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Junho | 2018

GP Brasil de 2.018 terá duas joquetas em ação
07/06/2018 - 09h02min

A história do Grande Prêmio Brasil, a maior prova do turfe brasileiro, até hoje só foi escrita com vitórias de puros-sangues montados por atletas do sexo masculino. A versão da prova, em 2.018, terá a oportunidade de ter resultado inédito. A chance de cair um tabu. Ou seja, um triunfo do estigmatizado sexo feminino, vítima de enorme descrédito no mundo das corridas de cavalos. Duas joquetas, a experiente Jeane Alves, e a jovem Victória Mota, estarão na raia para tentar provar que o preconceito contra as mulheres no turfe é um erro. Um erro tão gritante e ultrapassado, como aquele enfrentado por elas, no dia a dia, em outros seguimentos da sociedade.

Jeane Alves, campeã da estatística do ano passado em Cidade Jardim, vem de São Paulo para conduzir Silence Is Gold, do Stud São Francisco da Serra. A potranca possui campanha espetacular no turfe carioca. Pensionista de Júlio César Sampaio, ela é considerada por todos os especialistas, como um dos nomes fortes da prova. Victoria Mota, filha do extraordinário bridão, Alex Mota, teve brilhante desempenho nas pistas cariocas como aprendiz. E agora, como joqueta profissional, ocupa a 10ª posição na estatística, num prado que reúne grandes estrelas da profissão no país. No dorso do azarão El Zorro, do Stud B L, ela envergará a farda que tem lhe trazido grandes resultados na temporada. Quem sabe, se no próximo domingo, ela conseguirá manter a escrita de sempre ganhar quando monta os animais da coudelaria?

por Paulo Gama


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