre os quais me incluo com muito orgulho, vou desconsiderá-las, pois entendo que tuas inegáveis qualidades de turfista apaixonado e presente restam ofuscadas pela visão míope de quem faz política contra pessoas e não contra projetos.

Forte Abraço do ’Primata Gaúcho’

Luiz Fernando Dannemann (04/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Caro Vecchio,

Peço desculpas por discordar novamente das suas explicações para justificar o esvaziamento do turfe ao imaginar que ninguém consegue tirar o homem da sua “caverna”. 

No Brasil, além do futebol – que é covardia até nos campos de várzea -, a Formula 1 tira; o Tênis tira; o basquete tira (as quadras estão cada vez mais lotadas); o iatismo tira; a hípica , o Golfe (cada vez mais repleto de público); os eventos de Texas Holden (com número recorde de inscrições e observadores) tiram; a Mega Sena (filas cada vez mais longas) e até (ou principalmente no caso do nosso turfe) a CODERE tira...

Os campeonatos de Vôlei de praia, abraçados por importantes patrocinadores, com circuito que inclui várias cidades brasileiras, mesmo iniciando as 9:30 da manhã, submetendo o público ao "sol a pino" e a banheiro precário, tem levado multidões as arquibancadas montadas apenas para um fim de semana! O Showbol - modalidade inventada para "vender" patrocínio, tem se mostrado um verdadeiro sucesso, com transmissão ao vivo pela televisão.

No Estudo que visava a apresentação de sugestões para incrementar o TURFE, entregue a presidência do JCB, eu descrevi uma experiência MARAVILHOSA vivida pelo "dono" de uma pista de corrida americana (que ficava próxima de uma praia) ao constatar que durante as férias o balneário ficava lotado e o hipódromo vazio. 

Pois bem. o tal dirigente - nada primitivo -, organizou uma corrida de dois cavalos (um mano a mano) ao longo de uma faixa de 600 metros da areia, com apoio da prefeitura e de uma marca de cigarros. A ideia foi um sucesso!!! Todo mundo achou fantástica a experiência de assistir um cavalo tentando vencer o outro. No fim de semana seguinte o hipódromo ficou lotado.

Eu propus ao Palermo que fizesse algo parecido (com apoio de patrocinadores e da SPORTV que transmitiria ao vivo o evento), já que no Rio de Janeiro - no decorrer de uma reserva entre a Barra e Recreio -, possui local adequado. Na proposta seriam três páreos de dois a quatro cavalos. Um reservado a joquetas; outro reservado a jóqueis do passado (Juvenal up) e outro que poderia até ter a participação de artistas.

Caro Vecchio, você acha que nenhuma grande empresa - nem mesmo a Rede Globo -, se interessariam por um desafio internacional de TURFE, um "mano a mano" , entre J. Ricardo e Russel Baze? 

Países com o dobro da tecnologia “embarcada” no dorso do cidadão têm arrastado verdadeiras multidões aos eventos que são objeto de uma boa divulgação. 

No turfe brasileiro, os “propagandistas”, foram aprisionados na caverna da irresponsabilidade, na caverna da inoperância e até na caverna do descaramento (O LECCA, até candidatar-se, nunca havia adquirido uma só poule, sequer havia sentado na tribuna de Hipódromo da Gávea, uma única vez). 

Eu entendo que a sua versão, digamos cavernosa para tentar explicar o inexplicável, serve apenas para fomentar uma espécie de corporativismo junto à classe de dirigentes de turfe, uma autêntica aldeia de primatas que resolveu brincar de corrida de cavalo e com o dinheiro dos outros, colocando em risco toda classe de profissionais.

Na infância, muitos deles, na qualidade de “donos da bola”, exigiam suas escalações nas “peladas”. A direção da bola, quando esta chegava a seus pés, era as arquibancadas, as janelas de vidro, os terrenos vizinhos, os rios e outras dependências muito distantes da trave.

Quanto ao seu último parágrafo eu não fiquei ofendido pela sua recusa de dotar o JCRS com um sistema de apostas... Ofendidos com isso devem ter ficado os profissionais de turfe do seu estado (para não citar os criadores gaúchos) que acabam de aprender ainda, com a sua postagem, que você teria preferido prejudica-los a correr o risco de ser “patrulhado” cada vez que o seu trem saísse do trilho.

Quem investe cobra! Isso é clássico. Não há, em nenhuma atividade no mundo, investidor que tenha ficado em silêncio quando alguém desperdiça o seu recurso; quando uma pessoa desvirtua aquilo que foi combinado jogando o dinheiro investido pela janela.

Claro, Vecchio, que se o amigo, porventura, utilizasse o Sistema de Apostas que eu tivesse doado com a intenção de prover o Hipódromo do Cristal de algo que ele não possui e você, na qualidade de Presidente, o utilizasse apenas para beneficiar a CODERE, eu viria aqui para protestar sim! Não só eu como a torcida do GRENAL.

Para encerrar eu devo dizer a você que o PALERMO – foco do seu texto radiopatrulha -, não se arrependeu, um só milímetro, de ter sido “auxiliado” por mim. Disso, aí da querida Porto Alegre, caro Vecchio, você pode ter certeza absoluta.

Antonio José de Souza (03/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Mais um erro da Comissão de Corridas da Gávea.

Poucas pessoas notaram que no 7º páreo da última sexta feira, dia 28 de março, páreo este destinado aos jóqueis que não estivessem nas vinte primeiras posições da estatistica, a Comissão de Corridas permitiu que o aprendiz B. Pinheiro, atual 10º colocado na estatística, assinar e montar o animal Indio Gurú.

