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A péssima notícia para o turfe carioca logo se espalhou pelo Rio de Janeiro e pelo Brasil.
O turfe carrega mais duas perdas, uma de vida e profissionalismo de um jóquei exemplo e outra de imagem, quando só somos lembrados pelas tragédias.
Assim foi também com o aprendiz de 4ª, J. Pavoski em 17 de dezembro de 2025, após ficar mais de uma semana entre a vida e a morte em um leito de hospital.
Imediatamente a mídia externa – de que tanto precisamos para dar as boas notícias do turfe, mas que não aparecem e nem são estimuladas por nós mesmos – chega rapidamente para informar ao mundo a morte de jovem jóquei prodígio Leandro Henrique, formado nos pôneis pernambucanos e que veio tentar a sorte como aprendiz na Gávea. Veio e venceu, ao contrário de muitos outros.
O Globo, em que o JCB cede a cada ano, a preço vil, o peão do prado para seus eventos, a Band, O Dia e muitas mídias digitais, dão destaque em suas notícias da morte do jóquei.
As boas notícias, os Grandes Prêmios, o Clássicos, o record de vitórias batido seguidamente por Jorge Ricardo, não ganham nem um rodapé em qualquer canto de mídia.
Tem algo de muito errado nisso, e é revoltante essa situação.
Por quê sempre contra nós ?
Da Redação