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Hipódromo da Gávea completa 100 anos em 11 de julho [04/07/2026]

Revista Veja Rio

Hipódromo da Gávea comemora 100 anos de vida


Está chegando um dia especial, os 100 anos de Hipódromo da Gávea. Publicado hoje na revista Veja Rio, uma bonita matéria sobre os 100 anos, em que a Veja Rio reconhece o momento atual do Jockey Club Brasileiro: um clube vivo, que valoriza suas raízes no turfe e abraça a cidade com cultura, lazer e experiências para os cariocas, e com tradição.

Como tudo começou

O início de tudo foi em 5 de fevereiro de 1849, posse da primeira diretoria do Club de Corridas.

Para que se compreenda melhora a cronologia, no dia 6 de março de 1847, foi publicado no Jornal do Commercio, um tipo de convocação para uma instituição de atividades turfísticas no Brasil, origem da fundação do Club de Corridas, uma sociedade anônima. Os subscritores da iniciativa foram convidados para uma reunião no dia 15 de julho do mesmo ano, em uma sala da assembleia do Cassino, defronte do Passeio Público, quando foi instalada a associação, discutido seus estatutos e eleita sua diretoria. O grupo do Club de Corridas era formado por Luis Alves de Lima e Silva, futuro Duque de Caxias, o coronel Polidoro da Fonseca Quintanilha Jordão, o cirurgião Antonio da Costa, o corretor de fundos Henry Harper, o agricultor e capitalista comendador Teles, o major João Guilherme Suckow, Alexander Reed e o Barão do Rio Bonito. O secretário da nova sociedade, João Pereira Darrigue Faro, segundo barão e primeiro visconde do Rio Bonito, em nome de seu primeiro presidente, Luís Alves de Lima e Silva, futuro Duque de Caxias, convocou os diretores do Club de Corridas à uma reunião, no dia 6 de dezembro, para tratar-se da comprar de um terreno.

Em 1849, o terreno chamado “Chácara do Damião”, já adquirido, passa a se chamar oficialmente Prado Fluminense.

Em 5 de fevereiro de 1849, assume uma nova diretoria, com João Pereira Darrigue Faro como presidente, Leopoldo Augusto da Camara Lima como vice-presidente e Marianno Procópio Ferreira Lage como Secretário.

A primeira corrida do antigo Prado Fluminense


Prado Fluminense, no bairro do Rocha, onde atualmente é o Quartel do Exército

A pista ficou pronta, e logo ocorreu a primeira corrida em 01 de novembro de 1850, com 4 páreos. A pista tinha 480 braças, equivalente a 1056 metros. Na época os cavalos eram naturalmente os que corriam mais, oriundos de diversos locais, chamados de “peludos”. Uma das linhas de pesquisa é que parte desses cavalos é originário do cruzamento dos descendentes dos cavalos reais de Don João VI, que vieram de Portugal, em 1811. Os cavalos da realeza eram fortes, com muito fôlego e mais altos e fortes do que os cavalos nativos.

Em 1º de abril de 1951, o Prado Fluminense é arrendado ao Major Suckow, então muito rico e concessionário das linhas de transporte (a cavalos e burros) da Cidade do Rio de Janeiro.

Em 13 de junho de 1851, nova inauguração do Prado Fluminense, agora sob gestão de Suckow, contou com a presença de Suas Majestades, D. Pedro II e Imperatriz Teresa Cristina.

Em 14 de setembro de 1851, a segunda corrida sob administração de Suckow, e novamente com o comparecimento de Suas Altesas, D. Pedro II e a Imperatriz.

O Hipódromo Brasileiro, carinhosamente chamado de Hipódromo da Gávea

E dai, pulamos para 11 de julho de 1926, quando o Jockey Club negociou o terreno do Prado Fluminense com a prefeitura e adquiriu o terreno da Lagoa Rodrigo de Freitas, onde construiu o Hipódromo Brasileiro.

Para a inauguração, ocorreram corridas teste na semana anterior, Missa na véspera, além de outras solenidades e inauguração de placas de homenagem.


