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Julho | 2009
Suspensões por
medicação, por Milton Lodi 23/07/2009 - 13h41min
O objetivo principal do Código Nacional de Corridas é
disciplinar as corridas. Concessões de matrículas, organização dos programas, e também
punição para os profissionais, para aqueles que burlam e/ou desrespeitam os ditames do
Código.
Não é a Comissão de Corridas ou outro órgão do Clube que pune, as autoridades
apuram o eventual ilícito e enquadram no Código Nacional de Corridas, e é esse que pune, que
determina a sanção.
No meio turfístico uma boa parte dos proprietários e dos
profissionais do turfe sabe quem são os inocentes e os culpados, os bons e os ruins, os
cumpridores e os respeitadores dos regulamentos e os transgressores. Mas de vez em quando há
surpresas. Na Gávea, dois treinadores que gozam dos melhores conceitos, foram suspensos por
aplicação de substâncias proibidas.
Os dois treinadores em questão são pessoalmente de
bom padrão, sabem que têm que respeitar a ciência dos sofisticados aparelhos antidopagem,
eles estão com as cocheiras cheias, estão ganhando corridas, e juram inocência, apesar das
evidências dos exames mostrando às vezes até doses absurdas dos remédios ministrados. Como é
que se poderia explicar isso?
Não é difícil encontrar–se o fio da meada. Na cultura
turfística brasileira, os proprietários e os treinadores se limitam a não dar e não mandar
dar os tais remédios proibidos. Mas é pouco, falta ainda não deixar dar. Mas como pode isso
ser impedido?
Compete aos treinadores cuidar dos animais, e chamar um veterinário
quando entender ser isso necessário. Mas não é isso o que normalmente acontece, o treinador
resolve dar remédios por experiência própria, ou por ouvir falar, ou por leitura de bulas,
enfim, resolve assumir pessoalmente que na verdade seria não dele, mais de um veterinário. E
normalmente, ou pelo menos muitas vezes, não dá pessoalmente o remédio, manda um
segundo–gerente ou mesmo um cavalariço aplicar uma injeção ou colocar no cocho da ração
aquilo que ele julga necessário. Essa prática entra na rotina, diariamente seringas circulam
pelas cocheiras em mãos inabilitadas, e não é de se surpreender que um cavalariço surge dando
uma medicação que deveria parar de ser dada pelo menos uma semana antes da prevista corrida.
Esse caso fica evidenciado quando um treinador que é confiável, declara que o remédio parou
de ser dado mais de dez dias antes, mas ele na verdade não sabe que as seringas continuam
circulando diariamente, em mãos até honestas, mas absolutamente inadequadas.
Essas
aparentes injustas punições são na verdade muito justas, pois além de se referirem a
evidentes transgressões ao Código Nacional de Corridas, chegam até alterar resultados normal
de páreos. E a culpa é do treinador, pois se por um lado ele não dá e nem manda dar, por
outro lado ele permite que seja dado, por omissão dele, pelo costume de permitir que pessoas
inabilitadas dêem remédios aos cavalos que estão aos seus cuidados e sob sua
responsabilidade.
Mas o que fazer para acabar com isso, com essas aparentes injustiças
que na verdade são mais do que justas? É simples, basta o treinador se conscientizar que
remédios só podem ser dados ou por um veterinário de confiança ou pelo próprio treinador. A
farmácia da cocheira tem que estar sempre fechada, a chave no bolso do treinador, e só ele,
pessoalmente, pode lá entrar e manipular os remédios. Segundos–gerentes e cavalariços que
cuidem de afazeres longe dos remédios, que são da atribuição única e exclusiva do próprio
treinador, que é o responsável.
E se mesmo assim surgir um animal medicado e o
treinador declara–se inocente, então é chamar a polícia.
Os treinadores que não
desejam correr o risco de serem surpreendidos por medicações que eles não deram, devem
começar fechando a farmácia, colocar a chave no bolso, e só lá entrar quando for buscar um
remédio que ele próprio vai dar.
(Transcrito da Revista Turf
Brasil, n°. 287, de 1°/1/09) |

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