No dia das eleições para a Prefeitura e a Câmara dos Vereadores, domingo, 15 de novembro, o turfista carioca precisa ir às urnas logo cedo. Afinal, a largada do primeiro páreo, na Gávea, acontecerá às 14h10m. Trata–se da prova de abertura da Super Tri, agora com bonificação de 100%. Sem dúvida, uma baita atração para os apostadores. E, além disso, serão disputados três clássicos, no mesmo dia. Três opções de fechamento da modalidade favorita dos aficionados.
No quarto páreo será corrido o Clássico Octávio Dupont, homenagem justa do Jockey Club a um dos mais famosos veterinários de todos os tempos. O campo da prova reunirá potrancas de três anos de ótima qualidade, algumas delas frequentadoras da esfera nobre. Octane, Joint Venture, Winning Heart, The Sister e Idle Ways estarão fazendo teste importante para a 1ª prova da tríplice–coroa, o Grande Prêmio Henrique Posso, em 2021. E as outras concorrentes, Rita de Cássia, Nuance, In Your Dreams, Reine Luiza e Torre Negra, prestarão o vestibular com o mesmo objetivo.
Logo a seguir, na quinta prova, será a vez do Clássico Ernani de Freitas, para os potros, com a volta de Playa Los Ingleses, que busca a reabilitação da sua decepcionante atuação anterior. Oberyn, ganhador de Grupo I, defenderá o favoritismo da competição contra um lote de concorrentes promissores, onde figuram Oscar Winner, Uttori, Xátria, Novo Sol e Avanti Express. Páreo de campo reduzido, ou seja, bastante favorável como opção para fechar a primeira Super Tri, e, ao mesmo tempo, abrir a Super Tri final, para cima dos dois últimos páreos.
Na virada da programação, o tradicional Clássico Derby Club, em 2.500 metros, na grama, também tem campo com sete competidores, e parece ser outra boa alternativa de abertura da Super Tri final. Mstraubarry, Capitão Barbosa, Rei do Caviar e Adicionado dividem o favoritismo. Porém, os outros três adversários, Honest, Happy–Rich e Zubin Mehta possuem boa filiação e forma atlética suficiente para surpreender com rateio elevado. Vale a pena ir ao hipódromo carioca depois de votar.
Por Paulo Gama