Foto após a benção ao novo hipódromo

A inauguração, em 11 de julho foi perfeita, linda festa, grande público, tempo bom, e corridas maravilhosas, de encantar o público. Na quela época, mais de 90% dos sócios do Jockey Club eram turfistas, contrastando com a realidade atual, em que dos mais de 5000 sócios atuais, apenas em torno de 2,5% são turfistas.


Uma das fotos mais antigas do Hipódromo da Gávea, quando a pista de grama fazia limete com as águas da Lagoa Rodrigo de Freitas

Em 13 de Julho, dois dias após a inauguração, ocorreu uma elegante e exuberante festa no Copacabana Palace.

Dia 15, houve o concorridíssimo baile no Salão de Rosas do Hipódromo.

Resta saber agora em que dia e local será a festa da comemoração dos 100 anos do hipódromo Brasileiro, afinal o jockey é ou não é um clube de tradição ?

Da Redação

 



Quando o imprevisível ocorre nas corridas de cavalos [03/07/2026]

Internet

Brownie (pela cerca interna), Bossuet (pelo centro) e Wait A Bit (pelo lado de fora) cruzaram a linha exatamente juntos


Registros históricos indicam que houveram mais de 20 empates triplos oficiais para o primeiro lugar em toda a história do turfe mundial. Embora seja um dos fenômenos mais raros do turfe, o empate triplo (conhecido em inglês como triple dead heat) já aconteceu algumas vezes na história das corridas de cavalos. 

Separar no olho a chegada de dois animais, é uma tarefa difícil. Imagine em uma chegada de três animais ?

Somente na época moderna, com a chegada do fotochart, separar os cavalos na linha de chegada passou a ser mais fácil, pois o equipamento produz foto, que em raríssimas situações, as discussões sobre quem chegou em primeiro prosperam.

Na história do turfe tivemos casos famosos de empate triplo.

O mais famoso foi no Carter Handicap, em 1944, que aconteceu no dia 10 de junho de 1944, no Hipódromo de Aqueduct, em Nova York. Foi a primeira vez que isso ocorreu em uma prova de graduação máxima (stakes) na era da foto de chegada. 

Os cavalos Brownie (pela cerca interna), Bossuet (pelo centro) e Wait A Bit (pelo lado de fora) cruzaram a linha exatamente juntos. A imagem da linha de chegada se tornou um pôster clássico que decorou balcões de bares e hipódromos pelos Estados Unidos por décadas. 

Outro caso, no Hipódromo de Flemington, na Austrália, no Hotham Handicap em 1956, durante o prestigiado festival da Melbourne Cup. Os cavalos Ark Royal, Fighting Force e Pandie Sun protagonizaram o empate triplo mais famoso do hemisfério sul. Os juízes levaram vários minutos analisando a foto antes de decretar que os três dividiram a vitória. 

Recentemente, com as câmeras modernas operando a milhares de quadros por segundo, os empates triplos ficaram ainda mais difíceis, mas continuam acontecendo.

Em Remington Park, nos estados Unidos, em 2021, em uma eliminatória do Oklahoma Futurity, para cavalos quarto de milha, as éguas Midnight Ryde, Sausalito 100 e Favorite Movie cravaram exatamente o mesmo tempo de 15,764 segundos nos 274 metros. Haja precisão na casa dos milhares de segundos.

Na Tailândia, em 2015, no Royal Bangkok Sports Club, uma câmera de alta precisão registrou um raríssimo empate triplo, mas neste caso foi para a segunda colocação. Enquanto o vencedor isolado cruzou a linha de chegada, três cavalos colaram os focinhos juntos logo atrás.


Três animais, cabeça a cabeça, já é uma chegada de reustado imprevisível, um empate triplo então é dificílimo.

Em relação aos prêmios, não são distribuídos prêmios de primeiro lugar para os três, e sim somados o prêmio do primeiro, do segundo e do terceiro, e são divididos igualmente entre os três animais.

No Brasil, estamos em pesquisa para identificar um empate triplo, temos informação de proprietário, que na década de 1940, ocorreu um, poucos anos após a inauguração do Jockey Club de São Paulo, em 1941.

