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Com 12 triunfos conquistados, nas 41 edições anteriores do Clássico Associação Latino–americana de Jockeys Clubs já realizadas, o turfe brasileiro lidera o ranking de países sul–americanos ganhadores da competição. Portanto, se Olympic Oman, do Stud Sampaio, ou, Pivot Central, do Haras Fazenda Boa Vista, representantes nacionais, conquistarem a prova de domingo no Hipódromo de Monterrico, no Peru, a vantagem será ampliada. Em caso de triunfo de outro país, o Brasil ainda não será alcançado na história da competição.
No segundo lugar, com 10 vitórias, estão empatados o turfe chileno com o peruano. Ou seja, o Chile, com três concorrentes, e, o Peru, com sete, mesmo em caso de vencer a prova no próximo domingo só chegam a 11 conquistas. A Argentina ganhou a prova sete vezes, e possui dois candidatos, e, o Uruguai, com apenas um, só soma dois triunfos no Latino.
No mesmo caso está o jóquei recordista mundial, Jorge Ricardo, com 13.370 vitórias. Ricardinho não tem montarias este ano na 42ª edição do Latino, mas ele é o único com cinco vitórias, Much Better, duas vezes, Falcon Jet, Jimwaki e Good Report. Carlos Trujillo, piloto peruano ganhou a prova três vezes, e domingo monta Padre Roberto, do Stud Jet Set. Mas, em caso de triunfo só irá obter o quarto triunfo, e ficará atrás do brasileiro.
Much Better, do Stud TNT, foi o único cavalo a vencer a prova duas vezes, em 1994 e 1996, e Obataye tivesse sido inscrito poderia igualar o seu feito, mas foi eliminado na seletiva por Pivot Central. O saudoso treinador, João Luiz Maciel, falecido em 1996, ganhou o Latino em três oportunidades com Falcon Jet, em 1991, e Much Better, em 1994 e 1996. Tinha apenas 33 anos naquela época. O turfe brasileiro tem presença marcante na história da prova.
Da Redação