























Valparaiso - Stud Blue Mountain
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Like It Hot - Stud Verde
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Núcleo Terrestre - Stud H & R
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Oviedo - Stud H & R
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Night Street - Stud Dona Cecília
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Tenuta Poggione - Haras do Morro
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Off the Curve - Stud H & R
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Sonho Bom - Stud H & R
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Online - Stud Verde
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Olympic Maurren - Stud H & R
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Oteque - Stud H & R
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Kempes Love - Stud Verde
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The Lord - Stud H & R
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Submarino - Haras Figueira do Lago
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Ronigol - Stud Verde
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Sargent Pepper - Stud H & R
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Spartan Lius - Coudelaria Atafona
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No More Trick - Stud H & R
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Spartan Lius - Coudelaria Atafona
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Dreamer Winner - Haras Iposeiras
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Ronigol - Stud Verde
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Maryland - Stud Verde
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Jeep do Jaguarete - Coudelaria Jéssica
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Meu Amor Maior - Stud 13 de Recife
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Le Gonfalon - Stud Verde
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Minuxa - Haras Depiguá
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Olympic Orkut - Stud H & R
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Só Te Peço Amor - Stud Verde
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Ronigol - Stud Verde
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Papa-Léguas - Stud H & R
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58° Grande Prêmio Bento Magalhães. O último Bento Magalhães do Campeão Jorge Ricardo [21/10/2026]
JCPE
 GP Bento Magalhães contará com Jorge Ricardo |
O Campeão mundial de vitórias, Jorge Ricardo, será uma das atrações da programação do 58º Grande Prêmio Bento Magalhães, no sábado 24 no Jockey Club de Pernambuco. O Campeão mundial de vitórias que já venceu em todos os hipódromos que atuou, está vindo para montar na programação do Bentão 2026, a convite do Haras S. Ludmer, chegará no Recife na quarta-feira 21, e na quinta-feira estará nas matinais do turfe galopando os animais que vai montar na programação. Ricardo que já montou na Madalena em três oportunidades e essa poderá ser essa a última vez que os pernambucanos vejam ele atua na Madalena, já que o projeto do campeão mundial de vitórias é se aposentar das corridas na festa do Grande Prêmio Brasil 2027.
Jorge Ricardo atuou pela primeira vez na Madalena m 2014, vencendo quatro dos cinco páreos que disputou sendo vencedor do Grande prêmios Romeu Medeiros, com Uno Prospector, do Stud Ribeirão, e o Pedro Allain Teixeira com Briliant King, do Stud São José dos Bastiões, e em 2023, venceu o Grande Prêmio Romeu Medeiros com Nabuk, do Stud São José dos Bastiões, em 2024, foi o vencedor do Grande Prêmio Edisio Pereira com Pinhão do Iguassu.
Na programação do 58º Grande Prêmio Bento Magalhães, Ricardo vai montar os animais; Engelberg, no 1º páreo, Leonardo Da Vince, no 5º páreo, 1º prova da Tríplice Coroa, no 7º páreo o Grande Prêmio Pedro Allain Teixeira vai montar Sarapatel, e nos 2.400 metros do Grande Prêmio Bento Magalhães estará no dorso do animal Mexicano.
Na quinta-feira a noite no salão do JCPE, será exibido o filme que conta toda a trajetória do campeão Jorge Ricardo. O filme será exibido a partir das 19:00h, na tribuna de honra com entrada franca. Jorge Ricardo, 65 anos, conquistou 13.383 vitórias.
Veja o programa da Madalena para este sábado: http://www.raialeve.com.br/pdf/6_A_6ad8dee094c83.pdf
Da Redação
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Muito Além das Pistas: A Pintura e a Escultura no Turfe [20/10/2026]
Internet
 Hambletonian, um dos cavalos de corrida mais notáveis da Inglaterra, em pintura de George Stubbs no ano de 1800 |
Turfe e arte sempre andaram juntos. A tradição remonta a 1687, quando Francis Barlow (1626–1704) produziu a famosa gravura "The Last Horse Race Run before CHARLES the Second of Blessed Memory by Dorsett [Datchet] Ferry near Windsor Castle", cuja tradução é “A última corrida de cavalos realizada antes de Carlos II, de abençoada memória, por Dorsett [Datchet] Ferry perto do Castelo de Windsor". Esta peça é historicamente considerada a primeira gravura de corrida de cavalos produzida na história da arte britânica, e provavelmente no mundo.
Ela pertence hoje ao Royal Collection Trust (Acervo da Família Real Britânica), que possui tanto a gravura original quanto a pintura a óleo baseada no mesmo desenho de Barlow.
Depois de Francis Barlow, no século XVIII, ocorreu a era de ouro da pintura de turfe. George Stubbs (1724–1806) é considerado o maior mestre da pintura deste esporte tão apaixonante. Stubbs produziu telas realistas de cavalos de corrida renomados, seus jóqueis e criadores. Sua obra mais famosa, Whistlejacket, retrata o cavalo de corrida em tamanho real. Outros pintores, como John Wootton (1682–1764) e James Seymour (1702–1752), estabeleceram a tradição de retratar cavalos de corrida vitoriosos com seus jóqueis trajando as fardas dos proprietários.
