























Valparaiso - Stud Blue Mountain
|

Like It Hot - Stud Verde
|

Núcleo Terrestre - Stud H & R
|

Oviedo - Stud H & R
|

Night Street - Stud Dona Cecília
|

Tenuta Poggione - Haras do Morro
|

Off the Curve - Stud H & R
|

Sonho Bom - Stud H & R
|

Online - Stud Verde
|

Olympic Maurren - Stud H & R
|

Oteque - Stud H & R
|

Kempes Love - Stud Verde
|

The Lord - Stud H & R
|

Submarino - Haras Figueira do Lago
|

Ronigol - Stud Verde
|

Sargent Pepper - Stud H & R
|

Spartan Lius - Coudelaria Atafona
|

No More Trick - Stud H & R
|

Spartan Lius - Coudelaria Atafona
|

Dreamer Winner - Haras Iposeiras
|

Ronigol - Stud Verde
|

Maryland - Stud Verde
|

Jeep do Jaguarete - Coudelaria Jéssica
|

Meu Amor Maior - Stud 13 de Recife
|

Le Gonfalon - Stud Verde
|

Minuxa - Haras Depiguá
|

Olympic Orkut - Stud H & R
|

Só Te Peço Amor - Stud Verde
|

Ronigol - Stud Verde
|

Papa-Léguas - Stud H & R
|
|
|






Dezembro | 2008
Comentários sobre a programação clássica 2009 04/12/2008 - 11h00min
A Comissão de
Corridas do Jockey Club Brasileiro vem de concluir o projeto da programação clássica para a
temporada 2009. Parece oportuno comentar certos aspectos do documento, certamente um dos mais
importantes do turfe. Como se segue.
A programação clássica – com os inúmeros detalhes
nela contidos – interessa de perto a todos aqueles que vivem o esporte no seu dia a dia,
sejam proprietários, criadores e o público em geral. Mas é aos treinadores de cavalos de
corrida que ela se destina de modo particular. Conhecê–la em profundidade pode ajudar a
inscrever na distância, pista, turma e "timing" certos, sem deixar–se levar pelo
impulso ou ter que recorrer à improvisação.
Na verdade, é a perfeita noção de como
funciona o conjunto da programação clássica – aliada à capacidade de dominar suas múltiplas
combinações e possibilidades – que distingue os grandes profissionais do treinamento, aqui e
alhures. O’Brien, Head e Boutin viviam com ela debaixo do braço. Tesio a transformou em livro
de cabeceira. E seus cavalos imortais sempre agradeceram tanto zelo e
interesse.
Conceitos
O calendário clássico da Gávea para 2009
foi construído com base em 6 (seis) conceitos:
(1) Evolução lenta e gradual das
distâncias das provas destinadas aos juvenis, assim entendidos como os potros e potrancas de
2 anos de idade, evitando–se saltos e lacunas que tendem a prejudicar sua
iniciação.
(2) Retorno aos nomes e às características das provas tradicionais do turfe
do Rio de Janeiro (caso, por exemplo, dos GP’s Dezesseis de Julho, Cordeiro da Graça, Nelson
e Roberto Grimaldi Seabra – Taça OSAF, etc etc.).
(3) Adesão ao paradigma universal
das “chamadas restritivas”, no que diz respeito às Listed Races e Provas Especiais. Dois são
os objetivos: (a) tornar mais equânime a disputa entre os concorrentes, através do manejo
racional das tabelas de peso; e (b) dar oportunidade de expressão àqueles animais que se
situam alguns furos abaixo do padrão clássico.
(4) Reintrodução da idéia de
"meeting" ou "festival" (vide exemplos de Ascot e da semana do GP do Arco
do Triunfo) por ocasião das grandes datas do JCB, tais como a semana do GP Brasil, em agosto,
e a do GP Cruzeiro do Sul (Derby carioca), em abril de 2009. Em ambos os casos, há vários
clássicos tendo o "Brasil 2009" e o Derby como âncoras, circunstância que contribui
para aumentar o interesse do público e da mídia especializada, abrindo maiores perspectivas
ao patrocínio das provas.
(5) Organização das provas preparatórias dos grandes eventos
de Grupo I, respeitada a antecedência padrão mínima de 21 dias (3 semanas) entre os testes
preparatórios e os eventos em si.
(6) Criação de duas novas Taças no segundo semestre,
denominadas respectivamente de Taça de Ouro e Taça de Prata, e destinadas aos animais de 4
anos e mais idade, machos e fêmeas, como forma de captar e manter o interesse do público – da
semana do GP Brasil até o final da temporada, em dezembro. As mencionadas Taças usam o