Felizmente o cavalo chegou em 4º lugar, porque se ganhasse poderia ensejar a reclamações judiciais por parte do segundo colocado, por ferir gravemente o regulamento do páreo.

Aliás, 4º lugar, foi também a colocação que chegou o forfait que a mesma Comissão de Corridas permitiu que corresse, o Notórious Big.

Parece até que 4º lugar é a sina desta Comissão de Corridas de 4ª Categoria.

Vamos aguardar o próximo erro, e torcer para que os apostadores não sejam prejudicados.

Antônio Moura (03/04/2014) - Niterói/RJ

Senhores,

Não sei até que ponto este novo homem das cavernas a que se refere o Dr. Vecchio, interfere no esvaziamento dos hipódromos e, consequentemente, das apostas. Que interfere, com toda a certeza que sim.

Morar em Niterói nunca foi desculpa para que não estivesse no prado 30 dias por mês, nas matinais, nas cocheiras, nas corridas, Até de churrascos tenho recusado convites, tudo em nome da comodidade. Meu automóvel cansa de ficar na garagem e só sai para compras de supermercado.

E não é a velhice que me prende, eis que a saúde está em dia e cumpro normalmente a minha jornada de 6/8 horas no escritório no centro da cidade, para onde vou e volto de ônibus.

E, na cidade ou em casa, estou sempre no computador, escrevendo, me informando, viajando e principalmente sonhando. E as poucas vezes que entrei na Gávea nos últimos cinco anos, a presença da Codere no espaço mais nobre do Clube e o decadente espetáculo das arquibancadas vazias, funcionavam sempre como um último adeus - jamais como um "volte logo"!

Eventuais divergências à parte, deixar de reconhecer no Dr. Vecchio o pleno e profundo conhecimento da atividade que dirige, seria uma desonestidade que não pretendo carregar. Aplaudo seu texto e a equilibrada percepção do meio que o cerca.

Antônio Moura

Aplaudo seu tex

Jadir Gardil (03/04/2014) - Santo André/SP

Sr. Presidente José Vecchio Filho.

Gostaria também de parabeniza-lo por sua Administração.

Um homem que aceita idéias, que as coloca em prática, claro as que são possíveis, e restringe as possivelmente interesseiras.

Havia muitos anos que não apostava nas corridas do Cristal, cheguei mesmo a afirmar em uma postagem antiga que o JCRS estava falido e na demoraria a fechar as portas.

Feliz engano, principalmente agora com as novas pistas, e na grama, pode "roubar" varios animais que correm em SP e RJ, fazendo as reuniões cheias e competitivas.

Não sou criador, proprietário e muito menos sócio de qualquer Hipódromo, mas sou um simples turfista .apostador, e a unica contribuição que posso dar ao Cristal, é, como já voltei a fazer desde o ano passado, apostar em todos os páreos às quintas.

Att

Eduardo Sanches (03/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Sr Vecchio,

Discordo do senhor, pois pertenço a uma geração na qual os hipódromos brasileiros viviam superlotados (inclusive o Cristal) exatamente iguais ou até mais pujantes em termos de público do que os seus congêneres asiáticos e americanos.

Aquele último parágrafo da minha postagem que o Sr escreve não ter entendido é o que traduz exatamente o que aconteceu com o turfe brasileiro.

Dirigentes vaidosos, descompromissados, despreparados e às vezes até mal intencionados, foram os responsáveis pela derrocada.

Na Gávea, por exemplo, quando o ”status quo” era ameaçado, construíam-se prédios no centro da cidade, sedes campestres no hipódromo e etc.

Monstros foram criados apenas para manutenção do poder!

Recentemente houve até um para quedista que tentou demolir as cocheiras para entregar a área à especulação imobiliária. Que tal? Bem intencionado?

Dito isto, reescrevo um trecho do texto do Sr Dannemann:

“Quando recuperamos as rédeas do JCB em 1992, não precisamos mais do que 12 meses para reverter o CAOS que ele se A receita? 

Pessoas de primeira linha; Parceiros de primeira linha; Patrocínios de primeira linha; e, principalmente, Atitudes de primeira linha.”

Disto é que precisamos novamente!

Cordiais saudações.

Marcos Antonio da Silva (03/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Meu precioso e unico cavalinho irá para o Cristal , apesar de sua predileção pela pista gramada que o Sr Vechio , em breve , estará construindo.

Movimentam-se vários profissionais daqui e dali para tomar o caminho , antes minado , das pistas portoalegrenses .

Melhores condições , custo mais acessível e fora do jugo implacavel dos comissários dragões que só multam e humilham o time de profissionais da Gavea , grande e maltratado patrimõnio do Jockey Club Brasileiro .

Aliás , conhecido e veterano profissional me relatou incrivel história . Um certo poderoso do JCB teria exigido que conhecido treinador retirasse o automovel do lugar pois estaria ocupando a sombra que " pertenceria " ao dito poderoso.

Temente de represália , o treinador retirou o automóvel em benefício do frescor do poderoso.

Caso evidente de imediata condução a tratamento psiquiátrico .

José Vecchio Filho (03/04/2014) - Porto Alegre/RS

Sr Eduardo Sanches:

Não se compara o Turfe Americano e o Asiático com o nosso.

Pergunto-lhe: não seria o caso de indagar se o sucesso deles não estaria vinculado às ações de invasão das cavernas tecnológicas ? Ou o senhor acha que no cenário atual o espírito turfista de cada um está apenas adormecido ? 

Em tempo, não entendi o último parágrafo de sua postagem.

Att

Vecchio

Eduardo Sanches (03/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Sr. Vecchio,

Perdoe-me a intromissão!