No século XIX, o turfe ganhou destaque também no Impressionismo. Com o pincel de Edgar Degas (1834–1917), a pintura sobre o turfe ganhou nova vida na França. Degas capturou os momentos de preparação antes da largada, o movimento dos cavalos e a atmosfera das arquibancadas dos Hipódromos parisienses (como Longchamp) com uma linguagem visual moderna.
E não é somente na pintura que o turfe se destaca. Nas esculturas, Isidore Jules Bonheur (1827–1901) é um dos mais célebres mestres da escola Animalier francesa. Sua obra mais famosa no meio hípico é Le Grand Jockey, que retrata um jóquei vitorioso afagando o pescoço do seu cavalo. Bonheur destacava-se pela precisão anatômica do Puro-Sangue Inglês e pelo rigor nos detalhes do encilhamento.
 Le Grand Jockey, bronze de Isidore Jules Bonheur apresentada em 1879 no Salão de Paris (onde foi exibida sob o título Un Jockey). Com o imenso sucesso passou a ser chamada de Le Grand Jockey tornando-se o nome mais consagrado no mercado de arte e no colecionismo internacional
Edgar Degas, embora consagrado pela pintura impressionista, modelou dezenas de estudos em cera e argila, capturando cavalos de corrida em momentos de tensão, galope ou caminhada no paddock. Após sua morte, cerca de 150 dessas esculturas foram fundidas em bronze, revelando um olhar revolucionário sobre o movimento e a musculatura dos equinos. Pierre-Jules Mêne (1810–1879) e Emmanuel Frémiet (1824–1910) foram os seus predecessores nessa vertente. Assim como Degas, Sir Alfred Munnings (1878–1959), conhecido como um dos maiores pintores de turfe da história britânica, também produziu bronzes notáveis retratando cavalos de corrida, capturando a estrutura e a imponência dos campeões de sua época.
Há algum tempo, o Raia Leve vem ilustrando as indicações de Julio Ponte com quadros sobre cavalos de corrida, o que tem despertado a curiosidade de diversos leitores. Desta forma, visando dar mais visibilidade ao turfe na História da Arte, passaremos a produzir matérias sobre este assunto."
Luiz Octavio Manes Figueiredo
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De Turfe Um Pouco, por Marina Albuquerque [20/10/2026]
@deturfeumpouco
 Jockey Club Brasileiro recebeu grande público pro Domingo no Jockey, 18 |
No dia 11 de novembro de 2025, o Jockey Club Brasileiro compartilhou em seu site que, a partir daquele mês, o Hipódromo da Gávea teria uma programação especial em um domingo por mês.
A programação Domingo no Jockey privilegia o turfista apaixonado e o apostador interessado, à medida que reúne provas clássicas e de grupo em um mesmo dia de carreira. Com isso, tende a proporcionar corridas de maior qualidade e disputas mais graduadas. Por outro lado, convida com bastante competência quem está de fora a conhecer esse esporte que tanto apreciamos.
O resultado desse casamento perfeito (não quase, mas sim perfeito) é que, no último domingo (18), cerca de um ano depois do anúncio do primeiro Domingo no Jockey, o Hipódromo da Gávea recebeu tanta gente que quem assistia à transmissão do Jockey Club Brasileiro no YouTube poderia jurar que eram cenas de tempos passados ou de hipódromos internacionais.
Mas não. Não era ilusão. Não era engano. Eram imagens do Brasil, com suas cores e belezas.
O Jockey Club Brasileiro acertou a mão, ao meu ver, ao direcionar atrativos para as crianças. Oferece brinquedos gratuitos e, em algumas ocasiões, brinquedos pagos. Há, ainda, a possibilidade de fotos com cavalos e pôneis, o que dialoga com o mundo lúdico dos pequenos.
Essa edição especial contou ainda com um jogo de tabuleiro que apresenta às crianças o mundo do turfe, nessa mesma batida do lúdico, além do espaço Menina Primavera, uma intervenção artística que certamente agradou aos pequenos.
Penso que o JCB acertou, pois, ao atingir os pequenos, atinge toda uma estrutura em volta deles.
Imagine um grupo de pais que deseja levar os filhos para atrações gratuitas e ao ar livre, pensando em não gastar muito, mas ainda proporcionar uma atividade lúdica e inclusiva.
Eles descobrem, por meio das redes sociais (que o JCB, assim como o Jockey Club de São Paulo, sabe usar muito bem na divulgação), a programação Domingo no Jockey. Vão conhecer. Gostam. Divulgam para os primos e para os colegas da creche ou da escola das crianças. É um “boca a boca” espetacular. Um indica para o outro, e para outro, e quando vemos temos uma cidade inteira interessada que, se não fosse pelos filhos, talvez não tivesse se aproximado do clube nem pensado em ouvir falar de turfe.
O Domingo no Jockey não é um trabalho que começou ontem, mas desde o início se mostra promissor. E o tempo só tem trazido razões para que essa seja uma programação contínua no Hipódromo da Gávea.
