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Junho | 2016

Luiz Rigoni, o homem do violino, ganhou três vezes o GP Brasil
10/06/2016 - 09h29min

Luiz Rigoni, para as antigas gerações de turfistas, foi o melhor jóquei brasileiro de todos os tempos. Em três oportunidades, o extraordinário profissional ganhou o Grande Prêmio Brasil. Freio de estilo clássico, com incrível cálculo de corrida, e técnica refinada, Rigoni entrou para a história como o “Homem do violino”. O apelido foi dado devido a característica marcante de suas vitórias mais fáceis. O chicote na mão direita, movimentando–se em um vai e vem constante, na orelha dos seus pilotados. O objetivo era demonstrar a plateia a superioridade dos seus conduzidos e, portanto, a total falta de necessidade de serem fustigados para vencer. Este movimento plástico, como se fosse um violinista em pleno concerto, durante longos anos levou as multidões ao delírio, nas tribunas dos hipódromos por onde se apresentou.

O paranaense Luiz Rigoni começou a montar aos 17 anos, em Curitiba. Mas foi no eixo Rio/São Paulo em que escreveu algumas das mais belas páginas do turfe nacional. Ganhou o primeiro Grande Prêmio Brasil em 1954, com El Aragonês, feito que repetiu anos depois por mais duas vezes, com Viziane, em 1970, e Terminal, em 1971. Rigoni também brilhou no Grande Prêmio São Paulo com as vitórias expressivas de Garbosa Bruleur, em 1948, e Saravan, em 1949. Dono de carisma incomum junto as multidões, em 1980 teve um filme realizado em sua homenagem pelo cineasta Paulo Sérgio de Almeida. Na televisão também participou da novela Roque Santeiro, a convite do ator e turfista, Lima Duarte. Rigoni morreu em 2.006, aos 80 anos, mas deixou para sempre na memória de quem o viu montar a certeza de que foi um fenômeno na arte de conduzir puros–sangues de corrida.

por Paulo Gama



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