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Outubro | 2009

Raia Leve: quatro anos de um desafio em permanente ascensão, por Danyelle Rodrigues
27/10/2009 - 00h14min

Há exatos quatro anos, uma boa notícia mexeu com as emoções do público turfista nacional: o site Raia Leve foi lançado, pela ACPCPSI, no dia 27 de outubro de 2005. A idéia única e pioneira de divulgar em tempo real reportagens referentes ao turfe, ganhou espaço e reconhecimento na mídia em geral. Ainda assim, passado todo este tempo, o objetivo do site continua o mesmo de seguir vigilante na defesa permanente dos interesses de proprietários, criadores, profissionais e apostadores, heróicos resistentes da atividade no país.

A base do comprometimento do site surgiu do apaixonado turfista Carlos Zigmund Kislanov, o Zig, que juntamente com a Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro–Sangue Inglês, tornaram a informação mais viável e dinâmica, espalhando repórteres turfistas pelo país. A união destes ideais não poderia ter resultado melhor. Tanto que o Raia Leve e a ACPCPSI sejam vistos pelo público como uma coisa só.

O reflexo da iniciativa pode ser contemplado hoje, em meio à cobertura do turfe nacional (Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Pernambuco, São Vicente, Rio Grande do Sul e Campos) e internacional (Argentina, Uruguai, França, Inglaterra, EUA, Dubai, Austrália, Hong Kong, Itália, Alemanha, Canadá etc...) como um todo. O fato é confirmado pelos números. No último mês, batemos a marca espetacular de um pouco mais de 2 milhões de acessos únicos em toda a história.

Ao longo destes quatros anos, muita coisa mudou. As mudanças podem ser conferidas a qualquer instante, basta um clique. Visitantes podem encontrar na página principal do Raia Leve, por exemplo, o Quadro de Honra, aplicativo que auxilia a visualização total do histórico dos importantes páreos realizados no Rio (depois, São Paulo entrará também). Outras novidades que podem ser citadas são os vídeos das principais carreiras nacionais e internacionais, nos Destaques da Semana, o Anuário de Garanhões e a criação recente do link Resoluções que expõe as resoluções das comissões de corridas dos Jockeys Clubes do Brasil.

Mas as inovações não param por aí. A atualização por meio da comunicação eletrônica permite a busca incessante por avanços buscados pela equipe do site Raia Leve. Uma delas é o concurso de apostadores, que depois de vir sendo pensado e analisado já há algum tempo, poderá ser visualizado em breve na nossa homepage.

A vitória comemorada hoje é dedicada ao público turfista em geral, que por meio de confiança, opinião e dedicação reforça a credibilidade do veículo de notícias sobre corridas de cavalos. A equipe do site agradece a todos os leitores pela preferência e atenção dadas ao conteúdo aqui exposto diariamente.

Como parte de uma homenagem e lembrança de tudo vivido até então, segue abaixo o primeiro editorial do site, em alguns aspectos ainda infelizmente muito atual, no que se refere a todas as conquistas que o público turfista almeja ainda alcançar (e temos certeza, alcançará)".

"27 de outubro de 1995. Exatos 10 anos se passaram. Na reunião daquela longínqua sexta–feira, os cavalos correram por prêmios que haviam acabado de ser reajustados. Literalmente iguais aos que, ainda hoje, estão sendo praticados no Hipódromo da Gávea.

O salário mínimo era de R$ 100,00. Subiu para R$ 300,00. Nas vilas hípicas, a média do trato andava em torno dos R$ 500,00. Agora, a despesa não fica por menos de R$ 800,00 ? com evidente arrocho da mão–de–obra menos qualificada. E nos centros de treinamentos? Gasta–se de R$ 1.000,00 a R$ 1.500,00.

Medicamentos, serviços profissionais especializados, transporte, insumos, enfim, os itens que compõem os custos da manutenção do PSI em campanha (e também no haras) tiveram seus preços majorados ? e muito ? ao longo dos últimos 10 anos, acompanhando, no mínimo, os índices inflacionários mais conservadores.

Não é preciso uma longa análise do comportamento da Economia para se compreender o enorme sacrifício imposto aos proprietários, que permanecem na atividade movidos por um passional apego às corridas e aos cavalos. Pagando a conta do desastre provocado pelos dirigentes, são os proprietários os verdadeiros responsáveis pela continuidade do espetáculo.

O turfe no Rio de Janeiro parou no tempo. As arquibancadas estão vazias ? e não há iniciativas voltadas a reverter o quadro. Nos meses mais recentes, o movimento de apostas tem revelado total incapacidade de reação.

A ACPCPSI, por sua vez, mantém–se como permanente instrumento de alerta em relação aos males que sufocam o turfe carioca, penalizando funcionários do JCB, profissionais em geral e, claro, apostadores. A associação tem sido incansável no encaminhamento de sugestões à diretoria do clube.

Enfrentando a hostilidade gerada pela absoluta falta de diálogo presente na administração do JCB, a ACPCPSI luta para que o turfe, razão da existência do clube e fonte amealhadora do seu patrimônio, volte a merecer a prioridade assegurada, inclusive, por direito estatutário.

Lançando o RAIA LEVE, a ACPCPSI não pretende exibir combatividade. Quer, sim, principalmente, colaborar com a divulgação das corridas e da criação nacional. O turfe está banido da grande mídia. Somente através de consistentes ações de marketing iremos reconquistar parte do espaço que ocupávamos.

Assim, a comunicação eletrônica tende a ser o principal elo entre a indústria do PSI no Brasil e o seu público. A ACPCPSI quer estar ao lado dos turfistas.

Para que os próximos 10 anos sejam muito melhores.”


por Danyelle Rodrigues


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