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Primeira mulher a chefiar o consulado–geral japonês na capital paulista, Yoriko Suzuki é natural de Okayama. Sra Yoriko Suzuki possui mais de três décadas de carreira diplomática no Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão, com sólida atuação em postos no exterior e na administração central em Tóquio. Em 1996 trabalhou como Segunda Secretária na Embaixada do Japão Brasília. Em 2010, assumiu o posto de Conselheira na Embaixada do Japão no México. E em novembro de 2025 assumiu a chefia do Consulado–Geral do Japão em São Paulo.
Em seu discurso na presença do corpo diplomático do Japão e de diretores do JCSP, na 32ª Edição da Copa Japão de Turfe, falou sobe a história dos intercâmbios entre Japão e Brasil que ultrapassa 130 anos e ao longo deste período muitos emigrantes japoneses e seus familiares que contribuíram para o desenvolvimento do Brasil.
Após o discurso ocorreu a tradicional cerimônia chamada de "quebra do tambor" que é denominada Kagami Biraki. Embora o recipiente tenha o formato arredondado semelhante ao de um tambor (taiko), trata–se, na realidade, de um barril de saquê de madeira (taru).
A quebra da tampa traduzida como "Abertura do Espelho", onde a tampa redonda do barril é chamada de kagami (espelho, símbolo de harmonia e pureza), e a quebra (biraki) representa a abertura para a boa sorte, prosperidade e novos começos.
Para este ritual, os participantes e autoridades usam martelos de madeira (kizuchi) para quebrar a tampa de madeira do barril em conjunto, servindo em seguida o saquê aos convidados para um brinde coletivo (kanpai).

A tradicional "Quebra do tambor" representa sorte, prosperidade e novos recomeços.
Esta tradição é realizada na Abertura de Ano Novo, em celebrações de artes marciais (dojos), inaugurações, casamentos e festivais tradicionais (matsuris).
Da Redação