O Raia Leve entrevista o consagrado treinador Amasilio Magalhães Filho, do turfe paulista. Ele conta um pocuo sobre sua vida profissional.
R.L – Nome completo?
A.M.F – Amasilio Magalhães Filho.
R.L– Como começou no turfe?
A.M.F – Desde 1976, seguindo os passos de meu pai.
R.L – Qual foi a vitória mais marcante de sua carreira?
A.M.F – São muitas as vitórias marcantes, mas pela importância do páreo, escolho a de Gene de Campeão, no Grande Prêmio São Paulo.
R.L – E a pior derrota?
A.M.F – A derrota mais dura foi a derrota de Zé de Ouro no Grande Prêmio Brasil.
R.L – Atualmente para quem você treina?
A.M.F – Hoje em dia, cuido dos corredores do Haras Bandeirantes, com o qual comecei na profissão, em 1976, e alguns cavalos avulsos.
R.L – Cite alguns animais por você cuidados e que o marcaram positivamente.
A.M.F – Vários animais marcaram minha carreira. Entre eles, posso citar High Top, Jet Girl, Kiformosa, Zé Corredor, Zé Bacana, Zé de Ouro, Zarzamora, Alvo Certo, Adolescente, Chico Corredor, Expressivo Willie, É Vencedora e Mig.
R.L – Qual foi o melhor jóquei que viu montar?
A.M.F – Vi muitos jóqueis bons, tais como J. Borja, A. Barroso, I. Quintana, J. M. Amorim, G. F. Almeida, J. M. Silva e C. Lavor.
R.L – A quem gostaria de agradecer?
A.M.F – Sempre gosto de agradecer a todos que me apoiaram: Tony Lara (Haras Bandeirantes), Chyco Anisio (Stud Chico City), família Pereira (Stud Recanto do Derby, de Recife), Gringo (Stud Ricci), Sr. Quintella (Stud Quintella, do Rio de Janeiro) e tantos outros.
por Luan Souza