Por trás de cada projeto existe uma aldeia. Organização, operação, planejamento, custos, serviço de prevenção, divulgação, busca de recursos, orçamentos... são tantas partes e tantas pessoas envolvidas em cada uma delas. Mas gostaria de destacar dois nomes que, de forma muito certeira, trazem oxigênio e um certo grau de juventude às picapes do JCB (e também do JCSP) e que, por estarem tão ativas e presentes, têm contribuído de forma exemplar para os resultados que temos testemunhado: Jéssica Dantas e Victória Mota.
 Victória Mota e Jéssica Dantas
Contar com a juventude nos processos dos clubes é um caminho muito assertivo. É claro que é preciso qualidade e responsabilidade dos jovens, mas também confiança, crédito e alguma “carta branca” por parte dos turfistas mais experientes, que ocupam e se entregam à administração dos clubes.
O velho não deve ser descartado e o novo não pode ser ignorado. Jéssica e Victória demonstram qualidade e responsabilidade. E, por suas competências, têm produzido, ao lado de toda uma equipe extremamente competente, resultados que nos dão esperança no turfe brasileiro.
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Filme “Fotochart – Nascido para Vencer” será exibido dia 22/10 no Hipódromo da Madalena [20/10/2026]
JCPE
 Um vídeo apaixonante, que conta a trajetória de Jorge Ricardo, Brasileiro, recordista mundial |
Nesta quinta-feira, 22 de outubro, a partir das 19h, o Jockey Club de Pernambuco convida você para uma noite especial de cinema, emoção e homenagem!
Será exibido o filme “Fotochart – Nascido para Vencer”, que retrata a trajetória de vida do Jóquei Jorge Ricardo, sua vontade e garra que o tornou recordista mundial de vitórias montando cavalos de corrida. Mostra também os percalços da profissão, como quedas e fraturas, e também os percalços da vida, como um câncer adquirido e curado pelo recordista mundial. É uma história de talento, dedicação, superação e paixão pelas corridas de cavalos.
E, claro, não vão faltar pipoca e refrigerante para deixar nosso cinema ainda mais gostoso!
A entrada é gratuita.
Venha com sua família e amigos prestigiar essa linda homenagem e celebrar a história de quem fez e continua fazendo história no turfe!
O filme documentário, com 1:10h de duração, é dirigido por Luis Erlanger e Wagner de Assis, com produção do cineasta Richard Ávila.
Mais uma parceria acertada entre a diretoria do JCPE e o titular do Stud Blue Montain, Richard Ávila e a Cinética Filmes e Produções.
Da Redação
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Indicações Gávea, 3ª feira, 20/10, por Julio Ponte [20/10/2026]
Internet
 The Start – Quadro de J. Woog | 1°: 2-6-3 Cobra Kay (2) traz boa campanha do Paraná para estrear no claiming. Vamos com ele deixando para a dupla o Fidelio (6) que melhorou na última.
2°: 3-5-7 Arrisco o Sarmento (3) que pega o claiming na areia pela primeira vez. Luca Bambino (5) que na última deu boa impressão fica para a dupla.
3°: 3-1-7 Se florear novamente acredito em mais uma vitória do Tom Mix (3). Off The Curve (1) que é o melhor animal do páreo mas reaparece de 8 meses na redução fica como diferença.
4°: 8-7-5 Secret do Iguassu (8) estreia em páreo bem fraco e deve vencer em carreira normal. Flying Beauty (7) que na última em SP melhorou na areia fica como diferença.
5°: 1-6-7 Se conseguir escapar pela linha 1 acredito que o Gambler Boy (1) não irá perder. O atrasado Next Winner (6) é a diferença.
6°: 9-3-7 Breguet e Fils (9) mais uma vez será grande favorita e fica difícil marcar contra pela fraqueza das adversárias. A pequenina Paisley (3) fica para a dupla.
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Voando Alto, do Haras das Estrelas, conquista o Clássico Much Better na Gávea [20/10/2026]
Internet
 Praticamente de ponta a ponta, para não mais ser alcançado, Voando Alto vence o Clássico |
Bem apresentado pelo treinador Marcus Aurélio, e conduzido com muita confiança por Waldomiro Blandi, Voando Alto, um filho de Alcorano e Pour Rafaela, por Vettori, de criação de Ulisses Lignon Carneiro, e propriedade do Haras das Estrelas, ganhou de ponta a ponta o Clássico Much Better, disputado hoje à noite, no Hipódromo da Gávea, em 1900 metros, em pista de areia pesada, no tempo de 1m58s23.
Depois da largada, Voando Alto tomou a frente e foi seguido por Elton, e, logo em seguida por Zarkos. O favorito da prova Vision For Speed, foi posicionado por W. Xavier na quarta posição na reta oposta. Voando Alto seguiu na frente e Zarkos não lhe deu trégua até entrar na reta final. Voando Alto recebeu então o ataque final de Elton, enquanto o grande favorito, Vision For Speed renunciou a luta pelo triunfo, e W. Xavier desistiu de exigir seu pilotado. Elton seguiu atrás do ponteiro, mas não tinha ação suficiente para ultrapassar e cruzou na segunda colocação.
Jazz Famous, corrido na expectativa por Carlos Lavor obteve promissor terceiro lugar, com Zarkos, em quarto, numa atuação de alto nível, pois foi o primeiro a seguir por mais tempo o ganhador da prova. Oudin, bem trazido por H. Fernandes, completou o marcador na quinta colocação. Voando Alto obteve a quarta vitória, em 9 apresentações, e a maior distância em que havia atuado foi em 1500 metros. Ou seja, o pulo para 1900 metros com triunfo foi excepcional.