Da Redação

 



Domingo será dia do GP Cidade de Pelotas [03/07/2026]

J.C. de Pelotas

Comemoração dos 96 anos do Clube


Comemorando os 214 anos da Cidade de Pelotas e dos 96 anos do Jockey Club de Pelotas, a Comissão de Corridas do Hipódromo da Tablada formou e páreos para este domingo, 5 de julho. As corridas terão início às 13:20

A principal atração da domingueira é o 3º páreo, Grande Prêmio Cidade de Pelotas, 214 anos e Jockey Club de Pelotas, 96 anos que será corrido às 15h.

O Jockey Club de Pelotas foi fundado em 22 de junho de 1930 por um grupo de amantes do turfe que criou a Associação Jockey Club de Pelotas. A entidade, de caráter civil, nasceu pela liderança do coronel Zeferino Costa Filho e tinha como objetivo promover o melhoramento do puro sangue inglês (PSI). A data da fundação foi marcada por assembleia nos salões do Clube Comercial com a presidência de Joaquim Francisco Assis Brasil que palestrou falando ao público presente sobre as vantagens sociais, morais, culturais e esportivas da criação de cavalos. Nesta mesma assembleia foi eleita uma comissão provisória para estudar o projeto dos Estatutos e Código de Corridas. Uma semana depois aconteceu uma nova reunião, que definiu Flávio de Souza como primeiro presidente.

Em 19 de setembro de 1933 foi lançada a pedra fundamental do Pavilhão, e após foram demarcadas as pistas e feito o nivelamento do terreno, dando início às obras.

Estão inscritos 6 animais para o Grande Prêmio, que será na distância de 1500 metros na areia, com bolsa de R$ 9.000,00, sendo R$ 5.000,00 ao vencedor

São eles, animais, jóqueis e proprietários:

1 – Estimate – V. Espimdola – Haras Santa Ignês de Spanier
2 – Gipsy Koller – V. Montes – Joicemar Dornelles Piegas
3 – Jeep do Jaguarete – L. Fonseca – Juares Rodrigues Duarte
4 – Imperador da Lagoa – J. Rocha – Stud Lobão de Pelotas
5 – Atrevido da Lagoa – J.A. Rodrigues – Paulo Roberto dos Santos Laurin
6 - Indy da Lagoa – H. Oliveira – Haras Cinco Irmãos

A entrada é franca, e os portões estarão abertos a partir das 11h


Década de 40/50. As corridas sempre foram prestigiadas pelos moradores de Pelotas

Reúna a família, convide os amigos e venha viver um domingo de esporte, tradição, empreendedorismo e orgulho na Cidade de Pelotas.

Veja o programa de domingo:
http://www.raialeve.com.br/pdf/6_A_6a46a10b07b4d.pdf

Da Redação

 



Em 1767, ocorria a primeira corrida oficial no Canadá [02/07/2026]

Internet

Edição de 25 de junho de 1767 do jornal local Gazette de Québec


A primeira corrida de cavalos oficialmente registrada no Canadá ocorreu no dia 1º de julho de 1767, aproximadamente 100 anos antes da Confederação Canadense. O evento foi realizado nas históricas Plains of Abraham (Planícies de Abraão), nos arredores da cidade de Quebec, um local que apenas oito anos antes tinha sido o palco da célebre batalha entre britânicos e franceses, a célebre Batalha de Quebec.

Os detalhes desse marco inicial do turfe canadense foram preservados graças a um anúncio e posterior crônica publicados no jornal Quebec Gazette:

A corrida foi vencida com grande facilidade por Modesty, uma égua de propriedade do capitão britânico Prescott. Como o primeiro General Stud Book (livro de registros da raça Puro Sangue Inglês) só seria publicado em 1791, Modesty não era uma "puro sangue" no sentido moderno, mas sim uma égua de excelente estirpe colonial. 

O páreo disputado valia uma bolsa de 40 dólares. Para se inscrever, os competidores tiveram que pagar uma taxa de 2 dólares com pelo menos dois dias de antecedência. 

A disputa começou rigorosamente às 17h e seguiu o formato tradicional da época: o "melhor de três baterias" (the best of three heats). 

