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Alguns meses atrás, antes da eleição da nova diretoria, o turfe paulista não tinha luz no fim do túnel.
Proprietários e treinadores miravam a Gávea como destino, que tem melhores prêmios e pagamento em dia, esvaziando mais ainda as cocheiras paulistas.
Em 10 de fevereiro, após o encerramento e resultado das eleições no JCSP, o destino do JCSP começou a mudar. Iniciou–se uma nova gestão. Muito diálogo com profissionais e proprietários, renegociações financeiras e forte planejamento.
Com a eleição da nova diretoria, de início o mapeamento da situação financeira, que era uma incógnita, uma caixa preta. E de imediato, muito trabalho, foco e determinação para tirar o clube do fundo do poço, ou melhor, abaixo da tampa do fundo do poço. E tinha mais, o caixa estava zerado, nem dinheiro para pagar a Luz possuia.
Em 14 de fevereiro não houve corridas, porém em 21 de fevereiro, a primeira reunião. Foi um sucesso, dado a situação do clube. Em simulcasting com o Tarumã, o MGA registrou 183.685,06. Foi o ponto de partida para tudo.
Hoje, o MGA, acusou R$ 459.895,76, com pedra única. Excelente resultado. São Paulo está reagindo a passos largos, muito acima da mais otimista expectativa.
Com atrações para o público como o Arraiá do Jockey, hoje e amanhã, são chamativas para o reencontro dos moradores de São Paulo, com o turfe.

JCSP comemora hoje e amanhã, a festa junina
E, se tudo correr bem, nos próximos dias, o Jockey Club de São Paulo anunciará um acordo com o Banco BTG Pactual, em um contrato que com toda a certeza o turfe em São Paulo mostrará toda a sua força, como na década de 70, muito antes do que muitas pessoas imaginavam.
Da Redação