O tal novo homem das cavernas que o ilustre presidente se refere por acaso é brasileiro?

A pergunta prende-se ao fato deste êxodo dos hipódromos verificar-se acentuadamente apenas no Brasil aonde por coincidência o turfe, ultimamente, vem sendo muito maltratado.

Por onde passo seja em férias ou a trabalho sempre disponibilizo algum tempo para conhecer mais um hipódromo e assistir as corridas. Em nenhum país que tenho visitado percebi algo parecido com o que está acontecendo aqui no Brasil.

Além do mais a tal “febre“ da Internet que o senhor se refere é bem mais acentuada em outros cantos do mundo, como na Ásia, por exemplo, e nem por isto os hipódromos estão despovoados e o turfe decadente. Lá os governos participam, com seriedade e competência, da administração da atividade.

O mesmo acontece nos Estados Unidos e na Europa aonde também aparece à figura do investidor privado.

O amador, vaidoso, descompromissado e às vezes mal intencionado, este sim é brasileiro.

Alessandro Arcangeli (03/04/2014) - São Paulo/SP

Caro amigo Luiz Felipe,

Quero parabenizá-lo pelo texto publicado há poucos dias em carta ao leitor aqui no Raia Leve, e republicado hoje em manchete. Expõe em sua radiografia alguns dos temas polêmicos que enfrentamos nos últimos anos no ambiente “clubístico” do turfe brasileiro, para os quais possivelmente há conserto. Difícil, mas há, se mirarmos a profissionalização de nossa atividade nos próximos anos, e com urgência! Suas lembranças atingem até o Projeto Turfe Forte, iniciativa da Associação Paulista de Fomento ao Turfe, com assessoria empresarial da consultoria Dextron. Um projeto que foi apresentado aos Jockeys Clubs de São Paulo e Brasileiro, causando grande repercussão, e que virou a mola-mestra na alavancagem de outro importante projeto, o da Liga Brasileira de Turfe. O cronograma de criação da Liga segue firme neste ano e terá seu próximo passo concluído agora, no mês de abril, com a divulgação da minuta do estatuto da Liga. Essa minuta vem sendo elaborada e finalizada por importantes figuras de nosso turfe, portadoras tanto de conhecimento jurídico como turfístico, a saber: Afonso Burlamaqui, José Vecchio Filho, Fábio Câmara, Renato Diniz Junqueira e Eduardo Schuch. Um grupo que se dedicou, nos últimos meses, a formatar o documento que dará origem à Liga, abrindo assim caminho para sua efetiva implantação e início dos trabalhos operacionais já nos próximos meses. Espero que problemas como a não implementação da Pedra Única, destacado em seu texto, passem a ser resolvidos doravante com a intervenção desta nova estrutura, que terá como uma de suas missões o debate e a busca efetiva de soluções para a melhora de nossa atividade (nunca é demais lembrar que a Liga será formada pela grande maioria dos Jockeys Clubs, Associações de Criadores e Proprietários, Associações de Profissionais e demais interessados). Ano passado, estivemos juntos, na Gávea, discutindo a criação da Liga, oportunidade que, espero, se repita brevemente, para que possamos trocar impressões e contar com sua valiosa opinião sobre os rumos da nova entidade.

Receba meu fraternal abraço,

Alessandro Arcangeli

Leonel Alvim (03/04/2014) - Porto Alegre/RS

Presidente José Vecchio Filho!

Concordo com sua postagem, e, aproveito para parabeniza-lo por sua gestão, cumprimentando ainda, o meu amigo e ex colega de Comissão de Corridas Félix de Carvalho, um dos homens mais competentes, justos e honesto que conheço.

Entretanto, preciso lhe cobrar uma coisa...

Minha Caverna ficou sem as corridas na NET!!!

Fiquei sabendo que em Curitiba houve acordo e vai voltar ou já voltou.

Meu Presidente faça algo, tente um acordo. Minha Caverna não é a mesma sem as transmissões das corridas pela NET.

Um grande abraço e continue sendo este Presidente EXECUTIVO e COMPETENTE de nosso Jóquei Clube.

Grande Abraço.

Leonel Alvim

Marcia Valeria (03/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Presidente Jose Vecchio,

Aceite meus cumprimentos sua postura e posição são politicamente corretas.

Contra argurmenta e responde com provas, evidencias e detalhes a todas questões relativa a sua pessoa e interim na presidencia do JCRGS.

Assim se fazem homens de bem.

Leitura obrigatoria.

José Vecchio Filho (03/04/2014) - Porto Alegre/RS

Caro Dannemann;

Os tempos são outros, até o ano de 1994 não tínhamos telefonia movél aqui no RS (no RJ foi a partir de 1990), a internet só veio ser ’liberado’ para todos em 1995 (até então era privativa das Universidades e empresas privadas de pesquisa) e, assim, não vamos comparar o trufe de 1992 com o de hoje em termos de perda de apelo popular.

Escrevi uma matéria, faz um tempo, onde referi que nosso desafio para repopularização do Turfe é transpor a barreira gerada pelo fenômeno chamado ’novo homem das cavernas’. A internet gerou este novo homem das cavernas que, enclausurado em sua casa frente à parafernália eletrônica não socializa mais, não precisa mais sair para divertir-se, está conectado com o mundo de dentro de sua caverna, de pijama e chinelo. Como tirá-lo de lá ?

Não vejo a repopularização de nossa atividade como algo fácil, nosso desafio é ’invadir’ esta caverna com nosso produto (imagens, corridas e apostas) de qualidade e, assim, despertar neste ’primitivo’ a curiosidade de ver uma corrida ao vivo; se conseguirmos, estaremos realmente no caminho da retomada das arquibancadas cheias. As rotinas levam à acomodação, só a curiosidade tira o homem médio dela !

