























Valparaiso - Stud Blue Mountain
|

Like It Hot - Stud Verde
|

Núcleo Terrestre - Stud H & R
|

Oviedo - Stud H & R
|

Night Street - Stud Dona Cecília
|

Tenuta Poggione - Haras do Morro
|

Off the Curve - Stud H & R
|

Sonho Bom - Stud H & R
|

Online - Stud Verde
|

Olympic Maurren - Stud H & R
|

Oteque - Stud H & R
|

Kempes Love - Stud Verde
|

The Lord - Stud H & R
|

Submarino - Haras Figueira do Lago
|

Ronigol - Stud Verde
|

Sargent Pepper - Stud H & R
|

Spartan Lius - Coudelaria Atafona
|

No More Trick - Stud H & R
|

Spartan Lius - Coudelaria Atafona
|

Dreamer Winner - Haras Iposeiras
|

Ronigol - Stud Verde
|

Maryland - Stud Verde
|

Jeep do Jaguarete - Coudelaria Jéssica
|

Meu Amor Maior - Stud 13 de Recife
|

Le Gonfalon - Stud Verde
|

Minuxa - Haras Depiguá
|

Olympic Orkut - Stud H & R
|

Só Te Peço Amor - Stud Verde
|

Ronigol - Stud Verde
|

Papa-Léguas - Stud H & R
|
|
|





Outubro | 2007
Altamyr Vieira e o amor pelo turfe 09/10/2007 - 20h44min
Glória Vieira/arquivo pessoal

Altamyr, no sossego do interior
|
Nos últimos dias,
alguns leitores do Raia Leve se manifestaram, através do espaço a eles dedicado, relembrando e pedindo notícias
sobre o antigo treinador Altamyr Vieira, um dos profissionais mais queridos que passaram pelo Hipódromo da
Gávea.
Na plenitude de seus 82 anos, morando com a família em Itaperuna, interior do Rio de Janeiro,
Altamyr está feliz. Aposentado há cerca de dez anos, acompanha as corridas pela parabólica e está sempre torcendo
por antigos colegas e para proprietários e amigos que fez ao longo do tempo.
Lembra com saudade dos áureos
tempos do turfe carioca, onde existia amor pela atividade e uma rivalidade saudável entre coudelarias e
profissionais. Grandes jóqueis valorizavam ao extremo as corridas e, sem desmerecer os profissionais de hoje,
afirma que havia mais qualidade nos velhos tempos e um glamour que ficou para trás. Impressionantemente lúcido e
alegre, como sempre foi, Altamyr conversou com o Raia Leve.
Como começou sua história no
turfe?
Cheguei ao Rio em 1943, com 18 anos, e fui trabalhar como cavalariço na cocheira de Nélson
Pires, onde aprendi a lidar com os cavalos. Algum tempo depois fui promovido a segundo–gerente e, sinceramente,
não lembro direito quando consegui a matrícula de treinador. Foi um longo aprendizado, que me ajudou muito na
carreira.
No início você cuidou para algum proprietário grande ou começou com poucos
animais?
Comecei como avulso, contando com a ajuda de alguns proprietários com os quais fiz
amizade. Mas, depois tive uma experiência muito boa no Stud Seabra, onde consegui bons resultados. Passei muitos
anos na cocheira 34 da Vila Hípica, que pertencia a meu sogro, Manoel de Oliveira. Nas últimas décadas tive ótimos
proprietários como Gilberto Gama, Lino, Amadeu e outros grandes amigos que fiz pela vida.
Qual foi
o melhor cavalo que você treinou?
Veja bem, nunca tive assim um grande craque, mas cuidei de
ótimos cavalos. Que eu me lembre, o Anzac, do Stud Seabra, foi um dos melhores, pois com ele obtive resultados
expressivos. Era, realmente, muito corredor. Cuidei de bons cavalos ao longo do tempo. A Moina, por exemplo, era
uma égua muito valente e fiel.
Parar é sempre difícil para qualquer profissional. Como você encarou
a aposentadoria?
De forma tranqüila, pois a renovação acontece normalmente em todos os setores da
vida. Vim para Itaperuna onde está toda a minha família. Meus irmãos, cunhadas, enfim, toda minha gente está aqui.
É claro que, depois de uma vida inteira no turfe, a saudade bate forte, mas estou com saúde, perto de pessoas que
gostam de mim e continuou sempre atento. Acompanho as corridas e torço pelos amigos e antigos
colegas.
O turfe, nas décadas de 50, 60 e 70, era respeitado e o hipódromo viva cheio. Era melhor
naquela época?
Sem dúvida alguma, havia um glamour que não existe mais. A rivalidade entre os
profissionais e os proprietários era muito grande, porém, limpa. Havia torcidas organizadas para jóqueis e studs.
O Hipódromo da Gávea lotava quase toda semana e o GP Brasil era uma festa de fazer gosto. Realmente, comparando
com o que existe hoje, tenho que admitir que, naquela fase, o turfe era nobre e muito respeitado. Havia uma
quantidade enorme de jornalistas especializados e os cavalos se concentravam na Gávea. Hoje, grande parte está nos
centros de treinamento.
Muita gente sente saudades suas. O que dizer a
eles?
Que também sinto muitas saudades e quero aproveitar para mandar um forte abraço para os
amigos queridos que fiz ao longo de uma vida inteira. Estou perto, qualquer dia vou fazer uma
visita.
por Marco Aurélio Ribeiro |

|
|




 13.376 |
 12.844 |













 Coudelaria Atafona
 Coudelaria FBL
 Coudelaria Intimate Friends
 Coudelaria Jessica
 Coudelaria Pelotense
 Haras Clark Leite
 Haras Iposeiras
 Haras Depigua
 Haras Figueira do Lago
 Haras do Morro
 Haras Old Friends
 Haras Planície (In memoriam)
 Haras Vale do Stucky (In memoriam)
 Jorge Olympio Teixeira dos Santos
 Ronaldo Cramer Moraes Veiga (In memoriam)
 Stud Brocoió
 Stud Cajuli
 Stud Capitão (In memoriam)
 Stud Cariri do Recife
 Stud Cezzane (In memoriam)
 Stud Elle Et Moi (In memoriam)
 Stud Embalagem
 Stud Everest (In memoriam)
 Stud Gold Black
 Stud H & R
 Stud Hulk
 Stud Ilse
 Stud La Nave Va
 Stud Palura
 Stud Quando Será?
 Stud Recanto do Derby
 Stud Rotterdam
 Stud Spumao
 Stud Terceira Margem
 Stud Turfe
 Stud Verde
 Stud Wall Street
 Oscar Colombo (In memoriam)
 Stud Novo Muriqui (In memoriam)
 Haras The Best (In memoriam)
|