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Treinadores emergentes brilharam nos primeiros seis meses 28/12/2016 - 10h05min
A tropa de choque dos treinadores cariocas continua a mesma. Dulcino Guignoni, Júlio César Sampaio, Venâncio Nahid, Roberto Solanês e Jairo Borges. No ranking, os três últimos estão mais afastados dos dois primeiros devido a suspensões, que fizeram os seus pensionistas correrem em nome dos seus segundos–gerentes. Porém, o que chamou a atenção dos turfistas foi o salto das carreiras de alguns profissionais emergentes. Os números dos seus resultados e a qualidade na apresentação dos puros–sangues, os colocaram em novo patamar. Ronaldo Lima é o principal representante desta turma e ocupa a terceira colocação na estatística. Veterinário, trabalhador e muito astuto nas inscrições, R.M.Lima brilhou em 2.016.
José Ferreira dos Reis, imortalizado como o jóquei de Itajara, eleito numa pesquisa recente, o melhor cavalo brasileiro de todos os tempos, agora alcança o sucesso na difícil profissão de treinador. Reizinho encerra 2.016 na quarta posição da estatística, a frente de nomes consagrados, e com a aquisição de proprietários de peso para as suas cocheiras. Luís Esteves e Adélcio Menegolo tiveram temporada destacada e resultados espetaculares. Mas não podem ser chamados de emergentes por que já brilham na profissão há longo tempo. Cristina Resende sim, esta conseguiu galgar espaço e status junto ao público turfista. Desde a temporada passada tem conquistado resultados sensacionais. Merece ser citado também, José Antônio Lopes, sem dúvida, o destaque das últimas semanas de 2.016.
por Paulo Gama

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