A pedra única vai sair, se depender do JCRGS e do JCB - que já enviou pelo Pres. Palermo até mesmo uma minuta referente às medidas necessárias a tanto -, mas ainda aguardamos posição do JCSP e do JCP, nunca estivemos tão perto.

Não se ofenda com minha recusa a sua oferta, nada pessoal, apenas tenho notado que o senhor ’cobra caro politicamente seus investimentos’ e, respeitosamente, não desejo ser mais um Presidente daqueles sobre os quais que o senhor pretenda exercer um patrulhamento administrativo e político por ter auxiliado financeiramente.

Claudio da Silva (03/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Concordo com o Sr. Palqual Evangelista, levantar coisas do passado, não leva ao lugar algum, o que passou, não voltar mais.

Não sou sócio do JCB, nem proprietário, entretanto, acho que deve-se estudar o Estatuto do JCB, a fundo no intuito de procurar uma brecha onde de apoio para pedir a expulsão da Codere e também do Presidente, por má administração..

Marcos Antonio da Silva (03/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Sr Werner ,

Não pretendi incomoda-lo e aceito a sua sugestão com todo o respeito e humildade .

Irei ao centro para um descarrego e lá pedirei ajuda ao Painho para fazer o Sr pagar alguma conta pendente e devolver o dinheiro recolhido para a tal estátua que nunca foi levantada .

A terefa vai demandar todo um galinheiro , várias toneladas de farofa , dois bodes velhos, trinta caixas de vela e vários metros de fita vermelha .

Mesmo com tudo isso creio que o " favorito" vai resistir e continuar sua invencível trilha pelo mundo maravilhoso do devo-e-não-pago .

Saravá !!!

Alberto Ferreira Filho (03/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

O Flamengo ganhou do Emelec, lá no Equador, com um gol aos 47 minutos do segundo tempo.

Ganhou porque os jogadores jogaram com afinco, não foram palermas.

Pois se fossem palermas, já ERA, o jogo iria ficar parado e estagnado como tudo está, e terminaria num chocho empate.

O turfe tem salvação, como o Flamengo, e ainda tem um minuto de vantagem em relação ao brilhante texto do Sr. Luis Felipe Brandão.

 

 

 

Roberto Ferreira (03/04/2014) - São Paulo/SP

Sòmente hoje li o texto de Sr. Luis Felipe Brandão dos Santos.

Muito bem escrito. Faz uma análise fria e extremamente realista do turfe brasileiro. É um alerta.

É defensor da Pedra Única, mas não acredito que vá conseguir. Aqui em São Paulo comenta-se que a diretoria não tem o menor interesse, e não irá participar. Como também não participará da Liga Brasileira de Turfe, que está em fase de criação pela APFT e com a correta participação da grande maioria dos hipódromos do País.

Agora pergunto: Por quê o JCSP não participa de nada que possa melhorar o turfe, como a Pedra Única e a Liga de Turfe ?

Quem objetivamente souber, me responda.

 

Pasqual Evangelista (03/04/2014) - Valinhos/SP

Srs.

Imaginem um amigo nosso, não turfista, ler nossos comentários aqui no Raia Leve.

Imaginem que essa pessoa esteja procurando um novo lazer ou como apostador ou como proprietário. 

Os senhores acham que ele iria adiante???? Claro que não. Nossos comentários geram um anti-marketing do Turfe, o oposto de que muitos críticos sugerem aqui.

Fala-se em vaidades das diretorias... Mas aqui entre nós comentaristas do Raia Leve existem muita vaidades, muitos donos da verdade, muitos ditadores.

Existem brigas pessoais, existe puxa-saquismo, existem "partidos" que se formam não em torno de uma ideia, mas em torno de pessoas. 

Em vista de tudo isso eu tomei uma decisão que muitos outros antes de mim já tomaram.

Vou deixar de participar do Raia Leve. Não pretendo mais entrar nesse site e se conseguir me descontaminar de todo veneno expelido por alguns comentaristas vou continuar Turfista, caso contrário deixo de ser Turfista também.

No passado, comentários de pessoas do naipe do Sr. Luiz Felipe Brandão eram frequentes no espaço do leitor. Havia muitos debates com divergência de opiniões mas num outro nível do que o atual.

Apenas para fazer justiça ao pessoal da TI do JCB, informo que recebi um e-mail em resposta a uma Ouvidoria que abri onde eles prometem entregar aos Turfistas que usam a Internet um novo sistema de apostas do Super Betting e Betting 5 até o dia 15/4 e que as melhorias já foram feitas estão em testes.

Adeus e boa sorte a todos.

Domingos Ferreira (03/04/2014) - São Paulo/SP

Onde anda o craque J. Leme ?

José Roberto Giancristoforo (02/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

A coisa no JCB de ser muito boa , pois quem entra não tem intenção de sair , só mesmo expulso nas urnas, largar o mandato por incompetência ou por não dispor de tempo para o JCB,  é isso que estamos vendo, agarrados ao trono sem demonstrar que vão sair. A comida deve ser de primeira ,mas uma coisa é certa os contratos feitos por essa e anterior administração tem que serem condenados , se necessário na justiça, pois fizeram sabendo que o mundo turfista era contra e muitos sócios se manifestaram assim, então fica a lógica da ilegalidade ou imoral, dizem não sei mas que tem contratos de 10 anos , ultrapassando duas eleições. Tem contrato com sócios ou parente de sócios o que é ilegal ou imoral. Vamos que vamos que o turfe urge alguma providencia urgente. Tudo no JCB é atrasado começando pelo sistema de aposta ao vivo e pela internet, parece até que estamos isolados do mundo ou que somos os melhores pois nada acontece e quando acontece é sempre para piorar.

