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Vitória de Yes Dream aquece Leilão do Haras Salamandra, dia 16 [10/09/2026]

APPS

Bela Morocha, filha de Indestructible em égua Dosselmeyer


Com a vitória de Yes Dream, criação e propriedade do Haras Salamandra, tornando grande a chance de ser Tríplice-Coroada, os olhos de proprietários e criadores se voltaram para o leilão do Haras Salamandra, que apresentará a primeira geração de desmamados (geração 2025) de Indestructible, cavalo Irlandês com campanha na Irlanda, Inglaterra, França e Estados Unidos, que é composta no leilão por 18 produtos

Indestructible, nascido em 2020, é um filho de Kodiac (ING) em Shareva (IRL) por Rip Van Winle (IRL).

Seu pai, o Inglês Kodiac, atuou na esfera clássica Inglesa, sendo levado para ser reprodutor na Irlanda, que produziu mais de 50 ganhadores de provas de grupo. Kodiac é um filho de Danehill.

Em campanha, Indestructible, foi um animal muito precoce e de campanha sólida. Aos 2 anos venceu na estreia em pistas Inglesas. Foi 2º no Acomb Stakes, G3 no Hipódromo de York, em 1400 metros, chegando a ½ corpo de Chaldean, um filho de Frankel. Chaldean foi o líder inconteste de sua geração.

Aos 3 anos, levado ao Hipódromo de Newmarket, venceu o Craven Stakes, G3 em 1600 metros, vencendo por mais de um corpo o clássico de Grupo 1, The Foxes.

Veja o replay de sua vitória:
https://www.youtube.com/watch?v=G7ULcRDXJRw

Ainda aos 3 anos foi 4º no Prix Jean Prat, G1 em 1400 metros em 12 concorrentes no Hipódromo de Deauville perdendo para Paddington (vencedor de 4 Grupos 1 aos 3 anos) e Chaldean (Frankel), hoje todos os dois são reprodutores.

Veja a corrida:
https://www.youtube.com/watch?v=HKxwfLKwgSg

Bela Morocha, a nº 11, foto da matéria, nascida em 13/09/2025, é filha de Indestructible em Bardot, por Drosselmeyer.

Veja o vídeo de Bela Morocha:
https://appsvirtual.com.br/reprovideo.php?cod_leilao=260916&vbv_bvlote_id=11

Seu cruzamento é verificado em grandes corredores.

Outro produto de destaque é Avalanche, a nº 2 do catálogo, nascida em 08/10/2025, outra fêmea filha de Indestructible na clássica Escócia, por drosselmeyer.


Avalanche, filha da clássica Escócia e neta de Drosselmeyer

Escócia, obteve 3 vitórias e foi 5º no GP Euvaldo Lodi, G3. Sua mãe, a também clássica Australian Girl, produziu diversos produtos clássicos, entre eles, Refuge cove, Surfe Girl0

Veja o vídeo de Avalanche:
https://appsvirtual.com.br/reprovideo.php?cod_leilao=260916&vbv_bvlote_id=02

Também serão apresentados, 7 produtos de KODIAK KOWBOY, da Geração 2024 e 6 produtos de AMOR TOTAL, sendo 5 da geração 2025 e um da geração 2024

Veja o catálogo do Leilão:
http://www.raialeve.com.br/pdf/15_A_6a9788a64d2ab.pdf

Veja o vídeo dos potros:
https://appsvirtual.com.br/bcovideorel.php?cod_leilao=260916&leilao=Leil%C3%A3o%20Virtual%20Haras%20Salamandra%20-%20Ger.%202024%20e%202025

 



Yes Dream, do Haras Salamandra, fica perto da Tríplice–Coroa do turfe gaúcho [10/09/2026]

Internet

De ponta a ponta e sem exigir nos metros finais, Yes Dream vence com facilidade


A veloz e resistente, Yes Dream, potranca de criação e propriedade do Haras Salamandra, filha de Koller e Camila Dollar, por Billion Dollar,  tomou a frente do Grande Prêmio Fernando Jorge Schneider, em 1800 metros na areia, e, de ponta a ponta não tomou conhecimento das rivais até cruzar o disco de chegada, bem pilotada por Luís Gustavo Acosta, e apresentada em perfeito estado atlético por Rodolfo Moura.

O tempo foi de 1m58s8/10 no percurso.

Madame Fiore, que largou na segunda colocação, manteve a posição até cruzar o disco, com pequena vantagem sobre I’ M a Dreamer, no terceiro posto. In Paradise e Probabilidade empataram na quarta colocação. Não foram apresentadas na prova três concorrentes, Piacenza, Dance For Love e Gata Parda. A exemplo de Tavari, entre os potros, Yes Dream também correrá em busca da triplice-coroa de potrancas no turfe gaúcho.

