Cadastre-se e receba novidades:

Nome


E-mail

Valparaiso - Stud Blue Mountain

Like It Hot - Stud Verde

Núcleo Terrestre - Stud H & R

Oviedo - Stud H & R

Night Street - Stud Dona Cecília

Tenuta Poggione - Haras do Morro

Off the Curve - Stud H & R

Sonho Bom - Stud H & R

Online - Stud Verde

Olympic Maurren - Stud H & R

Oteque - Stud H & R

Kempes Love - Stud Verde

The Lord - Stud H & R

Submarino - Haras Figueira do Lago

Ronigol - Stud Verde

Sargent Pepper - Stud H & R

Spartan Lius - Coudelaria Atafona

No More Trick - Stud H & R

Spartan Lius - Coudelaria Atafona

Dreamer Winner - Haras Iposeiras

Ronigol - Stud Verde

Maryland - Stud Verde

Jeep do Jaguarete - Coudelaria Jéssica

Meu Amor Maior - Stud 13 de Recife

Le Gonfalon - Stud Verde

Minuxa - Haras Depiguá

Olympic Orkut - Stud H & R

Só Te Peço Amor - Stud Verde

Ronigol - Stud Verde

Papa-Léguas - Stud H & R









Agosto | 2012

Especial ’Brasil 2012’ – Nas entrelinhas do “Suckow”, uma tendência da atualidade
04/08/2012 - 09h18min

Agitação no Hipódromo da Gávea. Mas não se trata de um dia de corridas. A expectativa é pela divulgação da lista de pré–inscritos nas provas de Grupo I da semana máxima do turfe nacional. Até quem estava fora do Rio de Janeiro buscava,
insistentemente, eventuais informações nos sites especializados.

Com a lista divulgada, olhos ansiosos procuram o campo do 80º GP Brasil, mas num breve descuido se deparam com 19 pré–inscritos. Só que se trata de outro páreo: o quilômetro do Grande Prêmio Major Suckow, que aparecia como o de campo mais numeroso entre os embates internacionais da semana. É bem verdade que apenas 14 confirmaram o added, o que deixou a “Milha Internacional” como a prova de maior campo deste ano. Porém, nem essas cinco deserções diminuem a atração pelo “Suckow”, nem afastam uma importante constatação.

A situação de gerência e de popularidade do turfe brasileiro preocupa há muito tempo e, como falta renovação, chega a colocar em xeque o futuro da atividade no País. A relação custo/benefício entre o preço do trato mensal e dos prêmios foi se tornando, ao longo dos anos, notoriamente desproporcional no Brasil. Com isso, muitas coudelarias encerraram a atividade. Só a partir do final da década de 90 o turfe brasileiro começou a descobrir seu potencial de exportador, o que foi visto, por muitos proprietários, como a sua “salvação” dentro do esporte.

No princípio, investimentos estrangeiros tinham por alvo nossos fundistas e os cavalos mais maduros e destacados do turfe nacional. Com o passar do tempo, as compras foram acontecendo cada vez mais cedo e nossos líderes de geração começaram a fazer as malas antes mesmo dos 3 anos completos. Do mesmo modo, o setor da cancha reta, sem dúvida o mais saudável e consistente do turfe brasileiro, em termos administrativos e financeiros, passou a ganhar um espaço e uma importância, cada vez maiores.

O raciocínio nos leva à teoria do economista liberal Adam Smith, que diz que “o mercado possui poder de autorregulação” e não tardou a acontecer a resposta de âmbito comercial. Todo o apego de outrora a animais tardios e com perspectivas em provas clássicas acima dos 2.000 metros, começou a perder espaço em meio à tendência do animal precoce. E, numa lógica adequação ao mercado, criadores nacionais passaram a dar mais atenção aos produtores de precocidade.

Como consequência, a velocidade ganhou força e sofisticação. Exemplo concreto é que nossos criadores, em menos de três anos, tiveram a oportunidade de colocar seus planteis em contato com dois ganhadores diferentes da Breeders’ Cup Sprint (Gr. I), o mais rigoroso teste para sprinters de todo o mundo. A partir daí, o Brasil começa a galgar possibilidades no segmento velocidade, frente à especialista Argentina, por exemplo. Percebam que é tamanha a força – e a tradição – de nossos “hermanos” neste tipo de competição, que três dos principais candidatos à vitória no “Suckow 2012” foram criados lá.

Assim, a perspectiva é de que, num futuro próximo, os campos das provas destinadas aos velocistas, nos principais festivais do turfe brasileiro, se tornem cada vez mais numerosos e com animais cada vez melhores. No caso específico dessa semana, a ausência de Desejado Thunder e Berlino di Tiger foi um incentivo a mais para as inscrições no Suckow. O páreo também apresenta uma grande quantidade de corredores treinados no eixo São Paulo–Curitiba, mas desde 1998 a vitória no Suckow ficou com representantes do turfe carioca. E este ano, conseguirão os forasteiros derrubar essa escrita? A resposta virá em pouco mais de 50 segundos.

por Victor Corrêa



<< Anterior Próxima >>








13.383

12.844















Coudelaria Atafona

Coudelaria FBL

Coudelaria Intimate Friends

Coudelaria Jessica

Coudelaria Pelotense

Haras Clark Leite

Haras Iposeiras

Haras Depigua

Haras Figueira do Lago

Haras do Morro

Haras Old Friends

Haras Planície
(In memoriam)

Haras Vale do Stucky
(In memoriam)

Jorge Olympio
Teixeira dos Santos

Ronaldo Cramer
Moraes Veiga
(In memoriam)

Stud Brocoió

Stud Cajuli

Stud Capitão
(In memoriam)

Stud Cariri do Recife

Stud Cezzane
(In memoriam)

Stud Elle Et Moi
(In memoriam)

Stud Embalagem

Stud Everest
(In memoriam)

Stud Gold Black

Stud H & R

Stud Hulk

Stud Ilse

Stud La Nave Va

Stud Palura

Stud Quando Será?

Stud Recanto do Derby

Stud Rotterdam

Stud Spumao

Stud Terceira Margem

Stud Turfe

Stud Verde

Stud Wall Street

Oscar Colombo
(In memoriam)

Stud Novo Muriqui
(In memoriam)

Haras The Best
(In memoriam)
  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês