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Agosto | 2010

Sinceros votos, por Milton Lodi
05/08/2010 - 10h09min

Uma das mais desagradáveis surpresas para os turfistas que prezam a normalidade das corridas, a real qualidade dos corredores, a competição sadia, a luta dos melhores para ultrapassar os piores, a seletividade nas pistas que permite a criação à utilização daqueles que terão a responsabilidade da melhoria da raça, enfim, os amantes das corridas honestas e seletivas, repito, uma das mais desagradáveis surpresas foi a liberação pelas autoridades hípicas chilenas, repetindo o absurdo do que ocorre hoje no turfe argentino com a permissibilidade do uso de remédios até em provas do Grupo 1, autorizando a utilização de Lasix e Fenil no Clássico Latino–Americano, prova internacional de Grupo 1, uma das mais representativas provas do turfe sul–americano no âmbito turfístico mundial.

Essa despropositada deliberação contraria regra fundamental internacional, e para o mundo turfístico que não nas Américas, é motivo de ridículo, de galhofa, de coisas de índios. No cenário turfístico mundial o descrédito em relação ao turfe das Américas aumentou de modo justo e provavelmente definitivo. Além da citada barbaridade técnica, as autoridades hípicas chilenas não se mostram com eficiência adequada à promoção de uma prova que deveria ser elevada e respeitada como uma competição de excelência.

Mas as atrapalhadas atitudes dos responsáveis pela promoção de 2010, tanto no setor técnico como no administrativo, mostram desconhecimento e despreparo a tal ponto que os melhores animais do Brasil e da Argentina entenderam de não participar, e a “guerra química” será travada por animais de categoria menor que a magnitude da prova exigiria. As medidas e decisões parecem indicar o que acontece quando a prova é corrida no Peru, quando o esquema é claramente preparado para a vitória de um cavalo local.

O turfe chileno parecia formar, com o Brasil e a Argentina, o grupo de elite do turfe sul–americano, mas isso não é verdade, o Chile se amesquinhou, já foi para piso abaixo. A qualidade crescente da criação brasileira, e que está sendo demonstrada pelas significativas vitórias mundo a fora, e simultaneamente a piora evidente da qualidade da criação dos outros países americanos do sul e do norte indicam ótimas perspectivas para o turfe brasileiro.

A parte dos criadores está sendo bem feita, o problema é que as autoridades não turfísticas não entendem isso, não compreendem o que está se passando, não colaboram para facilitar e permitir o evidente progresso, entendem (?) o turfe como atividade menor, marginal, pouco importante, cobram 15% de imposto de renda na fonte quando esse absurdo percentual não deveria chegar a 3%, o imposto de circulação de mercadorias fica ao sabor de cobranças regionais que no Rio Grande do Sul ultrapassa 900 reais por cabeça, em lugar de orientação e ajuda aos clubes menores eles são simplesmente fechados com a retirada das cartas–patentes, e por aí vai.

O absurdo de incompreensão fora do turfe é até admissível pela ignorância da verdade, mas não é aceitável o que eventualmente acontece no âmbito interno do turfe, países de criações significativas como os Estados Unidos, Argentina e agora o Chile destruindo conceitos moralizadores e básicos para procurar a melhoria. Apenas para confirmar fatos concretos, os problemas criados pelas autoridades chilenas seguindo os passos da peruana no sentido de vitórias de corredores locais, a liberação de remédios para provas até internacionais de Grupo 1, no Chile e na Argentina, demonstram desrespeito a normas que deveriam ser respeitadas à risca e corresponde a fragilização evidente do potencial criacional e conseqüentemente estão em declínio.

A demonstração de fraqueza do turfe chileno vem ainda aumentar mais o entendimento de que o Clássico Latino–Americano está já em estertores, e que provavelmente em 2011, em San Isidro, morra de vez.

Faço sinceros votos para que eu esteja errado.

(Transcrito da Revista Turf Brasil)



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