Veja o replay do Grande Prêmio Fernando Jorge Schneider:
https://www.youtube.com/watch?v=GQTkpFLiwg4

Da Redação

 



Tavari, do Stud San Antony, vence no Cristal e se aproxima da Tríplice–Coroa [10/09/2026]

Internet

Após bela vitória, Tavari prossegue a busca pela Tríplice–Coroa Gaucha


Tavari, um filho de Synchrony e Tallita, por Midshipman, de criação do Haras Cima, e propriedade do Stud San Antony, treinado por Rogério Arias, e conduzido por Claudinei Farias, confirmou o  favoritismo com devolução de capital, derrotou Joyful Thunder, nos metros finais do Grande Prêmio Coronel Caminha, e se candidatou ao título  de tríplice-coroado do turfe gaúcho após o triunfo bastante sofrido nos 2000 metros da prova no tempo de 2m11s5/10.

Ufficio, responsável pelo ritmo da prova cansou nos meros finais e fechou a raia. Fenômeno de Ícaro, que correu no último posto, passou por ele no final. Tavari e Joyful Thunder travaram duelo titânico pela vitória e Tavari alcançou sua sétima vitória em 9 saídas, com mais um segundo e um terceiro lugares em sua campanha.

Veja o replay do Grande Prêmio Coronel Caminha:
https://www.youtube.com/watch?v=IL_HaoWFIhk

Da Redação

 



Evento "Domingo no Jockey" tem sete provas clássicas [10/09/2026]

Internet

Paulo de Frontin, Presidente do derby Club e um dos responsáveis pela fusão Jockey Club–Derby Club


No chamado Meeting de Setembro, como foi batizado neste mês o já popular evento, "Domingo no Jockey", no próximo dia 13 de setembro, a reunião terá sete atrações clássicas nas pistas do JCB. Autêntico desfile de puros-sangues, distribuídos em diversas categorias. Sem dúvida, duas provas de Grupo 2, os GPs, Doutor Frontin, e, Duque de Caxias, ambos programados em 2000 metros, na grama, para produtos de 4 anos e mais, na versão masculina, e, 3 anos e mais, na feminina, respectivamente serão as mais atrativas.

Mas, além delas, o turfista carioca ainda terá, três provas de Grupo 3, o GP Adhemar e Roberto Gabizo de Faria, em 1000 metros, na grama, para produtos de 3 anos e mais idade; o GP João José e José Carlos de Figueiredo, em 1600 metros, na grama, e, o GP Salgado Filho, em 1600 metros, na areia. Duas provas Especiais, Redattore, para potros de 3 anos, e, Clackson, para potrancas também de 3 anos, ambas em 1500 metros, na grama, concluem o desfile de atrações.

A maior expectativa dos dirigentes do clube hípico carioca é pela melhoria do tempo. Além da sequência inconveniente de grama pesada, apenas o GP Salgado Filho será na areia, as atrações fora das pistas para o público infantil, e, as gastronômicas, para os adultos, vão ser bastantes afetadas em caso de chuvas esparsas no belo Hipódromo da Gávea, autêntico cartão postal da cidade do Rio de Janeiro.  

Veja programa de domingo na Gávea:
http://www.raialeve.com.br/pdf/6_A_6aa2e7a4c65fb.pdf

Da Redação

 



Sino de Carlisle, o Troféu mais antigo do mundo das corridas de cavalos é datado de 1599 [09/09/2026]

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Sino de Calisle, o trófeu mais antigo do mundo


Nos séculos XVI e XVII, antes da popularização das taças, cálices e medalhas de ouro/prata, os sinos de prata e rédeas ornamentadas eram os prêmios mais tradicionais concedidos aos vencedores de corridas de turfe na Grã-Bretanha.

Em 1599, o troféu oferecido ao proprietário de uma corrida de cavalos, o evento The Carlisle Bell, disputado no hipódromo de Carlisle, na Cúmbria (Inglaterra) é reconhecido oficialmente como o mais antigo do mundo e também como o troféu esportivo mais antigo existente no mundo — é o Sino de Carlisle (The Carlisle Bells).

Trata-se de um par de pequenos sinos de prata. O sino maior traz uma inscrição em inglês arcaico: “The sweftes horse thes bel to tak for mi lade Daker sake” (“O cavalo mais veloz leva este sino pelo amor de Lady Dacre”). O sino original fica guardado no Carlisle Guildhall Museum.

