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Maio | 2010

A bomba explodiu, por Milton Lodi
15/05/2010 - 10h48min

O brilhante artigo de Sergio Barcellos intitulado “Lasix e a Guerra pelo acesso aos Mercados” diz respeito a uma situação previsível, decorrente de muitos anos de abuso dos norte–americanos e argentinos. O uso indiscriminados de bronco–dilatadores, anti–hemorrágicos, diuréticos e drogas para mascarar lesões, especificamente furosemida (lasix) e fenilbutazona, essa liberalidade absurda no afã de vender melhor e de ganhar mais de forma artificial, tinha que chegar um dia a uma situação muito complicada. Os turfes norte–americano e argentino vem há muito tempo “vendendo” criações poderosas, grandes ganhadoras, mas a base em muitíssimas vezes de drogas, de remédios diretamente enfocados a aumentar, a melhorar artificialmente as naturais performances. Lasix, droga específica para broncodilatação e anti–hemorrágica, e fenilbutazona para inibir dores e assim permitindo que animais com lesões graves corram com um risco maior de acidentes, são os dois maiores “vilões”. A criação, praticada à base de animais super–medicados, machos e fêmeas, reflete–se em produção de animais prejudicados, estruturalmente mas débeis, sangradores. A nociva pratica de permissibilidade do uso de drogas para aumentar quimicamente a capacidade locomotora melhorando a ventilação broncopulmonar, a ação anti–hemorrágica, e tirando dores, algum dia chegaria a um limite, e esse dia chegou.

A bomba estourou com a entrevista do mais conhecido e principal treinador da África do Sul, no sentido da interrupção de compra de animais norte e sul–americanos, cada vez mais débeis em função de medicações para correr, e com isso com a ida para reprodução de futuros pais e mães a cada vez mais debilitados. Em média os cavalos Europeus e da Oceania tem mais consistência que os americanos, esses últimos muito medicados e aqueles sem medicação para correr. As raças alemãs são as mais saudáveis e consistentes, pois como é de conhecimento geral, na Alemanha é proibido o registro na reprodução de quaisquer cavalos ou éguas que algum dia tenham sido medicados especificamente para correr. Lá a medicação para correr é excludente.

O ótimo trabalho de Sergio Barcellos fala da diferença entre o sistema de trabalhos diários europeus e americanos. Na Europa os cavalos caminham montados, com selim, durante cerca de 40 minutos antes do início dos exercícios, depois a trotes antes dos galopes, que são compassados, visando um adequado trabalho respiratório, respirar, respirar, respirar. Depois os cavalos voltam a caminhar até que a respiração se normalize por completo.

Assim, só depois de cerca de 1 hora e 45 minutos com a musculatura e os pulmões bem trabalhados e recuperados, os cavalos voltam as cocheiras. À tarde voltam a caminhar montados, sem pressa (em Chantilly, pelos bosques, ar puro). É claro que todo esse trabalho aeróbico é fundamental para o aparelho respiratório, pulmões. Enquanto isso do outro lado do Atlântico, os treinadores tem pressa, a idéia é levar de volta para os seus boxes com a possível brevidade. Os cavalos são normalmente puxados por cavalariços a pé do boxe diretamente para a beira da pista, são montados praticamente em pêlo por galopadores que não aprenderam equitação, galopam cerca de 2.000 metros e são levados de volta aos seus boxes. Na Gávea há um acesso a pista na altura dos 1.200 metros, tirando mais 1.000m de ida e outros 1.000 de volta, impedindo um mínimo indispensável de salutar caminhada. À tarde o previsto passeio, sempre puxados, é na verdade da ordem de 15 minutos, ou mais um pouco se o treinador está por ali. O excelente treinador Alcides Morales se utiliza de um expediente simples e inteligente para pelo menos em parte suprir dos necessários e normais exercícios respiratórios, pulmonares, levando regularmente os pensionistas para nadar na boa piscina do JCB. Mas no geral, nas Américas a pressa é uma constante. O treinador Zilmar Duarte Guedes me contou que, em temporada que fez nos Estados Unidos, foi chamado à administração do hipódromo, pois um cavalo dele havia saído do box para caminhar à tarde, o que era proibido pois incomodava o descanso dos outros cavalos. O turfe praticado nos Estados Unidos é uma piada, que se mantém às custas de um gigantesco “business” alicerçado em grande parte em formidável e bilionário arsenal farmacêutico. A permissibilidade do uso das drogas específicais enfocadas para artificialmente, quimicamente adulterar performances normais, tônica nos Estados Unidos que é copiada pela Argentina, e surpreendentemente também copiada pelo Chile (no Clássico Latino–Americano – G.1) a ser corrido em setembro de 2010 no Club Hípico de Santiago, já estão liberadas a Furosemida (Lasix) e a Fenilbutazona.

Voltando ao excelente trabalho de Sergio Barcellos, ele chama atenção para uma grande verdade, qual seja, o de dar pouco tempo de “serviço”, galopar pouco e sem técnica, trabalhar forte a distância do páreo a ser corrido ou em sistema de partidas violentas, aprontar forte, e inscrever para correr em páreos curtos. Isso pode resultar em uma “explosão” pulmonar, uma procura pela furosemida.

As “pencas” variam de 500 a 700 metros, e isso porque aqueles que cultuam a pura velocidade sabem que o limite físico de um cavalo de corridas é no máximo de 800 metros sem respirar, um fôlego só correndo na velocidade máxima em menos de 50 segundos. Mas do que 700 ou 800 metros, a “máquina” necessita de ar, há que respirar. O espetacular Juvenal Machado da Silva deu muitas “aulas” a respeito, corria os páreos de 1.000 metros atrás, bem colocado mas sem o delírio de tentar correr na ponta de qualquer maneira, pois enquanto os “afobados” disparavam sem respirar até quase os últimos 200m, ele moderava o ritmo de seu cavalo para que ele pudesse respirar, e se apresentava no máximo de velocidade nos últimos 400m, e quando faltavam cerca de 200m, enquanto os “afobados” tinham que diminuir para respirar, o cavalo dele não necessitava pois havia respirado durante os primeiros 600m. Basta lembrar de Mensageiro Alado, que mesmo tendo velocidade para correr na ponta, era guardado para uma aceleração final. Basta raciocinar, só não enxerga quem não é do ramo.

Nos Estados Unidos ocorre justamente o contrário, com grande percentual dos páreos sendo programados para 6 furlongs (1.200m), com raias pequenas e retas curtas, a desvairada luta para correr na ponta, com parciais alucinantes até os primeiros 800 metros, resultam não só em finais paupérrimos como em pulmões “estourados”, e aí entra a usual pratica do Lasix. Na França, por exemplo, onde os jóqueis podem até não ser ótimos mas que tem noção de equitação, mesmo em páreos curtos, após a largada, as mãos nas rédeas não instigam mas apenas dão apoio, sem dar intenção, fazendo com que os cavalos se acomodem de acordo com os seus naturais dons e assim possam respirar, até que chegue o momento que cada jóquei entenda que dá para alcançar a máxima velocidade possível sem necessidade de respirar.

Sergio Barcellos chama para o fato da China estar implantando oito novos hipódromos, que terão que se abastecer pelo menos inicialmente no exterior, para posteriormente formarem os seus próprios plantéis. O principal pólo turfístico chinês é Hong Kong, que sofreu por muitos anos a influência do turfe inglês. Assim, os critérios de sanidade dos animais e o próprio feitio regulamentar vão ser Europeus, onde furosemida e fenilbutazona não são admitidos para correr. Assim como já se manifestou a África do Sul, a China não vai se abastecer nos Estados Unidos e na Argentina, respectivamente o maior produtor de cavalos de corrida do mundo com cerca de 37 mil potros/ano, e o terceiro, com cerca de 8 mil. O campo fica aberto para o segundo, Austrália e alguns que criam anualmente entre 3 a 5 mil, entre outros o Brasil com 2.900 ou 3.000. Como simples raciocínio para abastecer as cocheiras de um bom hipódromo seriam necessários cerca de 2 mil cavalos, isto é, para 8 hipódromos seriam 16 mil. E com os Estados Unidos e a Argentina fora, haverá espaço para o Brasil exportar. E os tais 16 mil presumíveis seriam só o princípio, demanda inicial.

As vitórias brasileiras internacionais, não só nas Américas como também na África, na Europa, no Oriente Médio e na Ásia são um grande chamariz.

A bomba explodida pelo tal melhor treinador da África do Sul já deu início a novidades. A Argentina já promoveu em 10 de março p.p., a primeira de reuniões para tratar diretamente do problema, reunindo em Comitê as altas autoridades veterinárias, e conclui que a incontestável decadência da criação argentina é conseqüência da permissibilidade exagerada do uso de drogas em animais inscritos e o posterior envio deles para a reprodução, e a utilização preferencial de garanhões norte–americanos, com criação também debilitada e em declínio pelo mesmo motivo, somando–se na reprodução argentina gens sangradores. A Argentina já iniciou uma corrida no sentido de tentar não perder a sua fatia no mercado internacional, mas precisamente fora das Américas. Os Estados Unidos são uma incógnita, pois se por um lado tem um enorme mercado interno, todo “viciado” nas drogas, mas dentro do conceito norte–americano amparado pelo bilionário arsenal farmacêutico que dá bem ou mal rica sustentação para a continuação da atividade por mais tempo, ou terão que tomar sérias e drásticas providências certamente sob fortíssima pressão da colossal indústria de drogas e dos interesses do turfe local, e isso não seria fácil pois os maus conceitos estão infiltrados em todas as áreas turfísticas do país.

No Brasil os conceitos e a linha regulamentar são diferentes. A utilização de fenilbutazona para correr é totalmente proibida, e a furosemida não é permitida em provas de Grupo 1 e 2, é permitida para do Grupo 3 para baixo e sob condições veterinárias. Os quatro maiores hipódromos do país são obrigados a respeitar os ditames regulamentares, mas infelizmente o Hipódromo do Cristal é exceção, lá podem correr com fenilbutazona e com furosemida em todos os páreos, inclusive nas provas Listadas e nas duas de Grupo 3 e na de Grupo 1. Essa prática põe em cheque a classificação das provas principais, e um risco iminente da desclassificação das provas Listadas e das de Grupo para simples provas comuns.

Em São Paulo há mais rigor, mais respeito, as regras são rígidas. No Rio de Janeiro é diferente, há veterinários, não digo de um modo geral mas em casos não poucos, que dão, gratuitamente ou não, atestados falsos quanto a necessidade do uso da furosemida (Lasix) para correr. Só para que tenha uma idéia por motivo que acredito que sejam vários, há mais do triplo de animais correndo no Rio com Lasix que em São Paulo. A idéia da permissão do Lasix para correr (fenilbutazona nem pensar) é discutível, mas as necessidades decorrentes de uma exagerada generalização de equivocado sistema de trabalho nos hipódromos, a utilização de animais eventualmente contra–indicados na reprodução em função de problemas pulmonares, a falta de costume de castrar animais debilitados e/ou com defeitos físicos importantes e congênitos, a necessidade de número suficiente de corredores para formarem os programas, enfim, esses e mais outros motivos podem explicar e até justificar o uso da furosemida para correr, desde que rigorosamente respeitados os princípios da permissão e as regras. Mas não é o que acontece no Rio Grande do Sul, onde a liberação é total, e no Rio de Janeiro abusiva. De um modo geral, no Rio de Janeiro os veterinários gostam da liberdade excessiva, mas ao contrário, haveria de ser instituída uma fiscalização severa, um bloqueio à emissão desordenada de atestados, um rígido controle na aplicação do Lasix só no e pelo Hospital. Enfim são idéias e conceitos que contrariam os interesses de muitos. Segundo os próprios veterinários, sangramentos de grau 1 e 2 são normais, só são sérios os de 3, 4 e 5. Mas na modernidade da endoscopia, qualquer grau 1 dá direito ao Lasix. Há que ser feita uma revisão de conceitos.

Cabe aos dirigentes de associações e dos clubes enquadrar com firmeza eventuais excessos da nociva prática, “apertando” regulamentos, normas e fiscalizações. Cabe aos proprietários não aceitar como bons eventuais trabalhos espetaculares, que normalmente mostram que o bom momento do cavalo foi desperdiçado antes do páreo, e até não concordar com medicações em todos os meses, considerando que um atleta saudável não pode necessitar de drogas químicas em todos os meses. Cabe aos treinadores não ter pressa, fazer um máximo possível de caminhada de manhã e à tarde, determinar galopes diários em ritmo que estimule o aparelho respiratório, ventilar os pulmões sem correrias mas de modo compassado, amenizar a intensidade dos trabalhos e aprontos, não cansar os animais antes da corrida. Cabe aos criadores, dentro do possível, a não utilização em suas criações de cavalos e éguas que correram habitualmente sob efeitos de remédios, isto é, de cavalos e éguas que normalmente precisavam da “muleta” do Lasix. Isso tudo sob a bandeira da melhor possível sanidade dos animais e sua utilização na criação e nas corridas. É necessário acabar com o execrável “se não tomar não ganha”. Essa balela, infeliz, mentirosa, é invenção dos menos competentes, que apelam irresponsavelmente para encobrir a falta de competência e/ou falta de qualidade. O correto é inscrever os animais em páreos de maior distância dentro do poderio de cada um. É necessário ter em mente que os cavalos em princípio são atletas, são preparados, ou deveriam ser, para competir com seus próprios meios e qualidades, é uma competição atlética, não uma guerra química.

Agora que explodiu a bomba, o que iria acontecer algum dia ante os excessos do uso de drogas, principalmente pelos norte–americanos e argentinos, a nós brasileiros cabe pelo menos refletir, pois como dizia o saudoso hipólogo Capitão Bela Wodianer, “é de não fazer pipi contra o vento”. Os Estados Unidos já perderam uma parte dos seus compradores de potros, pois embora por mero exemplo o Sheikh Mohammed ainda compre, ele tem haras potentes nos próprios Estados Unidos, e com menos de um ano de idade pelo menos a maioria vai para a Europa. Não sei se eles vão se satisfazer só ou quase só com o mercado interno ou se não tomar as eventuais sérias medidas. Por outro lado, a alta categoria da cúpula veterinária argentina deve impor limites severos, não só para não perder a sua fatia no mercado internacional como também na pelo menos interrupção na cada vez maior debilidade física dos animais e do declínio de padrão dos corredores. No Brasil há problemas diferentes, como o absurdo conceito de que “se não der não ganha”. Há ainda o quanto antes, que no Brasil os conceitos regulamentares e a prática são bem diferentes das da Argentina, lá a medicação é livre, os cavalos correm até as provas de Grupo com furosemida e fenilbutazona, aqui não, a importação de garanhões em “shuttle” para a Argentina é quase que totalmente com garanhões norte–americanos, quando no Brasil muitos são Europeus. Há que ficar claro, para a África do Sul e para o resto do mundo, que o turfe Argentino, criação e corridas, é completamente diferente, enquanto que na Argentina a tônica é copiar o turfe norte–americano, no Brasil há mais bom senso, e embora incompetentes queiram que o turfe brasileiro gravite em torno do norte–americano, linhas mestras européias ainda são respeitadas. A nossa criação vai muito bem, a média do padrão melhora a cada ano, apesar do desinteresse governamental. As vitórias brasileiras na Argentina, no Uruguai, nos Estados Unidos, na África do Sul, em Cingapura e em Dubai são altamente expressivas e significativas, mostram uma grande diferença do que infelizmente ocorre com os argentinos.

Algum dia um rigoroso controle que só permita o uso de furosemida quando realmente necessário, com fiscalização rigorosa, e uma conscientização de todos quanto a importância e a gravidade do problema. A simples anotação no Certificado de Performances de que o animal correu sob a ação da furosemida seria uma importante informação para os criadores. No caso de éguas, ainda mais rigoroso controle.

Pode parecer que a bomba que explodiu não atinge o turfe brasileiro. Atinge sim, atinge o turfe do mundo inteiro, chamando a atenção para verdadeiros crimes que são cometidos habitualmente contra os cavalos e éguas nos hipódromos e a “linha européia” que engloba quatro dos cinco continentes (África, Europa, Ásia e Oceania), que pode e pelo jeito vai excluir do convívio técnico do turfe mundial o continente onde são praticados verdadeiros absurdos, despropósitos, verdadeiras agressões não só a conceitos como aos próprios animais.

O assunto é sério, a Argentina já começou a se mexer, os Estados Unidos se não tomarem sérias providências vão perder grande parte do seu mercado externo, e o Brasil não pode ficar de braços cruzados. Há muita coisa a ser feita por aqui, todas elas pelo menos um pouco influindo no padrão do turfe brasileiro.

Não há adequada escola de jóqueis, não há escola para treinadores, o padrão médio dos cavalariços é muito ruim, os métodos de treinamento são inadequados, o Código Nacional de Corridas, que precisa ser atualizado, não é do conhecimento da maioria assim como os ditames da Lei do Turfe e de sua Regulamentação, enfim um grande atraso e ainda mais com conceitos estapafúrdios, quanto a medicações. Há um longo caminho a ser trabalhado.

A maior expressão do turfe brasileiro é a Associação Brasileira, que está em ótimas mãos, e tem autoridade para analisar o problema e tomar, se entender necessário e cabível, providências desde já. Na minha modesta opinião, o ponto mais fraco é a fraqueza dos homens envolvidos na atividade, que através dos anos aprenderam e praticaram conceitos equivocados, desrespeitando até determinações oficiais, dando idéias de direitos sem o cumprimento de obrigações, com práticas convenientes mas não adequadas. Mas agora não há mais lugar para um turfe reconhecido bom mas muito imperfeito à base de desconhecimentos dos problemas, de acomodações em lugar de necessários enquadramentos. É chegada a hora de alterações de comportamentos inadequados, e só a Associação Brasileira tem força para isso.



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