Veja o replay do Clássico Much Better: https://www.youtube.com/watch?v=o-cXooLZaMM
Da Redação
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Baronius de olho na nova estrela do Oriente [19/10/2026]
Internet
 Hipódromo de Kyoto, construído em 1924, é o principal do oeste do Japão e palco do Shuka Sho,G1 |
Bom dia, meus amigos do turfe. Hoje vamos dar uma olhada na nova estrela do oriente que surgiu no lindo hipódromo de Kyoto, Japão. Na ensolarada tarde de domingo, 17 potrancas de 3 anos alinharam no partidor para a disputa da última prova da coroa japonesa, o Shuka Sho (G1).
Veja o replay do Shuka Sho, G1: https://www.youtube.com/watch?v=RnnZerjmX-w&t=34s
Contando pela primeira vez em toda sua história com um campo sem ganhadoras de G1, todas as atenções estavam voltadas para a franca favorita, MONROE WALK (Kizuna). Ela, uma castanha de cor negra, linda e muito equilibrada com seus 452 quilos, vinha de 4 vitórias consecutivas e uma ressurreição. Após vencer em sua estreia aos 2 anos, vencendo como líder e favorita em sua primeira aparição, sofreu uma fratura, ficando 13 meses no estaleiro até voltar pronta para galgar os degraus da hierarquia das potrancas e atingir a liderança de fato da geração, algo que todos que a conheciam imaginavam que ela seria.
A carreira não foi fácil, pois a filha do futuro tricampeão das estatísticas, Kizuna (Deep Impact), teve em Garavogue (Lord Kanaloa) uma valente adversária. Ambas correram tanto, que marcaram o recorde da prova com os cronômetros congelando em 116.1 segundos. Elas arranharam o recorde da distância recentemente estabelecido por Bullet Pass. Ambas correram muito próximas a um tórrido ritmo de carreira e finalizaram de forma sustentada até o disco, com a ganhadora livrando um pescoço de vantagem.
 Monroe Walk vencendo o Shuka Sho (G1) no Hipódromo de Kyoto. Em 2º Garavogue (Lord Kanaloa), em 3º Dream Core (Kizuna), 4º Enne (Kizuna) e 5º Something Sweet (Saturnalia)
MONROE WALK foi criada nos campos da perene Northern Farm, da poderosa família Yoshida. Eles são a força por trás de todo o desenvolvimento do cavalo japonês e encabeçam a expansão nipônica para enfrentar os melhores do mundo em igualdade de condições. Seu cruzamento foi feito através do garanhão líder, Kizuna, um legítimo representante da linha alta de Sunday Silence-Deep Impact, com a mamãe Amphitrite (Sebring). A matriz é uma australiana, ganhadora de G1 (sempre elas), representando um repetido padrão de importação de matrizes pela família Yoshida. Desempenho em pista (“classiqueiras") com repetibilidade na linha materna, ou seja, segunda e terceira mãe foram produtoras clássicas. A ganhadora é o terceiro e melhor produto da matriz, que já conta com 4 animais em idade de corrida.
 Northern Farm, da família Yoshida, localizado na ilha de Hokkaido, ao norte do arquipélago do Japão
Há algum tempo falo sobre Kizuna (Deep Impact) e Lord Kanaloa (King Kamehameha). Como disse, o descendente de Sunday Silence tem tudo para se tornar tricampeão e deixar o eterno vice-campeão em segundo pela sétima vez. O descendente de Gone West começou secundando o fenômeno Deep Impact, depois perdeu para seu irmão paterno, Duramente (falecimento precoce), e agora encontra um severo obstáculo no atual líder. Ambos são excelentes reprodutores. Lembrando que Kizuna foi um animal de campanha clássica, que enfrentou os melhores de sua geração, inclusive chegando em quarto lugar no Arco de 2013. Lord Kanaloa por sua vez foi o melhor velocista em seu tempo nas pistas. Uma bala das disputas curtas.
 Kizuna, pai de Monroe Walk
A supremacia de ambos pode ser medida pelo resultado do Shuka Sho. Eles dominaram as 7 primeiras posições, seja com seus filhos ou seus netos. Isto é dominância! Além da ganhadora, os melhores produtos de Kizuna são Songline, Sixpence e Justin Milano. Por outro lado, o melhor produto de Lord Kanaloa é sem dúvida a inesquecível Almond Eye, máquina máxima da criação japonesa. Vale a pena citar, a título de ilustração, seus filhos Saturnalia (reprodutor) e Satono Reve. Para finalizar, digo que a importação para o Brasil de reprodutores descendentes destas feras seriam muito bem-vindas. Como avôs maternos, Lord Kanaloa está a frente de Kizuna e provavelmente este padrão se manterá ao longo do tempo, contudo nenhum deles produziu um neto materno de realce. Devido à característica da importação da matriz, o cruzamento de MONROE WALK só tem um animal registrado, a nova estrela do oriente. Até uma nova oportunidade.
