Cadastre-se e receba novidades:

Nome


E-mail

Valparaiso - Stud Blue Mountain

Like It Hot - Stud Verde

Núcleo Terrestre - Stud H & R

Oviedo - Stud H & R

Night Street - Stud Dona Cecília

Tenuta Poggione - Haras do Morro

Off the Curve - Stud H & R

Sonho Bom - Stud H & R

Online - Stud Verde

Olympic Maurren - Stud H & R

Oteque - Stud H & R

Kempes Love - Stud Verde

The Lord - Stud H & R

Submarino - Haras Figueira do Lago

Ronigol - Stud Verde

Sargent Pepper - Stud H & R

Spartan Lius - Coudelaria Atafona

No More Trick - Stud H & R

Spartan Lius - Coudelaria Atafona

Dreamer Winner - Haras Iposeiras

Ronigol - Stud Verde

Maryland - Stud Verde

Jeep do Jaguarete - Coudelaria Jéssica

Meu Amor Maior - Stud 13 de Recife

Le Gonfalon - Stud Verde

Minuxa - Haras Depiguá

Olympic Orkut - Stud H & R

Só Te Peço Amor - Stud Verde

Ronigol - Stud Verde

Papa-Léguas - Stud H & R









Março | 2015

Eleições do Jockey Club do Paraná – Esclarecimentos da Chapa Reconstruir – Presidente Paulo Pelanda.
18/03/2015 - 11h07min

Nos três últimos dias, o Jockey Club do Paraná, através de seu site na internet, veiculou notas oficiais, a de segunda–feira (16/03) assinada pelo presidente da entidade que, além confirmar o cancelamento das eleições para a nova Diretoria e Conselhos, manu militari, sem ouvir as partes interessadas, buscou, pela distorção de fatos, mascarar um dos episódios mais tristes – se não o episódio mais triste – de toda a história do clube.

Nada, mas nada do que foi dito pela atual diretoria do Jockey nas três notas é verdade, daí a necessidade dos presentes esclarecimentos aos associados do Jockey Club do Paraná, e aos turfistas apoiadores de todo o Brasil, da Chapa Reconstruir – Presidente Paulo Pelanda.

A atual diretoria do Jockey não esclareceu nas notas divulgadas que antes do pleito se negou a fornecer aos integrantes da Chapa Reconstruir – Presidente Paulo Pelanda, embora solicitado, a listagem dos sócios com a data da admissão de cada um deles, de tal sorte a permtiri a verificação de quais os sócios estariam aptos a votar. 

Em conformidade com o art. 140, do Estatuto do Jockey Club do Paraná, somente aqueles com mais de 12 (doze) meses de filiação tem direito ao voto.

Não esclareceu que em razão de tal atitude, obrigou que o candidato a presidente da Chapa Reconstruir, pedisse nos autos da Ação de Obrigação de Fazer de Procedimento Ordinário nº 0002236–79.2015.8.16.0194, em tramitação perante o Juízo de Direito da 22ª Vara Cível de Curitiba, providências para que fosse possível verificar se o sócio eleitor realmente estava apto para votar.

Não esclareceu que existiam sérios e fundados indícios de que na relação de sócios fornecida, constavam centenas de nomes que foram associados ao clube recentemente, tendo alguns declarado, por escrito, com firma reconhecida, que haviam assinado as propostas de sócios dias antes do pleito.

Não esclareceu que transferiu o local das eleições, sem qualquer ciência aos interessados. 

Não esclareceu que o presidente do clube, Cresus A. W. Camargo, de forma covarde e omissa, não compareceu no local de votação, nem antes, nem durante, nem depois, quando era sua obrigação presidir as eleições, furtando–se, inclusive, de ser intimado do mandado de intimação expedido para que cumprisse as regras determinadas pelo Poder Judiciário para a condução do pleito. 

Não esclareceu que a pessoa que relatou os fatos ao omisso presidente, Sr. Rafael Augusto Guedes, não era presidente de nenhuma comissão eleitoral, a qual sequer existia, a menos que se considere membro de junta de impugnação como tal.

Não esclareceu que não foi atribuída ao Sr. Rafael Augusto Guedes, por nenhum ato administrativo ou judicial, função para "comandar" as eleições e que a legitimidade das ordens dele emanadas vinha, tão somente, da presença dos seguranças. 

