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Dezembro | 2022

Páreo Corrido, por Paulo Gama
13/12/2022 - 08h13min

CIDADE JARDIM E SAN ISIDRO DIVIDEM AS ATENÇÕES NO SÁBADO

No próximo sábado, dia 17 de dezembro, véspera da final da Copa do Mundo de futebol, o continente sul–americano, se prepara para o chamado encerramento da temporada turfística, no ano de 2022. Um grande final. O programa da capital paulista, com 10 páreos, comemora o desfecho da Quádrupla–coroa, no Hipódromo de Cidade Jardim. Destaque absoluto para os Grandes Prêmios José Bonifácio Coutinho Nogueira, Grupo 2, para potrancas, o tradicional, Consagração, em 2800 metros, Grupo 3, para produtos, e, a denominada Copa dos Campeões, em 2000 metros, Grupo 2, todos na raia de grama bandeirante, mantida em perfeitas condições. O jóquei líder da estatística da Gávea, Henderson Fernandes, estará presente, e o recordista mundial, Jorge Ricardo, também.

No mesmo dia, a alguns quilômetros de distância, em Buenos Aires, mais uma vez, o Hipódromo de San Isidro irá promover o Festival do Gran Prêmio Carlos Pellegrini, em 2400 metros, na grama, Grupo 1, o páreo mais importante do turfe na Argentina, e, sem dúvida, o mais consagrado da América do Sul. Um jóquei brasileiro, o cearense, Francisco Leandro Gonçalves, teve o privilégio de escolher a montaria, entre os dois prováveis favoritos da competição. Depois de ganhar, de maneira consecutiva, três provas de Grupo 1, com Miriñaque, do Stud Parque Patrícios, e outros, quatro triunfos, igualmente de Grupo 1, com Durazzo, do Haras Maria’s Del Sur, ele optou pelo segundo. Pentacampeão da estatística, o nordestino é um dos protagonistas do extraordinário espetáculo. 

E, se a Seleção da Argentina, comandada por Messi, estiver na final, no dia seguinte, os corações portenhos estarão saindo pelas bocas de ansiedade. Não esperei o resultado do jogo de hoje, para escrever esta coluna. Se a Croácia prevalecer, os burreros terão um milhão de motivos para esquecer do futebol e pensar exclusivamente nas carreiras. O programa oficial ainda não foi divulgado. Mas, com certeza deverão ser realizados, entre 17 a 18 páreos. Os argentinos não tem problema de quantidade no seu rebanho de equinos. Eles possuem uma infinidade de preocupações econômicas, sociais e políticas. Porém, com certeza, com cerca de 8 mil puros–sangues de corridas no seu território, eles promovem carreiras diariamente, sem o menor constrangimento. Nós, brasileiros, não podemos dizer isso.

PURO–SANGUE MELHOR APRESENTADO

Keep Koller, de propriedade do Stud Eternamente Rio, e criado por Ulisses Lignon Carneiro, foi o puro–sangue melhor apresentado nas pistas cariocas nesta semana, no Grande Prêmio Júlio Capua. Luiz Esteves reapareceu o seu pupilo em estado atlético exuberante, e roubou a cena, cujo enredo trazia Bien Sureño, do Neverending Stud, e Jet Class, do Stud Instante Mágico, como possíveis protagonistas. Ledo engano. Sem correr desde fevereiro deste ano, o filho de Koller, conduzido de maneira magnífica pelo bridão, Valdinei Gil, não tomou o menor conhecimento dos adversários. Sem dúvida, Luiz Esteves é um profissional da mais absoluta exceção. Tive o privilégio de acompanhar o seu trabalho, de perto, durante alguns meses. Ele sabe o que tem de fazer, e possui aquele feeling especial, comum aos grandes mestres desta difícil profissão.

JOQUEADA DA SEMANA

O "Dragão" Valdinei Gil estava soltando fogo pelas ventas esta semana. Frio, talentoso, e dono daquela intuição, característica dos mestres das rédeas, ele desfilou nas pistas as suas armas, sem a menor cerimônia, e brindou os turfistas presentes ao belo prado carioca com direções de gente grande. Foi brilhante no dorso de Keep Koller, confiante e decisivo, com High Wire, do Stud HRN, no GP Marciano de Aguiar Moreira, e prudente no páreo de turma, com Nabuki, do H&R. Depois de ganhar duas provas clássicas, estava tão possuído por aquela serenidade dos bem sucedidos, que o potro, normalmente muito veloz, não pulou bem. Mas, ele o trouxe, aos poucos, de menos para mais. E com isso, recuperou o tempo perdido no início do percurso. Um craque da profissão!

PERSONAGEM

Adélcio Menegolo, mais uma vez, como deve ser nas grandes ocasiões, mostrou o seu talento para cuidar dos puros–sangues, e competir em alto nível. Jorel, do Stud Pedudu, e Unorthodox, do Stud Sampaio, estavam preparados de maneira estupenda para atuar. Jorel galopou na ponta, num páreo de perfil bastante favorável, e com Marcelo Gonçalves, competente, como de hábito, conquistou o triunfo no GP Almirante Tamandaré. E o velocista, Unorthodox, no GP Cordeiro da Graça, comprovou ter recuperado o seu padrão normal de corrida. E, no caso dos cavalos de velocidade, esta é uma tarefa bastante árdua de conseguir. Devido ao tipo de treinamento agressivo que eles precisam ser submetidos para competir, com boxe, partidas curtas e etc. Adélcio Menegolo é do ramo. Como poucos.

MGA NA MÉDIA DOS R$ 600 MIL

Houve um empate técnico na arrecadação, entre os dois Movimentos Gerais de Apostas (MGA), das duas reuniões desta semana no Hipódromo da Gávea. No domingo o MGA foi de R$ 598.296,35, e, na noturna de segunda–feira, R$ 602.764,84. A diretoria do JCB precisa focar na programação de domingo, e encontrar dispositivos para diminuir esta diferença. Fica claro, que o MGA quase idêntico, entre a reunião de domingo, com provas de alto nível técnico, com os melhores cavalos, e uma corrida, no dia seguinte, com o mesmo número de páreos, só de turma, evidencia preferência total dos apostadores pela noturna. É preciso diagnosticar o que causa a rejeição num dia, e o que há de tão motivador, no outro. A turma do JCB tem de sentar, debater, e estudar, de forma exaustiva, o que causa tamanha diferença e aparar as arestas. Caro presidente, Raul Lima. Lembra a esta turma do JCB, a frase do vitorioso treinador de futebol, Murici Ramalho. "O meu nome é trabalho!".   



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