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Princess Kentucky, do Haras Anderson, se impõe no GP Costa Ferraz na Gávea [19/10/2026]
Internet
 Em belíssima exibição Princess Kentucky mostra de corre de verdade e vence o GP das potrancas |
A potranca Princess Kentucky, de criação e propriedade do Haras Anderson, filha de Can The Man e Sweet Kentucky, por Put It Back, deu um show de velocidade e, de consistência, e derrotou um lote numeroso de potrancas, para conquistar o Grande Prêmio Costa Ferraz, Grupo 3, no tiro curto de 1000 metros, em pista de grama encharcada, devido à forte chuva no oitavo páreo.
O tempo foi de 58s88 e Princess Kentucky contou com a apresentação de luxo de Adélcio Menegolo, e direção serena e tranquila de Wilckley Xavier.
A formação da dupla ficou com Oath of Allegiance, montada por João Moreira, e, a terceira colocação com a companheira de farda, On Call, no governo de Altair Domingos.
Omaha Beach, do Haras do Morro, obteve o quarto lugar, e, Tebas, do Stud Escorial, completou o marcador na quinta posição.
Wendy Rose, a favorita, largou bem, mas depois de brigar na frente com a ganhadora esmoreceu na reta final
Veja o replay do GP Costa Ferraz: https://www.youtube.com/watch?v=vgqAN3IIx4Q
Da Redação
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Paid In Full, do Haras Legacy, dá galope de saúde na PE Alcides Morales na Gávea [19/10/2026]
Internet
 Muito fácil Paid in Full derrota adversários em Prova Especial |
Paid In Full, de criação do Haras Santa Maria de Araras, e propriedade do Haras Legacy, com dois segundos lugares em provas de Grupo 1 no seu retrospecto, e eleito maior favorito da tarde na Gávea, ganhou com enorme facilidade, a puro galope a Prova Especial Alcides Morales, na distância de 2000 metros, em pista de grama pesada. O filho de Hofburg e Double Care, por Wild Event assinalou 2m07s72 no percurso da prova. Direção tranquila de Henderson Fernandes e apresentação caprichada de Luiz Esteves no craque da coudelaria.
Ungaré, do Haras Chello, formou a dupla em boa atuação. Family Friend, do Haras Monte Carlo, em evolução finalizou em terceiro, montados por Altair Domingos e João Moreira, respectivamente. Stock Picker, do Stud Forli, e River North, do Haras Legacy, completaram o marcador da prova em homenagem a um dos melhores treinadores brasileiros de todos os tempos.
Veja o replay da PE Alcides Morales: https://www.youtube.com/watch?v=MZ2Mqhw9MgA
Da Redação
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Outubro Chove, do Stud Blue Mountain, vence Clássico Derby Club de ponta a ponta na Gávea [19/10/2026]
Internet
 Sem ligeiro para dar em cima de Outubro Chove, não tem mais como pegá?lo no disco... |
Outubro Chove, um filho de Alpha e Gaura, por Drosselmeyer, de criação do Haras Anderson, e propriedade do Stud Blue Mountain, bem apresentado por André Mendes, e conduzido por Vagner Borges, ganhou de ponta a ponta o Clássico Derby Club, disputado hoje à noite na Gávea, na distância de 2400 metros.
O tempo foi de2m32s94 na pista de grama pesada.
Na segunda colocação finalizou Olympic Oman, do Stud Sampaio, ganhador do Derby, e segundo colocado no GP Brasil. O duelo entre eles, na reta final, favoreceu o ganhador, pois Outubro Chove, muito veloz, não tinha concorrentes com esta característica no campo da prova, e, Altair Domingos teve que posicionar seu pilotado no segundo posto desde a largada.
Huge Moon, do Haras Legacy, obteve a terceira colocação, afastado dos dois primeiros. Zen Life, do Haras Doce Vale obteve o quarto lugar, mas seu pilotado possui preferência pela raia de grama. Olympic Peñarol, salvou a inscrição, em quinto.
 Deixar Outubro Chove folgar na entrada da reta é suicídio para os demais competidores. Não podia dar outro resultado
Foi a quarta vitória de Outubro Chove, em 16 saídas. O filho de Alpha tem ainda 4 segundos lugares, 2 terceiros, 3 quartos e 3 quintos, em sua campanha. Nunca chegou descolocado.
Veja o replay do Clássico Derby Club: https://www.youtube.com/watch?v=vy975tDdRPE&t=9s
Da Redação
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Ozone Layer, do Stud Shin–Yuy, confirma favoritismo no Clássico São Francisco Xavier [19/10/2026]
Internet
 Nos 50 metros finais Ozone Layer, por fora, favorito do páreo, domina Nuance de Ouro |
Ozone Layer, um filho de Emcee e La Vie Continue, por Put It Back, de criação do Haras Santa Maria de Araras, e propriedade do Stud Shin-Yu, treinado por Marcus Aurélio, e conduzido por Valdinei Gil, levou a melhor no Clássico São Francisco Xavier, realizado hoje à tarde, no Hipódromo da Gávea.
Para os 1200 metros na grama pesada, o tempo foi de 1m12s50.
Na segunda colocação finalizou Nuance de Ouro, do Gávea Clube de Turfe, só alcançado nos metros finais. Ultra Show, do Stud Eternamente Rio, completou a trifeta, em ótima atuação, com Trancoso, do Stud Tempo Bom, e, Jotagê, de Luiz Henrique Flores dos Santos, no complemento do placar clássico. Foi a quinta vitória de Ozone Layer, em 9 apresentações.