Nesta época, em 1599, durante o reinado da Rainha Elizabeth I, filha de Henrique VIII, as corridas eram realizadas em campo aberto. A partir de meados do Século XVIII as corridas passaram a ser oficiais e aconteciam em uma área específica conhecida como “The Swifts”.  

Em 1904, foi inaugurado o Hipódromo de Carlisle, na cidade de mesmo nome, ao norte da Inglaterra, e a 20 km da fronteira com a Escócia, onde as corridas passaram a acontecer. E desde então a principal prova é o The Carlisle Bell, para animais de 3 anos e mais, disputado em uma distância de 1.566 metros (7 furlongs e 173 jardas), na pista de grama, e se destaca pela reta de chegada com uma aclive bastante acentuado, e é programado para acontecer todos os anos no mês de junho.


Hipódromo de Carlisle

Um pouco de História do período da corrida do Sino de Carlisle:

Sua origem e história, como já referimos, remonta ao reinado de Elizabeth I, também chamada de "A Rainha Virgem", Elizabeth I foi Rainha Reinante da Inglaterra e Irlanda de 1558 até sua morte em 1603. Foi a quinta e última monarca da Casa de Tudor. Na época, esperava-se que uma rainha consorte cedesse o controle político ao marido. Elizabeth não queria se tornar subordinada a um rei consorte ou perder poder e sua autoridade. Escolher um nobre inglês como marido poderia gerar ciúmes, divisões e revoltas entre as outras famílias da corte, e casar-se com um príncipe ou rei estrangeiro colocaria a Inglaterra em risco de ser arrastada a guerras ou dominada por interesses de outra nação.

Motivos Pessoais e Psicológicos

Trauma familiar: A infância de Elizabeth I foi marcada pela violência na Casa de Tudor. Ela viu sua mãe, Ana Bolena, ser decapitada por ordem de seu pai, Henrique VIII, e testemunhou o destino trágico de outras esposas do rei.

Ao recusar o matrimônio, ela ganhou o título de "Rainha Virgem" e governou sozinha por 44 anos. Como morreu sem deixar herdeiros, a dinastia Tudor chegou ao fim, e o trono passou para Jaime VI da Escócia que governava um país pacificado, facilitando a sua aclamação em Londres, unindo as coroas dos dois países.

Jaime VI herdou o trono da Escócia com apenas um ano, de sua mãe Maria Stuart, que era prima de segundo grau de Elizabeth I.

Nesta época, as corridas de cavalos já eram uma característica marcante e de onde começa a nascer o Esporte dos Reis.

Sino de Prata de Lanark também revindicou o título de trofeu mais antigo

Existe também o Sino de Prata de Lanark (Lanark Silver Bell), na Escócia, cuja lenda local atribui a criação ao Rei Guilherme, o Leão, por volta de 1160. No entanto, exames técnicos das marcas de ourives na peça comprovam que a sua confecção real data de cerca de 1617–1628, o que mantém os Sinos de Carlisle (1599) como o troféu documentalmente comprovado e o mais antigo da história.

 

Da Redação

 



Novo Hipódromo de Belmont Park em Nova York será inaugurado em 18 de setembro [09/09/2026]

Internet

O resultado da grande reformulação do Hipódromo de Belmont Park


Após três anos de construção, o Hipódromo de Belmont Park localizado na cidade de Elmont, Estado de Nova York, Estados Unidos, se localiza a 25 km do cento da cidade de Nova York, e a apenas 10 km do Hipódromo de Aqueduck, e terá uma mega inauguração.

Com um custo de aproximadamente US$ 455 milhões, Belmont Park prepara sua reabertura com uma estrutura completamente renovada, novas áreas para o público e quatro pistas, incluindo areia, grama e Tapeta.

As novas instalações representam uma grande mudança em relação ao antigo Belmont Park, apresentando uma arquibancada moderna, espaços ampliados para os fãs e novas opções de alimentação e hospitalidade. A reabertura também incluirá entretenimento ao vivo, incluindo uma apresentação da estrela da música country Dierks Bentley. As obras estão em ritmo acelerado e em fase de limpeza final. Os visitantes poderão conferir o novo local pela primeira vez durante o evento de três dias " Return to Racing", de 18 a 20 de setembro., de 6ª feira a domingo.

Belmont Park, o original, foi construído em 4 de maio de 1905, e é um dos hipódromos mais conhecidos do país, pois sedia o Belmont Stakes, a última etapa da Tríplice Coroa Americana.

