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Novembro | 2022

Páreo Corrido, por Paulo Gama
16/11/2022 - 08h17min

COPA DO MUNDO, GP DERBY PAULISTA E ENGARRAFAMENTO COM MAROÑAS

O peão do prado, no miolo central da linda paisagem do Hipódromo da Gávea, já está decorado com gigantescos galpões, parafernálias e bugigangas. Com certeza, neste período de Copa do Mundo, lá no outro lado do planeta, mais especificamente no Qatar, teremos por aqui uma série de atividades paralelas, entre a disputa dos páreos na Gávea, e os jogos de futebol, por lá. O JCB enfrenta grave crise de arrecadação no gerenciamento da sua atividade central, corridas de cavalos, e, por isso, atira para todos os lados em busca de novas receitas. Ninguém pode acusar a atual administração por inércia. Claro que não. Porém, existe significativo engarrafamento na sincronia do simulcasting internacional. O ajuste dos horários, entre os diferentes hipódromos, onde estão sendo transmitidas as corridas, se faz necessário. Do contrário, o corte do foco, nas imagens dos acontecimentos turfísticos, entra em inevitável conflito de interesses. O turfista, e, também, o apostador, tem a sua expectativa como telespectador interrompida, em alguns momentos, e o resultado prático das competições, entra em choque com as imagens dos fatos transmitidos.

Por exemplo. Na disputa do Derby Paulista, no sábado passado, havia reclamação do piloto do segundo colocado, Bruno Queiroz, de Quantify, contra Fernando Larroque, no dorso do ganhador, Karl Marx. Além disso, na mesma prova acontecia também, a fotografia para terceiro e quarto lugar, na chegada, entre Leste e É do Brasil. Na mesma fração de segundo, a imagem da prova foi substituída pela do partidor, nos Estados Unidos, pois os cavalos estavam alinhados. A largada foi dada. E os espectadores, ávidos pela definição da prova em Cidade Jardim, ficaram a ver navios. A ansiedade e a emoção foram interrompidas. Corrido o páreo comum no turfe americano, os espectadores do Grupo 1, em São Paulo, aguardavam aflitos a imagem de definição do resultado do Derby Paulista. Nada disso. O comentarista, coitado, percebeu a largada em Maroñas, E aí, jogou o foco para o Uruguai. Outro páreo comum. Enfim, depois de todas as peripécias, veio a imagem da confirmação do importante páreo, em São Paulo. E, a pedra de apostas, com a revelação do empate, na terceira colocação. O sentimento de expectativa do turfista deu lugar a Irritação por ter tido a sua emoção adiada, sem a menor cerimônia. Lambança.

Na Comunicação, existe a necessidade de alinhamento das informações a serem transmitidas para o público. E a ordem estabelecida, em termos de prioridade, deveria obedecer ao óbvio ululante da importância do fato. Uma possível final da Copa do Mundo, por exemplo, numa decisão por disputa de pênaltis, entre Brasil e Argentina, jamais poderia ser interrompida, na última cobrança, para passar o gol de empate do Avaí, contra o Juventude, dois times rebaixados para a Série B, do Campeonato Brasileiro. Foi o que aconteceu no sábado no simulcasting da TV Turfe. Alguém tem de assumir a responsabilidade por este fiasco. O comentarista, o menor culpado, não pode ficar preso aos horários dos páreos. E, sim, a prioridade entre os eventos. Existe protagonismo nos fatos. O mais importante sempre precisa ser priorizado. O coadjuvante pode ser informado depois, com caracteres, reprise, ou coisa que o valha. E não, da maneira que aconteceu. Haja paciência. Não há quem aguente tamanha falta de sensibilidade.

As corridas de cavalos no Brasil têm prioridade na Gávea e em Cidade Jardim. São as corridas de melhor nível técnico. Se existe um grande evento internacional, Breeder’s Cup, por exemplo, os dirigentes devem evitar colocar as corridas dos nossos hipódromos principais no mesmo horário. As corridas de Maroñas são legais, e tudo mais. Têm muitos cavalos, jóqueis e treinadores oriundos do turfe nacional, e etc. Mas façam o favor. Não podem interromper a transmissão de um Derby. E, nem os páreos comuns, de claiming, ou Allowance, no turfe americano devem atrapalhar por aqui. Os páreos são legais, a qualidade dos puros–sangues também. Mas, eles não podem ter prioridade, no mesmo horário dos páreos de Grupo 1, do Rio de Janeiro, e de São Paulo. A exceção só pode acontecer no caso das corridas de alto gabarito, com um craque espetacular, como Flightline, um Arco do Triunfo, ou algo desta magnitude. Nestes casos não podemos mexer nos horários de lá. Porém, devemos programar melhor os nossos para evitar ruídos.

