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Agosto | 2009
Tríplices–Coroas brasileiras, por Milton Lodi 20/08/2009 - 09h29min
Já vi alguns trabalhos pretendendo unificar paralelamente as tríplices–coroas de produtos
e de potrancas, transformando em nacionais as atuais regionais cariocas e paulistas. Confesso
que não me agradei integralmente de nenhuma. A idéia de alternâncias anuais, todas as seis
provas saltando de um hipódromo para outro todos os anos, de modo conjunto ou alternado, e
ainda obrigar em duas oportunidades seguidas de viagens de 1000km de caminhão (500 de box a
box), com todos os naturais inconvenientes dos deslocamentos consumindo pelo menos uma semana
na ida, estadia e volta, isso dentro de um prazo da ordem de cinco semanas, além do rigor de
competições de alto nível, isso não me agrada.
Os "vidrados" no turfe
norte–americano não vêem dificuldades, lá há um esquema confiável normal para viagens aéreas,
permissibilidade para o uso de remédios, facilidades, mas o mesmo não ocorre aqui no Brasil.
Lá a primeira prova é em 2011 metros em hipódromo de 1600 metros de volta fechada, 15 dias
depois vem a segunda em 1900 metros, e a terceira 21 dias após a segunda em 2406 em hipódromo
com volta de 2400 metros. Em um prazo de 5 semanas disputadas as três provas, e é comum o
fracasso de um candidato na última por motivos vários, como cansaço e até conforme é do
conhecimento do turfe internacional, em 2008 atribuído pelo treinador do candidato que
publicamente informou dos remédios que habitualmente ministrava no cavalo candidato e que
para a última prova não tinha dado (até o congresso norte–americano teve que se mexer), entre
outros.
No Chile há três hipódromos de primeiro padrão, dois em Santiago e um em Viña
Del Mar, distante uma hora por rodovia. A primeira prova é em 1600 metros em pista de grama
com o páreo sendo corrido no sentido contrário ao habitual brasileiro, o segundo em 2000
metros em areia e no sentido normal, e o terceiro em um outro hipódromo em 2400 metros na
grama (Derby) em sentido normal.
Na Argentina, a primeira prova da Tríplice nacional é
em 1600 metros na areia de Palermo, a segunda em 2000 na grama de San Isidro, e a terceira em
2406 na areia de Palermo (o derby nacional). O Hipódromo de Palermo dista do de San Isidro
menos de uma hora por rodovia.
Como se vê, alternâncias anuais de hipódromos ou duas
provas seguidas no mesmo hipódromo são e foram sempre não cabíveis, não utilizadas,
inteligentemente afastadas, repelidas.
Partindo–se do salutar entendimento de que
alternâncias anuais e provas seguidas no mesmo hipódromo são abomináveis, vamos verificar da
realidade brasileira no caso. O Derby paulista é tradicional, firmou–se através dos muitos
anos como prova altamente seletiva, na prática uma prova mais importante que o próprio Grande
Prêmio São Paulo. Deslocar o Derby paulista de suas tradições e importância seria um
contrasenso. Passando a denominação de " G. P. Derby Paulista" para simplesmente
"Derby Brasileiro" haveria justiça e respeito. Sendo o Derby a 3ª prova, a primeira
também seria em São Paulo, o atual tradicional G. P. Ipiranga em 1600 metros, com o mesmo ou
outro nome. Ficaria o Rio de Janeiro com a segunda prova da Tríplice–Coroa brasileira de
produtos, em 2000 metros, e eu alvitraria o nome de cunho nacional Cruzeiro do Sul (atual
nome do Derby carioca).
No que diz respeito à Tríplice–Coroa das potrancas, o Diana
seria a terceira prova e corrida no Rio, em 2000 metros, e naturalmente ficaria no Rio a
primeira prova das potrancas, em 1600, cabendo a segunda a São Paulo, em 1800 metros. A minha
sugestão para os nomes das duas primeiras provas seria Corcovado e Criadores. Consultando o
calendário, 2010, e deixando os meses de julho e agosto para uma Taça de Prata com o
regulamento original, aquele responsável pelo enorme sucesso nacional que não se repetiu com
as equivocadas alterações regulamentares, ema boa proposta seria a seguinte:
–
Tríplice Coroa de Produtos:
1ª – São Paulo, sábado, 11 de setembro, 1600
grama – G. P. Ipiranga; 2ª – Rio, domingo, 17 de outubro, 2000 grama – G. P. Cruzeiro do
Sul; 3ª – São Paulo, sábado, 19 de novembro, 2400 grama – Derby
Brasileiro.
– Tríplice Coroa de Potrancas:
1ª – Rio, domingo,
05 de setembro, 1600 grama – G. P. Corcovado; 2ª – São Paulo, sábado – 09 de outubro, 1800
grama – G. P. Criadores; 3ª – Rio, domingo, 14 de novembro, 2000 grama – G. P.
Diana.
Sempre com cinco semanas de intervalo, os intervalos ideais são de 5 ou 6
semanas, sem estresses com viagens repetidas, sem alternâncias anuais, complicando o simples,
o Derby Brasileiro em São Paulo por merecimento, o Rio com o Diana, com tempo necessário para
viagens, recuperação, para reinício dos treinamentos. Tudo fluindo com tranqüilidade e
harmonia.
Em ultimíssimo caso, se vier a surgir obstáculos movidos por vaidades, por
fúteis intransigências, ou mesmo por falta de compreensão e bom senso, poderia ainda ser
alvitrada não Tríplices–Coroas, mas Quádruplas, bastando para isso o acréscimo na de produtos
de um páreo de 2800 metros na Gávea e um para as potrancas em 2400 metros para ser corrido em
São Paulo. Mas essa idéia de Quádruplas seria conseqüência de intransigências, uma
acomodação.
Se é para preparar um programa diferente do sugerido, um à base do
"pula–pula" e do estresse é melhor deixar como está, cada um com as suas Tríplices
regionais.
(Transcrito da Revista Turf–Brasil n° 295, de
26.02.09) |

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