E tem mais, em 2027, o Belmont Stakes volta para casa, e o novo Belmont Park também receberá a Breeders’ Cup.

Veja o vídeo do novo Hipódromo:
https://www.youtube.com/watch?v=BCrvQOmqWqY

Da Redação

 



De ponta a ponta, Overbite, criação e propriedade do Haras Depiguá, vence o oitavo páreo da noturna [09/09/2026]

Internet

Overbite leva alegria para o nordeste


A segunda vitória do cavalo pernambucano Overbite, um filho de Vontade de Matar em Valdemosa, por desejado Thunder, de criação e propriedade do Haras Depiguá, localizado no município de Gravatá, distante 80 km de Recife, foi comemorada com muito entusiasmo em Recife pelo seu proprietário Carlos Baltar e amigos, e também aqui na Gávea, onde Baltar, titular do Haras Depiguá tem muitos amigos.

Primeiro porque foi de ponta a ponta sem dar chance aos demais concorrentes, segundo porque Overbite nasceu e se desenvolveu nos campos de Gravatá, onde se localiza o Haras Depiguá, sendo um autêntico cavalo Pernambucano. Terceiro porque é um filho de Vontade de Matar, reprodutor muito querido, já falecido, que foi levado em 2018 para ser o reprodutor do Haras.

Overbite, 4 anos, é um cavalo bem faturador, pois em 18 atuações obteve 2 vitórias e 13 colocações.

Montado com maestria “sempre um corpo na frente” pelo também pernambucano J. Vitor, contou com o treinamento caprichado de Roberto S. Silva, para os 1100 metros na pista de areia pesada com o tempo de 1m08s48. A corrida estava programada para os 1000 metros na grama, mas devido as chuvas e o estado da pista foi transferida para a areia.


Três potrancas nos Piquetes no Haras Depiguá, em Gravatá. Excentes pastos e com temperatura amena devido aos 400 metros de altitude de Gravatá.

Dada a largada, Overbite pulou ligeiro já tomando a ponta. Na entrada da curva, Amor Profundo se posicionou em segundo e Sentinela do Sul também se aproximou por fora juntando-se em terceiro, já que Overbite tinha um de luz. E assim entraram na reta final, com João Victor dando logo uma sacudida em Overbite que voltou a livrar pouco mais de um corpo. Nos trezentos finais, Sentinela do Sul faz menção de uma atropelada, mas Overbite resiste com um corpo de vantagem. Sentinela do Sul cansa, quando junto a cerca surge Elton John em boa atropelada e por fora de todos Fabulous Speed também, mas o disco chega primeiro para Overbite.

Fabulous Speed foi o segundo a 1 ¾ corpos, Elton John a 2 corpos foi o terceiro, Amor profundo que também cansou no final e foi o quarto a 2 ½ corpos e Hora Crop completou o marcador a 3 ¼ corpos.

Veja o replay do páreo:
https://www.youtube.com/watch?v=gPWDvKRyv3c

Da Redação

 



Relembrando Christophe Lemaire, jóquei francês, quando alcançou 100 vitórias em provas de Grupo 1 [08/09/2026]

Internet

O consagrado jóquei francês Chistophe Lemaire


Foi no Japão, que o Jóquei Francês Christophe Lemaire, radicado lá desde 2014, que alcançou a marca de 100 vitórias em Grupo 1, montando Embroidery na Victoria Mile, G1 em maio deste ano. Desse total, a grande maioria foi conquistada no turfe japonês, além das vitórias de G1 obtidas na França, Reino Unido, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Hong Kong e Austrália. 

A primeira etapa internacional do Lexus Melbourne Cup Tour de 2026, que ocorrerá em novembro de 2026, celebrará os 20 anos da história feita por Delta Blues ao vencer em 2006 o Emirates Melbourne Cup, G1 nos 3200 metros no Hipódromo de Flemington O jóquei de Delta Blues, o japonês Yasunari Iwata protagonizou um feito histórico do cavalo treinado por Katsuhiko Sumii, quando Delta Blues derrotou seu compatriota Pop Rock por uma escassa cabeça em uma dobradinha japonesa inesquecível no Hipódromo de Flemington.

E Christophe Lemaire também será lembrado da emocionante vitória de 15 anos atrás quando pilotou Dunaden e venceu a Melbourne Cup em 2011, em final histórico que foi a chegada mais apertada da história do turfe australiano, decidida por photochart contra o britânico Red Cadeaux. O cavalo era de propriedade do Sheikh Fahad bin Abdullah Al Thani (membro da família real do Catar), correndo sob as cores de sua coudelaria, a Pearl Bloodstock.

Veja somente a chegada apertadíssima da prova:
https://www.youtube.com/watch?v=tBDGIdRylOI

Das mais de suas 70 vitórias de Grupo 1 nos Hipódromos no Japão (os da JRA), muitas foram no dorso de campeões como Almond Eye (8 G1s juntos), Equinox (4 das 6 vitórias de G1), Rey de Oro, Gran Alegria e Satono Diamond. Já na NAR (National Association of Racing - Dirt no Japão) são mais de 10 vitórias em provas de graduação máxima em pistas de areia (como a Kawasaki Kinen, Teio Sho e Tokyo DaishÅten). Vitórias de Grupo 1 Internacionais (Fora do Japão): Cerca de 20 vitórias de G1 na Europa e América do Norte — com destaques para o Prix du Jockey Club, Prix de Diane, 1,000/2,000 Guineas, Dubai Sheema Classic e Breeders’ Cup. 


Lemaire com Equinox, o super craque japonês: 10 corridas, 8 vitórias, sendo 6 de Grupo 1, com prêmios de JP¥ 1,532,860,000 & US$ 3,480,000

A ascensão de Christophe Lemaire ao topo das corridas de cavalos japonesas começou em 2014, quando ele deixou a França em busca de um novo desafio. Superando contratempos, incluindo a perda de seu cargo como jóquei oficial do Aga Khan, ele enfrentou o rigoroso processo para se tornar um jóquei profissional no Japão. Sua determinação o levou a se recuperar de uma lesão e a passar no exigente exame de licenciamento, abrindo caminho para um sucesso histórico.

Em 2017, ele se tornou o primeiro jóquei estrangeiro a conquistar o título de campeão da Associação Japonesa de Corridas de Cavalos (Japan Racing Association) — uma conquista que repetiu por cinco anos consecutivos e agora por 7 dos últimos 10 anos. Seu legado é ainda mais definido por sua parceria com a lendária égua Almond Eye e com Equinox. Suas performances recordistas juntos, consolidaram seus lugares na história das corridas.

A corrida, assistida com bastante expectativa por grande parte do público (Lemaire, apesar de francês, é um ídolo por lá), foi bem a característica de Lemaire.


A chegada com Embroidery para a sua 100ª vitória de Grupo 1

Na largada, largando pela baliza 4, Lemaire, largou bem, e se colocou entre a nono e o décima posição junto a cerca interna. No final da reta oposta, com caminho livre junto a cerca, deu uma pequena acelerada e passou para oitavo lugar, e com caminho livre, entrou na reta em sétimo,

É um desempenho incrível de Christophe Lemaire na sua 100.ª corrida de G1! A vitória de EMBROIDERY em Tóquio deve ter sido um momento inesquecível, sobretudo numa corrida tão prestigiada como a Victoria Mile. Adoro a forma como os jóqueis e os cavalos criam uma ligação única na pista.

Veja a 100ª vitória em Grupo 1 de Christophe Lemaire:
https://www.youtube.com/watch?v=dIPnmBCKrJg

Da Redação

 



Diagnóstico do Turfe Carioca, por um leitor [08/09/2026]

Imagem gerada por IA

Turfe carioca. Uma situação real


O Raia Leve transcreve na integra, um texto com fatos e argumentos. Um diagnóstico real e preciso da situação atual, enviado por um leitor e postado esta semana no espaço do Leitor. É preciso um momento de reflexão e correção de rumos.

Diz o texto:

A queda do MGA deveria servir como um alerta inequívoco para o turfe brasileiro. Mais do que um problema pontual de arrecadação, ela expõe a incapacidade da atual diretoria de criar estratégias para captar novos apostadores e renovar o público.

Nos últimos anos, o Brasil assistiu à explosão das plataformas de apostas. Milhões de brasileiros passaram a apostar diariamente em futebol, cassino, roleta, “tigrinho”, “aviãozinho” e inúmeras outras modalidades.

E o turfe?

Praticamente ficou olhando de fora.

A oportunidade que a regulamentação das bets criou — e o turfe perdeu

A regulamentação das bets deixou dúvidas sobre a possibilidade de essas plataformas explorarem apostas em corridas de cavalos no Brasil. Diante dessa ambiguidade, as plataformas deixaram de comercializar o produto.

Era justamente o momento para o turfe buscar uma solução institucional, jurídica e comercial que garantisse sua permanência nesses canais, criando uma porta de entrada para milhões de novos apostadores.

Mas a atual gestão não tratou o tema como uma ameaça estratégica ao futuro do esporte. Ao contrário, o que se viu foi uma postura de conformismo — e até de comemoração diante do fim do turfe nas bets.

