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Setembro | 2020

Páreo Corrido, por Paulo Gama
28/09/2020 - 13h39min

FELIZ ANIVERSÁRIO PARA VENÂNCIO NAHID

Na próxima quarta–feira, dia 30 de setembro, Venâncio Nahid completa 60 anos. O triunfo de Pimper’s Paradise, do Haras Doce Vale, no Grande Prêmio Brasil de 2020, foi o sexto do consagrado treinador na história de suas participações na prova mais importante do turfe nacional. Anteriormente, ele já havia escrito o seu nome na galeria de vencedores por cinco vezes, através de Flying Finn, do Stud Numy, em 1990, quando tinha, então, 30 anos, Velodrome, do Haras Dar–El–Salam, em 2005, Jeune–Turc, do Stud CED, em 2009, Barolo, do Haras Santa Rita da Serra, em 2015, e My Cherie Amour, do Haras Doce Vale, em 2016. Portanto, não precisa ser bom aluno em Matemática, para concluir que Venâncio possui um Grande Prêmio Brasil para cada década de vida. E, outros virão, naturalmente.

No galope de apresentação, o pensionista de Venâncio deixou claro para os adversários que ostentava o auge da forma atlética. Parecia ser mera formalidade o percurso de 2.400 metros. E foi. Bem conduzido por Alexandre Correia, o popular "Tampinha", num final de semana irretocável, o craque do Haras Doce Vale correu na sétima colocação a maior parte do percurso. Não se preocupou com o ritmo cadenciado da prova. Era possível perceber que o seu piloto procurava ficar sempre por fora, afim de evitar percalços. Caminho livre, e Pimper’s Paradise se aproximou de forma gradativa. Com sua aceleração da mais absoluta exceção, dominou a prova e aparou sem maiores dificuldades o avanço de Olympic Impact, do Stud Habeas Corpus, que formou a dupla em mais uma atuação destacada. George Washington, do Stud Happy Again, completou a trifeta, e Abu Dhabi, do Haras das Estrelas, o placar.

Filho do saudoso treinador, Alberto Nahid, Venâncio, apelidado pelo próprio pai de Neném, construiu através dos anos uma carreira sólida, vitoriosa e expressiva. Dedicado ao trabalho, gentil com os seus comandados, cavalariços, segundos–gerentes e redeadores, Venâncio tem a sensibilidade dos grandes mestres na arte de treinar cavalos de corrida. Durante toda a preparação, ele nunca teve dúvida de que o sucesso de Pimper’s Paradise aconteceria, pois, segundo ele próprio, era o cavalo, entre tantos craques que treinou, que mais lhe havia impressionado pela capacidade de correr. A sua única preocupação era que todo o processo de treinamentos acontecesse sem percalços ou contratempos, algo comum com puros–sangues de corrida. E o hexacampeonato veio. Belo presente de aniversário do destino para um homem íntegro, atencioso, doce e com rara motivação para o trabalho. Parabéns!

ALEXANDRE CORREIA EM OUTRO PATAMAR

Os apelidos são comuns no futebol. Alguns deles são espirituosos e agradam aos torcedores e até aos próprios donos destes apelidos. No turfe, nem sempre acontece a mesma coisa. Devido ao corpo franzino e a pouca altura, coisa para lá de comum em homens que precisam ter peso pluma para montar cavalos de corrida, os jóqueis convivem sempre com o diminutivo. É o caso do jóquei Alexandre Correia, carinhosamente chamado pelos colegas de "Tampinha". Desde que nasceu, o pequeno "Tampinha", nunca teve um final de semana em que tenha se sentido tão gigante. No sábado, no dorso de Perigoosa, do Haras Doce Vale, esteve impecável para vencer o GP Roberto e Nelson Grimaldi Seabra. Era o passaporte para ganhar confiança, atitude e perseverança para, no dia seguinte, no dorso do craque Pimper’s Paradise, mudar a sua careira profissional de patamar. E Alexandre Correia não titubeou. Correu como um príncipe e, a partir de agora, muita gente vai deixar de chama–lo de Tampinha. Afinal, o seu nome, Alexandre, batizou um dos maiores conquistadores da história, Alexandre, o Grande, rei da Macedônia, que em 33 anos de vida conquistou gigantesco império e é considerado o maior líder militar da Antiguidade.