A regra das “três baterias” consistia que os cavalos tinham que disputar várias corridas sucessivas (as baterias) no mesmo dia, geralmente cobrindo distâncias longas, que podiam variar de 2 a 4 milhas (cerca de 3,2 a 6,4 quilômetros) por bateria.

As regras principais desse formato funcionavam da seguinte maneira:

Para um cavalo ser considerado o vencedor, ele precisava vencer duas baterias para ser declarado o campeão absoluto do páreo. Se o Cavalo A vencesse a primeira bateria e o Cavalo B ganhasse a segunda, era necessária uma terceira bateria de desempate entre eles.

O Intervalo de Descanso entre uma bateria e outra, era que os cavalos tinham um intervalo curto (geralmente entre 30 e 45 minutos) para respirar, ser resfriados com água e caminhar um pouco antes de alinhar novamente na largada.

Tinha uma regra da eliminação: Para evitar que cavalos exaustos ou muito lentos continuassem na disputa e atrasassem o evento, existia uma marca na pista chamada "poste de distância" (frequentemente fixada a cerca de 100 ou 200 metros da linha de chegada). Se um cavalo terminasse uma bateria atrás desse poste quando o vencedor cruzasse a linha, ele era "distanciado" e sumariamente desclassificado, não podendo correr as baterias seguintes.

Esse formato exigia uma leitura tática refinada. Como os cavalos precisavam correr distâncias imensas no total, os jóqueis muitas vezes "poupavam" seus animais na primeira bateria.

A estratégia clássica — conhecida na época como waiting race (corrida de espera) — consistia em correr de forma conservadora na primeira bateria apenas para terminar dentro da distância permitida, deixando que os adversários se desgastassem. Nas baterias seguintes, com os rivais cansados, o jóquei lançava o cavalo descansado para vencer as duas provas finais.       


Gravura da The Queen’s Plate na cidade de Whitby, em Ontario, realizada em 24 de maio de 1870, data do aniversário da Rainha Vitória. Foi uma festa na cidade.

No caso da corrida de 1767 no Canadá, o relato de que a égua Modesty venceu "com grande facilidade" indica que ela provavelmente dominou as duas primeiras baterias consecutivas, encerrando a disputa sem a necessidade de um terceiro round de desempate.

 

A crônica do jornal da época destacou, com um toque de ironia, o desapontamento daqueles que se julgavam grandes conhecedores do esporte, apostaram contra Modesty e acabaram "separados de seu dinheiro". O relato também mencionou que, apesar de alguns jóqueis terem sido derrubados de suas montarias, não houve acidentes graves, resultando em "mais susto do que ferimentos". 

Essa corrida de 1767 nas Planícies de Abraão deu início a uma longa tradição no país, que mais tarde se consolidaria com a criação de clubes de turfe oficiais e, em 1860, com a inauguração da Queen’s Plate (atualmente King’s Plate), a corrida mais antiga da América do Norte a ser disputada continuamente até os dias de hoje.

Da Redação

 



Cristal abre o ano hípico no sábado com 10 páreos [02/07/2026]

Internet

Jockey Club do Rio Grande do Sul

A Diretoria do Jockey Club do Rio Grande do Sul vai dar início, no próximo sábado, no Hipódromo do Cristal, em Porto Alegre, ao novo ano hípico nacional de 2026/2027.

Vão ser realizados 10 páreos, das 13h20min até as 18h35min.

As provas vão homenagear os ganhadores das estatísticas:
Kauan Gonçalves, jóquei;
Luciano Árias, treinador;
Alberto Tiellet Miorim, proprietário;
Haras Santa Maria de Araras, criador;
Haras Ereporã, criador dos potros de 2 anos;
Wired Bryan, melhor reprodutora; e
Gulf do Jaguarete, animal do ano.

A programação terá ainda a disputa dos seguintes clássicos: Romo Forte, Corejada, Antenor Granja de Abreu e a Copa ABCPCC Regional. A diretoria do Club Hípico Gaúcho aproveita o fato de não haver corridas no sábado em Cidade Jardim para formar um programa diurno de alta qualidade no país.