O resultado foi previsível: o apostador antigo, acostumado a plataformas modernas, intuitivas e ágeis, perdeu o interesse em retornar aos sistemas tradicionais do turfe.

Mais grave ainda: não perdemos apenas quem já conhecia as corridas. Perdemos a oportunidade de apresentar o turfe a uma multidão que jamais havia tido contato com ele.

Enquanto milhões de brasileiros eram captados diariamente pelas bets, o turfe ficou à margem desse movimento. E, a cada dia, o MGA piora.

Onde estão as informações?

Alguém ainda se lembra das parciais da Longines?

Duraram poucos meses.

Também faltam entrevistas regulares com profissionais, estudos estatísticos e ferramentas que permitam comparar treinadores, jóqueis, proprietários, pedigrees, pistas, distâncias e condições de corrida.

Enquanto isso, nos principais mercados internacionais, o apostador encontra informações detalhadas: trabalhos matinais, estatísticas específicas e análises capazes de orientar sua decisão.

Comentários como: “Este treinador tem X% de aproveitamento com animais em sua segunda apresentação.”

Ou: “Este treinador apresenta determinado aproveitamento quando o animal desce de enturmação para o claiming.”

Ou ainda:“A mãe deste animal produziu seis produtos, três deles vencedores logo na primeira apresentação.”

Isso é munição para o apostador. Cria raciocínio, interesse e vontade de estudar a corrida.

Não se trata de oferecer uma fórmula mágica para ganhar dinheiro, mas de dar ao apostador ferramentas para formar sua própria opinião.

O turfe precisa vender o próprio produto.

O turfe tem história, tradição, criação, genética, competição, profissionais e um espetáculo esportivo de grande beleza. O problema é transformar tudo isso em um produto atraente um e compreensível.

Aqui, muitas vezes, o YouTube é ligado minutos antes do primeiro páreo para um programa de menos de meia hora, com informações superficiais e, não raramente, erros básicos. Não é incomum ouvir comentaristas confundindo cavalo com égua ou apresentando dados equivocados sobre animais e campanhas.

O problema não está necessariamente nos profissionais diante das câmeras, mas em uma estrutura que os coloca ali sem oferecer condições adequadas e, depois, cobra excelência de quem nem sempre possui o conhecimento necessário.

A transmissão deveria informar, entreter e formar novos apostadores. Deveria despertar o interesse por animais, profissionais, estatísticas e estratégias. Em vez disso, muitas vezes parece feita apenas para cumprir tabela.

Também é preciso mudar o foco da comunicação. Parte dela parece mais preocupada em agradar proprietários e pessoas influentes do que em conversar com quem movimenta o jogo.

“Olha o cavalo do Haras Legacy, do Aloísio. Um abraço para o Aloísio, que está acompanhando a gente.”

Com todo respeito, isso pode agradar ao homenageado, mas o apostador quer saber por que aquele cavalo merece ser apostado: seu histórico, suas estatísticas, o desempenho do treinador naquele tipo de prova, a influência do jóquei, a adaptação à distância e os efeitos da mudança de categoria.

É isso que interessa.

O apostador precisa ser tratado como cliente

O apostador não é um espectador secundário. É um dos principais clientes do produto.

Por isso, precisa ser respeitado, informado e estimulado. Quem chega ao turfe vindo do futebol ou de outras modalidades não pode ser obrigado a descobrir sozinho como interpretar uma retrospectiva ou uma programação.

É preciso ensinar, produzir conteúdo, criar estatísticas, explicar conceitos, comparar desempenhos e mostrar os bastidores. É preciso filmar os trabalhos matinais, entrevistar treinadores e jóqueis e manter uma comunicação ativa durante toda a semana — não apenas meia hora antes do primeiro páreo.

Outro problema é a percepção de falta de uniformidade nas decisões da Comissão de Corridas.

Quando julgamentos semelhantes recebem punições diferentes, cria-se a sensação de que o peso da decisão pode variar conforme a farda envolvida. Independentemente de haver ou não favorecimento deliberado, a percepção de parcialidade já é extremamente prejudicial.

As decisões precisam ser técnicas, transparentes, coerentes e previsíveis — e, principalmente, explicadas.

O público apostador muitas vezes sequer conhece os comissários e não recebe informações claras sobre os fundamentos dos julgamentos. Por que não apresentar publicamente os critérios utilizados? Por que não tornar as decisões compreensíveis para quem aposta?

O profissional precisa saber que determinada infração terá tratamento semelhante, independentemente de quem esteja envolvido.

