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Bem conduzido por Celso Dias Carvalho, e apresentado em estado atlético exuberante por R. Fernandes, Pra Ser Feliz, um filho de Emcee e Já Sou Feliz, por Wild Event, de criação do Haras Santa Maria de Araras, e propriedade do Haras Raiz da Serra, do Rio de Janeiro, cujo titular Engº Paulo César, deve ter vibrado muito com a vitória de sua potranca, que levou a melhor no Clássico J. A. Flores da Cunha, e assumiu a liderança da nova geração de produtos de 2 anos, no Hipódromo do Cristal.
Pra Ser Feliz, é neta materna de Requebra, que em 2007, 2008 e 2009, dominou e venceu diversas provas de grupo de velocidade da Gávea. Requebra ganhou o GP Major Suckow em 2008.
A distância foi de 1100 metros e o tempo de 1m07s70.
Na largada, o favorito Tavari, com Jacob Garcia, pulou na terceira colocação, e foi ultrapassado por Ungaré (segunda força) e Pra Ser Feliz (terceira força).
E assim vieram até o final da curva.

Logo no início da reta, Pra Ser Feliz, pela baliza 2, já foi se apresentando e tomando a ponta de Ungaré, montado por K. Gonçalves que corria junto a cerca, e o favorito Tavari com Jacob Garcia em terceiro. Mas Ungaré resistiu e voltou por dentro, e assim passaram a brigar, e nos 100 metros finais, Pra Ser Feliz consegue se desprender de Ungaré e vence por meio corpo.
Este detalhe da largada foi importante, pois os mais velozes decidiram a carreira até os metros finais, e Tavari se aproximou deles, mas não conseguiu ameaçar nem a primeira posição final de Pra Ser Feliz, e nem, a segunda colocação de Ungaré.
Buddy, que era disparado o maior azar do páreo, e que atuou no último posto, conseguiu ultrapassar Joyfull Thunder e ficar com a quarta colocação, mas ambos pareceram ser bem inferiores aos três primeiros colocados.
O Movimento de apostas foi de R$ 30.674,86
Veja o replay do Clássico J. A. Flores da Cunha:
https://www.youtube.com/watch?v=–Hb03kt6Lug
Da Redação