Click aqui e veja a programação do sábado no Cristal:
http://www.raialeve.com.br/pdf/6_A_6a469b3130956.pdf

Gávea

Devido à realização do jogo entre Brasil e Noruega no domingo, pela Copa do Mundo de Futebol, a diretoria do JCB vai promover duas corridas noturnas, na segunda e na terça-feira, nos dias 6 e 7 de julho. As duas reuniões terão 9 páreos de turma, nos mesmos horários, das 18h às 22h.

Da Redação

 



Cristal abre novamente a Pedra Única e impulsiona "Pick 7" com pote de R$ 73 mil [02/07/2026]

IA

Cristal terá o privilégio de realizar a primeira reunião após o retorno da Pedra Única


Foi no dia 09 de fevereiro de 2023 (quinta-feira) , que o turfe brasileiro teve a primeira experiência com a tão aguardada pedra única.

Inegavelmente esse sistema deixou a pedra mais forte e, consequentemente mais atrativa. Infelizmente um desajuste entre JCB e JCSP acabou derrubando o sistema integrado dos hipódromos, fazendo que volatessemos a dividir as apostas em dois totalizadores distintos.

Aparada as arestas entre os mandatários de Gávea e Cidade Jardim, quis o destino que, pela segunda vez o pontapé inicial da pedra única seja dado pelo Jockey Clube do Rio Grande do Sul, dessa vez será no próximo sábado, dia 04 de julho.

Na reunião em questão, muitas serão as atrações nas apostas, mas o destaque absoluto fica por conta do Pick 7, cujo o pote está estimado em R$ 73 mil reais.

A modalidade, uma das mais populares entre os apostadores, desafia o público a apontar os vencedores dos sete últimos páreos consecutivos. Com a boa bonificação acumulada, a expectativa é de grande participação dos aficionados pelo turfe e de elevado volume de apostas.

Além da premiação do Pick 7, a programação reúne provas equilibradas e clássicos que devem proporcionar boas disputas na pista de areia do Cristal, tornando a jornada ainda mais atrativa para os amantes do esporte. Lembrando que o início da reunião está programado para as  13:20h.

Por Airton Barnasque

 



Frankie Dettori fraturou costelas e o polegar após o carro capotar em um acidente em Newmarket. [02/07/2026]

Instagran Frankie Dettori

Frankie em atendimento no Hospital, ao lado da esposa


Após ser atingido por outro veículo, o carro de Dettori, de 55 anos, capotou, e apesar de estar com cinto de segurança, Dettori quebrou várias costelas quebradas e o polegar, em Newmarket na noite de quarta-feira.

Os ferimentos de Dettori ainda estão sendo avaliados no hospital. O outro veículo atingiu a traseira do lado do passageiro do carro de Dettori, fazendo com que ele rodasse e capotasse.

A H Talent Management, empresa que o assessora, confirma que Frankie Dettori se envolveu em um acidente de trânsito, perto de Newmarket, em Suffolk, na noite de quarta-feira, 1º de julho.

Frankie foi levado para o hospital, onde foi constatado que ele teve várias costelas quebradas e um polegar fraturado. Seus ferimentos ainda estão sendo avaliados e ele permanece internado para exames e observação.

Frankie agradeceu aos serviços de emergência que estiveram presentes no local, bem como aos médicos, enfermeiros e toda a equipe médica que o atendeu. Seu foco agora é descansar e se recuperar. A H Talent Management pede respeitosamente que a privacidade de Frankie seja respeitada neste momento. Nenhum outro comentário será feito até que haja uma atualização relevante.

“Estou com muita dor e algumas costelas quebradas, então vou precisar de um tempo para descansar e me recuperar. Espero ver todos vocês em breve”, disse Frankie no hospital após ser atendido.

Um porta-voz da polícia acrescentou que não houve prisões e que uma investigação sobre possíveis infrações de trânsito está em andamento.

Dettori não compete na Grã-Bretanha desde outubro de 2023, quando venceu o Champion Stakes com King Of Steel em Ascot.

Ele deveria retornar às pistas na corrida Leger Legends em Doncaster, durante o Festival St. Leger, em setembro, mas diante do acidente, tudo agora é incerteza.

