Diretor defende cavalos desferrados e explica queda do MGA 21/01/2021 - 13h43min
Antônio Landim Meirelles Quintella, proprietário, diretor e comissário de corridas do Jockey Club Brasileiro, em contato com o site Raia Leve explicou o motivo principal da queda no Movimento Geral de Apostas na reunião da última segunda–feira, dia 18 de janeiro de 2021. O diretor explicou que uma pane na mesa telefônica do tele–turfe, segundo ele, um dos principais instrumentos de arrecadação do JCB em tempos de pandemia, influenciou na queda das apostas. Com relação à possível interferência da inclusão de cavalos desferrados no programa, como um dos fatores responsáveis pela diminuição de arrecadação nas apostas, discordou com veemência.
"Os cavalos desferrados só fazem contribuir para o aumento do Movimento Geral de Apostas. Os turfistas apostam com maior confiança por que o rendimento deles aumenta na raia de grama. Além disso, vale registrar que o Código Nacional de Corridas permite esta iniciativa. Portanto, trata–se de uma atitude com respaldo legal", enfatizou. Defensor dos cavalos atuarem desferrados na grama, Quintella utilizou outros argumentos para defender a sua tese.
"Alguns haras tradicionais, tais como o Santa Maria de Araras e o Doce Vale, desferram sistematicamente os seus animais. E todos sabem dos cuidados, do ciúme e do zelo que têm por eles. Se houvesse algum problema jamais sacrificariam a sua integridade física por resultados eventuais. Quanto aos animais desferrados não poderem atuar de forma consecutiva, as duas vitórias de Flamengo Purse, no espaço de seis dias, desmentem esta teoria de forma categórica", afirmou
Por Paulo Gama |