Gilberto Werner (02/04/2014) - Porto Alegre/RS

SENHOR MARCOS ANTONIO DA SILVA

Li o seu texto. Vou lhe dar uma resposta que o senhor vai entender.

Um amigo contou-me das ¨necessidades¨ por está passando o outrora ¨poderoso¨ Jockey Club de São Paulo. Então tenho uma alternativa talvez uma solução para sua ¨crise¨.

Que procure um ¨pai de santo¨ daqueles que realmente resolvam. Que se faça um ¨despacho¨ eficiente e que solucione deveras a sua situação.

Mas que faça esse ¨despacho¨ usando ¨caldo Knor¨. Assim sai para os cofres da entidade mais barato...

O mesmo serve, daqui algum tempo, para o JCRGS...

Daniel Rosario (02/04/2014) - Fortaleza/CE

Saudações.

Muito se fala em vaidade nas diretorias dos grandes hipódromos.

Agora eu queria saber se algum diretor ou presidente de jockey club, e seus subordinados diretos, já saíram mais pobres de uma administração de jockey club. Só isso que eu queria saber.

Porque aonde as pessoas usam a palavra vaidade, eu enxergo a palavra interesse. E este interesse muitas vezes atende por cédulas verdes.

Vaidade, pra mim, é voce se olhar no espelho toda vez que passa por um. O que se passou por quase todos os hipódromos deste país é uma verdadeira depredação do turfe, de patrimônio, de recursos, com alguns poucos saindo com aquele sorriso de orelha a orelha.

Se hipódromos devem ao governo, prefeituras, impostos, etc... Se proprietários estão deixando de ganhar dinheiro com o turfe... Então alguém leva dinheiro nessa história. É igual o princípio da alquimia: só ganhamos alguma coisa quando algo ou alguém está perdendo.

Abraços a todos e uma ótima semana.

Obs: lembro mais uma vez do valor incalculavel que temos nos terrenos ocupados pelos hipódromos de Cidade Jardim e Gávea, localizados em zonas que podem ser consideradas as mais nobres nas principais capitais do sudeste.

Luiz Fernando Dannemann (02/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Caro Vecchio,

Gostaria de acrescentar algumas ponderações a sua postagem.

Eu, sinceramente, não acho que o turfe tenha se “metido” em nenhum buraco... Eu penso que infelizes administrações aprisionaram o turfe.

Não acredito em “marcos legais”, ultrapassado é o modelo dos dirigentes em tratar o clube como pai e não como filho.

Quando recuperamos as rédeas do JCB em 1992, não precisamos mais do que 12 meses para reverter o CAOS que ele se encontrava (Antonio Carlos Coelho que me corrija se estiver errado). 

A receita? 

Pessoas de primeira linha; Parceiros de primeira linha; Patrocínios de primeira linha; e, principalmente, Atitudes de primeira linha.

Em 1992 o CAOS era bem maior do que as heranças deixadas pelo LECCA, COXA e etc... Para você ter uma ideia, o ponto de equilíbrio seria um MGA de 560 mil e as apostas não passavam de 180. Em três anos (não em três mandatos) alcançamos 700 e superamos SP, algo jamais imaginado nem pelos profetas da antiguidade.

Quando “gritei” aqui pela PEDRA ÚNICA você interveio dizendo que ela “estava mais próxima do que eu imaginava”. Passados oito meses (o tempo voa) não vejo nenhum sinal de PEDRA e muito menos de ÚNICA. O que teria acontecido com a sua notícia?

Será que precisamos de “duas ou três gestões” para implantar a Pedra Única?

Naquela oportunidade, para todos que leram sua intervenção, parecia que você tinha uma “barbada” acerca desse assunto. Eu pergunto a você:

O cavalo mancou? 

O Turfe não precisa apenas de Pedra Única para exportar as corridas, o Turfe precisa de SISTEMA DE APOSTAS único. Com relação ao JCRS eu ofereci um, em “rede nacional”. 

Naquela oportunidade, passada, te acenei com um gesto de profundo ineditismo, carinho e desprendimento, pensando apenas na continuidade e na independência do turfe gaúcho ( hoje refém da boa vontade do presidente do JCB), querendo utilizar as prerrogativas que levantaram algumas atividades de turfe pelo mundo (Japão e Austrália, como exemplos), que não possuem "marcos legais", mas muito dinheiro no bolso.

A sua “virada de costas”, para minha oferta, (gesto tido como indelicado também por alguns) doação esta liberta de qualquer intenção paralela, desculpe a sinceridade, mas te coloca no rol daqueles que não estão demonstrando – na prática -, a necessária preocupação com o futuro.

Antônio Moura (02/04/2014) - Niterói/RJ

A CRISE

Não se pode subtrair do presidente do JCRS, Dr. José Vecchio Filho, o mérito da perfeita consciência; irretocável o seu entendimento sobre a atual crise que atravessa o turfe nacional.

E fala de cadeira. É bom considerar suas palavras e, na mesma linha, as do mais que necessário texto do titular do Stud Eternamente Rio, um marco na trajetória deste site.

Meu respeito aos articulistas e parabéns à valorosa equipe do Raia Leve.

Antônio Moura

Christian Antoniazzi (02/04/2014) - São Paulo/SP

Apenas complemetando o texto do Sr. Antônio José

E o TUDO AZUL! Esse corria demais...pra mim o melhor do Stud Etermamente Rio

Certo Sr. Luis Felipe? Parabéns pelo texto...perfeito.

