MGA de sábado foi o pior da semana na Gávea 19/05/2021 - 09h07min
O inexpressivo Movimento Geral de Apostas (MGA), de R$ 401.396,47, da reunião do último sábado à tarde, no Hipódromo da Gávea, teve lá suas explicações. Em primeiro lugar, o fato de simultaneamente estar sendo disputado, praticamente no mesmo horário, o sábado gordo, em Cidade Jardim, na véspera do Grande Prêmio São Paulo. Duas provas de Grupo 1, o ABCPCC e o OSAF, além de outros páreos de excelente nível técnico. Outro motivo foi a realização no Rio, de apenas oito provas, quatro programadas para areia, e as outras quatro de grama, que mudaram de raia. Deve ser considerado também, a ausência na pista carioca de alguns dos jóqueis em que o apostador mais investe, Bruno Queiroz, Henderson Fernandes e Jorge Ricardo.
De volta a vaca fria tivemos as duas reuniões de segunda e terça–feira. Ambas prejudicadas pela mudança de raia. O penetrômetro estava alto e na segunda o faturamento do Jockey Club Brasileiro ficou em R$ 630.269,48. Na terça–feira haveria a forra nos guichês do prado, cada dia menos estão disponíveis, e dos agentes credenciados. A grama estava com 5.2 e a pista de grama foi liberada pela Comissão de Corridas. Pouco antes do meio–dia desabou um tremendo toró. Durou menos de 40 minutos. Mas o estrago já estava feito. Voltamos para a pista de areia, com aumento do número de forfaits, e uma arrecadação de apenas R$ 581.357,29. Vida que segue...
Por Paulo Gama |