Veja o replay do GP Armando Rodrigues Carneiro: https://www.youtube.com/watch?v=2lLBpNVDO4U
Da Redação
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Victory Dance, do Haras Doce Vale, conquista GP Armando Rodrigues Carneiro no Hipódromo da Gávea [19/10/2026]
Internet
 Victory Dance montada por Wesley Silva Cardoso vence o GP em bonita atropelada |
Victory Dance, uma filha de Verrazano e Ordinary Love, por Ay Caramba, de criação e propriedade do Haras Doce Vale, surpreendeu as favoritas do Grande Prêmio Armando Rodrigues Carneiro, Grupo 3, corrido hoje à tarde no Hipódromo da Gávea, em 1600 metros, em pista de grama pesada, e levantou a prova com atropelada fulminante do fundo do lote. Bem apresentada por Adelcio Menegoldo, e conduzida com perfeição por Wesley Silva Cardoso, alcançou a favorita Gevrei-Chambertain, do Haras Legacy, nos metros finais.
Opa Opa Opa, do Haras Santa Maria de Araras, ficou na terceira posição, com Oceânica, do Haras Santa Rita da Serra, em quarto lugar, e, Endless Love, do Stud Hulk/Oitavo, em quinto. Like It Hot, do Haras Estrela Nova, que sofre rebate na raia pesada, fechou a raia numa atuação abaixo do seu rendimento normal em pista de grama seca.
Veja o replay do GP Armando Rodrigues Carneiro: https://www.youtube.com/watch?v=3qjfOBTpVqc
Da Redação
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Off Limits, do Haras Legacy, ganha com facilidade o GP Guilherme de Freitas Penteado na Gávea [19/10/2026]
Internet
 Em franca evolução Off Limits vence com autoridade o Grande Prêmio |
Off Limits, um filho de Put It Back e Gucci Star, por Wild Event, de criação do Haras Santa Maria de Araras, e propriedade do Haras Legacy, não teve dificuldade para levantar o Grande Prêmio Guilherme de Freitas Penteado, Grupo 3, disputado hoje à tarde, no Hipódromo da Gávea, em 1600 metros, em raia de grama pesada, no tempo de 1m38s52.
Preparo impecável de Luiz Esteves, direção perfeita de Valdinei Gil. Simples Assim, em período de evolução, escoltou o ganhador, corrido na expectativa por Carlos Lavor. Open The Door largou devagar na partida, mas se recuperou e obteve a terceira posição. Maverik e Nilo Black completaram o placar.
No pódio para receber o troféu, o treinador Luiz Esteves, era só elogios para o seu pensionista." Off Limits tem evoluído a cada apresentação. Largou muito bem, deixou passar os mais velozes, e ficou bem posicionado no terceiro lugar. Quando o Gil deixou acelerar, nos 300 metros finais, ele largou dali e nunca deu impressão de ter adversários. Ele ainda vai dar muitas alegrias". Ao seu lado, o jóquei V.Gil, concordou com o treinador. "Este cavalinho melhorou demais. Ele me arrastou em todo o percurso e quando fiz correr ele mais parecia um carro fórmula 1", afirmou.
Veja o replay do GP Guilherme de Freitas Penteado: https://www.youtube.com/watch?v=6UUKKl230Js
Da Redação
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Domínio do Haras Santa Maria de Araras no Clássico Ghadeer com dobrada da casa [19/10/2026]
Internet
 Mesmo com Peace Child correndo incerto, o fantasma de Cidade jardim pousou na Gávea e levou o primeiro páreo |
Peace Child, de criação e propriedade do Haras Santa Maria de Araras, conduzida por João Moreira, levou a melhor sobre a companheira de farda, a favorita, Party Anthem, com Altair Domingos, e levantou o Clássico Ghadeer, para potrancas de 3 anos, em 2000 metros, na grama pesada, no tempo de 2m08s02. Ambas com treinamento de Christiano Oliveira. A ganhadora é filha de Hofburg e Una Beleza, por Signal Tap. Nos metros finais se atirou para dentro e chegou a se chocar com a companheira, o que provocou a reclamação de A. Domingos. Mas a Comissão de Corridas confirmou a prova.
Venice Baby obteve a terceira colocação para o Stud Blue Mountain, com Excelsior Runner, de Carlos dos Santos, na quarta colocação, Faith, do Stud Top Show, em quinto, e Tainah, do Haras Legacy, que atuou na segunda colocação atrás da favorita, Party Anthem, na última colocação, cansada com o ritmo forte da competição.
Veja o replay do Clássico: https://www.youtube.com/watch?v=W6wZxDOOm3g
Da Redação
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Talk Of New York, da Godolphin, vence o Queen Elizabeth II Stakes, G1, em Ascot [18/10/2026]
Internet
 Em franca evolução, o 3 anos Talk of New York, vence Grupo 1 em Ascot, Ingalterra |
Carregando o nº 10 na manta, Talk Of New York, um filho de Wootton Bassett (GB) em Usherette (IRE), por Shamardal (USA) venceu o Queen Elizabeth II Stakes (G1), disputado na pista do tradicionalíssimo Hipódromo de Ascot, na Inglaterra
A prova foi disputada no percurso em linha reta de 1 milha (1.609 m) em pista de grama, com tempo do vencedor de 1m39s83.