Sem coerência, perde-se confiança. E confiança é essencial em qualquer atividade que envolva apostas.

Sanear as contas é importante. Mas não é suficiente.

Já estamos no meio do segundo mandato da atual presidência, e certamente haverá quem destaque como realizações a utilização do espaço imobiliário do Jockey para festas e eventos, o saneamento das contas e o uso desses recursos para incrementar premiações.

Tudo isso pode ter mérito. Mas a pergunta central permanece:

o que foi feito, ao longo desses dois mandatos, para renovar o público do turfe?

Esse é, na minha opinião, o verdadeiro câncer do esporte.

Pode-se aumentar a premiação, equilibrar o caixa, alugar espaços e organizar eventos. Mas, se não cresce o número de pessoas interessadas em acompanhar e apostar nas corridas, estaremos apenas administrando o presente enquanto o futuro encolhe.

Além disso, aumentar prêmios com recursos de locação do espaço não transforma automaticamente o turfe em uma atividade autossustentável. É preciso olhar também para o pequeno proprietário, o criador, o treinador, o jóquei, o cavalariço e todos os que vivem diretamente das corridas.

Não adianta criar uma aparência de prosperidade no topo enquanto a base continua lutando para sobreviver.

Lembro de uma declaração recente do presidente, dia 01/02 desse ano, anunciando que a partir de então haveria corridas todos os domingos no Jockey. A promessa, feita diante das câmeras, incluía a incorporação definitiva dos domingos à programação e até a criação do slogan “Domingo no Jockey”.

Pouco tempo depois, porém, os domingos voltaram a ser sacrificados.

No último domingo, por exemplo, as corridas começaram depois das 17 horas e o Pick 7 sequer conseguiu vender a garantia.

Então fica a pergunta:

onde está a palavra empenhada pelo presidente? Quantas anúncios publicos dele voltaram atrás em pouco tempo. Se foi anunciado que haveria corridas todos os domingos, como chegamos novamente a uma situação em que o domingo pode ser abandonado ou alterado a qualquer momento?

Não se trata apenas de um domingo, mas da dificuldade de transformar uma decisão administrativa em um projeto consistente de longo prazo.

O turfe precisa de previsibilidade, planejamento e estratégia. Precisa saber onde quer estar daqui a cinco, dez ou vinte anos.

O problema é tratar uma doença estrutural com paliativos

Turfe e as apostas em corridas de cavalos vêm sendo tratados como um doente terminal. Em vez de atacar a doença, procuram-se paliativos para prolongar a sobrevivência: aumenta-se o caixa, aluga-se o espaço, fazem-se eventos, elevam-se premiações e comemoram-se resultados financeiros de curto prazo.

Mas o problema central permanece:
o público não se renova;
o apostador não é captado;
o MGA cai;
os jovens não chegam;
o produto não é modernizado;
a comunicação não evolui;
e as oportunidades de expansão são desperdiçadas.

O dinheiro imobiliário pode prolongar a vida do turfe, mas não pode ser confundido com crescimento.

Ainda dá tempo

Apesar das críticas, continuo torcendo pelo turfe. Justamente por isso, acredito que seja necessária uma autocrítica profunda.

O próximo presidente, seja quem for, deveria começar com uma pergunta simples:

como vamos colocar milhares — ou milhões — de novos brasileiros em contato com o turfe?

A resposta não virá apenas do aumento de prêmios, da locação de espaços ou da expectativa de que o público antigo se renove sozinho.

Será necessário buscar as pessoas onde elas estão: nas bets, nas redes sociais, no YouTube e entre os jovens e apostadores esportivos. Os dados e as ferramentas tecnológicas já existem. Falta transformá-los em uma estratégia profissional de captação, educação e retenção de público.

Turfe brasileiro tem produto, história, beleza, competição, profissionais, animais extraordinários e uma cadeia econômica inteira por trás.

O que não pode continuar faltando é visão de futuro.

O turfe já foi chamado de esporte dos reis. Não pode terminar sua história sendo administrado como uma atividade que apenas precisa sobreviver até o próximo balanço.

O objetivo deve ser recuperar relevância, conquistar uma nova geração e voltar a crescer.

Porque o aumento do caixa pode adiar o fim.

Mas somente novos turfistas e novos apostadores podem garantir o futuro.