Da Redação

 



Obstacle corre neste sábado um clássico em Saratoga com bolsa de USS 500.000 [01/07/2026]

Internet

Obstacle está inscrito em Saratoga


De propriedade do Stud Duplo Ouro e criado pelo Haras Santa Maria de Araras, Obstacle assombrou o turfe brasileiro e uruguaio quando venceu o Derby de Maroñas (Gran Prêmio Nacional, G2) por incríveis 17 corpos de vantagem, quase batendo o record da pista registrando 2m35s46 para a distância, muito se aproximando do recorde estabelecido por Ad Better, nesse mesmo páreo, em 2024, com o tempo de 2m35s18.

Obstacle não deu bola para os 9 cavalos que alinharam para a disputa, nos 2.500m da pista de areia do Hipódromo de Maroñas.

Depois da magnífica vitória, Obstacle correu o Gran Prêmio José Pedro Ramirez, G1, em janeiro de 2026, ocasião em que foi terceiro, ponteando toda a corrida, em um ritmo forte, entregando a vitória lá em cima do disco.

Feito um descanso, enviado para os Estados Unidos, reaparece neste sábado no Hipódromo de Saratoga, no estado de Nova York


Hipódromo de Saratoga, a 280 km da cidade de Nova York

Vamos torcer pelo filho de Hofburg em Come And See, por Elusive Quality, e que represente bem o Brasil e nosso turfe.

Da Redação

 



Deputado Hugo Leal avança em tratativas para retomada das exportações de cavalos brasileiros para Dubai [01/07/2026]

Internet

Deputado Federal Hugo Leal se empenhando em prol do turfe brasileiro


Atendendo a uma solicitação da Associação Brasileira de Criadores e Proprietários do Cavalo de Corrida (ABCPCC), o deputado federal Hugo Leal (PSD-RJ) reuniu-se com o Ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, para tratar da retomada do acordo sanitário e operacional necessário à exportação de cavalos brasileiros para Dubai e demais mercados dos Emirados Árabes Unidos.

A medida é considerada estratégica para a criação nacional, uma vez que o mercado dos Emirados Árabes Unidos representa uma importante oportunidade para a exportação de animais de alta qualidade genética produzidos no Brasil, fortalecendo a cadeia do agronegócio equino, ampliando a inserção internacional do cavalo brasileiro e abrindo novas perspectivas para criadores e proprietários nacionais.

Durante o encontro, foram discutidos os entraves atualmente existentes e os caminhos para a reativação dos protocolos necessários, permitindo que os cavalos brasileiros possam novamente acessar um dos mercados mais relevantes do mundo para o setor.


Ministro da Agricultura André de Paula

A ABCPCC destacou a sensibilidade e o apoio do deputado Hugo Leal à causa, ressaltando a importância do diálogo institucional com o Ministério da Agricultura para a construção de soluções que contribuam para o desenvolvimento da atividade, a geração de empregos, o fortalecimento da equideocultura nacional e a ampliação das oportunidades para todo o setor.

A retomada das exportações para Dubai representa um passo importante para ampliar a competitividade internacional da criação brasileira, estimular investimentos e consolidar a presença do cavalo brasileiro em mercados de elevada relevância econômica e esportiva.

Veja a reunião entre o De. Fed. Hugo Leal e o Ministro do MAPA, André de Paula:
https://www.dropbox.com/scl/fi/ga8i8nfcuwiteill3e6nb/Encontro-Dep.-Fed.-Hugo-Leal-e-Ministro-da-Agricultura-Andr-de-Paula.mp4?rlkey=w4uxjxtp47he3isbk58720x34&dl=0

Transcrito do site da ABCPCC - Associação Brasileira de Criadores e Proprietários do Cavalo de Corrida, com acréscimo de fotos pelo Raia leve

 

NR. O principal empecilho sanitário, dentre outros, para a exportação direta de cavalos de corrida (e equinos em geral) do Brasil para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, é o Mormo.

Os Emirados Árabes Unidos impõem exigências sanitárias extremamente rígidas para a entrada de cavalos. O protocolo exige que o país de origem seja considerado livre de Mormo ou que o animal cumpra períodos severos de isolamento e testes específicos que comprovem a total ausência da bactéria Burkholderia mallei. Como o Brasil registra casos esporádicos e focos da doença em diversas regiões, o status sanitário nacional barra o envio direto. 