conjunto de três tradicionais provas de Grupo já existentes, há anos, no calendário do
JCB.
Eis aí, os seis conceitos básicos que orientam a Programação Clássica 2009 da
Gávea.
É bem de ver que uma leitura atenta do documento, pode servir para revelar a
existência de não apenas um único teste preparatório para os grandes eventos de Grupo
I.
De fato, existem outras possibilidades dentro do calendário clássico que ensejam a
escalada gradual do treinamento dos animais, visando sua participação nas provas de elite do
turfe brasileiro, seja no Rio de Janeiro, seja em São Paulo. Um estudo mais atento do projeto
revelará este fato.
Programação clássica e programação
normal
Tendo em vista que a programação clássica é o eixo em torno do qual
deve ser montada a programação normal de corridas de qualquer Jockey Club, torna–se
necessário que a segunda esteja em consonância com a primeira.
Raríssimos são os
cavalos que conseguem se expressar na plenitude de sua classe, assim que pisam uma pista de
corrida. Estes, quando existem, são a exceção da exceção. Mesmo aqueles considerados acima da
média da raça, precisam, todos eles, de um determinado tempo de maturação. Na natureza, como
é sabido, nada ocorre aos saltos.
Isso implica dizer que o caminho para a pirâmide
clássica – principalmente no caso dos animais de 2 e 3 anos de idade – passa necessariamente
pela existência de uma programação semanal de corridas que contenha, na medida e no ritmo
certos, todos os degraus que levam à elite dos competidores de alta performance.
Numa
palavra, a construção da programação normal, ou seja, o dia a dia do turfe, deve servir de
apoio e levar em conta prioritariamente a existência da programação clássica. Qualquer
eventual conflito entre as duas, só serviria para inibir esta
possibilidade.
Equilíbrio e consistência
Como toda estrutura
montada em torno de uma série de eventos ligados entre si, com o detalhe de serem limitados a
um determinado espaço de tempo (o ano–hípico), uma programação clássica racional não admite
mudanças adjetivas, sob pena de desequilibrar todo o conjunto. Tampouco, ela é feita para
servir a qualquer interesse particular. A experiência com o assunto, tem demonstrado que no
competitivo mundo do turfe, a melhor conduta é sempre a das regras claras e da completa
isenção.
Assim, embora seja possível ponderar sobre alguns de seus conceitos, e
eventualmente introduzir futuras melhorias no trabalho – a rigor, qualquer documento é
passível de refinamento – o grande cuidado, no caso, deve ser o de evitar a perda de sua
consistência.
Uma programação clássica que se preze, deve funcionar, guardadas as
devidas proporções, como uma espécie de sistema planetário onde tudo gira, com implacável
equilíbrio, em torno do sol dos grandes testes seletivos do turfe.
Afinal, foi para
revelar os melhores em cada geração que este esporte foi criado. E é assim que funciona toda
a indústria do puro–sangue de corridas até hoje, desde que os ingleses montaram sua primeira
programação clássica nos idos do século XIX.
por Sergio
Barcellos Transcrito do Site do JCB |

|
|




 13.377 |
 12.844 |













 Coudelaria Atafona
 Coudelaria FBL
 Coudelaria Intimate Friends
 Coudelaria Jessica
 Coudelaria Pelotense
 Haras Clark Leite
 Haras Iposeiras
 Haras Depigua
 Haras Figueira do Lago
 Haras do Morro
 Haras Old Friends
 Haras Planície (In memoriam)
 Haras Vale do Stucky (In memoriam)
 Jorge Olympio Teixeira dos Santos
 Ronaldo Cramer Moraes Veiga (In memoriam)
 Stud Brocoió
 Stud Cajuli
 Stud Capitão (In memoriam)
 Stud Cariri do Recife
 Stud Cezzane (In memoriam)
 Stud Elle Et Moi (In memoriam)
 Stud Embalagem
 Stud Everest (In memoriam)
 Stud Gold Black
 Stud H & R
 Stud Hulk
 Stud Ilse
 Stud La Nave Va
 Stud Palura
 Stud Quando Será?
 Stud Recanto do Derby
 Stud Rotterdam
 Stud Spumao
 Stud Terceira Margem
 Stud Turfe
 Stud Verde
 Stud Wall Street
 Oscar Colombo (In memoriam)
 Stud Novo Muriqui (In memoriam)
 Haras The Best (In memoriam)
|