Com excelente direção do Jóquei William Buick e preparo exemplar de Charlie Appleby, Talk Of New York deixou em segundo a 1 ¼ corpo Ten Bob Tony, filho de Night Of Thunder (IRE) em Hug (IRE), por Dark Angel (IRE) e em terceiro o pupilo de Aga Khan’s Studs, Rayif, filho de Sea The Moon (GER) em Rayisa (IRE), por Holy Roman Emperor (IRE), que chegou a pescoço do segundo colocado.
Talk Of New York – 3 anos, até então só havia vencido uma prova de G2, o Joel Stakes, em Newmarket. Agora som em 8 apresentações, 5 vitórias, 1 segundo e 2 terceiros, com prêmios de £870,160. Está em franca evolução na campanha.
Ten Bob Tony, um dos mais velhos do lote, com 5 anos, foi montado por Kieran Shoemark, e pertencente ao Knocktoran Stud, já havia vencido uma prova de G1, o Queen Anne Stakes em Ascot
Já Rayif, montado por Christophe Soumillon, o terceiro colocado, com o maior rating, e favorito da prova, tinha as melhores performance até então, com 2 provas de Grupo 1, a Poule d’Essai des Poulains e o Prix Jacques le Marois.
A seguir chegaram:
4º Needle Match, com Cieren Fallon, treinamento de William Haggas, a 1 ½ corpo 5º Zavateri, jóquei Charles BishopEve, treinamento de Johnson Houghton, a 4 ¼ corpos 6º Docklands, jóquei Billy Loughnane, treinamento Harry Eustace, a 4 ½ corpos 7º More Thunder, jóquei Tom Marquand, treinamento William Haggas, 5 ¼ corpos 8º Gstaad, jóquei Ryan Moore, treinamento Aidan O’Brien, 7 ¾ corpos 9º Dancing Gemini, jóquei Dylan Browne McMonagle, treinamento Roger Teal, 10 ¼ corpos 10º Zeus Olympios, jóquei Clifford Lee, treinamento K. R. Burke, a 11 corpos 11º Hawk Mountain, jóquei Colin Keane, treinamento Aidan O’Brien, a 13 corpos
Veja o replay do www.youtube.com/watch?v=iX8mM0S3nH8
Da Redação
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Faiola, do Stud Tobruk, se impõe no Clássico Emerson, em Cidade Jardim [17/10/2026]
Internet
 Em estado impecável de Victorio Fornasaro, Faiola vence o Clássico em São Paulo |
Faiola, de criação da Fazenda Mondesir, e propriedade do Stud Tobruk, um filho de Outstrip e Villa D’Este, por Agnes Gold, treinado por Victório Fornasaro, e bem conduzido por Gabriel Santana, precedido de enorme fama nos bastidores do Hipódromo de Cidade Jardim, confirmou em corrida todos os comentários sobre o seu poderio locomotor. Tomou a frente no Clássico Emerson, em 2000 metros, na grama pesada, galopou na ponta com autoridade, aparou com sobras a insistente companhia da potranca Fire And Rain, do Haras Fazenda Boa Vista, também criada na Fazenda Mondesir, e nos 200 metros decisivos fugiu para o espelho para ganhar por mais de 6 corpos com autoridade com o tempo de 2m10s09
O segundo lugar de Fire And Rain não deve ser subestimado. A filha de Drosselmeyer corre bastante. I Love Mambo, reservada do Old Friends, corrida no fundo do lote, atropelou para completar a trifeta, enquanto Índio Velho, em nítida evolução, depois de acompanhar os dois favoritos, que fizeram ponta e dupla, conquistou a quarta colocação por ter pagado tributo de tentar seguir os dois puros-sangues mais comentados da tarde paulistana. Impecável, espécie de faixa do Haras Old Friends, cansou pela mesma ousadia, e teve de se contentar com a quinta e última posição.
Depois de correr uma prova duríssima, o GP Ipiranga, G1, 1ª prova da quadrupla coroa, na milha, no mês passado, Faiola chega a sua primeira vitória Clássica.
Aliás, no cânter, o páreo praticamente estava decidido pois o filho de Outstrip estava lindo demais
 Canter "vendendo saúde" de Faiola. Parabéns ao treinador Victorio Fornasaro
O recorde da distância, que perdura há 20 anos (desde 24/06/2006 quando Top Hat estabeleceu 1m56s294, vencendo o GP ABCPCC Matias Machline, G1) não foi desta vez que caiu.
Se vc acompanha o turfe desde 2006, relembre a vitória de Top Hat embora muito acossado por Bandido Secreto, no GP ABCPCC Matias Machline, G1, quando estabeleceu novo recorde para os 2000 metros na grama: https://www.youtube.com/watch?v=kdwMkSiDu4M
A bolsa do páreo foi de R$ 24.684,00 sendo R$ 11.000,00 ao proprietário do vencedor.
