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Outubro | 2009

Nomes dos Calendários Clássicos Paulista e Carioca, por Milton Lodi
22/10/2009 - 10h39min

Publicada na primeira semana de dezembro de 2008, e não só em princípio de fevereiro de 2009, como no caso do Jockey Club Brasileiro, o Jockey Club de São Paulo apresentou o seu Calendário Clássico para o ano seguinte, no caso 2009. Os nomes das Provas Especiais, dos Clássicos e dos Grandes Prêmios mantêm naturalmente uma linha basicamente tradicional, homenageando datas importantes, as figuras que deram vida ao clube hípico paulista, grandes ganhadores clássicos, eventos. Naturalmente há homenagens a figuras mais contemporâneas e instituições ligadas ao turfe, e ainda a órgãos governamentais.

A Comissão de Corridas do Jockey Club de São Paulo, a meu ver equivocadamente chamada de Comissão do Turfe, tem como peça base Arthur Francisco, um handicapeur correto e competente que foi um “aluno” dedicado do saudoso “Seu” Thomazinho (Thomaz Teixeira de Assumpção Junior). Já há muitos anos que Arthur Francisco é responsável pelo setor e naturalmente participa com seus conhecimentos e experiência da preparação anual do Calendário Clássico do ano seguinte.

Entre os muitos grandes criadores que fizeram a grandeza do Jockey Club São Paulo, figuram Antenor de Lara Campos, Linneo de Paula Machado, José Paulino Nogueira, José Bonifácio Coutinho Nogueira, Henrique de Toledo Lara, Hernani Azevedo Silva; entre outros tantos. Curiosamente, os irmãos Alberto Marchioni e Dante Marchioni são homenageados como “Prova Especial Família Marchioni”.

Outro fato curioso é a supressão de “Sociedade” no Grande Prêmio de Criadores e Proprietários de Cavalos de Corrida de São Paulo. Ao contrário do que fazem os gaúchos, que mantiveram como uma de suas principais provas o Protetora do Turfe, criada há dezenas de anos para proteger os interesses do turfe no Rio Grande do Sul. Na pratica a referida organização não mais existe há muito tempo, mas sempre foi, e ainda é, prestigiada pelo Jockey Club do Rio Grande do Sul. Quando a Associação Brasileira absorveu a Sociedade, gloriosa organização responsável em grande parte pelo crescimento do turfe paulista (renascimento dos leilões, Taça de Prata, fornecimento de rações, etc), o seu Grande Prêmio deixou de ser dela, que congregou por muitos anos com rara eficiência, zelou pelos interesses dos criadores e proprietários, foi subtraído o nome “Sociedade”.

Não acho isso bonito, correto, para não falar pior, pois prefiro acreditar que houve um lapso, um mau momento, uma não propositada atitude de renegação de uma meritória sociedade.

Espero sinceramente que o Jockey Club de São Paulo corrija algum dia essa equivocada atitude.

Não é uma apreciação de cunho crítico, mas simples observação de um trabalho feito por quem de direito.

Continuando na apreciação, nota–se a falta de nomes que mereciam também ser homenageados. Como simples exemplos, Antonio Joaquim Peixoto de Castro Junior (um dos maiores criadores paulistas e brasileiros dos primórdios do turfe brasileiro), Otto e Marie Von Leithner, Marcos Polacow, os irmãos Icílo e Ilício Farelli. Tenho quase certeza que esses nomes ainda serão lembrados.

No que diz respeito ao turfe carioca, com falta de uma criação expressiva, foram incluídos também nomes de criadores paulistas, paranaenses e gaúchos. O que se nota é homenagens muito bem feitas, lúcidas, mas também algumas injustas, sem sentido, como é o caso de antigos diretores do Jockey Club Brasileiro, que nada fizeram pelo turfe, subservientes, que mesmo nunca ou quase nunca tiveram cavalos, mas que ocupam a meu ver indevidamente um lugar no calendário clássico do Jockey Club Brasileiro. Enquanto isso, nomes como Francisco de Paula Pinto, Francisco Manoel Serrador, Renato Bonaparte de Freitas, Helio Perdigão de Freitas, Inah de Moraes, Sarah de Magalhães Boetcher, esses dentre outros, não recebem a justa homenagem. Não é necessário criar nada, basta substituir nomes de indesejáveis ou não merecedores, pelos dos desejáveis e merecedores.

Volto a dizer que daqui não vão críticas, mas apenas observações de bom senso.

(Transcrito da Revista Turf Brasil n°. 299 de 26/3/09)



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