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Calor e chamada ruim só permitem três programas na Gávea 31/01/2017 - 09h47min
O intenso calor que tem castigado a cidade do Rio de Janeiro neste início de 2.017 pode ser apontado como principal vilão da fraca programação desta semana no prado carioca. As altas temperaturas têm dificultado bastante o trabalho dos treinadores na Gávea e a quantidade de puros–sangues na raia diminuiu de maneira significativa. Alguns cavalos sofrem demais e tem que subir para os centros de treinamento. Outros resistem, mas não podem ser submetidos a exercícios mais fortes. O resultado prático desta situação foi a formação de apenas três programações, sábado, domingo e segunda. Um total de 32 carreiras, divididas em 10 páreos, no sábado e 11 nos outros dois dias.
Vale ressaltar, entretanto, que a chamada desta semana estava pouco inspirada, sem a presença de determinados páreos, que sempre possuem um maior número de inscrições. Até alguns treinadores que possuem muitos pensionistas, como é o caso de Venâncio Nahid, Júlio César Sampaio, Roberto Solanês, entre outros, inscreveram poucos animais. Na gestão anterior, mesmo com os handicaps chilenos, formar três programas, já não representava surpresa par a classe turfística. Mas na atual administração, poucas vezes isto aconteceu. Era questão de honra dar as quatro reuniões. Imagino que esta programação ridícula, com uma série de páreos reabertos, tenha representado enorme frustração para os atuais dirigentes. Semana que vem tem tríplice–coroa e com certeza, haverá muito capricho para dar a volta por cima.
por Paulo Gama

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