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Março | 2020
Entrevista com o aprendiz Wilkley Xavier 19/03/2020 - 12h24min
Victor Antunes

Wilkley vestindo a farda do tradicional Haras Regina
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Quarto colocado da estatística de pilotos do disputadíssimo turfe no Hipódromo da Gávea, o pernambucano Wilkley Xavier conta um pouco da sua história e do seu dia a dia para seus amigos, fãs e seguidores. 1. Nome completo, idade e cidade onde nasceu. R – Wilkley Xavier de Assis, 17 anos. Nasci em Recife, mais precisamente na maternidade Oscar Coutinho. 2. Quando e como você entrou para o turfe? Quem te influenciou? R – Entrei no turfe aos 9 anos de idade. Ao lado da minha casa tinha a Escola de Jóquei do Futuro, de pônei. Eu comecei a frequentar e vi que meu sonho estava ali. Meu pai que me influenciou, sempre me levando as corridas e aos treinos. 3. Você teve o apoio de alguém para entrar na escolinha do Hipódromo da Gávea? Onde você aprendeu a montar? R – Tive o apoio do meu primo Leandro Henrique e da Juliana Dias, Supervisora da EPT. Como disse acima, aprendi a montar em Recife, na Escola de Jóquei do Futuro. 4. Quem te ajudou a vir para o RJ, para entrar no processo seletivo da EPT? Você veio para o processo e ficou aqui direto? R – Quem ajudou a vir para RJ foi meu primo, Leandro Henrique. Eu fiz uma seleção no final de 2017, sendo que não pude ficar por ter apenas 15 anos. Voltei para Recife, esperei completar 16 e voltei correndo para cá. 5. Como foi sua passagem e aprendizado dentro da EPT? Desde quando recebeu a liberação para morar fora da EPT? R – Minha passagem pela EPT foi muito boa para minha carreira. Aprendi como era ser um profissional de verdade e que se eu quisesse ser um bom jóquei tinha que fazer uso de tudo que eles ensinam para nós. Quando fui liberado para morar fora da EPT, entendi que para ter sucesso preciso me manter focado e trabalhar ainda mais duro. 6. Como foi ser desclassificado no G3 e em seguida conquistar sua primeira taça numa prova de Grupo 1? R – Quando fui desclassificado fiquei muito triste, porque meu grande sonho era ganhar uma prova de Grupo. Porém, em seguida venci o G1, fiquei muito feliz e vi que para Deus nada é impossível se você trabalha duro. 7. Quais são suas expectativas na profissão? E quais são seus objetivos para o futuro? R – Minha expectativa é continuar montando aqui no RJ, conquistar muitas corridas, principalmente provas de grupo. Depois, caso apareça alguma oportunidade de montar fora, não vou pensar duas vezes em ir para o exterior. 8. Como é estar trabalhando ao lado dos maiores jóqueis do Brasil no Hipódromo da Gávea? E ser contratado por um dos maiores proprietários do turfe nacional? Quem é seu ídolo dentro e fora do turfe? R – Montar com os melhores jóqueis da Gávea, sempre foi meu sonho desde pequeno e, graças a Deus, foi realizado. Sobre o contrato, estou muito feliz por essa oportunidade de montar para uma das maiores e mais respeitadas fardas do turfe (Haras Regina) e por estar fazendo parte desta grande equipe! Sempre fui fã do Vagner Borges. E depois que o conheci a admiração aumentou ainda mais. Sempre foi uma pessoa maravilhosa, amigo dentro e fora das pistas, me deu vários conselhos pra que tudo desse certo na minha carreira. 9. Quais são seus hobbys nos momentos em que está fora do trabalho? R – Costumo correr para ficar bem fisicamente, jogar bola, além de resenhar com meus amigos e namorar, porque ninguém é de ferro... 10. O que tem feito em tempos de pandemia? Como está seu dia a dia nos treinos? R – Ficamos preocupados com a situação e nos mantendo informados para saber como proceder. Nos matinais, a rotina está praticamente inalterada e o jeito é seguir trabalhando para quando as corridas voltarem as montarias não sumirem.
Texto retirado do Facebook – Página Aprendiz W.Xavier
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