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Julho | 2009

Piscinas e Coletes, por Milton Lodi
03/07/2009 - 12h49min

Piscina – Há muitos e muitos anos, o JCB fez uma piscina para cavalos, como elemento de colaboração para o treinamento. No verão do Rio de Janeiro, com dias de calor intenso e até sufocante, os treinadores não tinham outra opção além de galopar de madrugada na pista de areia ou simplesmente fazer caminhar, só andar. Muitos animais eram retirados de treinamento e até iam para a Serra, lá ficavam pelo menos por dois meses. A construção da necessária piscina só se realizou depois de 1960, e antes dela o jeito era nadar os cavalos na Lagoa Rodrigo de Freitas, com os animais atados a um barco a remo e o barqueiro mantendo o cabo frouxo para que os animais realmente nadassem e não fossem puxados. A piscina veio facilitar em muito, apesar dela ter sido mal construída.

Não havia rampa na entrada e outra na saída só a de saída, a entrada em lugar da rampa simplesmente não existia, faltava, os cavalos teriam que cair absurdamente na água. A piscina foi feita como se fosse para bois, de forma a obrigar os animais a afundarem inclusive a cabeça, estilo banho carrapaticida.

Os cavalos negavam–se a entrar na piscina pela entrada, de modo que a entrada e saída eram sempre pela rampa de saída. Os anos se passaram pedidos, solicitações , nada surtiu efeito.

Nos últimos anos, dois studs, separadamente, ofereceram–se ao JCB para reformar a piscina às suas próprias custas, mas a diretoria do JCB não concordou.

Até que um dia, as cada vez mais exigentes normas governamentais quanto à preservação do meio– ambiente implicaram na interrupção do uso para providências. Durante os meses de paralisação, as exigências foram todas cumpridas, e o JCB fez a tal reforma. Hoje os treinadores do Hipódromo da Gávea têm uma boa piscina, adequada ao treinamento.

Coletes – Há muitos anos, o criador e proprietário Carlos Alberto Machline trouxe em uma de sua viagens um colete protetor de jóqueis, largamente usados nos turfes mais adiantados, para o jóquei então contratado pelo Haras Rosa do Sul, o Luis Duarte. A comissão de Corridas de São Paulo não permitiu a utilização do tal colete. O fato chamou a atenção da diretoria do Jockey Club Brasileiro, que mandou vir dos Estados Unidos coletes de amostras. Essas amostras foram mostradas aos jóqueis e treinadores, foram completamente aprovadas, e o JCB encomendou em quantidade suficiente para atender todos os jóqueis e aprendizes.

Vieram coletes de três tamanhos diferentes (pequeno/médio/grande), e cada jóquei passou a obrigatoriamente montar com o seu, todos com o peso da ordem de 250 gramas. Com o decorrer do tempo o JCSP passou a usar os tais coletes protetores.

Atualmente, as situações tomaram rumo diferente. O JCSP comprou um colete protetor melhor, maior, de fabricação nacional, e que fica guardado no clube e é entregue aos jóqueis para o uso no dia e devolução após a ultima utilização no dia, peso de 600 gramas que não são computadas nas pesagens (as balanças são aferidas inicialmente não no "zero" mas com menos 600 gramas). Os coletes estão sempre em ordem e é fiscalizada a obrigatoriedade do uso.

Na Gávea, o caso transcorreu diferente, durante a gestão de José Carlos Fragoso Pires e na Comissão de Corridas Afonso Burlamaqui, os coletes foram importados e colocados em uso, mas após aquela administração, que terminou no ano de 2000 os coletes começaram a serem esvaziados para pesarem menos, e hoje são comuns coletes apenas figurativos ou mesmo o não uso, naturalmente tudo em função da balança. A atual administração do JCB em muito boa hora resolveu copiar o JCSP nesse setor, já tem em mãos um colete nacional igual aos paulistas.

Vamos aguardar, ou melhor, já estamos aguardando.

Transcrito da Revista Turf Brasil n° 293, de 12.02.2009



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