Poucas coisas deveriam ainda me impressionar no turfe, afinal já passei por tantas que já deveria estar acostumado. Mas não é assim que a banda toca. No turfe, quanto mais você dele participa, mas se vê surpreendido por certas ações e emocionado com muitas outras.E o que não entendo, ao invés como muitos que ignoram ou criticam, eu, simplesmente, me interesso. Não importa da onde venha e por quem quer que seja. Impressionou passa a ter imediatamente a minha atenção. A corrida em si, como tantas outras pencas, foi mal filmada, mas até um cego notaria que a velocidade deste tal de Bico Branco tem, é algo de extraordinário. Afinal, não bateu na oportunidade a um jumento e sim a um outro cavalo, que me foi passado, como um igualmente fora da curva.
Como disse ontem aqui, nesta próxima segunda, o assunto é Bico Branco. Ele não ganhou o Grande Prêmio Brasil muito menos o Pellegrini, mas seus último desafio com passagens pelo discos de várias distância, até o 700 metros, certamente chamou a minha atenção. Nunca havia presenciado algo sequer parecido.
De quem é filho? Onde foi criado? Qual seu passado? O que dizer de seu futuro? Tem alguma coisa de quarto de milha nele? Foram perguntas que imediatamente surgiram na minha mente completamente obtusa, quando o assunto são provas de canchas retas. E nenhuma delas foi respondida. Mas de uma coisa mesmo sem entender a fundo as retas, mesmo tendo trazido Tiger Heart e Benny the Bull, e co–criado, a Preta do Mangueirão, sei quando algo tem velocidade.
Se você tem a mesma curiosidade, venha assistir nesta próxima segunda–feira, as 21:30h, um programa com os responsáveis por Bico Branco. Mesmo que você não está ligado as pencas.
Renato Gameiro
Até lá!!
https://www.youtube.com/live/aWGaEC5uPv4?feature=share