Para contornar essa restrição e permitir que cavalos brasileiros corram nos grandes festivais de Dubai, como já ocorreu, muitos proprietários recorrem à triangulação: os animais precisam cumprir uma longa quarentena em um país intermediário que possua o acordo sanitário aprovado pelos Emirados Árabes (geralmente na Europa ou nos Estados Unidos) antes de seguirem para o destino final, o que além de despesas a mais é o tempo que o animal ficará parado.

 



Em 22 de julho, em uma 4ª feira, o leilão do Haras Uberlândia, há 50 anos criando PSI [01/07/2026]

APPS

Vem aí o Leilão do Haras Uberlândia

O HARAS UBERLÂNDIA, com produtos vitoriosos nos hipódromos de Cidade Jardim, Gávea, Cristal e Maroñas, há 50 anos criando puro sangue inglês, reformulando sua criação, ofertará em leilão um seleto plantel, composto de reprodutoras, animais em treinamento e produtos das gerações 2024 e 2025.

Importante salientar que não se trata de uma liquidação de plantel, pois o haras ficará com os produtos das gerações 2024 e 2025, filhos dos garanhões SPLENDID PRIZE (por NEW YEARS DAY) e LORD OF WESTBURY ( 20 vitórias, 17 no Cristal, sendo 13 provas clássicas, 2 Cidade Jardim e Gávea) além das éguas com prenhez dos garanhões mencionados, por se tratar de reprodutores iniciando suas atividades e são depositários de enormes expectativas de seu proprietário.

Como poderão observar, os produtos que serão ofertados, das gerações 2024 e 2025, são filhos de garanhões conceituados, à exemplo de CAMELOT KITTEN, GOLDIKOVIC, HELIOSTATIC, OLYMPIC JHONSNOW, OUTSTRIP, VERRAZANO, WEST BY EAST e JASPION SILENT.

Serão leiloadas 11 reprodutoras com prenhez de LONDON MOON, GOLDIKOVIC, CHRONNOS, VERRAZANO e BIEN SUREÑO.


Recentemente, ou melhor, na semana passada, dia 25/06, Expert de La Cote, uma filha de Catch In The Sky, e Batuta, por Oficcer, de criação e propriedade do Haras Uberlândia, confirmou o favoritismo e conquistou de forma muito fácil, o Clássico Duque de Caxias, prova central o Hipódromo do cristal. Expert de La Cote é a nº 5 do catálogo

Os animais em treinamento, todos em campanha, estão alojados em Cidade Jardim, Cristal e Gávea, portanto representam excelentes oportunidade para proprietários de todos os hipódromos do Brasil.

Para melhor orientação dos interessados, informamos que as reprodutoras e os produtos das gerações 2024 e 2025, estão alojados em Bagé nos Haras Anderson e Di Cellius, e no Paraná no Haras dos Girassois.

 O leilão acontecerá no dia 22 de julho, com transmissão pela TV Turfe Rio, TV Jockey São Paulo e internet.

Veja o catálogo do Leilão do Haras Uberlândia:
http://www.raialeve.com.br/pdf/15_A_6a400c279a71f.pdf

 



Coluna Páreo Corrido, por Paulo Gama [01/07/2026]

Sylvio Rondinelli/JCB

Após vitória com Cores do Brasil, H. Fernandes posa para foto junto com esposa, filhos e Diego Guedes, seu agente


Henderson Fernandes, com 146 vitórias, é o campeão da Gávea.

Numa temporada impecável, repleta de conduções de alto nível técnico, com um rival tenaz, Leandro Henrique, sempre grudado nos seus calcanhares, e uma parceria eficiente com o comentarista da TV Turf, Diego Guedes, o seu agente de montarias, H. Fernandes comemorou ontem à noite mais uma conquista na estatística de jóqueis do turf carioca. Sem dúvida, o mais competitivo do país.

Foram 4 vitórias nesta semana: no domingo, duas, com Pep Guardiola e Numbat; na segunda, com Off Limits; e ontem à noite, no dorso de Cores do Mar. Numbat, treinado por Lucas Dantas Reis, e os outros três citados, aos cuidados de Luiz Esteves, o campeão na estatística de treinadores.

