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Agosto | 2010

Festa e realidade, por Milton Lodi
19/08/2010 - 10h38min

O criador José Carlos Fragoso Pires Júnior publicou no “site” Raia Leve a série histórica do movimento de apostas nos dias do GP São Paulo, desde a implantação do Plano Real. Nesses dias, nos 16 anos, os domingos do GP ofereceram 12 páreos nos 8 primeiros anos e 11 nos últimos 8. Consideradas apenas as apostas locais, o que se vê é assustador. Nesses 16 anos o movimento de apostas apresenta o de 2010 melhor apenas que em dois anos, menor pois que em treze anos. Essa prova cabal vem mostrar a crítica situação do Jockey Club de São Paulo mesmo com a farta promoção publicitária apresentada nos últimos anos. Artistas da televisão, do teatro, das artes e dos esportes, além de políticos, lá comparecem no dia, naturalmente nem sempre de forma graciosa, e isso dá ao dia do GP um clima festivo com a habitual hospitalidade. A apresentação é primorosa, tudo limpo, bem arrumado, enfeitado, flores, tudo muito bonito, mas nenhum reflexo no movimento local de apostas. Para quem gosta de festa, de eventos, o dia é ótimo ainda mais com a fidalga recepção, mas fica só nisso, o movimento de apostas sem correspondência. Considerando–se que boa parte do movimento de apostas refere–se às agências, fica a clara sensação de que há grande evasão de apostas nas agências. Como marketing é uma beleza, mas é pouco. A fragilidade do turfe paulista não fica só no hipódromo, restam em funcionamento poucos bons haras, daqueles que fizeram por muitos anos a grandeza do Jockey Club de São Paulo, embora alguns “teimosos” continuem investindo e lutando. O alarmante resultado financeiro vem se confirmando a cada ano. É claro que as agências são importantes, eu diria até que imprescindíveis desde que bem fiscalizadas, mas é no prado que se processam as corridas, é no prado que as coisas acontecem, o Jockey Club é o Hipódromo. Parece–me que uma das regras do bom economista–administrador é bem fiscalizar as fontes de receitas, afim de que haja recursos para enfrentar as despesas e os necessários investimentos. Mesmo com a minha ignorância no assunto, não acredito que esteja havendo fiscalização adequada.

O hipólogo Sergio Barcellos costuma dizer que a monumental sede no centro da cidade do Rio de Janeiro, do JCB, foi construída durante 20 anos e com a maioria dos recursos provenientes de apostas de vencedor, dupla e placê, isto é, das apostas. Aos básicos e simples tipos de apostas foram aos poucos se aduzindo outras modalidades, sempre no intuito de melhorar a arrecadação. Há mais de 70 anos foi criado o “sweepstake” por Antonio Joaquim Peixoto de Castro Júnior, então detentor da Loteria Federal, e o espetacular sucesso perdurou por muitos e muitos anos, e com uma regulamentação, que permitia inclusive dois anuais para o JCB, outros dois para o JCSP, um para o JCPR e outro para o JCRGS. Feito isso a cada ano. Agora, muitos anos depois da paralisação dos “sweepstakes” que tanto ajudavam os clubes promotores de corridas, o Jockey C1ub de São Paulo lançou o “Páreo da Sorte”, uma vitoriosa iniciativa com a mesma filosófica forma de regulamentação do “sweepstake”.

Essas considerações são fruto de observação e bom senso. A razão de ser dos Jockeys Clubs é promover corridas de cavalos, e gerenciando as apostas não podem perder, não tem como perder. Se não está havendo resposta financeira condizente, alguma coisa está errada. Os turfistas dos quatro principais hipódromos brasileiros não estão satisfeitos, pois a relação custo/prêmio é perversa, as dotações estão muito defasadas, e se no JCB seria necessário para a devida normalização pelo menos dobrar, imagine–se as calamitosas situações do JCSP, do JCPR e do JCRGS. É do conhecimento de todos o fechamento de muitos dos hipódromos menores, as dificuldades dos criadores na comercialização anual dos seus produtos, a pobreza nas Vilas Hípicas, enfim um quadro desolador, mas a atividade “apanha e resiste”, sempre na expectativa de dias melhores. A performance financeira do Jockey Club de São Paulo no dia do seu maior GP de 2010 foi triste, na mesma aparente estagnação mas, na verdade é um retrocesso, desolador.

Fica uma forte impressão de que o Jockey Club de São Paulo ainda está conseguindo se manter às custas das promoções de seus múltiplos eventos.

Festa bonita, realidade triste.

Transcrito da revista Turf Brasil



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