 Na foto da entrega do troféu, o treinador Victorio Fornasaro, Jóquei Gabriel Santana, o titular do Stud Tobruk, Delson Petroni e seu amigo Ernani Buffalo, do Haras Moema
Veja o replay do Clássico Emerson, Listed: https://www.youtube.com/watch?v=Rx8qJfEcuBs
Da Redação
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La Laitiere, do Stud Magia, vence Handicap Especial José Homem de Melo em Cidade Jardim [17/10/2026]
Internet
 Vitória firme da neta de Top Hat, recordista do 2000 metros na grama de Cidade Jardim |
La Laitiere, de criação e propriedade do Stud Magia, uma filha de War Secretary e Bekara, por Top Hat, bem apresentada por Emerson Garcia, e conduzida com muita confiança por J. Bispo, levou a melhor, praticamente de ponta a ponta no Handicap Especial José Homem de Melo, realizado hoje à tarde, em Cidade Jardim, no percurso de 1500 metros, na areia, conquistado no tempo de 1m29s4/10.
Na segunda posição finalizou Olympic Plate, de João Boyadjian, eleita favorita, e conduzida por Jeane Alves, que tentou ultrapassar a ganhadora em toda a reta final, mão não teve forças.
Xaila da Serra, do Stud Legacy Five, aliviada no peso, obteve a terceira posição, em apresentação promissora, enquanto Ghiacciata, do Stud Três Damas, sofreu ligeiro prejuízo após a largada, perdeu terreno e não pode atuar como prefere, entre as ponteiras e só obteve a quarta colocação na reta final. Blue Blood, correu pouco e fechou a raia no quinto lugar.
Veja o replay do páreo: https://www.youtube.com/watch?v=jmwsNiv4huc
Da Redação
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Tempted desbanca Ka Ying Rising e vence o GP The Everest em Sydnei, Austrália [17/10/2026]
Internet
 Vitória por cabeça de Temped sobre Ka Ying Rising em final emocionante |
Montado por Chad Schofield, jóquei estreante em provas do The Everest, Tempted, da Godolphin, protagonizou uma das maiores surpresas da história das corridas australianas, resistindo a uma forte investida final de Ka Ying Rising para vencer o Everest, prova com bolsa de 20 milhões de dólares, sendo 7 milhões ao vencedor, conquistando uma vitória ’impossível’ e na mais emocionante corrida da história do The Everest.
Tempted, 4 anos, é filha de Street Boss em Calliope, por Exceed and Excel, e nos 200 metros finais liderava por dois corpos antes de Ka Ying Rising e Headwall lançarem uma forte investida pelo lado de fora, com Joliestar por dentro.
Chad Schofield, montando Tempted (com as cores azul e branca), resistiu à investida final de Ka Ying Rising (com as cores vermelha e azul) para vencer o Everest.
Tempted perdeu fôlego, mas conseguiu manter a liderança por uma cabeça de vantagem sobre Ka Ying Rising e Joliestar.
"O impossível pode ter acontecido! Falaremos sobre esta corrida para sempre", disse Bruce McAvaney.
O treinador Ciaron Maher lutava contra as lágrimas. "Incrível... Achei que ela fosse bater seu recorde pessoal hoje. Estou muito feliz", disse ele e ainda completou "Sabíamos que tínhamos que tomar posição. Chad sabia o que tinha em mãos. Ela tinha que ser fenomenal, e foi."
Chad Schofield disse que sabia que tinha que pressioná-la desde o início da corrida, em vez de esperar para dar o bote no final, como normalmente faria.
"Normalmente, eu a monto para relaxar e confio que ela estará muito bem no final", disse ele e acrescentou "Mas foi uma corrida diferente hoje. Tínhamos, obviamente, o melhor velocista do mundo, o melhor cavalo do mundo. Eu estava de olho nele." Eu sabia que ele não estava lá em cima, então mantive minha posição e o deixei mais para trás... Tive uma corrida perfeita."
 Chad Schofield comemora após a vitória com a égua Tempted
Ka Ying Rising começou como o favorito mais apostado da história do Everest, com 70% do dinheiro investido. Ele começou como favorito a $1,35, com Tempted como o segundo favorito a $7.
O treinador de Ka Ying Rising, David Hayes, que assistiu à corrida de Caulfield, culpou o sorteio das posições de largada. "Se tivermos que tirar algo de positivo disso, ele estava na frente logo após a linha de chegada", disse Hayes à Seven. "Ele foi corajoso. Adorei a forma como ele terminou, mas detesto o resultado. "O terreno estava perfeito. Foi a posição de largada. Pensamos que poderia ser uma vantagem para nós, mas não foi."
Temped, com essa vitória soma 10 vitórias em 15 corridas, inclusive dois segundos e dois terceiros. Suas principais atuações foram:
1º The Everest G1 1200m 1º The Chase Surround Stakes G1 1400m 1º Concorde Stakes G2 1000M Randwick 1º Arrowfield 3yo Sprint G2 1200M 1º Run To The Rose G2 1200M 1º Percy Sykes Stakes G2 1200M 1º Reisling Stakes G2 1200M 1º Eskimo Prince Stakes G3 1200M 1º Premier Stakes G2 1200M 2º The Everest G1 1200M 2º Widden Stakes G3 1100M 3º Golden Rose G1 1400M 3º Golden Slipper Stakes G1 1200M
Veja o replay do The Everest: https://www.youtube.com/watch?v=kiPdNWnOGbA
Da Redação
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