Com seu estilo agressivo de montar, correndo seus cavalos quase sempre entre os 3 primeiros colocados, H. Fernandes não dá descanso aos jóqueis rivais. Exímio largador, ele repete o estilo de montar do recordista mundial, Jorge Ricardo, o Ricardinho, maior vitorioso do pedaço. Mas se engana quem pensa que o campeão não sabe correr suas montarias atrás, para atropelar.

Nas provas clássicas, empresta sua categoria aos puros-sangues que preferem correr para atropelar nos metros finais. Um jóquei completo, orgulho do turf nacional.

Os maiores rivais do campeão

H. Fernandes teve 4 grandes adversários nas pistas de grama e areia da Gávea. L. Henrique, o segundo colocado, com 143 triunfos, foi o seu maior obstáculo. O placar de 146 a 143 pontos não deixa dúvida quanto a isto. Depois de longa temporada com suspensões por delitos de raia e pequenas contusões que afastaram os pilotos das pistas, três vitórias foi apenas um detalhe entre eles. Outros dois pernambucanos, João Victor e Wilkley Xavier, conterrâneos de Lucas. Henrique, também deram trabalho ao campeão. João Victor flutuou o tempo todo na terceira posição, próximo aos dois primeiros colocados, e encerrou a temporada com 117 vitórias. Xavier, com 96, foi o quarto colocado, depois de ultrapassar V. Borges esta semana.

PSI melhor apresentado: Pep Guardiola


De criação do Haras Santa Maria de Araras, de propriedade do Stud Habeas Corpus, foi a melhor montaria do campeão na semana, aos cuidados de Luiz Esteves. Filho de Horfburg e Bontrmps, por Put it back, foi, sem dúvida, uma das montarias mais bem apresentadas nas vitórias de H. Fernandes nesta semana.

Jóqueiada da semana


Fernandes, voltando ao Padock, após a vitória com Numbat

No dorso de Numbat, de criação e propriedade do Stud Embalagem, e treinamento de Lucas Dantas Reis, preciso, detalhista e motivado, Fernandes fez tudo certo no percurso, numa prova de tiro curto em que é especialista.

Personagem

H. Fernandes conquistou um título merecido de campeão da estatística na Gávea, com garra, motivação e amor absoluto por uma profissão perigosa, árdua e exigente sob todos os aspectos.

 



H. Fernandes é o vencedor da estatística de jóquei da Gávea [01/07/2026]

Sylvio Rondinelli/JCB

Na reta final da estatística, H. Fernandes abriu 3 vitórias sobre L. Henrique, o segundo colocado


Iniciando a noturna da terça-feira, 30, última corrida da temporada 2025/2026, a chance de L. Henrique vencer a estatística era ínfima. E com a divulgação pela manhã dos forfaits, só com milagre, e ainda assim, teria que vencer suas duas únicas montarias, já que duas fizeram forfat, e torcer para que H. Fernandes não ganhasse nenhum páreo, e ainda assim, empataria na liderança.

Mas em sua primeira montaria, com Osten, L. Henrique por mais que se empenhasse, entrou segundo. Acabaram aí as suas chances de empatar. Então no 5º páreo da noturna, H. Fernandes venceu a estatística de jóqueis.

E para ainda mostrar que foi o melhor jóquei da temporada, Fernandes venceu o sétimo páreo com Cores do Mar.

J. Victor, que não montou, manteve o terceiro da estatística.

W. Xavier, que na véspera abriu mais dois pontos de V. Borges, venceu o segundo páreo, terminando com 5 pontos à frente de V. Borges, garantindo o quarto lugar.

A posição da estatística de Jóqueis, com o resultado de hoje, passa a ser:

1º - H. Fernandes – 146 vitórias
2º - L. Henrique – 143 vitórias
3º - J. Victor – 117 vitórias
4º - W. Xavier – 97 vitórias
5º - V. Borges – 92 vitórias

Na estatística dos treinadores, L. Esteves foi o vencedor, com bastante folga sobre L. D. Reis, que foi o segundo.

Da Redação

 






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