Não esclareceu que no horário marcado para o inicio da votação (10h00) somente existia no local de votação algumas mesas, inúmeros seguranças e mais nada. Nenhuma urna, cabine, listagem de sócios votantes, cédulas, mesários ou representantes da diretoria.

Não esclareceu que a deliberação não começou com atraso por força de "questionamentos" ou "solicitações" dos membros da Chapa Reconstruir. Começou com atraso, na realidade, porque faltou competência (ou sobrara má–fé), para a diretoria do Jockey Club do Paraná, na figura de seu presidente, organizar e iniciar os trabalhos. Não merece esquecimento o fato de que as eleições já estavam marcadas desde o dia 18 de fevereiro.

Não esclareceu que nada podia chegar ao conhecimento da comissão eleitoral, já que essa não existia.

Não esclareceu que faltaram mesários e que membros integrantes da Chapa Reconstruir ajudaram a diligenciar na busca de sócios para compor as mesas eleitorais.

Não esclareceu que as cédulas de votação estavam impressas com letras minúsculas, tendo sido inserido nas mesmas o nome errado de ambas as chapas concorrentes.

Não esclareceu que o nome da Chapa Reconstruir foi substituída pelo nome "Credibilidade". 

Não esclareceu que se havia sócios com débito junto ao clube, bastava informar aos mesmos, da forma mais ágil e com devida discrição, que saldassem suas dívidas na tesouraria do clube, para após, na forma estatutária, exercerem o direito ao voto. 

Não esclareceu que se estava exigindo de alguns sócios, débitos estranhos às "obrigações sociais", que à luz do Estatuto, são os únicos débitos capazes de obstar o direito a voto de um associado, numa eleição. 

Não esclareceu que as atas de abertura das mesas não foram adredes preparadas, com as mesmas sendo elaboradas, na hora e manualmente.

Não esclareceu que o processo de votação começou com um atraso de 1 hora e 15 minutos em relação à hora designada para a abertura da sessão, e mais: em ritmo lento e irritante, motivando a formação de enormes filas de associados do lado de fora do local do pleito, sob sol escaldante.

Não esclareceu que as filas estavam compostas por inúmeras pessoas idosas, assim como deficientes físicos, o que motivou a solicitação por integrantes da Chapa Reconstruir da presença de policiais, conforme Boletim de Ocorrência lavrado pela Polícia Militar do Paraná.

Não esclareceu que a presença da Policia Militar do Paraná foi por esse motivo e não pelos inverídicos motivos apresentados na malfadada "nota oficial".

Não esclareceu, que decorridos aproximadamente 45 minutos do inicio dos trabalhos, quando menos de 100 (cem) sócios já haviam votado, o advogado e candidato ao cargo de Diretor Juridico da legenda Reconstruir, Dr. Jose Cid Campelo Filho, alertado por um fiscal, Sr. Luiz Fernando Coelho Santos, constatou que a Sra. Silvana Ferreira do Vale estava sendo admitida a votar com um titulo falso, ou fraudado.

Não esclareceu que a falsidade ou a fraude era constatável a olho nu, considerando que o papel no qual foi impresso o titulo era muito simples, e as assinaturas do então presidente do clube, hoje falecido, e do diretor secretario, hoje presidente do Jockey, pai e filho, não estavam lançadas  manualmente, mas sim por algum método de reprodução.

Não esclareceu que o sobrenome `Camargo`, tanto do presidente falecido, como do filho, então secretario, possuíam as letras "g" e "o", com o mesmo desenho.

Não esclareceu, ante tal constatação, que o Dr. Jose Cid Campelo Filho, falou alto e em bom saldo, que estava presenciando a existência de um crime, com o qual não concordava, sendo sua obrigação denunciá–lo, tendo, por isso, retido o titulo consigo e afirmado que as pessoas com títulos semelhantes não poderiam votar.

Não esclareceu que o art. 301 do Código de Processo Penal dispõe que "Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito".

Não esclareceu que em razão disso (tendo havido, aliás, poucas reações em contrário das pessoas, pois os sócios presentes desejavam a continuidade do pleito), o cidadão Rafael Augusto Guedes, sem qualquer pudor, determinou para alguns membros das mesas que encerrassem prematuramente as eleições.

