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Outubro | 2025

Coluna Páreo Corrido, por Paulo Gama
29/10/2025 - 09h38min

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A semana do turfe nacional, depois do Latino–Americano

    De volta a rotina, do dia a dia, depois do sucesso da realização do Clássico Associação Latino–Americana de Jockeys Clubs, conquistado por Obataye, do Haras Rio Iguassu, montaria de João Moreira, e treinamento de Antônio Oldoni, no sábado, dia 18 de outubro, em pleno Hipódromo da Gávea, o turfe nacional retomou sua normalidade, país afora.

    Tivemos corridas no Hipódromo do Cristal, em Porto Alegre, na quinta–feira, também no sábado, em Cidade Jardim, São Paulo. E, no mesmo dia, o GP Bento Magalhães, no Hipódromo da Madalena, em Recife. Ainda no sábado, no Hipódromo da Lagoinha, no centro–oeste do Brasil. E, no domingo, o Hipódromo do Tarumã, os paranaenses abriram as suas portas, realizaram 11 páreos, e comemoraram a força do seu campeão, Obataye, criado no Haras Palmerini, e com as cores do Haras Rio Iguassu.

     O Brasil, um imenso país turfístico, ganhador de 12 Latinos, que estava paralisado nos demais hipódromos durante a semana, para acompanhar na Gávea, a glória do craque Obataye, retomou a sua dura rotina. Com as suas dificuldades particulares, mas todos com um sentimento enorme e comum da paixão pelo turfe. Este grandioso esporte que faz nosso coração acelerar.

No Cristal brilharam Leonardo Gouvea e Elziar Santos


Jóquei L. Gouvea

    Por estas coincidências do destino, na mesma reunião, após a disputa do Latino, com os holofotes em João Moreira, e Antônio Oldoni, a primeira corrida no Brasil, realizada após a mega festa, foi em Porto Alegre, no Belo Hipódromo do Cristal. E dois profissionais conquistaram as duas provas mais importantes da tarde gaúcha. O jóquei Leonardo Gouvea, e o treinador Elziar Santos.


Treinador Elziar Santos

    No dorso de L’ Amico Mio, de criação do Haras Niju, e propriedade de Alberto Juarez Tiellet Miorim, o velocista, que corre atrás, para atropelar obteve o seu 13º triunfo no prado gaúcho. Está pronto para correr a prova de  velocidade no dia do GP Bento Gonçalves. Logo a seguir, foi corrido o Clássico Criação Nacional, e Kempes Love, de criação do mesmo Haras Nijú, e parceria com a Coudelaria Família Monteiro, do mesmo proprietário, Alberto Juarez Tiellet Miorim, de ponta a ponta, dominou a prova, também treinado por Elziar Santos e conduzido por Leonardo Gouvea.

Tiradentes foi a surpresa em Cidade Jardim


Tiradentes por dentro arranca a vitórica no GP

    A tarde paulistana apresentou prova de Grupo 3, o GP Presidente Antônio Correa Barbosa, em 2200 metros, na areia. Tiradentes, um filho de Adriano e Kaite Runner, por T.H.Approval, de criação e propriedade do Haras Phillipson, treinado por Tiago Haidar, e conduzido por Marcos Ribeiro. Depois de briga titânica com Nankim, do Stud Magia, o outro mais novo do páreo, teve de se haver, nos metros finais, com o favorito da prova, Loyalty, do Stud Marc Race, e conseguiu levantar a prova graduada, demonstrando futuro nas pistas. Foi uma tarde melancólica, de programa fraco, movimento de apostas inexpressivo, mas com um fio de esperança de que as coisas sempre podem melhorar, quando existem puros–sangues de raça nas pistas tradicionais do hipódromo paulistano de tantas histórias gloriosas.

 

GP Bento Magalhães teve domínio de absoluto de Born Slippy


Um vareio de Born Slippy no 57º Bento Magalhães

    O 57º Grande Prêmio Bento Magalhães teve domínio completo e absoluto de Born Slippy. O seu triunfo foi tão esmagador e insofismável seja melhor falar a organização do evento. Da presença de Jorge Ricardo, como convidado ilustre da festa. Do amor incondicional dos turfistas pernambucanos pelo esporte. Dos investimentos dos aficionados na atividade, o que tem proporcionado alguns novos produtos de 2 e 3 anos, que tem tido resultados expressivos am alguns dos melhores páreos do eixo Rio–São Paulo, inclusive com fardas de proprietários de Recife em provas de Grupo 1. Born Slippy ganhou tão fácil, que fez alguns turfistas saudosistas lembrarem de Itajara, da família Paula Machado, nos seus melhores dias.

No Tarumã, nem a queda de energia impediu a qualidade dos melhores páreos


Shallow Now popr dentro vence PE Júlio Cézar Garcêz

    Depois da disputa da Prova Especial Júlio Cézar Garcêz Castellano, conquistada por Shallow Now, que derrotou na fotografia a mais nova Must Be Happy, houve queda de energia, que assustou os aficionados presentes. Mas o problema foi logo contornado, e a programação, de ótima qualidade, seguir em frente. Humble Hero, de criação do Haras Old Friends, e propriedade do Stud Greco, filho de Drosselmeyer e Santa Carolina, por Tiger Ridge, treinado por Márcio Ferreira Gusso, e bem conduzido por Vagner Borges, fez ótima exibição, derrotou Fuerza Viva, do Haras Belmont, égua de qualidade, mas que parece preferir a pista de grama. Road do Iguassu, do Haras Rio Iguassu, correu abaixo do seu rendimento normal na pista de areia. Mas, com certeza teremos um grande festival, no GP Paraná, em dezembro. E, com certeza, teremos um belo, GP Bento Gonçalves, logo agora, em novembro. O turfe segue em frente no país. Só falta agora o levante do turfe paulista. Ele também acontecerá. A volta por cima já está escrita nas estrelas.

Gávea

Puro–Sangue melhor apresentado


Doce Cecilia

    Doce Cecília, de criação de Diego Chaves e Jairo de Almeida, do Stud Vale do Jacuí, potranca estreante com campanha clássica no Cristal, de 3 vitórias e um segundo na Taça de Cristal, III etapa da tríplice–coroa juvenil, foi vitoriosa. Bem apresentada por Adélcio Menegolo, e conduzida com bastante confiança por Leandro Henrique, pegou pela frente uma encrenca, Outspoken, do Haras Santa Maria de Araras, mas conseguiu levar a melhor. Fez belo galope de apresentação e obteve triunfo convincente. Demonstrou ser de corrida

Joqueada da semana


    Ângelo Márcio Souza está devolta aqui em nossa coluna. Espero que seja por muito tempo. No dorso de Tahoe, com a farda do Jockey Club de Minas Gerais, e treinamento do craque Leo Cury, voltou a demonstrar sua técnica, talento e categoria, para exibir que montar é uma arte. Faz parecer que este quesito é algo muito pessoal dos bons jóqueis. Fazer parecer que é fácil, exercer um ofício dos mais complicados da existência humana. A.M.Souza nos faz lembrar da facilidade que teve en sua carreira de conquistar diversos provas de Grupo 1, como se tivesse apenas desfrutando de um sorvete de chocolate. Craque.

Personagem


    Jorge Ricardo só tinha uma montaria ontem à noite. Anjo Gabriel. No quarto páreo, o pensionista de Sérgio Luís Silva, montado por ele, ganhou um dos páreos mais equilibrados da reunião. Ricardinho possui tanta categoria, que no meio daquele pega para capar, num páreo para produtos de 4 anos sem vitória, 5 anos, com 1 vitória, e 6 anos, sem mais de duas vitórias, em nenhum momento que apostou nele, pensou que pudesse perder. E, ainda houve uma outra oportunidade para ele, antes disso. No primeiro páreo, o jovem João Victor caiu na largada do cavalo River Café.

     No vestiário, Dulcino Guignoni ficou sem opção, por que os pilotos disponíveis, que montavam depois, não haviam chegado. Ricardinho, que sempre se antecipa nos compromissos, já estava lá, para montar Anjo Gabriel, no quarto páreo. Montou Toblerone, dois páreos antes. E também ganhou. E, por estas e outras, ele possui 13.359 vitórias, é o recordista mundial. E, com 64 anos, ensina aos garotos, diariamente como se faz. Porém, eles não sabem, que o mapa da mina está ao seu lado. É só olhar e aprender. O manual de como fazer para ganhar corridas está bem pertinho dos meninos. Meu Deus, eles não conseguem ver...     

 



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