























Valparaiso - Stud Blue Mountain
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Like It Hot - Stud Verde
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Núcleo Terrestre - Stud H & R
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Oviedo - Stud H & R
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Night Street - Stud Dona Cecília
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Tenuta Poggione - Haras do Morro
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Off the Curve - Stud H & R
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Sonho Bom - Stud H & R
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Online - Stud Verde
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Olympic Maurren - Stud H & R
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Oteque - Stud H & R
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Kempes Love - Stud Verde
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The Lord - Stud H & R
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Submarino - Haras Figueira do Lago
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Ronigol - Stud Verde
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Sargent Pepper - Stud H & R
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Spartan Lius - Coudelaria Atafona
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No More Trick - Stud H & R
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Spartan Lius - Coudelaria Atafona
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Dreamer Winner - Haras Iposeiras
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Ronigol - Stud Verde
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Maryland - Stud Verde
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Jeep do Jaguarete - Coudelaria Jéssica
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Meu Amor Maior - Stud 13 de Recife
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Le Gonfalon - Stud Verde
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Minuxa - Haras Depiguá
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Olympic Orkut - Stud H & R
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Só Te Peço Amor - Stud Verde
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Ronigol - Stud Verde
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Papa-Léguas - Stud H & R
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Janeiro | 2009
Pequenas
Comparações, por Milton Lodi 16/01/2009 - 01h02min
O ano de 2008 chegou ao final com números
interessantes, no que diz respeito às dotações das principais provas dos quatro melhores
clubes brasileiros promotores de corridas.
Naturalmente, na análise dos prêmios
distribuídos, têm que ser levados em conta os dinheiros dos próprios clubes e de eventuais
patrocínios, e não ser considerado o referente ao abominável “added”, que sai do bolso dos
próprios proprietários (o tal “added” corre diretamente dos bolsos de proprietários para
proprietários), e ainda considerado pelos clubes como um adicional em paralelo que na verdade
ocasiona um substancial prejuízo para a maioria dos inscritores.
Em relação às
dotações (dinheiro do clube e de eventual patrocínio) para os proprietários dos vencedores,
assim se apresentaram os clubes.
1– G.P.Brasil realizado em 03.08.08– R$
200.000,00 ao proprietário do 1° colocado. 2– G.P. São Paulo, realizado em 18.05.08–
R$ 60.000,00 ao proprietário do 1° colocado. 3– G.P.Paraná realizado em 07.12.08–R$
30.000,00 ao proprietário do 1° colocado. 4– GP Bento Gonçalves em 13.11.08–R$
18.000,00 ao proprietário do 1° colocado.
O absurdo do tal “added” mascara os
verdadeiros números. Os proprietários inscritores são obrigados a pagar taxas absurdas,
abusivas. Por mero exemplo, no GPPr a taxa foi de R$ 3.000,00, o que representa 10% da
dotação do 1° colocado, sendo metade para reforçar as dotações e outra metade em
aposta.
Isso quer dizer que, com 14 animais inscritos, 5 recebem um adicional nas
dotações e 9 aumentam o prejuízo. E mais, dos R$ 1.500,00 correspondentes à parte das
apostas, um proprietário ganha e 13 perdem. Com R$ 1.500,00 de cada um dos inscritos
perdedores o clube “engorda” mais R$ 19.500,00, às custas de apostas forçadas,
obrigatórias.
O pior desse abominável “added” é obrigar o inscritor a pagar taxas
absurdas sob pena de não ter aceitada a inscrição do seu cavalo.
Nos Estados Unidos os
clubes promotores de corridas são particulares, são “business”, existem para ganhar dinheiro,
por lucros, e o “added” foi inventado para haver atraente maior distribuição de prêmios sem
que os bolsos dos donos dos clubes sejam mexidos. Essa prática seria absurda no Brasil, onde
os clubes por Lei não são “business”, mas na verdade é incrível a fascinação que tem o turfe
brasileiro por tudo que vem dos Estados Unidos no sentido de transformar o turfe em
circo.
O G.P.Paraná foi um mero exemplo, o que ocorreu no GP São Paulo foi ainda mais
gritante, os proprietários desembolsando mais que o próprio clube. É uma loucura, um
despropósito assistido e participado pelos proprietários.
Será que algum dia alguém
vai se dar conta que o inimigo do proprietário, o tal “added”, tem que ser extinto? O curioso
é que os defensores do detestável “added” alegam que é uma forma de impedir que animais de
menor qualidade corram os melhores páreos, quando na verdade os melhores e os piores
continuam a terem os “added” pagos, pois não depende da qualidade dos animais mas dos bolsos
dos mais e dos menos abonados. A divisória é a qualidade financeira dos proprietários e não a
qualidade técnica dos animais.
Eu não posso dizer que as dotações dos G.P.Brasil, São
Paulo, Paraná e Bento Gonçalves, isto é, 200–60–30–18, correspondem a uma seqüência real, de
acordo com a grandeza individual atual de cada um dos quatro clubes, mas na verdade, no meu
entender, nas circunstâncias, fizeram bonito a Gávea e o Tarumã, e o mesmo não se podendo
dizer de Cidade Jardim e Cristal.
Foi a fraqueza financeira dos clubes que deu margem
à vida do “added”, pois se as dotações fossem compensadoras não haveria porque os próprios
proprietários terem que arcar com mais prejuízos. Os clubes apresentam–se como mais fortes,
às custas de maior prejuízo dos proprietários.
Tenho medo que eventualmente um clube
resolva fazer pesquisas de opinião a respeito da conveniência ou não em manter o tal “added”,
e isso porque uma consulta à comunidade turfística estaria fadada ao insucesso. A maioria
pensa que sabe, quer dar palpites, mas não sabe, quem sabe é a minoria pensante, de
conhecedores, e dentro dessa minoria meia dúzia de mais afeitos ao problema poderiam ou
deveriam discutir e eventualmente decidir, ou pelo menos emitir opinião. O assunto é sério,
não há lugar para “achismos”.
Para aqueles que julgam que o eventual cancelamento do
“added” iria provocar um número exagerado de inscrições, lembro que há um regulamento muito
bem feito pelo JCSP e posteriormente adotado pelo JCB, que técnica e objetivamente determina
a ordem preferencial. Não é uma aferição de qualidades, o que daria margem a subjetividade,
mas uma aferição de resultados, objetiva.
Uma outra idéia que poderia surgir seria
ouvir a opinião dos studs que habitualmente pagam “addeds” para correrem os seus animais. A
opinião deles não pode ser a mais importante, a mais definitiva, pois não seria o caso de
opiniões calcadas em interesses financeiros, não é opinião de um ou de outro, mas de uma
análise técnica, objetiva, estudada sob o prisma de ser ou não correta a aplicação de uma
prática que prejudica a maioria, que aumenta o prejuízo da maioria, que para “fantasiar” uma
situação não verdadeira se utiliza de conceitos financeiros em detrimento dos
técnicos.
O turfe brasileiro tem que se livrar desse detestável “added”. |

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 13.377 |
 12.844 |













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