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Julho | 2018

Páreo Corrido, por Paulo Gama
10/07/2018 - 10h12min

TRISTEZA, POR FAVOR VÁ EMBORA...

No último domingo à tarde, como de costume, eu estava sentado na varanda da Tribuna Social do Hipódromo da Gávea, perto do Padoque, onde os cavalos caminham antes de sair para o cânter. Do meu lado, o treinador, Breno Piovesan, e o turfista Nei Petrochinski, conversavam animadamente sobre os bons tempos do turfe paulista. Breno, que durante muitos anos exerceu a profissão no prado de Cidade Jardim, entre uma gargalhada e outra relembrava casos e histórias de profissionais de turfe daquele período, páreos inesquecíveis e puros-sangues importantes. Nei, dono de memória prodigiosa, fazia observações interessantes e aparava arestas quando algum detalhe fugia da minha memória e do Breno. Helinho Magro, do Stud Love, sentado na mesa ao lado, levantou-se e também participou do bate-papo. Turfista com nítida preferência por apostar nas corridas de São Paulo, e, sem dúvida, um dos fãs mais fiéis do simulcasting, Helinho lamentou o momento difícil do turfe paulista.

De mau humor, por que a televisão do Jockey Club Brasileiro só foi ligada às 12h58m, e o primeiro páreo largava às 13h, ele relembrou com alegria os áureos tempos de Cidade Jardim. De repente, Hélio apontou para monitor, com o campo da prova, de apenas quatro números, um deles parelha, e ainda por cima com um forfait. “Assim fica difícil! apostar”, sentenciou. Decidimos contar quantos cavalos estavam inscritos. Sem considerar possíveis forfaits chegamos a míseros 43 puros-sangues. Nosso quarteto, saudosista, concluiu rapidamente, que estávamos muito distantes das histórias relembradas, meia-hora antes, cujos personagens, eram Selmar Lobo, Gabriel Meneses, Ivan Quintana, Albênzio Barroso, e tantos outros.

Na condição de cronista evito sempre criticar ou discorrer sobre assuntos referentes ao turfe paulista. Moro no Rio de Janeiro, e convivo com a rotina do prado carioca. Converso com os treinadores, jóqueis, dirigentes, criadores e proprietários daqui. Por isso tenho enorme receio de analisar qualquer tema distante do meu dia a dia. A gente só consegue constatar o óbvio ululante. As coisas que saltam aos olhos. Aquilo que todo mundo vê. E, como admiradores de vários bons profissionais de lá, torcer por dias melhores. Fica difícil tecer teorias sobre algo que se encontra tão afastados de nós. Pode-se cometer injustiças. Criticar as pessoas erradas. Sugerir soluções absurdas. A gente só pode esperar por uma reviravolta.

Todo turfista carioca tem boas histórias para lembrar das vezes em que esteve no prado paulista. De um cavalo que o fez pegar a ponte aérea. De um jóquei ou treinador que foi seu ídolo. De um páreo que deu uma tacada no simulcasting. Nenhum simulcasting é tão adorado pelos cariocas. Sentimos enorme vazio pelo drama dos turfistas de São Paulo. Por aqui não estamos bem das pernas. Porém, não há termos de comparação no momento atual. Durante a conversa mole entre o Breno, Nei, Helinho e eu, pude ouvir o Wagner Moreira, outro turfista habitual do prado carioca, que sempre preferiu apostar nas corridas paulistas, na mesa ao lado, mas de butuca ligada em nosso papo, cantarolar a música De Haroldo Lobo e Niltinho Tristeza, e interpretada por Ari Cordovil, “Tristeza”:

 “Tristeza, por favor vá embora. Minha alma que chora. Está vendo o meu fim. Fez do meu coração a sua moradia. Já é de mais o meu penar. Quero voltar àquela vida de alegria. Quero de novo cantar. Lá rá rara. La rá rara. Quero de novo cantar”.

PURO-SANGUE MELHOR APRESENTADO

Daniel Lopes apresentou Knowledge, do Haras Nacional, em forma exuberante, no Grande Prêmio Presidente Vargas. O filho de Vettori e Nossa Gaúcha, por American Gipsy, bem conduzido por Muriel Silva Machado, dominou um pequeno, mas talentoso lote de concorrentes. Daniel tem mantido a tradição vitoriosa de sua família. Nos páreos de turma, destaque para Júlio Cesar Sampaio, com Grassi, do Stud Snob, que mesmo correndo de forma seguida manteve forma atlética soberba e conquistou o esperado triunfo com direção correta de Valdinei Gil.

JOQUEADA DA SEMANA

Nas provas clássicas, destaque absoluto para a direção de Wesley Silva Cardoso, no dorso de Ordinary Love, com treinamento de Venâncio Nahid, no Grande Prêmio Onze de Julho. Lùcido, tranquilo e paciente para esperar o caminho certo e levar a sua pilotada ao triunfo. Nos páreos de turma, não posso deixar de puxar a brasa para o meu pupilo Valdinei Gil. No dorso de Na Arena, do Stud Casablanca, e preparo de Júlio César Sampaio, o popular “Dragão”, produziu autêntica obra-prima na arte de montar um cavalo de corrida.

ADRIANO LOBO DEVE VOLTAR EM BREVE

Depois de longo tempo afastado do turfe, o treinador Adriano Lobo esteve no prado carioca na última segunda-feira e iniciou conversa com alguns proprietários na busca de oportunidades para retornar à profissão. Dono de bom cartel de vitórias nos tempos em que cuidou de puros-sangues da Fazenda Mondesir, Stud Palura, Stud By Winner’s, e Stud Gargamel, entre outras tantas fardas importantes, Lobo tem esperança de reencontrar o caminho do sucesso. Durante este tempo afastado, Adriano trabalhou num negócio da própria família, em Teresópolis.



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Haras Clark Leite

Haras Iposeiras

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Haras Planície

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Stud Cariri do Recife

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Stud La Nave Va

Stud Palura

Stud Quando Será?

Stud Recanto do Derby

Stud Rotterdam

Stud Spumao

Stud Terceira Margem

Stud Turfe

Stud Verde

Stud Wall Street

  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês