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Quando o árbitro apitar o final da partida, entre as seleções da Espanha e da Argentina, hoje à tarde em Nova Jersey, nos Estados Unidos, pouco importará, para nós brasileiros o resultado. Principalmente para nós, turfistas, saudosos dos verdadeiros craques do futebol brasileiro, que voltou para casa cedo, nas oitavas de final. Mas, para nós, turfistas, o evento representou tremendo incômodo para a atividade turfística no país.
A partir de amanhã, na Gávea, na corrida noturna de segunda–feira, dia 20 de julho, das 18h, às 22h, o MGA vai aumentar, o nível técnico das provas também, e, o nosso foco, voltará a ser o nosso esporte predileto, bastante atrapalhado nos últimos 50 dias, por vários motivos na sua infraestrutura, datas, etc e tal.
A reunião da Gávea terá 9 páreos de turma, sete deles na pista de grama, e, apenas dois, segundo e oitavo, na areia.
No dia seguinte, terça–feira, outra corrida noturna de 9 provas. Mesmo horário. Nível técnico inferior. Cinco páreos de claiming. Três provas serão corridas na areia, primeira, segunda e oitava. Os demais na grama. O líder da estatística, H. Fernandes, montará amanhã,, segunda. Mas vai cumprir suspensão na terça. Tudo bem. O mais importante para os aficionados do esporte será voltar a respirar a rotina do esporte, sem interrupções.
O turfe de São Paulo dá sinais de vida. Todos os clubes coirmãos torcem por isso. O turfe paranaense, a cada dia que passa, demonstra evolução na sua infraestrutura. O gaúcho idem.
E o melhor de tudo será ter uma folga de futebol. Se a Espanha conquistar o título tanto melhor. Mas se for preciso aturar o barulho dos hermanos argentinos aqui em Copacabana, paciência. Eles tem Messi. Ele joga demais. Durante muitos anos a gente fez barulho por termos Pelé, Tostão, Rivelino, Gerson, Jairzinho, Ronaldo, Ronaldinho, Falcão, Romário, entre tantos outros craques. Hoje em dia, a gente nem sabe os nomes dos jogadores da seleção, e, nem a cara deles. Viva a rotina do turfe nacional, e, também, o nosso extraordinário dia a dia, sem o pesadelo de ter um mal futebol, e, o novo rei dele, ser argentino.
Da Redação