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Dezembro | 2022

Páreo Corrido, por Paulo Gama
28/12/2022 - 08h19min

METADE DO ANO HÍPICO SE FOI EM 2022. QUE 2023 SEJA BEM VINDO.

Na próxima sexta–feira, dia 30 de dezembro, em Cidade Jardim, será disputada a última corrida de 2022 no turfe brasileiro. Ou seja, metade do ano hípico se foi. Na Gávea, ele já chegou ao fim, ontem à noite, terça–feira. Existem problemas a serem contornados nos dois principais clubes hípicos do país. E, nos outros coirmãos, pelo país afora, também. Mas, existe luz no fim do túnel. E, com empenho, e organização, talvez seja possível encontrar o pulo do gato. Um pequeno resumo do turfe carioca, neste primeiro semestre, demonstra bons resultados de alguns profissionais de turfe. E, também, boas perspectivas para outros. As dificuldades, entretanto, são muitas, para proporcionar bons espetáculos, e esbarram, principalmente, no lugar comum da situação econômica e política de todo o país.

OS DESTAQUES NO TURFE CARIOCA EM 2022

O treinador Luiz Esteves, mais uma vez, manteve hegemonia nas corridas da Gávea, sobretudo na esfera clássica. O excelente profissional possui elenco com plantel de puros–sangues de alta qualidade, e responde nas pistas com resultado compatível ao material que comanda. Sobretudo, no desempenho nas pistas dos potros e potrancas a sua disposição. Tive a oportunidade de acompanhar o seu trabalho de perto durante alguns meses no ano de 2021. E, pelo resultado em 2022, no mesmo padrão, dá para perceber, porque continua dando as cartas. Como sempre procuro enfatizar nos meus textos, o protagonista no turfe é o puro–sangue. Bons profissionais, jóqueis, treinadores, segundo–gerentes, e cavalariços têm participação importante na engrenagem. Mas, ela só funciona através de cavalos de corrida de qualidade. Luiz Esteves os possui, e tem competência e audácia para fazê–los obter os resultados. É intuitivo, trabalhador e arrojado.

Henderson Fernandes lidera a estatística de jóqueis no turfe carioca. A parceria com Luiz Esteves é a mola mestra do seu sucesso. E, também, a indiscutível qualidade dos puros–sangues a sua disposição para montar. Não deve ser jamais subestimado. Evoluiu muito na profissão, e a experiência lhe trouxe maturidade, perícia e melhor poder de decisão. No momento é o jóquei mais confiante da Gávea. E, confiança é a palavra chave na vida de qualquer atleta. Com ela do lado, o esportista escala qualquer montanha. Sem ela, a confiança, os resultados escorrem pelas mãos. O atleta fica perdido, como se fosse uma criança pequena, que se perdeu das mãos da mãe, numa praia lotada, no domingo de sol, em meio a multidão. Como se costuma dizer na gíria, "o cara está voando". Bom largador, procura sempre o caminho mais curto, e mais simples, H. Fernandes, hoje em dia, é tremenda dor de cabeça, para os rivais.

A exemplo do que aconteceu com o aprendiz V. Espíndola, na sua temporada em que terminou a estatística, no terceiro lugar, atrás apenas de Leandro Henrique e Bruno Queiroz, o aprendiz da vez, é Dylan Silva Machado. Bem assessorado pelo comentarista, André Cunha, ele se deu ao luxo de viajar, para visitar a família, no sul. Aliás, a fórmula do seu sucesso é simples. A mesma dos irmãos, Luan e Muriel Machado. Boa educação da família, caráter ilibado, dedicação, amor a profissão, e bem querer aos cavalos. Precisa se cuidar com a futura perda da descarga. O V. Espíndola possuía boas qualidades. Mas, hoje, sem estes preciosos quilinhos de vantagem, mudou o cenário. Enfrentar as feras das rédeas, peso a peso, são outros quinhentos.

Esta foi a minha maior preocupação quando fui agente do Vagner Borges. Ganhamos três estatísticas juntos. Mas nunca deixei que ficasse deslumbrado. Quando começou a ter a queda de braço com os melhores estava pronto para a batalha.

Entre os reprodutores, Agnes Gold, que deixou excelente produção, continua a brilhar, aqui no Brasil, e também, na Argentina, com o resultado expressivo, do Stud Rio Dois Irmãos. Wild Event mantém alto nível como avô materno. O Haras Sweet Carol tem brilhado, entre os proprietários, com o belo aproveitamento, e, o Haras Santa Maria de Araras, nunca deixa cair a peteca, entre os criadores.

JOQUEADA DA SEMANA

No dorso de Playa Los Ingleses, de propriedade do modelar Stud Best Friends, e criação do Haras Fronteira, Alexandre Correia, sem dúvida, deu a joqueada da semana. Preparo sempre competente do treinador, Ildefonso Coelho Souza, desta vez, o piloto teve de desequilibrar a corrida para vencer, e somar a quarta vitória consecutiva. Um primor a paciência, o cálculo de corrida e a confiança na sua montaria. Sempre aconselhei o meu amigo Serginho, titular da coudelaria, a desfrutar das poucas vitórias que o cavalo possuía, por ter feito sua primeira campanha contra os líderes da sua geração a voltar com ele nos páreos de turma, mais acessíveis.

