A ENCANTADORA EXIBIÇÃO DE OPAZO RUMO A COROA
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Opazo – Haras Cifra – Porfirio Menezes
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Nada mais gratificante para o verdadeiro turfista, aquele que ama de paixão o puro–sangue de corrida de exceção, do que uma exibição de gala. E foi precisamente o que aconteceu, no último sábado, em Cidade Jardim, durante a realização do Grande Prêmio Jockey Club de São Paulo, Grupo 1, a segunda etapa da quádrupla–coroa do turfe paulistano. Opazo, um filho de Rally Cry e Daltiva, por Macho Uno, de criação e propriedade do Haras Cifra, surgiu com fama de craque. Foi eleito favorito da Copa Precocidade e Velocidade. Ganhou com sobras a sua seletiva. Mas foi derrotado na final. Surgiu então nas pistas, o companheiro de cocheira, Oryx, que se impôs a ele, na sequência de confrontos. Ficou em segundo plano. Negociado para o exterior, Oryx saiu de cena. E, aos poucos, Opazo, talvez acanhado com atuações abaixo da expectativa do seu staff, começou a evoluir. E, agora, deslanchou de vez nos dois primeiros atos da coroa, com atuações encantadoras. Como seria agora um duelo com o colega que partiu para fora do Brasil? Difícil de afirmar com absoluta convicção. No turfe existem cavalos precoces, que colocam de pronto as suas mangas de fora. E, outros, que custam mais a sobressair, chamados de tardios. Apresentação sublime do treinador, João Borges Quadros. Direção impecável de Ivaldo Santana, um jóquei tardio, que com a maturidade da carreira, ficou bastante íntimo das provas de Grupo 1.
JOÃO VÍTOR SEGUE DOMINANTE NA GÁVEA
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João Vítor – Sylvio Rondinelli
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O aprendiz pernambucano, João Vítor, cumpriu mais uma destacada semana no turfe carioca. E, com seis vitórias, conseguiu conter o instigante avanço de Henderson Fernandes, com cinco pontos. Os dois pilotos juntos faturaram 11, dos 25 páreos realizados no prado carioca. A descarga de dois quilos tem funcionado como um ótimo amparo, nos duelos com o bicampeão do pedaço. Giovani Santos, que conquistou três triunfos, não possui arsenal a altura de ambos, mas tem mostrado qualidades suficientes para ter mais oportunidades.
JOQUEADA DA SEMANA
No dorso de Impetus, defensor do Stud Verde, e criado no Haras Estrela Nova, João Vítor deu a joqueada da semana. Bem apresentado pela dupla Luiz Esteves e L. C. Costa, atuou em páreo de bom nível técnico, e foi corrido com rara inspiração do jovem valor. Atrás, no fundo do lote, e com aproximação gradativa e serena. Guardou toda a energia do seu conduzido para os 200 metros finais. E aí decidiu a questão a seu favor. Parece ter futuro, e plenas condições de enfrentar os melhores, quando tiver perdido o precioso benefício a descarga de peso. Tem recebido boas oportunidades dos treinadores.
PERSONAGEM
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Cold Heart – Fazenda Mondesir – Porfirio Menezes
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Mais uma vez, João Moreira, voltou do exterior inspirado. No sábado, em Cidade Jardim, esteve impecável no dorso de dois corredores da Fazenda Mondesir. Com Cold Heart foi impecável. O posicionou atrás dos ponteiros, para que ficasse manso e não se desgastasse na primeira parte do percurso. Depois, na reta, foi um passeio do craque. No dorso de Azurra, conseguiu largar junto as rivais, e, se aproximou no momento certo para decidir a parada a seu favor. E ainda ganhou em 2000 metros, com uma filha de Tiger Heart, Xiang Gang Laser, do Haras Rio Iguassu, com rateio de 9,80. Um craque das rédeas.
TARUMÃ
A grande atração da semana turfística será o Festival da Pegasus Brasil, no próximo domingo, no Hipódromo do Tarumã, em Curitiba. Vale a pena acompanhar. Programação interessante, com páreos equilibrados, e a presença de alguns dos melhores pilotos do país, em ação.
BRUNO QUEIROZ
De volta do Oriente, Bruno Queiroz, figurou com destaque nas programações do final de semana. Aos poucos, vai receber melhores montarias e travar bons duelos com a turma da pesada. É um atleta trabalhador, interessado, e transmite confiança a proprietários e treinadores devido ao grande amor pela profissão.
MGA DE SEGUNDA FOI O MAIOR NA GÁVEA
Das três reuniões da Gávea, a segunda–feira reinou absoluta, com faturamento de R$ 859 mil, em 9 páreos realizados. Bem superior aos programas de apenas 8 provas, de domingo, com R$ 710 mil, e, terça, com R$ 645 mil, apenas.
F. LEANDRO É QUASE HEPTACAMPEÃO
Com 383 vitórias, no atual ano hípico, Francisco Leandro está muito próximo de vencer a estatística do turfe argentino pela sétima vez consecutiva. O segundo colocado, William Pereyra, soma 170. Brian Enrique, em terceiro lugar, possui, 158, e, Jorge Peralta, no quarto lugar, tem 152. Parece pouco provável descontar tamanha diferença.