Abs

Luiz Carlos Ramos (02/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

A CULPA É NOSSA

Referencia": Editorial do Sr. Luiz Felipe Brandao.

1) Foram os sócios que preteriram Julio Bozzano.

2) Os mesmos sócios escolheram o atual dirigente e agora já sentem saudades do Lecca.

Agora aguentem os eventos, a cessao das areas do clube para estacionamentos (brevemente a pista de grama sera asfaltada para um gigantesco estacionamento) as pistas de skate em vez de pista para corridas de cavalos e que mais ainda vem por aí.......

Tive cavalos, tentei seduzir meus filhos pelo turfe, comprando títulos de sócios para todos eles mas, já dou razao ao filhos que desejam vender seus títulos.

O turfe somente nao cai no abismo, porque parece que até o abismo, foi cedido para estacionamento.

Marco Menegotto (02/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

3 programas novamente na Gávea...

E agora, foi o calor?

O fim do turfe brasileiro está atropelando forte!

Ou se muda o modelo de gestão clubístico, onde os mandatários temporários estão preocupados com a sua vaidade, ou é apenas questão de mais ou menos tempo.

O modelo é falido no futebol, que é atividade forte, imagina no turfe que no Brasil o leigo vê como antro de viciados comprometendo o patrimônio da família.

José Vecchio Filho (02/04/2014) - Porto Alegre/RS

Apenas para contribuir com o debate.

Todos sabemos o ’buraco’ em que o Turfe se meteu. Não é o caso de ’fulanizar’ a discussão, buscando achar e nominar culpados, o fato é que nossa atividade ficou de braços cruzados enquanto o ’mundo andava’, perdemos a competitividade, surgiram outras forma de diversão, enfim, não estamos mais há décadas dividindo espaço apenas com a loteria esportiva dos domingos.

Nosso marco legal está ultrapassado e, como também todos sabem, alterar leis neste país, principalmente relacionadas a apostas, é tarefa de gincana, ou seja, muito próximo do impossível. 

Não pensemos nós que tirar o Turfe do buraco é coisa para uma, duas ou três gestões de qualquer Presidente de Jockey Club, não se reconstrói um estrago de décadas em 05 ou 10 anos.

Sou plenamente favorável à pedra única, um Turfe verdadeiramente nacional resultaria disto, um primeiro passo a internacionalização, pois, se queremos exportar nossas corridas e coletar apostas no exterior, devemos, ao menos por ora, nos entender quanto a um totalizador único.

Abraço a todos.

Luiz Antonio da Silva (02/04/2014) - Nova Iguaçu/RJ

Primeiro devo agradecer ao Sr. Valdir pela informação a respeito da premiação dos profissionais que atuam no turfe (jóqueis, treinadores, gerente, etc.).

Em seguida, gostaria de entender como um profissional que exerce uma profissão tão perigosa, trocaria os 10% a que tem direito por vitória por uma possível suspensão de 3 meses ou mais. São poucos os profissionais que recebem salário+comissão, portanto, a grande maioria ganha somente a comissão por vitória ou colocação. Faço tal comentário porque leio constantemente reclamações dos apostadores,acusando esse ou aquele profissional de não mostrar empenho pela vitória. Em outras atividades remuneradas, isso tem um nome!!!

Antonio José de Souza (02/04/2014) - Rio de Janeiro/RJ

Excelente a leitura do Editorial do Raia Leve escrito pelo Sr. Luis Felipe Brandão, do Stud Eternamente Rio.

A mesma clareza com que escreve, deve ser a dedicação ao turfe, pois da sua criação saíram diversos ganhadores clássicos, entre eles, Dídimo, ganhador do GP. Brasil de 2012 e Barão da Cevada, ganhador do GP Major Suckow de 2011, duas das mais importantes provas do Rio de Janeiro.

Excelente o texto, mas muito triste, para quem gosta dos cavalos de corrida e nada pode fazer para melhorar o turfe.

Os atuais dirigentes deveriam refletir bastante sobre este texto.

Robson Freitas (02/04/2014) - Recife / PE

É notorio a falta de interesse dos jockeys clubs em mutuamente se ajudarem. Rio de Janeiro e São Paulo poderiam fazer muito pelos hipódromos menores a sua volta. Campos e São Vicente estão falidos e quebrados, e por isso não dão corridas.

A sugestão do titular do famoso Stud Eternamente Rio, com a introdução imediata da pedra única, já melhoraria em muito os movimentos de apostas, ajudariam os hipódromos menores a sua volta e também possa ser possível estender a nivel nacional, de norte a sul do País.

Não consigo entender o por quê a Pedra Única não é implantada.

Abraços aos turfistas.

Antonio Santos (02/04/2014) - Belo Horizonte/MG

Muito realista o texto do sr. Luis Felipe Brandão dos Santos.

Em pouco menos de uma página, ele descreve 25 anos de declínio do turfe.

O que não se consegue entender, é como uma diretoria de turfe, eleita pelo turfe, como esta que foi eleita, ainda não reverteu nenhuma virgula desse quadro caótico descrito pelo sr. Luis Felipe Brandão dos Santos.

Haja visto o projeto Turfe Forte, que até hoje não saiu do papel.

Falta de interesse ou vaidades ?

Arthur Oscar Teixeira de Freitas (01/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Prezado amigo Luis Felipe B. Santos;

Ex aluno C.M.R.J. e Ebapiano (E.B.A .P./ F.G.V.).