A imagem da matéria e os grifos na matéria são da redação

 



Baronius na Copa Japão 2026 [08/09/2026]

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Foi perfeita a interação na Festa da Copa Japão de Turfe no Hipódromo de Cidade Jardim


Bom dia. Prestigiando a festa de sábado em Cidade Jardim, saí de casa enfrentando um céu escuro e chuvas intermitentes durante todo o programa de carreiras. Mas isso não impediu a presença forte da colônia japonesa valorizando o evento da XXXII Copa Japão de Turfe. Enfim, apesar da falta de cooperação de São Pedro, muita alegria, muita participação de crianças e jovens e muito som de taikô (os tambores japoneses) animando os brindes de "kampai" regados ao bom saquê servido. Obviamente as grandes atrações da tarde na pista foram as duas provas de grupo 1 que abriram as coroas do hipódromo paulistano. Falarei sobre elas, deixando aqui uma crítica e uma sugestão. Quádrupla Coroa NÃO! Sem tradição, não é seletiva e não cabe na nossa programação. Vamos voltar para o modelo tradicional de tríplice coroa, que fica mais adequado e seleciona um pouco melhor nossos produtos. Quantidade não quer dizer qualidade. Amigos que gerenciam Cidade Jardim, pensem, reflitam e sigam o melhor caminho.

GP Barão de Piracicaba, Grupo 1 – Vip da Balada

Começando pelo Barão de Piracicaba, podemos dizer que foi uma prova interessante. Corrida em uma pista muito pesada, em que as principais éguas da geração fizeram um belo final. Vitória da líder de 2 anos em Cidade Jardim, VIP NA BALADA. Ela é uma filha de Drosselmeyer, garanhão consagrado e que ocupa o topo da nossa prateleira de opções no Brasil. Ele apresenta mais de 10% de resultado clássico por animal corrido e beira os 1.000 filhos em idade de corridas. A mamãe Menina Veneno (Quick Road) tem 5 produtos registrados, sendo a vencedora de sábado sua terceira e melhor cria. O cruzamento em questão foi tentado pouquíssimas vezes e teve 1 sucesso, a própria VIP NA BALADA. Das demais, vale citar a boa apresentação da favorita Amazon Queen e a fila de vitória que deu a terceira colocada, Bela do Santomauro. Olho nelas na próxima carreira.

         
Vip da Balada vencendo, Amazon Queen junto a cerca a meio corpo, e Bela do Santomauro a 1 corpo e 1/4, pelo meio do tropel. Na próxima vão vender mais caro a derrota.

    
                     Amazon Queen                                                Bela do Santomauro

 

GP Ipiranga, Grupo 1 – Rabat Again

No Ipiranga, vitória para RABAT AGAIN (Courtier), que desde a entrada da reta era o cavalo que trazia mais ação. O jovem Gabriel Santana venceu e levou o troféu para casa, contudo, ele precisa prestar atenção e não repetir o desvio de linha que houve na reta final, o que deixou o vencedor vulnerável a uma desclassificação. Seria injusta em minha opinião, mas caso houvesse julgadores muito rigorosos na comissão, poderia vir a acontecer. Atenção, cuidado no percurso, e sem dúvida foi uma vitória para trazer confiança e aprendizado. O vencedor é filho de Courtier, o polêmico, na mamãe Comedian. Esta última sendo filha de Crimson Tide, traz aqui uma repetição da estrutura de cruzamento usada por Eraldo Palmerini para chegar ao craque Obataye. Sucesso traz sucesso. O reprodutor Courtier traz número de classicismo dentro da média brasileira. Não é um reprodutor de topo de prateleira, porém, nas últimas temporadas não há como negar seu sucesso através de Ethereum, Obataye e agora RABAT AGAIN. Logo, ele demonstra ter potencial de produzir animais fora da curva e claro, o criador tem que ter a sabedoria em usá-lo. No Haras Palmerini ele terá atenção especial e com certeza será sempre lembrado. Quanto ao cruzamento do vencedor, é um sucesso excepcional com 40% de aproveitamento em apenas 5 produtos registrados. Quem soube sacar esta afinidade colhe os frutos.

 

Filhos de Tiz The Law, mais três filhos vitoriosos em Provas Clássicas

                      
                                              Gil Moss Neto com Tiz The Law

Finalizando, deixo registrado mais três vitórias em provas clássicas de filhos de TIZ THE LAW, destaque da coluna da semana passada. Com isso ele se igualou aos consagrados Frankel e Night of Thunder no topo dos maiores produtores de vitórias em provas graduadas e de indivíduos ganhadores clássicos em 2026. Dá-lhe TIZ THE LAW! Este está marcando época no Chile e faz muito bonito no competitivo mercado americano. Fico por aqui. Até uma próxima oportunidade.

    
                   Night of Thunder                                                          Frankel

 






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