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Os Norte–americanos ao longo dos anos, foram criando diversas estatísticas, sobre o mesmo assunto, para uma interpretação mais apurada do resultado. São dezenas delas.
Nós aqui no Brasil, há dezenas de anos vamos com o mesmo modelo, o de soma ganha dos filhos dos reprodutores. Evoluímos um pouco e criamos % de ganhadores, % de colocados clássicos e % de ganhadores clássicos, e uma ou outra diferente.
Se formos buscar opiniões de profissionais técnicos estatísticos, veríamos o quanto estamos atrasados.
Mas porquê o atraso? A resposta é simples: porque dá trabalho. Sim, é verdade. Pessoas, nós temos, equipamentos nós temos, o que falta são as pessoas debaterem e definirem as diversas formas de apresentação e cobrarem dos responsáveis a realizar o que é necessário.
Mas no turfe, como em outros esportes, por exemplo futebol, voley, basquete, temos pessoas que não se interessam a fundo, e também, em maior número, temos pessoas que se não forem cobrados e literalmente apertados, não entregam o que é necessário.
O que acontece ? Cai–se na mesmice, aí não anda, porque dá trabalho.
As estatísticas mudam a cada corrida, a cada fim de semana, a cada ano, a cada geração, mas toda a mudança é necessária para que literalmente saibamos para onde o proprietário ou o criador vai se movimentar, isto aqueles que querem ser competitivos. Mas tem também os que vão por vontade própria tomando suas decisões e colhendo seus resultados, isto, se os resultados aparecerem. A estes o futuro não é promissor como já presenciamos durante pelo menos 50 anos de criação e em corrida de cavalo.
O turfe tem de se profissionalizar, sob todos os aspectos, inclusive nas estatísticas.
Como um exemplo básico apresentamos o resultado da geração de dois anos, na gávea, corridos de 1 de janeiro até a corrida de ontem, 26 de maio, portanto pouco mais de 2 meses para o encerramento das estatísticas que é 30 de junho, sob dois prismas.
A desenho apresentado, serve para que repensemos sobre como fazer as nossas avaliações, obviamente, cada um de seu modo de pensar.
E, elaborarem, diversas formas de estatísticas, basta dar uma olhada no turfe Norte–americano.
Da Redação