O teu inteligente e excelente artigo sôbre os dados da criação nacional de P.S.I., não foi exatamente o presente de aniversário que desejava receber neste 01/Abril, ao completar 67 anos, dos quais 48 como sócio efetivo, mais de 50 como proprietário (ou propriotário) e criador de lindos P.S.I.’s . 

Sonho um dia que, esta atividade econômica seja viável, para nós de classe média, porém difìcilmente esterei vivo para curtí-la. Você seria um parceiro ideal.

Um abraço,

Arthur Oscar

Rafael Cavalcanti (01/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Excelente o artigo de Luis Felipe, um dos melhores que já passaram por este site. O amadorismo das últimas gestões, as diferenças políticas, os interesses pessoais e o descompromisso com o turfe estão levando à lona este fascinante esporte no País.

Luis Alberto Rodrigues de Souza (01/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Revendo, ate com alguma curiosidade, o Anuario de Reprodutores para a temporada de 1994 (portanto decorridos 20 anos incompletos), pude constatar com bastante tristeza a enorme quantidade de haras que encerraram suas atividades, a saber, Haras Patente, Haras Flor de Lys Paulista, Haras Dar-El-Salam, Haras Santa Ana do Rio Grande, Posto de Monta do JCRS, Haras Tijucas do Sul, Haras Zenabre, Haras Larissa, Posto de Fomento do JCSP, Haras Fatima e Marcio, Haras Blitz Pferd, Haras Henrique Wairich, Haras Rio das Pedras, Haras das Flexas, Haras Pitassaba, Haras Itaquere, Haras Brasil, Haras do Verde Vale, Haras Decan, Haras Rosa do Sul, Hara s Pemale, Haras Sao Jose de Avare, Haras Eduardo Guilherme, Haras Tropical, Haras Los Pampas, Haras Equilia, Haras Pirajussara,Haras 2001, Haras Nirvana dOeste, Haras Sao Martim, Haras Escalibur e Haras Adir Aliatti (32 no total) e isto se considerando apenas os criadores que divulgavam seus reprodutores atraves do Anuario. Lamentavel!

Clodoaldo Griep de Lima (01/04/2014) - Pelotas/RS

Falta de Subsídio!

Venho através deste, demonstrar minha indignação com os comentarista do JCB.

Nesse sentido, me refiro a duas situações, quais sejam:

1º Páreo dia 31.03.2014, animal nº 1, Ocult Friend, favorito de R$ 1,70, vindo de parado desde 

31.05.2013, entrando ultimo lugar, o animal se quer acompanhava o ritmo da carreira.

2º Páreo mesmo dia, animal nº 4 Desejada Queen, reaparecia com 37Kg a mais e ganhou o páreo com muitas facilidades.

Sobre o tema, vejamos se não seria interessante os comentaristas em questão procurar alguma informação sobre os animais mencionado que pudessem dar subsídios aos apostadores, principalmente por tratar de páreos com pick 3, sendo que uma análise seria pertinente.

Com a palavra os Comentaristas.

Antônio Moura (01/04/2014) - Niterói/RJ

O AXIOMA DE PITÁGORAS

Sr. Marcos Antônio da Silva,

Infelizmente, ilustre e atento turfista carioca, parece que a moda de três reuniões por semana pegou de vez.

Não levando na devida conta que a atividade precípua da entidade é a exploração de apostas em corridas de cavalo, a atual administração entende que a redução para três (e mais além para duas, sabe-se lá) reuniões é o caminho certo.

Ora, se o apostador dispõe de recursos para acompanhar e investir diariamente, trinta dias no mês, nas corridas internacionais via Codere e resistir bravamente a esta maratona financeira que já se prolonga por alguns anos, - é óbvio que os atuais dirigentes estão indo na contramão do bom senso. É possível sim, mais uma, mais duas reuniões semanais na Gávea e, vá lá, um dia para o sagrado descanso. Se já tivéssemos isto há algum tempo, a entrada da concessionária espanhola teria sido obstruída e aquela brutal redução na quantidade de campos criatórios verificada nos últimos anos, de que nos fala o titular do fundamental Eternamente Rio, com certeza não teria ocorrido em tão desastrosa proporção.

Quando, horas atrás, afirmei num breve trecho, que cada um tem o Horário que merece, na verdade exercitava a minha natural curiosidade em conhecer o gênio da lâmpada da administração Palermo. Alguém que desconhece a imutável verdade que "sem ovos não se fazem omeletes" - o legítimo axioma de Pitágoras.

Antônio Moura

Marcos Antonio da Silva (01/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Um passarinho muito bem informado me deu uma triste notícia durante o fianl de semana passado .

As corridas de sexta-feira serão extintas em proveito de supostos programas fortes no sábado,no domingo e na segunda feira.

No fundo , uma muito mal disfarçada e brutal redução da massa de prêmios distribuída pelo combalido Jockey Club Brasileiro , novamente administrado por que tem raiva do cavalo .

A se confirmar a notícia quente , daqui a pouco serão os mesmos dez páreos no sábado e no domingo mais as nove carreiras de matungos na segunda.

Desconfio que a intenção seja matar os claimings e os páreos dos cavalos velhos´, porta de entrada dos proprietários iniciantes.

Uma visão elitista e completamente errada de como se fazer turfe no Brasil.[

Não sabem como melhorar as corridas e o MGA e vão apequenando a atividade , colocando-a da estatura deles .

Que monte de anõezinhos pernas - de - pau .

Francisco Rodrigues da Silva (01/04/2014) - Petrópolis/RJ

O sr. Cosme Ferreira Correa, acusa os agentes de montarias de suposta máfia.