RICARDINHO ABRIU A JORNADA DO FESTIVAL

’São 13 mil vitórias do profissional! Do cara! Do gênio! De Jorge Antônio Ricardo. Cruzam a faixa final! ", resumiu, em narração emocionante e impecável, nos 100 metros finais, o locutor Thiago Guedes. De ponta a ponta, no dorso de Gloriosa Negra, de propriedade de Hélio Santos Frota, e treinada por Daniel Peres, Jorge Ricardo abriu a semana do Grande Prêmio Brasil, na sexta–feira, bem ao seu estilo, de ponta a ponta, e sem deixar problema a ser resolvido para depois. Um momento mágico do campeão, ao lado da família, dos filhos, Jorge Antônio, Nicole, Giovana e Luana, da mulher, Renata, e da irmã, Jucilei. A torcida de todos é para que ele decida ficar no Brasil, no Rio de Janeiro e em nossos corações por mais tempo.

ROBERTO SOLANÊS, O REI DA MILHA

Na inscrição ousada e vitoriosa de Olympic Jhonsnow, do Haras Regina, no Grande Prêmio Presidente da República, o treinador Roberto Solanês foi o segundo hexampeão da tarde. A exemplo do que aconteceu com Venâncio Nahid, com relação do GP Brasil, Beto obteve o sexto triunfo na milha internacional carioca. Ele havia conquistado a prova anteriormente com Olympic Election, em 2009, Conclusivo, em 2012, Maltês, em 2013, e Invader, por duas vezes, em 2016 e 2918. A inscrição foi corajosa, pois o potro havia saído do perdedor recentemente, mas o fez com autoridade e numa marca expressiva. Nos treinos seguiu em evolução e houve o consenso de que merecia a oportunidade de tentar a consagração.

JOQUEADA DA SEMANA

Era muita responsabilidade. Porém, Alexandre Correia tinha plena consciência que montava um cavalo da mais absoluta exceção, Pimper’s Paradise. Por isso, procurou ter a atitude humilde de ser mero coadjuvante. Fez um feijão com arroz dos mais bem temperados no dorso do campeão do Grande Prêmio Brasil de 2020. E o triunfo veio de forma tranquila, como devem ser os triunfos dos grandes campeões. Jóquei com pouca mídia, apesar de montar com absoluta regularidade, talvez "Tampinha" possa ser mais valorizado agora, por proprietários e treinadores, como aconteceu com o staff do Haras Doce Vale, que lhe a chance e ele a agarrou.

PERSONAGENS

Numa semana de vários brilhos individuais, Venâncio Nahid merece o destaque maior por conquistar o Grande Prêmio Brasil pela sexta vez em sua carreira. Pimper’s Paradise foi o puro–sangue melhor apresentado. Nenhum cavalo estava mais bonito do que ele. Vale uma menção honrosa para Roberto Solanês, que fez o mesmo na milha internacional. Os jóqueis Alexandre Correia e Will Xavier foram perfeitos nas duas direções. Roberto Morgado Neto e Marcelo Gonçalves brilharam no Grande Prêmio Major Suckow, com Gata Y Flor, da Coudelaria Esmeralda, Luís Esteves e Henderson Fernandes, no Grande Prêmio Lineu de Paula Machado, Grande Criterium, com Oberyn, do Stud Happy Again. E, de novo, a dupla Venâncio de A. Correia com Perigoosa, no GP Roberto e Nélson Grimaldi Seabra.  Durante a semana falaremos das outras provas clássicas e de seus heróis. 



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