O que sei, é nossa vizinha Argentina, contou sempre com um turfe forte, que gera divisas, atrai publico e é chaleirado por toda a imprensa de massa. Inclusive a internacional. E não é que todos os brasileiros que para lá convergem, se saem bem!
O São José e Expedictus enquanto lá figurou, teve um sucesso tremendo. O Santa Maria de Araras que ainda lá hoje permanece, continua tendo um êxito absoluto. E o que falar do La Providencia e do Rio Dois Irmãos? De Leandro, Domingos e Ricardinho como jockeys? De Aranha como treinador? Não teriam eles tido um êxito bem acima da média? Quais os profissionais argentinos que vieram e tiveram sucesso no Brasil?
Como no caso dos cavalos que criamos, com uma genética e apoio governamentais bem inferiores aos dos argentinos e chilenos, estes profissionais e investidores, igualmente estão se saímos bem, em disputas internacionais. Como se explica?
E as perguntas que não querem calar que se seguem são: como e porque?
Nós da live, que pretende ser a mais rápida do turfe, a do Ninho do Albatroz, gostaríamos de ter uma resposta, de quem vive na carne o problema em seu dia a dia. Logo, nesta segunda, no horário de sempre, as 21.30h traremos o José Luiz Aranha, que em nossa live já compareceu, em duas oportunidades, como coadjuvante em mesas redondas sobre corridas internacionais, mas agora terá a oportunidade de transformar–se no personagem principal, tentando assim, desvendar como o brasileiro consegue se dar bem, num turfe que até que seja provado ao contrário, tem muito maior profundidade no mercado internacional, que o nosso.
Eu acredito que vale a pena conferir. Estaremos lá a sua espera.
https://www.youtube.com/live/4IrmKEQ647g?feature=share