




Colunista:
Fim da era do Índice Técnico foi saldo positivo no JCB em 2.016 28/12/2016 - 10h04min
A volta da chamada tradicional dos páreos, por idade, sexo e número de vitórias foi o cartão de visita da administração do presidente do Jockey Club Brasileiro, Luiz Alfredo Taunay, em 2.016. E o resultado foi excelente nos últimos meses. Vale ressaltar, inclusive, o sucesso da estratégia de deixar alguns páreos reabertos, o que sempre foi reivindicado pelos treinadores cariocas. Na prática esta alternativa se mostrou das mais positivas, com quase todos ao páreos que ficam reabertos recebendo as inscrições necessárias, para que sejam efetivados, poucas horas depois da divulgação do programa.
Com o fechamento da grama, por três semanas, a Secretaria da Comissão de Corridas tem encontrado maior dificuldade para formar os programas. Porém, se for levado em conta as adversidades deste período, férias, viagens e etc., a semana do Natal, com 21 páreos, e esta semana, do Ano Novo, com 18, foi satisfatória. A experiência dos antigos funcionários da Secretaria, Dílson, Luciano e Aldo, também ajuda de maneira significativa aos novos dirigentes. Liderados por Marcelo Beloch, e com a participação efetiva do presidente da Associação de Profissionais, Jaime Moniz Aragão, e do Handicapeur Vicente Brito, a turma do JCB tem realizado trabalho precioso todas as segundas–feiras.
Os páreos de Índices Técnicos, camuflados na gestão de Carlos Palermo com este nome, mas que na realidade eram apenas versão tupiniquim dos handicaps chilenos, não deixaram qualquer saudade. E a minoria de turfistas que gostava deles pode matar esta saudade nos simulcastings internacionais da PMU. Semanalmente, eles figuram com realce em vários hipódromos chilenos, localizados pertinho da Cordilheira dos Andes. Ou seja, bem longe de nós, graças a Deus.
por Paulo Gama

[ Escolher outro colunista ]


|