Ele poderia fazer uma lista dos agentes com seus devidos jóqueis agenciados.

Só assim, poderíamos saber quem agência quem.

Que eu saiba, de conhecimento do público turfístico, temos:

Sr. Mileno: Jóquei D.Duarte

Sr. Paulo Gama: Jóquei V. Borges

O restante não sabemos.

O sr. poderia então nos listar os agentes e respectivos jóqueis.

Mauro Oliveira (01/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

O chato do MGA ESTÁ DE VOLTA!

Vai entender!

O JCSP, afundado numa crise sem precedentes, aumentou nominalmente seu movimento de apostas no primeiro trimestre deste ano se comparado a igual período do ano passado.

O JCB teve seu movimento reduzido

JCSP PRIMEIRO TRIMESTRE 2013 PRIMEIRO TRIMESTRE 2.014

R$ 40.816 mil -961 páreos R$ 41.605 mil- 913 páreos

JCB PRIMEIRO TRIMESTRE 2.013 PRIMEIRO TRIMESTRE 2.014

RS 55.857 mil-951 páreos R$ 53.231 mil-883 páreos

José Roberto Giancristoforo (01/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Luis Felipe Brandão dos Santos é sócio do JCB e titular do Stud Eternamente Rio.

Muito bem colocado, tudo que você menciona, algo tem que vir a ser feito urgentemente, o turfe não aguenta mais esperar e sofre com as administrações que não tem somente o turfe como objeto.

Assim vamos acabar com o turfe e com isso vai acabar o JCB, pois sem o turfe não pode nem deve existir. Conta comigo para as mudanças Sócio 16769.

Luis Otávio Valente (01/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Estou chegando de viagem e gostaria de saber porque o Mazini foi supenso. Por onde anda o E.R Ferreira.

José Roberto Giancristoforo (01/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Alerta , acendeu a luz vermelha essa administração cada dia consegue formar menos páreos, essa próxima semana somente 35 páreos , será que vamos ver o fim do Turfe antes dessa turma sair.

A coisa está cada dia pior e nada se faz e vão alegar que é falta de cavalo e eu afirmo é falta de competência, já deveriam deixar outros que entendem mais assumirem, por favor o caminho da rua é serventia da casa.

Cosme Ferreira Correa (01/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

No Dia 21/03/2014,fiz uma denúncia acerca de acontecimentos estranhos (e escusos),dentro das dependências do Jockey Club Brasileiro.Porém causou-me surpresa,ver que em nenhum momento houve manifestações,sobre os fatos narrados.Fico perplexo em ver ,uma "N" quantidades de "turfista",muito preocupados com coisas que nunca mudaram,mais insistem em ficarem debatendo,só para passarem o tempo.Senhores vamos parar de demagogia,é de notório saber que,os "Agentes" dos jóqueis,principalmente aqui no RJ,são jogadores inveterados,que tem acesso livre à qualquer dependência,usufruem de atendimento "VIP",e não são incomodados por ninguém,inclusive ,fomentam o "Jogo Paralelo" dentro das dependências do Clube.Eles "Agentes",sabem quem vão ganhar o páreo,detém o poder sobre o jóquei,para lhe orientar o que é melhor para "Todos",neste páreo,neste dia,nesta semana.Jogo de cartas marcadas.Com relação ao "Exame Toxicológico" nos Jóqueis,pode parecer absurdo,mais não é.Já não basta ter que presenciar profissionais bebendo dentro das dependências do jóquei,muitos em estados etílico adiantado,temos agora a oportunidade de ver jóqueis se drogando dentro de banheiros,para depois montarem.Não sei vocês,mais eu já risquei uns 02 ,nunca mais jogo eles,e olha que eu frequento de sexta à segunda ,religiosamente o prado.

Obrigado pela atenção !!!!!!!!

PS:Amigos vou repetir aqui com todas as letras do alfabeto, o que vejo e escuto dentro das dependências da Gávea.

1º A grande máfia de ganhar ou perder carreira ,hoje passa pelas mãos dos ditos "Agentes" dos Jóqueis, que são jogadores "Inveterados", que conseguem facilidades para alcançar o desejado fim , o "LUCRO". Passem uma tarde maravilhosa no Jockey, e fiquem por ali na Tribuna dos Profissionais, vão ouvir horrores, vão ver apostas paralelas, e outras coisas mais.

2º Convém rapidamente, começar a fazer exames "Toxicológicos", em profissionais de Turfe. Explicitamente em jóqueis. É de conhecimento público (Basta frequentar o local acima citado), verão e ouviram o que acontece, e como acontece, eu vi, ninguém me contou, um bom jóquei em atividade em uma atitude muito suspeita no banheiro da Tribuna Social as 19:30 de Sexta feira de corridas. Meia hora depois foi correr dois páreos. Será que seu rendimento foi alterado ?

Enfim, esses dois pontos são cruciais para discussões.

Boa Tarde !!!!! 

Antônio Moura (01/04/2014) - Niterói/RJ

SOBRE SÃO PAULO

A crise administrativa no segundo maior clube de corrídas de cavalo do Brasil, leva-nos, irremediavelmente, à seguinte elação:

- "Cada um tem o Horário que merece".

Antônio Moura

Leonardo Lyra (01/04/2014) - Rio de Janeiro /RJ

Alguém saberia me explicar porque o B.Pinheiro, décimo colocado nas estatísticas, montou sexta-feira, o cavalo Índio Gurú, no páreo destinado aos jóqueis menos bem colocados, o chamado páreo da Gávea ? O páreo possuía apenas 8 cavalos e não foi por substituição, saiu no programa já como B.Pinheiro














12.164

12.234

























  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês