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Setembro | 2009

Transportes aéreos, por Milton Lodi
10/09/2009 - 18h29min

Há muitos e muitos anos, o argentino Eduardo Bloussom foi profético. Ele era um brilhante advogado, criador de cavalos de corrida, participante das organizações turfísticas argentinas internacionais. Foi quem sempre manteve em evidência a OSAF, Organização Sulamericana de Fomento, e suas idéias frutificaram. Conhecia hipódromos pelo mundo todo, chegou a publicar livros contando o que vira nos quase 150 hipódromos em que estivera, e nos muitos haras que visitara. Vinha ao Brasil algumas vezes por ano, como Secretário–Geral da OSAF, participava de reuniões, conferências e de festivais turfísticos. Não era só no Rio às épocas do GP Brasil ou em São Paulo quando do GP São Paulo, eu o encontrei em Porto Alegre em um Bento Gonçalves e de palestras para os quais muitas vezes era convidado. Uma das que me lembro foi quando do I Congresso sobre criação promovida pela Sociedade de Criadores e Proprietários de Cavalos de Corrida de São Paulo, apoiada na Associação Brasileira. Um evento da maior envergadura, lotando o auditório de um grande hotel, com painéis de 50 minutos cada, começando às 10 horas da manhã com intervalo de uma hora para almoço e tendo como final o convidado especial Eduardo Bloussom discorrendo por uma hora sobre o tema “Histórias e Estórias do Turfe”. O evento terminou para um jantar às 21 horas. De todo o Brasil foram criadores, proprietários, dirigentes de clubes promotores de corridas, jornalistas, um grande sucesso.

Já naquela época Eduardo Bloussom dizia que o grande problema a ser enfrentado pelos países sul–americanos seria o do transporte. Provas internacionais que poderiam contar com corredores estrangeiros iriam sempre esbarrar nas dificuldades de transportes aéreos.

Imagine–se uma prova de gabarito internacional anualmente promovida pelos Jockeys Clubs da Gávea, Cidade Jardim, Maroñas (Uruguai), de Palermo (Argentina), de San Isidro (Argentina), do Club Hípico de Santiago (Chile), do Hipódromo Chile (Chile), de Monterrico (Peru), de La Rinconada (Venezuela), para não falar em todos. Além disso, provas internacionais disputadas anualmente em países diferentes, tudo isso constituindo–se em cerca de dez provas de grande porte e interesse. A cada evento, cavalos cruzando os céus da América do Sul, de todos os lugares para o do evento e depois as voltas.

Por mais organizados e até financeiramente qualificados, como conseguir transporte aéreo há tempo e à hora?

Na América do Norte, na Europa, na Ásia e na Oceania isso é rotineiro, cavalos viajam para lá e para cá sem problemas e com facilidades de transportes. Mas na América do Sul não é assim, sempre o grande problema é o transporte aéreo.

Pois há muitos e muitos anos Eduardo Bloussom já visualizava o problema, e preconizava a compra de um bom avião–cargueiro, o que quando não necessário para as corridas de cavalos deveria alugar as suas viagens em termos comerciais. A proposta de Bloussom nunca se efetivou, nada chegou a ser planejado de fato, e assim, muitas vezes a cada ano, os clubes promotores de corridas internacionais enfrentaram um sério entrave.

Teoricamente, ter um transporte aéreo a disposição não é impossível. Dado o prolongado momento de finanças curtas do turfe brasileiro, e também de outros estrangeiros, comprar um avião seria um grande gasto, e a eventual contratação de um avião–cargueiro que preferencialmente atendesse o turfe ficaria sempre vulnerável aos momentos financeiros de cada clube participante.

Haveria uma outra solução, mas rigorosamente teórica, que seria o Ministério da Agricultura e/ou o do Exército e/ou da Aeronáutica disponibilizarem aviões–cargueiros quando de eventos dos quais houvessem interesses brasileiros envolvidos. Mas isso é só teórico, as autoridades brasileiras não tomam conhecimento do poderio e das necessidades do turfe brasileiro.

Eduardo Bloussom há muitos anos já tinha razão.

(Transcrito da Revista Turf Brasil n°. 300, de 2/4/2009)



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