PURO–SANGUE MELHOR APRESENTADO

Raiolux, de criação e propriedade do Haras Fazenda Boa Vista, foi apresentado em forma exuberante por Emerson Garcia, no Grande Prêmio Governador do Estado, Grupo 2, e acabou por derrotar o favorito Bien Sureño, do Neverending Stud, na formação da dupla, também treinado pelo competente treinador. Jeane Alves, joqueta de qualidade, esteve impecável na condução ao seu pilotado.  São dois especialistas da distância. Saem em velocidade, produzem parciais expressivos, e encerram a carreira com aceleração formidável.

PERSONAGEM

Emerson Garcia colecionou taças no final de semana paulista. Além de Raiolux, ele também levantou o Grande Prêmio Derby Paulista, com Karl Marx, de criação e propriedade do Stud Magia, o GP Ministério da Agricultura, com Follow It, da Fazenda Colina, e o GP Proclamação da República, com o velocista Koran, do Haras Maria Aparecida. Vale lembrar ainda, o segundo lugar, no GP Diana, com Kenlova, também do Stud Magia, para Limited Edition, do Stud Rio Dois Irmãos. Talvez seja correto afirmar que Emerson Garcia, na atualidade, desempenha no turfe paulista, um papel semelhante ao de Luiz Esteves, no turfe carioca. Os dois profissionais dominam o cenário clássico nas duas cidades, e, provavelmente devem proporcionar belos duelos, nos desafios interestaduais. 

JOQUEADA DA SEMANA 

Fernando Larroque deitou e rolou na corrida do sábado passado, no Hipódromo de Cidade Jardim. É um jóquei dono de absoluta confiança para os confrontos importantes. Ele foi ousado no dorso de Follow It, e se apurou atrás de Doutor Sureño, o seu maior rival. Com Koran, na prova de velocidade, partiu para cima dos rivais e ganhou na marra. E, no dorso de Karl Marx, no Derby, teve malícia para encostar em Quantify, literalmente deitar em cima de Bruno Queiroz, numa quase imobilização, como se fosse luta de solo de jiu–jitsu. Ousado, arrojado, confiante e malicioso. 

SAUDADE

A morte do emérito turfista, Abelardo Accetta, titular do tradicional Haras América, entristeceu a todos os seus amigos e admiradores. Seu Abelardo era uma grande pessoa, um turfista de escol, e daquelas companhias tão agradáveis, que as jornadas turfísticas ao seu lado eram inesquecíveis. Dono do craque Castel, líder da geração, sempre pilotado por Gonçalino Feijó de Almeida, o lendário, Goncinha. Participei de várias jornadas ao lado do seu Abelardo, nas caravanas do Stud TNT, sempre para prestigiar o craque Much Better, pela América do Sul afora. Dono de humor fino, perspicaz, e profundo conhecedor dos cavalos de corrida, era um personagem para lá de especial. Saudade. 

ARGENTINA

O Festival do Gran Prêmio Nacional, Grupo 1, prova mais importante do ano, no hipódromo das máquinas de caça–níqueis, teve como ganhador, o potro Niño Guapo, montado por William Pereyra, e com preparo do jovem treinador, Juan Franco Saldívia. Foi um acontecimento turfístico memorável, com a presença de grande público, e mais duas provas de Grupo 1, de alto nível. No GP Palermo, o aprendiz Gonzalo Borda, teve o seu batismo em provas graduadas, no dorso de Malibu Spring. E o potro, Labrado, invicto nas pistas, levantou o GP Maipu, e manteve a sua supremacia, conduzido por Wilson Moreyra.

FLIGHTLINE

O valor da cobertura do supercraque, Flightline, foi definido esta semana, e ficou em U$ 200 mil. Existe enorme expectativa no turfe internacional pelo seu desempenho na reprodução. No seu livro de éguas, candidatas a serem cobertas por ele, já constam mais de 200 nomes.

MGA EM CRISE

Mais uma vez, o Movimento Geral de Apostas (MGA), no turfe do Rio de Janeiro deixou a desejar. Sem corridas no domingo, o MGA de segunda ficou em apenas R$ 497.217,01, e, no feriado da terça–feira, subiu para R$ 590.711,47. Ambos abaixo dos R$ 600 mil, estabelecidos pelo JCB.  



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