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Que tal o JCB dividir as duas provas preparatórias da tríplice–coroa? 06/01/2017 - 09h13min
O Grande Prêmio Roger Guedon, prova preparatória para a 1ª prova da tríplice–coroa das potrancas, Henrique Possolo, recebeu 17 inscrições, e o Grande Prêmio José Buarque de Macedo, preparatória para a tríplice–coroa dos potros, Estado do Rio de Janeiro, teve 19 inscritos, e, Empavado, virou suplente. Se for levado em conta o caráter do páreo, avaliar os concorrentes para as duas importantes provas, seria de bom tom, a Comissão de Corridas dividir as provas em duas versões, A e B. Teríamos quatro páreos de alto nível técnico, ao invés de dois, e os proprietários seriam recompensados pela galhardia de pagar added para disputar prêmios insignificantes. E os turfistas, com certeza, movimentariam bom volume de apostas, em quatro carreiras com corredores de excelente padrão.
O Jockey Club Brasileiro tem caixa para bancar esta ousadia. A iniciativa seria coerente no aspecto técnico, sem dúvida, e por demais simpática e com receptividade favorável junto à comunidade turfística. O objetivo destes páreos deve ser o de selecionar os melhores candidatos a disputar as coroas de potros e potrancas. Parece evidente que aqueles menos bafejados pela sorte após o sorteio das balizas terão enormes dificuldades. Este tipo de divisão já foi feita em outras ocasiões, principalmente na semana do GP Brasil. Por diversas vezes tivemos Clássico Mensageiro Alado A e B, etc. Pode parecer sugestão vanguardista demais em tempos de crise financeira. Mas, o atual presidente do Jockey Club Brasileiro, Luiz Alfredo Taunay, tem rara oportunidade para começar a dar à forra do pouco investimento no turfe em sua gestão anterior.
por Paulo Gama

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