Pela segunda semana consecutiva, a reunião noturna de terça–feira, no prado carioca, manteve a liderança, entre as quatro reuniões semanais da Gávea, no quesito Movimento Geral de Apostas (MGA), com faturamento de R$ 787.024,22. A Comissão de Corridas do Jockey Club Brasileiro, atenta a ótima movimentação financeira das corridas de terça–feira, programou nove provas, ao invés dos oito habituais. A resposta dos apostadores foi excelente e imediata. Esta semana voltaram a ser chamados mais nove páreos. Outro detalhe foi a qualificação dos páreos, o que motivou os turfistas.
A segunda–feira também teve bom MGA de R$ 739.748.14, o segundo melhor faturamento financeiro da semana. As reuniões do final e semana decepcionaram outra vez. No domingo, o MGA ficou distante dos R$ 700 mil, com apenas R$ 627.971,31 apostados, nos guichês do hipódromo de dos agentes credenciados. O sábado continua sendo colocado de lado pelo público turfista, que parece ter encontrado outras opções de lazer ao lado dos seus familiares. Foram faturados decepcionantes, R$ 538.352,44. O simulcasting com Cidade Jardim, entretanto, em dia de tríplice–coroa, salvou a pátria, com R$ 282.016,00.
O MGA com o prado paulista poderia ter sido melhor, se as televisões do Hipódromo da Gávea não estivessem desligadas na hora da largada do primeiro páreo. E, apenas um guichê de apostas em funcionamento. As televisões só foram acionadas na foto da vitória do primeiro páreo de Cidade Jardim. Ou seja, nada de Pick 3 inicial, com 100% de bonificação, para quem chega cedo no prado carioca. A ideia era justamente o contrário, quando foi criada esta modalidade. Atrair o público apostador a chegar mais cedo no hipódromo. Parece incrível isto acontecer!
Para jogar na sua modalidade favorita, o apostador carioca precisa fazer a sua fé no tele turfe, internet ou agente credenciado do seu bairro. Dentro do próprio hipódromo, sede do gestor das apostas, o JCB, e que, portanto, deveria estar comprometido com o evento que promove, só de vez em quando isto é possível. Nos dias em que a largada da primeira prova de Cidade Jardim fica em horário próximo ao das corridas cariocas. No simulcasting de domingo, com o Hipódromo do Tarumã, foram faturados R$ 215.058,85. Mas o atraso abusivo foi outro erro grave, que deveria ser solucionado. Haja paciência, nos tempos de velocidade virtual, para o apostador ficar refém de uma hora de atraso do horário previsto para o último páreo.
por Paulo Gama