Mais uma vez o Movimento Geral de Apostas (MGA) das corridas noturnas no Hipódromo da Gávea tiveram maior rendimento financeiro do que as reuniões do final de semana. Com um detalhe interessante, o MGA da terça–feira, R$ 714.929,30, foi superior ao da segunda–feira, R$ 664.970,06, que normalmente apresenta vantagem sobre as outras três programações, semanalmente. Todas as quatro corridas tiveram 9 páreos, o que permitiu melhor avaliação da preferência dos apostadores.
A única diferença óbvia entre os quatro programas foi a ausência de páreos na raia de grama, na terça–feira. Nas demais reuniões, os páreos foram disputados na pista do programa, ou seja, a grama foi confirmada. O sábado manteve a rotina de fracasso no MGA, com apenas R$ 569.527,95 faturados. Muito pouco. Talvez a grama pesada tenha causado alguma desconfiança em quem pretendia apostar. No domingo, apesar da boa qualidade técnica das provas, inclusive o GP Sandpit, com a presença dos melhores potros da geração carioca, só R$ 598.247,46, foram arrecadados. Resultado um pouco melhor do que o do dia anterior.
Outro detalhe interessante foi a diferença surpreendente de faturamento para os cofres do Jockey Club Brasileiro, entre o simulcasting de sábado, com Cidade Jardim, em São Paulo, e o de domingo, com o Tarumã, no Paraná. No sábado, as apostas com o prado paulista renderam apenas R$ 131.087,80. E, no domingo, com o hipódromo paranaense, houve o ótimo MGA, de R$ 218.651,75. Ou seja, uma diferença significativa. O apostador parece preferir outras ocupações de entretenimento no sábado à tarde. Ou existe alguma outra explicação para justificar este fato?
por Paulo Gama