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Na última semana do mês de setembro, um dos mais chuvosos da história da cidade do Rio de Janeiro, a Secretaria da Comissão de Corridas do Jockey Club Brasileiro organizou 24 páreos na semana, distribuídos em três reuniões de 8 páreos de turma, no domingo, segunda e terça–feira. Das 24 provas chamadas pelo handicapeur do JCB, apenas a corrida diurna do domingo, das 15h36, até às 19h40, possui páreos de areia, num total de três, no primeiro, terceiro e sexto páreos. Os outros cinco estão programados para grama.
As reuniões noturnas de segunda e terça, ambas programadas no horário de 18h às 21h30, e também de 8 páreos, possuem em sua totalidade provas chamadas na raia de grama. Ou seja, dos 24 páreos desta última semana de setembro, 21 deles, foram programados na grama, com somente três, a terça parte, na pista de areia.
O número de puros–sangues da população equina atual, com a maioria absoluta de equinos com preferência pela grama, não dá muita alternativa na formação das reuniões. E um mês tão chuvoso dificultou por demais a vida da classe turfística, proprietários, dirigentes e profissionais de turfe, jóqueis e treinadores.
A medida do penetrômetro da última reunião realizada no hipódromo carioca, 5.8, na volta fechada, permitiu a liberação da grama, mas as chuvas do dia seguinte, e a previsão de frente fria no início da próxima semana, poderá trazer chuva torrencial de forfaits para as corridas noturnas de segunda e terça, todas programadas na relva.