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As corridas de Cidade Jardim aos sábados são programadas para que terminem ainda com luz natural, pois, há muitos anos, a iluminação é bastante ineficiente.
Tal situação se deve à falta de recursos para manutenção e reformas necessárias, imprescindíveis para a segurança das corridas.
Neste sábado, o último páreo (11º) expôs animais e jóqueis a extremo perigo. Por pura sorte não ocorreu um acidente cujas proporções poderiam ser inimagináveis.
O páreo, em 1.000 metros, foi programado para às 17:30h, só que, além do atraso com que as corridas de Cidade Jardim normalmente ocorrem, esqueceram que, como estamos próximos ao inverno, a luz natural termina mais cedo. Acabaram confiando no que não poderiam confiar: na iluminação das pistas !
Dada a largada, a iluminação funcionou somente até 300 metros após a partidor. A partir dali, literalmente, foi um breu só, reaparecendo a iluminação somente perto do disco.

É de assustar: não se vê absolutamente nada. O locutor Casela narra: “assim as competidoras já vão entrando pela penumbra”. Logo depois afirma: “daqui não dá para ver mais nada”. Ainda bem, que em certa altura da corrida o responsável pela filmagem do páreo teve de utilizar todos os recursos de ótica da filmadora para captar algum movimento dos animais.
É de arrepiar !
A direção do Jockey Club de São Paulo colocou em risco de morte os PSI’s que competiam, os jóqueis, as corridas em Cidade Jardim e, provavelmente, em todo o Brasil.
Veja abaixo como foi a corrida:
https://youtu.be/4etnAvI9Im8?si=F6m–X1WrQWXiF9QJ
Da redação