Não esclareceu que em razão disso, algumas pessoas, inclusive funcionários do clube, entre elas, sem nenhuma sombra de duvida, o Sr. Roberto Micka, assessor de imprensa do Jockey, retiraram, incontinenti, as urnas de votação, ocasionando a partir dai uma lamentável confusão generalizada.

Não esclareceu, assim (ao contrário: mentiu e mentiu), ao não informar que a baderna ou tumulto foi promovida por alguns poucos funcionários e inúmeros seguranças do clube, assim como mentiu que houve batalha campal.

Não esclareceu, em consequência, que a conduta incompatível com o bem–estar dos presentes foi causada primeiro pela incompetência e omissão do presidente do clube, Cresus A. W. Camargo, segundo pela omissão e incompetência do tesoureiro Ricardo Cwickla, pela conduta ilegal do funcionário e assessor de imprensa Roberto Micka, pela utilização irresponsável do Sr. Rafael Augusto Guedes de poder que não era possuidor e pela truculência dos seguranças. 

Não esclareceu que os fatos foram registrados pelas Policias, Militar e Civil (Delegacia de Estelionatos e Desvio de Cargas de Curitiba), por iniciativa imediata dos integrantes da Chapa Reconstruir.

Não esclareceu que foi constatado que diversas pessoas recebiam seus títulos, semelhantes ao apreendido, na própria fila de votação, e que antes outras votaram com títulos falsificados, configurando, aí, prática ilícita tolerada, sem surpresa, pelos representantes do Jockey Club do Paraná presentes ao pleito.

Não esclareceu que outras pessoas, sem qualquer ligação com membros da chapa Reconstruir, protagonizaram agressões físicas contra mulheres, e injúrias raciais contra cavalariços do Jockey Club do Paraná, que acompanhavam a votação. Tais condutas criminosas já foram narradas pelas vitimas à autoridade policial. 

Não esclareceu que os integrantes da Chapar Reconstruir lamentam, se verdadeiro, o arrombamento da sede do clube, com prejuízos ao patrimônio, assim com lamentam que se todo o contingente de seguranças tivesse sido usado para tal fim (e não para proteger a covardia de outrem), certamente o fato não teria ocorrido.

Por fim, torna–se evidente que a omissa, incompetente e irresponsável atual diretoria do Jockey Club do Paraná, não tem as mínimas condições de conduzir um novo pleito eleitoral no Clube, ademais que seu mandato expirará, felizmente, no próximo dia 31 de marco, não tendo nem mesmo tempo hábil para realizar o evento.

Por isso, a Chapa Reconstruir, por meio de seu candidato a presidente, Paulo Pelanda, tomará, com urgência, as medidas administrativas e judiciais, necessárias e cabíveis, para que sejam  realizadas o quanto antes novas eleições, assim como que sejam presididas por pessoas idôneas e dela participem os reais e efetivos sócios do Jockey Club do Parana aptos a votarem.

A Chapa Reconstruir vai ser novamente registrada nas próximas eleições, haja vista o dever dos sócios de RECONSTRUIR o Jockey Club do Paraná.



<< Anterior Próxima >>








13.381

12.844















Coudelaria Atafona

Coudelaria FBL

Coudelaria Intimate Friends

Coudelaria Jessica

Coudelaria Pelotense

Haras Clark Leite

Haras Iposeiras

Haras Depigua

Haras Figueira do Lago

Haras do Morro

Haras Old Friends

Haras Planície
(In memoriam)

Haras Vale do Stucky
(In memoriam)

Jorge Olympio
Teixeira dos Santos

Ronaldo Cramer
Moraes Veiga
(In memoriam)

Stud Brocoió

Stud Cajuli

Stud Capitão
(In memoriam)

Stud Cariri do Recife

Stud Cezzane
(In memoriam)

Stud Elle Et Moi
(In memoriam)

Stud Embalagem

Stud Everest
(In memoriam)

Stud Gold Black

Stud H & R

Stud Hulk

Stud Ilse

Stud La Nave Va

Stud Palura

Stud Quando Será?

Stud Recanto do Derby

Stud Rotterdam

Stud Spumao

Stud Terceira Margem

Stud Turfe

Stud Verde

Stud Wall Street

Oscar Colombo
(In memoriam)

Stud Novo Muriqui
(In memoriam)

Haras The Best
(In memoriam)
  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês