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Junho | 2009

Serviços Antidoping, por Milton Lodi
25/06/2009 - 09h49min

No setor anti–dopagem, há bàsicamente três linhas de entendimento que teoricamente poderiam ser alvitradas.

A primeira é a liberação total da ministração de remédios. Essa linha é evidentemente apenas teórica.

A segunda é a proibição total de remédios considerados proibidos, por conterem substâncias que interferem diretamente nas performances dos cavalos, de forma negativa ou positiva. Assim, substâncias proibidas encontradas implicam em desclassificação e/ou punições aos responsáveis.

A terceira linha é uma intermediária, isto é, a admissão da presença de substâncias proibidas dentro de um limite considerado inofensivo às performances, um vestígio de uma droga ministrada como tratamento, mas em quantidade insuficiente para influir no desempenho do cavalo. Essa terceira linha é usual nos Estados Unidos, e que exerce uma certa influência na cabeça de uns veterinários brasileiros fascinados por tudo que ocorre no turfe norte– americano. Por isso, fica difícil para os leigos aceitarem os limites que poderiam ser alvitrados pelos veterinários de ponta.

É detalhe polêmico, não pode aparecer ou pode aparecer até um limite.

Aí entra a realidade. Assim como há laboratórios de ponta no mundo (em 1° Hong Kong, em 2° França– o Brasil está muito bem colocado no setor), há outros que estão tecnicamente muito longe dos melhores. Essa é a situação.

Há uma pesquisa constante nos melhores e mais bem equipados laboratórios do mundo, na procura de novas substâncias que estejam sendo usadas, e ainda não detectadas, na eterna corrida da Lei atrás dos bandidos. Esse é um “páreo” que nunca vai acabar, periodicamente os pesquisadores identificam novas substâncias dopadoras, elas são coibidas, mas novas drogas vão sendo descobertas e impropriamente usadas, até que identificadas, e assim por diante em uma “carreira sem fim”.

A mania de dar remédios é fruto de cultura turfística ruim. Diàriamente animais saudáveis são medicados. Até treinadores injetam nos animais substâncias que na maioria das vezes não foram sequer prescritas por veterinários. O prazer pelo ilícito, a passividade dos proprietários concordando com essa prática, pagando esses remédios, a idéia de que “se não medicar não ganha”, tudo isso concorre para a deteriorização da saúde do animal, na tentativa de fazer um cavalo correr mais rápido do que ele pode.

Muitos cavalos bons corredores mostraram–se inférteis na reprodução, ou não foram capazes de transmitir aos seus filhos as qualidades que as suas performances nas pistas indicavam. Isso de um modo geral, pois o turfe não é matemática, e como seres vivos há cavalos que são generosos, produzindo filhos melhores do que eles próprios, mas a maioria não é assim.

Dar remédios para tentar aumentar artificialmente a capacidade locomotora de um castrado não está certo, e no caso de um eventual futuro garanhão, é um crime.

Na má cultura turfística, tem de tudo. Há menos de um ano na Gávea foram detectados vários animais medicados com a mesma substância proibida. No exame de contraprova, todos disseram que haviam dado o remédio porque na caixa estava escrito claramente “No Doping”. Mas era, e os infratores, em lugar de ficarem envergonhados por terem tentado burlar a determinação de não uso de remédios, reclamaram terem sido enganados pelo laboratório gaúcho, fabricante da droga.

Há veterinários que pesquisam o raio de ação das aparelhagens do Rio e de São Paulo, procuram os limites de sensibilidades dos aparelhos, para dar ou tentar dar o ilícito. Em lugar desses veterinários zelarem pela sanidade física e orgânica dos animais aos seus cuidados, cuidarem de seus limites, preocupam–se, pela má cultura turfística, em procurar fazer com que eles ultrapassem os seus limites, arriscando as suas integridades, e quando isso acontece com boletos grossos e até deformados ou tendões inflamados ou arriados, a culpa é atribuída ao mau treinador ou má criação.

Transcrito da Revista Turf Brasil n°277, de 23.10.08



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