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Janeiro | 2010

O Absurdo, por Milton Lodi
21/01/2010 - 12h35min

Foi com tristeza que vi no dia do GP Bento Gonçalves de 2009 a cobrança do tal “added” nas quatro principais provas do mais importante dia de corridas do Jockey Club do Rio Grande do Sul. A triste informação foi confirmada, o absurdo foi copiado dos dois principais clubes promotores de corridas do país. Os Jockeys Clubs gozam do privilégio legal de vender apostas, com o fim precípuo de promover corridas e pagar prêmios, os maiores possíveis. Como a situação financeira dos clubes há muitos anos no Brasil é ruim, os clubes adotaram a prática difundida pelos norte–americanos de jogar nas costas dos proprietários, aqueles que pagam as contas, parte dos custos das dotações. Essa mania vem de longe. Houve época, quando na Associação Brasileira o presidente era Hernani Wallace Simonsen de Azevedo Silva, que foi instituída uma taxa extra paga pelos criadores de todo país quando do registro de seus potros no Stud Book Brasileiro. O referente dinheiro arrecadado era encaminhado para reforço das dotações oferecidas às provas da nova geração pelos clubes da segunda faixa. Na prática o que aconteceu foi que o Jockey Club do Paraná acabou não dando prêmios do próprio bolso, a total dotação era o dinheiro dos criadores através da Associação Brasileira. Isso quer dizer que o aditivo, o adicional, o “added”, resultou em um absurdo, uma afronta. Esse costume antigo, e cada vez mais arraigado dos clubes de tirar pesos financeiros de suas responsabilidades e colocá–los nas costas dos proprietários, é um absurdo. Nos Estados Unidos, onde a prática é comum, os clubes promotores de corridas são entidades particulares com fins lucrativos, existem para dar lucros, onde tudo é motivo para se ganhar mais, mas no Brasil as entidades não têm fins lucrativos, e todo o dinheiro tem que ser empregado no turfe, razão de ser da atividade. Eu até entendo que o intuito de oferecer prêmios melhores leve dirigentes dos clubes a alvitrar novas fontes de receitas, mas obrigar os proprietários a pagar parte de uma conta de exclusiva responsabilidade dos clubes, é um exagero e até quem sabe um desaforo, pois o pagamento do absurdo é compulsório, obrigatório, quem não paga não pode inscrever. Uma das hipóteses que se poderia admitir seria não um “added” obrigatório, que é um absurdo, mas um optativo, ficando apenas os voluntários da tal prática participando da “vantagem” (?).

É uma pena que essa e outras idéias ruins sejam copiadas, enquanto há boas que nem são levadas em conta. É um absurdo.

Mas como funcionaria um eventual “added” optativo? Simples, quem não quiser, concorre às dotações do clube, quem quiser paga a tal taxa extra e concorre a dotação e também à eventual distribuição daquela taxa extra. Eu ousaria a dizer que uma ação na justiça contra a cobrança do “added” sairia vencedora, pois não há no Código Nacional de Corridas nada que obrigue o proprietário inscritor a ter que pagar uma taxa com aquelas características, que inclusive obriga o proprietário a participar de apostas (parte do “added” vira aposta obrigatória). Ninguém pode ser obrigado a apostar. Nem a Lei do Turfe e o Regulamento, assim como o próprio Código Nacional de Corridas, exigem o absurdo.

Foi com tristeza que vi o Jockey Club do Rio Grande do Sul copiar idéia ruim, prática absurda. Os Jockeys Clubs do Rio e de São Paulo induziram o do Rio Grande do Sul, que como é muito natural e compreensível, procura seguir dentro do possível os passos dos “dois maiores”.

Enfim, em 2009 o mal já está feito. Vamos ver se para 2010 surgirá uma luz de compreensão. Não é possível que os turfistas, e em especial os dirigentes de clubes, se deixem levar por modismos, por idéias que podem ser até aparentemente brilhantes e inovadoras, mas que não podem ser aplicadas por estarem fora do contexto, fora dos princípios básicos. Como uma absurda e hipotética idéia, poderíamos aceitar que os proprietários paguem parte das dotações o que é da inteira responsabilidade dos clubes, sob a forma do tal “added”, e em contrapartida os clubes passem a pagar mensalmente boa parte dos custos do trato dos animais. Em lugar de injustamente só um pagar parte da responsabilidade do outro, haveria reciprocidade com uma recíproca colaboração. Mas não seria melhor cada um ficar só com as suas próprias responsabilidades?

Há que pensar, pesar bem idéias novas para que não haja injustiças como o que se pratique no turfe brasileiro.

Não tem cabimento elitizar os proprietários em lugar dos cavalos, nem determinar obrigações unilaterais danosas, principalmente nas costas daqueles que são os “pagadores de contas”, os proprietários, que tem enorme participação na vida turfística.

Transcrito da Revista Turf Brasil



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