Sérgio, o querido amigo, depois de alguma resistência, decidiu experimentar o cavalo, que só era inscrito em clássicos, em páreos mais fracos. Agora colheu quatro triunfos consecutivos.  Aliás, Serginho é profundo conhecedor de filiação, e em longos anos de turfe, sempre teve puros–sangues de qualidade, principalmente, com o Haras Fronteira. Nesta sua área, eu sou um neném. Mas, por causa da profissão de agente, por 25 anos, a gente descobre algumas boas possibilidades em termos de encontrar caminhos ocultos nas chamadas dos páreos.

PURO–SANGUE MELHOR APRESENTADO

Empate em duas apresentações preciosas. Depois do reaparecimento espetacular de Di Pinto Di Blue, vitorioso depois de longa ausência das competições, o treinador Leandro Guignoni trouxe outra pérola nas pistas cariocas, O estreante Lusty Pacific, do Stud H&R, estava lindo de morrer, no galope de apresentação, e, deu um vareio na parceirada. Direção confiante de Acedenir Gulart, que tem sabido aproveitar as oportunidades em fardas importantes, além do H&R, a gloriosa, Fazenda Mondesir. Laos, de Giovanni Giuseppe Pompeu Maggi, teve apresentação sublime de Adélcio Menegolo, e, confirmou o favoritismo, com direção enérgica de H. Fernandes.

PERSONAGEM

Júlio César Sampaio foi o personagem desta última semana do turfe carioca. O treinador gaúcho, competitivo, irrequieto, dedicado e bem sucedido, alcançou a expressiva marca de 2 mil vitórias. O popular "Alemão" desembarcou aqui na Gávea para construir linda história de superação. O profissional teve a oportunidade de treinar para fardas muito importantes do turfe carioca, e jamais teve medo de enfrentar as dificuldades e superações para se impor num turfe tão competitivo. Os meus prediletos, dos tantos que treinou, são Aerosol, do Haras Santa Maria de Araras, ganhador do GP Brasil, Plenty of KIcks, do Stud São Francisco da Serra, tríplice–coroado, ao lado de uma galeria de grandes campeões, e o velocista, Desejado Thunder, do Stud Alvarenga, uma máquina de velocidade. Estes três craques sintetizam bem a história do profissional.

OLÍMPIA DE PLATA

Mais uma vez, Francisco Leandro comemorou o triunfo na estatística do turfe argentino. E, pela quarta vez, recebeu o troféu, Olímpia de Plata, uma das maiores honrarias do esporte na Argentina. Com 417 vitórias, Leandrinho é um dos grandes ídolos dos "burreros", no turfe mais competitivo do continente. Motivo de orgulho, para nós brasileiros, o seu incrível resultado por lá.

ONDE ESTÃO AS IMAGENS DA TRIPLA RODADA DOS JÓQUEIS?

O Jockey Club Brasileiro prestou atendimento perfeito aos três jóqueis, Jorge Ricardo, Francisco Chaves, e o aprendiz L. Santos, o popular "Chocolate" no acidente sofrido por eles, na reunião da última segunda–feira. Aflito, em casa, eu estava apreensivo com a queda do meu amigo Ricardinho. Fui atendido, por telefone, pelo Comissário de Corridas, Bernardo Bustamante, no hospital, ao lado do recordista mundial, na maca. Recebi também, os esclarecimentos dos comentaristas, Juliana Dias, e André Cunha. Ele, coitado, ocupado com a transmissão. E ela, de folga, saiu de casa feito louca, para o Hospital Miguel Couto. Todo o pessoal do Serviço Médico do JCB agiu com presteza no atendimento, com informação de detalhes dos procedimentos dos Médicos do Miguel Couto, e as preocupações específicas com cada um.

Por isso, com a experiência de um jornalista, com mais de 40 anos de carreira, me sinto a vontade de dar uma sugestão, e não uma crítica ao glorioso clube hípico. Parem com esta história de tirar as imagens das quedas sofridas pelos jóqueis, do retrospecto. Esta medida é antipática, irrita os telespectadores, e mesmo que o objetivo seja preservar parentes e familiares, não deve ser tomada. Ocultar a informação faz parte de um período obscuro da história do nosso país. Vocês não esconderam só as imagens de um acidente. Esconderam da opinião pública, todos os acertos, iniciativas, as atitudes e presteza dos seus próprios funcionários. Todos eles foram impecáveis no incidente. Cumpriram as obrigações específicas, de cada um. A transparência é tudo nesta vida. Quando você oculta a verdade. Oculta também a essência do jornalismo, e a sua razão de existir. Tudo isso, a troco, de nada. Obrigado a toda equipe do JCB. Vocês foram ótimos. Parabéns!    



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